Inicio Autores Posts por Ana Rita Silva

Ana Rita Silva

3457 POSTS 0 COMENTÁRIOS

Agente da PSP suicida-se em casa com a arma de serviço

Um agente da PSP, de 42 anos, suicidou-se, na manhã desta quarta-feira, em casa no Lugar da Estrada, em Peniche.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Leiria revelou ao Notícias ao Minuto que o alerta para as autoridades foi dado cerca das 07h45, tendo sido enviados para o local o INEM, os Bombeiros Voluntários de Peniche, bem como a GNR e a Polícia Judiciária.

Ao que o Notícias ao Minuto apurou junto de fonte da PSP, o agente era solteiro e vivia na casa dos pais, lugar onde tirou a vida.

Seiça Santos fardou-se, despediu-se aos pais e saiu para a zona exterior da casa, pois ia entrar ao serviço. Foi então que se ouviu um disparo: o agente havia colocado fim à vida com um tiro na cabeça dado com a arma de serviço.

As motivações que terá tido o homem ainda não se conhecem. Sabe o Notícias ao Minuto que o agente havia realizado exames médicos há pouco tempo, cujos resultados não partilhou com ninguém. Por essa razão não se sabe, para já, se estes poderão ter motivado a decisão do polícia.

Em menos de uma semana, este é o segundo agente da PSP que se suicida.

Na última quinta-feira, António Broa, de 42 anos e pais de duas meninas, também se suicidou, utilizando a arma de serviço.

Este ano, José Luís é o terceiro agente da PSP que tira a própria vida. Em março, um elemento daquela força policial, de 29 anos, atirou-se de um penhasco nos Açores. Estava a receber acompanhamento psicológico pois queria abandonar a instituição por estar cansado.

Questionada pelo Notícias ao Minuto, a Direção Nacional da PSP não comenta estes casos, sublinhando que “não se irá pronunciar publicamente em relação a esta situação dado que decorre o estudo de um grupo de trabalho, criado para proceder à análise  desta problemática nas forças de segurança”.

A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, disse ontem, na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, que perto de 900 agentes de segurança já foram alvo de triagem no âmbito da prevenção do suicídio nas forças de segurança.

[notícia atualizada às 14h35]

Encontrada uma das estudantes raptadas pelo Boko Haram

Passados dois anos, ativistas confirmaram que Amina Ali – uma das 276 raparigas rapatadas pelo Boko Haram em 2014 – foi encontrada viva por um grupo de vigilantes da floresta de Sambisa (Nigéria), perto da fronteira com os Camarões, divulga a BBC.

A jovem foi depois identificada por um guerrilheiro civil, que pertence a um grupo que ajuda a combater o Boko Haram. Fontes disseram à BBC “que a rapariga veio da vila de Mbalala, a sul de Chibok e que foi encontrada com um bebé.”

A 14 de Abril de 2014, o Boko Haram, grupo extremista muçulmano, atacou uma escola na cidade de Chibok, no nordeste da Nigéria e raptou 276 raparigas que se estavam a preparar para o exame do final do ano.

Destas, 57 conseguiram escapar, mas nunca se obteve mais nenhuma informação sobre as restantes raparigas. Como o Notícias ao Minuto deu conta, em maio de 2014, cerca de 100 destas raparigas apareceram, posteriormente, num vídeo deste grupo extremista, a recitarem o Alcorão.

Bayer pode estar prestes a comprar gigante Monsanto

Conhecida pelo papel na área da farmacêutica, a alemã Bayer também é uma das grandes fornecedoras de pesticidas e sementes do mundo. E é graças à forte presença nesse mercado que a emblemática patrocinadora do Bayer Leverkusen está interessada noutro gigante: a Monsanto.

De acordo com informações avançadas ainda ontem pela imprensa internacional, as duas empresas estarão perto de um acordo que criaria a maior empresa do mundo no setor dos pesticidas e sementes de cultivo.

Depois de surgir a confirmação da Monsanto, a própria Bayer surgiu em público para confirmar as negociações; ambas as empresas garantem que a proposta apresentada não é vinculativa, mas não divulgam valores.

“Representantes da Bayer reuniram-se recentemente com membros da gerência da companhia Monsanto para falar, confidencialmente, sobre uma aquisição de comum acordo”, assinala o grupo alemão no seu comunicado.

O documento recorda que a tal fusão “reforçaria a Bayer como empresa global de inovação em ciências da vida, com posições de liderança nas suas atividades principais, além de criar uma condição de cultivo integrado”.

A empresa germânica assinala ainda que o seu comunicado responde à declaração difundida pela Monsanto e que, caso seja necessário, publicará informação adicional.

A multinacional Monsanto tem estado relacionada, nos últimos tempos, com noticias muito controversas, dado que vários países europeus estão contra a utilização do glifosato, substância muito utilizada nos pesticidas, designadamente do Round Up, do grupo Monsanto, e que, segundo alguns especialistas, é suspeita de ser cancerígena.

Em abril, o Parlamento Europeu defendeu a renovação da autorização para comercializar glifosato por somente sete anos, contra os 15 anos inicialmente previstos.

Várias organizações, nomeadamente ambientalistas e, em Portugal, partidos como o ecologista Os Verdes ou o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN), além do BE, têm pedido a proibição da venda de pesticidas com glifosato.

Uma petição a decorrer em Portugal contra o uso de glifosato tem já mais de 15 mil assinaturas.

Valls pede “castigo duro” para os manifestantes que atacaram a polícia

“O castigo tem de ser duro. O inquérito já começou e as detenções efetuadas” disse o primeiro-ministro Manuel Valls à estação de rádio RTL.

A manifestação inédita de polícias contra o “ódio que se tem manifestado contra as autoridades” terminou com atos de violência, no centro da capital francesa.

Um grupo de contramanifestantes atacou um veículo policial com barras de ferro antes de terem lançado um engenho explosivo que incendiou o carro, obrigando os dois ocupantes a fugirem do local.

O chefe da polícia de Paris, Michel Cadot disse que que os dois agentes estavam no carro antes de o engenho explosivo ter sido lançado para o interior do veículo.

Os agentes, um homem e uma mulher, conseguiram abandonar o carro de serviço na altura da explosão que incendiou o veículo.

O incidente aconteceu na altura em cerca de 300 pessoas desafiaram a marcha dos polícias franceses com cânticos em que o acusavam os agentes de “porcos e assassinos”.

A presença dos contramanifestantes levou a polícia a lançar granadas de gás lacrimogéneo.

Segundo fontes oficiais consultadas pela France Presse, quatro suspeitos do ataque foram detidos na quarta-feira, sendo que um quinto indivíduo foi detido hoje de manhã.

Nas últimas semanas, tem-se registado em França uma série de manifestações contra a nova legislação laboral proposta pelo governo.

De acordo com as forças da ordem, “grupos de provocadores” têm-se infiltrado nas manifestações onde ocorrem confrontos com a polícia.

Para Manuel Valls, os organizadores dos protestos contra a legislação laboral devem evitar a presença de provocadores.

Nos últimos dois meses, 350 polícias ficaram feridos durante os protestos contra a lei laboral, em manifestações que ocorrem em todo o país.

Primeiro-ministro do Egito não descarta tese de ataque terrorista

Primeiro-ministro do Egito não descarta tese de que um ataque terrorista possa ter sido a causa da queda do avião da EgyptAir que esta manhã desapareceu dos radares com 66 pessoas a bordo.

Segundo a Reuters, quando questionado pelos jornalistas no aeroporto do Cairo sobre se poderá ter-se tratado de um ataque terrorista, Sherif Ismail disse que “não pode ser excluída nem confirmada nenhuma hipótese”.

O avião ter-se-á despenhado ao largo da ilha grega de Karpathos, no mar Mediterrâneo, confirmou à AFP fonte da aviação civil grega.

O primeiro-ministro egípcio, que é formado em engenharia, explicou ainda que não foi feito qualquer pedido de ajuda pelos pilotos do MS804. As autoridades de aviação captaram de facto um “sinal de emergência”, mas este ter sido emitido pelos sistemas do avião de forma automática depois de este se ter despenhado.

Tean-Paul Troadec, antigo chefe da unidade de investigação de acidentes aéreos francesa, diz que o desaparecimento do avião da EgyptAir terá “quase de certeza” sido provocado por um “ataque”.

“Um problema técnico, um incêndio ou uma falha no motor não causariam um acidente instantâneo”, argumentou, citado pelo Mirror.

Avião da Egyptair terá caído ao largo da ilha grega de Karpathos

O avião da EgyptAir que desapareceu dos radares esta madrugada ter-se-á despenhado ao largo da ilha grega de Karpathos, no mar Mediterrâneo, confirmou à AFP fonte da aviação civil grega.

Ainda não são conhecidos os indícios que apontam nesta direção, nem se já terão sido encontrados destroços.

Ressalva-se apenas que, apesar de grega, esta ilha localiza-se no espaço aéreo egípcio.

Segundo controladores aéreos gregos, o piloto confirmou à torre de controlo do espaço aéreo grego que o voo decorria “sem problemas”, tendo depois, 10 minutos antes da hora prevista para aterrar e já no espaço aéreo egípcio, enviado sinais a dar conta de uma emergência.

Esta manhã foi noticiado o testemunho dos tripulantes de um navio que disseram ter visto uma “chama no céu” perto da ilha de Karpathos.

Continuam a decorrer operações de buscas no Mediterrâneo envolvendo as Forças Armadas egípcias e gregas.

O avião tinha 56 passageiros a bordo, incluindo um português, três seguranças e sete membros da tripulação, num total de 66 pessoas.

Português que estava em avião que caiu vivia em Joanesburgo

A EgyptAir confirmou esta quinta-feira que havia um cidadão de nacionalidade portuguesa entre as 66 pessoas que estavam a bordo do voo que se despenhou no mar Mediterrâneo.

A RTP adianta agora que o cidadão em causa será um homem de 62 anos que vivia em Joanesburgo, na África do Sul.

Recorde-se que o voo partiu de Paris às 23h09 (menos uma hora em Portugal Continental) com destino à capital do Egito. O voo MS804, porém, desapareceu dos radares quando sobrevoava ainda o mar Mediterrâneo.

As autoridades egípcias, bem como as gregas, já confirmaram que o avião se terá despenhado, acreditando que terá sido ao largo da ilha grega de Karpathos. A Grécia, aliás, prontificou-se a dar apoio nas buscas.

Nesta fase as autoridades ainda estão à procura de destroços, não adiantando o que terá levado a este trágico desfecho.

Entretanto, o primeiro-ministro egípcio, Sherif Ismail, formado em engenharia, explicou que não foi feito qualquer pedido de ajuda por parte dos pilotos do MS804, não descartando a hipótese de poder ter sido um atentado.

AlmaLusa Baixa/Chiado – A valorização da cultura Lusa

Mais que um hotel, o AlmaLusa Baixa/Chiado é um local de valorização da cultura Lusa através da traça local e de marcas nacionais de referência, que proporcionam um encanto especial à sua estadia.

Veja, sinta e cheire a história de Lisboa, seja na suavidade da roupa dos quartos, no aroma que percorre o hotel, na gastronomia lisboeta, nos vinhos que pode degustar ou nas lembranças que pode levar consigo.

A localização privilegiada, permite que se desloque a pé para os locais históricos e determinantes da cidade de Lisboa, riquíssimos museus, zona de compras genuínas e a vida noturna com os seus restaurantes, bares e tascas. Transportes públicos como o metro, autocarros, eléctricos, Tuk-Tuk’s e até mesmo barcos são também facilmente acessíveis a partir do hotel. A Ribeira das Naus e o Terreiro do Paço, a 2 minutos de distância, permite que faça um agradável passeio à beira do Tejo, um jogging matinal ou até um tour de bicicleta.

Instalações

Cada um dos 28 Quartos (não-fumadores), incluindo 12 Suites estão equipados com internet Wi-Fi de 100mb, TVs de 42’ Led Smart TV by LG, cama “heavenly luxury bed” by Colmol e casas de banho com duche “power shower” da Sanindusa e amenities da Castelbel. Para além das facilidades anteriores, algumas categorias têm ainda Radios REVO, Kit de boas vindas da Delta e Aguas oferta. Cada quarto foi projectado para ter um ambiente tranquilo, inspirado na história do edifício e num estilo contemporâneo e cosmopolita.

A Recepção no piso térreo, na parte mais preservada do edifício e cuidadosamente recuperada, conta com uma Castelbel Retail Spot e produtos AlmaLusa, recepção e o restaurante Delfina – Cantina Portuguesa, que tem como objectivo de criar uma área de lazer onde se possa socializar, descontrair ou até mesmo trabalhar. A nossa equipe tudo fará para tornar a sua estadia única e inesquecível.

Restaurante Delfina – Cantina Portuguesa

Restaurante de cozinha portuguesa e do mundo com ingredientes frescos e locais, vinhos Portugueses, tudo servido numa atmosfera informal e descontraída, quer dentro quer na esplanada da praça.

“Embora já com outros restaurantes, não só em Lisboa, quando o Miguel me desafiou para esta aventura – desde a localização na parte antiga da cidade, até ao projeto – fiquei entusiasmado e não hesitei na minha decisão.

Daí para cá, não paro de idealizar o Menu na lógica dos muitos visitantes estrangeiros e Portugueses que vamos ter, mas também na dos Lisboetas que trabalham nesta parte da cidade com uma forte ligação ao rio e à descoberta do mundo.

Quero o Delfina convidativo, onde se pode relaxar, comer e desfrutar, com um toque de glamour, mantendo o tradicional e o clássico num  ambiente quente, envolvente e caseiro.

Dos clássicos às referências gastronómicas do mundo, e na lógica de servir durante todo o dia, a todas as horas, de forma informal e divertida, em sintonia com a atmosfera da cidade e do saber receber, característica dos Lisboetas e dos Portugueses”.

“É difícil ouvir estas declarações de alguém que quer ser Presidente dos EUA”

Angelina Jolie manifestou-se publicamente, esta segunda-feira, contra as declarações de Donald Trump que defendeu a proibição da entrada de muçulmanos nos Estados Unidos. A atriz, que discursava em Londres na qualidade de Alta Representante da ONU para os Refugiados, disse: “Para mim a América foi construída por pessoas de todo o Mundo, unidas pela liberdade, especialmente pela liberdade religiosa. É difícil ouvir estas declarações de alguém que quer ser Presidente dos EUA”.

No início de dezembro, o candidato republicano defendeu um bloqueio “completo e total” à entrada de muçulmanos nos Estados Unidos, em reação aos atentados de Paris, a 13 de novembro, que causaram 130 mortos.

“Até se identificar e compreender o problema e a perigosa ameaça, o nosso país não pode ser vítima de horrendos ataques de gente que só acredita na jihad e que não tem qualquer sentido e respeito pela vida humana”, disse Trump.

O candidato na corrida à Casa Branca, divulgou o comunicado depois de o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defender que o grupo extremista Daesh “não fala em nome do Islão” e pedir aos norte-americanos para não confundir radicais com o resto dos muçulmanos.

Jolie também se pronunciou, no evento organizado pela BBC em Londres, sobre a crise dos refugiados, comparando a situação atual com a que se viveu na Segunda Guerra Mundial. A atriz considerou que este é o momento em que as “nações tem de estar unidas” e lamentou que os esforços para ajudar os refugiados estejam a ser “drasticamente subfinanciados”.

Trump e a sua controversa campanha têm sido alvo de várias críticas. Jolie é a última de uma série de artistas que se pronunciaram sobre o candidato republicano à presidência dos Estados Unidos.

George Clooney considerou o sucesso político do magnata uma “loucura” e enviou uma carta de apoio a Hillary Clinton. Jennifer Lawrence também disse que se Trump ganhar as eleições presidenciais será o “fim do Mundo”.

Agora as panelas batem por Michel Temer

No domingo à noite, enquanto o Presidente interino do Brasil, Michel Temer, dava a sua primeira entrevista televisiva num popular programa da TV Globo, vários brasileiros foram para as janelas de casa bater panelas. O “panelaço” tem sido uma forma de protesto político muito utilizada no último ano – mas contra o Governo de Dilma Rousseff, ao ponto de a Presidente brasileira ter desistido de fazer comunicações ao país ou dar entrevistas na televisão, segundo a imprensa.

Mas Dilma foi afastada do cargo na passada quinta-feira de madrugada e quando o seu vice-presidente, Michel Temer, tomou posse nessa tarde e fez o seu primeiro discurso como Presidente da República, ouviram-se as primeiras e espontâneas batidas de panelas, sinalizando que o protesto tinha mudado de mãos.  No domingo à noite, o “panelaço” foi mais sonoro – e, se não foi o protesto de escala nacional noticiado pelos media ligados à esquerda, pelo menos replicou nas principais cidades brasileiras: Rio, São Paulo, Brasília e Porto Alegre. Várias pessoas gritaram “Fora Temer” ou “golpistas” durante o protesto.

O impeachment de Dilma gerou um clima de desgaste e melancolia entre os que defendiam a Presidente. A mobilização contra um vice-presidente que trabalhou abertamente pelo afastamento de Dilma começou tímida e dispersa, mas deverá aumentar nos próximos tempos, insistindo na ilegitimidade do seu Governo. A contestação tem sido intensa nas redes sociais: nos últimos dias, a página de Facebook do PMDB, partido de Temer, e de várias figuras políticas que votaram no impeachment ou estão ligadas ao novo governo, foram alvo de um “vomitaço”: milhares de pessoas publicaram bonequinhos vomitando nas secções de comentários. A página de Facebook do Fantástico, o programa de variedades e reportagem que transmitiu a entrevista com Michel Temer, também registou um “vomitaço”.

Na entrevista, gravada na sexta-feira no palácio da vice-presidência em Brasília, Temer reconhece que não tem o apoio da população e que, para obtê-lo, terá de “produzir efeito benéfico para o país”. Mas também garantiu que não pretende recandidatar-se em 2018. “Isso dá-me maior tranquilidade, eu não preciso praticar gestos ou actos conducentes a uma eventual reeleição. Eu posso ser até, digamos assim, impopular”, afirmou.

Questionado sobre a polémica ausência de mulheres à frente dos ministérios no seu executivo – o primeiro Governo desde a ditadura militar exclusivamente masculino –, o Presidente interino afirmou que pretende trazer “uma representante do mundo feminino” para algumas secretarias, como a Cultura (o seu Governo acabou com o estatuto de ministério desta área), Ciência e Tecnologia, e Cidadania. Ele também antecipou que, se Dilma perder definitivamente o mandato presidencial daqui a seis meses, quando o Senado proceder ao seu julgamento, a sua mulher de 32 anos, Marcela Temer, irá assumir “funções na área social”. Marcela Temer tem sido uma fixação da imprensa brasileira ainda antes de Temer assumir a Presidência. Há um mês, a revista Veja publicou um perfil que causou controvérsia pelo seu enaltecimento de um modelo feminino domesticado e retrógrado – Marcela, 43 anos mais nova do que o marido, foi descrita como “bela, recatada e do lar”.

O filho de sete anos do casal, conhecido como Michelzinho, foi quem escolheu o logótipo institucional do novo Governo, que aparecerá em todos os documentos e actos oficiais: um globo igual ao da bandeira do Brasil, com a faixa “Ordem e Progresso”, em azul resplandecente. “Se uma criança gosta, é porque a gente tem algo puro, tem algo bom na mão. Foi o Michelzinho quem escolheu a marca”, disse, “extasiado”, Elsinho Mouco, o publicitário por trás da imagem do novo Governo, à Folha de S. Paulo. Mas o logo foi criticado por designers, que o consideram retrógrado e parecido com a identidade visual da TV Globo, e está a ser parodiado nas redes sociais. “”O doutor Michel queria uma marca límpida, clara, simples como ele é”, disse Elsinho Mouco. “Não fiz nada demais, mas estou vendo que bombou mesmo.”

EMPRESAS