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Elisabete Teixeira

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Biquíni. Foi há 70 anos que o mundo conheceu “a bomba atómica feminina”

A cinco de maio de 1946, Micheline Bernardini uma dançarina do Casino de Paris posou na piscina de Molitor, em Paris (França), vestida apenas com duas minúsculas peças de roupa. A indumentária reduzida foi registada por Louis Réard com o sugestivo nome de biquíni. O engenheiro francês — que na altura administrava a loja de lingerie da mãe em Paris — deu-lhe esse nome inspirado pelo atol de Bikini no oceano Pacífico, onde os Estados Unidos tinham acabado de começar os testes com a bomba de hidrogénio.

Julie Newmar, uma atriz norte-americana a posar com um biquíni às bolas, em 1960.
Julie Newmar, uma atriz norte-americana a posar com um biquíni às bolas, em 1960.

Louis Réard escolheu o nome Bikini porque calculou que aqueles quatro triângulos feitos de apenas 194 centímetros quadrados de tecido iriam ser uma “bomba atómica” nas praias (e nos costumes) um pouco por todo o mundo. O engenheiro antecipou-se ao designer de moda Jacques Haim, um francês que também estava a trabalhar num desenho semelhante, mas com uma pequena grande diferença: o modelo de Réard era mais reduzido e deixava o umbigo claramente à mostra. Mas o nome escolhido por Heim ia no mesmo sentido: chamava-se “Atome” (átomo, em francês), mas a diferença de dimensões entre os dois deu origem a uma piada popular. Na época, dizia-se que o “biquíni” tinha dividido o “átomo”.

O escândalo que provocava a quase nudez feminina fez com que as vendas dos primeiros biquínis fossem fracas. As duas peças só começaram a ganhar popularidade quando atrizes como Brigitte Bardot, Julie Newmar, Marilyn Monroe ou Jayne Mansfield se renderam ao biquíni e começaram a posar de umbigo à mostra. E quando Ursula Andress saiu da água envergando um biquíni branco no filme da saga 007, Dr. No, a fama do biquíni explodiu para nunca mais abandonar os corpos femininos, apesar dos fenómenos de moda pontuais. Como a que trouxe a fato de banho completo de volta graças a um célebre exemplar vermelho usado por Pamela Anderson na série Marés Vivas.

Mas a conquista do direito das mulheres a usarem fatos de banhos cada vez mais reduzidos continua a ser celebrada. Hoje em dia, cada um vai para a praia como quer, seja de tanga ou biquíni e os tempos em que a roupa usada na praia tinha obedecer a regras rígidas já lá vão.

O lançamento do biquíni faz 70 anos, mas as duas peças não ganham rugas: veja na fotogaleria alguns dos modelos mais icónicos da história.

Marilyn Monroe, aqui numa imagem pouco conhecida das filmagens de "Something's Gotta Give', pouco antes de morrer em 1962.
Marilyn Monroe, aqui numa imagem pouco conhecida das filmagens de “Something’s Gotta Give’, pouco antes de morrer em 1962.
Micheline Bernardini foi a primeira mulher a vestir a criação de Louis Réard. Posou numa piscina parisiense a 5 julho de 1946.
Micheline Bernardini foi a primeira mulher a vestir a criação de Louis Réard. Posou numa piscina parisiense a 5 julho de 1946.
Brigitte Bardot de biquíni branco no Lago Leman (em Genebra, na Suíça) em 1961.
Brigitte Bardot de biquíni branco no Lago Leman (em Genebra, na Suíça) em 1961.
Jayne Mansfield de biquíni com padrão leopardo, ao colo do marido Mickey Hargitay, em 1956.
Jayne Mansfield de biquíni com padrão leopardo, ao colo do marido Mickey Hargitay, em 1956.

Valência anuncia contratação de Nani para as próximas três épocas

O futebolista internacional português Nani, habitual titular de Portugal no Euro 2016, foi esta terça-feira oficializado como jogador do Valência para as próximas três temporadas.

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“O Valência Club de Fútbol chegou a acordo com o futebolista internacional português Luís Carlos Almeida da Cunha ‘Nani’ para que seja jogador valencianista nas três próximas temporadas”, refere o clube no seu sítio oficial na internet.

O clube espanhol pagou 8,5 milhões de euros pelo avançado português de 29 anos, segundo avança o site MaisFutebol.

Luís Carlos Almeida da Cunha ganhou duas Taças de Portugal pelo Sporting, quatro ligas inglesas, quatro Taças de Inglaterra, uma Taça da Liga inglesa e uma Liga dos Campeões pelo Manchester United. Nani é o quarto jogador português com mais internacionalizações, com 101 jogos e 20 golos marcados.

Guerra das cápsulas: Bicafé derrota Nestlé

O Tribunal da Propriedade Intelectual Português julgou improcedente a providência cautelar em que a Nestlé pretendia impedir a Bicafé de continuar a produzir e comercializar cápsulas de café compatíveis com as máquinas Nescafé Dolce Gusto.

Na argumentação da Nestlé, em causa esteve a alegada violação de direitos de propriedade intelectual da patente de que é titular com a produção e comercialização da cápsula da Bicafé.

De acordo com a Bicafé, esta é a primeira decisão de um Tribunal da União Europeia que delibera no sentido de ser legal a produção de cápsulas compatíveis com o sistema Nescafé Dolce Gusto, pondo fim ao monopólio da Nestlé.

No caso da Nespresso, outra das marcas da Nestlé, já é legal produzir e vender cápsulas compatíveis com as máquinas deste sistema.

Varoufakis solidário com Portugal e Espanha contra sanções

No dia em que se espera que o colégio de comissários tome uma posição, em Estrasburgo, relativamente a eventuais sanções para Portugal e Espanha por défices excessivos, Yanis Varoufakis deixou um apelo a Bruxelas: “Parem já de ameaçar ” os dois países ibéricos.

Num texto publicado esta terça-feira na página do Movimento para a Democracia na Europa 2025 (DiEM 25), criado em fevereiro pelo antigo ministro das Finanças grego, é defendido que as metas impostas pela Comissão Europeia são inalcançáveis e que Portugal e Espanha não podem ser sancionados por esse motivo.

“Bruxelas está a ameaçar Espanha e Portugal com a retirada, ou suspensão de fundos estruturais, porque os seus orçamentos nacionais ultrapassaram outra meta impossível de alcançar e sem sentido em termos macroeconómicos”, pode ler-se no post. A crise financeira em Itália, com vários bancos italianos a precisarem de resgate, como é o caso do Monte dei Paschi di Siena, também não é esquecida pelo DiEM 25. “Parem a simulação de afogamento [tortura] financeiro/orçamental de Itália, Espanha e Portugal agora”, escreve o movimento.

Afirmando que esse cenário só iria agravar a situação económica dos dois países, o Movimento para a Democracia na Europa 2025 adverte ainda que isso aumentaria o sentimento eurocético, em expansão na Europa. “O DiEM25 exige que a Comissão Europeia acabe ou desista de todas as ameaças para sancionar os governos de Espanha e Portugal com medidas punitivas. Tais medidas só iriam aprofundar as crises económicas nestes países e levar mais cidadãos para o campo anti-europeu”, acrescenta.

Relativamente à crise financeira em Itália, o movimento de Yanis Varoufakis exige que a “Comissão Europeia (CE) e o Banco Central Europeu (BCE) parem de forçar Roma a impor regras que reflectem o falhanço de colocar em conjunto em funcionamento a união bancária”.

Lembrando que já passou um ano desde o referendo na Grécia – cujos eleitores votaram não face à proposta dos credores – e que os britânicos rejeitaram agora a permanência o país na União Europeia (Brexit), o movimento sublinha que os resultados destas duas consultas populares evidencia que o “autoritarismo de Bruxelas, Frankfurt e Berlim são os principais solventes da UE.”

“A União Europeia será democratizada e as suas políticas económicas serão humanizadas. Caso contrário, irá desintegrar-se”, conclui.

Não é a primeira vez que o antigo ministro das Finanças grego aborda a situação portuguesa desde que deixou o governo helénico, tendo sempre evidenciado a convicção de que o executivo luso – apesar da boa vontade manifestada com o acordo à esquerda – não poderia deixar a austeridade porque está “obrigada a respeitar as regras europeias”.

Em entrevista ao “Business Insider”, em fevereiro, Varoufakis criticou o facto de Portugal ser apontado como um bom exemplo por parte de Bruxelas, sublinhando que o país é uma “bolha” e que isso só mostra a necessidade da UE dar “boas notícias”.

Repetição das presidenciais na Áustria marcada para 2 de outubro

A Áustria realiza a 2 de outubro a repetição da segunda volta das eleições presidenciais, anulada pelo Tribunal Constitucional na sequência de uma queixa da extrema-direita, anunciou esta terça-feira o chanceler Christian Kern.

“Tivemos de tomar hoje a decisão de realizar a eleição presidencial a 2 de outubro. Como podem imaginar, foi uma decisão relativamente fácil”, disse Kern aos jornalistas depois de uma reunião do governo.

Na sexta-feira passada, o Tribunal Constitucional da Áustria decidiu anular a segunda volta das presidenciais, realizada a 22 de maio, e ordenar a sua repetição devido sobretudo a irregularidades no processo de contagem dos votos por correio.

O coletivo de 14 juízes deu razão ao Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ, extrema-direita) e ao seu líder, Heinz Christian Strache, que impugnaram o resultado da votação.

Na volta anulada, o candidato da extrema-direita Norbert Hofer perdeu por escassa margem para o ecologista Alexander Van der Bellen, com 49,65% e 50,35% dos votos, respetivamente.

Carta por pontos faz diminuir número de multas

Os portugueses estão a arriscar menos na estrada desde que o regime da carta por pontos entrou em vigor.a 1 de junho. Pelo menos, é isso que dizem os números. Passados 30 dias da entrada em vigor da carta por pontos, o número de autos passados pela GNR diminuiu em 5795 de um mês para o outro, conta o “Jornal de Notícias” esta terça-feira.

Já relativamente ao período homólogo em 2015, a diminuição é ainda mais acentuada: menos 24% de autos.

De acordo com um primeiro balanço da GNR, terão sido cometidas cerca de 600 infrações graves e muito graves por dia. No total, durante o mês de junho foram registados 17.890 autos muitos graves. No mês anterior, tinham sido contabilizados 23.685. Mesmo nas infrações leves houve uma diminuição de 10%, de 24.357 para 21.880, durante o mesmo período.

Para vários agentes de autoridade, o novo sistema é uma variável dissuasora. “Como se falou muito sobre a carta por pontos e as pessoas ficaram mais alerta para as penalizações, é natural que essa diferença seja efeito disso”, refere José Miguel Trigoso, presidente da Prevenção Rodoviária Portuguesa, ao “JN”.

Adrien: “Não tenho de mostrar nada aos franceses”

Já era a segunda vez que o via fazer isto. A interromper a marcha apressada e parar a meio da zona mista, por ouvir alguém a interpelá-lo em francês. É que Adrien é Adrien Sébastien Pérruchet da Silva, nascido em França e crescido em Portugal, desde miúdo. Ele percebe, entende e fala perfeitamente na língua de quem é anfitrião do Europeu e, em Marselha, após a seleção passar pelo segundo prolongamento seguido e, nos penáltis, garantir as meias-finais, quatro jornalistas gauleses conseguem arrancar uma conversa com ele.

Foi curta, mas, pelo sim, pelo não, houve ali um português que se juntou para ouvir o que eles lhe perguntavam e o que Adrien lhes respondia.

Estar nas meias-finais de uma competição é magnífico. Vendo o que aconteceu neste jogo, a equipa demonstrou uma grande força mental. Para os portugueses é bom porque foram criticados no início do Europeu pela qualidade de jogo que apresentavam.
Sim, mas pronto, isso faz parte. Há que saber encaixar isso de maneira a provar no campo que isso não é verdade.

O que te pede o treinador? Que sejas mais tático, jogues de forma mais ofensiva, mais atrás?
Isso depende do adversário, temos que nos adaptar às qualidades dos jogadores que temos à frente, contra nós. Isso é o mais importante, adaptarmo-nos às circunstâncias. Os jogos podem começar de uma maneira e acabar de outra, como vimos hoje, em que mudámos de tática ao intervalo, mais ou menos. Isso quer dizer que nunca podemos ter certezas sobre nada.

Dá a impressão que, no meio campo, vocês se complementam muito bem.
Sim, tem a ver com a personalidade de cada um. Tentamos falar muito, para facilitar a nossa vida em campo. Não podemos estar sempre no sítio certo, é bom ter alguém ao nosso lado que nos vá ajudando. É isso que te faz ser melhor.

É isso que também tentam fazer com o Cristiano Ronaldo?
[Ri-se, timidamente] Vocês sabem que, devido à qualidade que ele tem, a equipa tem de o aproveitar da melhor maneira.

Vocês estão cansados, depois de dois prolongamentos seguidos?
O cansaço existe sempre. É preciso saber descansar bem e, depois, esquecer isso.

E o Renato Sanches, é uma sensação, não?
Sim, toda a gente pode ver a qualidade que tem, ainda agora o provou. É muito bom para a equipa.

Ele é discreto ou brincalhão? Vocês falam muito?
Até é um pouco reservado, mas que aos poucos se vai mostrando e soltando.

O Adrien é um pouco desconhecido em França, mas nasceu cá, partiu para Portugal muito jovem. Queres mostrar-te ao público francês?
Nooon. Não tenho que mostrar nada aos franceses. Mostro a minha paixão da melhor maneira possível a jogar por Portugal, mas não tenho que lhes mostrar nada.

Governo angolano quer definir até final de julho quanto gasta o Estado em 2017

A proposta do limite de despesa para o Orçamento Geral do Estado (OGE) angolano, dependente das receitas petrolíferas, deverá ser apreciada até 28 de julho pelo executivo, segundo documento governamental a que a Lusa teve acesso esta terça-feira.

Depois de dois anos de crise e austeridade no país, devido à quebra para metade nas receitas fiscais com a venda de petróleo, que garante quase 98 por cento das exportações angolanas, o Governo definiu, por decreto presidencial de junho, instruções para a elaboração do OGE de 2017.

O documento refere que as “propostas de limites de despesas” para o OGE do próximo ano “devem ser apreciadas pela comissão económica do Conselho de Ministros até 28 de julho”. Antes, o Ministério das Finanças deverá avaliar esses limites com os órgãos do sistema orçamental, até 15 de julho.

O documento preparado pelo Governo, que está dependente da previsão do preço do barril de crude, deverá ser levado ao Presidente angolano, para apreciação, entre 13 e 20 de outubro, e votado em Conselho de Ministros uma semana depois.

O OGE para 2017, ano de eleições gerais em Angola, deverá dar entrada no parlamento, para apreciação e votação final, entre 28 e 31 de outubro, com os vários órgãos da administração pública a terem de cabimentar as despesas e projetos em função do teto de despesas a definir.

O orçamento angolano voltou este ano a ser de austeridade, com cortes e contenção, mas a execução continua ameaçada pela quebra da cotação do barril de crude, que no primeiro trimestre do ano chegou aos 30 dólares por barril.

Contudo, o documento elaborado pelo Governo estimava receitas fiscais com a exportação de petróleo, em média, a 45 dólares por barril, mais cinco dólares do que ao OGE para 2015, revisto (para metade) em março do ano passado, precisamente devido à quebra da cotação do crude no mercado internacional.

Orçado globalmente – receitas e despesas de igual valor – em 6.429.287.906.777 de kwanzas (34,7 mil milhões de euros), o Orçamento em vigor prevê um défice de 5,5% e um crescimento económico nacional, face a 2015, de 3,3%.

Foi descrito pelo Governo como de manutenção da austeridade, devido à crise da cotação do petróleo, que só este ano obrigou ao corte de um terço das despesas.

O Governo angolano prevê um crescimento de 48% na riqueza criada pelo petróleo no país em 2016, para mais de 22,3 mil milhões de euros, segundo a proposta do OGE.

Nas previsões do Governo, o Produto Interno Bruto (PIB) de Angola – toda a riqueza produzida no país – deverá subir em 2016 mais de 23,2%, face a 2015, atingindo os 14,218 biliões de kwanzas (76,9 mil milhões de euros).

Deste total, o PIB relativo à componente petrolífera corresponderá, na previsão do Governo, a 3,301 biliões de kwanzas (17,8 mil milhões de euros), tendo em conta dados constantes do relatório de fundamentação do OGE.

Este crescimento reflete-se igualmente nas exportações de crude, que em 2016 deverão atingir os 689,4 milhões de barris (perto dos 1,9 milhões de barris por dia), um aumento de quase 3% num ano.

GNR apreende mais de uma tonelada de amêijoa no Barreiro

Mais de uma tonelada de amêijoa japónica, avaliada em cerca de 7.700 euros, foi apreendida no concelho do Barreiro, anunciou hoje a GNR.

“Durante uma ação de fiscalização, os militares detetaram que o infrator não se encontrava licenciado para a prática de apanha de bivalves nem se fazia acompanhar dos documentos de registo obrigatório aquando do seu transporte”, refere a GNR.

A operação foi efetuada na segunda-feira por militares do Subdestacamento de Controlo Costeiro da Fonte da Telha na freguesia do Lavradio, no concelho do Barreiro.

“O infrator foi identificado e elaborado o respetivo auto de contraordenação. Os bivalves por se encontrarem vivos foram devolvidos ao seu habitat natural”, concluiu.

Crescimento da zona euro no 2.º trimestre foi o mais fraco desde finais de 2014

O crescimento da economia da zona euro no segundo trimestre foi o mais fraco desde finais de 2014, segundo dados divulgados esta terça-feira pela Markit.

Segundo a empresa de serviços de informação financeira Markit, a média do índice PMI composto da atividade foi de 53,1 pontos no segundo trimestre deste ano, o nível mais baixo desde os últimos três meses de 2014 e contra 53,2 pontos no primeiro trimestre.

O valor do PMI (Purchasing Managers Index) composto da atividade da zona euro foi de 53,1 pontos em junho, contra uma previsão inicial de 53,1 pontos e 53,3 pontos em maio, reforçando a moderação da atividade na zona euro, refere a Markit.

Um índice PMI inferior a 50 pontos significa contração, enquanto um superior indica expansão da atividade.

Em relação à produção industrial, esta registou em junho o crescimento mensal mais rápido deste ano, superando o verificado pelo setor dos serviços pela primeira vez em três meses.

Com comportamento diferente, a atividade do setor dos serviços em junho aumentou ao ritmo mais lento em quase ano e meio.

Os dados por país do PMI indicam expansões sólidas na Alemanha, Itália, Espanha e Irlanda em junho.

“A economia da zona euro não conseguiu ganhar impulso em junho, terminando um segundo trimestre dececionante”, sublinhou o economista-chefe da Markit, adiantando que o crescimento mais rápido da produção industrial foi anulado pela desaceleração do setor dos serviços deixando inalterado o ritmo de expansão da atividade comercial.

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