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Elisabete Teixeira

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Os últimos três anos foram os mais quentes alguma vez registados

“Está agora confirmado que os anos 2015, 2016 e 2017 (…) são os três anos mais quentes alguma vez registados”, anunciou a Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência especializada da ONU.

Segundo a OMM, estes trinta e seis meses “inscrevem-se claramente na tendência de aquecimento global no longo prazo, causado pelo aumento da concentração atmosférica dos gases com efeito de estufa”.

Todas as análises mostram também que os cinco anos mais quentes de que há registo são posteriores a 2010, especificou, por outro lado, a NASA, a agência espacial norte-americana.

Sob o efeito da corrente equatorial El Nino, que foi particularmente intensa, 2016 lidera com mais 1,2 graus centígrados (ºC) do que a média da época pré-industrial. A ONU utiliza o intervalo temporal 1880-1900 como referência para as condições prevalecentes neste período.

Já o ano 2017 fica com o recorde do ano mais quente desde que há registo sem o El Nino, que reaparece com um intervalo de tempo entre os três e os sete anos, pressionando em alta a média das temperaturas e alterando os padrões de precipitação mundiais.

“Estes novos dados de temperatura mostram que o mundo está a aquecer rapidamente”, concluiu Dave Reay, professor da Universidade de Edimburgo, em reação ao documento.

“Apesar das temperaturas mais frias que a média em algumas partes do mundo, o termómetro continua a subir rapidamente no conjunto do planeta a um ritmo sem precedentes nos últimos 40 anos”, destacou o diretor do Instituto Goddard para os Estudos Espaciais da NASA, Gavin Schmidt.

A OMM informou que a temperatura média na superfície do globo em 2015 e 2017 ultrapassou em 1,1ºC a da era pré-industrial.

E a temperatura média em 2017 foi de cerca de 0,46ºC superior à media calculada para o intervalo entre 1981 e 2010.

“Dezassete dos 18 anos mais quentes pertencem ao século XXI e o ritmo de aquecimento constatado nos últimos três anos é excecional. Este último foi particularmente acentuado no Ártico”, com a fusão acelerada do gelo, declarou, com tom alarmista, o secretário-geral da OMM, o finlandês Petteri Taalas.

Isto “vai ter repercussões duradouras e de grande amplitude no nível dos oceanos e na meteorologia de outras regiões do mundo”, acrescentou.

“A temperatura recorde deveria atrair a atenção dos dirigentes mundiais sobre a amplitude e a urgência dos riscos que as alterações climáticas representam para as populações, ricas e pobres, no mundo”, estimou Bob Ward, do Instituto de Investigação Grantham sobre Alterações Climáticas, em Londres.

Donald Trump anunciou a retirada dos EUA do Acordo de Paris, assinado no final de 2015, no qual a comunidade internacional se comprometeu a conter o aquecimento global “bem abaixo” dos 2ºC.

Mas “com a tendência atual do aquecimento global, já se pode prever que até 2060 ou 2070, pode-se atingir este valor”, declarou à comunicação social, em Genebra, o coordenador científico da OMM, Omar Baddour.

E “se o aquecimento global continuar a ser acelerado pelas emissões de gases com efeito de estufa, este patamar pode ser alcançado bem antes daquelas datas”, preveniu.

A subida das temperaturas representa apenas uma parte das alterações climáticas, notou a ONU, sublinhando que o calor de 2017 foi acompanhado de condições meteorológicas extremas um pouco por todo o mundo, que provocaram “uma redução e inclusive uma regressão económica”, observou Taalas.

Para este levantamento estatístico, a ONU utilizou informação da agência norte-americana opara os Oceanos e a Atmosfera (NOAA, na sigla em Inglês), do Centro Hadley do serviço meteorológico britânico, do Centro Europeu para as Previsões Meteorológicas de Curto Prazo (CEPMMT) e do serviço meteorológico japonês.

LUSA

Padarias que vendam pão com redução de sal antes de 2021 terão selo de qualidade

Segundo Fernando Araújo, a medida está a ser analisada com a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a indústria da panificação que tem mostrado “uma grande abertura” para produzir pão com menos sal.

A lei atual impõe como limite máximo de sal no pão 1,4 gramas por cada 100 granas de produto, enquanto “países como Inglaterra já estão em um grama”, disse.

Fernando Araújo recordou que Portugal tem um terço de pessoas hipertensas e as mais elevadas taxas europeias de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC).

“É necessário fazer alguma coisa”, sublinhou em entrevista à agência Lusa.

O acordo firmado com a indústria da panificação estabelece que até 2021 será reduzida a quantidade de sal no pão, até atingir um grama de sal por 100 gramas de produto.

Trata-se de “uma meta a quatro anos, ao fim dos quais será reduzido 30% do sal no pão”, destacou.

O acordo vai agora ser transformado em lei e caberá ao Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) realizar “um plano de amostragem anual às padarias de todo o país” para averiguar se a lei será cumprida.

“A indústria da panificação mostrou uma grande abertura para reformular a forma de produzir os pães, incluindo os tradicionais que estão excluídos da lei atual”, disse.

Segundo Fernando Araújo, as padarias que atinjam antes de 2021 o objetivo definido para essa data — um grama de sal por 100 gramas de pão — terá um selo de qualidade que poderá usar de forma visível no estabelecimento.

Esse selo deverá atestar que essa padaria cumpre “o objetivo ambicioso de 2021”.

LUSA

PSD: Passos deseja “transição com naturalidade”

Pedro Passos Coelho e Rui Rio estiveram hoje reunidos durante mais de hora e meia na sede nacional do PSD, em Lisboa, e no final fizeram breves declarações aos jornalistas no pátio lado a lado mas escusaram-se a detalhar os temas discutidos no encontro.

Sobre a liderança parlamentar, Rui Rio afirmou que a conversa com Hugo Soares ainda não está marcada mas disse acreditar que decorrerá “com frontalidade, sem hipocrisia e com sinceridade de parte a parte”.

Questionado se tem sentido unidade, desde que foi eleito no sábado com 54,1% dos votos, Rui Rio respondeu: “Alguma turbulência mas a gente vai resolver essa pequena turbulência, não sei se a turbulência é real ou é mais na comunicação social”, afirmou.

Depois de prestarem breves declarações aos jornalistas, Passos Coelho deixou a sede do partido para ir à Assembleia da República, enquanto Rui Rio voltou a entrar no edifício, acompanhado do deputado Feliciano Barreiras Duarte — antigo chefe de gabinete do ainda presidente do PSD — e da assessora e imprensa.

LUSA

Lourinhã: Forte de Paimogo em risco de derrocada

Trata-se de um imóvel do Estado, classificado como de Interesse Público em 1957.

Contactada pela Lusa, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) esclareceu que o forte está afeto à Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), mas que tem vindo a acompanhar o processo, por ter de dar parecer a qualquer intervenção que venha a ser feita.

A DGPC conhece “a gravidade do problema” desde fevereiro de 2011, altura em que ocorreu uma derrocada na arriba da praia de Paimogo, em cima da qual está erguido o forte.

Por considerar “manifestamente insatisfatórias” as intervenções de consolidação da arriba, a DGPC remeteu, em 2011 e em 2017, relatórios a alertar o município da Lourinhã (ao qual a antiga Direção-Geral do Património do Estado entregou o imóvel por um período de 25 anos), a DGTF e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Na mais recente reunião da Assembleia Municipal da Lourinhã, a 28 de dezembro, vários deputados alertaram a Câmara para o “risco de derrocada” do próprio forte, referindo que “já poderia ter ocorrido se este inverno fosse mais rigoroso”.

O presidente da Câmara, João Duarte Carvalho, explicou que o município “não se tem alheado” do problema e “quer ser um parceiro ativo”, mas “a APA não deixa a Câmara intervir” por o local estar dentro do domínio público marítimo.

Contactada pela Lusa, a APA esclareceu que está prevista uma intervenção na arriba “com o objetivo de minimizar o risco associado à instabilidade do talude”, no âmbito do Plano de Ação Litoral XXI, que está em consulta pública no respetivo ‘site’.

De acordo com o documento, a que a Lusa teve acesso, as obras têm “prioridade baixa”, estão orçadas em 800 mil euros, estão programadas para o período entre 2023 e 2030 e têm como entidade líder a DGPC, enquanto a APA e a Câmara da Lourinhã surgem como entidades parceiras.

Na Assembleia Municipal, o vereador do Ambiente e da Gestão do Litoral, João Serra, detalhou que em novembro o município enviou dois ofícios à APA a pedir a antecipação das obras e a comprometer-se com a empreitada destinada a desviar as águas pluviais da arriba.

Segundo o autarca, o município quer reunir-se com a DGPC “para que seja cumprido o orçamento” e sejam investidos os 1,2 milhões de euros previstos, 800 mil dos quais na consolidação da arriba e 400 mil na requalificação do forte.

Foi à APA que a Direção-Geral do Tesouro e Finanças delegou a coordenação da obra, de acordo a Direção-Geral do Património Cultural.

Antes de entregar o forte à Câmara, a antiga Direção Geral do Património do Estado efetuou obras de estabilização da arriba, em 2000.

Em 2006, o município investiu 145 mil euros na requalificação do imóvel.

O Forte de Paimogo (ou Nossa Senhora dos Anjos de Paimogo) foi construído em 1674 para defender a praia com o mesmo nome e impedir o eventual desembarque de tropas inimigas naquele local de fácil acesso, na guerra pela restauração da independência.

De arquitetura militar barroca, é um exemplar quase único de fortificação posterior à Restauração e, com o fim da guerra, perdeu a missão como fortificação marítima.

O município da Lourinhã localiza-se no distrito de Lisboa.

LUSA

Governo avalia redução de portagens para o interior

Na conferência de imprensa no final do Conselho de Ministro, Pedro Siza Vieira foi confrontado pelos jornalistas com a manchete do Jornal de Notícias de hoje, que dá conta que o aumento das portagens castiga mais o interior do país, e questionado se o Governo prevê uma redução de portagens para estas regiões.

“Confirmo que, de facto, o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas está a fazer essa avaliação, sempre no sentido de contribuir para a competitividade da atividade económica no interior, na medida em que o objetivo do Governo é incentivar o investimento, como forma de criação de emprego e retenção e atração de populações. Essa é uma ferramenta que o Ministério do Planeamento e Infraestruturas está a ponderar”, adiantou o ministro Adjunto.

Pedro Siza Vieira começou por clarificar que “aquilo que se verificou recentemente foi uma atualização das tarifas de portagens que constam dos contratos de concessão de acordo com a inflação”, o que, na opinião do governante, “significa que em termos reais não houve nenhum aumento de portagens”.

“Em paralelo, o ministério do Planeamento das Infraestruturas encontra-se a avaliar a situação das portagens no interior, no sentido em que já quando se efetuou, no início do mandato deste Governo, uma redução de portagens para os transportes de mercadorias, se assumiu o compromisso de fazer a avaliação dessa matéria”, destacou.

Na terça-feira, a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE) aprovou por unanimidade um voto de indignação pelo aumento de portagens nas antigas scut A23 e A25, de acordo com informações avançadas à agência Lusa pelo presidente desta entidade, Paulo Fernandes.

“Aprovámos um voto coletivo de indignação pelo aumento das portagens, bem como um pedido urgente de reunião ao senhor ministro do Planeamento e das Infraestruturas, porque, de facto, esta situação é um balde de água gelada relativamente às expectativas criadas”, referiu Paulo Fernandes, após a primeira reunião do ano entre os presidentes dos 15 municípios que integram a CIM-BSE.

LUSA

Quatro voos cancelados entre Portugal e Holanda devido a mau tempo

“Devido às condições atmosféricas nos Países Baixos, foram cancelados hoje, no aeroporto de Lisboa, dois voos Lisboa/Amesterdão e vice-versa (um TAP e um KLM). Foi igualmente cancelado o voo da Ryanair Lisboa/Eindhoven e vice/versa”, informou fonte oficial da empresa, pelas 14:00.

No Porto foi cancelado um voo da TAP de ligação de Lisboa/Amesterdão e vice-versa, acrescentou a mesma fonte, que recordou que os aeroportos holandeses estiveram fechados durante a manhã.

O balanço mais recente da tempestade que assola vários países do norte da Europa contabilizou pelo menos três mortes na Holanda e na Bélgica, além de corte de estradas e encerramento de aeroportos.

Com o registo de ventos até aos 143 quilómetros por hora, as autoridades holandesas ativaram o código vermelho, o alerta mais elevado.

Segundo as agências noticiosas internacionais, o mau tempo obrigou ao encerramento temporário do espaço aéreo dos aeroportos de Amesterdão e de Roterdão, provocando o cancelamento de centenas de voos.

Os dois aeroportos internacionais anunciaram que o espaço aéreo deverá ser reaberto gradualmente ao longo da tarde, altura em que se espera um desagravamento das condições meteorológicas.

O mau tempo também deixou comboios parados e barcos ancorados, bem como obrigou ao corte de várias estradas.

A imprensa holandesa noticiou que esta é a tempestade mais forte desde 1990.

Outros países estão a ser afetados por esta intempérie, como é o caso da Bélgica, onde a tempestade também matou uma automobilista.

Alemanha, Reino Unido e Roménia são outros dos países afetados pelo mau tempo, com relatos de escolas encerradas, portos fechados, interrupção de transportes, queda de árvores e falhas de eletricidade.

LUSA

Filhos do antigo embaixador do Iraque acusados de tentativa de homicídio

A acusação foi divulgada na página da Internet do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora, sem identificar os arguidos, mas fontes judiciais confirmaram hoje à agência Lusa que são os filhos do antigo embaixador do Iraque em Portugal.

“Em inquérito cuja investigação correu termos no DIAP de Évora, o Ministério Público deduziu acusação para julgamento por tribunal coletivo contra dois arguidos, imputando-lhes a prática de um crime homicídio na forma tentada”, pode ler-se no comunicado.

As mesmas fontes judiciais explicaram à Lusa que o processo de investigação foi encerrado e que foi proferido o despacho de acusação, aguardando-se que os arguidos sejam notificados.

O caso aconteceu a 17 de agosto de 2016, quando o jovem Rúben Cavaco foi espancado em Ponte de Sor pelos filhos do embaixador do Iraque em Portugal, Haider e Ridha, gémeos que tinham na altura 17 anos.

O jovem sofreu múltiplas fraturas, tendo sido transferido no mesmo dia do centro de saúde local para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e chegou mesmo a estar em coma induzido. Acabou por ter alta hospitalar no início de setembro de 2016.

LUSA

Pintura “O Terramoto de 1755” exibida a partir de hoje

De acordo com a programação do museu, a obra será apresentada hoje, às 18:00, na Sala do Teto Pintado, na sequência de uma recente intervenção de restauro, que conduziu a um olhar renovado sobre esta pintura.

Intitulada “Anatomia de uma Pintura – João Glama e o Terramoto de 1755”, a exposição aborda os dramáticos acontecimentos a que o pintor João Glama (c.1708-1792) assistiu, levando-o a pintar a tela conhecida como “O Terramoto de 1755”.

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Encenada como uma grande panorâmica das várias catástrofes que destruíram Lisboa nesse dia de Todos os Santos – tremor de terra, incêndio e maremoto -, a pintura realça algumas das trágicas consequências vividas pela população.

O pintor João Glama trabalhou durante mais de 35 anos nesta obra, mas deixou-a inacabada.

De acordo com o MNAA, os documentos entretanto reunidos permitem compreender melhor o artista e a sua vasta obra, que será abordada nesta exposição comissariada por Alexandra Markl e Celina Bastos.

Criado em 1884, o MNAA acolhe a mais relevante coleção pública de arte antiga do país, de pintura, escultura, artes decorativas portuguesas, europeias e da Expansão Marítima Portuguesa, desde a Idade Média até ao século XIX, e é um dos museus com maior número de obras classificadas como tesouros nacionais.

LUSA

Idade da reforma aumenta para 66 anos e 5 meses em 2019

Assim, a partir do próximo ano, quem quiser reformar-se sem penalizações terá que ter 66 anos e cinco meses.

Esta subida acontece através da aplicação da formula de cálculo em vigor e reflete a esperança média de vida aos 65 anos entre o ano 2000 e o ano anterior ao do início da pensão, calculada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), e o respetivo fator de sustentabilidade.

Em 2018, a idade normal de acesso à pensão é de 66 anos e 4 meses.

LUSA

Ordem dos Médicos quer acabar com baixas médicas até três dias

Em entrevista à agência Lusa quando se cumpre, na sexta-feira, um ano da sua eleição como bastonário, Miguel Guimarães entende que os atestados médicos de curta duração “não deviam ser necessários”, bastando ao trabalhador responsabilizar-se pela sua situação.

Para evitar abusos, a legislação laboral podia ser adaptada de forma a impedir a repetição consecutiva de justificações de doença sem atestado médico.

“Nós propusemos que se acabassem com os atestados médicos de curta duração. Isto é de uma importância fenomenal”, afirmou o bastonário dos médicos, exemplificando com o caso das segundas-feiras, por tradição o dia pior das urgências nos hospitais.

Muitas pessoas sentem-se mal ou doentes durante o fim de semana e precisam de faltar ao trabalho na segunda-feira. Recorrem então ao serviço de urgência ou ao centro de saúde para serem observadas e conseguirem um atestado que lhes permita justificar a ausência no trabalho.

“O que acontece quando se vai ao médico pedir um atestado porque se estava com uma dor de cabeça ou indisposição? O médico vai passar o atestado, não tem grande alternativa. Estamos a falar de uma coisa de curta duração e que nem dá tempo para [o médico] investigar qualquer doença que possa existir”, exemplificou Miguel Guimarães.

O bastonário refere que outros países já prescindiram de atestados médicos de curta duração e acredita que esta medida retiraria 15% a 20% dos casos nas urgências e nos médicos de família, nomeadamente à segunda-feira.

A Ordem dos Médicos está consciente de que a ideia não envolve apenas o Ministério da Saúde, mas também pelo menos o Ministério do Trabalho.

“Os atestados médicos de curta duração não são bons para a sociedade. Depois, a legislação pode ser adaptada para não permitir abusos. [A medida] ia descongestionar as coisas e ia ser melhor para as pessoas. Muitas vezes as pessoas vão aos serviços quando deviam estar em casa a recuperar, a descansar”, argumentou Miguel Guimarães.

A proposta mantém-se em cima da mesa do ministro da Saúde e aguarda apreciação da tutela, bem como eventual avaliação por parte do Ministério do Trabalho.

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