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Parlamento australiano aprova lei sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo

A Câmara Baixa aprovou hoje o projeto do senador liberal Dean Smith que tinha sido apresentado na semana passada no Senado.

A iniciativa foi apresentada depois de ter sido realizada uma consulta popular através dos correios (não vinculativa) em que a maioria dos participantes se mostraram favoráveis ao casamento entre duas pessoas do mesmo sexo sendo que o reconhecimento definitivo fica apenas dependente da ratificação protocolar por parte do governador geral.

“Que grande dia, que grande dia para o amor, para a igualdade e para o respeito. A Austrália conseguiu!”, disse o primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull antes da votação.

O líder da oposição, Bill Shorten afirma na mesma altura que “a Austrália do futuro começa com o que for feito hoje”.

A lei foi recebida por uma ampla maioria pois apenas quatro legisladores votaram contra.

A aprovação do projeto lei na Câmara Baixa foi recebida com aplausos e nas galerias os cidadãos presentes entoaram a canção “We are australians” (“Nós somos australianos”).

Vários deputados levavam bandeiras com as cores do arco-íris, símbolo da comunidade LGTBIQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e “Queres”) enquanto no exterior do edifício uma multidão aguardava o momento da votação.

“A reforma histórica vai entrar em vigor no sábado, dia 09 de dezembro de 2017”, refere um comunicado do procurador-geral da Austrália, George Branis, citado pela cadeia de televisão e rádio ABC.

A reforma que faz da Austrália o vigésimo quinto Estado que legaliza os casamentos entre pessoas do mesmo sexo altera a última lei de matrimónio australiano que data de 1961.

LUSA

Não deu para cão polícia por ser muito dócil

É comum dizer-se que quando se fecha uma porta, abre-se uma janela. O ditado aplica-se na perfeição a este pastor alemão, o único entre 40 cães a reprovar o treino da polícia de Queensland, na Austrália, por ser “dócil demais”.

Não havendo espaço para Gavel na polícia, eis que lhe surgiu uma grande oportunidade de trabalho: Passou a ser responsável por receber os visitantes da casa do governo australiano.

De acordo com o jornal local Brisbane Times, Gavel foi promovido pelo governador Paul de Jersey ao cargo de Primeiro Cão Vice-Regente, participando nos mais variados compromissos e cerimónias formais, além de receber as visitas do governador. A história de Gavel tem sido divulgada no Facebook, na página do governador de Queensland, onde é possível constatar a evolução de Gavel (chegado àquele cargo há um ano, ainda bebé) e à postura irrepreensível no ‘trabalho’.

Quer viver melhor? Mude-se para a Austrália

O topo do ranking anual publicado pelo “The Economist” para avaliar a qualidade de vida em cidades por todo o mundo não traz surpresas: mais uma vez, a cidade australiana de Melbourne é a que oferece melhores condições aos seus habitantes.

O país consegue ainda colocar Adelaide e Perth entre as dez melhores cidades do mundo. No entanto, também o Canadá tem (muitas) razões para festejar, uma vez que as cidades de Vancouver, Toronto e Calgary estão entre os primeiros dez lugares de ranking, uma vez que, conforme o “The Economist” explica, “as cidades com melhores resultados tendem a ter um tamanho médio e a situar-se em países ricos”.

Embora a Europa esteja pouco representada nos primeiros lugares desta lista, o continente conta com a segunda melhor cidade (Viena, a capital austríaca) e a décima melhor (Hamburgo, na Alemanha).

AMEAÇA TERRORISTA PREJUDICA QUALIDADE DE VIDA

O ranking, que analisa 30 variáveis para uma lista de 140 cidades, tem em conta as condições de segurança, saúde, educação, infraestruturas e ambiente para determinar quais os centros urbanos que oferecem melhores condições de vida.

A novidade deste ano é o peso da instabilidade e da ameaça terrorista, um pouco por toda a parte. Se os efeitos da ameaça são particularmente visíveis na capital síria de Damasco, que se situa no último lugar da lista, a verdade é que também se fazem sentir em Paris, que faz parte do grupo de cidades cuja posição caiu relativamente ao ano passado.

Na Europa, a cidade em pior posição é Kiev, capital da Ucrânia, que faz parte dos dez nomes no fim da lista devido às pobres condições de educação e saúde.

Café mais forte do mundo bebe-se muito devagar e é impróprio para cardíacos

Conta-se que este café foi feito pela primeira vez por uma enfermeira. A necessidade de estar acordada a trabalhar por longos período fez com que apurasse a técnica de produzir um café 200% mais forte. O resultado foi uma bebida que ingeriu lentamente, durante 48 horas, e que a manteve três dias acordada.

A verdade é que o café que se vende no Viscous Coffee, em Adelaide, é capaz de manter um indivíduo em alerta durante muitas horas. Steve Benington, proprietário do estabelecimento, explicou ao site Mashable que o Ass Kicker, como foi ironicamente batizado, é vendido com uma advertência de que é impróprio para pessoas com problemas cardíacos e hipertensão.

Mesmo quem não sofre do coração, deverá ingerir este café muito lentamente e nunca num simples trago. Alguns especialistas alertam para os riscos desta bebida, em especial se for consumida rapidamente.

Uma dose fatal de cafeína andará à volta dos 18 gramas. Uma chávena de Ass Kicker contém cerca de 5 gramas e deve ser bebido durante um período de 3 a 4 horas.

Com um sabor mais semelhante ao caramelo do que ao café convencional, “algumas pessoas adoram-no, outras não conseguem suportá-lo, mas é sempre uma experiência única”, diz Steve Benington.

Facebook/ Viscous Coffee

Facebook/ Viscous Coffee

A Austrália move-se. E não está onde diz o GPS

A Austrália move-se cerca de 7 centímetros para nordeste todos os anos. Todos os continentes se movem ligeiramente, devido ao movimento das placas tectónicas, mas o “passeio” da Austrália está a começar a tornar-se um problema para os sistemas de navegação global assistida por satélite (cuja sigla em inglês é GNNS).

Um desses sistemas de navegação, o Global Positioning System — mais conhecido por GPS (um conjunto de 24 satélites que foram colocados em órbita pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que a partir dos anos 80 foi disponibilizado para uso civil) — indica que a Austrália está cerca de um metro e meio afastado de onde realmente está.

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Para corrigir a divergência entre a localização do país e as indicações dos satélites, o Geoscience Australia que pertence ao governo australiano, tem um projeto em curso que pretende atualizar as coordenadas de longitude e latitude.

O projeto AuScope GNSS tem por objetivo definir os dados geocêntricos da Austrália de forma mais precisa, através da construção de 100 estações de GNSS, cada uma a cerca de 200 quilómetros de distância da anterior.

O sistema de coordenadas do país foi atualizado em 1994. Desde então, a Austrália moveu-se cerca de um 1,5 metros para nordeste. A partir do próximo dia 1 de janeiro de 2017, o ponto considerado como centro da Austrália vai deslocar-se cerca de 1,8 metros, com o objetivo de resolver a divergência.

Esta atualização já incorpora os cálculos relativos ao movimento do continente australiano e o local onde se prevê que venha a estar em 2020. Se ocorrerem mais mudanças entretanto, estas serão incorporadas de forma a manter os dados atualizados.

As coordenadas do país enviadas para o sistema global de satélites vão passar a ser mais exatas. Estes sistemas de localização baseiam-se na posição indicada pelos países em relação às linhas imaginárias verticais (longitude) e horizontais (latitude) — perpendiculares e paralelas à linha do Equador, que “divide” o planeta a meio. Os dados estão desatualizados porque a terra (continentes) se move, mas as linhas não (são imaginárias e não existem realmente).

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“Se estas linhas são fixas pode-se colocar uma marca no chão, medir as coordenadas e estas serem as mesmas há 20 anos”, disse Dan Jaksa da Geoscience Australia, ao jornal espanhol ABC. “É a forma tradicional de o fazer”, acrescentou.

Trata-se sobretudo de um problema de falta de precisão e não afeta de forma grave os utilizadores comuns do GPS. Mas pode tornar-se algo muito sério quando os carros sem condutor passarem a ser a norma. Aí, o rigor é fundamental.

“Na Austrália já temos tratores a circular pelos campos sem condutor e se os dados em que se baseia o seu percurso não correspondem às coordenadas indicadas pelo sistema de navegação, poderá haverá problemas”, explicou Dan Jaksa.

A Austrália vai mover-se quase dois metros para norte

A deslocação do maior país da Oceania acontece devido ao movimento da placa continental, à razão dos tais sete centímetros por ano. E agora os sistemas de navegação digital começam a dar problemas, devido à crescente discrepância com a sua localização geográfica real. É já tão significativa que os GPS’s de veículos e de smartphones transmitem informações erradas a quem a eles recorre.

Dan Jaska, do departamento de Geociência Australiano, adiantou à BBC News que é necessário redefinir as coordenadas exatas para que, por exemplo, “os carros sem condutor não tenham problemas de navegação”. Nesse sentido, está já programada uma deslocação da Austrália nos mapas de quase dois metros (180 cm) para o primeiro dia de 2017.

No entanto, este ajustamento ainda não irá alinhar com total precisão a realidade e os sistemas de navegação. Esse momento está previsto para 2020, sendo que as atualizações passarão a ser anuais a partir dessa data, de modo a que as coordenadas acompanhem sempre o movimento das placas. Desde 1994 que tal não acontece: as coordenadas analógicas e digitais têm andado desencontradas desde então.

Para daqui a 50 milhões de anos, prevê-se que o movimento da placa australiana a faça colidir com o sul da China, criando uma nova cordilheira montanhosa. É um longo e lento caminho, mas há 21 milhões de anos o enorme pedaço de terra que forma a Austrália ainda estava agarrado à Antártida e hoje já vai bem longe. Rumo a Norte.

Crianças hospitalizadas após comer chupa-chupas contaminados

Cerca de 25 alunos de uma escola de Brisbane, na Austrália, foram hospitalizados após ingerir chupa-chupas contaminados.

A Deception Bay North State School foi encerrada após os alunos se começarem a queixar de náuseas e ardor na garganta. Os serviços de emergência foram chamados ao local e comprovou-se que a substância ingerida está na origem dos sintomas.

A polícia acredita que não está em causa uma droga sintética, segundo refere o The Daily Telegraph.

O incidente está a ser investigado pelo Departamento da Educação.

Jovens torturados em centro de detenção australiano

Uma reportagem do canal de televisão ABC revelou maus-tratos de que foram alvo alguns dos jovem que vivem num centro de detenção no Território do Norte, na Austrália.

No vídeo divulgado pela cadeia televisiva vê-se os funcionários do centro juvenil a agredir gratuitamente os jovens, tirando-lhes a roupa, apertando-lhes o pescoço ou até a empurrá-los com força para os colchões colocados no chão.

Nas imagens vê-se ainda um jovem preso a uma cadeira pelos tornozelos e mãos, tendo a cara tapada e há ainda outro detento a quem é atirado gás lacrimogéneo.

A violência do tratamento que é dado a estes adolescentes no centro juvenil já levou à demissão do ministro que tinha a ser cargo os centros de detenções.

O primeiro-ministro australiano disse ter ficado “profundamente chocado” com as imagens e já anunciou a abertura de um inquérito à forma como os funcionários do centro juvenil atuam.

Bebé morre com “gás do riso” em vez de receber oxigénio

O erro fatal foi causado por um defeito na instalação de um aparelho que forneceu óxido nitroso (“gás do riso”) no hospital Bankstown-Lidcombe, em Sydney, em vez de oxigénio. O problema foi detetado na passada quinta-feira na sequência da preocupação de um médico pediatra pela morte inexplicável de um bebé. Outro bebé está em estado grave, segundo a BBC. Ambos nasceram nos últimos dois meses.

Sonya Ghanem ficou em estado de choque com a morte do filho. “Olhei para ele, abanei-o. Eu só gritava: ‘Oh meu filho, acorda. O que é que te fizeram?'”, revelou em declarações à imprensa australiana.

A ministra da Saúde de Nova Gales do Sul lamentou, na segunda-feira à noite, este “erro trágico” e disponibilizou apoio às famílias. “Lamento imenso que as famílias estejam a sofrer com este erro devastador. Vamos fazer de tudo para dar todo o apoio necessário”, declarou Jilian Skinner.

Todos os aparelhos de oxigénio do hospital foram verificados e não foi detetada mais nenhuma vítima.

A empresa responsável pela instalação, que tinha certificado o aparelho em causa em julho do ano passado, abriu um inquérito interno para apurar o que aconteceu.

Padre russo faz 34 mil quilómetros em balão de ar quente

Fedor Konyukhov, um padre russo de 65 anos, fez uma viagem de balão, sozinho, durante 11 dias, sem interrupção. Entre 12 e 23 de julho, Fedor percorreu cerca de 34.820 quilómetros num balão a hélio e ar quente. A viagem começou e terminou na Austrália, e pelo caminho passou pela Nova Zelândia e América do Sul, e percorreu vários quilómetros pelo Oceano Pacífico e pelo Oceano Antártico.

No final da viagem, Fedor escreveu no seu blogue que foi “assustador ir tão para sul e longe da civilização. Este lugar parece muito solitário e remoto — sem terra, sem aviões, sem navios”. O balão cruzou o Círculo Polar Antártico, zona abaixo dos 50ºC negativos.

[Veja o vídeo da aterragem do balão, divulgado pelo The Independent]

 

O piloto dormiu quatro horas por dia durante a viagem, devido à necessidade de confirmações permanentes de todo o material do balão. Para ir à casa de banho, Fedor utilizava um balde. A cabine em que Fedor viajou tinha apenas dois metros de largura.

Na viagem, Fedor acabou por bater o recorde da maior viagem de balão da história. O recordista anterior, Steve Fossett, tinha feito uma viagem de 13 dias, mas mais curta em termos de distância. Segundo o jornal britânico The Independent, a Federação Aeronáutica Internacional ainda não respondeu ao pedido de confirmação do novo recorde.

Fedor Konyukhov, um padre Ortodoxo da Rússia e entusiasta dos balões de ar quente, já tinha ido de balão aos polos Norte e Sul. Apesar de “bater um recorde ser um bónus”, o objetivo de Fedor é “voar por todo o mundo”, explicou John Wallington, o coordenador do voo de Fedor.

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