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Elisabete Teixeira

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Sentimento económico sobe na zona euro em abril após 3 meses a cair

Na zona euro, de acordo com a Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros, o sentimento económico subiu 0,9 pontos para os 103,9.

Já no conjunto dos 28 Estados-membros da UE, o indicador aumentou 0,5 pontos para os 105,1.

O sentimento económico subiu em três das cinco maiores economias da zona euro – 4,4 pontos na Itália, 1,9 pontos na Holanda e 0,4 na Alemanha – e recuou em França (-1,0) e Espanha (-0,8).

Em Portugal, o indicador aumentou de 104,1 em março para 106,5 em abril.

A recuperação na zona euro deve-se a uma maior confiança dos consumidores e em todos de negócio, exceto no do comércio de retalho.

Depois da OPA, CaixaBank só admite negociar risco a Angola com Isabel dos Santos

O Caixabank assumiu esta quinta-feira que “já não é tempo de negociar com outros acionistas do BPI sobre a estrutura de capital”, uma vez que apresentou uma OPA (oferta pública de aquisição), admitindo apenas dialogar sobre o problema da exposição ao risco de Angola. Em causa estão as negociações, até agora falhadas, com a Santoro de Isabel dos Santos sobre o futuro acionista do Banco do Fomento Angola.

“Quando se apresenta uma OPA (Oferta Pública de Aquisição), já não é tempo de negociar, quando se apresenta uma OPA, os outros acionistas têm de ver se lhes interessa ou não, aceitar ou não. Naturalmente, continuamos a trabalhar construtivamente porque, neste caso, além da OPA sobre o BPI, está pendente a resolução de um problema sobre o BFA [Banco Fomento de Angola, detido maioritariamente pelo BPI]”, considerou o administrador-delegado do Caixabank, Gonzalo Gortázar.

As declarações do presidente executivo foram feitas na apresentação das contas do banco catalão, em Barcelona, no mesmo dia em que a assembleia geral do banco português vai discutir uma alteração dos estatutos que permitirá manter Fernando Ulrich na liderança executiva do banco português. Gortázar manifestou também confiança na equipa de administração do BPI.

O Caixabank é o maior acionista do BPI, com 44,1%, e lançou nas últimas semanas uma OPA sobre o restante capital do banco português, condicionada à eliminação dos estatutos de bloqueio na entidade financeira portuguesa, que lhe limitam os direitos de voto a 20%.

O Governo português aprovou um decreto-lei que permite a desblindagem desta cláusula de bloqueio dos direitos de voto, mas à luz das novas regras do Banco Central Europeu, o BPI continua exposto ao risco de Angola, uma vez que detém mais de 50% do Banco Fomento e Angola.

“Não que o banco tenha algum problema, mas pesa muito no balanço do BPI e portanto passa os limites de concentração de riscos. Esse risco requer a colaboração de muitas partes, um diálogo construtivo com as autoridades regulatórias de Angola. Já nos pusemos à disposição do Banco Central de Angola para explicar a operação e para encontrar uma solução. E requererá o diálogo com o sócio do BFA em Angola, que é a Unitel”, completou.

Citado pela Bloomberg, o responsável qualificou ainda de “joia” o banco angolano, admitindo contudo que o BFA pode vir a ser aberto negociado em bolsa, ponto que aliás fazia parte do acordo alcançado com a segunda maior acionista do BPI, Isabel dos Santos, mas que acabou por ficar sem efeito. Gortázar mostrou ainda a convicção de que o Banco Central Europeu vai dar tempo ao BPI e aos seus acionistas para reduzir a exposição a Angola sem aplicar as sanções previstas. E deixou a garantia de que o Caixabank procurará “sempre o diálogo para solucionar esse problema”.

“Mas que fique bem claro: o diálogo refere-se a solucionar o problema de Angola. Não estamos a dialogar com os acionistas do BPI sobre a OPA. Está apresentada e agora toca a aceitar ou rejeitar”, concluiu.

Organizações internacionais pedem a PM timorense para parar processo contra jornalistas

A carta está subscrita pela Freedom House, pelo Committee to Protect Journalists pela South East Asia Journalist Unions e pela International Federation of Journalists e prende-se com uma queixa apresentada pelo chefe do Governo contra os jornalistas Oki Raimundos e Lourenço Martins e o jornal Timor Post.

“Apelamos fortemente ao gabinete do primeiro-ministro para que retire o caso de difamação contra os jornalistas Oki Raimundos e Lourenço Martins e contra o Timor Post”, lê-se na carta.

“Ações como esta enfraquecem a liberdade de imprensa em Timor-Leste aos olhos da comunidade internacional. Recuperar difamação criminal neste caso é uma contravenção da tendência global e dos próprios passos positivos dados pelo país para apoiar uma media independente e forte”, consideram.

Em causa está uma notícia publicada no passado dia 10 de novembro que implicava o atual chefe do Governo num alegado caso de corrupção relacionado com um processo, quando Rui Araújo ainda trabalhava no Ministério das Finanças, para o fornecimento dos conteúdos do novo edifício deste ministério.

O artigo continha erros factuais que o jornal corrigiu, tendo publicado também o direito de resposta do gabinete de Rui Araújo, tal como previsto na Lei de Imprensa.

“Apesar disso decidiu avançar com um processo por difamação que pode representar penas de prisão”, lê-se na carta.

“Com Timor-Leste prestes a lançar oficialmente o seu Conselho de Imprensa, no dia da Liberdade de Imprensa, 03 de maio, a comunidade de media internacional está desapontada e preocupada que esse ação esteja a avançar e apela fortemente a que suspenda as acusações e pare de usar ameaças legais para perseguir jornalistas de Timor-Leste”, sublinha.

Questionado pela agência Lusa, Raimundos Oki explicou que na audiência do dia 11 “usou o direito a silêncio”, não respondendo às perguntas do Ministério Público, que lhe aplicou o Termo de Identidade e Residência que obriga a que notifique qualquer saída fora do país de mais de 15 dias de duração.

“Nesta altura ainda não recebemos a acusação. Só houve identificação pessoal e a aplicação do TIR”, afirmou.

O jornalista manifestou-se “muito preocupado” com o caso, considerando que os seus direitos fundamentais “estão a ser condicionados” e que desde que foi alvo da queixa, sente “muito medo” cada vez que escreve uma noticia.

“Mas continuo a trabalhar com normalidade”, disse o jornalista.

As organizações sublinham que o Codigo Penal timorense descriminalizou difamação quando foi introduzido em 2009 mas que este caso “demonstra a contradição da lei em Timor-Leste que é usada claramente para lançar processos de difamação por outros métodos”.

“Especificamente o artigo 285 foi aplicado neste caso, com a clausula de denuncia caluniosa que pela nossa interpretação é uma violação do artigo 41 da constituição (sobre liberdade de imprensa) e dos compromisso de liberdades de expressão de Timor-Leste como signatário da Convenção Internacional de Direitos Civis e Políticos (ICCPR)”, refere a carta.

O artigo referido do Codigo Penal prevê pena de prisão até 3 anos e multa para quem “por qualquer meio, perante autoridade ou publicamente, com a consciência da falsidade da imputação, denunciar ou lançar sobre determinada pessoa a suspeita da prática de um crime, com a intenção de que contra ela se instaure procedimento criminal, é punido com pena de prisão até 3 anos ou multa”.

“Reiteramos que esta queixa de difamação contra Oki e Lourenço Ameaça significativamente a liberdade de imprensa em Timor-Leste, criando uma cultura de medo e intimidação entre jornalistas que escrevem sobre assuntos de importância nacional”, sublinha a casta.

As quatro organizações apelam por isso ao chefe do Governo timorense para que peça ao procurador geral para que suspenda o processo, considerando ainda reformas legais para “abolir o artigo 285 e outras clausulas que enfraqueçam o compromisso constitucional do país em proteger e promover a liberdade de imprensa”.

Próximo Apple Watch deverá funcionar sem iPhone

Se a informação se confirmar, não precisará de ter um iPhone para comprar e usar o próximo smartwatch da Apple. De acordo com informações avançadas este domingo pelo The Wall Street Journal, o novo relógio da Apple deverá suportar conetividade à rede móvel e um processador mais rápido. Ou seja, na prática, a próxima versão do Apple Watch poderá suportar ligação à rede móvel 3G e 4G e o relógio conseguirá ligar-se à internet sem ser necessário um iPhone como intermediário.

A marca estará ainda a trabalhar no sentido de limar as arestas do modelo atual — o facto de ser necessário um telemóvel iPhone para que o relógio funcionasse em pleno estará entre as principais queixas dos utilizadores. O dispositivo foi lançado pela marca em abril de 2015 — há um ano –, e foi o primeiro aparelho desenvolvido já com Tim Cook no comando da empresa (Cook sucedeu a Steve Jobs como diretor executivo).

O site The Verge, especializado em tecnologia, refere que a notícia não está a ser encarada com grande surpresa. Muitos dos relógios inteligentes lançados por outras marcas — Samsung e LG, por exemplo — já suportam ligação à rede móvel e era de esperar que a Apple optasse por incluir a tecnologia na próxima versão do relógio.

Em março, a Apple decidiu baixar o preço base do Apple Watch para 299 dólares (no mesmo evento em que lançou o iPhone SE). Alguns especialistas têm questionado se o aparelho foi ou não um sucesso, embora a Apple tenha vendido duas vezes mais unidades do relógio do que iPhones nos respetivos anos de lançamento.

Esta terça-feira a Apple deverá revelar os resultados do segundo trimestre fiscal deste ano (um período que, na prática, corresponde aos primeiros três meses deste ano). O anúncio está a ser encarado com grande expectativa, esperando-se uma queda dos lucros da empresa segundo analistas citados pelo jornal USA Today.

Cientistas criam (acidentalmente) um novo tipo de bateria, 400 vezes mais eficaz

Foi um acidente. Mas foi um bom acidente. Um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia terá conseguido criar um novo tipo de bateria que, alegadamente, dura 400 vezes mais do que as baterias usadas atualmente. A descoberta foi feita por mero acaso e a parte do acidente é que… os investigadores ainda não sabem sequer como é que o sistema funciona, refere o site Science Alert.

Durar 400 vezes mais não significa, necessariamente, que leva mais tempo a se esgotar. Quer antes dizer que este novo tipo de bateria continua a funcionar eficazmente após 200 mil ciclos de carga. Segundo o mesmo site, o número encaixa-se dentro do tempo de vida útil dos principais dispositivos que usamos atualmente (telemóveis, computadores e carros) e poderá vir a representar uma alternativa às atuais baterias de iões de lítio.

Para já, a explicação — possível — dada pelos investigadores da universidade californiana é a de que, em vez de lítio, terão usado ouro. Mais especificamente nanofios de ouro (gold nanowires), que são milhares de vezes mais finos do que um cabelo e que os cientistas descobriram ser bem mais eficazes.

O objetivo principal da investigação (publicada agora na revista científica Energy Letters) não envolvia diretamente os nanofios, e muito menos o ouro. Antes, os cientistas queriam criar uma bateria mais segura e planeavam usar um gel condutor para armazenar energia, substituindo o líquido extremamente inflamável do atual sistema. Foi quando decidiram juntar os nanofios que perceberam quão melhor era este novo método.

O Science Alert explica ainda que as baterias normais perdem eficiência à medida que as descarregamos e voltamos a carregar — isto é, à medida que completamos ciclos de carga. Ou seja, após centenas de ciclos, a quantidade de energia que a bateria é capaz de armazenar é significativamente inferior.

No entanto, os investigadores alertam que não criaram uma nova super-bateria. Criaram, sim, um sistema que, eventualmente, será mais eficaz do que o atual. Ainda assim, não há garantia de que essa eficácia se irá manter quando o sistema sair do laboratório e for aplicado na prática. Além, do mais, existe ainda um outro problema: usar, futuramente, ouro em todas as baterias poderá não ser viável dado o elevado custo deste metal.

PSOE lança oferta de última hora para formar governo em Espanha. Ciudadanos recusa

O PSOE lançou um repto de última hora à esquerda para tentar formar Governo em Espanha. A tentativa de acordo in extremis implicava aceitar várias medidas para conseguir a investidura com o apoio do Podemos, do Ciudadanos e do Compromís. Mas já recebeu o primeiro não, da parte de Albert Rivera: o Ciudadanos não aceita o acordo alargado e também não é de admitir que o Podemos de Pablo Iglesias o quisesse.

Em conferência de imprensa, o líder do Ciudadanos rejeitou a proposta e disse que o seu partido já está a trabalhar no cenário de eleições. “A proposta de acordo nem sequer é digna de ser considerada”, disse Rivera.

A expectativa de um acordo foi lançada esta manhã pelo próprio PSOE, no Congresso dos Deputados, naquela que é a última semana antes de terminar o prazo para ser conseguido um acordo de Governo. As eleições foram a 20 de dezembro do ano passado e se até ao próximo dia 3 não houver um entendimento terão de ser convocadas novas eleições, que terão lugar a 26 de junho. O Rei está desde ontem a ouvir os partidos para perceber quais eram ainda as hipóteses de um acordo e foi nas audições que ouviu a rejeição do Ciudadanos.

Sem renunciar ao pacto feito com o Ciudadanos, de Albert Rivera — que o Podemos de Pablo Iglesias nunca aceitou –, Sánchez pedira o apoio do Compromís e do Podemos para um “acordo plural”. Porque só um entendimento alargado permitiria a necessária maioria de governação.

O acordo, que o PSOE exigia que fosse alcançado em 24 horas, implicava três exigências, escreve o El Mundo. A primeira era que os partidos se comprometessem a apoiar e dar estabilidade ao Governo que viesse a ser formado; a segunda que esse Governo fosse do PSOE, integrando independentes; e a terceira que Pedro Sànchez fosse submetido a uma moção de confiança daqui a dois anos, em junho de 2018. Ou seja, Sànchez governaria por dois anos até ser avaliado.

Santos Silva diz que já tramitou 1600 vistos gold desde que entrou em funções

Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros, voltou a defender na Assembleia da República que o Ministério dos Negócios Estrangeiros já tramitou centenas de pedidos de vistos de investimento, ou vistos gold, desde a sua chegada às Necessidades, mas lembrou que tramitar não significa atribuir. Santos Silva atualizou os números desde o início do ano e disse que já foram tramitados 1611 pedidos – em março tinha mencionado 850 -, mas em 2016 foram aprovadas 459 autorizações para investimento.

“Tramitados significa que foram analisados, alguns resultam em concessão de residência, outros em renovação de residência, concessão de autorização para reagrupamento, outros são extintos, outros são recusados”, esclareceu o ministro na Comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, já que os números que foram avançados pelo ministro na audição durante o debate do Orçamento do Estado indicavam a tramitação de 850 pedidos e os números divulgados pelo SEF em seguida foram muito abaixo disso.

A pedido do PSD, Santos Silva veio à Assembleia esclarecer este ponto, mas avançou com números concretos sobre a atribuição de vistos gold. Assim, desde o início do processo, em 2012, até agora – números até 22 de abril – já foram atribuídas 3247 autorizações para investimento e 4950 autorizações para familiares. Isto significa, e segundo os dados também divulgados pelo SEF, que nos primeiros quatro meses de 2016 já foram concedidas 459 autorizações para investimento. “Duplica o ritmo de 2015”, referiu Santos Silva.

O ministro esclareceu em maior pormenor o que aconteceu aos 1611 pedidos que diz já terem sido tramitados, ou analisados, como insistiu o ministro. 537 foram relativas a novas autorizações de investimento, 767 diziam respeito a reagrupamento familiar e 307 pedido foram indeferidos.

O Bloco de Esquerda afirmou nesta reunião que a atribuição de vistos “é um dos fatores que nos separa do Governo” e Santos Silva afirmou que respeita esta posição, afirmando que o próximo passo nesta atribuição dos vistos gold é “captar investimento na cultura e recuperação do património”.

Assinatura do acordo do Governo com a TAP adiada por “três semanas”

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas anunciou esta terça-feira no Parlamento que o Governo vai adiar, por duas ou três semanas, a assinatura do acordo de compra e venda de ações da TAP, que permite ao Estado manter 50% do capital da companhia aérea portuguesa. O motivo, disse, citado pelo Expresso, prende-se com a complexidade dos instrumentos jurídicos em causa.

“Os documentos de concretização do memorando de entendimento [assinado no início de Fevereiro] estão essencialmente concluídos”, disse Pedro Marques, prometendo fechar o dossiê “nas próximas três semanas”.

A assinatura do acordo devia acontecer até ao final desta semana, uma vez que o memorando de entendimento assinado com os acionistas privados só vigorava até sábado, dia 30. Não sendo assinado até essa data, tal significa que se voltava ao modelo anterior definido pelo Governo de Passos Coelho, em que o consórcio Atlantic Gateway, de David Neeleman, ficava com 61% da empresa.

Agora, o ministro da tutela vem dizer, durante uma audição na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, que vai passar o prazo, em duas ou três semanas, por motivos de complexidade dos instrumentos jurídicos. A ideia do atual Governo é manter a TAP com 50% de capital público, sendo que a gestão corrente continua a caber aos privados.

Banif. Solução proposta por Portugal foi “barrada” por Bruxelas e “bloqueada” pelo BCE

O presidente do Fundo de Resolução voltou a apontar na direção das instituições europeias quando estão em causa as responsabilidades pela solução final aplicada ao Banif e para qual só exigia uma alternativa, a liquidação.

José Berberán Ramalho, que também é vice-governador do Banco de Portugal, defendeu que é “profundamente questionável o papel predominante que as considerações sobre a concorrênciaassumem nestes processos, em detrimento das considerações que deveriam ser prioritárias, que são a preservação da estabilidade financeira e a proteção do erário público.”

Na audição na comissão parlamentar de inquérito ao Banif, o responsável alertou ainda para o facto de as “preocupações com a concorrência neste contexto são consideradas na perspetiva limitada de evitar
distorções da concorrência resultantes de ajudas de Estado, desconsiderando (ou só considerando de forma secundária) o potencial de distorção mais geral à concorrência que resulta do processo de concentração bancária.perfeitamente questionável”.

Em respostas ao deputado do CDS, João Almeida, José Ramalho explica que a interação do Banco de Portugal com a DG Comp (direção-geral da concorrência europeia) era incontornável porque havia uma ajuda de Estado e, lembra, nesses casos tem de haver resolução bancária, o que envolve a autoridade nacional de resolução.

O vice-governador concluíu ainda que a solução defendida pelas autoridades portuguesas “foi barrada” por Bruxelas, no que diz respeito à recapitalização pública com integração na Caixa Geral de Depósitos. Outra solução que foi bloqueada foi o banco de transição. Era uma solução de recurso que nos daria mais força negocial. Foi inviabilizada na prática pelo Mecanismo Único de Supervisão.”

Na sua intervenção inicial, José Ramalho explicou que o Mecanismo Único de Supervisão do BCE colocou objeções à constituição dum banco de transição.

A hipótese de constituição de um banco de transição ficou dependente da constatação da impossibilidade de uma venda.Isto inviabilizou, na prática, a possibilidade de constituição dum banco de transição como solução de recurso, no horizonte temporal exigido, e a disponibilidade dessa solução de recurso como elemento de reforço da capacidade negocial no processo de venda. Deste modo, em consequência das sucessivas restrições introduzidas, a alternativa de resolução ficou limitada à venda da atividade, caso contrário o banco entraria em liquidação”.

Prince, Michael Jackson e James Brown juntos em palco: sim, já aconteceu e foi um espanto

Prince, Michael Jackson e James Brown: três lendas da música que, infelizmente, partiram demasiado cedo, deixando para trás um legado enormíssimo.

E, na verdade, houve uma altura em que todos eles estiveram juntos no mesmo palco: aconteceu em 1983, durante um concerto de James Brown em Hollywood, no Beverly Theater.

Após Michael Jackson ter subido – e dançado – em palco por insistência de Brown, o rei da pop ter-lhe-à dito que haveria, na audiência, alguém que deveria ter o mesmo tratamento: Prince, que tinha lançado um dos seus álbuns mais conhecidos, 1999, no ano anterior.

O momento foi captado em vídeo, estando presente no YouTube há muito. Relembre-o aqui:

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