Inicio Autores Posts por Ana Rita Silva

Ana Rita Silva

3595 POSTS 0 COMENTÁRIOS

“O mundo é das mulheres”

Aos 12 anos Andreia Meneses já sonhava ser esteticista, uma ambição que, há 24 anos atrás, era arrojada. “Guardava religiosamente recortes das poucas revistas que chegavam à ilha, com informações das escolas de estética que existiam no continente, sempre com a esperança que um dia a família me compreendesse e me deixasse sair da ilha para ir tirar um curso que não fosse uma licenciatura”, conta-nos Andreia Meneses relembrando que, na altura, o poder da insularidade e a falta de informação na ilha faziam com que o mundo da estética fosse desconhecido para muitos, principalmente nos meios rurais.

Mas aos 15 anos conseguiu ter o seu primeiro contacto com este mundo da estética quando, nas férias de verão da escola, pede aos seus pais que a deixassem ir aprender com uma pessoa que viera do Canadá. “A minha mãe entendia-me, mas o meu pai não. Ambicionava o mesmo para as duas filhas e a minha irmã já entrava nesse ano para a universidade”, relembra. No entanto, conseguiu. Durante esses três meses “os meus olhos absorviam tudo, a minha vontade de aprender era enorme e a senhora era, sem dúvida, uma excelente profissional. Setembro chegou e o dia da decisão aproximava-se, ou convencia os meus pais que aquela era a profissão que queria ter ou teria de seguir os estudos universitários. A esteticista chamou os meus pais e ofereceu-me trabalho, facilitando-lhes a decisão”, explica. Podemos dizer que este foi o ponto de partida para aquele que seria um percurso cheio de conquistas, mas também de obstáculos, e de sucesso.

Mais tarde Andreia Meneses é convidada a explorar um espaço num cabeleireiro com 2×3 m por 350 contos por mês. “Os meus pais aceitaram de imediato. Venderam o gado de engorda, que era o pé-de-meia daquele ano. Entregaram-me 700 contos e disseram-me que este era o dinheiro que podiam dar-me para ir estudar. Se não corresse bem, ficava por minha conta. Tinha só 16 anos e se não corresse bem já não podia voltar atrás. Benditos 700 contos que deram para tão pouco, mas fizeram muito”.

Nasce o Andreia Clinica de Estética e Spa e seguem-se formações atrás de formações, na ilha e no continente, que surgem através de oportunidades que a sua paixão pela estética impelia. “Não tenho um percurso académico, mas procurei as melhores formações e corri meio mundo a fazê-las. Na verdade ainda hoje é assim. É raro o mês que não faço formações ou que eu própria não as ministre. Transformei o pouco em muito, com o pouco que tinha…Benditos 700 contos!”.

Hoje, Andreia Meneses, é a mulher que está por detrás da criação do Luxus day Spa, o projeto mais recente em termos de Day Spa (o primeiro Day Spa na ilha Terceira).

Garante que “sucesso” é fácil de descrever, mas descreve-o usando uma outra palavra que “só leva mais uma letra”: trabalho. “´É realmente o fator determinante para o sucesso. Tentei sempre o impossível e a maioria das vezes o impossível tornou-se possível, mas só porque sempre trabalhei e acreditei em mim e nos meus projetos”, afirma a nossa entrevistada.

Recentemente, apresentou um novo tratamento biológico, certificado 100% Açoriano, prestado pelo Luxus day Spa: a Azorean Bio Massage. A Azorean Bio Massage é um conceito novo, totalmente Açoriano, biológico e único. Consiste num tratamento corporal profundo, aliado ao relaxamento e ao bem-estar. Trata-se de um ritual, que o levará a viajar pelos Açores, através dos seus aromas, texturas e paladares, com ingredientes biológicos puros de excelência, oriundos das Ilhas dos Açores.

“Este conceito foi criado a pensar em todos aqueles que são apaixonados pela natureza e para quem nos visita, para melhor conhecer e descobrir as maravilhas e riquezas que têm os nossos Açores”, adianta Andreia Meneses. «Sentir os Açores na sua pele» foi o slogan escolhido para este projeto que nasceu há sete anos atrás, quando Andreia Meneses faz o curso de gestão de Spas e cuja tese incidiu na construção de um Spa de raiz.

“Este projeto estava guardado na gaveta e registado, à espera do momento certo. Tínhamos que ter mais turismo na ilha para que fizesse sentido lançar este tipo de conceito. Achei que esta era a altura certa para criar um ex-libris para o turismo e, muito embora pudesse não construir de imediato o espaço para o Azorean Spa concept, que é o meu maior projeto, estaria na altura de levantar o véu e estudar o mercado para a massagem de assinatura do mesmo, a Azorean bio massage”, explica a nossa entrevistada.

“NUNCA TENHAM MEDO DE ACREDITAR QUE SÃO CAPAZES”

Andreia Meneses acredita que ser-se mulher e empreendedora torna-se mais fácil pela “nossa perspicácia e sexto sentido. Temos vindo a ganhar espaço na sociedade de uma forma silenciosa. Aos poucos ganhamos a confiança, mas só porque damos provas da nossa grande capacidade de trabalho”, diz-nos

“Uma vez disseram-me que «o mundo é das mulheres» e eu acredito plenamente que sim porque o homem nasce de uma mulher, é criado e guiado por uma mulher, depois segue o seu caminho”, acrescenta a nossa entrevistada, deixando uma mensagem a todas as leitoras: “nunca tenham medo de acreditar que são capazes, nunca desistam de realizar os vossos sonhos, as vossas vontades e ambições profissionais, e nunca contem com os outros porque tudo vai sempre depender de vocês. Tão depressa se sobe, como se desce e o sucesso, este, só se atinge com muito trabalho e perseverança”, conclui.

“Mente sã em corpo são”

“Pessoas felizes têm hábitos saudáveis”. E este é o foco do “Dia do Cliente Samsys 2018”: as práticas que proporcionam bem-estar e, consequentemente, rentabilidade nas empresas.

Com atrações, palestras, convidados especiais e convívios imperdíveis, a pensar na troca de conhecimento e experiências e no networking, fundamental para proporcionar negócios, o DDC, uma iniciativa da Academia Samsys, teve como temas principais a motivação, liderança, inovação, marketing, felicidade e bem-estar nas organizações.

O que eles dizem…

Samuel Soares

CEO e Cofundador da Samsys

O Dia do Cliente Samsys nasce em 2011, quando o país atravessava um período financeiro conturbado. As empresas, os empresários, o diretores e os líderes deste país apresentavam um registo cabisbaixo, de desalento e desânimo perante as adversidades que estavam a acontecer. A Samsys, enquanto consultora de tecnologia, percebeu que podia fazer algo mais e que devia ajudar a sociedade, na qual nos inserimos, a sair deste registo. É possível vencer as adversidades, é possível ser-se criativo.

A verdade é que o primeiro evento do Dia do Cliente Samsys teve 320 presentes, o que nos deu energia e força para continuar. O feedback que os participantes nos deram foi de tal ordem gratificante que decidimos continuar com o evento e, hoje, na sétima edição contamos com 2085 participantes. A nossa intenção é levar valor à sociedade, levar ideias, levar experiências e inspirar as pessoas a agir, a não ficarem paradas.

No DDC podem contar com boa-disposição, uma fonte de energia positiva quase que inesgotável, um bom ambiente, um espaço excelente para absorvermos experiências e ideias, um espaço único de networking.

Ruben Soares

Diretor Executivo da Samsys

O networking é uma das iniciativas que mais promove este evento. Temos cada vez mais empresas a quererem associar-se ao DDC, pela promoção de contactos, promoção de relações comerciais e pelas temáticas que os oradores trabalham neste evento e que ajuda as pessoas a potenciarem o seu crescimento enquanto pessoas e profissionais.

Quando o evento começou, em 2011, as empresas que tivemos associadas foram as tecnológicas com as quais a Samsys já trabalhava. Hoje, temos uma diversidade de áreas de negócio aqui presentes pelo valor e pelo target de pessoas que o DDC acarreta.

Acreditamos que as pessoas estão mais sensíveis a questões relacionadas com o bem-estar, com o corpo e mente sãos. Por isso mesmo, e como a própria Samsys pratica essa filosofia dentro da empresa, consideramos que este seria o mote ideal do evento deste ano. A Samsys, reconhecida recentemente como uma das empresas mais felizes para trabalhar, pratica dentro da sua organização, não só atividades que promovam a mente sã, mas também atividades para um corpo são, através do exercício e da alimentação saudável. Sentimos e promovemos esses resultados positivos na nossa equipa.

Miguel Coelho

Fundador e Diretor da FailBIG Summit

O FailBIG Summit orgulha-se de ser a maior e mais reconhecida conferência sobre falhanço do mundo. Falhar em grande é uma das melhores coisas que pode acontecer aos empreendedores. Existem razões para os falhanços serem os melhores métodos de aprendizagem de todos nós e sobre como há sempre lições positivas a serem retiradas. Ou, ainda, podemos colocar questões fundamentais para se falhar bem. Sim, ouviu bem. Falhar bem. Será que eu sei falhar bem? É possível falhar melhor, com mais ritmo, com mais aprendizagem, com mais valor? Poderia ser possível falhar mais rápido, mais cedo, de forma menos dramática e com maior crescimento de todos?

 

 

 

 

 

Soluções inovadoras e tecnologia de ponta em saúde

A Fujifilm apresentou soluções inovadoras para o diagnóstico de imagens de radiologia. De que soluções falamos?

Soluções de equipamentos digitais diretos para radiologia, mamografia, equipamento de TAC e todo o Software de arquivo e distribuição de imagem (PACS), bem como também na área de ecografia portátil, gastroenterologia e diagnóstico in vitro.

Em termos de qualidade de vida do paciente, por exemplo o sistema Synapse, veio revolucionar que aspetos?

Em proporcionar às instituições e profissionais de saúde de trabalhar com uma solução inovadora e com tecnologia de ponta.

Quais são os principais produtos fruto das novas tecnologias e quais as funcionalidades dos mesmos?

Neste âmbito de atividade, a FUJIFILM tem vindo a desenvolver e a patentear várias tecnologias de imagem aplicadas à saúde e que inovam os meios de diagnóstico, com aplicações à endoscopia e à imagiologia.

Ano passado a empresa decidiu concentrar em Portugal a atividade de reparação de endoscópios. A que se deveu a escolha do território português?

Porque em Portugal podemos contratar bons profissionais de engenharia com competências académicas fundamentais para esta área de negócio.

Que balanço é possível fazer até ao momento?

Um balanço muito positivo. O centro de serviços especializados da FUJIFILM em Vila Nova de Gaia vai terminar este ano com a reparação de um milhar de aparelhos de endoscopia, com a administração desta estrutura técnica de âmbito ibérico a estimar a duplicação desse registo até 2020, dobrando também o número de trabalhadores, dos atuais 15 para 30.

Em Vila Nova de Gaia têm um centro tecnológico que desenvolve “workflows” clínicos para centenas de hospitais de todo o mundo, da Ásia à América Latina. Continuar a expansão na área da saúde é uma das prioridades da Fujifilm?

Sem dúvida, que a aposta da empresa centra-se sobretudo nas soluções de healthcare. Para além de toda a tecnologia, há também que destacar a diferenciação dos serviços prestados. A área de cuidados médicos é importantíssima e queremos expandi-la.

Além da inovação na área da saúde, a Fujifilm apresenta avanços em muitas outras áreas como é o caso da cultura e indústria. Quais são os marcos que marcaram a história da empresa nos últimos dez anos?

No negócio da FUJIFILM no mercado português, que também abarca as restantes grandes áreas do grupo – como a gráfica ou a original da fotografia –, os sistemas médicos asseguram já um terço (33%) do negócio.

Com sede em Tóquio, o grupo FUJIFILM agrega um total de 277 empresas e mais de 78.500 trabalhadores em todo o mundo, dos quais 4.500 na Europa. Neste âmbito de atividade, temos vindo a desenvolver e a patentear várias tecnologias de imagem aplicadas à saúde e que inovam os meios de diagnóstico, com aplicações à endoscopia e à imagiologia.

Quais serão os próximos passos em termos de inovação para o setor da saúde?

A aposta constante no desenvolvimento de novos produtos, equipamentos, soluções e serviços técnicos especializados.

 

 

 

Acampar ajuda a dormir

O teste inicial partiu de algumas vantagens associadas à natureza que já haviam sido comprovadas e que os autores do referido estudo usaram como ponto de partida: passar tempo na natureza, ao ar livre e com a luz do sol, ajuda a baixar a pressão arterial e reduz as hormonas do stress, diz a Time. Quando ao sono, o ambiente natural e fora da cidade garante melhorias a nível do relógio biológico, ou seja, o nosso circadiano, que é algo natural mas que o ser humano tende a contrariar.

O ciclo (ou ritmo) circadiano é o período biológico de 24 horas durante as quais o corpo humano atua conforme as suas necessidades básicas de comer, dormir ou estar ativo. Tal ciclo regula-se pela luz solar, por isso é que é mais difícil para a maioria dormir de dia, durante o qual as hormonas produzidas pelo ser humano não são as que favorecem o sono e o descanso.

São as rotinas pouco saudáveis de pouco sono, comer a horas trocadas, trabalhar por turnos ou mesmo uso de aparelhos tecnológicos a ‘más horas’ que desregula o normal ciclo circadiano.

Para o comprovar e compreender melhor, uma amostra foi levada a acampar durante um período em que viveu sem aparelhos eletrónicos e apenas com a luz solar. De forma a comparar o estado anterior e posterior à experiência, foram medidos os níveis de melatonina – hormona responsável por acordar ou não o organismo.

Daqui se concluiu que, em média, o relógio interno da população em estudo estava atrasada em duas horas face ao meio ambiente, um atraso visto como negativo que pode levar a problemas de saúde como humor, excesso de peso ou mesmo problemas de sono, como insonias.

Após uma semana a acampar na natureza, o relógio interno de cada indivíduo pertencente à análise melhorou o que levou à segunda fase do estudo agora apresentada: como é que o mesmo ambiente afeta o corpo no inverno?

Porque a luz solar era menor neste caso, aos aparelhos que mediam o sono da amostra acrescentou-se um aparelho medidor da quantidade de luz a que eram expostos antes e durante o período de acampamento.

Antes do acampamento de inverno, o ciclo circadiano da amostra estava atrasado em relação ao meio ambiente em duas horas e 36 minutos. Também desta vez, a calibração do ciclo circadiano foi evidente, não tendo sido encontrada uma justificação para o porquê de um maior atraso no ciclo no inverno, os investigadores referem apenas que o ser humano é bastante sensível às mudanças de estação.

Ainda, uma terceira fase da investigação foi testada, desta vez, para perceber se os efeitos na natureza eram sentidos mesmo em períodos de acampamento mais curto. A conclusão permitiu verificar que sim, apenas um fim de semana chega para que o sono melhore, quando o ser humano é exposto em ambiente de acampamento, livre de aparelhos tecnológicos e apenas com luz solar.

Quem gosta de funcho?

 O funcho não apareceu agora, nem os seus benefícios foram desconhecidos até hoje. Recorde-se o chá de funcho, aconselhado pelos nossos avós para curar as cólicas de bebés, por exemplo.

Mas porque a procura pelo saudável e cuidados na cozinha têm vindo a crescer, o funcho, tal como muitos outros ingredientes, tem sido merecedor de nova atenção, pelo que vale a pena recordar o porquê de dever manter esta planta na sua cozinha.

É em Itália que mais se consome funcho, mas muitos são os que seguem o exemplo italiano, já que esta erva é muito rica em água e baixa em calorias (apenas 14 por cada 100 gramas).

Além disso, “o seu baixo conteúdo de sódio favorece a produção e eliminação de líquidos, sendo o seu consumo interessante para pessoas hipertensas que tendem a ter retenção de líquidos”, lê-se no Lavanguardia.

É também bastante rica em fibra, o que ajuda em dietas de emagrecimento e tonificação corporal e a nível mineral, destaca-se o potássio, que deve-se garantir sempre em quantidades saudáveis, contra a sensação de fadiga e cansaço. Ainda, o funcho é rico em vitamina C e B9, esta última, indicada a mulheres grávidas, por ajudar a prevenir a má formação do feto e evitar náuseas.

Será o fim da mudança da hora?

“Fechámos ontem (quinta-feira) à noite a consulta pública sobre a hora de verão, com mais de 4,6 milhões de contributos provenientes dos 28 Estados-membros da UE, um recorde para as nossas consultas públicas”, anunciou hoje o porta-voz do executivo comunitário Christian Spahr.

Fonte comunitária precisou à Lusa que a anterior consulta pública mais participada — relativa à preservação da Natureza, designadamente sobre as diretivas “aves” e “habitats” – havia suscitado um total de 552 mil respostas, seguida de uma consulta sobre a modernização e simplificação da Política Agrícola Comum (PAC), que reuniu 322 mil contributos, números portanto muito aquém daqueles agora registados na consulta sobre a mudança de hora, que teve uma adesão inédita por parte dos cidadãos e entidades de todos os Estados-membros (não estando ainda disponibilizados dados por país).

O porta-voz lembrou que “desde 04 de julho, os cidadãos europeus, as partes interessadas e as autoridades públicas foram convidadas a partilhar o seu ponto de vista, preenchendo um questionário em linha”, no quadro de uma consulta que faz parte da avaliação da diretiva (lei comunitária) sobre a hora de verão, que a Comissão Europeia está a levar a cabo atualmente “para avaliar se as regras devem ou não ser alteradas”.

“Vamos agora analisar as respostas recebidas e nas próximas semanas será publicado um relatório sobre os resultados”, disse.

As disposições relativas à hora de verão na UE exigem que os relógios sejam alterados duas vezes por ano, para ter em conta a evolução dos padrões de luz do dia e tirar partido da luz do dia disponível num dado período.

Bruxelas lembra que “a maioria dos países da UE tem uma longa tradição de disposições relativas à hora de verão, que tinham como objetivo principal poupar energia”, existindo ainda outros motivos, “como a segurança rodoviária, o aumento das oportunidades de lazer decorrentes do prolongamento da luz do dia ou, simplesmente, um alinhamento pela prática dos países vizinhos ou dos principais parceiros comerciais”.

Apontando que foram realizados vários estudos ao longo dos anos para avaliar as disposições europeias relativas à hora de verão, dos quais se retiram algumas conclusões, a Comissão indica que, “em termos de mercado interno, a mudança da hora de forma não coordenada entre os Estados-Membros seria prejudicial para o mercado interno, uma vez que acarretaria um aumento dos custos do comércio transnacional, problemas nos transportes, comunicações e viagens, assim como uma redução da produtividade no mercado interno de bens e serviços”.

“Em termos de energia, os resultados mostram que o efeito da hora de verão é marginal, dependendo muito da localização geográfica”, admite.

Já no que diz respeito à saúde, indica a Comissão, “pensa-se que as disposições relativas à hora de verão geram efeitos positivos ligados a um aumento das atividades de lazer ao ar livre”, mas, “em contrapartida, estudos cronobiológicos sugerem que o efeito sobre o biorritmo humano pode ser mais grave do que se pensava anteriormente”, sendo que, “neste ponto, os elementos são inconclusivos”.

Bruxelas lembra que “alguns Estados-Membros abordaram esta questão em ofícios dirigidos à Comissão” e, por outro lado, o Parlamento Europeu adotou uma resolução, em fevereiro de 2018, na qual convidava o executivo comunitário a “fazer uma avaliação exaustiva da diretiva e, se necessário, apresentar uma proposta de revisão”, defendendo todavia ser “crucial manter um regime de hora uniforme da UE, mesmo após o fim da mudança de hora bianual».

“Tendo em conta todas estas questões, a Comissão comprometeu-se a avaliar as duas opções estratégicas possíveis para assegurar um regime harmonizado: ou manter as disposições relativas à hora de verão na UE, atualmente em vigor, ou acabar com a atual mudança semestral de hora em todos os Estados-membros e proibir alterações periódicas”, o que “não teria qualquer efeito na escolha do fuso horário”, aponta Bruxelas, que irá agora analisar as mais de 4,6 milhões de respostas recebidas no âmbito da consulta pública que lançou.

O calor voltou e deixa 15 distritos em alerta

Faro juntou-se à lista dos distritos que o IPMA tinha colocado em aviso amarelo e agora só Bragança, Vila Real e Viseu não estão incluídos.

O aviso tem início às 10:00 de sábado e prolonga-se até às 22:00 de domingo. Anteriormente era apenas até à manhã de domingo.

Este aviso amarelo, o terceiro mais grave de uma escala de quatro, é emitido quando há uma “situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica”.

De acordo com a informação disponível no ´site´ do IPMA, no sábado só os distritos de Bragança e da Guarda vão ter uma temperatura inferior aos 30 graus celsius, com 29º, enquanto Évora e Beja vão atingir os 37º, Lisboa os 33º, Porto os 30º e Faro os 32º.

A temperatura volta a subir no domingo, dia em que os termómetros alcançar os 39º em Santarém e Évora, 37º em Lisboa e 32º no Porto e em Faro.

O IPMA informou na quinta-feira que esta subida das temperaturas é uma “situação característica do período de verão”, e explicou que tal se deve ao “transporte de uma massa de ar quente e seco com trajeto pela Península Ibérica e Marrocos”.

Esta situação de tempo quente e seco deverá manter-se pelo menos até terça-feira, de acordo com o IPMA, que garante, no entanto, que os valores das temperaturas serão “claramente inferiores aos registados na onda de calor do início do mês de agosto”.

Maria Rita no Casino Estoril com a apresentação de ‘Amor e Música’

A cantora brasileira Maria Rita vai apresentar, pela primeira vez em Portugal, o seu mais recente álbum, ‘Amor e Música’, no dia 24 de agosto no Casino Estoril. O concerto começa às 22h00 e vai realizar-se no Salão Preto e Prata.

O oitavo trabalho discográfico da artista, editado em janeiro, foi coproduzido com Pretinho da Serrinha.

Maria Rita já recebeu 11 Grammies Latinos e foi distinguida com o prémio de Melhor Artista Revelação.

De acordo com um comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, a cantora estreou-se em Portugal, no Casino Estoril, em 2007, durante as celebrações do 50.º aniversário da Estoril Sol.

Preço do gasóleo volta a subir mas há novidades

preço do gasóleo deverá ficar ligeiramente mais caro já na próxima segunda-feira, mas nem tudo são más notícias já que o preço da gasolina deverá manter-se, refletindo as cotações da matéria-prima nos mercados internacionais.

O gasóleo deverá custar mais meio cêntimo por litro, ao passo que o preço da gasolina deverá manter-se, depois de ter ficado mais barata no início desta semana, segundo apurou o Notícias ao Minuto junto de fonte do setor.

Na quinta-feira, o preço do gasóleo simples custava 1,361 euros por litro, de acordo com dados da Direção-Geral de Energia e Geologia. Por outro lado, a gasolina simples 95 custava cerca de 1,593 euros por litro também na quinta-feira.

Ainda assim, saliente-se, as cotações podem variar nos vários postos de abastecimento, uma vez que o preço fixado tem também em conta o nível de concorrência, da oferta e procura em cada mercado e os custos fixos de cada gasolineira.

EMPRESAS