A Indústria 4.0 é já uma realidade um pouco por todo o mundo e uma oportunidade para as empresas portuguesas se modernizarem numa economia cada vez mais global. Falar da Indústria 4.0 é falar da transformação digital da economia.

Em Portugal, a estratégia Indústria 4.0 está já a ser implementada, sendo que os objetivos passam pela modernização do tecido empresarial, a digitalização, a formação, a reconversão dos trabalhadores e a criação de novos empregos que visam a capacitação dos recursos humanos. No que diz respeito ao financiamento, serão mobilizados Fundos Europeus Estruturais e de Investimento até 2,26 mil milhões de euros de incentivos, através do Portugal 2020. E será, ainda, implementado o Vale Indústria 4.0, um instrumento de apoio à transformação digital através da adoção de tecnologias que permitem mudanças disruptivas nos modelos de negócio de micro e PME. Pretende-se investir em recursos relevantes para a transformação digital da economia. Filipe Oliveira, CEO da Screen In, afirma que a nova revolução industrial está aí, e que é preciso preparar os recursos humanos para uma melhor adaptação à digitalização da economia. A Screen In desenvolve Software de Rastreabilidade e Controlo de Produção “transformando assim as suas complicadas necessidades, num gesto simples do dia-a-dia”. Para a Screen In cada cliente torna-se num amigo, porque a relação humana e a valorização do capital humano é uma das suas prioridades. “Para qualquer negócio a relação entre as pessoas é o ponto fulcral. Podemos ter a melhor solução do mundo mas, sem a confiança e o bom relacionamento dos colaboradores, a melhor tecnologia não é suficiente. O trabalho em equipa é importante tanto entre os elementos da nossa equipa como na relação da nossa equipa com os clientes”, adianta o nosso entrevistado.

Fundada em 2001, a Screen In começou por apostar em sistemas de faturação. No entanto, a empresa rapidamente cresceu na área do desenvolvimento de software para o ramo alimentar.

A empresa aposta no Desenvolvimento de Software de Produção e Rastreabilidade, Assistência Técnica Hardware e Software, Instalação e configuração de Servidores e Server Cluster. A par desta aposta a Sreen In responde ainda às necessidades de Design e WebDesign, Fotografia e Marketing dos seus clientes. Desde 2015 que o foco do negócio da empresa tem sido o desenvolvimento de softwares de rastreabilidade direcionado para as particularidades dos diferentes setores. Começou no setor alimentar e hoje já trabalha na indústria têxtil, metalúrgica, no setor primário e de armazenagem. O RST2 é uma das linhas de software do seu serviço BE-TRACE, constituído por um conjunto de mecanismos de controlo de produção que, agregados à rastreabilidade, permitem uma redução de custos e um aumento substancial da informação para rastreio do produto. Possibilita um acompanhamento detalhado desde o controlo de tempos até ao controlo de lotes. “Queremos criar soluções que sejam sustentáveis, geradoras de riqueza para as empresas, práticas e que possibilitem a prevenção de riscos. Desenvolvemos soluções personalizadas para cada cliente e um cenário adaptado à sua realidade”, explica-nos Filipe Oliveira. Este é o fator-chave que contribui para a diferenciação da Screen In no mercado, “as nossas soluções tornam-se vitais para as empresas porque são desenvolvidas e melhoradas com a cooperação e relação de confiança que são criadas em cada empresa”.Os seus clientes testemunham exatamente neste sentido como refere Carlos Gonçalves – Administrador da Mendes Gonçalves S.A. – empresa detentora da marca PALADIN – ”Conseguimos, com a Screen in, ter um parceiro de topo a nível das tecnologias de informação…simultaneamente ter uma empresa e, principalmente, pessoas com um relacionamento familiar e muito próximo”.

Para Filipe Oliveira esta nova revolução industrial avança a um ritmo acelerado e as empresas sabem disso e  sentem a necessidade de apostar em softwares de rastreabilidade porque medir, calcular e prever traduz-se em ganhos.

Os seus softwares ajudam a ter uma visão mais detalhada e real dos processos produtivos da empresa para prevenir ou criar medidas que solucionem os seus problemas.

A maior dificuldade com que nos deparamos na implementação de softwares não se prende com a adaptação e formação dos recursos humanos para as novas tecnologias, mas sim com a necessidade de rigor e disciplina para a execução dos processos” conclui o CEO da Screen In “uma postura profissional que não se adquire com a chegada da era indústria 4.0, mas que se conquista de uma forma muito tradicional: relações profissionais de respeito e confiança”.