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Tailândia acolhe 3ª edição do passatempo de surf Jervis & Vagabonds

Tailândia

A Autoridade de Turismo da Tailândia é a grande patrocinadora da 3ª edição do passatempo online Jervis and Vagabonds, que este ano tem a assinatura the Amazing surf Journey. Depois do sucesso registado nas edições anteriores, a competição está de volta mas com a ilha de Phuket no horizonte, já que os finalistas viajarão para a Tailândia, entre 3 e 10 de Agosto, para disputarem o round final.

Para Rosário Louro, representante da Autoridade de Turismo da Tailândia em Portugal “esta parceria com a competição Jervis and Vagabonds é uma excelente oportunidade de lançar em Portugal um novo produto turístico da Tailândia relacionado com a prática de surf, de uma forma criativa e com grande interação com o público alvo.”

Também Filipe Jervis, organizador do evento e surfista profissional, considera que “ a final na Tailândia é diferenciadora comparativamente às edições anteriores já que o destino é desconhecido da maioria dos surfistas portugueses. A possibilidade de associarmos a prática de surf a um destino culturalmente tão rico e acolhedor é um desafio que não podíamos deixar escapar.”

Os 14 surfistas profissionais convidados por Filipe Jervis para a competição deste ano são Luis Perloiro, João Moreira, João Guedes, João Kopke, Pedro Boonman, Alexandre Botelho, Jácome Correia, Guilherme Fonseca, Tomás Valente, Pedro Coelho, Eduardo Fernandes, Miguel Blanco, Tomás Fernandes e José Ferreira.

Durante este período os surfistas convidados colocam no site http://jervisandvagabonds.com os vídeos das suas melhores manobras para serem votados por um júri composto por quatro elementos – Pedro Barbosa (juiz da liga Moche), Rodrigo Sousa (treinador de surf), Nuno Bandeira (diretor da revista Onfire), Filipe Jervis (organizador do evento) – e pelo voto do Público. Os três surfistas que forem seleccionados para a final terão a oportunidade de viajar até Phuket e disputar o título da 3ª edição, que este ano conta com um bónus adicional já que o primeiro classificado receberá um prémio em dinheiro.

Haverá ainda outros prémios para os restantes cinco classificados: uma estadia no Lapoint Surfcamp em Marrocos (Prémio Lapoint), uma prancha de surf (Xhapeland), relógios Swatch e queijos Eru.

Uma vacina antiterrorismo made in Coimbra

vacina

Uma equipa do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra desenvolveu uma vacina nasal que combate um ataque por antraz. De acordo com um comunicado da universidade, partindo do princípio que as vacinas injetáveis ministradas a militares não são 100% eficazes, a equipa criou um sistema que atua no local onde o antraz é inalado e impede que ocorra infeção e desenvolvimento da doença numa fase mais precoce. O grupo vai mais longe, ao assumir que os fins preventivos da vacina alargam-se a outros níveis. De acordo com o comunicado, “a introdução no mercado de uma vacina deste tipo poderá dissuadir a utilização de armas biológicas com antraz”.

O trabalho durou três anos, dando origem a uma proteção imunitária que, diz a coordenadora do grupo, Olga Borges, “promove a produção de anticorpos protetores nas mucosas, formando uma barreira à entrada do antraz na corrente sanguínea”. Nesse sentido, foram desenvolvidas “nanopartículas muco-adesivas que têm como função estimular o sistema imunitário, permitindo que este responda de forma mais eficaz à presença do antigénio (molécula estranha ao organismo) do antraz”. Por outro lado, assegura a investigadora, “as nanopartículas asseguram ainda que a vacina não seja destruída pelas enzimas das mucosas ou que se desloque para o estômago, onde seria inativada pelos ácidos”.

A investigação começou por fazer parte de um projeto europeu, proposto pelo Ministério da Defesa Português e aprovado pela Agência Europeia de Defesa. Mas, devido às restrições orçamentais em curso no nosso país e noutros da UE, e às redefinições de áreas de investigação do Ministério, o projeto ficou sem o financiamento da área da defesa, tendo sido suportado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Por que nos sentimos cansados a seguir a um dia de praia?

Praia

Muitas pessoas sentem-se ‘moles’ depois de um dia de praia. Mas sabe porque é que isso acontece?

Segundo a National Sleep Foundation, existem três razões para nos sentirmos assim:

1)    Exposição solar: O corpo está sempre a tentar compensar o aumento da temperatura e este trabalho do organismo acaba por deixar as pessoas mais cansadas;

2)    Desidratação: Quando estamos desidratados ficamos mais cansados;

3)    Raios UV: Os raios ultravioleta penetram a pele e fazem com que existam várias alterações químicas que provocam cansaço. O uso de protetor solar pode ajudar a diminuir este efeito.

Cavaco Silva critica lei que foi obrigado a promulgar

O Presidente da República promulgou hoje o decreto-lei sobre a cópia privada, no âmbito da legislação sobre direitos de autor, que tinha anteriormente vetado em nome de uma “adequada proteção dos direitos de autores e consumidores”.

O Presidente da República tinha vetado aquele decreto-lei em março, defendendo uma “reponderação” da lei para que fosse mais justa para autores e consumidores. Apesar do veto, o documento acabou por ser aprovado uma segunda vez pela maioria parlamentar, obrigando o chefe de Estado a uma promulgação, seguindo o que está consagrado na Constituição.

Numa mensagem enviada hoje à Assembleia da República, a propósito agora da promulgação, Cavaco Silva reafirma que “existem elementos que deveriam ter justificado uma reponderação das soluções constantes do regime aprovado” no que toca à lei da cópia privada.

Na regulação sobre a cópia privada “não foi feita uma adequada e equilibrada ponderação de todos os interesses em presença”, afirma o Presidente da República na mensagem.

Cavaco Silva acrescenta que o decreto-lei deveria “assegurar uma efetiva e real proteção dos direitos dos autores e criadores que não implique custos injustificados para os consumidores nem afete o desenvolvimento da economia digital, setor de importância estratégica para Portugal num contexto de grande competitividade à escala global”.

O decreto-lei 320/XII, que faz parte de um pacote legislativo sobre direitos de autor e direitos conexos, foi o que causou mais discussão e polémica por causa da existência de uma taxa, com uma variação entre 0,05 cêntimos e os 20 euros, a aplicar no preço de equipamentos como leitores de mp3, discos rígidos externos, telemóveis, CD, impressoras, cartões de memória e suportes de armazenamento (‘pen’).

O objetivo é compensar os autores (a denominada “compensação equitativa”) por cada cópia para uso privado que cada utilizador ou consumidor faça de uma obra (um álbum ou um filme, por exemplo) recorrendo àqueles equipamentos.

Ficam isentos de pagamento de taxa os consumidores que – ao comprarem aqueles equipamentos – provem que têm atividades como “fotógrafo, designer, arquiteto ou engenheiro, assim como profissões artísticas devidamente enquadradas pelo código de atividade económica” ou se dediquem à “salvaguarda do património cultural móvel” ou ao “apoio a pessoas com deficiência”.

As verbas resultantes da cobrança daquela taxa serão geridas pela Associação para a Gestão da Cópia Privada (AGECOP) e redistribuídas pelos detentores de direitos de autor.

Caso o montante cobrado ultrapasse os 15 milhões de euros, as verbas restantes passam para o Fundo de Fomento Cultural.

Na mensagem de hoje, sobre a promulgação, Cavaco Silva recorda que, a nível europeu, os Estados-membros “possuem ampla liberdade para aprovarem ou não legislação” especificamente sobre cópia privada, mas que o Tribunal de Justiça da União Europeia recentemente defendeu que se limite “os excessos da lei da cópia privada em matéria de compensação equitativa”.

Pacemaker mais pequeno do mundo implantado pela primeira vez em Portugal

cirugia

O Hospital de Santa Cruz (Centro Hospitalar Lisboa Ocidental) implantou, segunda-feira, dia 1 de junho, pela primeira vez em Portugal o pacemaker mais pequeno do mundo, tornando-se assim um dos centros pioneiros a disponibilizar o novo dispositivo aos doentes.

De acordo com Prof. Pedro Adragão, coordenador da Unidade de Arritmologia de Intervenção do Hospital de Santa Cruz, “este primeiro implante marca uma nova etapa no tratamento das arritmias cardíacas, já que ao contrário do pacemaker convencional, este novo dispositivo é implantado diretamente no coração através de um procedimento minimamente invasivo, sem necessidade de colocação de cabos – elétrodos, os quais são os principais responsáveis pelas complicações a longo prazo.”

“Outra das vantagens desta cápsula cardíaca é o facto de não ser necessária uma incisão cirúrgica no peito, eliminando assim qualquer sinal visível do pacemaker e reduzindo o risco de infeções e tempo de recuperação dos doentes”, esclarece o especialista.

A nova cápsula cardíaca mede apenas 2,5cm – um décimo do tamanho de um pacemaker convencional – e é colocada no coração através de um cateter inserido na veia femoral. Uma vez colocado, o mini dispositivo fica preso à parede do coração, podendo ser reposicionado, caso seja necessário. Seguro às paredes do coração através de pequenos ganchos, este mini dispositivo cardíaco fornece impulsos elétricos que estabelecem o ritmo cardíaco através de um pequeno elétrodo colocado na sua extremidade.

Apesar do seu tamanho reduzido, o novo dispositivo tem uma bateria que dura, em média, dez anos. O dispositivo responde aos níveis de atividade do doente, ajustando-se automaticamente a cada pessoa, permitindo ainda que os seus portadores tenham acesso aos meios de diagnóstico mais avançados, uma vez que é compatível com ressonância magnética.

A colocação de um pacemaker é o método mais utilizado para o tratamento da bradicardia, uma perturbação do ritmo cardíaco caraterizada por um batimento lento. Estima-se que exista mais de um milhão de pessoas portadoras de pacemakers em todo o mundo.

Tecnológicas portuguesas à conquista do México

mexico tecnologia

Depois da portuguesa JP – Inspiring Knowledge, que fabrica o computador “Magalhães”, ter dado o pontapé de saída por terras mexicanas, várias tecnológicas estão a aventurar-se para aquele país.

Microio, InovarMais, ITPEERS, i2S e a Gema são algumas das empresas que aproveitaram o programa – Portugal Connect – um projeto cofinanciado pela União Europeia e monitorizado pela AICEP – que ajuda as empresas nacionais a expandir o seu negócio para o México.

A 1ª fase do projeto tem um investimento de cerca de 400 mil euros, a executar até ao final de Junho. A partir do 2º semestre do ano o programa tem um montante disponível de cerca de 800 mil euros, enquadrado em candidatura ao próximo quadro comunitário 2020.

Mas além do “incentivo financeiro no processo de entrada das empresas portuguesas no mercado mexicano, o Portugal Connect oferece um conjunto de outros apoios operacionais que facilitam e aceleram esse processo”, explica ao Económico Pedro Neto, coordenador do projeto Portugal Connect da Câmara do Comércio e Indústria Luso-Mexicana (CCILM).

Para que as empresas possam conhecer melhor o mercado estão previstas em breve duas deslocações para Maio e Junho. Segundo o coordenador do projeto Portugal Connect os sectores com maiores oportunidades de negócio no México são as tecnologias de educação e tecnologias para a indústria automóvel.

Em relação ao primeiro sector, será fechado um primeiro negócio de entrada no mercado por parte de duas empresas do distrito de Aveiro – a Microio e a InovarMais. “Trata-se de um projeto de implementação de um sistema integrado de gestão escolar num colégio na Cidade do México, que permitirá criar referências no mercado, e que não deverá ultrapassar os 100 mil dólares”, sublinha o responsável.

Na outra área ligada ao sector automóvel está em curso um projeto de instalação de um centro de receção de exportação e de suporte técnico por uma empresa de eletrónica automóvel proveniente do Porto: a Controlar.

A primeira empresa a avançar para este país foi a JP – Inspiring Knowledge, que em parceria com o grupo mexicano IUSA, venceu há uma semana um concurso público para vender 960 mil ‘tablets’ à Secretaria da Educação Pública do México. “Em termos do negócio em si, estamos a falar de 124 dólares multiplicando por 960 mil ‘tablets’. Este negócio é o resultado da qualidade das soluções da JP e, sobretudo, do seu investimento neste mercado ao longo dos últimos anos”, refere Pedro Neto.

De acordo com o INE foram mais de 500 empresas a desenvolver negócios com o México no ano de 2013. No que toca a empresas de base tecnológica TIC, que é o foco deste projeto promovido pela CCILM, o número de empresas com operação efetiva não deverá ultrapassar as 20.
Hoje Pedro Passos Coelho preside ao almoço comemorativo do 10º aniversário da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Mexicana (CCILM).

Irlanda aceita vender Aer Lingus à IAG

avião

Depois de meses de negociação, a venda da irlandesa Aero Lingus à IAG, que resultou da fusão entre a British Airways e a Iberia, vai mesmo avançar.

O governo irlandês aceitou vender a participação de 25% que ainda detinha na empresa, considerando que esta decisão era no “interesse da indústria dos transportes públicos, da Aer Lingus e dos seus trabalhadores, do turismo da Irlanda e da economia irlandesa”, disse Paschal Donohoe, ministro dos transportes daquele país, citado pelo “Financial Times”.

O negócio está avaliado em 1,4 mil milhões de euros e, para conseguir o apoio do Governo, a IAG deu garantias de, durante sete anos, manter rotas de Londres Heathrow para Dublin, Cork e Shannon, com a condição de que as taxas aeroportuárias não aumentem além de níveis já fixados. Willie Walsh, o presidente da IAG, tinha dito inicialmente que iria garantir 23 das rotas lucrativas da Aer Lingus e dos seus ‘slots’ em Heathrow durante cinco anos – o aumento para sete representa uma pequena vitória para o governo irlandês.

“Todos vão beneficiar com este negócio”, disse o presidente da IAG.

O negócio será hoje discutido pelo Parlamento irlandês. A oferta mantém-se condicionada à aceitação da Ryanair, que tem 29% da Aer Lingus, e da aprovação das autoridades europeias.

A primeira proposta avançada pela IAG, em Janeiro, avaliava a companhia aérea em 1,36 mil milhões de euros. Depois da avaliação do INI e do Credit Suisse, os assessores financeiros, a proposta feita ao Governo foi melhorada para 2,55 euros por ação, em dinheiro, e um dividendo especial, recomendando que o Executivo aceitasse a oferta.

Económico

Ao fim de seis anos fechado, o Dolce Vita Braga vai albergar uma nova loja Ikea

O edifício construído em Braga para acolher um centro comercial Dolce Vita vai abrir no próximo ano e terá uma loja Ikea como espaço-âncora. Os suecos vão estrear um conceito diferente do dos atuais espaços em Portugal. O acordo para a sua abertura também inclui lojas do universo Sonae. O centro comercial vai chamar-se Nova Arcada e terá outros 96 estabelecimentos comerciais e 11 salas de cinema.

Ao contrário do que acontece nas outras três lojas Ikea em Portugal (Alfragide e Loures, na Grande Lisboa, e Matosinhos, no Porto), a loja de Braga não terá um espaço totalmente independente, com o grande armazém azul que se tornou imagem de marca dos suecos. Uma vez que o espaço comercial na cidade minhota já está pronto, a empresa de mobiliário vai ocupar uma ala do edifício comercial, ao que tudo indica os 20 mil metros quadrados que originalmente estavam destinados para um retail park, ocupando dois pisos.

A nova loja Ikea vai permitir criar cerca de 250 postos de trabalho diretos e 50 indiretos, anuncia a Sonae Sierra, que comercializa as lojas daquele espaço comercial, em comunicado.

O Dolce Vita bracarense era um dos centros comerciais previstos no plano de expansão em Portugal da espanhola Chamartin, que em 2006 comprou os centros comerciais do grupo Amorim. Na sequência da acumulação de dívidas, o espaço de Braga foi entregue à Caixa Geral de Depósitos (CGD), que por sua vez contratou a Sonae Sierra para comercializar as lojas. As duas entidades esperam que este espaço comercial, agora rebatizado Nova Arcada, possa abrir portas no início do próximo ano, até à Primavera.

Esta é a primeira vez que Sonae e Ikea colaboram em Portugal. “O acordo agora celebrado constitui um marco importante na estratégia de comercialização do novo centro e vem atestar o sucesso do esforço comercial na captação do interesse de lojistas”, sublinha Cristina Santos, administradora responsável pela gestão de centros comerciais da Sonae Sierra em Portugal.

A notícia da abertura iminente do espaço comercial foi comunicada pelo presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, aos vereadores, durante a reunião do executivo municipal bracarense desta segunda-feira. Ao PÚBLICO, o autarca confirma que manteve, durante a semana passada, reuniões com a CGD e a Sonae em que lhe foram dadas essas garantias. “Resolver-se um problema como estes e desta forma é muito bom. Não se consegue apenas a abertura do espaço, mas também se capta uma mais-valia para o concelho”, sublinha Rio.

O acordo entre a autarquia, CGD e Sonae inclui também a manutenção das contrapartidas originalmente negociadas para viabilizar a abertura do Dolce Vita Braga. Tal como acordado em 2007, os donos do centro comercial terão que construir os acessos a partir da variante entre Braga e Vila Verde, nomeadamente o chamado nó de Frossos. A infraestrutura rodoviária terá que estar concluída até um ano após a abertura do shopping.

Além do Ikea, também o hipermercado Continente tem lugar assegurado no espaço comercial de Braga, mas haverá outras lojas do universo Sonae. A empresa gestora de centros comerciais não conseguiu, porém, convencer a Zara, uma das lojas âncoras de todos os seus centros comerciais, que já tem um grande espaço de rua no centro da cidade e está presente no Braga Parque. Além do Braga Parque e de uma área pedonal no centro da cidade com forte presença de lojas, Braga tem ainda três espaços de média dimensão, o último dos quais, o Liberdade Street Fashion, abriu em 2011.

Ao todo, o centro comercial Nova Arcada terá uma área de 67 mil metros quadrados, quatro pisos e 96 lojas, incluindo as da Cortefiel, Springfield, Women Secret, Zippy, Tiffosi e Multiópticas. Além disso, o shopping terá um espaço de restauração com capacidade para 12 restaurantes, 11 salas de cinema e 2600 lugares de estacionamento.

O Dolce Vita de Braga foi projetado em 2006 e deveria criar 3300 postos de trabalho diretos. O centro comercial foi concluído desde no final de 2009, mas incapacidade do grupo Chamartin para atrair lojas-âncora inviabilizaram a sua abertura. O espaço construído para acolher o Dolce Vita de Braga tem mais de 70 mil metros quadrados (20 mil destinados originalmente a retail park e 50 mil para 165 mil lojas). Na infraestrutura já construída foram investidos 153 milhões de euros.

Noruegueses continuam a preferir os vinhos de Lisboa

Vinho

Os Vinhos de Lisboa mantêm o «monopólio» no mercado norueguês, revelam os dados relativos às exportações anunciados recentemente pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVR Lisboa).
Movidos pelo sucesso dos vinhos de Lisboa no país, três reputados jornalistas noruegueses viajam para Portugal já hoje, dia 20 de maio, para conhecer a região e visitar vários dos produtores.
Segundo o programa da visita, Marius Odland, jornalista da Vin&brennevin’s; Ann Samuelsen, da Aperitif e Christer Berens, da Vinkilden, vão participar também numa prova de vinhos coletiva que decorrerá no dia 22 de maio, entre as 15 e as 18 horas, nas instalações da CVR Lisboa.

Com um crescimento de 20% face a 2014, só nos primeiros três meses do ano a Noruega recebeu 622 mil litros de vinho português, 71% do qual oriundo da região vitivinícola de Lisboa.
A sustentar estes resultados estão quatro grandes adegas Lisboetas – a DFJ Vinhos, a Casa Santos Lima, a Vidigal Wines e o Paço das Côrtes – já que cerca de 90% do vinho da Região de Lisboa exportado para a Noruega é da responsabilidade destes produtores.
Recorde-se que os países da Europa do Norte estão na quarta posição dos mercados mais preponderantes para os Vinhos de Lisboa, logo a seguir a Angola, Brasil e EUA.
Com a mira na expansão dos mercados internacionais, a CVR Lisboa tem projetado, para 2015, um investimento de €1M em ações de promoção e divulgação dos Vinhos da Região de Lisboa.

Mais de 50% envia mensagens enquanto conduz

texting

Foram revelados números alarmantes sobre o uso do telemóvel enquanto se viaja de automóvel.
Cerca de 61% das pessoas interrogadas sobre os seus hábitos ao voltante admite escrever mensagens rápidas no telemóvel enquanto conduz.
Os dados surgem na sequência de um inquérito levado a cabo pela operadora de redes móveis norte-americana AT&T a 2.067 pessoas dos 18 aos 65 anos. O estudo revela ainda alguns números surpreendentes, com 17% a referir que tira selfies e outras fotografias enquanto conduz e 28% a afirmar que navega na Internet.
O Cnet reporta que as redes sociais também são usadas pelos norte-americanos enquanto conduzem, com 30% a admitir que faz publicações no Twitter e 38% a referir que navega pelo Facebook.
Este inquérito fez parte da campanha de sensibilização da AT&T de nome “It Can Wait” (Pode Esperar) de forma a evitar acidentes na estrada com origem nos smartphones.

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