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Ana Rita Silva

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Fila com nova coleção para mostrar o lado atlético que há em si

Neste Outono-Inverno a FILA apresenta uma coleção fantástica que presta homenagem à sua herança atlética ao mesmo tempo que leva o design e estilo contemporâneo a novos caminhos, adaptando as últimas tendências à sua linguagem desportiva e muito cool.

A linha de vestuário está repleta de novidades que mantém os clássicos ajustes oversize e as tonalidades em colour blocking, caraterísticas da marca, pioneira destas tendências desde os anos 1990. Porém, que introduzem ainda silhuetas com um ajuste mais estreito e elegante, em materiais de look vintage, e uma paleta de cores mais suaves.

Notícias ao Minuto© FILA

Casacos puffer pelo joelho, ténis chuncky, calças com listas e com o típico logotipo ‘FILA’, gorros, cachecóis e muito mais compõe a coleção ao mesmo tempo clássica e inovadora tanto para homem como para mulher.

Novas cores, novos modelos, novos estilos….. as novidades são muitas e não vai querer perder pitada.

Notícias ao Minuto

Aretha Franklin morreu hoje, tinha 76 anos

Para além do cancro no pâncreas, a lenda da música enfrentou vários problemas de saúde nos últimos anos que levaram ao cancelamento de vários concertos este ano.

No final do ano passado, Aretha Franklin afirmou que planeava retirar-se depois de terminar a digressão deste ano.

10 a 20 pessoas estão desaparecidas nos escombros da ponte de Génova

desabamento da ponte Morandi, em Génova, provocou a morte de 38 pessoas, de acordo com o último balanço provisório. Um número que Itália receia que possa aumentar ao longo das próximas horas e dos próximos dias porque há pessoas que continuam desaparecidas. “Entre 10 a 20 pessoas”, disse o procurador de Génova, Francesco Cozzi, na manhã desta quinta-feira, avança o La Repubblica.

A procuradoria de Génova está nesta altura a ver as imagens das câmaras de videovigilância da ponte para ter uma ideia mais precisa de quantos veículos circulavam na estrutura no momento em que colapsou.

Francesco Cozzi afirmou ainda que também não quer ouvir falar em “limites de despesa” na investigação à queda da ponte, face à “dimensão desta tragédia”.

Neste momento a procuradoria de Génova está a analisar de que tipo de crime se poderá tratar. Depois de numa primeira instância, ter sido avaliada a possibilidade de avançar com uma acusação de múltiplo homicídio negligente, Cozzi admitiu estar a considerar avançar com uma acusação de homicídio com dolo. Isto, embora tenha acrescentado que esta ainda é uma fase “prematura”, pois isso “significaria enquadrar de uma certa forma as possíveis causas e hipotecar algo que ainda tem de se descobrir”.

“Infelizmente, o número de mortos vai aumentar, é inevitável”

O Governo de Itália admitiu, entretanto, que será “inevitável” que o número de mortos na sequência da queda de uma ponte na terça-feira em Génova aumente à medida que os trabalhos de resgate prosseguem no terreno.

O balanço mais recente das autoridades italianas dá conta de 38 mortos (número revisto em baixa de 399 e 16 feridos, dos quais 12 estão em estado grave.

“Infelizmente, o número vai aumentar, é inevitável”, afirmou o vice-primeiro-ministro e ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, em declarações à comunicação social, numa altura em que as equipas de resgate continuam à procura de vítimas nos escombros da ponte Morandi.

Nas mesmas declarações à imprensa, Matteo Salvini recusou avançar com um número concreto de pessoas que ainda permanecem desaparecidas, alegando que isso seria uma “suposição”.

As autoridades italianas estão a planear um funeral de Estado para todas as vítimas mortais, cerimónia que irá decorrer no sábado naquela cidade portuária no noroeste de Itália. Nesse mesmo dia será cumprido um dia de luto nacional.

O serviço religioso será realizado num pavilhão e será presidido pelo arcebispo de Génova, cardeal Angelo Bagnasco.

Recorde-se que na terça-feira, cerca das 12h00 locais, um troço de cerca de 100 metros da ponte Morandi ruiu, fazendo com que dezenas de veículos caíssem de uma altura de 90 metros.

Salvini foi a uma festa na noite da tragédia, algo que está a indignar Itália

Na noite da queda da ponte Morandi, em Génova, quando já se sabia que mais de 25 pessoas tinham sido vítimas desta tragédia (de acordo com o mais recente balanço provisório morreram pelo menos 38 pessoas) e a Itália estava de luto, Matteo Salvini, ministro do Interior, marcou presença numa festa da Liga do Norte em Messina, revela o La Repubblica. As imagens da festa, que mostram Salvini sorridente e a cortar o bolo com a frase ‘Vence a equipa’, estão a gerar polémica e a causar grande indignação em Itália.

Na festa da Liga do Norte estiveram 260 pessoas. Comeram, beberam, e, claro, quiseram aproveitar o momento para estarem com Matteo Salvini, o líder do partido de extrema-direita, e para tirarem fotografias com ele. Essas imagens foram publicadas nas redes sociais e foram o rastilho da polémica.

Antonio Mazzeo foi um dos que tirou uma fotografia com Salvini. “Maravilhoso Ferragosto (a festa da Assunção de Maria, que habitualmente se celebra no dia 15 de agosto) alternativo com o ministro”, escreveu.

Nas redes sociais as reações não tardaram. Houve quem perguntasse por que razão “o ministro não foi a Génova? Porque é que não cancelou aquele jantar?”. A verdade é que Matteo Salvini, que tutela o ministério do Interior que é responsável pelos bombeiros e por outras forças de segurança envolvidas nas operações de socorro em Génova, não alterou a sua agenda depois de tomar conhecimento do colapso da ponte Morandi.

Outros falaram em “dano moral” da parte do ministro.

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Também houve quem pedisse a demissão de Salvini nas redes sociais, bem como rivais do Partido Democrático. Matteo Orfini, líder deste partido, lamentou os festejos de Salvini “nas horas dramáticas de Génova, que são um estalo na dor do nosso país”.

Face à controvérsia, o ministro do Interior decidiu finalmente cancelar um evento da sua agenda esta quarta-feira. Deveria ter atuado como DJ em Ravena, segundo o Il Post.

Moçambique: Comissão Nacional dos Direitos Humanos “profundamente preocupada”

“Foi com profunda preocupação que a Comissão Nacional dos Direitos Humanos tomou conhecimento do Decreto nº 40/2018, de 23 de Julho, que estabelece o regime jurídico das taxas a cobrar no ato de registo, licenciamento, renovações bem como na acreditação e credenciamento de jornalistas e correspondentes nacionais, estrangeiros colaboradores autónomos, na República de Moçambique”, considera, em comunicado de imprensa, a CNDH.

A CNDH reconhece a legitimidade do Governo em atualizar as taxas, para garantir a sustentabilidade do sistema de licenciamento dos órgãos de comunicação social, mas considera que essa medida não deve perigar ou dificultar o exercício do direito fundamental e humano de acesso à informação.

“As novas taxas não são consentâneas com as linhas orientadoras definidas nos instrumentos jurídicos sobre o direito de acesso à informação em vigor no país”, lê-se no texto.

O acesso à informação, prossegue o documento, é matéria de interesse público e o seu exercício deve ser promovido e facilitado.

A CNDH salienta que as novas taxas são aprovadas numa altura em que o ambiente económico não é favorável à maioria da população moçambicana, em particular para as pessoas com baixo rendimento.

“A aplicação das novas taxas num contexto economicamente desfavorável pode refletir-se no consumidor final da informação”, destaca a comissão.

Ao abrigo das novas taxas, o Governo moçambicano vai passar a cobrar 500 mil meticais (7.469 euros) pela acreditação de jornalistas estrangeiros e igual valor pela renovação.

O decreto, publicado em Boletim da República e que entra em vigor a 23 de agosto, impõe ainda o pagamento de 200 mil meticais (2.985 euros) pela acreditação de correspondentes nacionais de órgãos de comunicação social estrangeiros e igual valor pela renovação da acreditação.

Na passada terça-feira, organizações da sociedade civil pediram ao Provedor de Justiça que interceda junto do Conselho Constitucional, para a declaração da inconstitucionalidade das novas taxas.

Completa a frase: Trata os outros como gostarias…

A explicação pode ser encontrada em centenas de livros, artigos, CD, DVD, na internet, em Conferências sobre Liderança, mas acaba por se resumir ao seu objeto: gerem-se coisas e lideram-se pessoas.

Poderia este texto terminar aqui, pela evidência do conteúdo do anterior parágrafo. O problema levanta-se quanto às competências para Gerir e as competências necessárias para Liderar. Aprende-se Gestão, frequenta-se a Academia de onde emanam as mais avançadas técnicas e estratégias de Gestão, que preparam os Gestores para alcançar o sucesso, obtendo uma folha de Profit & Loss fantástica, desde a linha de cima até à linha de baixo.

O que distingue então os Gestores de sucesso dos Líderes (note-se que não há líderes sem sucesso)?  Partindo do princípio de que já ninguém acredita que se nasce Líder, então torna-se evidente que a Liderança resulta de um processo de aprendizagem, mas sobretudo de experimentação, de fazer coisas, com pessoas; nenhum corredor vence corridas lendo livros sobre como correr depressa, nem nenhum nadador vence provas apenas observando incessantemente vídeos sobre as provas de Phelps. É necessário perguntar a quem sabe, e praticar, praticar em busca da perfeição com a humildade de saber que esta nunca se alcança, mas que nessa procura se obterá a Excelência.

Neste ponto, poder-se-á aceitar que a Liderança está ao alcance de todos, sendo que para tal é essencial aprender, ler, perguntar e praticar muito.

Lamento causar algumas desilusões ao dizer que apenas isso não é suficiente para se ser um Líder. Liderança é indissociável de Carácter. E este, apenas alguns o possuem.

Só com um forte carácter se pode assumir colocar-se numa segunda posição, dando relevância e “drive” aos seus colaboradores.

Só com uma enorme humildade é possível alguém colocar-se no lugar de um seu colaborador e avaliar se o que lhe é dito ou a forma como é dito é aquela que gostaria de ouvir.

Só com a segurança de que não precisa de exercer a sua autoridade compulsivamente para que esta lhe seja reconhecida, se tem a garantia que as suas equipas o aceitam como o verdadeiro Decisor.

As pessoas somente se posicionam como potenciais Líderes porque querem: ser Pai, ser o Director do Departamento ou o CEO da empresa, ser o pastor de uma congregação ou chefe de escuteiros, resulta de um processo de decisão que em determinada altura alguém toma. Ir ao restaurante e ser servido por um profissional é um ato voluntário que posiciona o sujeito A como estando ao serviço do sujeito B. Quando, numa relação deste tipo, alguém decide destratar alguém, independentemente da razão que lhe possa assistir, fica evidente que Liderança e Carácter estão dissociados. Quem se senta para ser servido pode ter um cargo de enorme importância, mas dificilmente será um Líder.

É nos pequenos gestos e atitudes que se encontram as diferenças. Ouvir atentamente é uma fonte inesgotável de informação e ideias; tomar pequenas decisões do quotidiano que geram satisfação aos colaboradores; assegurar a compreensão dos pontos difíceis da sua job description e dar-lhes pistas como mais facilmente lidar com elas, no fundo como fariam se estivessem no seu lugar; premiar também as pequenas vitórias, dando-lhes o devido valor, são alguns pequenos “grandes” gestos que asseguram que existe, de facto, uma equipa. E são essas diferenças que distinguem a Gestão da Liderança.

Uma forma de assegurar que se escolheu o caminho certo na direção da Liderança é seguir um ensinamento que todos ouvimos desde tenra idade: “Trata os outros como gostarias de ser tratado”.

Madonna, a Rainha da Pop faz hoje 60 anos

Madonna, uma das artistas mais icónicas do mundo, está hoje de parabéns. Esta quinta-feira, a cantora completa 60 primaveras, data que, como seria de esperar, não está a passar despercebida ao mundo do entretenimento em geral.

Esta é uma ocasião que marca ainda sensivelmente três décadas de carreira repletas de êxitos, mas também de controvérsias.

No ano passado veio viver para Lisboa, descobrindo as maravilhas não só da capital portuguesa, como também do resto do país.

Como forma de homenageá-la apresentamos na galeria acima 60 momentos marcantes no trajeto de Madonna.

Portugal acima da média com crescimento da economia europeia

estimativa rápida hoje divulgada pelo gabinete oficial de estatísticas da UE aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) registou, entre abril e junho, um aumento de 2,2% face ao mesmo período do ano passado tanto entre os 19 membros do euro como no conjunto dos 28 países da União, tendo em ambos os casos crescido 0,4% na comparação em cadeia, ou seja, face ao primeiro trimestre de 2018.

Já a economia portuguesa cresceu 2,3% comparativamente ao segundo trimestre do ano passado e 0,5% face ao trimestre anterior, em ambos os casos uma décima acima da média da zona euro e da UE, e a um ritmo também ligeiramente superior ao crescimento que registara no primeiro trimestre (quando progredira 2,1% em termos homólogos e 0,4% em cadeia).

Londres: Nenhum dos feridos corre risco de vida

Police stand in the street after a car crashed outside the Houses of Parliament in Westminster, London, Britain, August 14, 2018. REUTERS/Hannah McKay - RC13531BA400

Na sequência deste incidente e por questões de segurança foi encerrada estação de metro de Westminster, em Londres, segundo as forças de segurança.

Segundo a Scotland Yard, a estação foi encerrada por um alerta de segurança, tendo o trânsito também sido cortado numa grande área em torno do Parlamento britânico.

A polícia metropolitana londrina informou, entretanto, que nenhum dos feridos no acidente corre risco de vida.

O motorista do veículo, cuja identidade ainda é desconhecida, foi detido no local após o incidente que ocorreu às 07:37, adianta a Scotland Yard.

“Às 07h37 de hoje, um carro colidiu contra as barreiras de segurança em frente ao Parlamento. O motorista, um homem, foi detido no local por agentes da polícia, vários peões ficaram feridos. Os agentes estão no local”, afirma a Scotland Yard em comunicado.

Segundo a imprensa britânica, há cerca de dez veículos policiais no local e pelo menos três ambulâncias.

O edifídio do Parlamento está cercado por barreiras de aço e betão depois do ataque perpetrado em março do ano passado por um homem que conduzia um veículo.

Nesse ataque, Khalid Masood atropelou várias pessoas na ponte de Westminster, perto do Parlamento, onde matou quatro pessoas, depois desceu e tentou entrar no prédio, onde matou com uma faca o agente da polícia Keith Palmer, recorda a Efe.

Do lado de dentro

No outro dia andava a circular por aí um video revelando várias cenas de discriminação. As cenas passavam-se numa agência de marketing. Era um caso real. Não era uma campanha. Infelizmente.

O video retratava casos reais de discriminação no local de trabalho, num ambiente de trabalho que nos sentimos confortáveis em chamar de moderno. As pessoas reais que protagonizavam as cenas do vídeo, são chamadas de trabalhadores do conhecimento !

Podemos chamar de “bullying”, podemos chamar de assédio. O nome pode ser irrelevante. O que não é irrelevante é que a discriminação ou o abuso reveladas no vídeo aconteciam com mulheres e gente “diferente”. Diferente no género, diferente na opção de vida. Diferente do quê? Diferente da maioria que convivia naquele espaço.

Eu faço parte de uma minoria, por ser mulher, sem filhos, com carreira executiva e empreendedora em vários países.

Por conta de ter feito carreira em Recursos Humanos, também muitas vezes me perguntaram a opinião sobre o tema da desigualdade de tratamento entre homens e mulheres nos ambientes corporativos e empresariais. Normalmente o tema dos salários diferentes também era questionado. E, a pergunta pessoal também vinha:  se, ao longo da minha carreira eu tinha sentido a descriminação por ser mulher.

A minha resposta sempre foi: não, nunca senti essa discriminação.

Sei que tive muita sorte com os chefes diretos com quem me cruzei e também que as empresas por onde passei eram grandes e, provavelmente uma excepção na implantação de boas práticas e políticas de governança. Mas sempre ouvi muitos testemunhos idênticos ao meu. “Não. Eu não senti essa discriminação”.  Será?

O caso é que custa a admitir que sofremos essa discriminação ou que sofremos com essa discriminação. A mim e, provavelmente a muitas mulheres como eu, não me assenta bem o papel de vítima. Mas sem dúvida que se passaram  episódios idênticos aos do vídeo da agência de marketing, que sempre minimizei.

Verdade que tem gente que interrompe todo o mundo, e que a diferença entre as mulheres e os homens que são interrompidos, é que os primeiros não se fragilizam com isso e as segundas sim, e se calam, e a maioria não insiste no seu ponto de vista.

Verdade que há sempre o ´sujeito(a) esperto(a)´ que rouba a ideia do colega, mas sabemos que rouba ao colega homem e à colega mulher. Sempre defendi essa teoria. A diferença é que na reação, eventualmente a mulher se fragiliza mais e não volta ao combate e o homem volta à carga, lutando por todos os meios para não perder os “louros” do esforço que é seu.

Verdade que há sempre quem tenha a tentação de explicar a ideia do outro, e sim, parece que mais vezes isso acontece às mulheres. Que depois de interrompidas, se calam e vêem o seu colega, ou chefe, falar no mesmo tema, apresentar o mesmo argumento, levantar a mesma questão como se minutos antes elas não tivessem falado no assunto.

Enfim, poderíamos enumerar mil práticas que classificamos como desrespeitosas, abusivas, em particular, mas não só, no meio profissional.

O meu entendimento é de que esse “abuso” é feito por quem tem o poder e, se encontra em maioria. Ou vice – versa. Esse “abuso” é feito sobre quem está em minoria. Não me parece que seja o tipo de género que determina a maior propensão para o “abuso”. A meu ver, o que determina o abuso é a condição de poder e de estar em maioria.

Então o tema fundamental será o de proteger as minorias para que não sejam “abusadas”, por quem está na maioria e tem o poder? Sim.

Por enquanto, talvez  seja isso o que de melhor poderemos fazer.

Essa proteção das minorias é feita em muitas empresas por políticas de controlo e implantação de quotas e mecanismos de “denuncia anónima”. Esses processos podem ser úteis mas são como pílulas para tratar a enxaqueca. Uma sociedade controlada é tratada como uma criança a quem se tira algo de prazer, um jogo, uma saída com amigos, para servir de castigo porque não teve boas notas.

Entendo que esse desequilíbrio entre inclusão e poder, entre maiorias e minorias, poderá ser mais eficazmente atenuado, ou equilibrado, se existirem mecanismos de regulação e discussão abertos e expostos. O conceito de regulação pode ser mais sustentável do que os mecanismos de controle e de denúncia anónima. Uma sociedade regulada é sustentável nas suas diferenças, nos seus erros, nas suas aprendizagens.

Então as melhores empresas e sociedades hoje trabalham em duas frentes simultâneas – uma respeitante ao tema Poder e seus mecanismos de regulação e outra, respeitante ao tema Diversidade e Inclusão, para acelerar a diluição dos preconceitos ou diminuir os seus efeitos.

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