Inicio Tags Cerveja

Tag: Cerveja

China é um dos primeiros destinos de exportação das cervejas Sagres e Super Bock

“A atividade comercial do Super Bock Group na China começou em janeiro de 2009, quando enviámos o primeiro contentor para comercialização da marca Super Bock em hotéis e restaurantes através de parcerias que estabelecemos com distribuidores locais”, afirmou à Lusa Rui Lopes Ferreira, presidente executivo da empresa.

Por sua vez, a Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, que tem a Sagres, iniciou a comercialização na China, embora de forma “residual, em 2013”, adiantou Nuno Pinto Magalhães, diretor de comunicação e relações institucionais da empresa.

“Em 2016 foi quando começámos a acelerar o nosso crescimento” naquele mercado, acrescentou.

Para o Super Bock Group, “hoje a China é o maior destino internacional da empresa, registando resultados bastante promissores ao representar 40% das exportações, sobretudo da cerveja Super Bock, o que significa já mais de 10% da receita global (451 milhões de euros em 2016)”, referiu Rui Lopes Ferreira.

No caso da cervejeira que detém a marca Sagres, em 2016 foram exportados quatro milhões de litros para a China, prevendo-se para 2017 “um crescimento superior a 50%”, acrescentou Nuno Pinto Magalhães.

“A China, neste momento, é o segundo mercado de exportação da Sagres, a seguir à Suíça, não considerando Angola, que já não é exportação”, salientou o mesmo responsável, apontando que a região onde o grupo mais vende cerveja é na província de Fújiàn, embora também comercializem para Zhèjiang e Guangdong.

Já a Super Bock “está a ser comercializada em cinco mil pontos de venda distribuídos por 50 cidades, localizadas em três províncias com 200 milhões de pessoas. Mantém-se a presença em hotéis e restaurantes selecionados, tendo a empresa já alargado a comercialização desta marca também ao canal alimentar”, concluiu o presidente executivo do grupo.

Relativamente a Angola, a Sociedade Central de Cervejas e Bebidas adiantou que a Sodiba – Sociedade de Distribuição de Bebidas de Angola, fábrica da empresária angolana Isabel dos Santos, “iniciou a produção em meados de março [de 2017], em regime de ‘trademark license agreement”, sendo que só divulgarão dados “passado sensivelmente um ano”.

LUSA

Hoje é Dia Internacional da Cerveja

Esta sexta-feita, 4 de agosto, celebra-se o Dia Internacional da Cerveja.

De Norte a Sul do país são vários os sabores e os conceitos que se fundem nesta bebida feita à base de cevada e que era muito popular entre os Vikings.

Conheça algumas das melhores cervejas artesanais criadas e produzidas em Portugal, de Braga a Tavira.

b be ca co d du i l ma mara mo s v

 

Cerveja artesanal: como escolher a sua favorita

Habituamo-nos por vezes de­pressa aos termos, ou convive­mos com eles tempo demais, sem realmente lhes ter absor­vido o sentido pleno. Artesanal quer à partida dizer que há uma renúncia à produção em série e a tudo o que é industrial. O conceito de cerveja artesanal não tem mesmo assim a força suficiente para pas­sar devidamente a mensagem de que é um tra­balho de grande especialidade, feito por mão de artista.

O termo inglês «craftsmanship» ex­prime melhor o quanto tem de exclusivo uma cerveja artesanal. Não tem tradução fiável pa­ra o português para além do termo artesanal, e a cerveja de que tratamos chama-se craft beer por isso mesmo. É feita por mão humana e não admite manipulações que não respeitem a as­sinatura natural em todas as fases.

Como saber o que é artesanal?

Correndo o risco de simplificar demasiado, a cerveja comum difere da cerveja artesanal na medi­da em que é orientada para o prazer de beber mais do que para a função refrescante e nutri­tiva que tradicionalmente se reconhece. Mais do que a venda estrita, visa o prazer. Continuando na linha da simplicidade, são quatro os ingredientes básicos de uma cerve­ja, artesanal ou não: cevada, lúpulo, água e le­vedura.

O que postula a característica tradicio­nal assenta nas suas quantidades e tratamento. A cevada é maltada – transformação que en­contramos por exemplo no whisky e que con­siste em fazer germinar os grãos por lavagem e imersão em água – e não deve haver adição de nenhum outro cereal – arroz e milho, por exemplo, tantas vezes utilizados nas cervejas «normais» – nem de açúcar, conservantes ar­tificiais ou aditivos de qualquer espécie.

O lúpulo corresponde grosso modo ao componente amargo da cerveja, muito im­portante para construir o perfil equilibrado e estável que cada autor quer ver no seu «fi­lho». Está aqui uma das variáveis mais impor­tantes do fabrico de cerveja, em que o lado ar­tesanal fica ao rubro. Após a germinação que conduz ao malte, há uma primeira fermenta­ção, da qual resulta entre outros o álcool natu­ral da bebida.

Ainda não há gás na bebida, is­so só acontece com uma segunda fermentação por introdução de leveduras no caso da cer­veja artesanal, ou injeção de dióxido de car­bono no caso das industriais. Um e outro per­fis seguem vidas totalmente diferentes a par­tir deste momento. Além disso, normalmente não há pasteurização na cerveja artesanal, passo que como se sabe visa anular a atividade microbio­lógica, inertizando a bebida.

Por isso mesmo, a fermentação continua a processar-se dentro da garrafa, criando na­turalmente o dióxido de carbono que vai ter o efeito sensível da espuma. A porção de le­veduras que fica no fundo da garrafa é uma fonte de proteínas e vitaminas, portanto nu­tritiva e saudável. Muitos afastam-se desta cerveja artesanal por ter «depósito», mas isso não é mais do que parte do produto, à semelhan­ça do que acontece com o vinho não filtrado, muito melhor e mais rico do que o filtrado até ao limite. O mundo está a aprender e a apro­var tudo o que mais e melhor se aproxima do que é natural, entendido no sentido da mini­mização das manipulações.

É fundamental saber reconhecer as virtudes

Quem já experimentou guardar azeite no fri­gorífico percebeu que por ação do frio fica tur­vo e quando está na mesa recupera o aspeto cristalino. O que acontece no frigorífico é a co­agulação das proteínas presentes no azeite.

A cerveja artesanal bebe-se, como as outras, fria, e acontece exatamente o mesmo. É por isso que são normalmente turvas e é por isso que erra­damente há quem pense que não estão em bo­as condições. Se as deixarem chegar à tempe­ratura ambiente, vão ver como limpam de no­vo no aspeto e se tornam a bebida que apetece refrescar para beber.

A figura do mestre cervejeiro é determi­nante na vertente de produção da cerveja ar­tesanal e na garantia da qualidade ao longo do tempo. É ele que está encarregado de encon­trar e aplicar os melhores ingredientes, na jus­ta medida. E é com ele, também, que estão os segredos da sua arte e que jamais revela. É o lado fascinante e misterioso da cerveja arte­sanal, que rapidamente nos conquista e vicia.

E navegar nos estilos e nas variantes

Pode tardar um pouco até que os dizeres ins­critos num rótulo façam sentido para quem vai às compras ou prova cervejas artesanais em sítios especializados. Ale – lê-se «eile» – e Lager – lê-se «láguer» – são os dois gran­des grupos de cervejas e exprimem o tipo de fermentação que lhes está na base.

No primeiro a fermentação dá-se no topo dos depósitos, por isso mesmo ditos de top fermenting, a quente, enquanto no segun­do se dá no fundo dos depósitos e chama-se bottom fermenting, a frio. ESB, IPA, Pale Ale, Porter, Stout, Wheat e Brown são da família Ale, enquanto as Pilsener, Bock e Oktober­fest são do grupo das Lager.

Na variante artesanal, umas e outras po­dem mostrar ainda mais modificadores de sabor e acabamentos. Só à medida que se vai entrando no fabuloso mundo das cer­vejas artesanais se encontra o estilo favo­rito. Aproxima-se uma febre para que Por­tugal acordou relativamente tarde, mas que já criou títulos sólidos e de qualidade supe­rior. É tempo de descoberta, por isso, do la­do do consumo e tempo de inovação sem li­mites, do lado da produção. Vamos às pro­vas!

PROVART VENHA CONHECER

O evento apresenta-se como uma iniciativa de mostra de cerveja artesanal e que visa o intercâmbio de experiências e sabores entre os vários produtores presentes e os visitantes.

O festival pretende assim ser uma mostra do que de melhor se faz em Portugal na área da cerveja artesanal, onde estarão presentes cerca de 80 degustações cervejeiras nacionais e algumas internacionais, garantindo assim aos visitantes uma grande variedade de rótulos, cada um deles com o seu aroma, textura e sabor.

No recinto do festival estarão ainda presentes alguns stands com artesanato, produtos regionais e as mais saborosas roloutes de street food, permitindo aos visitantes uma degustação completa dos sabores das cervejas com o que melhor temos na gastronomia nacional.

À semelhança dos anos anteriores, nesta edição, o festival irá contar com vários concertos, performances teatrais e dj›s que vão garantir, ritmos, som e alegria durante todas as horas do evento. Conta-se com ritmos de Funk, Pop-Rock, Rock n’ Roll, Reggae e Ska. Entre eles, os Kumpania Algazarra, que prometem animar o festival ao som de músicas do mundo que formam um rendilhado de culturas; os Chapa Dux , com o poder do Reggae e Ska; os Menos Óbvio, uma banda sem ponta de vergonha; os Lazy Funkers, com a pura agitação funkadélica; os Texabilly Rockets, com o Rock n’Roll ao estilo dos anos 50; e os The Nightmare and The Wolfman Trio, um projeto regional com sons distintos de Blues, Rock n’ Roll e Rockabilly.

Este é um evento com entrada gratuita e aberto a todas a faixas etárias, onde apenas será cobrado os valores do copo oficial e dos produtos consumidos.

 

CERVEJAS ARTESANAIS NACIONAIS

O festival reúne vários produtores cervejeiros do país oferecendo ao público diversidade de tipos, aromas, sabores e texturas.

Conta com a presença de vários stands de produtores, onde se poderá degustar mais de 80 rótulos de cerveja artesanal nacional.

 

GASTRONOMIA REGIONAL

No recinto do festival serão apresentadas iguarias da gastronomia regional, apresentando pratos típicos e doces conventuais, tais como: queijos, fumeiros, bucho, maranho, merendas doces; cartuchos de amêndoa à moda de Cernache; filhós; entre outros.

 

A cerveja portuguesa tem uma história para contar

Na Irlanda, o provérbio “ir a Roma e não visitar o Papa” podia ser substituído por “ir a Dublin e não visitar a fábrica da Guinness”, com os seus sete pisos de história da empresa e curiosidades sobre a cerveja que é símbolo do país. E não é caso único: outras loiras e morenas europeias emblemáticas, como a dinamarquesa Carlsberg ou a holandesa Heineken também têm as suas casas abertas aos olhares curiosos dos visitantes. Agora chegou a vez de Portugal, com a abertura da Casa da Cerveja, na fábrica da Unicer de Leça do Balio, espaço que quer ser uma referência para quem visita o Porto.

Para seguir à risca a máxima “se conduzir, não beba”, a única forma de se chegar à Casa da Cerveja é ir de táxi ou pedir boleia a alguém. É que as acessibilidades para a Unicer não são amigas de quem anda de transportes públicos. E, por enquanto, o único shuttle que existe para levar os visitantes para o museu passa apenas pelo Mosteiro de Leça do Balio, uma vez que é lá que se compram os bilhetes (8€ preço normal, sujeito a vários descontos e com direito a provar duas cervejas artesanais, com harmonização).

Dali, o shuttle só pára junto a umas grades empilhadas, que marcam a entrada para 126 anos de história, desde o dia 7 de março de 1890, quando foi fundada a Companhia União Fabril Portuense (CUFP). “Queremos que a Casa da Cerveja seja uma referência na cidade, que faça parte do roteiro de quem visita o Porto”, explicou ao Observador Bruno Albuquerque. O novo diretor de marketing da Super Bock está atento ao número cada vez maior de turistas e, embora assuma que não se inspirou em nenhum dos museus de cerveja mais conhecidos da Europa, sente que a cerveja portuguesa também tem uma história para contar.

Matosinhos : Casa da Cerveja da Unicer

A primeira pedra – neste caso, garrafa – foi erguida em 1890.
(foto: © Artur Machado / Global Imagens)

As visitas guiadas à Casa da Cerveja fazem-se de quarta-feira a domingo, às 10h00 e às 15h00. Desde outubro de 2015, quando receberam o primeiro grupo, que duas mil pessoas já passaram por ali. O percurso, que pode ser guiado ou livre, dura 90 minutos e começa habitualmente na Sala das Medalhas mas, quando o Observador lá esteve, para uma apresentação à imprensa, o ponto de partida foi o Pátio das Matérias-Primas.

“Queremos mostrar aquilo que de melhor se faz na cerveja e a riqueza que há no mundo cervejeiro”, anunciou a guia, rodeada dos ingredientes que estão dentro de cada garrafa: a água, “que é a base da cerveja”, e o motivo pelo qual a Unicer se instalou em Leça do Balio; os diferentes cereais que darão origem ao malte, fator determinante para o sabor de cada bebida; as flores do lúpulo que a Super Bock vai buscar a Bragança, e com as quais torna uma cerveja mais amarga, mais cítrica ou mais floral, já que é o lúpulo o responsável pela aromatização.

Casa da Cerveja super bock

Os 10 pontos que os visitantes podem conhecer em 90 minutos.
(foto: © Fabrice Demoulin / Divulgação)

O percurso seguiu para a Oficina da Cerveja Artesanal, que mais parece um laboratório, cheio de tubos e cisternas controladas por apenas três a cinco pessoas. É dali que sai toda a seleção 1927 da Super Bock, assinada por Beatriz Carvalho, a primeira beer sommelier portuguesa.Para produzir dois mil litros de cerveja artesanal são necessárias entre oito e dez horas de trabalho, tempo que, na cerveja normal, “dá para produzir entre 300 a 400 mil litros”, explicou Miguel Cancela, um dos responsáveis pelas Munich Dunkel, Bavaria Weiss, Bengal Amber IPA e Czech Golden Lager, as quatro cervejas artesanais que a Super Bock tem hoje disponíveis em supermercados, restaurantes e bares portugueses.

Ainda faltava conhecer a segunda parte do processo de produção — o engarrafamento e o embalamento. Mas já lá vamos. Saindo da Oficina e subindo umas escadas, o público encontra a Sala Dourada, cujas paredes reluzentes são feitas com os vidros de 96 mil garrafas de Super Bock. É o cofre-forte onde se guardam 126 anos de memórias. Se 1890 é uma data marcante por ter sido fundada a CUFP, 1927 também é fundamental, e não é por ser o número que vem nos rótulos da gama de cervejas artesanais. Foi nesse ano que a marca Super Bock foi criada.

Numa das vitrinas está exposto o título do registo, que custou 66 escudos. Noutra estão as medalhas conquistadas em concursos e certificações internacionais. Mais à frente recorda-se a evolução que as garrafas e os rótulos foram tendo ao longo das décadas. Há um vídeo que conta parte da história da empresa, narrado por Fernando Pessa. Noutro vídeo fica-se a saber que Rui Reininho, vocalista dos GNR, foi funcionário da UNICER.

casa da cerveja super bock

Registar o nome de uma empresa que hoje vale milhões custou 66 escudos.
(foto:© Fabrice Demoulin / Divulgação)

A fábrica da UNICER estava instalada no centro do Porto, na Rua Júlio Dinis, onde fica hoje o edifício Mota-Galiza. O aumento da procura levou a empresa a construir um novo complexo de produção e em 1964 as garrafas de cerveja começaram a sair de Leça do Balio. Após a mudança,as vendas aumentaram 43 vezes, o que, num país de tradições vinícolas, é obra.

Uma das áreas que as pessoas mais gostam de ver na Casa da Cerveja é aLinha 6. Por dia, enchem-se ali 45 mil garrafas. E não, não é por dia, é por hora. Ao longo das passadeiras automáticas, as garrafas vão percorrendo vários setores onde são inspecionadas, enchidas, capsuladas, rotuladas e embaladas. Com tanta azáfama, seria de prever que houvesse trabalhadores atarefados por todo o lado. Nada disso. “É um bocadinho fantasmagórico“, admitiu a guia. Contam-se pelos dedos os funcionários que por ali andam a controlar se está tudo bem. As máquinas fazem quase tudo para que saiam dali os 450 milhões de litros de cerveja por ano, que matam a sede a todo o país e a várias partes do mundo.

casa da cerveja super bock

Parece uma fábrica fantasma, com as garrafas a serem embaladas sozinhas.
(foto: © Fabrice Demoulin / Divulgação)

Ver trabalhar pode ser cansativo. Talvez por isso, a visita continue pela Sala Dourada. Nesta parte, há vários locais originais onde sentar, desde o banco da equipa e do treinador, para rever anúncios desenvolvidos pela empresa desde os anos 1980 para determinadas competições oficiais, às cadeiras redondas com som incorporado que recordam 22 anos de Super Bock Super Rock. Outra das memórias do festival é a guitarra assinada dos Xutos e Pontapés, que está numa das paredes, ao lado de uma jukebox com músicas dos artistas que atuaram no ano passado.

Antes do regresso à Sala Dourada e da visita à linha de montagem é preciso passar pela histórica Sala Cobre, onde se começou por fazer a cerveja em 1964. Só há três anos, quando o projeto da Casa da Cerveja começou a ganhar corpo, é que a produção mudou de local. “Fazemos aqui eventos”, explicou Inês Mesquita, responsável de comunicação da empresa. Internos, mas também é possível a outras empresas o aluguer do espaço para determinados eventos. Se forem gastronómicos, tanto melhor.

No passado, o espaço já recebia visitas, principalmente escolares ou de pessoal especializado. A Casa da Cerveja “estava connosco há muito tempo. Tínhamos este sonho e concretizámos nesta altura”, assumiu Inês Mesquita. A construção está integrada na revitalização de que foi alvo todo o complexo da Unicer em Leça do Balio, num investimento que chegou aos 100 milhões de euros. Inês Mesquita não consegue, portanto, dizer que parcela do dinheiro foi usada para criar o projeto.

Super Bock casa da cerveja

A Sala Cobre acolhe alguns eventos, internos e não só.
(foto: © Fabrice Demoulin / Divulgação)

Depois de se ver tanta cerveja, o que apetece mesmo é prová-la. É por isso que todas as visitas terminam no Lounge, com direito a duas provas e harmonizações com cerveja. Quem quiser levar alguma para casa, assim como outro artigos da marca, tem a loja do museu mesmo ao lado. Mas, ao contrário dos quadros de Picasso ou das esculturas de Rodin, as obras que moram neste museu encontram-se em todo lado. O truque é vê-las — perdão, bebê-las — com moderação.

EMPRESAS