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Ana Rita Silva

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Sem ‘Assassin’s Creed’, Ubisoft confirma presença na E3

Com a aproximação do mês de junho as principais editoras de videojogos começam a confirmar as suas presenças para aquele que é considerado o maior evento de videojogos do mundo, a E3.

A mais recente é a Ubisoft – editora e produtora conhecida por ‘Assassin’s Creed’, ‘Rayman’ e mais recentemente ‘The Division’ – que confirmou a sua conferência para o dia 13 de junho, segunda-feira, para as 21h, pode ler-se no VG24/7.

Já anteriormente a Ubisoft confirmou que a sua série anual, ‘Assassin’s Creed’, não contaria com uma nova iteração este ano, ficando o mistério sobre quais os títulos que surgirão na conferência.

 

Acusação e defesa abrem debate que definirá o futuro de Dilma Rousseff

Para o advogado Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de destituição de Dilma Rousseff, o governo não cometeu “meras infrações administrativas”, mas “um crime contra a pátria”.

O advogado acrescentou que a Presidente lançou o país na crise económica para garantir a reeleição.

Sobre as “pedaladas fiscais” (atrasos nas transferências do Governo para os bancos públicos, para melhorar as contas públicas), a principal acusação contra Dilma Rousseff, Reale disse que “o Brasil está falido”.

Do lado da defesa, o chefe da Advocacia Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, voltou a dizer que o processo é nulo e, se a destituição for aprovada, significa uma rutura constitucional.

“Se aprovarem o ‘impeachment’ (destituição), o povo terá sido colocado na periferia. A história colocará as pessoas no seu devido lugar”, argumentou.

Cardozo também reafirmou a legalidade das “pedaladas fiscais”.

“Não há base para ‘impeachment’, não há ilícito, não há dolo. Atraso de pagamento de contrato não é empréstimo e não houve má fé da Presidente no caso das ‘pedaladas'”, argumentou.

Há 24 anos, o Brasil mobilizou-se em torno da destituição de um Presidente da República, num processo que terminou com a renúncia de Fernando Collor de Mello.

Mas no atual processo, Dilma Rousseff já garantiu que não vai renunciar ao cargo.

No domingo realiza-se uma votação no plenário da Câmara de Deputados que decidirá se as acusações devem ser encaminhadas para o Senado.

O afastamento de Dilma Rousseff precisa ser apoiado por pelo menos 342 deputados, de um total de 513 parlamentares que fazem parte da Câmara de Deputados.

Para abrir juridicamente o processo, o pedido precisa de ser aprovado também pela maioria simples dos 81 senadores.

Se a Presidente for processada e condenada pelos senadores, será destituída e o vice-Presidente Michel Temer passa a ocupar o cargo.

Nesse caso, Dilma Rousseff também perderá o direito de exercer qualquer cargo público por um período de oito anos.

 

“Reversão do enorme aumento de impostos será gradual e seletiva”

Rocha Andrade falava numa sessão de esclarecimento sobre as alterações introduzidas na fiscalidade pelo Orçamento do Estado para 2016, organizada pela Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA).

“Durante a legislatura e salvo pequenos ajustamentos, não se prevê a alteração da estrutura e das taxas dos principais impostos: IVA, IRC e IRS”, reforçou.

Confrontado por Fernando Paiva de Castro, presidente daquela associação empresarial, que disse não compreender a opção de não prosseguir com a redução do IRC, dada a “exagerada carga fiscal que debilita as empresas e lhes retira competitividade”, o secretário de Estado desvalorizou as alterações em sede de IRC, “que tiveram um impacto quase nulo na economia real” e salientou que o prazo para deduzir prejuízos “só foi alterado para as grandes empresas”, mantendo-se para as outras o período de 12 anos.

Apesar da inflexibilidade quanto à descida do IRC, Rocha Andrade anunciou que o Governo está a preparar “para breve” um conjunto de medidas de capitalização das empresas e de redução dos custos com o cumprimento das obrigações fiscais, através da sua simplificação.

Fernando Rocha Andrade aludiu ao facto das empresas portuguesas se habituarem a recorrer à banca para se financiarem e, por isso, serem afetadas pela contração do crédito bancário, para anunciar que serão anunciadas “nas próximas semanas” medidas fiscais e não só, para facilitar a entrada de capital nas empresas.

“A capitalização das empresas é um dos domínios em que temos de agir”, disse, reconhecendo que “o Código do IRC é pouco amigo dos capitais próprios, porque só permite deduzir os custos com o financiamento bancário”.

Por outro lado, garantiu o empenhamento do Governo em baixar os custos para as empresas, mas também para o Estado, do cumprimento das obrigações fiscais, através da simplificação administrativa.

De acordo com as estimativas de que se socorreu, as empresas portuguesas gastam, em média, mais de 290 horas para cumprir as obrigações fiscais, o que representa para elas um custo, sendo ultrapassado apenas por países como a Albânia ou a Bósnia.

“Temos de facilitar o cumprimento das empresas, no quadro do Simplex, deixando de repetir dados que já são conhecidos da Autoridade Tributária e deveres de informação redundantes”, disse.

Uma das novidades que deixou foi que a informação periódica passará a estar pré-preenchida no Portal das Finanças, que será também alterado quanto aos pedidos de informação à administração fiscal, com um tratamento administrativo das respostas mais eficiente.

 

Segurança Social pagou abono a mais a 39 mil crianças por erro

Em comunicado, o Instituto de Segurança Social (ISS) revela que detetou um erro informático no pagamento da prestação no mês de março, o que fez com que cerca de 39 mil crianças recebessem um valor superior ao que tinham direito.

De acordo com o ISS, as cerca de 39 mil crianças representam “menos de 4% do total dos beneficiários”.

Após a deteção do erro, o ISS adianta que o “acerto está a ser feito no pagamento referente ao mês de abril”, estando as respetivas famílias a ser notificadas por correio eletrónico ou por carta.

Por outro lado, o ISS diz também que “as variações que estão a decorrer nos pagamentos dos montantes do abono de família resultam dos aumentos” introduzidos pelo atual Governo e que obrigaram ao “pagamento de retroativos no mês de março”.

O ISS aproveita para lembrar que um decreto-lei aprovado em janeiro veio aumentar o abono de família para crianças e jovens de famílias monoparentais de 20% para 35%, além de uma portaria que aumentou os montantes atribuídos nos 1.º, 2.º e 3.º escalões desta prestação social, atualizando-os em 3,5%, 2,5% e 2%, respetivamente.

“O aumento foi refletido no pagamento desta prestação efetuado no mês de março, o qual incluiu os retroativos referentes ao mês de fevereiro”, lê-se no comunicado.

Acrescenta que este mês o pagamento do abono de família já reflete o valor final com os aumentos introduzidos pelas respetivas alterações legislativas.

 

Exposição dedicada a Amadeo de Souza Cardoso reúne 300 obras em Paris

Além das 250 obras assinadas por Amadeo de Souza Cardoso, serão também exibidas 15 obras de outros artistas, que foram próximos do criador português, como Modigliani, o casal Robert e Sonia Delaunay, e Brancusi, além de 52 documentos de arquivo.

Organizada pelo organismo público francês Réunion des Musées Nationaux et du Grand Palais des Champs-Élysées, com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, a exposição é comissariada por Helena de Freitas e tem como objetivo dar a conhecer a obra de um artista que teve uma vida curta e intensa, tendo falecido apenas com 30 anos, de gripe pneumónica.

Embora tenha morrido jovem, Amadeo viveu em Paris, onde teve contactos com os modernistas, e chegou a exibir e a vender o seu trabalho nos Estados Unidos, sendo considerado, pelo crítico de arte norte-americano Robert Loescher, “um dos segredos mais bem guardados do início da arte moderna”.

Nesta exposição, será também apresentado um tríptico em vídeo encomendado ao artista Nuno Cera, pela Fundação Calouste Gulbenkian – intitulado “Tour d’Horizon” -, que mostra os lugares de referência de Amadeo: Manhufe, onde nasceu, no concelho de Amarante, em Portugal, a Bretanha e Paris.

Das ‘estrelas’ da exposição destacam-se “Le Saut du lapin” (1911), um óleo sobre tela proveniente do Art Institute of Chicago, “Avant la corrida”, outra tela que tinha sido exibida no Grand Palais, no Salão de Outono, em 1912, e que foi no ano seguinte para a exposição Armory, nos Estados Unidos, onde foi vendida, pertencendo atualmente ao acervo da Gulbenkian.

“Procession Corpus Christi”, “La Cuisine de la maison de Manhufe”, “Casa do Ribeiro”, “Cavaliers”, “L’Athlète”, todas datadas de 1913, são outras telas que serão expostas, pertencentes à coleção da Fundação Calouste Gulbenkian ou a coleções particulares.

Nos desenhos, o público poderá ver, entre outros, sobretudo de 1912, “Le bain des sorcières”, “L’athlète”, “Le tournoi”, “Le tigre”, “La tourmente”, “Les chevaux du sultan”, “La Détente du cerf”, “La forêt merveilleuse”, muitos deles criados para o álbum “XX Dessins”, que Amadeu imprimiu e replicou, para divulgar a sua obra na cena artística da época, enviando, entre outros países, para os Estados Unidos e Alemanha.

Haverá dezenas de caricaturas, uma expressão artística que despontou em Amadeo de Souza Cardoso, ainda em criança, pois todos os seus livros de escola revelam esse hábito de desenhar qualquer figura que o rodeava.

Também postais trocados com a família, outros artistas e a própria mulher, Lucie Souza Cardoso, que guardou grande parte do espólio do artista, após a morte, regressando a Paris, onde se rodeou dos quadros de Amadeo, que cobriam as paredes da residência, revelam as fotografias da época.

Amadeo de Souza Cardoso ainda expôs a sua obra ao lado dos maiores do seu tempo, nomeadamente Braque, Picasso, Duchamp, Matisse, Kandinsky ou Léger, mas a morte precoce interrompeu uma carreira artística que poderia ter sido fulgurante, segundo alguns críticos ouvidos pelo realizador do filme “Amadeo de Souza Cardoso: O último segredo da arte moderna”.

O documentário realizado por Christophe Fonseca terá estreia mundial em televisão, na RTP, no próximo dia 20, data de abertura ao público da exposição, em Paris.

A exposição dedicada a Amadeo de Souza Cardoso vai ficar patente no Grand Palais até 18 de julho.

 

 

Primeiro ministro da Hungria defende criação de “novo espaço Schengen”

“Temos de reformar Schengen, ou criar um novo Schengen, é a pré-condição para qualquer espécie de sistema de asilo positivo. Esta é a posição da Hungria”, afirmou Viktor Orbán, que participou hoje em Lisboa numa reunião do comité executivo da Internacional Democrata do Centro (IDC).

O acordo de Schengen de 1985 criou um espaço europeu de fronteiras abertas e livre circulação de pessoas entre os 26 países signatários.

O chefe do governo húngaro afirmou também que a defesa das fonteiras do seu país constitui uma prioridade.

“Estamos muito concentrados na defesa das nossas fronteiras, porque o que pensamos que é necessário alterar de imediato não é o sistema de pedido de asilo mas defender as fronteiras”, referiu Orbán.

Ao comentar a recente visita do primeiro-ministro português, António Costa, à Grécia e a disponibilidade imediata de Portugal para acolher 1.250 refugiados, Orbán sublinhou a existência de uma “lógica diferente” entre os dois países.

“Penso que todas as decisões e medidas dependem dos parlamentos e dos governos nacionais. Nós somos diferentes, temos uma abordagem diferente, apreciamos que os portugueses estejam tão ativos, mas os húngaros seguem a sua própria lógica”, afirmou.

O primeiro-ministro húngaro, no poder desde 2010 após ter ocupado pela primeira vez o cargo entre 1998 e 2002, tem-se revelado um firme opositor ao acolhimento de migrantes, com o seu Governo a considerar como delinquente todo o migrante que atravesse a vedação de arame farpado erguida no outono por Budapeste nas fronteiras com a Sérvia e Croácia.

Cerca de 400.000 pessoas transitaram pela Hungria antes da instalação das vedações e do encerramento das fronteiras, implicando a posterior expulsão ou mesmo a detenção de muitos migrantes.

O Governo de Budapeste recusa agora estabelecer qualquer quota relacionada com a repartição de refugiados à escala europeia, designadamente na sequência do acordo de 18 de março, entre a União Europeia e a Turquia, e que agravou as tensas relações entre Budapeste e Bruxelas.

Orbán, que chegou na tarde de quinta-feira a Lisboa, participou hoje no conclave do IDC, uma associação fundada em 1961 que agrupa os partidos políticos “democratas-cristãos e cristãos socialistas do mundo”, de acordo com a uma nota enviada pelo PSD à imprensa.

O ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho esteve hoje presente nesta iniciativa, tendo convidado para o almoço de encerramento António Guterres, candidato a secretário-geral das Nações Unidas.

 

Aviso FMI: Portugal precisa de mais austeridade para cumprir défice

A neglicência orçamental dos últimos dois anos colocou Portugal “numa situação difícil”, e por isso, “são necessárias medidas adicioanis para atingir a meta do défice”. O raciocínio é de Poul Thomsen, diretor do departamento europeu do FMI, e faz antever meses difíceis com mais cortes a afetarem os portugueses.

A notícia está a ser avançada pela RTP, citando declarações do economista do FMI. O aviso surge três dias depois dos primeiros sinais de descontentamento dados pelo Fundo Monetário em relação à estratégia orçamental definida pelo programa do Governo de António Costa.

“Portugal está a caminhar pelo rumo errado”, começou por dizer o responsável do Fundo Monetário em conferência de imprensa esta sexta-feira, antes de falar numa tendência de “relaxamento orçamental nos últimos dois anos” que coloca Portugal em situação difícil mesmo depois da implementação de “reformas estruturais importantes”.

Para Poul Thomsen, o alívio da contenção “vai claramente na direção errada para um país que não tem margem orçamental e tem uma dívida elevada”.

Na passada terça-feira, os especialistas do FMI reviram em baixa o crescimento previsto em Portugal este ano e até 2020, para além de preverem um deslize nas contas públicas superior ao objetivo do Executivo. Enquanto Mário Centeno e António Costa apontam para um défice de 2,2% do PIB negociado com os parceiros de Bruxelas, o Fundo Monetário Internacional garante que sem austeridade, as perdas orçamentais vão chegar aos 2,9%.

 

Conhece a história do ‘suicídio mais bonito do mundo’?

É preciso recuar até ao ano de 1947 para lhe contarmos a história daquele que é considerado o ‘suicídio mais bonito do mundo’.Evelyn McHale era uma jovem de 23 anos que estava no auge da sua juventude. Estava noiva e tinha à sua frente um futuro risonho.

No dia 1 de maio de 1947 dirigiu-se ao centro de Nova Iorque e visitou o famoso Empire State Building que tem 102 andares.

Quem a viu na fila para comprar o bilhete de acesso ao miradouro não desconfiou de quais seriam as suas intenções. Mas uma vez chegada ao miradouro, no 86º andar, Evelyn saltou, deixando todos em choque.

Foram mais de 170 metros em queda livre e, por isso, seria de supor que ao embater no solo o corpo da jovem ficasse visivelmente em mau estado. Mas tal não aconteceu.

Evelyn caiu de costas no tejadilho de uma limusine que ficou desfeito, mas quem passasse e não soubesse o que tinha acabado de acontecer, iria pensar que a jovem se havia deitado delicadamente sobre o mesmo.

Conta o canal História que apesar da brutalidade do impacto, o corpo de Evelyn não apresentava sinais do que havia acontecido, parecia até que estava a posar para uma foto, pois tinha os pés cruzados e a mão esquerda segurava o colar. O rosto, por sua vez, não demonstrava desespero, mas sim paz e tranquilidade.

A imagem que correu mundo foi captada pelo fotógrafo Robert Wiles e publicada na revista Life sob o título ‘O Suicídio Mais Bonito do Mundo’.

No decorrer das investigações, a polícia encontrou um bilhete escrito por Evelyn: “Ele está muito melhor sem mim… eu nunca serei uma boa esposa para ninguém”.

 

Leonardo Da Vinci tem pelo menos 35 parentes vivos

Um grupo de investigadores italianos diz ter identificado 35 parentes vivos de Leonardo Da Vinci.

O pintor renascentista não casou nem teve filhos pelo que não lhe são conhecidos descendentes diretos, mas os historiadores Alessandro Vezzosi e Agnese Sabato dizem ter identificado descendentes dos seus irmãos.

Para esta investigação foram usados apenas registos genológicos para construir a árvore de família de Leonardo.

O pintor morreu em 1519, aos 67 anos, e teria sido enterrado no castelo de Amboise, no vale do Loire, em França, mas nunca foi encontrado DNA passível de identificação.

Entre os parentes de Leonardo agora identificados está o realizador Franco Zeffirelli.

https://www.noticiasaominuto.com/politica/567066/e-menos-de-um-mes-apos-posse-marcelo-convoca-conselheiros

 

Londres: Preso em aeroporto por suspeita de terrorismo. Há mais detidos

Cinco pessoas foram ontem e hoje detidas por suspeitas de terrorismo em Inglaterra, numa operação conjunta das autoridades francesas. Belgas e dos serviços secretos britânicos.

Três homens de 26, 40, 59 anos e uma mulher de 29 anos foram detidos ontem em Birmingham e um homem de 26 anos foi esta manhã detido no aeroporto de Gatwick

“Estas detenções fizeram parte de uma investigação extensa levada a cabo pela Unidade de Contra Terrorismo das Midlands Ocidentais em cooperação co uma rede alargada de contra terrorismo, o  MI5 e parceiros internacionais como as autoridades belgas e francesas”, disse o chefe assistente da polícia Marcus Beal, citado pelo Independent.

“Em nenhum momento a segurança pública esteve em risco” no decorrer destas operações, garantiu ainda.

Também não há informação de nenhum ataque planeado no Reino Unido.

Os suspeitos estão hoje a ser interrogados na estação policial das Midlands Ocidentais.

 

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