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Ana Rita Silva

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Portugal é o quarto país com mais pessoas com demência

“A demência é um desafio enorme para muitas famílias, e, infelizmente, a grande maioria das pessoas não reconhece ainda que existem comportamentos que podemos adotar e que podem funcionar como fatores protetores contra as demências, tais como controlar a tensão arterial, o colesterol e os níveis de açúcar no sangue.”, explica José Carreira, Presidente da Alzheimer Portugal.

Segundo a OCDE, em 2037 os casos de demência deverão aumentar para os 32,5 por mil habitantes.

“É por isso fundamental aumentar o reconhecimento dos sinais de alerta que permitam um diagnóstico das demências mais atempado, mas também é muito importante capacitar a população para a mudança de comportamentos que promovam a saúde e previnam estas doenças. Este é um dos grandes objetivos da Alzheimer Portugal: aumentar conhecimentos sobre esta doença.”

A Alzheimer Portugal é a única organização em Portugal, de âmbito nacional, especificamente constituída com o objetivo de promover a qualidade de vida das pessoas com doença de Alzheimer e dos seus familiares e cuidadores. Pode consultar o site da associação através do endereço www.alzheimerportugal.org.

A Organização Mundial de Saúde estima que em todo o mundo existam 47.5 milhões de pessoas com demência.  A doença de Alzheimer assume, neste âmbito, um lugar de destaque, representando cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).

Lisboa: Vídeo viral mostra agressão agente da PSP

Ainda não se sabe ao certo a origem do desacato, no entanto, o vídeo já se tornou viral nas redes sociais, onde há quem refira que o agente em causa foi acusado de agressão, situação que o vídeo não prova.

Veja aqui o vídeo:

http://videos.sapo.pt/MqKcHYegASqezHJEyrpu

 

JPS GROUP lança boutique de investimento

A JPS Real Estate Investments – JPS REI, é a novidade mais recente da JPS Group e o mote da abertura da sua boutique de investimentos. Situado na Quinta do Lambert, em Lisboa, este novo espaço tem como objetivo receber investidores e procurar novas oportunidades de negócio.

Dispondo de uma panóplia de serviços – tais como departamento de arquitetura, engenharia, marketing e comunicação, comercial, jurídico, procurement e financeiro –, a JPS REI pretende apoiar os investidores na concretização dos seus projetos oferecendo as suas valências. Uma aliança que vai desde o primeiro esboço de um projeto à sua concretização, e chave na mão dos seus clientes. O custo, numa primeira fase, é zero, uma vez que a empresa pretende ser parceiro por excelência, ganhando apenas com o sucess fee da operação.

A abertura deste espaço comercial surge ainda numa altura em que o Estado acaba de lançar o programa IFRRU 2020 (Instrumento Financeiro de Reabilitação e Revitalização Urbanas) que disponibiliza 1.400 milhões para o investimento na reabilitação urbana, e para o qual a JPS REI tem a capacidade de formalizar candidaturas. Neste sentido, já se encontra, inclusive, a aceitar candidatos que possam usufruir desta linha de financiamento à reabilitação urbana.

O programa IFRRU 2020 apoia o investimento na reabilitação urbana, de norte a sul do país e ilhas, suportado quer por fundos europeus e programas operacionais do Portugal 2020, quer por fundos provenientes de entidades como o Banco Europeu de Investimento e o Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, e fundos da banca comercial (Santander Totta, Banco BPI, Millennium BCP e Banco Popular).

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Com este programa em vigor, a JPS REI não só pretende ser o parceiro por excelência e desenvolver projetos imobiliários, como disponibiliza todo o apoio a quem se quiser candidatar ao IFRRU e obter o financiamento necessário na reabilitação.

“Bye, bye EU!” Já há data oficial para o Brexit

Foi a 23 de junho do ano passado que os britânicos votaram favoravelmente à saída do país da comunidade europeia.

Desde então, o parlamento britânico já confirmou um processo que continua a ter muitos opositores, dentro e fora do país, o Reino Unido viu David Cameron sair do cargo de primeiro-ministro para ser substituído por Theresa May, e Theresa May venceu eleições, mas perdendo a maioria absoluta.

No entretanto, ainda decorrem negociações entre as duas partes e mantêm-se muitas dúvidas sobre como será o dia seguinte ao Brexit.

Como já era sabido, o Brexit irá acontecer dois anos após o processo ter sido iniciado oficialmente.

A data oficial para o divórcio’, como explica a Sky News, foi definida a partir de 29 de março de 2017, o dia em que Theresa May entregou em Bruxelas a carta em que o Reino Unido invocou o Artigo 50 do Tratado de Lisboa, o artigo que permite a saída de um país da União Europeia.

Os contadores podem ser ligados, agora que a hora oficial está definida.

Legionella: Três mortos confirmados no Hospital São Francisco Xavier

Morreu mais uma pessoa vítima do surto de legionella. Trata-se de uma mulher de 68 anos, que morreu durante a noite.

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, anunciou hoje também que o número de infetados por legionella aumentou para 43 casos, enfatizando que todos os pacientes têm doenças crónicas associadas.

O surto de legionella, recorde-se, foi identificado na sexta-feira passada, no Hospital São Francisco Xavier.

A maioria dos casos deste surto ocorreu em mulheres (63%) e mais de 70% dos doentes infetados têm 70 ou mais anos.

Segundo a DGS, o primeiro caso de diagnóstico da doença dos legionários foi confirmado a 31 de outubro. Na terça-feira, o ministro da Saúde disse que a origem do foco de legionella  em Lisboa foi o hospital São Francisco Xavier, considerando que as primeiras evidências apontavam logo para uma emissão dentro do perímetro da unidade hospitalar.

O Ministério Público está a investigar o caso.

Lusa

São Martinho, quando o outono nos traz um pouco do verão

Ano 337, no século IV, e um outono duro e frio assolava a Europa. Reza a lenda que um cavaleiro gaulês, chamado Martinho, tentava regressar a casa quando encontrou a meio do caminho, durante uma tempestade, um mendigo que lhe pediu uma esmola. O cavaleiro, que não tinha mais nada consigo, retirou das costas o manto que o aquecia, cortou-o ao meio com a espada, e deu-o ao mendigo. Nesse momento, a tempestade desapareceu e um sol radioso começou a brilhar.

O milagre ficou conhecido como “o verão de São Martinho”. Desde então, por altura de novembro, o ríspido tempo de outono vai embora e o sol ilmunia-se no céu, como aconteceu quando o cavaleiro ofereceu o manto ao mendigo.

É por causa desta lenda que, todos os anos, festejamos o Dia de São Martinho a 11 de novembro. O famoso cavaleiro da história era um militar do exército romano que abandonou a guerra para se tornar num monge católico e fazer o bem.

São Martinho foi um dos principais religiosos a espalhar a fé cristã na Gália (a atual França) e tornou-se num dos santos mais populares da Europa! Diz-se que protege os alfaiates, os soldados e cavaleiros, os pedintes e os produtores de vinho!

Foi a 11 de novembro que São Martinho foi sepultado na cidade francesa de Tours, a sua terra natal, e é por esse motivo que a data foi a escolhida para celebrar o Dia de São Martinho. Além de Portugal, também outros países festejam este dia. Em França e Itália, à semelhança de Portugal,comem-se castanhas assadas. Já em Espanha, faz-se a matança de um porco, e na Alemanha acendem-se fogueiras e organizam-se procissões.

Otimizar a transformação digital e levar o customer experience para outro nível

A edição deste ano vai debater o impacto da transformação digital na orientação da experiência do cliente e conta com um novo formato de interação – World Café – de onde sairão conclusões para a criação de um barómetro de transformação digital nos contact centers.

Entre outros temas, a edição deste ano vai dedicar-se à discussão em torno do tema Chatbot, questionando se os robots vão ou não entrar no dia-a-dia das empresas e se a inteligência artificial pode ou não trazer ganhos reais para o negócio.

Para as empresas é cada vez mais clara a importância do foco no cliente e o facto de que o customer experience ser, hoje em dia, uma vantagem competitiva que tem de ser considerada, no sentido de encontrar soluções que constituam um real valor acrescentado para o cliente. Essa evolução tem passado pelo digital e na 19ª edição do Global Contact Center irá debater-se a forma como as empresas se estão a preparar para essa transformação. O encontro de profissionais deste sector realiza-se nos dias 15 e 16 de novembro, no Lagoas Park Hotel, em Oeiras.

O evento nacional de referência sobre as tendências e principais temas que interferem na relação com o cliente vai debruçar-se sobre o tema “CX Next Level” com o objetivo de despertar nas empresas o interesse para novas formas de passar ao próximo nível na relação com o cliente, desvendando como estas se estão a preparar para a transformação digital, o que já estão a fazer e o que consideram essencial, perante o impacto que pode ter no negócio.

Apostando em metodologias e formatos de interação inovadores, o Global Contact Center proporciona este ano a realização de um World Café: um espaço de debate e partilha, onde todos participam, debatendo um tema de cada vez, conduzido por facilitadores, passando pelos temas em debate: pessoas, tecnologia, dados e qualidade. Chegando a respostas que permitam estabelecer um barómetro da transformação digital nos contact centers na opinião dos participantes do evento.

Também em debate estará o tema Chatbot, com questões em torno da possibilidade de os robots virem a entrar no dia-a-dia das empresas, se a inteligência artificial pode ou não trazer ganhos reais para o negócio e de que forma toda a informação acerca dos clientes, recorrendo por exemplo ao big data, pode interferir nas estratégias a delinear e na orientação para o cliente.

O encontro irá também abordar a importância da gestão de pessoas e o papel que estas podem desempenhar na garantia de um trabalho de excelência.

O Global Contact Center é um evento organizado pelo Grupo IFE e pela Call Center Magazine e destina-se a diretores de contact center, diretores de customer care, responsáveis de marketing, comunicação, gestores de pessoas e supervisores e todos os que tenham como função delinear estratégias de relação com os clientes, nos mais variados canais.

A edição deste ano é mais uma vez marcada pela revelação dos vencedores das categorias que distinguem os melhores no setor do atendimento ao cliente, naquela que é a 17ª edição dos Troféus Call Center, uma iniciativa da Call Center Magazine.

O programa completo do encontro encontra-se disponível no site oficial.

O Vitinho voltou em livros para miúdos e graúdos

No início da década de 1980, o ‘designer’ José Maria Pimentel desenhou o menino de chapéu de palha e jardineiras amarelas, com um V ao peito como os super-heróis, para a agência de publicidade onde trabalhava, a pedido de uma marca de cereais, pensando que ao fim de seis meses se livraria dele.

“Em publicidade não há expectativa que o efeito do nosso trabalho dure mais do que seis meses”, referiu em declarações à Lusa. Mas o “miúdo”, como José Maria Pimentel se refere a Vitinho, autonomizou-se da marca de cereais e os seis meses acabaram por se transformar em anos.

A 16 de outubro de 1986, o Vitinho saltou para os ecrãs de televisão com a rubrica “Boa Noite”, que acabaria por marcar uma geração. “Está na hora da caminha, vamos lá dormir! Vê, lá fora as estrelas dormem a sorrir” eram os primeiros versos de uma música repetida diariamente no canal 1 da RTP, numa altura em que, em Portugal, havia apenas dois canais de televisão.

“Costumo falar do Vitinho como um miúdo, alguém que existe de facto, não só por ser animado, mas porque ganhou no meu dia-a-dia uma alma. Talvez esta forma de me projetar nele e de desenhar e conceber histórias como se ele existisse tenha contribuído para essa notoriedade que ele ganhou”, defendeu.

Além da “postura honesta” ao criar o boneco, José Maria Pimentel acredita que “o efeito de repetição [esteve na televisão vários anos] pode ser uma parte muito importante da resposta” sobre o sucesso do Vitinho.

O regresso do boneco no formato de coleção de livros surgiu porque, passados 25 anos, José Maria Pimental conseguiu “ter acesso ao registo dele, porque prescreveu e a marca de cereais já não o queria”.

“Este boneco tornou-se tão presente na vida das pessoas que era giro continuar”, disse.

José Maria Pimentel não tem “dúvida nenhuma que o Vitinho adquiriu uma autoridade institucional e pedagógica que se surgisse, como agora através dos livros, a fazer recomendações aos pais em relação a comportamentos, até à política, teria impacto”.

“Não com aquela escala [de há 30 anos], mas se surgisse como alguém que poderia por correções nos comportamentos, criar hábitos e rotinas saudáveis, funcionaria, teria adesão. Porque é urgente e porque as pessoas lhe reconhecem autoridade pedagógica para isso”, afirmou.

Além da coleção de livros para crianças, da qual foram já editados dois volumes, José Maria Pimentel decidiu fazer um livro a pensar nos “miúdos que iam deitar com o Vitinho, a geração Vitinho, que são pais dos miúdos de agora”.

O livro é uma “recolha do que foram os 30 anos de Vitinho”.

Os dois volumes da coleção de livros para crianças e “O grande livro do Vitinho”, todos editados pela D. Quixote, são apresentados hoje ao final da tarde na livraria Buchholz, em Lisboa.

Web Summit: App portuguesa mostra atrações turísticas de forma interativa

Dependendo do local onde se encontrar, o utilizador vai recebendo notificações com informação sobre os pontos de interesse de local onde está, à medida que vai andando, de uma “forma contextualizada e não intrusiva”, explicou à Lusa Marta Botelho de Sousa, da mobinteg, que desenvolveu a aplicação Smitty (Smart Interactive City).

“Passando à frente de uma livraria ou de um museu, o utilizador recebe uma notificação e pode aceder à informação em formato de texto, vídeo ou áudio, podendo também ver os pontos de interesse através da função de realidade aumentada”, explicou uma das colaboradoras da ‘start up’ lançada na edição de 2016 da Web Summit.

No espaço de um ano, mais de 5.000 pessoas fizeram o ‘download’ da aplicação, serviço implementado em sete cidades portuguesas e nas levadas da Madeira, mas que já se expandiu para algumas localidades de Espanha e Itália, onde foram instalados os “beacons”, dispositivos que utilizam a tecnologia “bluetooth” e que permitem depois a interação.

“Há pequenos tesourinhos escondidos que podemos mostrar aos utilizadores através dos ‘beacons'”, referiu Marta Sousa, dando como exemplo o Museu de Arte Antiga, em Lisboa, em que a aplicação mostra a planta do espaço e informação sobre as obras expostas.

Para aquela responsável, que falava à Lusa no ‘stand’ da Smitty, que já está em fase Beta, ou seja, já tem uma presença consolidada no mercado, a apresentação da aplicação na primeira edição da Web Summit em Lisboa “foi um catalisador” para o seu desenvolvimento.

“É um fator de sucesso o facto de a Web Summit estar em Portugal, permitindo que as ‘start up’ portuguesas possam estar presentes, o que é extremamente vantajoso”, concluiu.

Na edição deste ano, a empresa vocacionada para as soluções de mobilidade lançou um novo serviço, o ’tá pedido’, uma plataforma a que se pode aceder por computador ou através de um dispositivo móvel, mas que dispõe também de uma central telefónica que recebe e organiza pedidos para transportar pessoas.

O público alvo são utilizadores que vivam em zonas de fraca densidade populacional e mais periféricas que precisem de se deslocar a algum serviço através, preferencialmente, dos transportes municipais.

A conferência de tecnologia e empreendedorismo Web Summit termina hoje, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

Lusa

Santa Maria da Feira: Está aí a 1ª edição do Loop, o Festival de Danças Urbanas

O evento terá lugar no Cineteatro António Lamoso e é organizado pela autarquia local, que se propõe assim “dar palco às vozes criadoras que se dedicam à potencialização da rica e abrangente linguagem das danças urbanas”.

Para o vereador da Cultura, Gil Ferreira, trata-se de “reconhecer à nova criação portuguesa um valor fundamental para, por um lado, ampliar a capacidade crítica e interventiva das novas gerações e, por outro lado, espoletar em novos públicos o interesse pelas artes”.

O autarca realça, aliás, que, “não obstante todos os criadores presentes na primeira edição do LOOP serem muito jovens, têm já percursos académicos e artísticos muito relevantes”, no que exibem um denominador comum e transversal: “a resiliência” – qualidade que, para Gil Ferreira, poderia até dar nome ao festival, por ser o atributo que “todos os jovens que procuram o novo e desafiam o convencional possuem e emanam”.

Mediante um bilhete único a preços entre os cinco e os sete euros, as quatro coreografias a apresentar no Cineteatro António Lamoso procuram representar “uma multiplicidade de expressões” e estabelecer “pontes de conversação” entre os criadores convidados para o festival.

A primeira performance em cena será “Querência”, que, em estreia absoluta por Catarina Campos e Rina Marques, constitui a representação de “um lugar metafísico que simboliza estar em casa – um lugar humano onde tudo vem de dentro”.

Segue-se “State of Doubt”, de Duarte Valadares, cuja performance “materializa de forma visceral a coletividade e indefinição de um corpo”. Os movimentos em palco desenham assim “um labirinto corporal que habita num ‘loop’ de procura ininterrupta, uma queda livre que não conhece início nem chão”.

Também em estreia mundial, a terceira proposta em palco tem autoria de Vítor Fontes e Maria Melo Falcão que, com “Bouncing Heads”, exploram “a interminável continuidade de movimentos onde reside a lógica dos corpos”.

Da coreografia resultam “corpos de cabeça articulada, desengonçada e frenética”, no que o balanço se torna fio condutor da sua “constante transformação”.

A última apresentação do Loop será “En El Vacio”, em que a venezuelana Melissa Sousa explora “o vazio como um espaço não ausente, com eco, com visão”. Propõe assim “um campo de forças que se atraem e se opõem, divergindo entre o conforto e o desconforto, numa pulsação metamórfica”.

Todos esses espetáculos serão precedidos pelo ‘workshop’ “Sampling”, que pretende funcionar como uma amostra do método de trabalho dos referidos coreógrafos e está aberto a 20 jovens bailarinos mediante inscrição prévia junto da organização.

Após as performances finais, à noite, o festival encerrará com uma conversa aberta em que o público poderá analisar com os artistas diferentes questões sobre danças urbanas e o processo criativo que essas envolvem.

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