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Banco BNI Europa considerado como Médio ou Pequeno Banco que mais cresceu

Este prémio tem especial relevância por ser exclusivamente baseado na avaliação de três critérios de crescimento: Recursos Captados, Produto Bancário e Crédito Concedido.

Este prémio veio juntar-se a outras distinções internacionais já conseguidas pelo BNI Europa em 2017, nomeadamente: “Best Internet Bank 2017” pela Global Business Outlook, “Bank of the year” pela European Global Banking and Finance, “Best Digital Bank” pelo Global Banking and Finance Review, “Excellence in growth for retail banking” pela Finance Digest e “The Most Innovative Bank – Portugal” pela International Finance Magazine . A título individual, o Eng.º Pedro Pinto Coelho, CEO do Banco BNI Europa, foi distinguido pela ACQ (Aquisition Finance) com o prémio GAMECHANGER OF THE YEAR 2017 – Portugal.

Com três anos de existência, o Banco BNI Europa, é um banco digital, assente numa plataforma inovadora estabelecendo parcerias com Fintech’s tendo como objetivo acelerar o crescimento e a oferta de produtos e serviços, permitindo utilizar a tecnologia mais avançada em termos de análise de risco, experiência do consumidor e entrada rápida no mercado.

Esta estratégia permitiu ao Banco BNI Europa virar-se para o mercado europeu na captação de depósitos, tendo em 2016 o crescimento dos seus recursos atingido 5191,6, situação que lhe permitiu ganhar o prémio da Revista Exame.

Ao longo de 2017 o Banco BNI Europa deu continuidade à sua estratégia, tendo em junho de 2017 os ativos crescido 37,0% no semestre, atingindo os quase 500M€.

O produto Bancário cresceu 147,7%, fixando-se em 6,8M€, com o resultado líquido a atingir os 2,7M€, permitindo recuperar dos prejuízos de 2016.

O Banco BNI Europa tem também vindo a especializar-se na gestão de soluções alternativas de captação de recursos e de crédito, tendo já estabelecido parcerias com 12 Fintech’s europeias, através das quais disponibiliza depósitos a prazo e financia operações de crédito em diversas jurisdições europeias. As operações de crédito financiadas incluem crédito ao consumo a particulares e estudantes, crédito a PME’s, incluindo-se factoring e financiamento imobiliário.

Esta estratégia permite ao Banco afirmar-se como um “Challenger Bank”, assente na lógica de arquitetura aberta e na diferenciação. Este posicionamento permite ainda ao Banco BNI Europa destacar-se como uma referência na nova geração “Fintech” de Bancos Europeus e continuar com taxas de crescimento significativas.

Banco BNI Europa: soluções especializadas à distância de um clique

Num mundo cada vez mais digital, também a banca está em profunda mudança.  Entre os desafios que o setor da banca enfrenta, a experiência do cliente é um ponto fulcral, dada a relação direta que existe. E a verdade é que um dos pontos visíveis da transformação digital é que as exigências dos clientes, com a evolução dos tempos, estão a levar as instituições a repensarem o negócio e hoje as pessoas têm “múltiplas formas de se dirigir ao banco”. Quer seja pela internet ou através do smartphone, as instituições financeiras “foram, ao longo do tempo, criando novas formas e canais, acompanhando a evolução dos tempos”.

Para o BNI Europa, como qualquer instituição, a sua principal preocupação é o cliente. No entanto, “temos de saber distinguir bem a capacidade do cliente de se ajustar às plataformas digitais, dependo de, entre outros fatores, da idade e da sua relação com as tecnologias e adaptação às novas ferramentas. Para isso é preciso haver alguma aculturação e educação tecnológica”, começa por referir Pedro Pinto Coelho.

O BNI Europa tem apostado nas plataformas digitais e acredita que podem ser utilizadas por qualquer pessoa que esteja habituada a trabalhar com aplicações no seu telemóvel e isso é “realmente trazer o setor para o presente e o futuro, até porque a grande transformação que se está a dar não é tanto a banca eletrónica, mas sim no que diz respeito à possibilidade de o cliente, através do seu telemóvel, a qualquer momento e em qualquer lugar, poder aceder ao seu banco, quer seja para consultas, quer seja para efetuar transações ou até mesmo contrair um crédito”, avança o nosso entrevistado.

Os bancos estão a transformar-se internamente para que os processos sejam desmaterializados e o mais otimizados e automatizados possíveis. Por sua vez, na relação com o cliente, estão a ser desenvolvidas ferramentas para que, de forma intuitiva, as pessoas possam rapidamente encontrar e solucionar o que procuram.

Parcerias e especialização

O Banco BNI Europa e a Edebex celebraram uma nova parceria com vista à disponibilização imediata de uma plataforma online de compra e venda de faturas junto das empresas portuguesas com necessidades de tesouraria. Pedro Pinto Coelho afirma que o BNI Europa está empenhado em investir na economia portuguesa, nomeadamente no segmento das PME e que está, igualmente, focado em encontrar produtos para determinados nichos de mercado que possam estar “mal servidos”, isto é, cujos produtos e soluções não correspondam verdadeiramente às suas necessidades. “O BNI Europa já era parceiro da Edebex noutros países onde operam e decidimos trazer esta solução para Portugal por dois motivos: é uma forma de agregar um produto inovador ao banco e, por outro lado, trata-se de trazer algo inovador e diferenciador para o mercado português. A grande vantagem acaba por se prender com o facto de se tratar de um processo inteiramente digital. Desde o momento em que o cliente se regista na plataforma online até ao momento em que recebe o valor da fatura, todo o processo é digital”, avança Pedro Pinto Coelho.

Para o nosso interlocutor, este é um segmento que tem sido menosprezado pela banca. “Como sabemos, o tecido empresarial português é composto, maioritariamente, por pequenas e médias empresas. Os processos são muito morosos e os bancos não mostram muito interesse neste segmento. Quando mostram, tentam “amarrar” o cliente ao serviço universal do banco. É aqui que o BNI Europa se diferencia. Vai ao encontro destes nichos e oferece soluções para necessidades específicas”, realça o Executive Chairman do Banco BNI Europa.

Este é mais um passo na direção que o banco quer seguir, de implementar uma estratégia digital para impulsionar os investimentos do banco através de plataformas de Fintech.

O BNI Europa pretende ser um player especializado e seguir essa linha de se focar em segmentos específicos, ao mesmo tempo que quer abraçar parcerias com empresas tecnológicas que lhe permite acelerar o leque de oferta. “Rapidamente os bancos vão chegar à conclusão de que é muito difícil desenvolverem todos os seus produtos sozinhos. Está a assistir-se a profundas evoluções tecnológicas e ao surgimento de startups que procuram encontrar formas diferentes de oferecer soluções, o que obriga os bancos a equacionarem a forma de fazerem as suas transações. Mas nem a banca, nem este tecido de empresas, normalmente chamadas de Fintech, sairão vencedoras ou perdedoras. O que vai acontecer, no futuro, é uma solução híbrida de colaboração, onde o BNI Europa será o pioneiro na aposta destas parcerias”, salienta Pedro Pinto Coelho.

Fintech, ou tecnologia financeira, é um setor composto por empresas que operam no setor financeiro e que disponibilizam soluções inovadoras. Soluções que estão a mudar o panorama da banca por todo o mundo.

Trazer o passado para o presente

A banca, como os restantes setores, precisa de estar constantemente a reinventar-se até porque, para Pedro Pinto Coelho a transformação digital chegou tardiamente ao setor financeiro por duas razões: Por um lado, a banca já funciona da mesma forma há bastante tempo e há todo um conjunto de infraestruturas que precisa de ser atualizado. Por outro lado, existe uma regulamentação que, muitas vezes, não está pensada para a era da digitalização. “Noutros setores verificamos que os clientes usam todas as ferramentas digitais disponíveis sem as questionar e estão à espera que o setor financeiro acompanhe essa evolução. Trata-se de uma questão de adaptação e de um reajustamento das normas e regulamentos que permitam aos clientes deste setor tratar de diversos assuntos relacionados com o seu banco de uma forma remota, sem papéis e sem terem, obrigatoriamente, que se dirigir a um espaço físico”, explica-nos o Chairman do BNI Europa.

O sistema financeiro e o futuro

É defendido que o «blockchain” (tecnologia subjacente à bitcoin e que está a ser alvo de estudo para várias outras soluções) e a inteligência artificial são dois dos temas que vão ser importantes para o sistema financeiro nos próximos anos.

Para Pedro Pinto Coelho, esta componente do “blockchain” vai revolucionar uma série de processos, mas não só no setor financeiro. Dando o exemplo do Trade Finance, que apoia atividades de comércio exterior, Pedro Pinto Coelho explica que tudo o que esteja relacionado com financiamento às importações ou exportações, que exige uma grande carga burocrática, com o “blockchain” o processo vai ficar menos penoso. “Será possível desburocratizar o sistema financeiro por se tratar de um conjunto de etapas que irá fazer, eficazmente, o rastreamento de todo o processo. Todos os processos que impliquem uma terceira entidade para validar irão beneficiar deste sistema, sobretudo o sistema financeiro, devido à otimização do tempo e do esforço da área operacional”, reforça o nosso entrevistado.

Quanto à inteligência artificial, com as novas tecnologias de Machine Learning que permite analisar toda a informação, os bancos, particularmente, vão beneficiar desta capacidade de analisar as várias fontes de informação que têm, o registo das transações do cliente de forma a poder, mais tarde, analisar o seu comportamento e melhor direcionar os seus produtos para os diferentes tipos de clientes.

Puzzle: a plataforma eletrónica focada no crédito ao consumo

Esta plataforma foi lançada com o objetivo de agilizar o processo de obter um crédito bancário. Se até aqui havia um sistema burocrático complexo para a concessão de crédito, com o Puzzle os clientes podem, de forma online, solicitar um empréstimo. Basta introduzir os seus dados e, rapidamente, é feita uma análise dos mesmos, do histórico e da identidade da pessoa através de uma assinatura digital, sendo dada uma resposta em menos de 24 horas. “O processo acaba por ser muito mais ágil e flexível. O BNI Europa começou pelo crédito ao consumo, mas acreditamos que podemos levar esta tecnologia a outros produtos”, afirma Pedro Pinto Coelho.

A grande vantagem do Puzzle é que pode ser integrado com outras soluções, ou seja, esta plataforma eletrónica pode ser utilizada num site de e-commerce permitindo que o cliente possa adquirir produtos optando pelo método de pagamento de crédito onde, automaticamente, o Puzzle analisa se é possível ou não a concessão de crédito e disponibiliza a transação.

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