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Elisabete Teixeira

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Estas serão as novas notas de 100 e 200 euros

© Reuters

Como o BCE decidiu deixar de fazer notas de 500 euros a partir de finais deste ano e já não as inclui na série Europa, as novas notas de 100 e 200 euros são as últimas desta série.

As notas de cinco, 10, 20 e 50 euros desta série começaram a circular em 2013, 2014, 2015 e 2017, respetivamente. A nota de 50 euros foi introduzida no dia 04 de abril de 2017.

“As novas notas de 100 e 200 euros têm dimensões diferentes das notas de 100 e 200 da primeira série. A largura destas duas denominações é igual à da nota de 50 euros. O comprimento permanece, contudo, inalterado — quanto maior é o comprimento, mais elevado o valor da nota”, refere um comunicado divulgado pelo Banco de Portugal.

De acordo com a mesma descrição, as novas notas podem “ser tratadas e processadas com mais facilidade pelas máquinas e cabem melhor nas carteiras de quem as utiliza e têm maior durabilidade, visto que estarão sujeitas a menor desgaste e deterioração”.

Os novos elementos de segurança oferecem maior proteção contra a falsificação e aumentam a segurança das notas.

LUSA

Governo só se compromete a aumentar salário mínimo até 600 euros

© Lusa

“Vamos discutir na Concertação Social sem fechar nenhuma porta, mas aquilo que é o compromisso que penso, indiscutivelmente, que é possível assumir de forma clara, se nada de extraordinário acontecer, é aquele que está expresso no programa do Governo”, de 600 euros no próximo ano, disse o ministro Vieira da Silva.

O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social falava aos jornalistas, na sede da UGT, em Lisboa, à margem de uma conferência sobre negociação coletiva.

Vieira da Silva lembrou ainda que, segundo a lei, cabe ao Governo fixar o valor do salário mínimo, ouvidos os parceiros sociais, e indicou que o processo de discussão na Concertação Social será iniciado em breve.

“O Governo está sempre aberto às propostas que apareçam, mas está principalmente aberto a cumprir aquele que é o seu programa”, reforçou o governante, defendendo que, apesar do crescimento da economia e do emprego, nem todos os setores conseguem suportar facilmente as atualizações dos últimos anos.

“A economia é um todo onde existem setores onde têm sido negociados salários mínimos de 700, 650 euros, acima do salário mínimo nacional, mas há setores onde essa evolução não é fácil”, defendeu o ministro, dando como exemplo o setor dos serviços.

Segundo adiantou, enquanto grande parte do setor exportador tem maior facilidade, há setores “onde o crescimento [do salário mínimo] de 15% dos últimos anos tem exigido um esforço grande às empresas”.

O secretário-geral da UGT, Carlos Silva, reafirmou, por sua vez, que “há margem para ir além dos 600 euros”, defendendo que a proposta de central sindical, de 615 euros para o próximo ano, é “moderada”.

“O salário mínimo para os trabalhadores portugueses por comparação com os restantes trabalhadores da Europa, sobretudo da Europa ocidental, é miserável”, sublinhou o sindicalista.

O salário mínimo é atualmente de 580 euros brutos.

Além do salário mínimo, o ministro foi questionado sobre quando irá começar a discussão relativa à revisão das reformas antecipadas.

Vieira da Silva lembrou que hoje foi publicada em Diário da República a nova regra para as carreiras muito longas que permite a reforma sem cortes para quem começou a trabalhar aos 16 anos de idade ou antes com 46 anos de contribuições, mas não adiantou quando irá começar a discussão do próximo ponto do processo, um tema exigido pelos partidos à esquerda do PS.

A abertura para alterar o regime de flexibilidade da reforma “existe”, mas “tem de ser amplamente negociada”, afirmou o governante.

“Estamos num momento do mercado de trabalho diferente do que estávamos há três anos. Nós hoje defrontamo-nos com um mercado de trabalho com escassez de mão de obra em quase todos os setores da economia”, disse ainda.

O ministro acrescentou que neste momento há “dificuldade em encontrar mão de obra disponível” em algumas atividades e que, por isso, a revisão das reformas antecipadas deve ser vista com “maior prudência”, embora se confirme “que é um objetivo para se cumprir”.

O debate não tem data precisa, uma vez que o momento é “marcado pelo debate do Orçamento”, disse adiantando estar certo de que “será completado até ao final da legislatura”.

Sobre a contratação de 100 precários para o Instituto da Segurança Social, criticada pelos sindicatos, Vieira da Silva explicou tratar-se de uma situação “excecional” devido a estar a decorrer ainda o recrutamento de trabalhadores para o organismo que perdeu cerca de 30% de funcionários nos últimos anos, sobretudo no Centro Nacional de Pensões.

LUSA

Aveiro: Cadáver de homem encontrado em fábrica abandonada

© Global Imagens

“A PSP deslocou-se a uma antiga fábrica situada no Cais do Paraíso cerca das 11:45, tendo encontrado o cadáver de um indivíduo do sexo masculino aparentando 50 anos”, disse fonte da PSP.

A Polícia Judiciária foi chamada ao local e está a investigar a ocorrência.

O corpo foi transportado para o Gabinete Médico-Legal de Aveiro.

LUSA

Ucrânia anuncia que vai pôr termo ao tratado de amizade com a Rússia

De acordo com a página digital da presidência, o ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia informará a Rússia até 30 de setembro sobre a decisão de não prolongar o tratado, e que em caso contrário seria prorrogado automaticamente.

O ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano também vai apresentar ao Presidente Petro Poroshenko um projeto-lei sobre a denúncia do acordo, assinado em 1997, que em Moscovo está a ser interpretado como um passo para uma eventual rutura das relações bilaterais.

De acordo com o artigo 40.º do tratado, este acordo seria prolongado automaticamente em cada dez anos caso as partes não o denunciassem seis meses antes do final do prazo estipulado.

Kiev deverá também comunicar à ONU, Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) e outras instituições internacionais a sua recusa em prolongar o tratado com Moscovo.

Moscovo reagiu quase de imediato para lamentar “profundamente” os planos de Kiev, definidos como um “passo destrutivo”.

“Com o objetivo de servir interesses geopolíticos estranhos e ambições políticas próprias, as autoridades ucranianas estão dispostas a destruir com facilidade o que foi construído durante décadas, em romper laços que durante séculos forjaram várias gerações dos nossos antepassados”, declarou a diplomacia russa em comunicado.

A nota acrescenta que, segundo os termos do tratado, e após a receção da notificação oficial da Ucrânia, este deixará de ser válido em 01 de abril de 2019.

Em Kiev, refere a agência noticiosa Efe, também já foi admitida a intenção em rever toda a base legal de cooperação com a Rússia, incluindo o acordo de cooperação em águas do mar de Azov e no estreito de Kerch, assinado em 2003.

Em paralelo, sete polícias ficaram hoje feridos em Kiev durante confrontos com nacionalistas e formações de extrema-direita que protestavam contra a extradição para a Rússia de um presumível membro do grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI), que segundo os seus apoiantes combater os rebeldes separatistas no leste do país.

Dezenas de militantes de diversos movimentos de extrema-direita manifestaram-se frente à sede da procuradoria geral, no centro de Kiev, contra a expulsão na semana passada de Timour Toumgoïev, natural da Inguchétia, uma república do Cáucaso russo, referiu a agência noticiosa France-Presse (AFP).

Os confrontos eclodiram quando os manifestantes lançaram pedras em direção ao edifício e incendiaram um contentor de lixo.

Desde 2014 que decorre um conflito armado no leste da Ucrânia que opõe forças governamentais e milícias ultranacionalistas aos separatistas pró-russos, com um balanço de 10.000 mortos e dezenas de milhares de deslocados.

Kiev e o ocidente acusam a Rússia de fornecer apoio financeiro e militar aos separatistas, mas que Moscovo sempre desmentiu.

LUSA

Torne as suas viagens neutras em carbono

Ao abrigo da parceria, os clientes da LeasePlan poderão compensar as emissões das suas frotas através do programa de reflorestação inovador da Land Life Company. A Land Life Company é líder na reflorestação sustentável e tecnológica de terras degradadas na UE e nos EUA.

A LeasePlan também se comprometeu a compensar todas as emissões de carbono da frota dos seus colaboradores até 2021, altura em que se prevê que a frota de colaboradores da empresa seja totalmente elétrica. A LeasePlan também está comprometida em atingir as zero emissões na sua frota de serviço até 2030. O anúncio acontece quando os líderes empresariais se reúnem em São Francisco para discutir os próximos passos na luta global contra as mudanças climáticas.

Tex Gunning, CEO da LeasePlan, disse:

“Reduzir as emissões não será suficiente para manter o aquecimento global controlado. Os gases com efeito de estufa também devem ser removidos do ar. Através da parceria com a Land Life Company, podemos oferecer aos nossos clientes a oportunidade de tornar cada uma das suas viagens neutras em carbono. Coletivamente, temos uma dívida de carbono que precisa ser paga e, com 1,8 milhões de veículos na estrada, podemos causar um grande e positivo impacto no desafio da mudança climática.”

Jurriaan Ruys, CEO da Land Life Company, disse:

“Através da reflorestação, temos a oportunidade de retirar o CO2 do ar e reconstruir o planeta, enfrentando ao mesmo tempo dois dos mais significativos desafios do mundo – a mudança climática e a degradação da terra. Além disso, a parceria que anunciamos hoje irá permitir-nos direcionar investimentos diretamente para as comunidades e os ecossistemas que mais precisam, criando um impacto que se pode ver e tocar. A LeasePlan está a definir uma fasquia para a sustentabilidade no seu setor e estamos entusiasmados por sermos seus parceiros.”

Notas para os editores

  • A LeasePlan comprometeu-se a atingir as zero emissões da sua frota total até 2030. Os principais elementos do programa de zero emissões da LeasePlan incluem:
    • Defender a adoção da mobilidade de zero emissões entre os grupos de stakeholders relevantes
    • Informar os clientes sobre what’s next em veículos de baixas emissões
    • Facilitar a adoção de veículos com baixas emissões com propostas atraentes para os clientes
    • Liderar pelo exemplo através da transição da frota de colaboradores da LeasePlan para uma frota de veículos elétricos até 2021. No período de 2018-2021, todas as emissões de carbono da frota de colaboradores da empresa serão compensadas através do programa de reflorestação da Land Life Company
  • A LeasePlan é parceira fundadora da iniciativa EV100 do The Climate Group’s, lançada na Semana do Clima em Nova Iorque, em 2017, para tornar o transporte elétrico o novo normal até 2030, e o seu Zero Emission Vehicle Challenge, que reúne o poder de compra global de empresas, cidades, estados e regiões para acelerar a implementação de veículos de zero emissões
  • O programa de reflorestação da Land Life Company é auditado de forma independente. Os projetos de reflorestação utilizados na parceria LeasePlan – Land Life Company são todos dirigidos aos Estados Unidos e à Europa e vão trazer investimentos diretos para as comunidades locais e para os ecossistemas
  • A reconstrução de florestas em terras secas degradadas – em oposição aos aterros sanitários, energias renováveis e outras opções de compensação – efetivamente remove o dióxido de carbono do ar

Se o aumento da temperatura global se limitar a não mais de 2ºC acima dos níveis pré-industriais, conforme estipulado no Acordo de Paris em 2015, as emissões globais de dióxido de carbono devem atingir as ‘zero emissões’ até 2090. Depois disso, as emissões devem começar a ter um ‘efeito negativo’, com mais carbono a ser removido do que o que é emitido.

U2 estão de volta a Lisboa este fim de semana

Esta será a sexta vez que os U2 atuam em Portugal, oito anos depois de terem feito dois concertos lotados no Estádio Cidade de Coimbra, em outubro de 2010: Em 1982, tocaram no festival de Vilar de Mouros e em 1993, 1997 e 2005 atuaram no Estádio José de Alvalade, em Lisboa.

A atual digressão começou em maio nos Estados Unidos, mas a etapa europeia só arrancou no início deste mês, num concerto atribulado em Berlim, interrompido por problemas vocais de Bono.

Apesar de ser um regresso a Portugal – onde até já foram condecorados pelo Presidente da República -, para os U2 será uma estreia em recinto fechado perante os portugueses.

Se se mantiver o plano das datas mais recentes, os U2 deverão tocar em Lisboa mais de 20 músicas, com o alinhamento cenicamente dividido entre dois palcos, um com mais destaque visual e outro mais intimista.

Embora os dois registos mais recentes, ‘Songs of Innocence’ (2014) e ‘Songs of Experience’ (2017), sejam a razão de ser da digressão, deverá haver muito espaço para pegar no retrovisor e olhar para a carreira, que começou em 1976 em Dublin.

Os U2 chegam a Lisboa depois de quatro datas em Paris, onde tocaram temas como ‘Beautiful Day’, ‘Elevation’, ‘Sunday Bloody Sunday’, ‘I will follow’ e ‘City of blinding lights’. Abriram com ‘The blackout’ e fecharam com ’13 (There is a light)’, ambos de ‘Songs of Experience’.

Os U2 integram Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr.

LUSA

Comissão Europeia propõe fim de mudança de hora em 2019

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Comissão Europeia propôs acabar com as mudanças de hora sazonais na Europa em 2019, dando assim a hipótese aos Estados-membros para decidirem de vez se querem aplicar de forma permanente o horário de verão ou de inverno.

Os países europeus têm trocado entre o horário de verão e de inverno desde o início do século XX, quando as mudanças foram introduzidas de forma a poupar energia durante o verão. Mas nos anos mais recentes vários estudos têm questionado a eficácia dessa prática, bem como os efeitos que tem na saúde.

Caso o Parlamento Europeu apoie a proposta, a 31 de março de 2019 tem lugar a última mudança de hora a título obrigatório. Depois, para uma transição mais suave, os Estados-membros têm até abril do próximo ano para comunicar a sua preferência, e até 27 de outubro podem decidir se preferem o horário de verão ou de inverno. Depois desse momento, não podem voltar atrás.

O que significa que países que até agora partilhavam o mesmo fuso horário, como Portugal e o Reino Unido, por exemplo, podem passar a ter horas diferentes, e países com fuso horário diferente podem ter a mesma hora, como Espanha e Portugal.

Recorde-se que a ideia foi defendida pelo Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker durante o discurso sobre o Estado da União esta semana. “Os Estados-membros devem decidir por si próprios se querem que os cidadãos vivam no horário de verão ou no de inverno”, disse diante do Parlamento Europeu.

“Estamos a convidar os Estados-membros e os mercados a fazer as preparações necessárias para garantirem coordenação na matéria em toda a Europa”, referiu, por sua vez, a comissária europeia Violeta Bulc, durante a apresentação da proposta feita esta sexta-feira em Bruxelas. Já para o vice-presidente da Comissão Europeia,  Maros Sefcovic, “é tempo de parar de interferir no tempo”.

A proposta surgiu após uma consulta pública, com mais de 4,6 milhões de contributos oriundos de todos os Estados-membros, que revelava que 84% dos cidadãos europeus eram a favor do fim da mudança de hora. Em Portugal mais de 70% dos inquiridos manifestaram a sua preferência pela hora de verão.

A proposta terá agora de ser votada pelo Parlamento Europeu e aprovada pelos líderes no Conselho Europeu.

LUSA

Hotel dos Aliados quer ser reconhecido como estabelecimento histórico

proposta consta da ordem de trabalhos da próxima reunião da Câmara, a que a Lusa teve hoje acesso, e em causa está dar ao Hotel dos Aliados, edifício onde foram gravadas cenas do filme “A Costureirinha da Sé”, de Manuel de Guimarães, o estatuto de estabelecimento de interesse histórico e cultural ou social local.

O executivo liderado por Rui Moreira quer abrir um prazo de 20 dias de consulta pública, com início no dia 25 e término a 23 de outubro, conforme se lê na proposta, que é assinada pelo vereador da Economia, Turismo e Comércio, Ricardo Valente.

Além da consulta pública, este dossier vai ser avaliado pela União de Freguesias do Centro Histórico, onde se localiza o equipamento.

Sobre o Hotel dos Aliados, os anexos à proposta relatam que este estabelecimento turístico foi inaugurado em 1932, que a propriedade do equipamento passou por várias mãos e que desde 1998 o espaço tem a marca registada “Aliados”, o que significa que “caso encerre não é possível na cidade do Porto um outro hotel” ter esta designação.

O edifício é da autoria do arquiteto italiano Michaelangelo Soá, de 1919, integrando os primeiros projetos de remodelação da Nova Avenida das Nações Aliadas, atualmente designada avenida dos Aliados, que começou a ser aberta em 1916.

O espaço foi restaurado em 2012 por imposição da nova legislação, tendo a classificação sido ajustada para hotel de três estrelas.

A ficha de caracterização frisa que o projeto de recuperação, do arquiteto Jorge Gonçalves, mantém as bases da tipologia original, desde os quartos, à organização das escadas, caixilharias, fachadas e coberturas, somando-se a manutenção e integração de mobiliário original.

LUSA

Furacão Helene deve afetar todas as ilhas dos Açores

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“O furacão está a deslocar-se para norte a 20 quilómetros por hora, prevendo-se que diminua de intensidade durante a quinta-feira, passando a classificar-se como tempestade tropical. De acordo com a previsão, é provável que as ilhas do grupo ocidental [Flores e Corvo] comecem a sentir os efeitos desta tempestade, a partir da tarde de sábado”, refere o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) em comunicado hoje divulgado.

Segundo o comunicado, prevê-se, a partir da tarde de sábado, “vento muito forte do quadrante sul com rajadas até 120 quilómetros por hora, chuva forte e ondas do quadrante sul entre 6 a 8 metros de altura” nas Flores e no Corvo.

“Nas restantes ilhas do arquipélago também se prevê um agravamento do estado do tempo, devido à passagem da tempestade tropical, no entanto será de forma menos significativa”, acrescenta o IPMA

Para as ilhas do grupo central — Faial, Pico, Terceira, Graciosa e São Jorge – está previsto vento forte do quadrante sul com rajadas até 80 quilómetros por hora e períodos de chuva forte, enquanto no grupo oriental — São Miguel e Santa Maria — é expectável vento do quadrante sul moderado a fresco com rajadas até 50 quilómetros por hora e períodos de chuva forte.

LUSA

Filme rodado em Portugal é o candidato do Brasil aos Óscares

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“O grande circo místico”, coproduzido com a portuguesa Fado Filmes, conta a história de cinco gerações de uma família ligada às artes circenses, de 1910 até hoje.

O elenco inclui atores como o francês Vincent Cassel, os brasileiros António Fagundes e Mariana Ximenes e os portugueses Albano Jerónimo e Nuno Lopes.

O filme tem estreia marcada em Portugal para 03 de janeiro de 2019.

A 91.ª cerimónia de entrega dos Óscares está marcada para 24 de fevereiro de 2019.

LUSA

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