A  A.G. da Cunha Ferreira tem vindo a ser considerada uma firma de referência em Propriedade Industrial, em marcas e em patentes. Que fatores têm contribuído para esta solidez?

A A.G. da Cunha Ferreira foi fundada em 1880 como o primeiro gabinete de Propriedade Industrial do país, tendo feito alguns dos primeiros pedidos de patentes e marcas em Portugal.

Com mais de um século de atividade, fomos criando ao longo do tempo know-how do negócio que nos permitiu desenvolver um conjunto de profissionais altamente especializados, orientados pela integridade, rigor e compromisso e também acompanhar de um forma atenta, proactiva e responsável a evolução constante do mercado.

A combinação destes elementos, aliada a uma rede de atuação em mais de 50 países, permitiu-nos crescer de forma sustentável, criando relações de confiança com os nossos clientes, algumas das quais duram há mais de 100 anos.

A A.G. da Cunha Ferreira tem sido, igualmente, indicada como um dos três melhores gabinetes de Propriedade Intelectual em Portugal. Porque é que a A.G. da Cunha Ferreira é diferente? Que mais-valias apresenta? 

Nesta área de atuação, a experiência tem que ser vista como um fator decisivo na diferenciação e especialização dos serviços prestados pelo nosso gabinete. Por exemplo, fomos construindo uma base de dados própria que atualizamos há dezenas de anos e que nos serve como plataforma para uma atuação eficiente e eficaz na proteção dos direitos dos nossos clientes.

Todos os dias dão entrada largas dezenas de pedidos de registo de marcas nacionais, em grande parte fruto do forte impulso empreendedor que se tem vindo a sentir em Portugal. Que papel procuram assumir no mercado e junto dos seus clientes? 

Em primeiro lugar, temos como objetivo sensibilizar o mercado para a importância da marca, ou de outro direito no âmbito da Propriedade Industrial, enquanto ativo fundamental de uma empresa e, como tal, na necessidade do seu registo. Mais, tentamos salientar que o registo das suas marcas é apenas o primeiro passo a tomar na defesa dos seus direitos uma vez que esta defesa deve ser constante e permanente.

Em condições ideais, todas as empresas deveriam recorrer a um agente oficial da Propriedade Industrial desde o momento da idealização da marca, passando pelo seu registo e, consequentemente, proteção e manutenção do exclusivo.

Pretendemos, portanto, junto dos nossos clientes estabelecer uma relação de confiança, na qual sejamos vistos como parceiros estratégicos na prossecução dos seus interesses que, no final de contas, passam a ser os nossos.

Quando falamos de exportação ou internacionalização de uma empresa, o planeamento estratégico é uma incontornável mais-valia. No entanto, a proteção da marca e dos demais direitos de Propriedade Industrial também se assumem como ativos basilares no processo de exportação. As organizações estão suficientemente consciencializadas para este fator? 

Creio que essa consciencialização é mais acentuada nas grandes empresas do que, por exemplo, nas startups ou PME’s. Sendo que relativamente às últimas, vai-se notando uma evolução positiva no que toca ao reconhecimento da importância da proteção dos direitos de Propriedade Industrial. No entanto, na prática, é este grupo que menos investe nesta área talvez por contenção de custos no curto prazo, num panorama atual extremamente exigente e competitivo. A longo prazo esta escolha poderá comprometer os direitos de Propriedade Industrial e implicar o triplo dos custos no sentido de reverter a situação, ainda assim sem garantias. Estão, desta forma, a comprometer os elevados investimentos já realizados em âmbito nacional e consequentemente na sua internacionalização, bem como eventuais parcerias dada a fragilidade da situação em que os referidos direitos de propriedade intelectual se encontram.

Quais as vantagens em recorrer ao A.G. da Cunha Ferreira para proteger marcas e patentes? 

Desde logo, a certeza de que contará com um serviço especializado com mais de 130 anos de experiência, constituído por uma equipa que conta com vários agentes oficiais da Propriedade Industrial, ou seja, mandatários especialistas na matéria da Propriedade Industrial que promovem, em nome dos seus clientes, atos de registo de direitos junto do instituto nacional da Propriedade Industrial ou organismos internacionais, na prossecução da proteção e defesa dos direitos dos seus clientes. Prestamos um acompanhamento contínuo e permanente, sempre em busca da melhor solução para cada cliente, formulando e promovendo atos de registo necessários à proteção dos diversos tipos de direitos privativos de Propriedade Industrial, e, posteriormente, procedendo à defesa intransigente dos direitos dos nossos clientes.

Que importância assumem, portanto, os agentes oficiais de Propriedade Industrial  quando se fala de inovação, empreendedorismo e desenvolvimento das sociedades? 

Num contexto motivado por um forte espírito empreendedor e constante inovação, a prossecução e permanente proteção dos direitos de Propriedade Industrial torna-se cada vez mais vital.

Assim, o agente oficial da Propriedade Industrial, sendo um mandatário qualificado e especialista, de competência oficialmente reconhecida, na área da Propriedade Industrial, desempenha um papel de relevo junto das empresas, não apenas na fase embrionária dos projetos – seja na viabilidade de uma marca ou patente, no aconselhamento relativo à melhor via de proteção – mas também na constante vigilância e defesa de um dos ativos basilares de cada empresa, nomeadamente, o seu portefólio de Propriedade Industrial.

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