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Ana Rita Silva

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Caixa vende participação no fundo que gere o edifício do Campus da Justiça

Os acionistas do fundo que detém o Campus da Justiça, no Parque das Nações, venderam a sua participação a investidores estrangeiros, avança o Jornal de Negócios que cita fontes do mercado imobiliário.

O fundo Office Park Expo era detido por vários acionistas, entre os quais o fundo de pensões da Caixa Geral de Depósitos, para além do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social e da Fundação Calouste Gulbenkian.

Entre os ativos do fundo estão vários imóveis no Parque das Nações, incluindo o edifício alugado ao Campus da Justiça. Fonte oficial da Caixa confirmou ao Negócios a venda da participação no fundo Office Park.

Dois cometas vão passar perto da Terra entre hoje e amanhã

3,5 milhões de quilómetros pode parecer muito, mas quando se trata da distância entre um cometa e o planeta Terra pode dizer-se que é quase uma “razia”. Entre esta segunda e terça-feira, dois cometas vão fazer aproximações raras à Terra, sendo que um deles deverá fazer a aproximação mais tangente desde 1770, segundo o jornal brasileiro Folha de São Paulo.

Trata-se do cometa P/2016 BA14, que esta terça-feira deverá estar a uma distância máxima de 3,5 milhões de quilómetros da Terra, o que corresponde a apenas nove vezes a distância da Terra à Lua. Antes, já esta segunda-feira, um outro cometa (252P/Linear) vai estar a 5,34 milhões de quilómetros de distância.

A última vez que um planeta esteve tão perto da Terra foi em 1770, quando o Lexell (D/1770 L1) passou a 2,2 milhões de quilómetros de distância.

Segundo o mesmo jornal, os dois cometas têm ambos pouco mais de cinco anos e praticamente a mesma órbita, devendo um ter-se desprendido do outro. A sua composição é quase inteiramente gelo e rocha.

Turquia confronta-se com “uma das maiores vagas de terrorismo”

A Turquia confronta-se com “uma das maiores vagas de terrorismo da sua história”, afirmou esta segunda-feira o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, prometendo reprimir os rebeldes curdos e o grupo extremista Estado Islâmico (EI).

“Vamos atingir estas organizações terroristas com toda a força possível”, declarou Erdogan, num discurso público em Istambul, pedindo aos turcos que “se mobilizem” contra esta ameaça, na sequência de seis atentados bombistas em oito meses que causaram mais de 200 mortos.

Um grupo rebelde curdo reivindicou dois recentes ataques bombistas em Ancara.

Erdogan questionou “a sinceridade” dos países da União Europeia no apoio ao combate do governo turco contra os rebeldes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK, ilegalizado) e denunciou “a hipocrisia” dos 28.

O PKK foi considerado um grupo terrorista e integra “a lista negra” na Turquia e dos aliados ocidentais de Ancara.

“Como se pode falar de sinceridade quando a organização terrorista (PKK) pode montar uma tenda em Bruxelas, em frente ao edifício do Conselho Europeu”, questionou Erdogan, numa referência a uma tenda de ativistas curdos presente na capital belga durante a cimeira UE-Turquia, na passada semana.

Ministro das Finanças grego questiona “boa-fé” do FMI em relação a Atenas

O ministro grego das Finanças lançou este domingo dúvidas sobre a atitude do Fundo Monetário Internacional (FMI) no plano de resgate financeiro da Grécia, questionando-se sobre a sua “boa-fé” em relação à Grécia e à zona euro.

“O Fundo disse que ao mesmo tempo que nos pressionava para as reformas, pressionava os nossos credores para a dívida”, afirmou Euclides Tsakalotos, que tutela a pasta das Finanças na Grécia, exigindo que a União Europeia (UE) alivie a Grécia.

“Mas toda a pressão está sobre nós, na medida em que os Estados-membros disseram que a discussão sobre a dívida só se vai abrir depois de concluída a primeira avaliação” dos esforços de ajustamento de Atenas, disse o governante grego, sublinhando “ter dificuldade em ver que o FMI se comporte de boa-fé”.

“O Fundo deve compreender que nós somos um país europeu” e não pode “dificultar a estratégia do Governo de sair do ciclo viciosos de medidas-recessão-novas medidas”, reiterou.

O Governo helénico e as autoridades europeias acordaram em 2015 um novo programa de resgate financeiro, o terceiro desde 2010, no montante de 86 mil milhões de euros.

Até agora, o FMI não confirmou a sua participação no programa, e já disse que só participa se se aplicarem reformas credíveis e houver um alívio da dívida por parte dos europeus.

Porém, os europeus têm-se manifestado reticentes a este alívio da dívida, o qual contudo é considerado por Atenas como fundamental para continuar com as reformas.

Wi-Fi aberto pode transformar cafés em centros de pirataria

No futuro cafés que disponibilizem internet grátis aos seus clientes poderão ser ainda mais visitados por quem apoia descarregamentos ilegais, algo que se pode tornar realidade graças a uma decisão preliminar do Tribunal Europeu.

Como conta o The Next Web, a decisão aponta que os proprietários destes cafés não têm de providenciar uma ligação segura à internet com o propósito de proteger propriedades intelectuais abrangidas por direitos de autor, referindo que esta necessidade coloca em causa os princípios da livre circulação de informação e liberdade de expressão.

A decisão refere-se a um processo levantado pela Sony ao proprietário de um café na Alemanha onde o era comum descarregar música ilegalmente, algo possibilitado pela rede de Wi-Fi não protegida.

 

Relator da ONU critica violações dos direitos humanos em Israel

Makarim Wibisono, que assumiu o cargo em junho de 2014, apresentou o último relatório perante o Conselho dos Direitos Humanos da ONU. Em janeiro passado, o indonésio anunciou a demissão do cargo por Israel nunca o ter autorizado a entrar nos territórios palestinianos.

Wibisono sucedeu ao norte-americano Richard Falk, que Israel também não autorizou a entrar nos territórios palestinianos.

“Esta falta de cooperação parece infelizmente assinalar a continuação de uma situação na qual os palestinianos sofrem diariamente violações dos direitos humanos sob a ocupação israelita”, declarou Wibisono, denunciando perante o Conselho a falta de procedimentos legais contra autores e responsáveis por estas violações.

O representante israelita, que acusou repetidamente o Conselho dos Direitos Humanos e o relator de parcialidade, não estava presente na sala durante o debate.

O embaixador israelita Eviatar Manor justificou a ausência em comunicado. “Enquanto o Conselho não se submeter a uma terapia comportamental para tratar a obsessão em relação a Israel, não iremos cooperar com mecanismos parciais”.

O representante da União Europeia, o diplomata dinamarquês Peter Soerensen, lamentou que Israel não tenha autorizado a visita de Wibisono aos territórios palestinianos e criticou o mandato do relator por se ter “limitado a investigar as violações de Israel”.

Israel, Jerusalém e os territórios palestinianos são palco de uma nova vaga de violência. Pelo menos 200 palestinianos, 28 israelitas, dois norte-americanos, um eritreu e um sudanês morreram desde 01 de outubro passado, de acordo com uma contagem da agência noticiosa France Presse (AFP).

A maioria dos palestinianos mortos foi o autor ou alegado autor de ataques contra israelitas, quase diários ao longo dos últimos cinco meses.

 

 

Marques Mendes avança com nome para Lisboa. PSD põe ‘travão’

Luís Marques Mendes avançou, no comentário semanal na SIC Notícias, que Jorge Moreira da Silva seria provavelmente o nome do PSD para a Câmara Municipal de Lisboa.

“Lanço uma novidade. Jorge Moreira da Silva pode avançar para a Câmara”, atirou o social-democrata.

Contactada pelo Notícias ao Minuto, fonte oficial do PSD frisou que o partido “não faz comentários sobre comentadores políticos”.

Até ao momento, os sociais-democratas ainda não tinham avançado com qualquer nome para a câmara da capital, e Marques Mendes veio lançar uma discussão que deverá colocar vários nomes em cima da mesa.

 

Dívida pública engordou 3.300 milhões de euros só em janeiro

De acordo com o Boletim Estatístico, hoje divulgado pelo BdP, a dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, subiu de 231.052 milhões de euros em dezembro de 2015 para 234.396 milhões de euros em janeiro deste ano.

Por outro lado, a dívida líquida de depósitos da administração central diminuiu ligeiramente, de 217.709 milhões de euros em dezembro de 2015 para 217.149 milhões de euros em janeiro deste ano.

Comparando com dezembro de 2014, a dívida pública em janeiro é superior em cerca de 8.600 milhões de euros e a dívida pública excluindo os depósitos é maior em quase 9.000 milhões de euros.

Em dezembro de 2014, a dívida pública fixou-se nos 225.767 milhões de euros e a dívida pública líquida de depósitos da administração central nos 208.196 milhões de euros.

A dívida na ótica de Maastricht é utilizada para medir o nível de endividamento das administrações públicas de um país e o conceito está definido num regulamento de 2009 do Conselho Europeu, relativo à aplicação do protocolo sobre o procedimento relativo dos défices excessivos anexo ao Tratado que institui a Comunidade Europeia.

 

“Portugal pacífico não pode ser confundido com um Portugal indefeso”

Marcelo Rebelo de Sousa fez o seu primeiro discurso como Comandante Supremo das Forças Armadas, em que teceu rasgados elogios às Forças Armadas e a todos os envolvidos na defesa do país, garantindo que será atento e interventivo.

“As nossas Forças Armadas são a expressão viva de muito do que de melhor fizemos no passado e fazemos no presente”. Foi desta forma que o Presidente da República iniciou o discurso curto e, mais uma vez, bastante emotivo.

O chefe de Estado ressalvou que é importante “dignificar, reforçar e conferir mais evidentes capacidades de afirmação às Forças Armadas”, recordando que estas “abriram o caminho para a democracia, souberam aceitar o primado da vontade social e estão permanentemente mobilizadas para defender os valores essenciais da pátria que somos”.

“Como Comandante Supremo, procurarei ser atento, supremo e interventivo, convicto de que o esforço nacional deve ser orientado para frentes fundamentais: afirmação do atual conceito estratégico de defesa nacional, fiel às coordenadas permanentes da nossa política externa e valorização cada vez mais evidente da carreira das armas. A construção contínua de uma nação mais fraterna, igualitária e mais próxima jamais dispensará a relevante contribuição das mulheres e homens militares”, garantiu Rebelo de Sousa.

“Um Portugal pacífico não pode ser confundido com um Portugal indefeso”, concluiu, mostrando que valoriza a relevância das Forças Armadas.

 

Campanha desafia estudantes a colocarem-se na pele de um refugiado

Lançada no Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, a campanha nacional é uma iniciativa conjunta da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), da Direção Geral da Educação, do Alto Comissariado para as Migrações e do Conselho Nacional da Juventude e novos.

Em declarações à agência Lusa, o coordenador da PAR, Rui Marques, explicou que a campanha visa “sensibilizar a opinião pública, em particular os jovens estudantes”, sobre “o que quer dizer ser refugiado”.

A campanha, apresentada hoje na Câmara Municipal de Lisboa, lança um desafio a todas escolas para que no dia 06 de abril incitem os estudantes a dizer como arrumariam a sua mochila se tivessem que fugir da guerra, sair da sua casa e deixar o seu país.

“É isso que acontece às famílias de refugiados que partem da Síria, deixando tudo para trás”, disse Rui Marques, sublinhando que antes de partirem têm de selecionar as poucas coisas que podem levar consigo num trajeto de centenas de milhares de quilómetros.

“Quando somos colocados perante esta experiência, ainda que simulada, de que temos de deixar tudo para trás e que a nossa vida e os nossos bens se resumem àquela mochila percebemos um pouco melhor o que quer dizer a vida destes refugiados”, sublinhou o coordenador da PAR.

Na primeira aula do dia 06 de abril, além deste desafio, será feita uma reflexão entre o professor e os alunos sobre o que é ser refugiado

O objetivo é que os alunos percebam com este exercício o que é “a vida de tantos jovens e adultos que têm de partir num rumo de incerteza, não sabendo quando e por quem irão ser acolhidos e que tudo o que têm é a mochila que trazem consigo”, disse Rui Marques.

Para o responsável, esta iniciativa tem uma “dimensão importantíssima de educação para a cidadania e de perceber que nenhuma comunidade e nenhum país estão isentos do risco de poder, um dia, ter uma situação de conflito, de crise e ser obrigada a fugir”.

Por isso, elucidou, “quando percebemos que pode ser qualquer um de nós, provavelmente a nossa atitude” será de receber essa pessoa como gostaríamos que nos recebessem.

“É um exercício de educação para a cidadania mas também um exercício de mobilização dos jovens para esta causa do acolhimento e integração dos refugiados”, acrescentou.

Para Rui Marques, esta iniciativa tem “um enorme alcance, um sentido simbólico muito forte, simples na sua execução, mas muito profunda naquilo que é a reflexão que induz”.

Segundo o coordenador da PAR, estão em Portugal 149 refugiados distribuídos por várias organizações que têm assegurado o acolhimento destas pessoas no país.

 

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