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Ana Rita Silva

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Suicídio: Mais de mil pessoas ajudadas em Portugal

Segundo o responsável da associação sediada no Porto, José Paulo Leal, o número de chamadas entradas é, contudo, “bastante superior” aos atendimentos verificados, uma vez que aquela associação se continua a debater com “falta de voluntários” que os impede de ter uma “cobertura mais alargada”.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a ATA anuncia que fará um piquete de 24 horas a 10 de setembro [domingo] no âmbito do Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, um drama que, argumentou supera, anualmente, “as mortes provocadas por ataques terroristas, guerras e assassinatos”.

“Na realidade, mesmo somando as mortes por todas estas causas, são sempre menos que as mortes por suicídio em igual período de tempo”, lê-se no comunicado.

Tendo por base os dados do portal Pordata, a ATA lembra que houve 1.127 suicídios em Portugal em 2015 e que essa é a segunda causa de morte entre os jovens, a nível nacional e mundial.

Em face desta estatística, a ATA questiona por que razão, em países como Portugal “há anualmente mais suicídios que mortes na estrada (445 em 2016) ou resultantes da sida (390 em 2015)”, recebendo estes “mais atenção mediática e apoio para a sua prevenção”.

Considerando que os números negros do suicídio “são apenas a ponta do icebergue”, a associação lembra o “sofrimento das famílias e amigos” de cada uma das vítimas e adiciona outro número à estatística, estimando que, por cada suicídio consumado, “25 pessoas fizeram tentativas”.

Alertando para a importância de “reduzir estes números”, explicam que o Telefone da Amizade “procura escutar as pessoas em crise pessoal e em risco de suicídio”, sendo-lhes “permitido desabafar sobre o que as leva a pensar em acabar com a sua própria vida, ou até como o pensam fazer”.

“Confidencialmente, sem as julgar e sem pressa, pelo telefone ou por correio eletrónico, diariamente, das 16:00 às 23:00”, acrescenta o comunicado.

Para marcar o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio os voluntários do Telefone da Amizade vão alargar o tempo de atendimento, manter a linha em funcionamento 24 horas, sendo ainda distribuídos folhetos informativos em diferentes sítios da cidade do Porto, sobre o suicídio e a sua prevenção.

Sensibilizar as pessoas em crise “sobre um recurso que as poderá ajudar” e também para a proposta de voluntariado no Telefone da Amizade, “disponível a quem quiser dar um contributo positivo na prevenção do suicídio”, são também objetivos da distribuição que vai decorrer.

Instituição Particular de Solidariedade Social, a ATA foi criada em 1982, a missão envolve 23 voluntários, sendo que apenas 13, segundo José Paulo Leal, “colaboram com regularidade”.

México: 5 Pessoas morreram no sismo

sismo que abalou, esta madrugada, a costa sul do México fez cinco mortos, entre eles duas crianças. O governador Arturo Nunez indicou que uma das crianças morreu na sequência da derrocada de uma parede, e a outra, um bebé, morreu num hospital pediátrico que ficou sem eletricidade, interrompendo o funcionamento do ventilador a que estava ligado.

As outras três mortes foram registadas no estado de Chiapas, em San Cristobal de las Casas. Segundo o jornal nacional La Prensa, em Chiapas foi reportada a morte de duas mulheres.

O terramoto teve uma magnitude de 8.4 na escala de Richter e fez emitir alerta de tsunami para oito países. O abalo teve o epicentro junto à fronteira com a Guatemala e sentiu-se na Cidade do México, capital do país.

Inicialmente, foi referido que o terramoto havia tido uma intensidade de 8.1, entretanto atualizada para 8.4 na escala de Richter. Foram ainda registadas cinco réplicas de magnitudes 5.4 e 5.7.

O Centro de Alerta do Pacífico informa que o tsunami já se começou a formar. Os países sobre os quais incidem o alerta são México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras e Equador.

As autoridades nacionais apelam aos populares para que usem as redes de telecomunciações apenas para contactos de emergência, de forma a evitar uma saturação. Comunicações via WhatsApp são uma alternativa.

Há um novo chocolate e é cor-de-rosa

Uma chocolateira suíça revelou um novo sabor de chocolate, que apelidou de Ruby. A empresa Barry Callebaut, uma das maiores produtoras de cacau do mundo, disse que foram necessários 13 anos para desenvolver esta nova iguaria, que se distingue facilmente pela cor: é cor-de-rosa.

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O chocolate foi revelado num evento em Xangai, na China, na terça-feira. Segundo o criador, a cor é natural, devido ao tipo de grão de cacau utilizado, sem que tenha sido usado qualquer ingrediente adicional para isso.

Em termos de sabor, é uma mistura de amargo e frutada, disse Martin Diez, chef da Barry Callebaut, citado pela Reuters.

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No entanto, há especialistas que encaram esta afirmação com algum ceticismo. Rom Ramsey salientou, em declarações ao The Independent, que a Barry Callebaut ainda não revelou muito sobre a forma como o chocolate é feito e que, por isso, só quando for posto à venda se perceberá se é algo interessante “ou um truque de marketing”.

Cinema português vai estar no Festival de Cinema de Toronto

De acordo com informação disponibilizada na página oficial do festival, ‘A fábrica de nada’ e ‘Flores’  serão apresentados na secção Wavelengths, dedicada ao cinema experimental e que se subdivide em curtas e longas-metragens.

Estreado no Festival de Cannes, em maio, ‘A fábrica de nada’ venceu então o Prémio Fipresci, da Federação Internacional de Críticos de Cinema, a que se seguiu o prémio CineVision, em junho, em Munique, para melhor novo filme. A longa-metragem de Pedro Pinho estreia-se nas salas portuguesas a 21 de setembro.

Já a curta-metragem ‘Flores’ venceu o prémio Novo Talento em curtas do 14.º IndieLisboa – Festival de Cinema Independente, em maio.

Em Toronto será também apresentada, na secção Short Cuts, a curta-metragem de animação “Água Mole”, de Laura Gonçalves e Xá (Alexandra Ramires), que teve estreia na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, em maio.

Por seu lado, a secção Masters integra ‘Zama’, da realizadora argentina Lucrecia Martel, com o português Rui Poças como diretor de fotografia, uma coprodução Argentina, Brasil, Espanha, França, Holanda, México, Portugal (através da produtora O Som e a Fúria) e Estados Unidos, que se estreou no Festival de Veneza, prestes a terminar.

A programação do Festival Internacional de Cinema de Toronto integra ainda um outro filme que envolve um produtor português: na secção Sessões Especiais será apresentado “The Captain”, de Robert Schwentke, uma coprodução entre a Alfama Films de Paulo Branco (França), a Filmgalerie 451 (Alemanha) e a Opus Film (Polónia).

‘Suburbicon’, o mais recente filme de George Clooney, escrito com Joel e Ethan Coen, ‘Submergence’, de Wim Wenders, ‘Downsizing’, de Alexander Payne, ‘First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia’, de Angelina Jolie, e ‘Victoria & Abdul’, de Stephen Frears, que apenas chegarão às salas de cinema após o verão, foram anunciados para as “exibições especiais” do certame.

República Dominicana ameaçada hoje pelo furacão Irma

De acordo com o último boletim do Centro de Furacões, “olho do Irma deixou Porto Rico hoje de manhã, ameaçando agora a República Dominicana. Passará junto às ilhas Turcas e Caicos e no sudeste das Bahamas à noite”.

O olho do furacão está a 410 quilómetros este-sudeste da ilha Turca e avança a uma velocidade de 26 quilómetros por hora em direção oeste-noroeste, um movimento que os meteorologistas preveem se mantenha nas próximas 48 horas.

O Centro lembra que três furacões estão a progredir em simultâneo no Oceano Atlântico, depois das tempestades José e Katia passarem a esta categoria, juntando-se assim ao Irma.

Segundo o Centro, o furacão José “segue intensificando-se” no Atlântico com ventos de 140 quilómetros por hora e na direção oeste.

Este furacão, de categoria 1, está a 1.485 quilómetros das Antilhas Pequenas e não representa para já uma ameaça. Contudo, espera-se que venha a ganhar força nas próximas 48 horas.

Por fim, o furacão Katia está “à deriva” no sudoeste do Golfo do México.

Também de categoria 1, o olho do Katia está a 335 quilómetros a este de Tampico e 310 quilómetros a norte-noroeste de Veracruz, no México.

O Katia está a avançar a uma velocidade de quatro quilómetros por hora em direção este sudeste e com ventos máximos até 130 quilómetros por hora.

Também no caso deste furacão, o Centro prevê que venha a fortalecer-se nas próximas 48 horas e se aproxime da costa mexicana.

O furacão Irma causou até ao momento pelo menos oito mortos e 23 feridos na parte francesa da ilha de Saint-Martin, nas Antilhas Pequenas, segundo as equipas de emergência francesas.

O Irma atingiu as Caraíbas, deixando a ilha de Barbuda “totalmente devastada” e 95% da parte francesa de Saint-Martin, nas Antilhas Pequenas, destruída, segundo informações oficiais divulgadas na noite de quarta-feira.

Também nas Caraíbas, a parte francesa da ilha franco-holandesa Saint-Martin ficou “95% destruída” com a passagem do Irma, disse na quarta-feira à noite o presidente do conselho territorial local, Daniel Gibbs.

Entretanto, Cuba iniciou a retirada de mais de 36 mil turistas estrangeiros atualmente de férias na costa norte oriental e central, a mais ameaçada pelo furacão Irma, que se deve começar a sentir na ilha na sexta-feira, seguindo depois para o estado norte-americano da Florida.

UE prepara novas sanções para a Coreia do Norte

“Hoje, vou propor aos ministros que trabalhem nos próximos dias para aumentar as sanções autónomas da UE”, declarou a responsável à chegada para uma reunião com os ministros da Defesa, e depois dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, na Estónia.

Mogherini disse que “é necessário fortalecer a pressão económica sobre a Coreia do Norte, apoiando uma nova resolução do Conselho de Segurança da ONU e adotando medidas económicas mais duras, incluindo sanções específicas da União Europeia.

“A nossa linha europeia é muito clara sobre este ponto: mais pressão económica, mais pressão diplomática e unidade com nossos parceiros regionais e internacionais”, explicou.

É preciso “evitar entrar em uma espiral de confronto militar que poderia ser extremamente perigoso não só para a região, mas para o mundo inteiro”, insistiu.

A UE já tem uma ampla gama de sanções, tanto ligadas à ONU como autónomas, contra a Coreia do Norte.

A União Europeia considera agora impor sanções a vários setores da economia norte-coreana – que ainda permitem a entrada de divisas e, portanto, permitem ao regime financiar as suas atividades nucleares -, como portos e pescas, ou um embargo de petróleo, adiantou fonte diplomática citada pela Agência France Presse (AFP).

Outra opção seria colocar o líder norte-coreano Kim Jong-Un na lista negra da União Europeia, o que congelaria seus recursos na UE e o impediria de viajar ou deslocar-se pelo seu território, disse esta fonte.

Na quarta-feira, os Estados Unidos apresentaram seu projeto de resolução sobre novas sanções internacionais contra a Coreia do Norte, que propõe um embargo sobre o petróleo (incluindo produtos refinados e gás líquido) para a Coreia Norte e pretende evitar as suas exportações de têxteis.

Os americanos também defendem o congelamento dos ativos de Kim Jong-un, assim como pretendem impedir o financiamento de expatriados norte-coreanos em todo o mundo, estimado em mais de 50 mil pessoas pela ONU e uma importante fonte de renda para o regime, de acordo com o texto do acordo citado pela AFP.

A proposta dos EUA na ONU é apoiada pela França e pelo Reino Unido, mas corre o risco de enfrentar o veto da China e da Rússia.

Entretanto, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, apelou hoje à comunidade internacional para exercer “a maior pressão possível” no regime de Pyongyang para forçar o regime norte-coreano a “abandonar” seu programa de mísseis nucleares.

“A comunidade internacional deve unir-se para exercer a maior pressão possível sobre a Coreia do Norte”, disse Abe, num discurso à margem de um fórum económico em Vladivostok, na Rússia, onde participa, assim como os presidentes russo, Vladimir Putin, e sul-coreano, Moon Jae-in.

Passaram dez anos desde a morte de Pavarotti

Luciano Pavarotti foi considerado o “maior tenor do mundo” desde o desaparecimento do “Enrico Caruso” em 1921.

De barba escura e sorriso cativante, era dotado de uma das mais excecionais vozes do mundo e uma das mais caras, também. Passou por palcos prestigiados como o Scala de Milão ou a Metropolitan Opera de Nova Iorque.

Nascido a 12 de outubro de 1935 em Modena, no norte de Itália, primeiro decidiu dedicar-se ao ensino, mas optou definitivamente pelo canto em 1961.

Tinha como ópera preferida ‘A Boémia’ de Puccini e foi essa mesma obra que lhe trouxe um êxito notável pelos quatro cantos do mundo.

Com uma voz capaz de cantar qualquer estilo de música, formou duetos com Sting, Joe Cocker, Elton John ou Mariah Carey em prol de causas humanitárias, o que provocou desagrado por parte de alguns críticos.

Durante a década de 90, formou juntamente com Plácido Domingo e José Carreras um grupo chamado ‘Os Três Tenores’, que até 2004 deu concertos por todo o mundo.

Pavarotti atuou duas vezes em Portugal, a primeira, em 1991, no Coliseu de Lisboa e a segunda, em 2000, no Estádio São Luís, em Faro. À data da sua viagem para Faro, o cantor sofreu alguns contratempos quando o vidro do seu jato privado se partiu e por pouco o avião não caía. O incidente resultou numa otite e em alguns problemas vocais tendo o cantor de receber tratamento numa clínica próxima daquela cidade algarvia.

Tinha uma das maiores fortunas do mundo e uma discografia (quase) de igual tamanho. A sua última atuação foi a 10 de fevereiro de 2006, na abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Turim.

O cantor, que morreu com 71 anos, faria 81 no próximo mês de outubro.

Londres vai suspender a liberdade de circulação de cidadãos europeus após o ‘Brexit’

O projeto revela planos para tornar muito mais difícil aos trabalhadores europeus pouco qualificados estabelecer-se no Reino Unido, consagra a prioridade aos trabalhadores britânicos nas contratações e propõe que a imigração deve ser avaliada do ponto de vista não do benefício para os imigrantes, mas em que medida melhora a situação dos residentes no país.

O documento de 82 páginas do Ministério do Interior, marcado como “sensível” e datado de agosto de 2017, não está finalizado e não foi aprovado pelo Conselho de Ministros. Se vier a ser adotado, tem ainda de ser discutido no parlamento e nas negociações com a UE, o que pode implicar alterações.

Não obstante, assinala o jornal, o documento revela pela primeira vez a posição do Governo da primeira-ministra Theresa May sobre imigração, central para muitos dos que apoiaram a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) no referendo de 2016.

May disse hoje no parlamento que é importante manter a imigração num nível “sustentável”, alegando que uma imigração descontrolada provoca uma redução dos salários mais baixos, mas assegurou que o Reino Unido “vai continuar a acolher os melhores e os mais inteligentes”.

O projeto prevê que os candidatos a imigrantes tenham de se registar no Ministério do Interior para obter uma autorização de residência de até 2 anos.

Essa autorização só pode ser prolongada, por 3 a 5 anos, para os trabalhadores altamente qualificados.

O documento defende também que a definição legal de família alargada deve ser restringida, para reduzir o número de familiares que podem juntar-se ao imigrante aos parceiros, filhos menores e familiares adultos dependentes.

Entre outras medidas, o projeto prevê que, ao chegar ao Reino Unido, os cidadãos europeus tenham de apresentar o passaporte, e não o cartão de identidade, como até agora.

O texto sugere que as novas restrições entrem em vigor assim que o Reino Unido saia formalmente da UE, o que tem sido previsto para os primeiros meses de 2019.

Acusações e explicações sobre os fundos destinados a Pedrógão Grande

O incêndio de Pedrógão Grande assolou o país. Aquele 17 de junho trágico apanhou todos desprevenidos, com as chamas a deflagrarem e a tomarem conta do território sem que houvesse meios suficientes para travar a força da Natureza. Perderam-se 64 vidas, foram registados mais 250 feridos e o país uniu-se em prol da causa.

Os portugueses, particulares e empresas, contribuíram para fundos solidários com o intuito de ajudar as vítimas do incêndio e, após as declarações do presidente da Câmara Municipal de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, a grande questão é: Onde está o dinheiro e para que foi utilizado?

Foi na antena da RTP que o autarca garantiu que há um “mau estar” no que toca à distribuição de bens, já que Estado e ONG’s estão a ajudar mas muitas vezes falta coordenação, o que leva a que umas pessoas a recebam várias vezes e outras acabem por ficar prejudicadas.

O autarca chegou mesmo a sugerir que o “Banco de Portugal [deve] informar o Ministério Público destas contas, para saber onde é que esse dinheiro foi”.

As reações não se fizeram esperar, primeiro o presidente de Castanheira de Pera, Fernando Lopes, confirmou a falta de canalização dos apoios e garantiu que não sabe do dinheiro dos fundos solidários. Porém, realçou que não tem conhecimento de “contas solidárias fraudulentas”.

A nível político, Assunção Cristas foi das primeiras a reagir, frisando que as juntas de freguesia estão “completamente postas à margem de todo este processo” e que existe uma “grande queixa em relação à forma como não têm sido envolvidos no terreno e na ajuda às populações, de forma que eles próprios [presidente de junta] não têm como explicar que ajudas estão a ser organizadas no terreno”.

Teresa Morais também pediu explicações, desta feita dirigidas ao Governo, ressalvando que “cumpre ao Governo, que entendeu criar um fundo público, gerido por uma entidade pública e tutelado pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, explicar cabalmente aos portugueses que valores são estes, onde estão os restantes donativos, quem os está a gerir e em que termos”.

A vice-presidente do PSD acusou ainda o Governo de revelar “total descoordenação e incapacidade” em gerir os donativos privados que os portugueses juntaram para as vítimas do incêndio.

O caso levou ontem o Presidente da República a pedir esclarecimentos para que os portugueses percebam o que está em cima da mesa. “Penso que é útil que quem de direito esclareça os portugueses sobre uma matéria que me foi explicada a mim no dia 17 de agosto, mas acho que deve ser explicado aos portugueses. Só uma parte dos fundos é que é gerida pelo Estado e a outra parte é gerida por outra entidades sociais por escolha da sociedade civil. E acho que era bom se explicassem aos portugueses quem gere o quê”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa.

E o líder do PSD, Passos Coelho, também questionado sobre o assunto que marca o momento, foi perentório, embora não se alargando muito: “O Governo não tem de dar explicações sobre aquilo que não está à sua guarda. Tem de dar explicações sobre aquilo que está à sua guarda”.

O líder social-democrata garantiu que não está em causa nenhuma “guerrilha partidária”, mas que, numa “sociedade madura, em que é suposto o Governo gerir com transparência estas matérias, é absolutamente natural que havendo dúvidas sobre estas questões que elas sejam colocadas e cabe ao Governo explicá-las”.

A resposta do Governo surgiu por parte do próprio chefe do Executivo, que garantiu que “é bom termos esta oportunidade para esclarecer que a maior parte dos fundos não foram recebidos pelo Estado”.

Para que as dúvidas sejam devidamente esclarecidas, o primeiro-ministro pediu a um membro do Governo que o quadro do fundo Revita seja publicado, para que seja esclarecido o montante em causa e para que foi canalizado.

Perante as acusações, Costa garantiu ainda que as manifestações de verbas para entrar no fundo Revita atingiram os 4,9 milhões de euros, mas que o valor recebido foi de 1,9 milhões.

Furacão Irma atinge Caraíbas

O Centro de Furacões dos Estados Unidos (NHC, sigla em inglês) mantém o Irma em categoria 5, o nível mais elevado de classificação de furacões.

O furacão encaminha-se agora na direção de Porto Rico, República Dominicana, Haiti e Cuba, sendo esperado na Florida no fim de semana.

Segundo o meteorologista John Morales, o Irma é “um dos furacões mais intensos de toda a história”.

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