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Ricardo Andrade

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Talking’ algae could provide new route to monitoring climate change

Led by the University of Bath, the research which has been published in Nature Scientific Reports demonstrates that contrary to popular belief, microalgae do communicate with each other when under stress.
The researchers have revealed that under darkness a population of Diatoms – a type of microalgae – produce electrical oscillations. This cell-to-cell communication is believed to be a feedback or survival mechanism as a result of stress due to changes in the microalgae’s physiochemical environment – such as light deprivation and temperature rises. This cell-to-cell signalling is designed to counteract these changes and could result in the formation of algal blooms.
Key to understanding climate change
By decoding this form of communication, at the phase where the concentration of cells most increases with time (growth phase), the researchers believe this will provide vital clues to understanding world challenges such as climate change. Algae blooms are an element of climate change where cells multiply at a face pace, which the researchers hope they will be able to better mitigate from this new understanding.
For the first time, the research team were able to listen to the microalgae communicating by recording their electrical interactions extracellularly using sensitive and low resistance multi electrode arrays (MEAs). The recordings, taken over a period of hours, showed Diatom communication is cooperative and synchronized through the whole measured population.
Algae the world’s most important ‘plants’
Algae occur naturally in the majority of fresh and salt water. However, climate change is causing an increase in the formation of harmful algae blooms across the world. Warmer waters, high levels of nutrients from increased rain washing agricultural fertilisers into the water, and sufficient sunlight all contribute to the rise in algal blooms.
Algae blooms can be damaging to both aquatic ecosystems and humans. Thick blooms can block sunlight and deplete oxygen levels in the water needed by fish and other organisms to survive, and certain algae can produce toxins that can damage to the human nervous system by contaminating fish which are then eaten as well as causing eye and lung irritation as well as asthma.
Lead researcher and Lecturer in the University of Bath’s Department of Electrical & Electronic Engineering, Dr Paulo Rocha, said:
Algae are the world’s most important ‘plants’. They play a crucial role in the air we breathe, food we eat and pharmacological drugs we take including for cancer. Yet there is only so much we know about these amazing ‘plants’.
One such reason is because there are no methods to actually decode algae behaviours. This project has opened a new page in the understanding of algae signalling and will enable novel sensing technologies to predict the development of algae blooms and of an extensive range of stress-induced alterations in the aquatic ecosystem.
This interdisciplinary work has strong scientific and technological implications for probing ecological and physiological stress conditions in algae. It is anticipated that water companies will in the near future benefit from a control technology able to predict and impair harmful and toxic algae blooms by early detecting the onset of algae signals.
Director of the Water Innovation & Research Centre at the University of Bath (WIRC @ Bath), Professor Jan Hofman commented:
This is an exciting and important discovery. Understanding how algae behave is extremely important for water security in many areas in the world. Algal blooms have significant impact on water quality and availability, but also can be used in engineered solutions to improve water quality. This project is an excellent example of how important multi-disciplinary water research is.
Cleaner water and cheaper water bills
In the longer term, this new knowledge could mean cleaner, more natural water and cheaper bills for water consumers as there will be a reduced need for water utility companies to use water treatment chemicals.
The research was a result of an international collaboration between the University of Bath, Delft University of Technology (DUT) in The Netherlands, Instituto Gulbenkian de Ciência in Portugal and the Portuguese Institute for Sea and Atmosphere, I. P.
The article ‘Collective electrical oscillations of a diatom population induced by dark stress’ has been published in Nature Scientific Reports.

GEFCO DEBATE TRANSFORMAÇÃO NO SETOR DA LOGÍSTICA E DOS TRANSPORTES

Sob o tema “TRANSFORMAÇÃO, TECNOLOGIA E SERVIÇOS LOGÍSTICOS”, este evento vai reunir profissionais da área da Logística e dos Transportes para debater o impacto da tecnologia da evolução do setor.

Do painel de oradores fazem parte o Professor José Crespo de Carvalho da Nova School of Business and Economics, para falar sobre Supply Chain Transformation e Sérgio Moreira, CMO da BEEVERYCREATIVE que vai explicar o impacto que a impressão 3D poderá ter nas cadeias de abastecimento. Luís Ferreira e Ricardo Santos da GEFCO Portugal farão uma apresentação sobre a resposta às exceções e imprevistos nos serviços logísticos.

Ó Portugal, quão mal te faz o sal?

Em Portugal, cerca de dois milhões de adultos são hipertensos, dos quais apenas metade sabe que sofre desta doença e só 11% têm a sua tensão arterial devidamente controlada. Além da medicação com um anti-hipertensor (que poderá ser necessária), são primordiais as recomendações para os hábitos e estilos de vida saudáveis: aumentar o consumo diário de frutas, hortaliças e legumes (nomeadamente a sopa), praticar mais atividade física e regularmente, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, perder peso (caso tenha excesso de peso ou mesmo obesidade), reduzir o stress e diminuir o consumo de sal.
É sobre o sal, este inimigo da tensão arterial, que debruçamos hoje a nossa atenção, a propósito do Dia Mundial da Hipertensão, que se assinala anualmente a 17 de maio.
O Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS), recentemente elogiado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) pela sua adoção estratégica integrada, apresenta como uma das metas para a saúde da população até 2020 a redução do consumo de sal entre 3 a 4% ao ano.
Sabia que apenas precisamos de um grama de sal por dia para viver?
A OMS recomenda a ingestão máxima de 5 gramas por dia. Em Portugal, o consumo de sal é de cerca de 10,7g por dia, portanto mais do dobro da quantidade máxima recomendada. A redução do consumo de sal é um dos fatores que mais contribui para ganhos na saúde das populações, em termos de custo-eficiência. Neste sentido, promovem-se estratégias como aumentar o conhecimento da população sobre sal e o seu teor nos alimentos, bem como intervenções de incentivo à sua redução junto da indústria alimentar. A taxa sobre o sal nos produtos alimentares, à semelhança da medida já preconizada para o açúcar com elevado sucesso na redução do consumo deste, poderá contribuir significativamente para a reformulação dos produtos junto da indústria alimentar.
Saberá Portugal como reduzir o sal? Deixo aqui algumas sugestões práticas para reduzir o sal na sua mesa:
1. Diminua a quantidade de sal que adiciona para tempero ou confeção dos alimentos;
2. Use e abuse das ervas aromáticas, especiarias ou sumo de limão para substituir o sal;
3. Não coloque o saleiro para a mesa;
4. Demolhe muito bem o bacalhau seco. Não sabe bem como o fazer? Primeiro passe as postas de bacalhau por água corrente para remover a maior quantidade de sal. Em seguida coloque as postas com a pele virada para cima num recipiente com água fria e mantenha-o dentro do frigorífico. Certifique-se que muda a água 3 a 5 vezes por dia. Quantas horas se deve demolhar? Depende do peso de bacalhau: acima de 3 kg, deve demolhar cerca 48 a 60 horas; entre 2 a 3 kg, cerca de 40 a 48 horas; e entre 1 a 2 kg, cerca de 30 a 40 horas.
5. Evite o consumo de alimentos ricos em sal: batatas fritas de pacote, enchidos e fumados, aperitivos salgados, conservas e enlatados, determinados tipos de queijo, sobretudo os mais curados, azeitonas, alguns molhos, alimentos pré-confecionados (aqueles que se compram pré-cozinhados e só precisam de ir ao forno ou microondas), sopas instantâneas, bolachas e biscoitos, caldos concentrados de gorduras (aqueles “cubinhos amarelinhos” que se usam para cozinhar e que estão repletos de sal e gordura de má qualidade).
6. Leia muito bem os rótulos dos alimentos. Evite alimentos que, por 100 g, possuem mais de 1,5 g de sal e modere a ingestão dos que têm entre 0,3 e 1,5 g de sal. Alimentos que, por 100 g, possuem valores de sal inferiores a 0,3 g são mais benéficos.

Autoria: Dr.ª Sandra Alves, Médica e Nutricionista e Membro da Sociedade Portuguesa do AVC

2º Congresso Internacional das Aves: evolução, paleontologia, arqueozoologia, artes e ambientes

O congresso, organizado pelo Centro Português de Geo-História e Pré-História, decorrerá entre 29 de maio a 1 de junho de 2018, em Lisboa, na Biblioteca Nacional de Portugal e está organizado em várias sessões temáticas, que refletem as várias vertentes do congresso (a origem e a evolução das aves; o Homem e as aves e as questões paleoambientais e ambientais, relacionadas com as aves).

Paralelamente existirá um programa de animação cultural que será divulgado oportunamente. As línguas oficiais do Congresso são o português, o castelhano e o inglês, sendo ainda aceites comunicações em francês e em italiano desde que apresentem resumos numa das línguas oficiais.

Apesar de este ser um congresso de índole científica, está virado também para a participação de estudantes e, pela sua abrangência, está também aberto à participação de curiosos e interessados sobre esta temática que queiram aprofundar os seus conhecimentos.

Para mais informações:
http://congressoaves2018.org | (+ 351) 962 997 654 | cong_ahnph@sapo.pt

ISQ PROMOVE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NO TURISMO NO ALGARVE E REFORÇA MARCA VERDE

O projeto que conta com a parceria da AHETA (Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve), NERA (Associação Empresarial da Região do Algarve) e ENERCOUTIM (Associação de Energia Solar de Alcoutim), visa uma maior Competitividade e Sustentabilidade do Setor. Pretende-se promover a transferência de conhecimento científico e tecnológico na área da Eficiência Energética (EE) e Energias Renováveis (ER) para os empreendimentos turísticos, sensibilizando o setor do turismo para as melhores metodologias, tecnologias e modelos de negócio existentes, com vista à promoção de uma maior competitividade e sustentabilidade do turismo do Algarve.
Segundo Pedro Matias, Presidente do ISQ “A projeção e visibilidade do setor do turismo na região enquanto setor energeticamente eficiente e que revela preocupações ambientais, pode ajudar a alavancar a marca verde que o Algarve ambiciona e a posicionar mais o Algarve no quadro de uma politica de sustentabilidade”.
No âmbito do projeto serão desenvolvidas demonstrações de boas práticas, benefícios e conceitos de eficiência energética em edifícios, geradores de poupança não apenas em termos da fatura energética, mas também de relação entre os processos de trabalho e a própria cadeia de valor, possibilitando às empresas alvo a incorporação de métodos e tecnologias inovadoras, com impacto direto na eficiência dos seus processos e recursos.
Poder-se-á desta forma capacitar empresários do setor do turismo e outros setores satélite – caso da água e produtos regionais – para a implementação de tecnologias, metodologias e modelos de negócio assentes na eficiência energética e energias renováveis.
Outra vantagem associada ao projeto prende-se com o potencial de empregabilidade e retenção de recursos humanos qualificados na região via intervenção nos modelos de negócio, nas tecnologias EE, ER, nas tecnologias de informação para os processos de gestão de energia, acesso à informação sobre os programas de financiamento.

Tecnologia e desafios no tratamento justo dos dados em destaque na IMSHARE

Dispositivos domésticos que ajudam os utilizadores a controlar as suas casas, assistentes virtuais e mais, muito mais. Cresce o número de dispositivos tradicionais ligados à Internet, tornando a Internet of Things cada vez mais uma realidade, assim como a inteligência artificial. Um tema que vai ser alvo de análise na IMSHARE CONFERENCE 2018, a maior conferência portuguesa de gestão de informação & analytics, que decorre de 4 a 6 de junho, na Universidade Nova de Lisboa.

Ao lado deste vão estar vários outros temas, um dos quais na ordem do dia, ou não estivesse cada vez mais próxima a entrada em vigor do Regulamento Geral da Proteção de Dados que, a partir de dia 25, vai abranger todas as empresas e organizações. As mudanças que traz consigo ao nível de privacidade, segurança e ética , que promete conquistar o mundo, vão ser alvo de análise pelos oradores convidados, mais de 50, que deverão falar para uma plateia de cerca de 2.000 pessoas.

Quais as principais medidas adotadas pelas organizações? Quais os argumentos contra e a favor da aprovação da lei e do impacto de potenciais coimas? Quais os principais desafios técnicos e práticos que a sociedade da informação enfrenta? Como pode o consumidor defender-se? Qual a obrigação ética e moral das organizações no tratamento dos dados de forma justa e transparente? Estas são apenas algumas das questões a que os especialistas convidados vão procurar dar resposta, divididas por vários painéis dedicados ao tema.

Mas a IMSHARE CONFERENCE 2018 tem mais. Um novo olhar para o consumidor, singular e único, torna-se um imperativo, à medida que mundo digital e físico se fundem. Quais as estratégias para garantir uma experiência personalizada e de que forma se deve processar a presença digital, gerindo o equilíbrio entre a privacidade dos consumidores e essa experiência são outros dos temas em destaque.

O evento nasceu em 2015, tendo evoluído de uma feira de emprego para uma conferência de destaque a nível nacional e que este ano conta tem a Novabase como parceiro e conta ainda com o apoio de ActivoBank, Credibom, Flag e Fidelidade e de várias empresas e consultoras de relevo. Os fundadores da conferência, formam a Associação NOVA IMSHARE, um núcleo composto por atuais e ex-alunos da NOVA Information Management School que se juntam em prol deste e de outros eventos.

A edição de 2017 contou com mais de 60 oradores, divididos por 21 painéis e contou com cerca de 1.900 participantes dos quais 90 por cento eram profissionais e 40 por cento desses tinham cargos de top management.

Porto de Setúbal divulga o Projeto Janela Única Logística

O Porto de Setúbal realizou em 4 e 11 de maio, no auditório do edifício sede, ações de divulgação no âmbito do Projeto da Janela Única Logística (JUL), que tiveram como objetivo apresentar o ponto de situação do projeto às áreas internas da empresa bem como às entidades externas ligadas à comunidade portuária, uma vez que o projeto se encontra na sua segunda fase, e até ao final de 2018 será implementado o 1º piloto, na APRAM – Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira.
O Projeto JUL, lançado a 2 de março pela Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, consiste num movimento simplificador de procedimentos e processos atualizando e estendendo o sistema JUP a toda a cadeia logística, integrando os meios de transportes terrestres e desenvolvendo ligações aos portos secos e plataformas logísticas, numa lógica intermodal. O projeto é promovido pela APP – Associação dos Portos de Portugal, envolve todas as administrações portuárias, e será cofinanciado pelo Portugal 2020, no âmbito do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (COMPETE 2020), através do Fundo de Coesão.

Arouca Geopark: 100% Natural

Passadiços do Rio Paiva Foto: Tiago Martins

 Correspondendo aos limites administrativos do município de Arouca, este é um concelho que, orgulhoso das suas raízes históricas e do seu rico património, se soube reinventar, conferindo-lhe modernidade, sem perder identidade. São várias as propostas para descobrir este território UNESCO, que integra a Rede Europeia e Mundial de Geoparques. Outros mais se encontram na calha e que conferirão um interesse renovado a este destino natural por excelência. A viagem começa aqui!

Rede Municipal de Percursos Pedestres

Com 12 percursos pedestres de pequena rota (extensão inferior a 30 quilómetros) e um de grande rota, a rede municipal de percursos pedestres é uma excelente proposta para descobrir, a pé, os segredos do Arouca Geopark. São desenhados por entre rios, ribeiras, trilhos centenários, e aldeias tradicionais salpicadas de charme e de encanto.

Rota dos Geossítios

Organizada em 3 itinerários, é uma forma diferente de descobrir o Arouca Geopark, em que os geossítios são o fio condutor, dando a conhecer, simultaneamente, a história milenar desta região e da evolução do nosso planeta, gravado nas pedras deste território. Integra, entre outros geossítios, as icónicas Pedras Parideiras, na aldeia da Castanheira (Serra da Feita), a Frecha da Mizarela, uma das maiores quedas de água da Península Ibérica, as Pedras Boroas do Junqueiro, a Panorâmica do Detrelo da Malhada e a coleção de fósseis do Centro de Interpretação Geológica de Canelas.

Rota da Água e da Pedra

Promovida pela ADRIMAG – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro, Arada e Gralheira é uma rota que se diferencia por valorizar elementos do património natural e cultural ligados à água e à pedra. Cascatas, rios, gravuras pré-históricas, turfeiras, antigas minas, dolmens, fragas, fósseis, fenómenos geológicos, vales e livrarias quartzíticas são alguns dos motivos para descobrir num território de paisagens deslumbrantes, com vales e serras talhados por milhões de anos de erosão e que compreende 7 municípios, entre os quais Arouca. Ao todo, a rota integra 114 pontos de visitação obrigatória.

Passadiços do Paiva

São, atualmente, um dos maiores atrativos do Arouca Geopark. Localizados na margem esquerda do rio Paiva, o seu percurso de 8 km estende-se entre as praias fluviais do Areinho e de Espiunca, encontrando-se, entre as duas, a praia do Vau. Percorrer os Passadiços é fazer uma viagem pela biologia, geologia e arqueologia, a que ninguém ficará indiferente.

Inaugurados em 2015, receberam já mais de 750 mil visitantes. Em 2016 e 2017, foram distinguidos com os «World Travel Awards» (considerados os Óscares do Turismo), na categoria «Europe’s Leading Tourism Development Project» (melhor projeto europeu de desenvolvimento turístico). No próximo ano, contarão com uma ponte pedonal suspensa sobre o rio Paiva, a qual já foi descrita como “assustadoramente bela”. Situada na zona da Cascata das Aguieiras, terá 480 metros de extensão e um piso transparente suspenso a 150 metros de altura.

Desportos de aventura – Canyoning e Escalada

Este é um território de emoções fortes. Aqui, os amantes dos desportos aventura têm ao seu dispor 9 pistas de canyoning, com diferentes níveis de dificuldade, para que possam desfrutar, em pleno, da prática desta modalidade. Para quem quiser ficar fora de água, o Arouca Geopark tem a Escola de Escalada na serra da Freita. É composta por 3 zonas (Sr.ª da Lage, Parque de Campismo do Merujal e aldeia de Cabaços), com um total de 25 vias, 5 das quais são para principiantes.

Na calha

Sítio dos Viveiros da Granja – Base logística de apoio ao turismo de natureza

Na antiga casa do guarda-florestal, na encosta norte da Serra da Freita, será criado um espaço público de educação ambiental e uma base logística de apoio ao turismo de natureza, centralizando-se e integrando-se a informação relativa à Freita e às atividades de turismo de natureza.

Recuperação de escolas primárias desativadas para apoio a pedestrianismo/BTT

No âmbito da Operação “Arouca Geopark – Santuário da Natureza”, serão reabilitadas 3 antigas escolas primárias dos Planos Centenários. Selecionadas pela sua proximidade a vários percursos pedestres, o objetivo é usar as mesmas como pontos de apoio aos praticantes de desporto de natureza.

Mais informações

www.aroucageopark.pt

www.cm-arouca.pt

 

IOT Internet of Things

Este avanço tecnológico tem como objetivos otimizar a funcionalidade de um produto, promover o bem-estar, rentabilizar funções e diminuir desperdícios. É uma inovação que se alargou a todos os setores e produtos no mercado, chegando ao mobiliário.

Mas será que a Internet of Things poderá ser adaptada no mobiliário? Esta otimização trará alguma vantagem para o cliente e para as próprias peças? Todo o mobiliário Jetclass é criado e desenvolvido para criar ambientes únicos, como também, fornecer o conforto e bem-estar das pessoas. São objetos que estão presentes em quase todo o nosso dia-a-dia, que damos uso constantemente. Ao serem controlados à distância e obter informações sobre nós próprios vão ter um maior valor de caracter emocional e não terão apenas a função de embelezar ou de promover a comodidade. A Internet of Things surge no mobiliário, como forma de otimização da funcionalidade destes e aumentar, assim o seu valor percebido.

Sempre a par das novas tendências e inovação, a Jetclass aliou a tecnologia aos seus produtos desenvolvendo a edição especial High-Tech, uma coleção em que a domótica está presente. Para o desenvolvimento desta linha foram realizados diversos estudos, em parceria com faculdades, para que os produtos fossem práticos e conjugassem a beleza e design com a tecnologia. A Jetclass tornou-se pioneira em Portugal na utilização deste tipo de robótica e automização.

A coleção High-Tech conjuga peças de mobiliário com alta tecnologia. LCD, sistema de som, X-box, minibar ou cofre digital são algumas das opções que podem ser incluídas nas peças da marca. Destaque para o aparador Capri, o móvel bar Spacium e a secretária New York, peças icónicas de outras coleções que sofreram um update com a incorporação de tecnologia avançada.

O aparador Capri é equipado com um minibar e uma garrafeira com arrumação para copos. Contém um monitor que se torna visível quando ativado, um sistema de som e um compartimento automatizado para colocar aparelhos como a box da TV.

 

 

O móvel bar Spacium compreende uma garrafeira, um louceiro, um minibar e prateleiras multifunções, controlados por um ecrã tátil.

 

 

 

 

 

A secretária New York High-Tech tem um ecrã IMAC de 27 polegadas incorporado, que fica visível apenas quando o sistema é ativado. A gaveta lateral é personalizável para minibar ou cofre. Também contém um equipamento de fonte de alimentação ininterrupta (UPS), para maior segurança. Esta edição especial tem como objetivo otimizar peças de mobiliário premium e conjugar diversas funções e formas de arrumação num só.

 

 

 

Portugal recebe Semana Internacional do Coaching 2018

Evento ICF decorre em simultâneo em vários países

Data: 7 a 12 de maio
Horário: 10h-18h/19h
Local: Palácio Baldaya – Estr. de Benfica 701A, 1500-266 Lisboa

Esta iniciativa, que teve início em 1999, tem como principal objetivo mostrar ao público os benefícios de trabalhar com um coach profissional e aborda os resultados e progresso obtidos através de um processo de coaching. Todos os anos, os chapters de vários países celebram esta semana promovendo várias atividades e serviços pro bono, para partilhar o impacto positivo do coaching.

Com um programa diário que começa às 10h e termina às 18h, o evento tem entrada livre (limitada aos lugares existentes) e consiste em diferentes workshops e dinâmicas, facilitados por diversos oradores, entre os quais os Master Certified Coachs (MCC) Aida Chamiça e André Ribeiro.

Cada dia do evento será dedicado a um tema específico: «Ser coach profissional», «Modalidades de coaching», «Experienciar coaching», «Comunicar em coaching», «Competências ICF»e «A arte do coaching».

A inscrição poderá ser feita no seguinte link: http://icfportugal.com/evento/semana-internacional-do-coaching-icw-2018/

Programa do evento

Sobre o International Coach Federation (ICF)
A ICF é a maior federação internacional de coaching do mundo. Está presente em 135 países e conta com 30.000 coaches com formação acreditada, que promovem a excelência do coaching. Os coaches que estão associados a esta Federação (credenciados) têm uma experiência sólida, regularmente validada pela ICF.

O Chapter de Portugal conta com 130 membros ativos.

O que é o coaching?
O coaching é um processo que se estabelece entre duas pessoas com o propósito de atingir as metas que uma delas define (o coachee), numa parceria baseada na confidencialidade, honestidade e responsabilidade

Esta abordagem de desenvolvimento pessoal e profissional dá a oportunidade ao coachee (cliente) de potenciar as suas capacidades, ajudando-o a encontrar em si todas as respostas e a introduzir melhorias na sua vida.

Adquirir e reforçar confiança, superar bloqueios, medos e crenças, melhorar a comunicação e a assertividade, definir objetivos e desenvolver autoconsciência são algumas das finalidades de um processo de coaching.

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