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Ana Rita Silva

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Mulher tenta vender virgindade da filha de 13 anos

Irina Gladkikh, de 35 anos, terá tentado vender a virgindade da sua filha de 13 anos a um homem de negócios rico, reporta o Mirror.

A mulher e uma amiga viajaram de Chelyabinsk até Moscovo, na Rússia, para vender “a primeira noite” da menina a um alegado cliente, mal sabia que este era afinal um agente disfarçado.

Contam as autoridades que a virgindade da menina seria vendida por mais de 21 mil euros. A mãe, depois de detida, fez saber que estaria a passar por dificuldades financeiras.

Irina, que terá participado em diversos concursos de beleza, sustentava-se vendendo o seu próprio corpo, assumem as autoridades.

319 Pessoas foram detidas no país só na última semana

Num comunicado de balanço da atividade operacional da semana de 12 a 18 de janeiro, a Guarda Nacional Republicana adianta que 122 pessoas foram detidas por condução sob o efeito do álcool, 73 por condução sem carta, 18 por tráfico de droga, 17 por furto, 11 por posse ilegal de arma, quatro por roubo e quatro por permanência ilegal em território nacional, além de uma detenção violência doméstica e outra por burla qualificada.

Na última semana, a GNR apreendeu também 848 doses de haxixe, 79 doses de MDMA, 41 doses de heroína, 14 doses de cocaína, cinco doses de liamba, 18 armas de fogo, 746 munições de vários calibres e oito armas brancas,

Os militares daquela força de segurança apreenderam ainda 15 veículos, 18,6 toneladas de pescado e 5.994 euros em numerário.

No âmbito da fiscalização rodoviária, a GNR detetou 10.383 infrações, 3.055 das quais por excessos de velocidade, 515 relacionadas com tacógrafos, 501 relacionadas com iluminação e sinalização, 460 por falta de inspeção periódica obrigatória e 419 por uso do telemóvel durante a condução, bem como 371 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança ou sistema de retenção para crianças e 266 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei.

Sic não cede e mantém emissão de “Supernnany” no ar

Questionada pela agência Lusa, fonte oficial da Impresa, que detém a SIC, indica em resposta escrita que a estação de televisão “manterá a exibição do próximo programa, como previsto”.

De acordo com a estação televisiva, tal decisão justifica-se pela “vertente pedagógica [do programa], fundamental para um debate necessário – e […] alargado à sociedade portuguesa – sobre questões como a educação familiar e a parentalidade”.

“Isto é aplicável a todos os episódios, em que o objetivo é sempre o de auxiliar pais e educadores a melhorarem a relação com os seus filhos, ajudando-os a estabelecer regras e limites e melhorando a comunicação entre todos, criando assim uma dinâmica familiar mais saudável”, acrescenta fonte oficial da Impresa.

A fonte destaca, ainda assim, que o programa ‘Supernanny’ não substitui “qualquer diagnóstico e/ou aconselhamento psicológico”.

Também hoje, a Procuradoria-Geral da República (PGR) divulgou à Lusa que o Ministério Público está a acompanhar a situação e a analisar todas as possibilidades legais de intervenção no caso do programa da SIC ‘Supernanny’.

Numa resposta enviada à Lusa, a PGR disse que “no que respeita ao programa já emitido, existindo um processo de promoção de proteção a favor da criança na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, o Ministério Público acompanha a atividade daquela comissão”, nos termos da lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo.

A imprensa noticia hoje que Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Loures quer que a emissora retire do ar todas as imagens que expõem a criança retratada no primeiro programa ‘Supernanny’ e, em articulação com o Ministério Público, deu 48 horas à SIC para o fazer.

Caso contrário, a SIC “poderá ser acusada do crime de desobediência”, explicou o jornal Expresso.

Na missiva de resposta à CPCJ de Loures, à qual a Lusa teve acesso, a estação televisiva assegura que “o programa foi produzido e é exibido pela SlC no estrito cumprimento da lei aplicável”

“Ao contrário da leitura que V. Exas. fazem da situação vertente, entendemos não estar no domínio de aplicação da lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo (LPDP), […] designadamente porque tal regime legal se destina a tutelar situações de manifesta gravidade em que os pais, o representante legal ou quem tenha a guarda da criança ou jovem coloque em perigo a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento” e o programa em causa “não retrata, nem origina, situações dessa índole”, indica a SIC.

A estação televisiva do grupo Impresa sustenta ainda que “a CPCJ de Loures carece de legitimidade legal para impor à SIC que se abstenha de transmitir e divulgar o programa”.

Sobre uma possível participação ao Ministério Público, a SIC manifesta “disponibilidade para prestar todos os esclarecimentos que sejam devidos perante as autoridades competentes”, adianta a missiva.

A SIC começou a emitir no passado domingo o programa ‘Supernanny’, em que uma psicóloga clínica se desloca a casa de uma família para ajudar os pais a controlar a rebeldia dos filhos.

O programa ficou envolto em polémica logo após a transmissão do primeiro episódio, com a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) a falar num “elevado risco” de “violar os direitos das crianças”, nomeadamente a reserva da vida privada.

Sta Maria da Feira: 310 meninas vão ser fogaceiras

ritual em honra do padroeiro do concelho cumpre-se pela 513.ª vez consecutiva e esperam-se milhares de visitantes no centro da cidade, em dois momentos do dia: de manhã, no cortejo cívico que é tradição local desde a implantação da República e que termina na missa de bênção das fogaças na Igreja dos Loios; e à tarde, quando as meninas dos 7 aos 16 anos exibem a fogaça prometida como voto ao mártir numa procissão pelo centro da cidade.

A gestão de toda a logística relativa a essas crianças e jovens cabe ao “Cantinho das Fogaceiras”,tutelado pela Divisão de Educação da autarquia, que reconhece este ano uma dinâmica “recorde” na movimentação de vestidos, calçado e acessórios para garantia de resposta a todas as solicitações.

“Generalizámos a possibilidade de se recorrer ao empréstimo de roupa para a festa e neste momento temos um ‘stock’ de 169 vestidos e 100 pares de sapatos”, revelou Ana Carvalhinho, uma das responsáveis pela referida estrutura. “Todos os vestidos foram requisitados e no sábado ainda vamos complementar o guarda-roupa das meninas com luvas brancas e com as faixas de cetim colorido que levam à cintura, sobretudo em vermelho e azul, que são as cores do brasão da Feira”, acrescentou.

Limite de idade máximo para a participação no evento não há, mas o mínimo exigido às fogaceiras é que cumpram 8 anos em 2018, para demonstrarem já “alguma maturidade” no desempenho da sua “missão” – que envolve muitas horas de pé, transportando uma fogaça à cabeça e exibindo sempre “postura de fogaceira”.

Esse comportamento está descrito no Manuel de Boas Práticas da Fogaceira, previamente distribuído por todas as escolas do concelho, e Ana Carvalhinho define-o como a capacidade de “perceber o sentido do voto a São Sebastião, cumprir as regras do branco singelo e discreto, e agir com educação, demonstrando boa conduta”.

Cátia Alves é mãe de três meninas que participam nos corsos da Festa das Fogaceiras e admite à Lusa que as suas duas gémeas “são particularmente terríveis”, mas reconhece que a solenidade do evento lhes incute em cada 20 de janeiro “uma outra postura”.

“A primeira a participar foi a Beatriz, que ao ouvir falar das Fogaceiras na escola ficou muito empolgada, quis inscrever-se e fica sempre muito contente ao participar porque gosta da festa e de fazer amigas novas”, revelou a mãe. “A Rita e a Sofia depois quiseram fazer o mesmo e agora tenho que gerir três fogaceiras em casa, o que é muito mais complicado porque são três vestidos, três penteados, três tudo!”, realçou.

A gestão desse guarda-roupa tem sido facilitada, contudo, pela dinâmica comunitária proporcionada pelo Cantinhos das Fogaceiras: só este ano, por exemplo, Cátia requisitou aí dois vestidos a título de empréstimo, oferecendo a esse banco de vestuário dois pares de sapatos brancos que deixaram de servir às gémeas.

O mais complicado continuará a ser o acompanhamento das meninas de 8 e 11 anos durante o evento, para as apreciar e tirar-lhes fotografias. “Como elas estão organizadas por idade e altura, é uma confusão correr para trás para ver a mais velha e depois correr para a frente para ver as mais novas”, conta.

O facto de este ano a festa coincidir com um sábado também não ajuda muito a mãe das três fogaceiras, que continua a trabalhar por turnos e não poderá orientar-lhes a ‘toilette’ durante a manhã, mas para esse serviço já requisitou um novo colaborador: o pai das meninas, que, emigrado na Suíça, aproveitará o facto de o evento ser ao fim de semana para vir ver as filhas sem ter que tirar férias para isso.

“Com quatro olhos vai ser mais fácil segui-las, pelo menos na procissão da tarde”, avalia Cátia. “E é mesmo melhor estar de olho porque, como o pai vai estar cá, elas este ano estão especialmente nervosas”, afirma.

Em todo o caso, o cumprimento da promessa feita há mais de cinco séculos para pôr fim à Peste Negra “compensa sempre qualquer stresse” e Cátia garante: “Sou de Chaves e também gosto muito dos nossos Reis de São Sebastião, com o banquete dos homens casados, mas adotei a fogaça e a Feira como minhas e acho que a festa é tão bonita que vale bem esta correria toda”.

Lusa

SNS: Chamadas não atendidas no Centro de Saúde serão encaminhadas

secretário de Estado Adjunto e da Saúde reconheceu em entrevista à Lusa que por vezes é muito difícil os utentes contactarem por telefone o seu centro de saúde.

“É uma necessidade básica e não está cumprida (…) Não é adequado alguém ligar e ninguém atender”, disse Fernando Araújo.

O governante considera que a contratação de mais recursos humanos para os centros de saúde para esta situação específica pode não ser o mais adequado e adianta que o centro de contacto SNS 24 está a estudar uma forma de passar a receber estas chamadas não atendidas nas unidades de saúde.

“Está neste momento a ser estudada a forma de desenvolver [esta medida] e espero que ocorra muito em breve, ainda em 2018”, afirmou.

Segundo explicou Fernando Araújo, quando um utente ligar para o seu centro de saúde e não for atendido, a chamada será reencaminhada ao fim de algum tempo para uma operadora, que ficará com os dados e questões colocadas, no sentido de se voltar a contactar o doente se necessário.

Questionado pela Lusa, o governante admitiu ter relatos das dificuldades que muitos utentes têm em ser atendidos por telefone nos centros de saúde e diz que o Ministério da Saúde não esconde a situação.

CPCJ ordena que SIC retire do ar “Supernanny”

A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Loures ordenou à SIC que retirasse do ar todas as imagens referentes ao primeiro episódio do programa Supernanny, centrado em Margarida, uma criança de sete anos.

Segundo o Expresso, a posição da CPCJ foi apresentada ao canal de Carnaxide através de carta registada com aviso de recepção. Na mesma, são dados dois dias para que a ordem seja cumprida – e a CPCJ garante que se não for cumprida vai avançar, em coordenação com o Ministério Público, para um inquérito de averiguação a um possível crime de desobediência.

A SIC considera que o organismo não tem “legitimidade legal” para dar tal ordem ao canal e, avança o semanário, defende que o programa “foi produzido e é exibido no estrito cumprimento da lei aplicável, tendo sido obtidas as necessárias autorizações”.

O programa Supernanny, que retrata casos de crianças indisciplinadas, para as quais uma ama – no formato português, a psicóloga Teresa Paula Marques – propõe soluções para pais e educadores, estreou no domingo na SIC e já motivou várias críticas.

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) informou que recebeu várias queixas sobre o programa apontando para alegadas violações dos direitos fundamentais das crianças.

O Instituto de Apoio à Criança (IAC) considerou também que o programa é uma “violação do direito de uma criança à sua imagem e à intimidade da sua vida privada”.

Já a UNICEF Portugal afirmou que este “vai contra o interesse superior das crianças, violando alguns dos seus direitos, nomeadamente o direito da criança a ser protegida contra intromissão na sua vida privada”, apelando à intervenção do Estado.

Incêndios: Governo admite urgência e assume como prioridade limpeza das matas até maio

“Não deixaremos de fazer tudo para que, no domínio da prevenção, no domínio da preparação para um melhor combate, se faça este ano – como tem dito o senhor primeiro-ministro — tudo aquilo para que nada seja como antes nesta matéria”, declarou Eduardo Cabrita.

Na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministro, o governante disse que estão identificadas 19 áreas de maior risco de incêndios florestais, numa lista “que será subsequentemente divulgada a todos”, assim como os municípios, as freguesias e as aldeias em que se verifica um maior risco.

“Para todos os cidadãos, a maior prioridade agora é a sensibilização para a prevenção”, defendeu o tutelar da pasta da Administração Interna, indicando que deve existir um “esforço nacional” neste domínio para que, “com meios reforçados, previstos no Orçamento do Estado, se programe o combate e se prepare a transição para um modelo diferente, um modelo que permitirá sobretudo uma intervenção acrescida na área florestal”.

Os incêndios que deflagraram na zona de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, e Góis, distrito de Coimbra, a 17 de junho, provocaram 66 mortos: a contabilização oficial assinalou 64 vítimas mortais, mas houve ainda registo de uma mulher que morreu atropelada ao fugir das chamas e uma outra que estava internada desde então, em Coimbra, acabou também por morrer.

Do incêndio resultaram ainda mais de 250 feridos.

Já as centenas de incêndios que deflagraram no dia 15 de outubro, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram 45 mortos e dezenas de feridos. Esta foi a segunda situação mais grave de incêndios com mortos em Portugal, depois de Pedrógão Grande.

Tendo em conta outros incêndios no ano passado, registaram-se pelo menos 116 vítimas mortais em fogos de origem florestal.

Rali de Portugal de volta ao Porto

Volkswagen Polo R WRC of Sebastien Ogier of France parked in front of Guimaraes castle during the first day of the WRC Rally of Portugal in Guimaraes, Portugal, 21 May 2015. The competition runs from 21st to 24th of May. JOSE COELHO/LUSA

“O traçado ainda está a ser estudado com o Automóvel Clube de Portugal (ACP), mas haverá alterações. O envolvimento da Câmara do Porto será semelhante ao de 2016, devendo rondar os 500 mil euros, entre pagamentos de ‘fee’ [taxas] e custos logísticos de organização”, descreve a autarquia numa resposta enviada à Lusa, na qual explica que receberá o “retorno direto da bilheteira” e um “retorno extraordinário” devido à transmissão televisiva para “mais de 100 países”.

No seu portal de notícias, a câmara revela que este ano “a zona da Trindade será libertada” do evento para “facilitar as acessibilidades” e que “a zona dos Clérigos será pela primeira vez usada como cenário” da classificativa que, segundo a empresa municipal Porto Lazer, chega ao Porto “a 18 de maio, com duas passagens ao fim da tarde”.

“O centro do Porto vai voltar a receber os melhores pilotos do Campeonato do Mundo de Ralis no dia 18 de maio. Tal como em 2016, a Porto Street Stage vai integrar o programa oficial da 52.ª edição do Rali de Portugal, com duas passagens ao final da tarde de sexta-feira, com início às 19:03 e 19:28”, descreve a empresa municipal no seu site.

A Porto Lazer acrescenta que este ano o Rali de Portugal “constituirá a sexta prova do calendário do Mundial de Ralis, disputando-se uma vez mais na zona Norte do país, entre os dias 17 a 20 de maio”.

Questionado pela Lusa sobre mais detalhes do novo traçado da prova, o gabinete de comunicação da Câmara do Porto vincou que o mesmo “ainda está a ser estudado com o ACP”.

A Lusa perguntou também qual o envolvimento financeiro na organização do evento, tendo o gabinete respondido que “será semelhante ao de 2016, devendo rondar os 500 mil euros, entre pagamentos de ‘fee’ e custos logísticos de organização”.

A autarquia destaca que a competição realizada na cidade “terá um retorno direto de bilheteira que reverte para a Câmara”.

De acordo com a Porto Lazer, em 2016 assistiram à Street Stage do Porto, que se centrou na Avenida dos Aliados, junto à Câmara do Porto, “mais de 80 mil espetadores”.

O gabinete de comunicação da câmara acrescenta que a prova será transmitida “para mais de 100 países, através de transmissão internacional, representando um retorno extraordinário”.

No seu portal de notícias, a autarquia diz mesmo que o Rali de Portugal representa “um binómio investimento/retorno dos mais atraentes”, notando que “em 2017, mesmo sem a Street Stage do Porto, resultou num retorno de 137 milhões de euros para o país”.

De acordo com a Porto Lazer, “em 2018 haverá algumas novidades no percurso, que chegará também à zona dos Clérigos, permitindo assim ampliar as zonas de público e melhorar ainda mais a mobilidade na cidade”.

“Em 2016, na primeira vez que o Campeonato do Mundo de Ralis entrou na cidade de forma competitiva, o trabalho extraordinário da organização permitiu que as avenidas dos Aliados e D. Afonso Henriques, onde maioritariamente decorreu a competição, estivessem interrompidas ao trânsito apenas no dia da prova”, acrescenta a empresa.

O presidente do ACP, Carlos Barbosa, revelou na quarta-feira que o Rali de Portugal 2018 vai passar pelo Porto, cidade onde vai regressar a “Porto Street Stage” e vai ser “ainda maior do que no ano passado, porque alargámos, sobretudo, as zonas do público e de mais fácil acesso aos espetadores”.

Barbosa falava aos jornalistas à margem da cerimónia de inauguração da Feira Internacional de Turismo de Madrid (Fitur).

Escola encerrada em Évora por falta de condições

Em declarações à porta do estabelecimento escolar, alunos e professores asseguram que faltam condições nas salas, pavilhão desportivo e cantina.

“É uma situação preocupante porque se arrasta há muitos anos. Tem a ver com a segurança, não há funcionários, com as refeições que não podem ser confecionadas, chove muitas vezes no ginásio, há problemas de humidade, temos telhado de amianto e as salas de aulas têm condições muito deficientes. Os alunos vão para as aulas de gorro e luvas.”, realçam docentes em declarações à TVI24.

As refeições na escola estão a ser servidas em plástico porque rebentaram dois canos dentro da cozinha e a comida é trazida em termos.

“Caros alunos, pais e encarregados de educação,

Amanhã, dia 17/01/2018, não haverá atividades letivas na Escola Secundária André de Gouveia.
Esta decisão resulta do facto de não estarem reunidas as condições mínimas para o funcionamento normal do estabelecimento de ensino, nomeadamente no que respeita ao número mínimo de funcionários e ao fornecimento de refeições.
Ao longo do dia, reunirão as diferentes estruturas da Escola/Agrupamento, com vista à reorganização dos diversos setores, de forma a tentar garantir o restabelecimento dos serviços mínimos para o funcionamento da Escola.
Solicita-se, assim, que, durante o dia de amanhã, consultem o site da Escola/Agrupamento (www.ag4evora.edu.pt), onde serão divulgadas e atualizadas todas as informações.
A situação que hoje vivemos afeta toda a Comunidade Educativa, pelo que amanhã todo o pessoal docente e não docente irá concentrar-se às 9horas na entrada principal da Escola. Assim, a vossa presença solidária nesta concentração é muito importante, para que, todos juntos, consigamos sensibilizar as instâncias superiores para a resolução destes problemas.”

Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, está encerrada esta quarta-feira, porque não há condições para lecionar. O protesto marcado pelo pessoal docente e não docente pretende que sejam criar condições para toda a comunidade escolar.

Odemira vai ter mostra de Banda Desenhada

Segundo a câmara municipal, a promotora, em parceria com a associação Sopa dos Artistas, a BDTECA, que vai na 12.ª edição, pretende divulgar a banda desenhada, “estimular a criatividade e afirmar Odemira como um dos principais centros de desenvolvimento” da nona arte no Alentejo e em Portugal.

O Concurso de Banda Desenhada, que marca o “pontapé de saída” da BDTECA e pretende promover a nona arte junto dos públicos juvenil e adulto e a criatividade e a imaginação dos concorrentes, destina-se a todas as pessoas com 16 ou mais anos, as quais deverão entregar os trabalhos concorrentes até dia 16 de fevereiro.

Cada concorrente pode participar com mais do que um trabalho, desde que os envie separadamente e com pseudónimos diferentes, sendo que cada trabalho deverá ter um máximo de quatro pranchas de banda desenhada de tema livre, originais, inéditas, em língua portuguesa e formato A3.

O concurso, cujas normas de funcionamento estão disponíveis no sítio de Internet da Câmara de Odemira, distrito de Beja, em www.cm-odemira.pt, prevê a atribuição de prémios no valor de 500, 250 e 125 euros para os 1.º, 2.º e 3.º classificados, respetivamente.

O programa da BDTECA deste ano ainda não foi divulgado, mas, segundo o município, inclui também exposições, “workshops”, uma feira do Livro de BD, uma tertúlia e a exposição final com os trabalhos presentes no Concurso de Banda Desenhada.

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