Energia em Conserva quer ser a número um em Portugal na área da instalação e manutenção de centrais fotovoltaicas

A Energia em Conserva oferece soluções para a redução de custos associados ao consumo energético, tornando assim as empresas mais competitivas no mercado onde atuam. Ana João Martins, Responsável pela administração da Energia em Conserva, explica-nos em entrevista de que forma tem a empresa trabalhado de forma a tornar-se a número um em Portugal.

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Metade de 2017 já passou… que ano tem sido este para a Energia em Conserva?

Tem sido extremamente positivo e desafiante, com elevadas expectativas de futuro. Nos primeiros meses do ano na Energia em Conserva ganhámos vários projetos e estabelecemos novos contratos com empresas parceiras e assinamos contratos de elevado potencial com investidores na área do fotovoltaico e eficiência energética. Alcançámos já o volume de faturação de 2016 e contamos duplicar o mesmo até final do presente ano.

Questões ambientais assim como redução de custos são algumas das vantagens que poderão ser enunciadas quando se fala em eficiência energética e produção de energia renovável. De todas as vantagens, quais são aquelas que raramente são referidas e que devem fazer parte do conhecimento geral?

As vantagens das energias renováveis, talvez menos faladas são:

Podem ser consideradas inesgotáveis à escala humana comparando aos combustíveis fósseis;

O seu impacto ambiental é menor do que o provocado pelas fontes de energia com origem nos combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás), uma vez que não produzem dióxido de carbono ou outros gases com “efeito de estufa”;

Oferecem menos riscos do que a energia nuclear, centrais térmicas, e outras;

Permitem a criação de novos postos de emprego (investimentos em zonas desfavorecidas);

Permitem reduzir as emissões de CO2, melhorando a qualidade de Vida (Ar mais puro);

Conferem autonomia energética a um país, uma vez que a sua utilização não depende da importação de combustíveis fósseis;

Conduzem à investigação em novas tecnologias que permitam melhor eficiência energética;

É possível pagar investimentos elevados através da poupança gerada pela eficiência energética ou produção de energia renovável, existindo investidores ativos e focados nesta área de negócio;

Neste momento o fotovoltaico é considerado a energia com menor custo Instalação/produção.

Por outro lado, que desvantagens deverão ser igualmente conhecidas?

A desvantagem poderá passar pelo desmantelamento de centrais de energia renovável no fim do seu tempo de vida. No entanto esta desvantagem é aplicável a qualquer outra central de produção de energia elétrica.

De que forma podem as empresas perceber se dispõem das características ideais para adotar um sistema de autoconsumo?

Todas as empresas ou instituições podem usufruir de elevadas poupanças com a instalação de uma central fotovoltaica em regime de autoconsumo (UPAC). A engenharia da Energia em Conserva efetua uma análise pormenorizada dos consumos do edifício em questão apresentando soluções com poupanças reais e garantias de produção.  O cliente pode ainda usufruir de uma UPAC com todos os seus benefícios de redução de emissões e redução de custos na fatura elétrica a custo zero, sendo o investimento efetuado por investidores focados neste género de negócio permitindo que o cliente reduza custos de operação mantendo o foco no seu negócio.

O que diria que distingue a Energia em Conserva dos demais players do setor?

Oferecemos soluções que se propõem reduzir os custos associados ao consumo energético, tornando as empresas mais competitivas no mercado onde atuam, isto aliado aos vários anos de experiência na área das energias renováveis.

Além disto, realizamos projetos personalizados caso a caso que vão de encontro às necessidades reais e individuais de cada cliente, garantindo assim a máxima eficiência das soluções apresentadas. Fomos a empresa de Engenharia, dentre muitas, selecionada pela Ciel & Terre para a execução de Engenharia, Procurement, Construção e Comissionamento da primeira instalação fotovoltaica flutuante em Portugal, um projeto inovador da EDP Produção que alia a energia hídrica com a energia solar.

De acordo com um relatório do Eurostat, Portugal foi terceiro país da EU a apresentar as maiores reduções em emissões de CO2. Que está Portugal a fazer de diferente?

Portugal, através das suas políticas assertivas, está a obter reduções reais nas emissões, no passado através da bonificação da venda de energia renovável. Neste momento Portugal é pioneiro na produção de energia renovável a preço de mercado! O custo das centrais de energia renovável, principalmente as de tecnologia fotovoltaica têm reduzindo consideravelmente levando a que este género de central seja rentável por si só, não necessitando de comparticipações ou incentivos!

Falando especificamente em inovação na indústria da energia solar, qual diria que tem sido o contributo que a Energia em Conserva tem tido?

A Energia em Conserva vai desde o mais ínfimo detalhe no que respeita à apresentação de soluções que sirvam não só o propósito de cada cliente, mas que sejam sempre as mais vantajosas, desenvolvemos muitas vezes soluções inexistentes no mercado de forma a que a solução final seja a mais vantajosa para o cliente. A Energia em Conserva tem um departamento de IDT de onde já surgiu uma spin-off de estruturas de suporte para instalações fotovoltaicas e está neste momento a trabalhar no armazenamento de energia de baixo custo para industrias.

Quais os objetivos da EEC em 5 anos?

Temos como pretensão ser a número um em Portugal na área da instalação e manutenção de centrais fotovoltaicas e adoção de medidas de eficiência energética na indústria de elevada qualidade e fiabilidade. Estamos neste momento a trabalhar na possível integração de um projeto fotovoltaico de 17MW em França pais onde pretendemos abrir escritórios em 2 anos. Já em Espanha iremos acompanhar um grupo de investidores, onde pretendemos abrir escritórios no inicio do próximo ano. O nosso departamento de internacionalização está a trabalhar em outras operações assertivas com parceiros já existentes em outras regiões do globo onde pretendemos atuar sempre com a base em Portugal.