Inicio Tags Cirurgia

Tag: Cirurgia

Modelo do Instagram perde 50% da visão em, cirurgia para mudar a cor dos olhos

Nadinne Bruna é uma modelo argentina que tem feito do Instagram o seu canal para o sucesso. Porém agora é notícia por uma cirurgia que lhe custou mais de 50% da visão.

Nadinne, de 32 anos, vive em Miami mas viajou até à Colômbia para uma cirurgia plástica de quase três mil euros para mudar a cor dos olhos. A cirurgia seria feita com um desconto considerável, desde que a modelo fizesse posteriormente publicidade na sua conta no Instagram.

Conta o britânico Metro que a cirurgia implica a colocação de implantes de silicone coloridos junto à iris. A cirurgia, que é desaconselhada em vários países, como os EUA (como dá conta a KSAT), correu mal.

Em vez de uma coloração mais cinzenta dos olhos, como era objetivo da modelo, acabou por perder parte da visão.

Jovem de 17 anos fica em estado vegetativo após cirurgia “simples” e família processa o hospital

O caso ocorreu há três anos quando Maria do Céu, então com 17 anos e com “uma vida perfeitamente normal”, foi submetida a “uma cirurgia para reparação de defeito do septo interauricular com excerto de tecido”, contou à Lusa o pai da jovem.

Uma intervenção que, acrescentou, o cirurgião do Hospital de São João “garantiu 99% de sucesso” por ser uma cirurgia “vulgar” e que “só se houvesse um ‘tsunami’ é que correria mal”.

Cerca de sete horas após o início da operação, o cirurgião terá informado a família que a intervenção teria corrido “muito mal” e que a jovem tinha entrado em “coma”.

“Na altura, o cirurgião explicou-nos que foi uma falha relacionada com uma cânula responsável pela oxigenação. Não sabemos como é que isso aconteceu e quanto tempo durou”, alega Manuel Fernando.

Segundo afirmou à Lusa foi apresentada “uma queixa-crime no Departamento de Investigação e Ação Penal [DIAP] do Porto e em fevereiro deste ano foi interposta uma ação cível no Tribunal Administrativo e Fiscal [TAF] do Porto”.

A Lusa confirmou junto do advogado da família que a queixa-crime, por alegada prática de um crime de ofensa à integridade física por negligência, que se encontra em segredo de justiça, deu entrada a 26 de fevereiro de 2016 no DIAP do Porto.

Já a 09 de fevereiro deste ano deu entrada no TAF do Porto uma ação cível contra o Hospital de São João e respetiva equipa cirúrgica por “danos patrimoniais e não patrimoniais sofridos”, na quantia global de cerca de 960 mil euros.

Nesta ação cível, a que a Lusa teve acesso, é alegado que o cirurgião chefe admitiu a ocorrência de uma “falha” e que durante um tempo que não pôde precisar, mas que “poderia ter sido entre os 10 e os 20 minutos após o início da cirurgia, ter-se-ia verificado que a cânula teria ficado incorretamente colocada ou estaria incorretamente colocada”.

“Esta situação ocorrida com a colocação da cânula originou, consequentemente, a falha na oxigenação da Maria do Céu” pelo que, na conversa alegadamente mantida com a família, o médico-cirurgião “tinha a nítida convicção que a Maria do Céu não resistiria mais que umas horas, deixando claro que esse resultado advinha do erro ou lapso médico protagonizado pela sua equipa”, argumenta o causídico.

A paciente sobreviveu, mas encontra-se com “tetraplegia espástica, afásica e disfagia neurogénica, sofrendo de encefalopatia de causa anóxica pós cirurgia cardíaca”, descreve o advogado Armandino Esteves.

Ou seja, “não mexe nenhum dos seus membros, não fala e não come”, sendo alimentada por uma sonda, tem “uma incapacidade definitiva e absoluta” e encontra-se “num estado de dependência absoluta”, de acordo com a descrição do advogado.

“O hospital não se responsabiliza por nada, nem sequer pelo estado de saúde. Infelizmente, como eles não se responsabilizam cabe-nos a nós, família, pagar muitas despesas”, disse à Lusa o pai da jovem, Manuel Fernando.

“Chegamos a gastar 687 euros por mês em medicamentos com a minha filha”, frisou.

Manuel Fernando afirmou que “enviava as despesas para o São João, mas não obtinha resposta” e que a filha, por iniciativa da família, “está agora a ser acompanhada no Hospital de Santo António”, também no Porto.

Contactado pela Lusa, o Conselho de Administração do Hospital de São João confirma que “a doente Maria do Céu Brito foi operada no Serviço de Cirurgia Cardiotorácica em 21 de fevereiro de 2014” e que em face do “inesperado resultado da cirurgia”, e sob proposta do diretor do Serviço de Cirurgia Cardiotorácica, o Conselho de Administração determinou “a instauração de um processo de inquérito, o qual foi concluído em 13 de março de 2014”.

O relatório final do processo de inquérito determinou o arquivamento dos autos por “não ter sido detetada nenhuma negligência médica e o estado da arte ter sido cumprido tanto a nível anestésico, como a nível cirúrgico e a nível da circulação extracorporal”.

Na resposta escrita enviada à Lusa, o Centro Hospitalar de São João garante que tem apoiado a doente e os seus familiares, nomeadamente através da Consulta da Dor e do Serviço de Cirurgia Cardiotorácica.

“O Centro Hospitalar de São João, que profundamente lamenta esta e todas a situações de insucesso terapêutico da instituição, assumiu e continua a assumir na íntegra as suas responsabilidades no presente caso”, acrescenta.

Britânico opera o próprio abdómen

Desesperado por causa das dores que o atormentavam e farto das longas listas de espera, o britânico Graham Smith decidiu realizar a cirurgia para a remoção de um fio de nylon do seu abdómen, que os médicos se esqueceram de retirar numa operação anterior.

Smith admite que foi um gesto imprudente, mas confessa que se sente um homem novo, visto ter sido obrigado a “andar curvado e inclinado para a esquerda” durante 15 anos. “Sou engenheiro especialista, faço trabalhos que as outras pessoas não conseguem fazer. Mas não sou nenhum cirurgião, por isso não tentem fazer isto em casa”, alerta, citado pela BBC.

O britânico diz ter refletido na decisão que tomou e que “não estava preparado para morrer numa lista de espera”, confessa. Acrescentou também que por duas vezes teve as suas cirurgias canceladas.

Apesar de a primeira operação ter sida efetuada há 15 anos, apenas em 2011 é que o britânico se dirigiu pela primeira vez ao hospital, por ter reparado que os pontos estavam salientes na sua pele.

Smith conta que o fio de nylon, com 8 milímetros de comprimento, tinha 12 nós e por essa razão não podia limitar-se apenas a cortá-lo. Teve então de desfazer os nós um por um, tendo criado ferramentas (a partir de instrumentos de titânio, cedidos por um amigo dentista) para o ajudarem a realizar esta tarefa.

Em relação ao caso de Smith, o hospital Aintree, de Liverpool, refere que vai estar em contacto com o britânico para acompanhar o pós-operatório.

Um porta-voz do “Royal College of Surgeons” desaconselhou que se faça cirurgias a si mesmo ou a outra pessoa, devido ao enorme risco de que a operação possa correr mal e que danifique outra parte do corpo. “Há também a possibilidade de infeção”, lembra o porta-voz.

Investigadores operam articulação temporomandibular em modelo animal

Sala de operações

“É a primeira vez que se vai realizar, em Portugal, este tipo de cirurgia, à articulação temporomandibular, em modelo animal, com o objetivo de obter conclusões essenciais para criar e melhorar as opções de tratamento desta patologia em humanos, nos próximos anos”, explica David Ângelo, investigador responsável pela cirurgia.
E acrescenta: “No total vamos operar 9 ovelhas nesta fase, cada cirurgia terá aproximadamente duas horas. Trata-se de uma cirurgia complexa a todos os níveis, e sendo realizada em ovelha, um animal sensível, teremos de garantir o menor sofrimento possível ao animal. Para isso temos uma equipa, de aproximadamente 25 pessoas, desde a equipa anestésica à equipa cirúrgica, onde encontramos 2 reputados cirurgiões estrangeiros”.
“As expectativas desta cirurgia são as melhores possíveis, na medida em que  os resultados desta intervenção vão servir de base para futuras investigações na área da articulação temporomandibular”, conclui o investigador.
Esta investigação conta com o apoio da Bolsa para Jovens Investigadores em Dor, atribuída pela Fundação Grünenthal a David Ângelo no ano passado.

Quistos no cóccix afetam 10 mil jovens portugueses

Trata-se de uma técnica videoscópica, minimamente invasiva, que permite uma recuperação mais rápida, sem dor e capaz de reduzir os riscos de recidiva.

“Este procedimento minimamente invasivo está indicado para os casos em que o quisto no cóccix infeta e cria um abcesso. A cirurgia conservadora era complicada e a recuperação era muito lenta, entre 15 dias a três semanas. Nesta nova técnica, tudo é feito através de um pequeno orifício (não há a incisão clássica da pele) e algumas horas depois os doentes já estão em casa e nos dois dias seguintes podem regressar às aulas ou ao trabalho”, explica Tiago Coelho, cirurgião pediátrico do Hospital Lusíadas Porto.

De acordo com Bessa Monteiro, cirurgião pediátrico do Hospital Lusíadas Porto: “A cirurgia clássica tem inúmeras complicações como a dor, o risco de recidiva e um pós-operatório complicado com pensos frequentes. Em alternativa, esta técnica de cirurgia endoscópica permite uma recuperação muito mais rápida, sem necessidade de pensos no pós-operatório e uma redução muito significativa da dor”.

Os quistos sacrococcígeos são causados por uma inflamação crónica que acomete a pele e o tecido subcutâneo. A sua formação parece estar relacionada com a erupção de pelos que encravam sob a pele que, ao infetar, se tornam muito dolorosos para o paciente. Esta doença é muito prevalente em adolescentes e adultos jovens e é mais comum no sexo masculino.

EMPRESAS