Protocolo entre a CAL E A CCPP prevê cooperação sólida para Portugal e Panamá

No âmbito da Conferência intitulada por “Financiamento por Multilaterais de Projetos na América Latina”, no dia 5 de abril, na Casa América Latina (CAL) em Lisboa, foi assinado o protocolo entre a CAL e a CCPP.

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Um dos principais objetivos é estabelecer uma cooperação vantajosa entre a CAL e a CCPP de modo a potenciar, através de iniciativas e ações conjuntas, as relações económicas e institucionais entre Portugal e o Panamá.

Foram convidados representantes das principais instituições multilaterais – Corporação Andina de Fomento (CAF), Banco Mundial (BM), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Europeu de Investimento (BEI), que atuam no espaço latino-americano de forma a apresentarem às empresas portuguesas oportunidades que possam surgir neste âmbito e assim abrir-lhes espaço a novos projetos.

No final da conferência ficou claro o objetivo da mesma: encontrar caminhos para apoiar as empresas portuguesas, através da difusão de informação, num campo que para as empresas é absolutamente prioritário: o financiamento. 

A PALAVRA A … Fernando Tonim |Presidente da Câmara de Comércio Portugal-Panamá

“Parafraseando Simón Bolívar «se o mundo tivesse que eleger uma capital essa capital seria o Panamá»… Esta oportunidade que a Casa da América Latina nos dá é de suma importância pois é-nos dada a possibilidade de nos aproximarmos, não só do Panamá mas de toda aquela região da América Latina, eles são a entidade facilitadora que nos poderá proporcionar esta relação com estes países. Queremos, não só promover o Panamá como destino de investimento, mas como a região e valorizar o papel de negócios central e sul-americana”.

Eduardo Norte Santos Silva, Presidente da Assembleia Geral da Câmara de Comércio
Luso-Panamiana

“Gosto do mundo e da vida e, por isso, entendo que por via protocolar se sinalizam intenções que ficam no papel, pois, palavras leva-as o vento. O que está escrito permanece, daí a importância dos protocolos, de forma a agudizar as cooperações. Tudo muda a toda a hora em todo o mundo e espera-se que mude para melhor, é o que se espera com este protocolo”.

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