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Sara Gomes

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Aprovadas novas administrações de hospitais do Médio Ave e Barcelos

António Alberto Brandão Gomes Barbosa será o presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Ave, EPE, que conta ainda com Victor Manuel Oliveira Araújo Boucinha, Luís Fernando Andrade Moniz, Manuel José Teixeira Rodrigues (diretor clínico) e Deolinda Maria Correia do Vale (enfermeira diretora).

“A nomeação foi feita sob proposta dos Ministros das Finanças e da Saúde e mediante parecer favorável da CRESAP”, refere comunicado do Conselho de Ministros.

Já o conselho de administração do Hospital de Santa Maria Maior – Barcelos, EPE, passa a ser liderado pelo presidente Joaquim Manuel Araújo Barbosa e os vogais Maria José Correia Simões, Rui Nuno Machado Guimarães (diretor clínico), Manuel Joaquim de Brito Passos (enfermeiro diretor).

“Atestadas através do parecer favorável da CRESAP, estas nomeações foram feitas sob proposta do Ministro das Finanças e do Ministro da Saúde”, acrescenta o documento.

O Conselho de Ministros divulga ainda a nomeação, sob proposta dos ministros das Finanças e da Saúde, de Ricardo Jorge Almeida Perdigão Seleiro Mestre para o cargo de vogal executivo do conselho diretivo da Administração Central do Sistema de Saúde, IP, para completar o mandato em curso do atual conselho, que termina em 11 de setembro de 2017.

 

Investigadora regressa à Universidade do Porto com bolsa internacional

A investigadora Joana Moscoso estudou na Universidade do Porto mas nunca trabalhou em Portugal. Agora, depois de nove anos no estrangeiro, regressa à antiga Faculdade com uma bolsa Marie Sklodowoska-Curie no valor de 150 mil euros.

Segundo a Universidade do Porto a verba servirá para instalar no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde um seu projeto de investigação sobre a “linguagem” da bactéria Listeria.

“Quero estudar os mecanismos que ela [a bactéria Listeria] usa para se adaptar ao meio ambiente em que vive”, contou a investigadora citada pela instituição no seu site oficial.

“Ao conhecer estes mecanismos, estou também a perceber como é que estas bactérias causam infeções no homem”, explicou.

Natural de Valença, Joana Moscoso trabalhou na Suécia, na Austrália, e Reino Unido. Conta já com várias distinções e há três anos, em conjunto com outra investigadora portuguesa, fundou a Native Scientist, uma empresa sem fins lucrativos que usa a ciência como veículo para a aprendizagem de línguas e cujo público-alvo são crianças dos 7 aos 12 anos.

 

Mais de 70% das crianças de 8 e 9 anos já consomem sal em excesso

“O consumo de sal é uma guerra que temos de continuar a travar”, declarou Pedro Graça, coordenador do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, durante a apresentação do relatório “Portugal — Alimentação Saudável em Números 2015”.

Segundo o documento, na faixa etária dos sete aos oito anos, 74% dos meninos e 70% das meninas têm um consumo de sal inadequado. Dos 13 aos 17 anos, o nível de consumo excessivo de sal aumenta para 84%, nos rapazes, e para 72%, nas raparigas.

Globalmente, os níveis de consumo de sal melhoraram em Portugal, de 2006 a 2012, mas continua a ser o país europeu com consumo salino mais elevado.

Pedro Graça lembrou que 40% da população portuguesa tem hipertensão e que o consumo de sal na alimentação é um dos fatores de risco para doenças cérebro-cardiovasculares.

“Considera-se que a redução de sal é um assunto prioritário e que o excesso de consumo de sal é um importante problema de saúde pública. É por isso necessário definir metas de redução quantificáveis e monitorizáveis ao nível do consumo”, indica o relatório hoje apresentado pela Direção-geral da Saúde.

Segundo as recomendações da Organização Mundial da Saúde, considera-se como meta a atingir a redução do consumo de sal entre 3% a 4% ao ano, na população portuguesa, durante os próximos quatro anos, procurando alcançar um consumo diário de sal de cinco gramas ‘per capita’, a atingir até 2025.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Araújo, disse que o Governo está a debater, com a associação que representa os restaurantes, formas para reduzir o sal na confeção dos alimentos.

“Do lado dos restaurantes tivemos uma enorme abertura. Estamos a aprofundar esse compromisso. Para que a restauração possa fazer esse caminho e as pessoas se habituarem, nos restaurantes, a comer com menos sal e levar isso para sua casa, fazendo igual”, afirmou aos jornalistas Fernando Araújo, no final da apresentação do relatório da DGS.

 

Básico: Ministério revela o calendário das provas para este ano

Depois de revelar que as provas de aferição no 2º, 5º e 8º anos só serão obrigatórias no próximo ano letivo e que a realização das mesmas fica ao critério de cada estabelecimento de ensino, o Ministério da Educação enviou às redações aquele que será o calendário das provas a realizar no presente ano escolar.

O mesmo se aplica às provas do 4º e 6º ano que foram banidas do sistema nacional de ensino pelo ministro Tiago Brandão Rodrigues. Contudo, serão as escolas a decidir se as realizam ou não.

Assim, perante um cenário em que podem ou não ser realizadas as provas, a tutela revelou aquele que é o calendário de realização de provas do ensino básico para o presente ano letivo:

– de 23 de maio a 3 de junho realizar-se-ão as provas do 4º e 6º anos de Português e Matemática (se a escola assim o determinar).

– no dia 6 de junho terão lugar as provas de aferição de Português e Estudo do Meio do 2º ano (10h30), a prova de aferição de Português do 5º ano (10h30) e a prova de aferição de Português do 8º ano (14h30).

– para 8 de junho estão agendadas as provas de aferição de Matemática e Estudo do Meio do 2º ano (10h30), a prova de aferição de Matemática do 5º ano (10h30) e a prova de aferição de Matemática do 8º ano (14h30).

Também as datas para a realização das provas finais do 3º ciclo foram divulgadas:

– a 17 de junho realizar-se-á a 1ª fase das provas finais de Português do 9º ano. A segunda fase está agendada para o dia 15 de julho

– a 21 de junho os alunos irão realizar a 1ª fase das provas finais de matemática do 9º ano. Já a segunda fase tem data marcada para o dia 20 de julho.

 

Marcelo promulga amanhã reposição de feriados, Vaticano agradado

No final da conferência de imprensa que deu na residência da embaixada portuguesa junto da Santa Sé, Marcelo Rebelo de Sousa, já de pé e em conversa com os jornalistas revelou ter em cima da mesa para promulgação o diploma de reposição dos feriados, o que fará na sexta-feira.

“Vi que esse tema suscitou o agrado da Santa Sé”, afirmou o chefe de Estado português, que hoje teve uma audiência a sós com o papa Francisco, durante cerca de meia hora, bem como com o secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, cargo equivalente a primeiro-ministro.

Além dos feriados civis do 05 de Outubro, que assinala a implantação da República, e de 01 de Dezembro, dia da Independência de Portugal, são repostos os feriados religiosos de Corpo de Deus, móvel, e do dia de Todos os Santos, a 01 de Novembro.

 

Centro de Reprodução do Lince Ibérico tem três novas crias

O Centro Nacional de Recuperação do Lince Ibérico (CNRLI) manifestou o seu “orgulho” por a fêmea Juromenha ter parido pela primeira vez a 11 de março três crias fruto do acasalamento com o macho Fresco.

“Trata-se da primeira fêmea nascida em Silves a dar à luz no centro português, a que se junta o facto de esta fêmea ter sido criada artificialmente pela equipa do centro durante um mês e meio. Fresco conta já 18 crias nascidas no CNRLI e no Programa de Cria do Lince Ibérico”, precisou num comunicado o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que tutela a unidade portuguesa de criação em cativeiro de lince ibérico.

O Centro sublinhou que já tinha tentado emparelhar Juromenha com outro macho na época de acasalamento do ano passado, sem sucesso, pelo que a opção de encontrar outro parceiro mostrou-se acertada.

“Após uma tentativa de emparelhamento, sem resultados, com Jabugo, no ano passado, Juromenha foi este ano emparelhada com Fresco, um macho mais experiente, e teve comportamento reprodutivo normal para a espécie, que resultou nestas três crias que cuida atualmente”, destacou o ICNF.

A progenitora também “mostra um comportamento maternal exemplar e as crias seguem o seu desenvolvimento normal”, acrescentou.

“Estas três crias juntam-se assim às sete crias nascidas já este ano no CNRLI, aguardando-se agora o parto de Era. Jabaluna, apesar de emparelhada este ano com Enebro, não ficou gestante”, referiu ainda o ICNF.

Juromenha nasceu no Centro de Reprodução de Silves, em março de 2013, e foi uma das duas crias dessa ninhada de três exemplares que a mãe abandonou e que foram depois “alimentadas pela equipa do Centro, num procedimento que teve a preocupação de “evitar ou minimizar” os efeitos dos contactos com humanos, promovendo cada vez mais a “socialização” com os pais a partir do mês e meio de idade, explicou o ICNF.

“Historicamente, os linces-ibéricos criados de forma exclusivamente artificial apresentaram problemas graves de comportamento social e reprodutivo, tendo um relacionamento demasiado próximo com humanos — o que impede a sua reintrodução — e um relacionamento difícil com outros linces, o que dificulta muito a sua reprodução”, justificou.

 

Uma em 14 famílias não consegue alimentos suficientes

O coordenador do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, Pedro Graça, reconheceu que este dado é preocupante, embora indique que pode não ser o retrato fiel de todos os portugueses, uma vez que o inquérito que permite aferir estes dados é feito apenas a utilizadores do Serviço Nacional de Saúde.

A prevalência de famílias com insegurança alimentar grave desceu de 8,8% em 2012 para os 6,6% em 2014, enquanto a insegurança alimentar moderada cresceu de 81,% para 9,5%, de acordo com dados do relatório “Portugal — Alimentação Saudável em Números 2015”.

O coordenador do Programa da Direção-geral da Saúde referiu que as famílias com dificuldades de acesso a alimentos conseguem ser identificadas, permitindo às autoridades agir com mais qualidade no apoio de que necessitem.

Em linhas gerais, serão famílias com menos escolaridade e sobretudo residentes nas regiões do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo.

Pedro Graça sublinhou também que a insegurança alimentar pode coexistir com o excesso de peso, lembrando que os alimentos muito calóricos e menos saudáveis se tornaram uma alimentação barata e disponível.

“Os novos pobres sabem lidar menos bem com a pobreza e serão mais afetados pela insegurança alimentar” do que as famílias que há anos lidam com a mesma realidade e que têm já sistemas de apoio mais estruturados, como o recurso a bancos alimentares.

Quanto à obesidade, em 2014, mais de metade da população portuguesa (52,8%) com 18 ou mais anos tinha excesso de peso. O aumento da obesidade verificou-se sobretudo no sexo feminino e na população com idades entre 45 e 74 anos.

Já nas crianças e adolescentes, o excesso de peso parece estar a estabilizar ou mesmo a reduzir-se quando se comparam valores de 2008 com 2013. Contudo, Portugal continua a ter uma prevalência de jovens com excesso de peso superior à média europeia.

 

Produtores acusam distribuição de dificultar acesso a produtos lusos

Numa carta aberta dirigida a todos os intervenientes da fileira do leite, a APROLEP contesta “a ausência de resposta concreta das cadeias de distribuição Pingo Doce e Continente” e o comunicado “vago e dececionante” da associação que representa as empresas de distribuição, a APED, por não apresentar medidas concretas para reduzir o “escândalo” das importações de produtos lácteos, estimadas em 500 milhões de euros.

Na segunda-feira, a APED demarcou-se das dificuldades que afetam o setor da produção de leite e suínos, salientando, num comunicado, que a atual conjuntura só pode ser resolvida com a intervenção das autoridades nacionais e europeias e mostrando-se “disponível para dialogar com os produtores e apoiar a produção nacional”.

A APROLEP admite que “não haverá paz no setor enquanto não houver justiça” e “enquanto a distribuição continuar a dificultar o acesso dos consumidores ao leite e produtos lácteos portugueses”, exigindo mais compras de leite nacional e regras concretas para a rotulagem de origem do leite.

A associação lamentou ainda que, no mesmo dia em que o Conselho de Ministros da Agricultura começou a dar pequenos passos para ultrapassar a crise, o Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros tenha decidido prolongar as sanções económicas à Rússia, país que importava 30% dos queijos da Europa e que impôs também um embargo aos produtos agrícolas europeus.

Na segunda-feira, a Comissão Europeia mostrou-se disponível para autorizar a redução temporária da produção de leite sob uma base voluntária e duplicar os limites para a ajuda à armazenagem de leite em pó magro e de manteiga para, as 218 mil e as 100 mil toneladas, respetivamente.

 

Papa elogia portugueses “de modo carinhoso” em encontro com Marcelo

O Presidente da República encontrou-se hoje com o Papa Francisco e disse que este se referiu “a Portugal e aos Portugueses com muito apreço […] de um modo que eu diria quase carinhoso”

“Recordou que na sua infância conheceu muitos portugueses, emigrantes na Argentina “um povo trabalhador humilde sério fraternal e solidário”, contou aos jornalistas.

Marcelo Rebelo de Sousa faz “um balanço muito positivo” desta que foi a sua primeira visita oficial enquanto Presidente da República desde que assumiu o cargo, há uma semana.

“Ficou muito patente o modo como [o Papa Francisco] acompanha o que se passa em Portugal”, disse, facto que foi para si “muito significativo”.

Sobre o convite formal para que visite Portugal por ocasião do centenário das aparições de Fátima, em 2017, Marcelo não quis revelar se foi aceite por “não estar autorizado” a fazê-lo.

“Não posso dizer nada quanto à posição do santo padre quanto ao convite mas posso dizer o meu estado de espírito […] só vos posso dizer que saí muito feliz da audiência”.

Marcelo Rebelo de Sousa ofereceu a Francisco, em nome de Portugal, paramentos de desenho do arquiteto Siza Vieira manufaturados por uma empresa portuguesa e um “presente pessoal”:

Um dos registos “mais bonitos” da sua coleção, com imagem do santo António de Lisboa.

 

Subsídios para pais e mães vão subir, mas não para todos

O valor dos subsídios referentes à maternidade, paternidade e adoção vão subir. Contudo, esta majoração irá apenas incidir sobre os portugueses residentes nos arquipélagos dos Açores e Madeira.

O diploma publicado hoje em Diário da República enumera quais os subsídios que vão beneficiar desta majoração de 2%: subsídio de risco clínico durante a gravidez, subsídio por interrupção da gravidez, subsídio parental, subsídio parental alargado, subsídio por adoção, subsídio por riscos específicos, subsídio para assistência a filho, subsídio para assistência a filho com deficiência ou doença crónica e, por fim, subsídio para assistência ao neto.

Esta nova lei entrará em vigor quando o Orçamento do Estado também entrar, sendo que, explica o documento, “no orçamento da segurança social existe uma rubrica própria com a verba destinada à satisfação do valor representado pelo acréscimo estabelecido no artigo anterior”.

 

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