“A Energia que aproxima Portugal”

De génese lusa, a OZ Energia assume-se como a «energia que aproxima Portugal» e muito mais. Uma marca única e que faz da credibilidade e transparência a sua forma de estar. Emanuel Freitas, Presidente do Conselho de Administração da OZ Energia, em entrevista à Revista Pontos de Vista, deu a conhecer a mesma.

975

Com ADN 100% nacional, a OZ Energia tem conseguido implementar-se nos lares portugueses muito graças à sua total dedicação e a uma estratégica implementação regional. O que tem permitido que esta entidade se assuma cada vez mais como “a energia que aproxima Portugal”?
“A Energia que Aproxima Portugal” foi a assinatura escolhida pela marca enquanto desejo aspiracional que configura duas valências: por um lado a vontade de levarmos a nossa energia a todos os portugueses, aproximando-os; por outro, marcar a nossa portugalidade enquanto operador na área da energia com capitais 100% portugueses. Temos uma rede de parceiros nacional, com forte implantação regional e queremos crescer com uma oferta diversificada de energia, queremos chegar e aproximar literalmente todos os portugueses.

Constituída em 2009, a OZ Energia posiciona-se entre os quatro maiores operadores de gás em garrafa, sendo que o seu posicionamento está focado em diferentes áreas de negócio, nomeadamente o gás canalizado, combustíveis para aviação, postos de abastecimento, pellets, equipamentos e angariação de consumos de gás natural e eletricidade. É esta oferta tão diversificada que vos diferencia da concorrência?
Não, embora seja de facto importante a diversificação de produtos. É essencial, para a nossa sustentabilidade, a garantia de uma diversificação do nosso portefólio de serviços e produtos. Aliás, a OZ Energia surge da compra de uma pequena parte dos ativos da antiga ESSO Portugal, designadamente da compra do negócio de gás em garrafa e da aviação. Tem sido feito um esforço titânico para implementar de raiz outras áreas de negócio que permitam o equilíbrio e a diversidade da companhia num mercado tão maduro como o da energia.
A diversificação de produtos e serviços complementares promove e reforça as possibilidades de sinergia e cross selling aumentando o nível de serviço ao cliente. Mas, de facto, aquilo que efetivamente nos distingue por excelência e nos torna verdadeiramente únicos no mercado são as pessoas, os nossos parceiros, a nossa equipa e, acima de tudo, os nossos clientes. Temos ambição e capacidade de concretização.

De forma a responder às crescentes preocupações de sustentabilidade ambiental, estão atentos a novas áreas de negócio. De que segmentos estamos a falar?
Temos a consciência de que atuamos no setor dos combustíveis fósseis sendo que alguns dos produtos que comercializamos são poluentes. Mas também sabemos que, apesar do impacto ambiental, são essenciais à economia e à realidade da vida atual.
Percebemos que a propensão para o aumento da utilização de energias que promovam a sustentabilidade ambiental está diretamente relacionado com o preço e com o conforto de utilização que conseguimos incorporar nos equipamentos que lhe estão associados. Por isso, para atenuar os efeitos decorrentes da nossa atividade, sentimos uma obrigação acrescida de impulsionar e de fazer incorporar avanços tecnológicos que promovam a utilização progressiva de produtos ambientalmente sustentáveis, quer em contextos domésticos quer industriais, a preços competitivos. As energias limpas incorporam atualmente o nosso portefólio e pretendemos que tenham um lugar de destaque.
Como exemplo, podemos referir dois dos produtos que lançámos em 2015, destinados à produção de calor no segmento doméstico – pellets e estufas Nature. Este equipamento utiliza uma fonte de energia ambientalmente sustentável (pellets) e, através da incorporação tecnológica, proporciona maiores comodidades, comparativamente a outro tipo de equipamentos que recorrem a fontes de energia poluentes e, não menos importante, a preços mais competitivos.

Ainda neste sentido, como surgiu a aposta na biomassa?
A aposta na biomassa é um caminho que queremos percorrer e estamos fortemente empenhados no seu sucesso. Pretendemos, tal como decorre da nossa Missão, atuar de forma socialmente responsável, com ambição e inovação, trazendo os benefícios da nossa atuação à comunidade em geral e a um crescente número de stakeholders. Neste sentido, pretendemos implementar projetos com uma forte componente de inovação. A gama pellets representa o início de um trabalho que se quer cada vez mais relevante.
Não optámos pelo caminho fácil, mas entendemos que a incerteza deste mercado aporta diversidade e incógnitas, que podem ser potenciadas e desenvolvidas desde que, internamente, estejamos preparados para as incorporar. A noção de custo de oportunidade esteve muito presente quando tomámos a decisão.
A aposta na biomassa, concretamente na distribuição e comercialização de pellets certificados, com diferenciação através do serviço, é um fator de conveniência e comodidade reconhecido pelos clientes. É uma fonte de energia limpa, sem pegada ecológica e estamos a contribuir positivamente para a eficiente exploração da fileira nacional. Mais uma vez reforço que estamos também a proporcionar aos nossos clientes uma vantagem económica.

Acreditam que pelo facto de terem uma estrutura mais pequena do que outras marcas concorrentes é uma característica a vossa favor. Porquê?
Mais importante do que o tamanho é a flexibilidade, a capacidade de inovação e antecipação ao mercado. Temos que ter um papel ativo no processo de criação de soluções futuras, seja no modelo de distribuição, seja nas fontes, seja no serviço prestado, em suma, re(inventar) o modelo de oferta da energia.
Não se trata de uma luta David contra Golias mas sim sermos parte influenciadora do processo evolutivo. Da cimeira de Paris saíram orientações claras para a necessidade do abandono do consumo os combustíveis fósseis até ao final do século. À luz das bases da economia atual ainda não sabemos como o iremos fazer. Mas há uma certeza, temos que caminhar neste sentido. O futuro prepara-se hoje. Na OZ Energia, temos uma estrutura bem dimensionada para a nossa realidade com as aptidões indicadas para abraçar estes desafios. A nossa dimensão tem a vantagem adicional de proporcionar análises e decisões rápidas. Olhamos para a frente, para mais e diferentes mercados. Sabemos o que queremos, o que nos une e lutamos por isso.

Com a portugalidade no sangue, criaram uma linguagem iconográfica que vos distinguiu da concorrência. Por parte do consumidor final, qual tem sido o feedback em relação a esta forte aposta de imprimir nas garradas o orgulho de serem portugueses?
No início foi uma surpresa. Nenhum operador usava as garrafas para comunicar com o Cliente. Os símbolos nacionais são um património de Portugal e dos Portugueses. Na OZ Energia optámos, e bem, por evidenciá-los. Temos clientes que pedem especificamente as garrafas dos galos, dos corações de Viana, dos bacalhaus e dos manjericos. Tendo em conta os momentos do ano já conseguimos antecipar as suas preferências.

Quer na criação como na manutenção de novas infraestruturas, estamos num negócio que obriga a elevadíssimos investimentos. Com que dificuldades diárias têm de lidar?
Estando no negócio da energia, sabemos que qualquer tipo de investimentos em infraestruturas tem, por norma, até pela circunstância das instalações necessitarem de ser de alta segurança, investimentos muito elevados. Temos um plano de desenvolvimento e todas as condições para o cumprir, designadamente financeiras, humanas e legais. Nestes processos, por vezes, o que se torna mais difícil e limitador é a carga burocrática e a morosidade dos processos de licenciamento a que somos sujeitos pelas entidades que os apreciam e licenciam. Este é de facto o grande constrangimento e entrave ao crescimento, lamentavelmente transversal a vários setores da economia. Idealmente deveríamos ter menos Estado no nosso setor.

A OZ Energia é percecionada como uma marca de referência junto do público-alvo, consumidor de gás em garrafa. Com este reconhecimento em carteira, pretendem avançar para mercados externos? Quais?
Os investimentos em novas geografias implicam grande precaução. Para além do potencial de mercado, temos de nos certificar de eventuais constrangimentos legais e diferenças culturais. Riscos como alterações políticas, interesses instalados, evolução cambial, risco fiscal, atuação de outros players locais com redes de influência muito oleadas, tudo são fatores que devem ser objeto de estudo muito aprofundado previamente a qualquer decisão de internacionalização. Veja-se o caso do Brasil, um país aparentemente muito atrativo para os investidores até há uns anos atrás e que se depara hoje com uma crise profunda que faz perigar os investimentos efetuados. Podemos referir igualmente Angola, onde atualmente o principal constrangimento é a impossibilidade de repatriação de capitais. Aos constrangimentos legais soma-se o facto de não existirem divisas no país.
A visão de curto prazo e a pressa em realizar alguns investimentos pode ser perigosa. Os investimentos no setor da energia são avultados e necessariamente de longo prazo. Não nos podemos mover por modas, emoções ou a expectativa do lucro rápido. A economia real não tem ganhos e perdas repentinas; o crescimento sustentado das empresas é habitualmente gradual e provém da sua capacidade em responder efetivamente ao mercado em que opera.

Em qualquer organização, os recursos humanos desempenham um papel fulcral. Na sua opinião, as empresas portuguesas têm adotado uma política séria de desenvolvimento do seu capital humano? Qual tem sido o papel da OZ Energia?
Não me compete falar em nome de outras organizações ou de distintas políticas de recursos humanos. Na OZ Energia a coesão da equipa é o resultado de um trabalho sistemático de motivação e de adequação das competências. Comportamento gera comportamento e a constância deste trabalho tem sido gratificante. Não se conquistam metas nem se atingem resultados sem as pessoas, sem uma equipa forte, motivada, competente, empenhada, que partilha os mesmos valores e objetivos. Podemos ter a acústica, os instrumentos, a sala e a audiência, mas se não temos os músicos coordenados e afinados nunca será uma grande orquestra. Enquanto líder, cabe-me assegurar que a organização proporciona as condições e os meios para o desenvolvimento de diferentes competências que possam motivar e ajudar ao bom desempenho. Acredito que o trabalho é um garante de felicidade e tento promovê-la no ambiente laboral. Pessoas felizes e realizadas são mais produtivas.

Mais do que um chavão, a inovação deve fazer parte da estratégia das marcas. Na prática, na criação de soluções de negócio mais eficazes e personalizadas, de que modo o desenvolvimento tecnológico tem sido imprescindível? Ser uma marca inovadora gera mais confiança no cliente?
A inovação quer em produto quer em serviço deve ter como objeto a satisfação do cliente. Quando a obtemos estamos a diferenciar-nos.
A componente tecnológica permite de forma sistemática analisar as preferências dos nossos clientes e antecipar as tendências de consumo. Paralelamente, escolhemos muito bem os nossos fornecedores e os parceiros de negócio, como gostamos de lhes chamar. Se nos rodearmos dos melhores, incorporamos mais conhecimento e ficamos mais fortes.
A confiança será uma consequência de todo o rigor do processo que obrigatoriamente resultará em relações duradouras quer com os clientes quer com os parceiros.

Recentemente a OZ Energia foi obrigada a abandonar o objetivo de comercializar gás natural, como consequência de uma medida imposta pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. Foi uma decisão justa?
Não se trata de uma questão de justiça. É uma impossibilidade legal e estamos a cumprir com os desígnios da entidade reguladora. Gostaríamos de ter a possibilidade de comercializar diretamente gás natural, mas acatámos a decisão, e procurámos formas alternativas dos nossos clientes terem acesso a este produto.

Mesmo sendo um bem de primeira necessidade e utilizado de forma crescente pelas sociedades modernas, a energia tem sofrido alguns constrangimentos, nomeadamente no que se refere aos sucessivos aumentos dos impostos no setor. Pelo incentivo às boas práticas ambientais e pela diminuição da poluição, tem valido tudo?
Parece que sim. É necessário arrecadar impostos e o Estado tem sempre uma boa fonte de financiamento nos produtos derivados do petróleo.
A carga fiscal em Portugal é tão pesada que, na sua generalidade, nem as famílias nem as empresas conseguiriam suportar mais aumentos de impostos nos seus rendimentos. Mas o Estado continua deficitário e a única maneira que tem de se financiar é por via de impostos sobre determinados produtos e, por sinal, os combustíveis são sempre afetados. A competitividade proporcionada pela diminuição do preço do petróleo é transferida diretamente para os cofres do Estado e o consumidor pouco beneficia e, quando acontece é, por norma, durante um curto espaço de tempo, no máximo num intervalo entre Orçamentos de Estado. Sobre os combustíveis temos IVA, imposto sob produtos petrolíferos (ISP) que engloba a contribuição da segurança rodoviária e a taxa de carbono. Sobre o setor petrolífero ainda recaiu há um par de anos uma contribuição extraordinária sobre o setor energético (CESE) que se previa temporária mas parece que está para ficar. Trata-se de um setor completamente asfixiado por impostos e o único onde se penaliza fiscalmente investimentos em ativos, contrariamente a outros setores em que estes são alvo de fomento ao investimento.

Acredita que as sucessivas medidas impostas ao setor do gás em garrafa retiram competitividade ao setor?
Os consumidores são muitas vezes impactados por medidas populistas por parte dos governos que, em nome da defesa dos supremos interesses dos mesmos consumidores, criam entropia e entraves aos processos, de tal maneira que, na prática, produzem um efeito contrário. É o caso da nova lei 15/2015 que obriga à introdução de medidas que interferem verticalmente em toda a linha de distribuição de Gás em garrafa, desde os operadores, passando pelos revendedores de primeira e segundas linhas, até ao cliente final.
Estas medidas vão introduzir estrangulamentos operacionais e denotam um afastamento da realidade de quem as produz. Naturalmente a qualidade do serviço será afetada, sobretudo na distribuição domiciliária. Antecipa-se a perda de pequenos pontos de distribuição de gás. A dificuldade de implementação dos procedimentos e falta de recursos desmotivará muitos pequenos agentes e o acesso fácil a este bem essencial para milhares de famílias.

Emanuel Freitas
Emanuel Freitas

Qual a real dimensão e impacto das medidas em causa?
Esse é um número que duvido que alguém conheça! Nem o próprio Estado se deve ter apercebido das implicações da sua implementação.
Um dos eventuais processos previstos poderá implicar alterações de natureza metrológica (instalação de balanças aferidas regularmente, em todos os pontos de venda, incluindo entregas ao domicílio); cadastral (identificação de todas as garrafas para aferição de pesos e consequentes créditos); fiscal (o crédito sobre o produto remanescente nas garrafas inclui IVA e ISP que terão que ser reembolsados aos operadores); informática (necessidade de um sistema robusto que permita cadastrar e consultar os dados referentes a um parque estimado de 10 milhões de garrafas); comunicacional (transmissão de dados fiscais e cadastrais); bancária (fluxos financeiros entre operadores, pontos de venda e Estado); e administrativa (cada uma das partes tem que controlar e responsabilizar-se pela sua quota parte no processo).
Acresce que todo o sistema teria de gerir dados referentes a um parque de garrafas superior a 10 milhões de unidades, com vendas e retornos de mais de 200 mil garrafas por dia.
Posto isto, é fácil concluir que os custos com a implementação destas medidas serão de tal ordem que não podem ser suportados pela cadeia de distribuição. Em última análise, o consumidor é sempre o mais prejudicado porque este aumento de custos na distribuição conduz fatalmente a um aumento do preço do produto.
Para além disto, historicamente, os consumidores de gás em garrafa têm sido claramente penalizados e preteridos quando comparados com os utilizadores de gás natural. Tratando-se em ambos os casos de bens de primeira necessidade com a mesma finalidade, não se compreende por que razão o gás natural era taxado com o IVA a 6% enquanto o gás em garrafa permanecia nos 23%. Logo aqui assistíamos a uma enorme descriminação tributária sobre um segmento da população portuguesa; agora deparamo-nos com um aumento de custos de que não sabemos sequer a sua escala, e que vai impactar exatamente a mesma população. Gostava de obter uma explicação ou perceber se há portugueses de primeira e de segunda!

Quer seja no desporto, na responsabilidade social ou em temas ambientais, a OZ Energia não diz “não” a uma boa causa. Enquanto marca, é importante marcar presença e apoiar eventos desta natureza?
As empresas têm responsabilidades e obrigações perante a sociedade civil e, na OZ Energia, levamos esta responsabilidade de uma forma muito séria não dizendo não ao apoio de uma boa causa. Apoiamos desde as comunidades que nos estão mais próximas, como bombeiros, juntas de freguesia, festas locais ou instituições de solidariedade social, até eventos desportivos, designadamente modalidades adaptadas que permitem a prática desportiva a crianças, jovens, ou mesmo atletas de alta competição portadores de deficiência. Este apoio é muitíssimo importante para centenas de pessoas. Desde há mais de um ano que apoiámos a vela adaptada no Clube Naval de Cascais, o que permite com que dezenas de crianças e adultos possam beneficiar dos resultados terapêuticos resultantes da prática desportiva, para além da própria experiência de mar.
Tornámos também pública a iniciativa Adaptar para Integrar que se traduz num apoio financeiro e em combustível ao Sporting Clube de Portugal com o objetivo de proporcionar a alguns jovens atletas portadores de deficiência a concretização do seu sonho: marcar presença e competir (alguns estão já qualificados) nos Paralímpicos do Rio de Janeiro. A iniciativa impacta cerca de 180 pessoas entre staff e atletas e esperamos que, para além deste contributo, possamos estar a inspirar outras entidades e a sociedade civil sobre a importância de uma cultura baseada na solidariedade, tolerância, fraternidade e integração.

Continuando a proporcionar momentos de união e conforto aos portugueses que vos escolhem, quer seja em casa como ao ar livre, qual continuará a ser a vossa linha de atuação para continuarem a merecer a confiança dos vossos clientes? Que objetivos pretendem concretizar a médio e longo prazo?
Estamos perante um mundo cheio de oportunidades e queremos continuar a ir ao encontro da satisfação das expectativas dos nossos clientes e a fazer aquilo que esperam de nós. Temos uma visão globalizante que, apesar de fortemente focada nos processos de inovação, nos permite e nos obriga a estarmos presentes em várias frentes, com a abertura necessária para aceitarmos como válidos projetos periféricos ou a entrar em mercados que ainda não existem.
Acreditamos que aposta na diferenciação, por vezes em direções não convencionais, nos trarão o reconhecimento futuro do mercado.
Estamos em contínuo desenvolvimento de novas gamas de produtos e novas formas de comercialização associadas a uma oferta integrada de energia. Atualmente representamos o portefólio de produtos num círculo que se alargará com o decorrer do tempo.

Enquanto marca sempre atenta às tendências, que desafios acredita que o setor terá de enfrentar ao longo de 2016?
Estamos perante um mundo em constante estado de mudança, sendo que o fator diferenciador é a rapidez da circulação de informação. Se não formos rápidos e atentos, os projetos de hoje estarão desatualizados antes de serem implementados. É como nadar contra a maré – se não formos mais rápidos corremos o risco de ficar para trás. A flexibilidade da equipa é o fator diferenciador.
No momento presente o maior constrangimento identificado que afetará a nossa principal área de negócio será a evolução legislativa do setor. Estamos sempre disponíveis para apoiar e ajudar a construir modelos diferentes dos atuais. Se aliarmos a experiência acumulada ao longo de décadas pelos players do mercado às necessidades identificadas pelo regulador certamente que construiremos algo consensual.

A todos aqueles que ainda não escolheram a OZ Energia, que mensagem importa deixar?
Acreditar é o primeiro passo para fazer acontecer, e acreditamos que a EQUIPA que queremos construir, só estará completa quando integrado o fator Cliente. É pelos Clientes que arriscamos e nos desafiamos diariamente, que nos superamos, é a eles que dedicamos todo o nosso trabalho, o nosso carinho, temperado com a nossa própria Alma. As propostas que oferecemos têm sempre como subjacente o contínuo acompanhamento do cliente e das suas necessidades, que são evolutivas no tempo. Por vezes, e por constrangimentos vários, podemos não apresentar de forma isolada a melhor proposta económica, mas damos a nossa garantia que diariamente dedicamos toda a energia para aportar as melhores soluções que resultem em diferenciação económica e que dessa forma o valor percebido do portefólio da oferta seja vantajoso para todos.
A contínua conquista de novos clientes é a maior homenagem àqueles que já fazem parte da EQUIPA OZ Energia! A todos quantos ainda não optaram pela marca OZ Energia deixo um conselho: testem-nos e ponham-nos à prova.