A Fujifilm apresentou soluções inovadoras para o diagnóstico de imagens de radiologia. De que soluções falamos?

Soluções de equipamentos digitais diretos para radiologia, mamografia, equipamento de TAC e todo o Software de arquivo e distribuição de imagem (PACS), bem como também na área de ecografia portátil, gastroenterologia e diagnóstico in vitro.

Em termos de qualidade de vida do paciente, por exemplo o sistema Synapse, veio revolucionar que aspetos?

Em proporcionar às instituições e profissionais de saúde de trabalhar com uma solução inovadora e com tecnologia de ponta.

Quais são os principais produtos fruto das novas tecnologias e quais as funcionalidades dos mesmos?

Neste âmbito de atividade, a FUJIFILM tem vindo a desenvolver e a patentear várias tecnologias de imagem aplicadas à saúde e que inovam os meios de diagnóstico, com aplicações à endoscopia e à imagiologia.

Ano passado a empresa decidiu concentrar em Portugal a atividade de reparação de endoscópios. A que se deveu a escolha do território português?

Porque em Portugal podemos contratar bons profissionais de engenharia com competências académicas fundamentais para esta área de negócio.

Que balanço é possível fazer até ao momento?

Um balanço muito positivo. O centro de serviços especializados da FUJIFILM em Vila Nova de Gaia vai terminar este ano com a reparação de um milhar de aparelhos de endoscopia, com a administração desta estrutura técnica de âmbito ibérico a estimar a duplicação desse registo até 2020, dobrando também o número de trabalhadores, dos atuais 15 para 30.

Em Vila Nova de Gaia têm um centro tecnológico que desenvolve “workflows” clínicos para centenas de hospitais de todo o mundo, da Ásia à América Latina. Continuar a expansão na área da saúde é uma das prioridades da Fujifilm?

Sem dúvida, que a aposta da empresa centra-se sobretudo nas soluções de healthcare. Para além de toda a tecnologia, há também que destacar a diferenciação dos serviços prestados. A área de cuidados médicos é importantíssima e queremos expandi-la.

Além da inovação na área da saúde, a Fujifilm apresenta avanços em muitas outras áreas como é o caso da cultura e indústria. Quais são os marcos que marcaram a história da empresa nos últimos dez anos?

No negócio da FUJIFILM no mercado português, que também abarca as restantes grandes áreas do grupo – como a gráfica ou a original da fotografia –, os sistemas médicos asseguram já um terço (33%) do negócio.

Com sede em Tóquio, o grupo FUJIFILM agrega um total de 277 empresas e mais de 78.500 trabalhadores em todo o mundo, dos quais 4.500 na Europa. Neste âmbito de atividade, temos vindo a desenvolver e a patentear várias tecnologias de imagem aplicadas à saúde e que inovam os meios de diagnóstico, com aplicações à endoscopia e à imagiologia.

Quais serão os próximos passos em termos de inovação para o setor da saúde?

A aposta constante no desenvolvimento de novos produtos, equipamentos, soluções e serviços técnicos especializados.