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Elisabete Teixeira

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Teatro Rivoli comemora 86.º aniversário com 16 horas de programação

diretor do Teatro Municipal do Porto, Tiago Guedes, explicou, em declarações à agência Lusa, depois da apresentação da nova programação, a 10 de janeiro, que as atividades em torno do aniversário compõem “uma grande festa aberta à cidade”, uma vez que todas as atividades são de entrada gratuita, mediante levantamento de bilhetes.

“É um dia de portas abertas, em que as pessoas podem estar em contacto com as várias disciplinas que apresentamos ao longo do ano, uma espécie de pequena súmula do que vai acontecer”, acrescentou.

O “espetáculo de charneira” da celebração, referiu Tiago Guedes na apresentação, é ‘El Baile’, pelas 21:30, da francesa Mathilde Monnier, apresentado em estreia nacional depois do trabalho da coreógrafa em Buenos Aires, em conjunto com o escritor argentino Alan Pauls.

A dupla reinventou a peça ‘Le Bal’, apresentada em 1981 pela companhia do Théâtre du Campagnol (e que então serviu de base ao filme homónimo de Ettore Scola), “a partir de uma “visão histórica desse momento”, atravessando o tempo entre a Buenos Aires de 1978, quando o país, sob plena ditadura, abria o Mundial de Fórmula 1 e acolhia o Campeonato Mundial de Futebol, e os dias que correm.

Numa programação que envolve mais de uma centena de artistas, o dia conta com um total de dez projetos de áreas diferentes, com o encenador André Murraças a apresentar, pelas 15h00, o musical ‘Coro’, cujo elenco inclui quatro funcionários do Rivoli, da bilheteira, limpeza, bar e manutenção.

Durante a manhã e o início da tarde, estão programadas várias atividades para crianças e famílias, entre oficinas sobre teatro e peças de teatro, como ‘Poemas de Pé para a Mão’, uma encenação de Joana Providência que funciona como “uma viagem de palavra em palavra”, apresentado pelas 11h00 e 15h00.

Pelas 12h00, é inaugurada a instalação sonora ‘Soará a silêncio, o som de uma revolução dentro de um ‘bunker’?’, com um momento performativo a assinalar a mostra da obra de Maria Trabulo.

O dia de aniversário marca ainda a apresentação do sexto Caderno do Rivoli, iniciativa iniciada com um número zero (0), em 2002, por iniciativa da então diretora Isabel Alves Costa (1946-2009), primeira diretora do Rivoli, entre 1993 e 2007, desde a reabertura como teatro municipal.

Depois de interrompida a produção, em 2004, o quinto caderno foi reeditado em 2017, numa recuperação comemorativa do 85.º aniversário, com o sexto, subordinado ao tema ‘Bodied Spaces – discursos cruzados entre corpo e espaço’, a ser apresentado pelas 15h30.

Com coordenação editorial de Gabriela Vaz-Pinheiro, o caderno foi publicado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda depois de “um projeto do Teatro Municipal do Porto ao longo do ano de 2016, com várias sessões em instituições de ensino da cidade”.

Também há espaço para uma performance para seis bailarinos de Tales Frey, ‘F2M2M2F x 6’, e dois momentos de apresentação de dois artistas associados do TMP, Marco da Silva Ferreira, com ‘Um solo sobre Brother’, e Jorge Andrade, com ‘Jorge Andrade conta a história da mala voadora’, ambos marcados para as 16h30 e 18h00.

Na música, o destaque vai para ‘Bruta’, projeto de música criado por Ana Deus e o francês Nicolas Tricot, para trabalhar poemas de autores portugueses como Miguel Torga, Luís Miguel Nava, Bocage, Camilo Pessanha ou Manuel Laranjeira, numa atuação marcada para as 19h00.

O ciclo ‘Understage’ do Teatro Municipal continua com um concerto, pelas 23h30, dos portugueses Gala Drop, com várias peças do coletivo Oficina Arara a comporem o cenário, sob o selo da “reinterpretação dos métodos clássicos de reprodução artística”.

A noite termina com três DJ a animarem a festa, até às 4h00 da manhã de domingo, com Affreixo, André Tentugal e Pedro Tudela.

LUSA

Festival Cool Jazz 2018 muda-se para Cascais

Para a 15.ª edição, a organização tinha já anunciado os concertos de David Byrne, a 11 de julho, e Van Morrison, no dia 28, ambos no Parque dos Poetas, e de Gregory Porter, no dia 20, no Jardim Marquês de Pombal, sendo que todos eles são agora transferidos para o Hipódromo de Cascais.

O festival aconteceu pela primeira vez em 2004, repartido por palcos nos concelhos de Mafra, Sintra, Oeiras e Cascais, onde agora se fixa para a edição de 2018.

Na primeira edição estiveram os músicos Buddy Guy, Ravi Coltrane, Roy Ayers, Barbara Hendricks, Camané, Jacinta, Ed Motta e Adriana Calcanhotto. Desde então já acolheu mais de 130 concertos e 300 mil espectadores.

Segundo o vice-presidente da Câmara de Cascais, Miguel Pinto Luz (PSD), o “bom filho à casa torna” e o festival CoolJazz volta ao concelho onde nasceu há 15 anos.

“Fechámos um acordo de quatro anos, mas queremos que seja um casamento muito, muito mais longo”, afirmou o autarca.

Karla Campos, da organização do EDP CoolJazz, explicou que “o festival foi pensado para Cascais há 15 anos”, e mostrou-se satisfeita por “voltar a casa” e poder ficar “em Cascais por muitos e bons anos”.

O regresso do EDP CoolJazz foi um dos diversos eventos anunciados hoje pela autarquia num encontro com jornalistas, instalado num espaço do novo ‘campus’ da Nova SBE (School of Business & Economics), que será inaugurada em setembro, em Carcavelos.

LUSA

Trabalhadoras da Triumph vão ao Conselho de Ministros entregar ‘lingerie’

iniciativa, organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Curtumes do Sul, vai decorrer a partir das 11h30 e contará com uma ação paralela na Baixa de Lisboa, segundo disse à agência Lusa a sindicalista Mónica Antunes.

“Esta será mais uma forma de luta destas trabalhadoras porque o protesto não pode ser sempre aqui, à porta da fábrica. Vamos distribuir panfletos para a Rua Augusta e vamos ao Conselho de Ministros pedir uma resposta”, explicou.

A sindicalista referiu que as trabalhadoras vão levar consigo uma peça de ‘lingerie’ para entregar aos ministros e que esperam poder ser recebidas.

A fábrica da antiga Triumph (de roupa interior feminina), sediada na freguesia de Sacavém, concelho de Loures, foi adquirida no início de 2017 pela TGI-Gramax e emprega atualmente 463 trabalhadores.

No entanto, em novembro, a administração da empresa comunicou aos trabalhadores que iria ocorrer um processo de reestruturação, que previa o despedimento de 150 pessoas.

No dia 05 de janeiro, depois de tomarem conhecimento de que a administração tinha iniciado um processo de insolvência, os trabalhadores iniciaram uma vigília, que ainda se mantém, à porta das instalações para impedir a saída de material à fábrica.

Durante esse tempo, deputados, autarcas e sindicalistas deslocaram-se às instalações da antiga Triumph para levar mantimentos e demonstrar a sua solidariedade.

Entretanto, na terça-feira, o ministro da Economia, Caldeira Cabral, disse esperar que se encontre uma “solução” para a Têxtil Gramax, admitindo a existência de interessados na fábrica, mas caso não seja possível “que pelo menos se acautele os direitos dos trabalhadores”.

LUSA

Autarcas de Coimbra e Viseu convidam ministro a fazer viagem no IP3

Numa carta a que a agência Lusa teve hoje acesso, Almeida Henriques (Viseu) e Manuel Machado (Coimbra) convidam Pedro Marques para a viagem a realizar “em data próxima”, no Itinerário Principal (IP) 3, “fazendo-se acompanhar por quem considerar adequado, nomeadamente pelos responsáveis pela gestão da via”.

“Previsto no Plano Rodoviário Nacional desde 1985, que substituiu o plano de 1945, o IP3, que só ficou totalmente concluído em 2010, desde há muitos anos tem revelado, no seu troço entre Viseu e Coimbra, elevados níveis de sinistralidade e constante e crescente degradação”, lamentam.

Os autarcas lembram que, “fruto da consciência generalizada sobre a inadequação daquele troço às necessidades das regiões”, ao volume de tráfego e à sinistralidade registada, ao longo dos últimos 15 anos foram apresentados “vários planos para a sua substituição por uma autoestrada”.

“Nenhum dos projetos avançou e a situação insustentável mantém-se”, sublinham.

No dia 03 de janeiro, o presidente da Câmara de Tondela, José António Jesus, defendeu a colocação de separadores centrais e a duplicação de alguns troços do IP3, de forma a evitar acidentes como os ocorridos na quadra natalícia.

O autarca social-democrata considerou estas obras urgentes, depois de, em apenas quatro dias, se terem registado três acidentes graves.

Posteriormente, a Câmara de Tondela aprovou, por unanimidade, uma moção a pedir a requalificação do IP3, que tem cerca de 72 quilómetros, entre Viseu e Coimbra, e é “diariamente atravessado por quase duas dezenas de milhar de veículos”.

A moção alertava para os “muitos pontos críticos” do IP3, como “o troço entre Canas de Santa Maria/Valverde e Tondela (construído como variante a Tondela), onde durante a quadra natalícia ocorreram três acidentes graves, que causaram um morto e mais de uma dezena de feridos”.

LUSA

Vit. Guimarães quer tomar “medidas” após invasão de adeptos a um treino

Vitória Sport Clube tomará de imediato todas as medidas legais ao seu dispor, de forma a identificar e responsabilizar os que praticaram este ato vil”, lê-se no comunicado assinado pela administração da SAD vitoriana, publicado no sítio oficial do clube na Internet.

Os desacatos entre adeptos e jogadores aconteceram por volta das 11:00, quando o grupo de adeptos acedeu ao relvado pela porta do parque de estacionamento do complexo desportivo do clube, que se encontrava aberta, e invadiram o treino matinal do plantel, que está a preparar a receção de domingo ao Estoril Praia, para a 19.ª jornada da I Liga.

O clube presidido por Júlio Mendes, que, no final da manhã, esteve nas instalações da academia do clube, condenou ainda o comportamento do grupo que invadiu o treino orientado pelo técnico Pedro Martins, classificando-o de “clara tentativa de intimidação” ao plantel.

Apesar de reconhecer que a equipa de futebol atravessa um “momento sensível” no campeonato – o Vitória perdeu os últimos quatro jogos, ‘caindo’ do sétimo para o nono lugar -, a administração vitoriana mostrou-se convicta de que a maioria dos vitorianos “não se revê” na atitude exibida pelos adeptos no treino, que “não pode ser tolerada”.

Os responsáveis vitorianos prometeram fazer tudo para evitar que “tentativas de destabilização do grupo e do clube interfiram o mínimo no normal funcionamento dos trabalhos”, enaltecendo o “comportamento exemplar do grupo de trabalho” durante o episódio.

O comunicado refere ainda que o clube não vai permitir ser “gerido de fora para dentro”, com o “poder a cair na rua”.

LUSA

Investigadoras criam farinha e temperos com resíduos da azeitona e tomate

O objetivo “é criar alimentos mais diversificados, com reforço de fibra e proteção antioxidante”, com subprodutos representativos de culturas vegetais com impacto em Portugal, indicaram as responsáveis pelo projeto Veggyflours.

Este projeto, que está a ser desenvolvido há quatro meses, surgiu a partir da vontade de Manuela Pintado, Tânia Ribeiro, Marta Coelho e Joana Costa, da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da UCP, em responderem às diferentes necessidades do consumidor, promovendo a sua saúde e qualidade de vida.

Segundo explicaram à Lusa, estes produtos que estão a criar serão ricos em compostos bioativos, como a fibra e os carotenoides, que, em estudos realizados ao longo dos anos, têm demonstrado evidências na melhoria do trânsito intestinal, na recuperação desportiva, na regulação dos níveis de colesterol ou da função cardíaca.

Além da riqueza em fibras e elevada capacidade antioxidante, os produtos que a equipa está a desenvolver são isentos de glúten e têm uma maior capacidade de conservação, o que se irá refletir nos alimentos nos quais forem incorporados.

“Por fim, o concentrado de fibra antioxidante insere-se na nova tendência alimentar ‘Going full circle’ — Completando o ciclo, onde os consumidores valorizam, entre vários conceitos, questões como diminuição de desperdícios alimentares e a reutilizar subprodutos”, contaram as investigadoras.

De acordo com as investigadoras, um dos principais problemas enfrentados pela indústria alimentar é a acumulação e gestão dos seus subprodutos.

“Apesar do seu elevado valor nutricional, atualmente as aplicações dos subprodutos são limitadas e não criam valor acrescentado para a indústria, gerando, pelo contrário, custos elevados na gestão de resíduos, e, em alguns casos, com impacto ambiental”, indicaram.

Devido a isso, consideram que é “imperativa” a procura e criação de novas alternativas, que tragam valor acrescentado aos subprodutos.

“Disponibilizar os nossos produtos no mercado seria uma concretização pessoal, não só pela dedicação ao projeto, mas por acreditarmos que são uma forma sustentável de contribuir para a alimentação de uma população mundial crescente, que enfrentará, nos próximos anos, limitações de matérias-primas para a produção de alimentos”, referiram.

Apesar de as investigadoras já trabalharem com subprodutos há alguns anos, o projeto Veggyflours é mais recente, tendo surgido há cerca de quatro meses.

Futuramente esperam expandir a aplicação desta solução a outros subprodutos vegetais.

Com este projeto participaram no programa BIOTECH_agrifood INNOVATION, programa de pré-aceleração criado pela ESB-UCP, com o apoio da associação Portugal Foods e da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE).

Este programa tem como objetivo selecionar ideias inovadoras para o setor agroalimentar e apoiar a sua transformação em projetos de negócio.

LUSA

Évora: Escola secundária sem aulas por não ter “condições mínimas”

“Hoje não há aulas porque chegámos a uma rutura e não temos as condições mínimas para a escola estar a funcionar”, frisou à agência Lusa Maria de Lurdes Batista, diretora do estabelecimento escolar.

A escola, com cerca de 600 alunos, do 7.º ao 12.º ano, está aberta, mas com as atividades letivas suspensas, durante todo o dia, numa decisão da direção da escola, em conjunto com a associação de pais, professores e funcionários”.

“Estamos parados para que a comunidade escolar possa reunir e para verificarmos quais as condições que podemos dar aos alunos na quinta-feira, porque já vai haver aulas, mas com espaços encerrados”, explicou a diretora.

Segundo Maria de Lurdes Batista, o estabelecimento enfrenta “vários problemas” e, “nos últimos dois anos e meio”, comunicou essas dificuldades “às secretarias de Estado e ao ministro” das Educação, Tiago Brandão Rodrigues, assim como “ao Presidente da República, ao primeiro-ministro, aos deputados e aos candidatos à Câmara de Évora”, nas recentes eleições autárquicas.

“Todos sabem do que se passa e estamos à espera que nos digam alguma coisa superiormente e que arranjem soluções urgentes para minorar esta situação”, argumentou.

Na Escola Secundária André de Gouveia, relatou a diretora, deviam trabalhar “24 assistentes operacionais”, mas, atualmente, “devido às baixas, de curta e longa duração, apenas há 12 funcionários”.

“Não há funcionários para o espaço todo e, agora, temos mais alguns de baixa. Aliás, temos estado a funcionar com pavilhões sem ninguém, são os professores que vão buscar a chave e resolvem os assuntos sozinhos”, indicou.

O fornecimento de refeições é outro dos problemas, acrescentou.

“A canalização da cozinha é tubo galvanizado, com 40 anos. É velha, está toda ferrugenta e entrou em rutura em vários sítios. Quando arranjamos a tubagem num sítio, rebenta noutro”, relatou.

Perante esta situação, as refeições têm estado a ser confecionadas em duas outras escolas, sendo depois transportadas para a André de Gouveia em marmitas, para distribuir aos alunos, “em pratos de plástico, visto que não se podiam lavar e higienizar os outros pratos”.

“Tem sido horrível, porque não é condição nenhuma fazer parte da comida num sítio, outra noutro e transportá-la para a escola”, mas, na terça-feira, a situação complicou-se ainda mais, porque “uma cozinheira, que já tinha uma tendinite, deu um jeito a carregar marmitas pesadas e ficou de baixa”, contou a diretora.

A necessidade de obras na escola, para substituir a instalação elétrica, que “também é velha”, ou para reparar o chão de salas de aulas e um pavilhão “onde entra chuva”, é outra das reclamações da direção da escola, que vai reunir, hoje de tarde, com os pais e diretores de turma, para analisar o reinício das aulas, na quinta-feira.

“Estamos concentrados e vamos pensar o que podemos fazer”, disse, explicando que a ideia passa por abrir normalmente na quinta-feira, mas “com o refeitório fechado e reforço do ‘buffet’, para que os alunos, mesmo que não tenham uma alimentação quente, terem mais fruta, sandes” e outros alimentos.

LUSA

Roger Torrent eleito presidente do Parlamento da Catalunha

A eleição do novo presidente do ‘parlament’ decorreu à segunda volta e contou com votos favoráveis dos independentistas, que totalizam 70 lugares – — 34 dos JxCat (Juntos Pela Catalunha, direita separatista), 32 de ERC (Esquerda Republicana da Catalunha) e quatro da CUP (Candidatura de Unidade Popular, extrema-esquerda antissistema).

A votação teve ainda nove votos em branco.

LUSA

UEFA autoriza segunda parte do Estoril Praia-FC Porto

Fonte da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) disse à Lusa que o organismo que rege o futebol europeu formalizou hoje a resposta ao pedido para o cumprimento do jogo interrompido ao intervalo, na segunda-feira, devido a problemas de segurança numa das bancadas do Estádio António Coimbra da Mota, que motivaram a sua evacuação e obrigaram centenas de adeptos dos ‘azuis e brancos’ a descer para o relvado.

Atendendo ao caráter excecional do pedido, a UEFA autorizou a marcação da segunda parte do encontro, que o Estoril Praia vencia por 1-0, apesar de 21 de fevereiro ser uma data dedicada à Liga dos Campeões e da realização de um jogo da Liga Europa, explicou a mesma fonte da FPF.

Os ‘canarinhos’ reconheceram na segunda-feira que a bancada norte tinha tido um abatimento ao centro, o que obrigou à retirada dos adeptos e ao adiamento da segunda parte do encontro.

De acordo com o Regulamento de Competições da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), quando um jogo não se conclui por razões fortuitas ou de força maior, deve completar-se nas 30 horas seguintes, com algumas exceções, nomeadamente se estiver em causa a segurança dos agentes desportivos ou espetadores.

À entrada para a 18.ª jornada, o FC Porto liderava o campeonato, estando agora na segunda posição a um ponto do Sporting, que no domingo derrotou o Desportivo das Aves, por 3-0.

LUSA

Médicos ameaçam com três dias de greve

A decisão foi transmitida aos jornalistas no final de uma reunião do Fórum Médico, que decorreu na sede da Ordem dos Médicos, por dirigentes do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM).

“O ministro da Saúde [Adalberto Campos Fernandes] está a faltar a um compromisso que está a conduzir a uma degradação do Serviço Nacional de Saúde e dos cuidados primários e hospitalares”, declarou o secretário-geral do SIM, Jorge Roque da Cunha.

De acordo com o dirigente, a falta de respostas aos problemas apresentados pelas organizações representantes dos médicos, leva-os a “mostrar o cartão vermelho” ao Ministério da Saúde.

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