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Ana Rita Silva

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“As vasectomias são de graça” disse político britânico aos desempregados

Os comentários do político conservador terão sido feitos em janeiro de 2012, quando Ben Bradley tinha apenas 22 anos no blog ‘Consbradders32’, num texto da sua autoria de título ‘Give us the benefits ‘cap’ – before we all drown!’, em português ‘deem-nos um limite para os subsídios – antes que nos afundemos todos!’. Porém só agora vieram a público.

“A quantidade de filhos que se tem é uma escolha de cada um; se não têm dinheiro para os sustentar, parem de os ter! As vasectomias são de graça” dizia a publicação.

Bradley, agora com 28 anos foi nomeado pela primeira-ministra Theresa May para vice-presidente do gabinete da juventude há seis dias e pretende reconectar o partido conservador com os jovens do país.

Membros do partido Trabalhista inglês (Labour party) já se insurgiram e pedem a May que rescinda a nomeação de Ben Bradley. “O partido nojento está vivo e de saúde” declararam em comunicado à publicação Daily Mirror.

Militantes deste partido também mostraram o seu desagrado “estas declarações de Bradley defendem ideias de eugenia”.

Num comunicado emitido entretanto pelo partido Tory, Bradley respondeu às acusações: “Peço desculpa pelo que foi publicado. Entretanto, amadureci desde que comecei a minha carreira política e percebo que a linguagem que usei não é apropriada”.

ONU quer integrar conversações sobre regresso de rohingyas à Birmânia

O ACNUR salientou hoje que o diálogo entre as autoridades de Daca e de Naypyidaw será importante para garantir que os refugiados rohingyas tenham o direito de regressar voluntariamente ao território birmanês, frisando que deseja participar nas conversações “para assegurar que os refugiados sejam ouvidos” e para salvaguardar a proteção dos direitos destas pessoas, tanto no Bangladesh como na Birmânia.

Entre esses direitos consta o reconhecimento dos elementos desta minoria como cidadãos, uma condição que a Birmânia, um país mais de 90% budista, nega há várias décadas aos rohingyas.

“Esperamos que os refugiados possam voltar aos seus locais de origem quando decidirem”, referiu o porta-voz do ACNUR, Andrej Mahecic, em declarações aos jornalistas.

“Afirmamos que os regressos devem ocorrer com base em decisões bem fundamentadas e voluntárias dos refugiados, que também devem decidir o ritmo desse regresso, o momento e as circunstâncias mais apropriadas”, destacou o representante.

Num encontro realizado recentemente, representantes dos governos dos dois países acordaram que o processo de repatriamento deve estar concluído num período de dois anos a partir do momento em que é iniciado.

Esta decisão foi, entretanto, criticada por vários observadores internacionais, que alegam que tal compromisso temporário não deveria ser assumido, uma vez que ninguém consegue garantir, perante as atuais circunstâncias, um regresso seguro e digno.

Entre outros aspetos que preocupam o ACNUR está o facto de os rohingyas continuarem a fugir da Birmânia.

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) afirmou que perto de 1.500 refugiados rohingyas continuam a chegar diariamente ao Bangladesh, “o que significa claramente que as condições para um regresso em paz e em segurança não estão cumpridas”, enfatizou o porta-voz do ACNUR.

A agência das Nações Unidas também pediu ao governo birmanês que autorize o acesso de funcionários do organismo ao norte do Estado de Rakhine para prestar ajuda aos membros da minoria muçulmana que ali permanecem, um apelo repetido de forma regular desde o ano passado, mas sem resultados.

Apesar da recusa das autoridades birmanesas, a relatora especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos na Birmânia, Yanghee Lee, anunciou hoje em Genebra (Suíça) que vai deslocar-se ao Bangladesh e à Tailândia entre 18 a 30 de janeiro.

“Estou decidida a continuar a ajudar as vítimas de violações e de abusos dos direitos humanos na Birmânia da melhor forma que conheço e conforme o que está estipulado pelo sistema das Nações Unidas”, declarou a representante.

A relatora especial admitiu que a recusa de cooperação por parte das autoridades birmanesas vai tornar a sua tarefa “muito mais difícil”, mas garantiu que pretende recolher relatos e testemunhos “por todos os meios possíveis”.

O atual êxodo dos rohingyas teve início em meados de agosto, quando foi lançada uma operação militar do exército birmanês contra o movimento rebelde Exército de Salvação do Estado Rohingya devido a ataques da rebelião a postos militares e policiais.

Esta campanha de repressão do exército birmanês já foi classificada pela ONU como uma limpeza étnica e como uma das crises humanitárias mais graves do início do século XXI.

O Estado birmanês não reconhece esta minoria e impõe múltiplas restrições aos rohingyas, nomeadamente a liberdade de movimentos.

Desde que a nacionalidade birmanesa lhes foi retirada em 1982, os rohingyas têm sido submetidos a muitas restrições: não podem viajar ou casar sem autorização, não têm acesso ao mercado de trabalho, nem aos serviços públicos (escolas e hospitais).

Esta crise desencadeou uma vaga de críticas à líder de facto da Birmânia, Aung San Suu Kyi.

A Nobel da Paz (1991) foi acusada de ter esquecido os Direitos Humanos e de ter minimizado a situação denunciada pelas vítimas.

Indonésia: Sarampo e subnutrição matam dezenas de bebés

“Não sabemos ainda se a subnutrição é causada por falta de alimentos ou pela ausência de alimentos sãos devido à falta de conhecimento dos pais”, acrescentou.

O exército destacou equipas médicas e pessoal para garantir o fornecimento de medicamentos, vacinas, equipamentos médicos e alimentos nutritivos, às aldeias desta região.

Cerca de 129 mil pessoas vivem em Asmat, “uma região sem ligações a outras zonas da Papuásia, devido à falta de infraestruturas”, sublinhou Aidi.

Pouco depois de chegado ao poder em 2014, o Presidente da Indonésia, Joko Widodo, defendeu um desenvolvimento das infraestruturas desta província adjacente à Papuásia Nova Guiné, país independente.

Lusa

Morreu Madalena Iglésias

O velório da cançonetista realiza-se hoje a partir das 18:00 locais (17:00 em Portugal), na sala 18 do Tanatório de Collserola, em Barcelona.

Madalena Lucília Iglésias Doval nasceu a 24 de outubro de 1939 na freguesia de Santa Catarina, em Lisboa.

Madalena Iglésias iniciou carreira no Centro de Preparação de Artistas, na ex-Emissora Nacional, e em 1966 venceu o Festival RTP da Canção com o tema ‘Ele e Ela’, de Marco Canelhas.

Na altura, a artista já se tinha apresentado em 1959 na televisão espanhola e em 1960 foi eleita por votação popular, através de subscritos, Rainha da Rádio e da Televisão.

Em 1962 representou Portugal no Festival de Benidorm, que lhe abriu definitivamente as portas do mercado internacional. Realizou digressões por Espanha e pela América do Sul, gravou para a discográfica Belter e concorreu a diferentes festivais internacionais, como o Palma de Maiorca e o de Aranda del Duero, que venceu em 1964.

Em 2008, em declarações à Lusa, a propósito da publicação da sua fotobiografia ‘Meu nome é Madalena Iglésias’, de autoria de Maria de Lourdes de Carvalho, a intérprete afirmou que sempre se sentiu perseguida pelo complexo da beleza, apesar de reconhecer que “estava à frente” do seu tempo.

No texto de abertura da sua fotobiografia, a cantora referiu-se à sua carreira, que ultrapassou as fronteiras nacionais, como “um caminho percorrido com entusiasmo, alegria, êxitos e algumas nuvens”, e garantia: “Tenho um pouco do que vibrei!”.

“Ao escolher a minha profissão/vocação, a procurei cumprir sempre com rigor e muita dignidade”, afirmou.

Além de ‘Ele e Ela’, do repertório da cantora fazem parte, entre outras, as canções ‘Silêncio Entre Nós’, ‘Poema de Nós Dois’, ‘Canção para um poeta’, ‘Canção Que Alguém Me Cantou’, ‘É Você’, ‘Oração Na Neve’ e ‘De Longe, Longe, Longe…’, ‘Canção de Aveiro’, ‘Cuando Sali de Cuba’, ‘Ven esta noche’, ‘La frontera’ e ‘La más bella del baile’.

Líder dos Super Dragões colaborou com forças de segurança altura de evacuar as bancadas

A segunda parte do encontro do Estoril-FC Porto foi obrigado a ser adiado para uma data ainda por determinar e tudo por causa do risco do topo norte… desabar – onde se encontrava a claque dos azuis e brancos.

Fernando Madureira, líder dos Super Dragões, foi um dos elementos que colaborou com as forças de segurança na altura de evacuar as bancadas e, em declarações ao jornal Record, deu o seu testemunho sobre a insólita situação.

“Ao intervalo, fui chamado pelos elementos de segurança, para ver uma fenda no interior do estádio. Estavam aflitos e disseram que era preciso evacuar a bancada, pois estava a cair”, explicou.

“Quem estava em baixo, ia para o relvado; quem estava na parte de cima, era encaminhado para o exterior. Era importante que as pessoas não entrassem em pânico”, referiu Madureira.

Nova identidade de marca para a Lectra

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, revela uma nova identidade de marca que demostra de forma poderosa a orientação digital da estratégia da Lectra, criada para apoiar as empresas da moda e do vestuário, da área automóvel e do mobiliário a prosperar com sucesso com conceitos da Indústria 4.0.

Concebido em conjunto com a agência ComCorp, o novo universo da marca Lectra reflete a evolução contínua da empresa e realça o seu papel como uma pioneira nas vésperas da quarta revolução industrial. O remodelado universo da marca evoca veementemente a inovação gravada no ADN da Lectra, impulsionando os quatro valores da empresa: Caring, Committed, Insightful e Visionary.
Moderno e elegante, o novo logótipo expressa o posicionamento premium da Lectra – como está orgulhosa por colaborar com empresas avant-garde – e destaca a evolução da oferta da Lectra através da análise de dados. Os “píxeis” quadrados na nova carta gráfica da Lectra são um reflexo visual da direção digital da empresa. Contudo, as cores, tão características da Lectra, permanecem as mesmas. Funcionam como uma representação da lealdade da Lectra em relação aos seus clientes e tem como objetivo ser o seu imprescindível parceiro de eleição para a tecnologia.

O slogan “Empowering customers through industrial intelligence” confirma o compromisso da Lectra em disponibilizar aos clientes os meios para alcançar as suas ambições. Permanentemente atenta às tendências da indústria com impacto nos setores dos clientes, a Lectra concebe incessantemente soluções para apoiar os clientes na era digital, facilitando a sua transição em direção à indústria do futuro.

Uma pioneira na Internet das Coisas industriais desde 2007 e, atualmente, envolvida ativamente no percurso em direção à Indústria 4.0, a Lectra coloca a recolha e análise de dados no coração da sua oferta. A noção de inteligência industrial é crucial para a implantação de uma cadeia de valor digital para os clientes, possibilitando a interligação em tempo real entre as equipas de design e de desenvolvimento de produto, a fábrica inteligente, os fornecedores e os consumidores.

“A nova identidade de marca da Lectra é um reflexo direto da estratégia evolutiva da empresa, dos seus conhecimentos e da sua próspera história”, afirma Alexis Noal, vice-presidente da ComCorp. “A nova imagem de marca é o resultado de uma estreita colaboração com as equipas da Lectra, a todos os níveis, tendo sido sustentada pelos nossos intercâmbios com os clientes e parceiros da Lectra.”

“2017 foi um dos anos mais intensos para a Lectra, começando com o anúncio de uma nova estratégia concebida para ajudar os nossos clientes a entrar com sucesso na era da Indústria 4.0. A estratégia foi uma enorme inspiração para nós quando renovámos todos os fundamentos da marca. A nova identidade de marca da Lectra, que temos o maior prazer em revelar neste momento, expressa o dinamismo da empresa, a sua audaciosa visão e a impulsionadora ambição para apoiar os clientes”, sublinhou Céline Choussy-Bedouet, diretora de marketing e comunicação.

Próximo topo de gama da Huawei é revelador

Uma imagem partilhada no site francês da Amazon pode ter oferecido mais um vislumbre do próximo topo de gama da Huawei (e do protetor de ecrã que estará disponível no mercado). Ainda não há confirmação oficial mas, se a imagem foi verdadeira, revela que a fabricante chinesa se ‘inspirou’ fortemente no iPhone X da Apple.

O motivo está relacionado com a saliência no topo do ecrã do dispositivo – conhecido por enquanto como Huawei P20 Plus Huawei P11 Plus – que também está presente no último smartphone lançado pela ‘empresa da maçã’.

Ainda que a referida saliência tenha sido recebida com algumas críticas, parece que está a tornar-se uma ‘sensação’ entre o mercado de smartphones, nota o Android Headlines.

Mais do que uma opção de design, esta área serve para alocar de forma mais discreta os sensores e as câmaras frontais, sendo que ainda não está confirmado qualquer sistema de reconhecimento facial no próximo topo de gama da Huawei.

‘Rir Ajuda’ é o primeiro Stand Up Solidário

O primeiro grande espetáculo solidário de Stand Up comedy do país realiza-se já no próximo dia 16 de janeiro, pelas 21h00.

‘Rir Ajuda’ vai ter lugar no AlticeArena e conta com nomes conhecidos do mundo do humor como Diogo Faro (Sensivelmente Idiota), Eduardo Madeira, Guilherme Duarte (Por Falar Noutra Coisa), Hugo van der Ding (‘Criada Malcriada’), Hugo Sousa, Jel, Joana Machado Madeira, Joana Marques, Luís Filipe Borges, Manuel Marques, Nilton, Paula Lobo Antunes, Vasco Duarte, entre outros.

A receita de bilheteira vai reverter na totalidade para a construção de dois novos pavilhões da Fundação do Gil, um para servir de Unidade de Desenvolvimento Infantil (UDI) e o outro como pavilhão multiusos.

O preço dos bilhetes varia entre os 5 e os 25 euros e estão disponíveis através da bilheteira online Blueticket.

Polémica: H&M usa criança negra como modelo para sweat com a palavra “macaco”

H&M está a ser criticada nas redes sociais por ter apresentado no seu site de e-commerce do Reino Unido uma criança negra com uma sweat onde se pode ler a inscrição ‘O macaco mais fixe da selva’.

Segundo o Huffington Post, foi um colunista do New York Times, Charles M. Blow, que alertou para esta situação no seu Twitter questionando se a H&M tinha perdido “a cabeça”. As reações não tardaram e a H&M está a ser acusada de racismo.

Nas redes sociais muitos consideram que a relação entre a criança e o que se lê na sweat é óbvia.

“Estou certo de que a H&M está ciente das conotações negativas”, pode ler-se num dos tweets que circulam na internet.

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Aliás, para alguns, toda a coleção de sweats e a forma como as crianças foram escolhidas passa uma mensagem errada. Uma criança branca posa com uma sweat onde se lê a expressão ‘especialista de sobrevivência na selva’.

View image on TwitterView image on TwitterA própria H&M já terá percebido a sua monumental falha. Agora no site de e-commerce da marca para o Reino Unido, mantêm-se as crianças brancas a envergar as outras sweats mas já não é possível encontrar a criança negra a vestir a sweat que originou a polémica.

Globos de Ouro: Passadeira vermelha vestida de preto em protesto contra o assédio sexual

As denúncias de casos de assédio sexual multiplicaram-se, desde celebridades a pessoas anónimas, criando-se uma onda incontrolável de acusações e também de apoio a vítimas.

A hashtag #MeToo foi representativa de toda esta ‘bola de neve’ e marcou o ano 2017 ao ser usada milhares de vezes por todo o mundo.

Hoje, dia de celebração do melhor que se faz em cinema e televisão, os protagonistas vestiram-se de negro, como uma forma de protesto contra os assédios sexuais.

E se promessa é promessa, é visível que os primeiros artistas a pisarem a passadeira vermelha quiseram cumprir e o preto é a única cor presente em todos eles.

Alguns dos atores têm mostrado um pin nos fatos que faz parte da campanha ‘Time’s Up’, um fundo com 13 milhões de dólares para ajudar mulheres vítimas de assédio sexual na indústria do entretenimento (e outros locais de trabalho nos Estados Unidos) com custos judiciais. Este foi criado por cerca de 300 atrizes, realizadoras, argumentistas, produtoras, etc.

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