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Elisabete Teixeira

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Quanto paga Donald Trump em impostos? “Meta-se na sua vida”, diz o republicano

Donald Trump mantém a recusa em divulgar a sua declaração de impostos e deixar que o público saiba qual é a taxa efetiva de imposto que o milionário paga. Numa entrevista à televisão ABC News, o presumível candidato republicano à Casa Branca respondeu a uma questão do jornalista sobre essa taxa efetiva de imposto e respondeu: “It’s none of your business” (o que pode traduzir-se por Não é da sua conta, ou Meta-se na sua vida).

O milionário tem sido alvo de críticas por parte de figuras como a rival democrata Hillary Clinton e, também, o antigo candidato republicano Mitt Romney, por não mostrar a declaração de rendimentos. Esse documento permitiria saber quanto Trump paga em impostos e, claro, ter uma ideia mais fundamentada sobre que dimensão tem, afinal, a sua fortuna. Mas o empresário diz que não pode divulgar o documento porque está a ser sujeito a uma auditoria “de rotina” às suas finanças.

Trump deixa uma promessa de publicar os documentos assim que for concluída a auditoria, que abrange os seus rendimentos de 2009 a 2014. Mas recusa-se, por outro lado, a tornar públicas as suas declarações de rendimentos anteriores, que não estão a ser auditadas. E o fisco norte-americano já veio esclarecer que não há qualquer impedimento legal a que Donald Trump divulgue as declarações fiscais, só pelo facto de estarem a ser auditadas. Isso aconteceu com Richard Nixon, em 1973, recorda o Financial Times.

O público norte-americano, defende Trump, não tem um direito de espreitar para a sua situação fiscal. It´s none of your business, respondeu Trump ao jornalista da ABC News que o entrevistou. Trump reconheceu que luta “com grande intensidade para pagar o mínimo possível em impostos” mas deixa a garantia de que não tem “contas na Suíça nem offshores.

As pessoas não vão aprender nada [ao consultarem essas declarações]. Aprende-se muito pouco com declarações de rendimentos mas, mesmo assim, eu divulgarei quando as auditorias terminarem. Não tenho qualquer problema com isso… Não tenho contas bancárias na Suíça, nem offshores. Sou dono de uma empresa muito, muito limpa”.

Vinte e cinco crianças palestinianas mortas em três meses

A UNICEF registou 25 menores palestinianos mortos durante o último trimestre de 2015 e está preocupada com o número de crianças detidas por Israel, um recorde nos últimos sete anos.

Durante os últimos três meses de 2015, “25 crianças palestinianas, entre as quais cinco raparigas, foram mortas e 1.310 feridas na Palestina: 23 crianças (19 rapazes e quatro raparigas) foram mortas na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental e duas na faixa de Gaza”, indicou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) num relatório sobre aquele período.

As mortes ocorreram em plena vaga de ataques, sobretudo à facada, de jovens palestinianos contra israelitas.

A UNICEF declarou-se “muito preocupada quanto a uma utilização excessiva da força, nomeadamente nos casos em que crianças palestinianas foram abatidas pelas forças de segurança israelitas depois de terem realizado ou serem suspeitas de tentar realizar um ataque à facada”.

A agência da ONU criticou o facto de nenhum processo ter sido levantado, referindo o exemplo de uma adolescente de 17 anos levada por soldados israelitas para ser revistada num controlo rodoviário perto de Hebron, no sul da Cisjordânia, antes de ser abatida com, pelo menos, cinco tiros.

“As autoridades israelitas dizem que ela tentou esfaquear um polícia, mas uma testemunha afirmou que ela não representava qualquer perigo no momento em que foi atingida e que gritava que não tinha qualquer faca”, indica o relatório.

Os territórios palestinianos, Jerusalém e Israel têm sido palco de uma vaga de violência desde 01 de outubro que resultou na morte de 204 palestinianos, 28 israelitas, dois norte-americanos, um eritreu e um sudanês, segundo uma contagem da agência France Presse.

A maioria dos palestinianos mortos são autores ou suspeitos de ataques.

Em relação aos detidos, o relatório da UNICEF indica que, no final de 2015, “422 menores dos 12 aos 17 anos, entre as quais oito raparigas, estavam detidos em estabelecimentos militares”.

“Trata-se do número mais elevado desde março de 2009”, assinala a agência da ONU, adiantando que o facto da lei israelita autorizar o julgamento das crianças palestinianas a partir dos 12 anos é um caso único no mundo.

Euro 2016 é “um alvo atrativo para os terroristas”

O diretor da Europol, Rob Wainwright, admitiu hoje ver com “grande preocupação” a realização do próximo campeonato europeu de futebol em junho, em França, considerando que é “um alvo atrativo para os terroristas” jihadistas.

Em entrevista ao jornal alemão “Die Welt”, Rob Wainwright recordou os últimos atentados terroristas em território europeu, sublinhando que é “assustadoramente fácil” atacar alvos, como cafés, restaurantes e salas de concerto, uma situação que diz representar grandes desafios para as forças de segurança.

Perante a brutalidade destes atentados, o diretor do serviço europeu de polícia defendeu ser “absolutamente necessário” reforçar as unidades antiterroristas para que sejam capazes de atuar nestes novos cenários e perante a tomada de reféns, como aconteceu em novembro passado na sala de espetáculos Bataclan, em Paris.

Na sua opinião, não se pode acusar as forças de segurança europeias de terem subestimado o perigo.

Segundo Rob Wainwright, desde há algum tempo que a polícia dos 28 Estados-membros tinha claro que o auto-proclamado Estado Islâmico pretendia atacar a Europa e sabia que os jihadistas tinham criado um departamento especial para as operações no estrangeiro “para levar o terror às ruas da Europa”.

O problema é que a luta contra o terrorismo é “muito complexa”, disse.

“Havia informações dos serviços secretos sobre os autores dos últimos atentados, mas não havia nenhuma evidência de peso sobre ataques iminentes”, frisou.

As forças de segurança têm conhecimento de cerca de 5.000 pessoas que se uniram como “combatentes estrangeiros” ao Estado Islâmico na Síria e no Iraque, sendo que um terço deles regressou à UE, mas “é simplesmente impossível vigiar todos os potenciais terroristas 24 horas por dia “, adiantou.

Sobre as críticas à polícia belga após os ataques em Bruxelas, o responsável observa que esses ataques não foram planeados na Bélgica, mas na Síria, embora seja verdade que os jihadistas tinham vários esconderijos no país e puderam preparar os atentados sem serem incomodados.

Wainwright sublinha, neste contexto, a importância da cooperação de todos os países europeus na luta contra o terrorismo, o intercâmbio de informações e investigações conjuntas.

Atualmente, por exemplo, não existe uma definição comum sobre o que é um “islamita perigoso” ou um “combatente estrangeiro” e é “urgente” unificar os critérios para que todos os países possam saber quem regressa ao seu território, desde a Síria e do Iraque, e que pode ser um risco potencial, defende.

Sobre a entrada de terroristas na UE aproveitando as ondas de refugiados, Rob Wainwright rejeita falar de uma prática “sistemática”, mas reconhece que, apesar de serem poucos os jihadistas que recorreram a esta via, já são demasiados.

No caso dos ataques em Paris, a Europol sabe que dois dos terroristas utilizaram esta via, mas “talvez houvesse mais”, disse Wainwright.

Putin e Trump beijam-se num graffiti na Lituânia

Vladimir Putin, o presidente russo, e Donald Trump, na corrida dos candidatos à presidência dos Estados Unidos, dão um beijo na boca — é um graffiti, desenhado na parede de uma hamburgueria em Vilnius, a capital da Lituânia. O trabalho foi revelado na quinta-feira, pelo dono da Keulė Rūkė, o restaurante, e chamou a atenção da imprensa internacional.

Dominykas Ceckauskas, dono da pequena hamburgueria, que também vende costeletas de porco no churrasco, encomendou um mural provocatório para decorar a parede frontal do estabelecimento. A imagem, da autoria de Mindaugas Bonanu, um artista local, alude à famosa fotografia de 1979, em que o líder soviético Leonid Brezhnev beija o seu aliado comunista Erich Honecker na boca (em tempos um modo formal de demonstrar afeto fraternal), que também foi, mais tarde, graffitada numa parede em Berlim.

Num post no Instagram, a Keulė Rūkė agradece a todos a atenção dos últimos dias: “Desde a Reddit ao Washington Post muito obrigado pelo apoio. Sempre acreditámos que a pequena e libertária churrasqueira situada na fronteira da NATO com a Rússia um dia se tornaria viral. Não parem de beijar, pessoal.”

Em entrevista à AFP, o dono da hamburgueria, explicou a ideia:

Vemos muitas semelhanças entre estes dois ‘heróis’, Trump e Putin. Os dois têm egos enormes e é divertido ver que se estão a dar tão bem.”
Trump, que lidera a corrida para representar os republicanos nas próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos, tem demonstrado maior abertura para um entendimento com Vladimir Putin, apesar das relações tensas entre os dois países.

“Este graffiti expressa o medo de alguns lituanos de que Donald Trump se submeta a Vladimir Putin e venha a ser indiferente às preocupações de segurança da Lituânia”, explicou um professor do Instituto de Relações Internacionais e Ciência Política de Vilnius, à AFP.

“Trump já afirmou que Putin é um líder forte e que a NATO é obsoleta e cara”, frisou o professor.

Vital Moreira pede que a Europa não seja “forte com os fracos”

Vital Moreira, constitucionalista e ex-eurodeputado do PS, pede à Europa que não seja “forte com os fracos” e apresenta dois argumentos para que Portugal não seja sancionado por não ter sido capaz de cortar o défice em 2015, para um valor abaixo do limite de 3%. Isto mesmo depois de os dados do crescimento económico terem transformado o objetivo orçamental de 2016 numa “miragem”.

São dois posts, em dias seguidos, no blogue Causa Nossa. Este sábado Vital Moreira pede compreensão à Comissão Europeia, depois de na véspera ter defendido que dificilmente a meta orçamental do Governo de António Costa será cumprida.

Primeiro as más notícias: depois de terem sido conhecidos os dados da atividade económica portuguesa no primeiro trimestre deste ano — um abrandamento para um crescimento de 0,1% do PIB — Vital Moreira avisou na sexta-feira que “0 esmorecimento da retoma económica, que aqui se previu, é bem mais severo que que se temia”. Frisou que o desempenho português compara mal com o dos parceiros comunitários e considera o comportamento da procura interna como o resultado do “doping da recuperação de rendimentos e do crédito ao consumo”. E concluiu:

Mesmo que a situação venha a melhorar sob efeito da maior procura interna, a meta orçamental de crescimento para este ano (1,8%) torna-se uma miragem, arrastando também o desempenho do emprego.”
Contudo, este sábado, no mesmo dia em que o Expresso noticia uma carta enviada pelo presidente do Partido Popular Europeu, Manfred Weber, ao presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, a pedir que as regras sejam aplicadas sem “permissividade”, Vital Moreira apresenta dois argumentos para Portugal não ser sancionado. Primeiro:

O país está ainda a recuperar de um penoso processo de austeridade orçamental, mudou de Governo, tem objetivos claros de consolidação orçamental e merece portanto mais uma chance.”
E segundo, a Comissão Europeia não deve ser forte com os fracos, e fraca com os fortes:

A Comissão, que tão complacente tem sido com o défice orçamental da França (que não passou por nenhum estado de emergência orçamental), não pode usar de um padrão mais exigente em relação a países mais vulneráveis, como Portugal.”

Municípios querem uniformizar concessões elétricas e reprogramar fundos comunitários

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) defendeu este sábado a uniformização dos contratos de distribuição de energia elétrica em baixa tensão em todos os concelhos do continente português. Manuel Machado, presidente do Conselho Diretivo da ANMP, disse no final de uma reunião realizada na cidade da Horta, nos Açores, que a maioria dos contratos de concessão celebrados entre a EDP e os municípios portugueses está a terminar e que é necessário definir “medidas legais” de transição para as novas concessões.

“O valor das rendas das concessões para os municípios portugueses é de 250 milhões de euros por ano. Numa concessão a 20 anos, estamos a falar de cinco mil milhões de euros, que as concessionárias têm de entregar aos municípios a preços de hoje”, realçou Manuel Machado.

No entender do autarca de Coimbra, este é um valor muito elevado, que exige também “muitos cuidados”, “muito rigor” e o devido “suporte técnico” na negociação das novas concessões, para evitar que se verifiquem “erros”.

Por essa razão, o Conselho Diretivo da ANMP defende a criação de um grupo de trabalho, que inclua o secretário de Estado da Energia, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e a Direção Geral de Geologia e Energia, para preparar este período de transição.

O grupo de trabalho terá por missão “propor medidas legais, regulamentares, administrativas e contratuais necessárias à transição das concessões de distribuição em baixa tensão para novas concessões baseadas em contratos alicerçados em concursos públicos”, pode ler-se na deliberação aprovada pelo Conselho Diretivo.

A intenção dos autarcas é que sejam lançados os procedimentos dos concursos, em conjunto, em 2019 e que até lá, se proceda à extensão dos contratos que terminem mais cedo e à antecipação da caducidade dos que terminem após essa data. O Conselho Diretivo da ANMP entende que as novas concessões têm de garantir, entre outras exigências, a “neutralidade financeira para os consumidores” e para o Estado, “eficiência económica” e “uniformidade tarifária no país”.

A par desta matéria, os municípios portugueses manifestaram também a sua preocupação com os fundos comunitários destinados às autarquias e em especial, com as denominadas “prioridades negativas” definidas pela Comissão Europeia, como é o caso, por exemplo, de intervenções na rede viária.

“Foi aprovada uma proposta no sentido da ANMP e o Governo da República pressionarem a Comunidade Europeia para que sejam reafectados, novamente, fundos a esta área, que é fundamental para melhorarmos as nossas acessibilidades”, explicou José Leonardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Horta, anfitriã do encontro. O Conselho Diretivo da ANMP decidiu ainda realizar um seminário nacional sobre o ‘Portugal 2020’, para discutir a execução e reprogramação do atual quadro comunitário.

Reino Unido. Google acede a dados confidenciais de pacientes britânicos

O “National Health Service UK”, o serviço nacional de saúde britânico, assinou um acordo com a Google que permite à multinacional norte-americana ter acesso à esmagadora maioria dos dados confidenciais sobre a saúde dos 1.6 milhões de pacientes no Reino Unido que utilizam esse serviço público.

O documento a que a revista científica New Scientist teve acesso revela que a Deep Mind – uma empresa de inteligência artificial adquirida pela Google – pode através desse acordo ter acesso a vários pormenores sobre a saúde dos britânicos. E isso inclui saber de que doenças padecem, que medicação tomam e se já sofreram overdoses ou se submeteram a abortos. O acordo também admite que a Google pode aceder aos dados de todos os pacientes que passaram por três dos hospitais britânicos – Barnet, Chase Farm e Royal Free – nos últimos cinco anos.

Em fevereiro deste ano, a Deep Mind anunciou que tinha estabelecido um acordo com a equipa do Serviço Nacional de Saúde inglês, com o objetivo de criar uma aplicação – a “Streams” – que apoiaria o pessoal médico a monitorizar pacientes com doenças nos rins. Sabe-se agora que a empresa controlada pela Google tem acesso a um leque muito maior de informação confidencial e supostamente protegida.

Essa informação não está a ser armazenada nos escritórios da Deep Mind, mas antes por uma terceira empresa que não está especificada documento a que a New Scientist teve acesso. No entanto, há uma cláusula nesse acordo que impede a empresa de inteligência artificial de utilizar esses dados noutras partes da sua atividade. Além disso, a Deep Mind está obrigada a apagar os dados armazenados já em setembro de 2017 se o acordo não for renovado.

Descontos para transportadoras levantam questões de concorrência

O presidente executivo da Galp Energia, Carlos Gomes da Silva, afirmou que a intenção do Governo de criar descontos nos combustíveis para as transportadoras de mercadorias é “um tema sensível”, que levanta questões de concorrência.

“Pode até suscitar ter que ser visto na concorrência ao nível europeu. É um tema sério e preocupante”, defendeu o presidente da Galp, em conferência de imprensa para divulgação dos resultados da petrolífera no primeiro trimestre.

O Governo vai criar descontos para as transportadoras de mercadorias em postos de gasolina em três zonas de fronteira com Espanha – na zona de Elvas, Vilar Formoso e numa terceira zona, a definir, no norte do país – e nas antigas SCUT do interior.

Carlos Gomes da Silva defendeu que “os consumidores não podem ser tratados de forma diferente”, referindo que, como qualquer discriminação, “é um tema sensível”.

“Certamente que o Governo vai ter esse cuidado (…). Tem que se observar se não fere as leis da concorrência”, acrescentou o gestor, quando questionado sobre a intenção do Governo de reduzir a carga fiscal nos combustíveis para as transportadoras, aproximando os preços dos praticados nos postos de abastecimento em Espanha.

Em meados de abril, após várias reuniões com as associações representativas das transportadoras, o Governo anunciou a criação de “uma redução significativa” no preço dos combustíveis para transportadores de mercadorias em postos de gasóleo profissional em três zonas do interior: na fronteira com Espanha, na zona de Elvas, Vilar Formoso e numa terceira zona, a definir, no norte do país.

Estas medidas foram apresentadas como “mecanismos da promoção de competitividade das empresas de mercadorias, mas também medidas de promoção do interior”.

Esta é a música mais feliz da história

Há muitas playlists que o deixam feliz. Mas a ciência veio dizer que existe uma música que é, de facto, a mais feliz da história.

E a música mais feliz é… a Don’t Stop Me Now, dos Queen, dos anos 70. Quem o diz é um estudo dos britânicos da indústria eletrónica, Alba, que realizaram um inquérito junto de 2.000 pessoas no Reino Unido. A ideia era que de entre várias canções escolhessem as suas músicas favoritas, aquelas que lhes provocassem sentimentos de felicidade.

A música dos Queen foi apontada mais vezes e isso pode ser explicado pelo ritmo da canção, segundo o neurocientista Jacob Jolij, que analisou os resultados. “A análise confirmou o que a literatura já nos havia ensinado: as canções compostas por um maior ritmo são as mais eficazes na hora de produzir emoções positivas”, esclareceu Jacob Jolij ao The Huffington Post.

“Praticamente todas as canções mais felizes têm um ritmo superior em 10 pulsações por minuto ao de uma canção pop standard”, acrescentou o especialista. A canções “Dancing Queen” dos Abba e “Good Vibrations” dos Beach Boys também conseguiram boas pontuações.

Apesar desta eleição, a felicidade que uma música provoca dependerá sempre de uma avaliação pessoal, que é subjetiva. Por isso é que serão imensas as músicas felizes para uns e não tanto para outros. As associações positivas que desenvolvemos é que vão definir se determinada canção nos faz ou não sentir bem.

“Embora não seja possível identificar uma música como aquela que transmite melhor sensação, o que podemos fazer é identificar características específicas de canções que elevam o espírito das pessoas”, disse Jolij. “Quanto mais dados tivermos disponíveis, mais podemos aprender sobre como a música afeta o nosso humor”, acrescenta.

Mesmo que não seja a melhor para si, não deixe de ouvir a música intemporal dos Queen, que aqui lhe deixamos.

Arqueólogos do Taiwan encontraram fóssil de uma mãe com o filho ao colo

Arqueólogos do Taiwan encontraram um fóssil de uma mulher a segurar uma criança nos braços e a olhar na sua direção. O fóssil tem cerca de 4.800 anos.

Chu Whei-lee, o curador do departamento de antropologia do Museu Nacional de Ciências Naturais, afirmou: “Quando foram desenterrados os fósseis, todos os arqueólogos, assim como o pessoal que estava no local, ficaram chocados. Porquê? Porque a mãe estava a olhar para baixo, para o bebé que tinha nos braços”.

A exploração arqueológica em Taichung, no Taiwan, encontrou ao todo 48 restos mortais dentro de sepulturas. Esta descoberta representa a descoberta de atividade humana mais antiga na ilha de Taiwan.

A escavação começou em maio de 2014 e demorou um ano até serem desenterradas todas as peças. Os arqueólogos utilizaram a datação por carbono para determinar a idade dos fósseis. Entre os corpos encontrados, encontram-se os de cinco crianças.

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