Em 2017, a DLC, a mais antiga empresa portuguesa (1998) dedicada à conceção e produção de eLearning e bLearning, depois de êxitos sucessivos na formação online em todos os setores profissionais, com o seu Modelo Pedagógico SAFEM-D e a sua Plataforma NetForma Da Vinci Web 2.0 – 3.0, criaram para os seus clientes o Sistema Responsive, destinado à Formação Profissional e Educação, através de computadores, tablets, netbooks e smartphones.

Durante o século V a.C. Platão ensinava na Academia de Atenas com base na metodologia expositiva, usando a interação entre o professor e alunos, quadros imprana_fernandesovisados de pedra ou de argila e suportes diversos de escrita como o papiro e pergaminho. No século IV a.C. Aristóteles, no seu Liceu utilizou métodos muito similares, o mesmo ocorreu em todo o Império Romano (século I a.C. até ao V d.C.), durante toda a Época Medieval, na Renascença e Revolução Industrial; apenas a introdução do papel e da imprensa de Gutenberg mudaram os meios de escrita, mas o modelo de ensino continuou a ser: professor – aluno – suporte; mesmo na era moderna, ou seja, no século XX, muito pouco mudou no ensino e na formação, sem deixar de atender às experiências positivas das universidades de McMaster no Canadá e de Maastricht na Holanda.

O século XXI trouxe muitas promessas no que concerne ao aprender em menos tempo, como exige a sociedade da informação e da comunicação ou, mesmo a hodierna Revolução Industrial 4.0, pois as universidades e as empresas tendem a recorrer aos métodos tradicionais no corpo central do modelo de aprendizagem e, as entidades exteriores a este ciclo; as produtoras de eLearning e bLearning, na procura do lucro fácil, recorrem a modelos automatizados, que não trazem nenhum valor acrescentado na aquisição de conhecimentos e de competências, bem comoantonio_augusto_fernandes na celeridade da aprendizagem que os tempos exigem. As universidades e empresas replicam de uma forma grosseira todos os modelos tradicionais, embora estes possam apresentar designações pomposas: MOOC, Open Course Ware, eLearning e bLearning, porém, sem nunca aproveitarem as elevadas potencialidades pedagógicas e multimédia oferecidas pela Ciência da Computação, as quais são capazes de estimular os sentidos, o cérebro e mesmo as memórias, de que o hipocampo é um exemplo, levando os aprendentes a uma eficaz atenção seletiva e motivações únicas, geradas pela integração dos meios online, interação e desejo de criar, de fazer, de jogar, de ir além da homeostasia, procurando novos mundos e sensações raras; em suma, ligar as inteligências cognitivas e emocional num processo de aprendizagem que associe estas duas entidades-chave, de modo a que a aquisição de conhecimentos e competências ocorra de uma forma célere e com elevada eficiência.

Tal como o iPhone em 2007, desejamos mudar o mundo, transformando aquele pequeno instrumento multiusos em mais um; quiçá, o mais nobre e importante de todos: Aprendizagem ao Longo da Vida. Assim, os cursos de eLearning que propomos podem assumir o formato de bLearning, onde o Presencial é usado para treinar aquilo que não pode ser realizado pelos computadores, como são, por exemplo, as relações humanas, o uso de equipamento mecânico, as técnicas cirúrgicas, entre outros. A integração na cadeia de aprendizagem do tablet e smartphone são formas de aproveitar todos os tempos livres, onde em casa ou no emprego se use o computador, mas na praia, no campo, nos transportes ou numa fila da Segurança Social, se possa usar sem diminuição de qualidade o mLearning, onde o tablet e os smartphone são ferramentas essenciais.

O Modelo Pedagógico SAFEM-D e a Plataforma NetForma são a linha da frente de uma estratégia destinada a mudar a Educação e a Formação no século XXI.
Os videogramas são a chave do sucesso baseado no aforismo que diz: “vale mais uma imagem do que mil palavras”, as sessões teórico-práticas, onde a cor, movimento, interação, som e outros estímulos captam a atenção e acionam o sistema nervoso, para que os dados cheguem ao cérebro e fiquem armazenados até que seja preciso utilizá-los, transformá-los ou apagá-los; por fim, as sessões práticas, que fazem da citação de Confúcio: “o que ouço esqueço, o que vejo recordo e o que faço aprendo” a base do funcionamento do cérebro, de onde se concluí: para que a aprendizagem atinja o máximo da sua eficiência, as Ciências da Educação devem adotar de forma generalizada e urgente, tanto o multimédia como o online.

Opinião de António Augusto Fernandes e Ana Maria Fernandes, Sócios-Gerentes da DlC – Distance Learning Consulting