(Re) adaptação é a palavra de ordem na HCCT

Desde 2015 que a HCCT - Human Capital Consulting & Training procura otimizar processos internos e externos e as potencialidades do Capital Humano nas organizações. O objetivo é aumentar a eficácia e a eficiência de forma sustentável.

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Vítor Mota, Manager da HCCT, fala-nos sobre a atuação da empresa no mercado e do seu papel na Indústria 4.0 ou nova Revolução Industrial.

A HCCT assume-se como uma empresa que está no mercado para desenvolver competências; para nós, competências, significa saber fazer coisas, tendo em vista um objetivo pré-definido e que se pretende alcançar”, começa por explicar Vítor Mota. “O saber fazer, na e para a HCCT, é essencial. O que pretendemos é que os nossos clientes saibam rentabilizar as suas competências. Isto pode ser entendido a nível individual ou de uma equipa ou mesmo de uma dada organização”, acrescenta ainda.

A empresa enfatiza a importância da liderança nas empresas. Para Vítor Mota há muito a dizer sobre a liderança, mas existem alguns aspetos fulcrais a enumerar.

O líder tem de ser mentor e catalisador da equipa, o responsável pelo processo e resultado, a pessoa que vai à frente. Liderar é bem-dispor, é motivar. Liderar é direcionar um grupo de pessoas, de forma positiva, para o que se pretende alcançar, transformando o grupo em equipa.

As pessoas devem deslocar-se diariamente para a empresa motivadas; caso contrário, a produtividade e a rentabilidade da empresa vai ressentir-se. “Temos de saber «agarrar» as pessoas e extrair delas o seu melhor, potenciar o seu talento. A empresa e a vida das pessoas não podem estar dissociadas, isso não funciona”, refere Vítor Mota.

A nova revolução industrial

A Indústria 4.0 ou nova Revolução Industrial está aí, está no mercado e no mundo. “Mas em Portugal tem acontecido de forma mais lenta devido à mentalidade da sociedade em geral”, diz-nos.

Para o nosso entrevistado as revoluções não acontecem num dia. Tratam-se sim, de um conjunto de acontecimentos “sucessivos e que vão impulsionando a mudança”. O mesmo aconteceu com a Indústria 4.0 que foi surgindo.

“Hoje, o consumidor não se contenta apenas em comprar um determinado produto; tem de saber mais sobre ele, se está disponível noutros formatos, cores, materiais, se é, efetivamente, o melhor para si e, sobretudo, decidir sobre o aspeto final. Estamos a voltar ao conceito de há cinco séculos atrás, onde tudo era feito à medida do cliente, mas agora com produção à escala global”, acrescenta Vítor Mota.

Na sua ótica, quando se fala de empresas que trabalham para a Europa ou para o mundo, já é possível perceber alguma mudança de mentalidade. No entanto, quando se fala de empresas locais ou de organismos públicos ainda sente haver um caminho a percorrer.

“Não podemos dizer que as empresas não estejam preparadas para a Indústria 4.0; as empresas são as pessoas, são os líderes, são os colaboradores. A preparação parte deles; as mentalidades devem mudar”, adianta o nosso entrevistado. Nos últimos anos muito se tem falado sobre empreendedorismo e empreendedores, o que, genericamente, as pessoas associam apenas aos empresários. “Está errado. Todos nós temos de ser empreendedores nas nossas tarefas do dia-a-dia e assumir a responsabilidade individual no todo”, reforça Vítor Mota.

A revolução industrial está a trazer esta mudança porque “só sobrevive, quem melhor se adapta”, refere o nosso interlocutor, citando Darwin. “Se, enquanto trabalhadores ou empresários, queremos ter efetivamente um lugar no mercado, temos de nos adaptar. Adaptar implica conhecer as nossas próprias competências, os nossos talentos e capacidades e saber o que melhorar”, diz-nos ainda.

A mentalidade deve ser alterada. Porque o próprio mercado assim exige. A HCCT insiste nesta mudança e quer ter um papel ativo nela.

Presença da HCCT no mercado

Os serviços que a HCCT disponibiliza vão sempre ao encontro das necessidades específicas de cada cliente. Seja a melhoria de uma competência de uma pessoa, de uma equipa, departamento ou organização, seja da melhoria do próprio processo na empresa.

A visão que a empresa procura difundir é que, hoje, nada é estático nem definitivo. Irão continuar a nascer e a desaparecer empresas num curto espaço de tempo; outras vão sobreviver outras ainda irão ser pioneiras durante décadas. A diferença está na capacidade de adaptação.

Cada pessoa tem de saber adaptar-se e readaptar-se, aprender e reaprender constantemente. Quando a HCCT se refere a pessoas, refere-se tanto a colaboradores, como a líderes, como a equipas e organizações.

“Nos últimos anos conseguimos perceber, em Portugal, uma maior abertura de mentalidade, quer ao nível da liderança quer de colaboração. Os novos empresários são mais proativos e dinâmicos, entendem que é necessária a capacidade de adaptação constante e por isso inovam, o que é extremamente positivo para a sociedade e para a economia em geral”, conclui Vítor Mota.