Cerca de 80% da população mundial entre os 20 e os 50 anos não mantém uma presença assídua no dermatológico para acompanhar o estado dos seus sinais, 24% acredita que estar bronzeado faz bem à saúde e 17% discorda que os raios UV aumentem a probabilidade de cancro.

Os números apresentados pelo espanhol Deporte y Vida provam que, devido à falta de informação, ainda não são tomadas as devidas providências para evitar o risco de cancro da pele, que é hoje o mais frequente a nível mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde – uma verdade que se deve ao aumento da esperança média de vida e da excessiva exposição solar que reflete a vontade de se conseguir o bronze perfeito.

Contudo, é com base no conhecimento desta informação que se pode evitar o desenvolvimento deste cancro, que é dos mais simples de se prevenir.

Mesmo o uso diário de protetor solar, uma medida bem conhecida, não é adotada por grande parte da população que acaba por aderir à prática apenas nos dias de praia e exposição solar direta. É no entanto esta a primeira medida a tomar, principalmente com a chegada do bom tempo (e ainda antes os dias de temperaturas ‘demasiado’ altas).

Apesar dos cuidados alertados para com o sol, especialistas ressalvam que há de facto várias vantagens provenientes do sol como o auxílio na produção de vitamina D, melhoria da saúde óssea, libertação de endorfinas e regeneração do bem estar.

Ainda assim, e para garantir a saúde humana na sua plenitude, importa alertar para os cuidados e riscos da exposição solar excessiva.