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Foque-se no seu sonho e transforme-o num objetivo

Como chegou aqui? Porquê o coaching?

O coaching entrou na minha vida há mais de um ano, quando fiz a minha certificação internacional pela International Coaching Community. Desde logo comecei a atuar nos mercados português e brasileiro, e a fazer o acompanhamento de pessoas que imigram para Portugal do Brasil, através do visto empreendedor, do D2 e do visto D7. Quando chego ao coaching eu próprio era um empresário que desempenhava funções na Orange Bird como gestor de projetos e de comunidades. A Orange Bird é uma empresa de tecnologia que promove o crowdfunding (financiamento colaborativo) em Portugal através das suas diversas iniciativas e que desenvolveu a plataforma PPL Crowdfunding Portugal. Isto significa que já estava envolvido no ecossistema empreendedor. Fazia o acompanhamento de promotores que queriam angariar financiamento e divulgar projetos e, simultaneamente, era um Business Angel, na Busy Angels, onde, há mais de dois anos, invisto em startups. Assim, com este nicho de promotores e empreendedores, por via da PPL, e de startups, por via da Busy Angel, comecei a ter a perceção de que havia dificuldade nas pessoas em focarem-se num objetivo. Fosse esse objetivo pessoal, de desenvolvimento de equipa ou de desenvolvimento do negócio. Ter dinheiro para investir não é suficiente para fazer crescer um negócio. Sobretudo as startups que estão sempre numa corrida contra- relógioporque estão a criar modelos de negócio disruptivos, mercados de raiz, onde muitas vezes os consumidores ou clientes ainda não estão educados para as soluções que estão a desenvolver, e é fácil dispersarem-se no dia-a-dia das operações. Comecei, portanto, à procura de algumas metodologias que pudessem ajudar estes empresários a potencializarem o seu foco. Foi assim que cheguei ao coaching. O coaching permite responder a duas questões que são fundamentais: o que é que eu quero? Como é que vou conseguir concretizar isso. No mundo existem dois tipos de pessoas divididas em dois grupos: 90% das pessoas faz parte do primeiro grupo, ou seja, não conseguem responder a estas duas questões. Além disso, também não conseguem responder a uma terceira questão que é “quando é que eu vou concretizar isso que quero?”. O segundo grupo de pessoas são as pessoas privilegiadas que eu tenho a oportunidade de trabalhar para encontrarem as respostas a estas perguntas. São pessoas que sabem o que querem e pedem ajuda para o conseguir. Nestes casos, os resultados aparecem.

O 4People2Business pretende ser um programa que cria valor. Explique-nos a sua metodologia.

A metodologia coaching 4People2Business trabalha pessoas nos segmentos Startups, PME´s e Imigração (através dos vistos D2, D7 e Gold). Este modelo agrupa várias metodologias do coaching e tem como propósito potenciar o foco, o planeamento, a ação, a melhoria contínua, os resultados de pessoas, equipas, negócios e organizações. Trata-se de um modelo que integra os pressupostos, as ferramentas do Coaching, da Programação Neuro-Linguística (PNL), potenciando a tomada de consciência, a ação e a aprendizagem.

É o alinhamento entre o consciente e inconsciente, mente e corpo. E este aspeto é bastante importante. Isto porque, as crenças e valores de cada um de nós podem limitar as nossas ações. O 4People2Business tem a duração de dez sessões presenciais ou online (via Skype, facebook, WhatsApp), cada uma delas individual ou em equipa com a duração de 1 hora.

A quem se destinam as suas sessões de coaching?

Trabalho com empresas e empreendedores distintos. Alguns empreendedores ainda estão a desenvolver e a validar a ideia de negócio, outras empresas que já têm faturação ou uma equipa, mas todas elas precisam de ter foco para continuar a crescer. E precisam de ser trabalhadas para que sejam quem querem ser, maximizando o desempenho, a produtividade e os resultados.

As perguntas são a principal ferramenta do coaching e são o desbloqueador dos recursos que as pessoas têm dentro de si. Recursos como a experiência de vida, habilidades, as suas capacidades, formações, aptidões e talentos que cada um de nós tem. O coaching parte, precisamente, desse pressuposto: todas as pessoas têm recursos, o que acontece muitas vezes, seja em termos pessoais ou nos negócios, as pessoas estão associadas àquilo que designam por problemas. Por isso podemos ajudar qualquer pessoa, equipa ou empresa a maximizar os seus resultados.

Hoje em dia, o maior desafio das organizações é criar um sentimento de pertença. Mais do que vestir a camisola da empresa, as pessoas têm que se sentir parte integrante dela. Têm de perceber a missão, os valores, a visão da empresa e sentirem-se envolvidas para que caminhem juntos na mesma direção, com foco num objectivo e sonho comum. O coaching é isto, é foco, ação e aprendizagem. Transformar um sonho num objetivo e agir porque escolho uma ação para alcançar esse objetivo. Por isso sonhe. Mas sonhe grande porque sonhar grande dá o mesmo trabalho que sonhar pequeno. E nunca deixe de colocar questões. Porque enquanto colocarmos perguntas tomamos consciência e isso leva-nos a agir, fazendo a diferença.

 

 

“Perdem alguma coisa se tentarem?”

Em que momento soube e decidiu que queria trabalhar com mulheres, ajudando-as na sua vida profissional e pessoal? 

Desde sempre que a causa feminina me diz muito, por várias razões.

Tive a sorte de começar a trabalhar logo depois de terminar a minha licenciatura e não parei desde então. Foi-me sempre exigido um aprofundado conhecimento do mercado e dos interlocutores-chave das empresas, muito devido à vertente comercial que as minhas funções integravam.

Sempre me deparei com uma questão, que me deixava confusa: porque é que a grande maioria dos cargos de gestão nas empresas (sejam eles superiores ou médios) são ocupados por homens? Não era nem é de todo uma posição feminista, apenas um facto. E eu não entendia a razão.

Paralelamente a esta questão, outra rapidamente surgiu também: porque é que as mulheres (em contexto empresarial ou não) optam por descredibilizar as suas potencialidades e sublinhar constantemente os seus defeitos? O diálogo interno é destrutivo, negativo. Isso prejudica-nos muito! Temos noção disso mas dificilmente conseguimos mudar. Lutámos pela igualdade, conseguimos alargar as nossas opções e conquistámos os nossos direitos. Mas isso também nos trouxe dúvidas, ansiedades, pressões.

Conseguiríamos melhorar bastante as nossas condições de vida (tanto pessoais como profissionais) ao mudar o teor do nosso diálogo interno, ao ganharmos confiança nas nossas estruturas.

As minhas clientes de Life ou de Executive Coaching são pessoas lindas, interessantes, cheia de qualidades que muitas vezes desconhecem, ou teimam em não reconhecer e celebrar. São pessoas que ambicionam melhor mas não sabem o quê ou como, porque não possuem recursos e linhas orientadoras nesse sentido. Assim, muitas vezes desistem. E é aqui que o coaching atua. 

Que desafios enfrenta como Coach? 

O coaching ainda está a ser descoberto em Portugal e muitas pessoas ainda não reconhecem o potencial de recorrer a um coach. Embora estejamos a evoluir bastante, ainda estamos longe do que podemos reconhecer.

Nos EUA e Brasil, por exemplo, o coaching já é assumido como uma ferramenta indispensável em contexto empresarial e pessoal.

Qual é o seu verdadeiro objetivo com o coaching? 

Depois de vários anos a trabalhar num contexto empresarial, onde (e sem mal nenhum!) simplesmente a faturação e os números imperam, percebi que precisava de mais na minha vida.

O que me move são as pessoas, e consegui construir uma oferta que reúne o melhor dos dois mundos: consigo ganhar a vida com o coaching, e consigo potenciar e ajudar pessoas a atingirem resultados, a serem mais felizes.

Essas pessoas são mulheres, esse é o meu target, e sempre foi o meu sonho. Quero mostrar às mulheres que somos capazes de chegar longe, quero ajudá-las a “afinar” as vozes interiores, e a serem capazes de lidar com os desafios das suas vidas pessoais e profissionais de uma forma mais benéfica. Quero que as mulheres pensem nelas próprias em primeiro lugar, e que acreditem que conseguem chegar longe. Não há nada melhor do que ver uma cliente a dar pequenos passos, a ter pequenas conquistas, a celebrar esse caminho e a constatar que consegue criar um contexto mais feliz na sua vida. Basta para isso ter foco, dedicação. E um coach ajuda!

O que me motiva é ver resultados, e o melhor disto tudo é conseguir fazer disto profissão e sustento. 

O que é que as mulheres procuram mais quando recorrem aos seus serviços?

Ultrapassar medos, incertezas, saber lidar com as vozes interiores, e ganhar confiança nas suas capacidades. Muitas das minhas clientes não reconhecem as suas capacidades até as ouvirem das vozes de terceiras pessoas. Precisam do reconhecimento e do aval das outras pessoas para se potenciarem.

Especializou-se, igualmente, em Life e Executive Coaching, para potenciar os resultados tanto de pessoas como das empresas e dos seus colaboradores. As empresas começam a perceber a verdadeira importância do potencial humano? 

Sim, começam, mas como indiquei anteriormente, ainda existem muitas pessoas e empresas que não reconhecem no coaching o seu devido valor. Vamos lá chegar, já estamos no bom caminho.

É uma líder e quer ser uma inspiração para outras mulheres. Poderia finalizar esta entrevista com uma nota de motivação para as nossas leitoras? 

Sei que parece uma frase feita, mas é realmente uma verdade: potenciem os vossos pontos fortes! Acreditem que são capazes. Mudem o vosso mindset para algo que vos seja benéfico. Digam para vocês vezes sem conta “eu quero, eu posso, eu consigo”. Substituam o diálogo interno destrutivo por esta frase, e verifiquem se funciona! Perdem alguma coisa se tentarem?

“Preparo mulheres para a liderança”

Priscilla de Sá tem 41 anos e é jornalista, psicóloga, coach, palestrante e mãe. Qual é a característica comum a cada uma destas mulheres?

Todas as mulheres que há em mim se questionam: “por que não pode ser melhor?” E recusam-se a aceitar o “sempre foi assim” em resposta.

Priscilla de Sá “prepara” mulheres para a liderança. De que forma intervém na vida das mulheres?

Como coach, atuo em dois níveis indissociáveis: o emocional e o técnico. Não basta ter um currículo poderoso e não entender de gente. E possuir soft skills sem competência é igualmente catastrófico.

Como mentora, auxilio empreendedoras a posicionarem-se mercadologicamente, estabelecerem sinergia com os sócios e, sobretudo, a substituírem a atitude de “donas de um negociozinho” pela de grandes empresárias.

Como palestrante, ajudo profissionais a identificarem obstáculos e apresento ferramentas para liderarem melhor. As organizações globais procuram-me para implementar comitês femininos, que nas matrizes americanas e europeias já funcionam há algum tempo. Se não forem bem geridos, correm o risco de se tornarem “chá de mulherzinhas”, o que pode ser divertido, mas foge ao propósito.

Como consultora, ajudo marcas a comunicarem com as detentoras de cerca de 85% das decisões de compra, que já não adquirem um produto só porque ele é cor-de-rosa.

“Empoderar uma mulher não é subtrair o poder de um homem. É revelar o poder que há dentro dela, para o bem de todos.” As mulheres podem ser tão boas ou melhor líderes do que os homens? Ou a liderança não depende do género?

Não há limitação biológica para que as mulheres tomem decisões racionais e negociem com os chineses. Nem para que homens sejam empáticos e penteiem os cabelos das filhas. Se possuímos diferentes habilidades é apenas porque temos treinado mais umas do que outras há milénios.

Segundo um estudo da Informa D&B, as mulheres lideravam apenas 28,5 por cento das empresas portuguesas no final do ano passado, sendo elas 42,2 por cento da força geral das empresas. E, em média, as mulheres europeias ganham menos 16 por cento do que os homens. Por onde deve começar a mudança deste paradigma?

Quanto maiores as empresas, mais lentas se movem porque são viciadas nas fórmulas que garantiram vitórias passadas. Entretanto, é a diversidade que vai garantir vitórias futuras.

A mudança é irreversível e tem de ocorrer em três níveis, não importando por onde comece.

Organizações: não apenas empregando mais mulheres e criando um clima suportivo, mas capacitando-as a subirem para além da média gerência.

Indivíduos: Pesquisar a média salarial para a função e negociar no ato da contratação fazem a diferença no acumulado da carreira. As mulheres entre 18 e 24 anos vão às entrevistas de emprego desejosas por saber se naquela empresa os talentos femininos são valorizados. A nova geração de mulheres não vai ficar onde não puder se expressar.

Sociedade: Cabe às famílias e aos educadores ampliarem as possibilidades para meninas e meninos. Segundo um estudo da Universidade de Washington, os homens só são maioria nas carreiras STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) porque acreditam desde cedo que são bons nisso.

É pioneira em Coaching Online tendo, em 2008, criado o primeiro programa brasileiro de coaching de carreira online para mulheres. Como define o conceito de coaching de carreira e de que forma muda a vida profissional das mulheres?

É o processo de retomada do controlo sobre a vida que começa por substituir o “o que você vai ser quando crescer?” que ouvimos na infância, pelo “que tipo de mulher você quer se tornar?”.

Inconformada com o facto de as mulheres representarem menos de 10% de CEOs em todo o mundo (e 5% nas organizações brasileiras), criou, igualmente em 2008, um método para desenvolver a Liderança Feminina, sendo requisitada para palestrar sobre o tema. Que mensagem gostaria de deixar a todas as nossas mulheres leitoras?

“Dar uma forcinha” não é o nome do que você faz todos os dias. O nome disso é liderança. O que falta é ampliá-la aos espaços de poder.

Priscilla de Sá é uma referência em comportamento feminino. Quando é que ganhou consciência da influência que podia exercer na vida de outras mulheres?

Comecei como coach de carreira para jovens, em 2008. As mães viam a paixão, o foco e a disciplina que os filhos adquiriam e pediam “quero que você faça comigo o que fez com meu filho”. Então eu percebi que o meu impacto social seria maior por meio delas porque mulheres são multiplicadoras.

Podemos afirmar que as “as mulheres são o futuro”?

As mulheres são o presente. Em 2016, elas gastaram em e-commerce tanto quanto os homens, usando os cartões de crédito delas.

É uma mulher incansável e multifacetada. Tem alguma surpresa guardada para o futuro ou novos projetos pensados?

Expandir o empoderamento a mais e mais mulheres. Projetos digitais a caminho.

Como se descreveria a si própria? Quem é Priscilla de Sá?

Uma mulher que prefere o caminho bem pavimentado aos atalhos.

O que a motiva a si enquanto mulher?

Saber que mudo o estado mental das pessoas.

As suas palestras são para “mulheres que sabem aonde querem chegar e que só precisam de uma injeção de ânimo para manter o foco, a disciplina e a paixão em alta”. Onde se inspira para falar às mulheres?

Nas mulheres que abriram as portas para que pudéssemos estudar, votar e escolher nossos maridos. Nas nossas mães e avós, que nos trouxeram até aqui. Nas nossas filhas e noras que vão continuar a história.

Às mulheres são atribuídos múltiplos papéis. Esposa, mãe, dona de casa e profissional, sendo, por vezes, difícil a gestão desta tarefas. Precisam de ser supermulheres para conseguir conciliar tudo e alcançar o sucesso nas várias vertentes?

As campanhas publicitárias enaltecem a mulher que dá conta de tudo e termina o dia linda. Acreditamos que é esse o nosso dever e compramos um batom de longa duração. Assim, caímos na armadilha do multitasking: manter-nos superocupadas e subprodutivas.

O mundo não precisa de supermulheres nem de super-homens, precisa de pessoas inteiras nas suas escolhas. Essa é a essência do sucesso.

Estudos recentes revelam que a diversidade de género na administração de uma empresa impulsiona a performance e aumenta as receitas. Para si mulheres e negócios significa…?

Multiplicar a capacidade de resolver problemas. Parece inteligente desprezar esse potencial?

 

O QUE ELAS DIZEM…

“Em 2016 estabelecemos o WIN (Women Inclusion Network) com forte apoio do nosso chairman Isaac Deutsch. A nossa missão é prover um ambiente de trabalho estimulante às mulheres, favorável ao seu desenvolvimento, viabilizando ferramentas, recursos e oportunidades para a otimização das suas habilidades e competências para o sucesso da carreira profissional.

Encerramos o ano de 2016, com a palestra da Priscilla de Sá, que foi crucial  para solidificar o nosso projeto, pois reforçou a importância da promoção da diversidade e inclusão no ambiente de trabalho. Foi nítida a conscientização dos colaboradores do banco quanto à situação das mulheres e os seus desafios no desenvolvimento da sua carreira. Há ainda muito a fazer, mas temos convicção do sucesso dessa iniciativa em virtude do compromisso global do Sumitomo Mitsui Financial Group na criação de uma cultura de diversidade e inclusão.”

Cristina Shiota – Diretora de Risco, Compliance e Segurança da Informação Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro

 

“Conheci a Priscilla de Sá em 2015, num evento para mulheres, organizado pela empresa em que trabalho. Ela fez uma palestra sobre liderança feminina e cada palavra que ela dizia fazia muito sentido para mim. Saí de lá com a certeza de que queria fazer coaching com ela.

O nosso processo e, a cada encontro, eu me descobria como mulher e como profissional. A Priscilla entende os cenários muito rápido e tem uma perceção muito assertiva sobre pessoas e empresas, isso facilitou muito quando eu comentava alguma situação que estava a viver no trabalho – parecia até que ela conhecia as pessoas!

A cada situação difícil que eu enfrentava – e não foram poucas – ela estava disponível para me ouvir, me fazer pensar e me apoiar na ação. Essa presença que ela consegue ter, mesmo quando está no Japão, faz-nos sentir amparadas e apoiadas.

Em pouco tempo, comecei a receber feedbacks positivos do meu gestor e de colegas de trabalho sobre as mudanças de atitude que eu estava a ter por causa do coaching, e eu consegui fazer a mudança de chave de analista para coordenadora.

Fazer coaching com uma mulher poderosa faz a gente se empoderar também!”

Clara Salarinitalent – Management Coordinator Alstom Transportes Brasil

“Em tempos de crise, aqui no Brasil, é muito bom poder contar com o suporte da Priscilla para ampliar novas frentes de trabalho e não ficarmos focados num único produto.

Este ano, estamos a procurar atrair e entender melhor o cliente por meio das novas ferramentas – mais lógicas e rápidas – do Marketing Digital, a fim de gerar novos negócios.

Eu adoro fazer esse trabalho com a Priscilla. Com a assessoria dela, a equipa melhorou muito e sabemos que podemos contar com ela para desenvolver novos negócios.”

Rita Perrela Ceo – Lumitenzi Importação e Exportação

“Priscilla quebra paradigmas desconstruindo crenças. Traz luz ao velho modo de pensar e insere, de forma clara, direta e motivante o conceito de que somos uma versão inacabada de nós mesmos: a versão beta, alinhada ao pensamento exponencial desta nova era. As suas palestras são um convite a ingressarmos neste pensamento transformador e promovermos, com segurança, a nossa metamorfose.”

Simone Caggiano – Head of Human Resources – Audi do Brasil

Passo a passo para a conquista do sucesso

Quem é Luísa Vasconcelos enquanto mulher e como profissional? O que a move?

Procuro estar alinhada com o meu próprio plano de vida, isso significa criar momentos memoráveis em todas as dimensões que considero importantes, como a carreira, as ligações pessoais autênticas ou as viagens, e a forma apaixonada como vivo o que faço. É um work in progress…
Dei um salto de fé quando abri a minha empresa, com todas as alegrias e fracassos que isso implicou. A minha profissão é uma extensão de mim, não gosto de injustiças, aprecio a competência e adoro todas as expressões de felicidade. Hemingway disse algo como que são as melhores pessoas com as maiores virtudes que geralmente são as mais vulneráveis.
Eu trabalho com “as melhores pessoas” garantindo que conseguem estar no melhor de si, no trabalho e na vida pessoal, sem que as suas vulnerabilidades, conscientes ou não, as atrapalhem no dia-a-dia.

Afirma que tanto como ferramenta pessoal como para trabalhar em coaching ou em gestão de talentos, conhecer-se e saber desbloquear o potencial interno pode ser a diferença entre ter uma vida de sucesso ou de total descontentamento. Em que consiste o coaching transformacional e a que se aplica?

A frase: todas as respostas estão dentro de nós, deve ser das mais repetidas nos últimos anos, mas como chegar a elas e mais ainda acreditar que essas respostas que estão dentro de nós são verdade? O coaching transformacional é uma metodologia que assenta no autoconhecimento e traduz-se em processos (como a metodologia da P2B) que transformam fraquezas em forças, quer sejam questões de autoconfiança, de merecimento, de comunicação, de liderança… o caminho é tão diverso quanto cada pessoa, a imagem do processo costumo dizer que é como se se aprendesse a ‘levitar sobre a vida’, em vez de estarmos tão absorvidos por tudo o que nos incomoda, aprendemos a identificar prioridades e estratégias que permitam ganhar clareza sobre o que realmente nos preenche e depois passar da teoria à prática dia a dia.

A Power2Blossom é uma consultora especializada em soluções de gestão de vida e de negócios. Transformam ideias em sucesso. Percebem de pessoas e dos seus talentos. Para contextualizar o nosso leitor, o que é a Power2Blossom e que soluções disponibiliza?

Somos uma consultora boutique de coaching, desenhamos planos de expansão empresarial, profissional e pessoal e acompanhamos os nossos clientes na execução desses planos, da ideia à celebração do sucesso. Os nossos serviços são personalizados cliente a cliente e os nossos formatos de treino ajustam-se aos objetivos pretendidos, podendo ocorrer em 1to1 ou grupo; em sala ou em contexto de imersão experiencial como os Retiros Corporativos que lançamos no final de 2016 nos Açores.

Luísa Vasconcelos é uma líder. O espírito de liderança é algo inato que nasce com a pessoa ou pode ser adquirida com o tempo?

Algumas pessoas têm determinados traços de personalidade, onde a liderança é um recurso orgânico; outras são líderes por reação, quando os desafios da vida obrigam a ativar e fortalecer esse recurso; há depois outras ainda que preferem ser conduzidas na e pela vida. Diria que há uma parte orgânica na liderança (natural) que pode depois ser amadurecida (com o treino, com a experiência e com o tempo), os líderes naturais passarão por esse processo de amadurecimento, os ‘não naturais’ apenas se e quando necessário.

É notável o aumento de lugares de chefia ocupados por mulheres. Estamos num bom caminho no que diz respeito à mudança de paradigma?

Quando esta passar a ser uma ‘não pergunta’, teremos chegado a um bom equilíbrio. Há maior comunicação e uma maior consciencialização para este tema, o que não significa que internamente e nos bastidores das organizações o caminho seja mais simples. Pela minha experiência, esta é e será sempre maioritariamente uma questão de pessoas e não tanto de género. Há uma tendência global de empowerment feminino, logo o assunto ganha dimensão e a mudança ocorre com mais eficácia. Há que continuar a trabalhar a visão do papel masculino e feminino na nossa sociedade e a forma como cada pessoa (mulher ou homem) pode contribuir para levar uma organização ao sucesso.

COMO O GOLFE REVELA A SUA LIDERANÇA PESSOAL E PROFISSIONAL

 

Não vendo sonhos, vendo realidades”. É assim que Orlando Henrique, Executive & Sports Coach, descreve o projeto Enneagolf criado dentro da marca Oihgolfe. E o que é o Enneagolf?

É referido que o golfe é um jogo 90% mental e 10 % é físico ou técnico. Cada vez mais atletas e treinadores procuram potenciar os resultados desportivos, usando o coaching. O projeto ENNEAGOLF traz uma perspetiva inovadora para o treino da mente enquanto líder executivo e praticante de golfe.

Os profissionais ou o cidadão comum têm mais competências do que aquelas que muitas vezes veem em si próprios. “O coach é um meio para a pessoa se superar”. Não é o coach que vai dar à pessoa competências físicas ou técnicas, antes “o coach ajuda a pessoa a tomar consciência das suas capacidades.”

“O ENNEAGOLF é uma poderosa ferramenta de ajuda que ao potenciar a personalidade permite vencer desafios, competir/cooperar, liderar e trabalhar melhor em equipa”.

Então, em que consiste o Enneagolf e o que o distingue de um programa de Coaching?

Através do Enneagrama (ciência milenar associada ao estudo da personalidade), um jogo de cartas e de um algoritmo “ajudamos os coachees a identificarem a sua personalidade. A partir daí definimos alguns caminhos valorizando as mais-valias de cada personalidade”, explica Orlando Henrique. O golfe “é o espelho da alma” que “nos desperta sobre o nosso inconsciente ajudando-nos a tomar noção das nossas capacidades e a descobrir soluções para respostas que procuramos”.

Mais do que ajudar desportistas a descobrirem as suas competências, o Enneagolf pretende ajudar as pessoas a conhecerem-se melhor de modo a conseguirem superar-se e reconhecer caminhos diferentes para as situações do dia-a-dia.

Eneagrama: Como a sua personalidade o influencia

Acredita-se que o Eneagrama tenha surgido há mais de 2500 anos. Esta ancestral técnica de autoconhecimento tem vindo a influenciar algumas correntes religiosas bem como filósofos e pensadores importantes.

O Eneagrama começou a ter um grande impacto nos finais do Séc. XIX pelas mãos de George Gurdjieff, tendo sido posteriormente desenvolvido e divulgado por Oscar Ichazo e Claudio Naranjo.

Hoje, o Eneagrama é ensinado em universidades de todo o mundo e em Portugal  estão a decorrer  MBA’s onde o mesmo é trabalhado e ensinado. A sua utilização nas organizações  ganha cada vez mais espaço, desde  grandes empresas nacionais a multinacionais a entidades governamentais.

Para as mais de 200 pessoas que já fizeram ações Enneagolf todas elas ficaram com valorizações sustentáveis para as dificuldades e mudanças que queriam ultrapassar e consolidar. Todas as ações de Coach efetuadas até ao momento têm uma avaliação superior a 96% de satisfação.

Conheça-se melhor ou auto-conhecimento são as palavras que melhor definem o projeto Enneagolf que pretende ser uma “moda” que veio para ficar.

A empresa CTB7 – Oihgolfe

A par do Coaching, a empresa dedica-se à organização de torneios e viagens de golfe, bem como consultoria comercial e marketing.

Num mercado cada vez mais competitivo e exigente e com a atual situação económica do país, as empresas começam a ganhar consciência das mais-valias das ações de marketing. A CTB7 – Oihgolfe propõe soluções para empresas, ligadas ou não ao desporto, em regime de outsourcing, apresentando um conjunto de atividades que visa garantir a quem a contrata um natural crescimento da sua atividade comercial e o consequente sucesso do seu negócio.

Apesar de se dedicar a outras atividades, o foco da empresa é o golfe, com diversas modalidades.

O Circuito OpenOeste (circuito de golfe) que comemora uma década de existência visa premiar, este ano, cinco jogadores com o prémio de participação no Torneio World AM 2017, sendo que só o vencedor geral do Circuito acumula o prémio com a viagem e estadia.

 

Como a sua personalidade afeta o seu jogo de golfe ou o seu dia-a-dia

  1. O Perfecionista

Pessoas/Jogadores com personalidade predominante tipo 1 mantêm constantemente um diálogo interno muito duro que prejudica drasticamente a forma como encaram a vida/jogo.

  1. O Orgulhoso

O orgulho e a importância que se dá à imagem que os outros têm de nós afeta de uma forma determinante a performance do nosso jogo da vida/golfe. A personalidade tipo 2 mantêm com teimosia, e muitas vezes com inconsequência, estratégias que não lhe permitirão progredir, tanto do ponto de vista técnico como mental, para novos estágios de performance.

  1. O Realizador

Pessoas/Jogadores com personalidade predominante tipo 3 são excessivamente competitivos e focados no resultado, procurando permanentemente ter o reconhecimento de sucesso por parte dos outros com quem “competem”.

  1. O Emotivo

A emotividade afeta de uma forma determinante o jogo da vida/golfe. Pessoas/Jogadores com personalidade predominante tipo 4 são excessivamente emotivos e conectados com estados e momentos do passado.

Interna e inconscientemente este tipo de personalidade escolhe percecionar o que está em falta na sua performance ou no seu jogo em detrimento do que atualmente tem.

  1. O Analítico

Pessoas/Jogadores com personalidade predominante tipo 5 são excessivamente racionais e focados em demasia na análise de planos futuros. Alheados do estado presente, a mente pode ser a sua maior armadilha. A necessidade de análise constante desenvolve uma hiperatividade mental que afasta o jogador com este tipo de personalidade predominante do aqui e agora

  1. O Duvidoso

A dúvida afecta de uma forma determinante o jogo da vida/golfe. Pessoas/Jogadores com personalidade predominante tipo 6 são excessivamente ansiosos e tentam antecipar ao máximo os piores cenários possíveis.

  1. O Entusiasta

Pessoas/Jogadores com personalidade predominante tipo 7 são excessivamente entusiastas e preferem focar-se nos vários cenários positivos, lidando extremamente mal com as pequenas falhas, muitas vezes derivadas da sua dificuldade de concentração e deficit de focus no momento presente.

  1. O Controlador

A necessidade extrema de controlo e o excesso de vigor afetam de uma forma determinante o jogo da vida/golfe. Pessoas/Jogadores com personalidade predominante tipo 8 procuram com os excessos do seu jogo exterior restituir a necessidade, pouco consciente, de sensação do seu controlo interior.

  1. O Harmonioso

Pessoas/Jogadores com personalidade predominante tipo 9 procuram aceitar, com um esquecimento do seu próprio valor, todas as opções que lhe vão sendo “oferecidas”.

Coaching – ICF Portugal

Por Maggie João, Presidente ICF Portugal

Num mundo auto-regulado como é o do coaching, é natural que encontre gato por lebre e que possa até ter uma experiência menos boa desta ferramenta pessoal e profissional que ajuda a concretização de tantos planos, a tomada de decisões e a construção de equipas mais eficientes e também mais felizes, apenas para nomear alguns dos seus benefícios.

Com o intuito de promover o desenvolvimento profissional, aumentar a credibilidade da profissão e proteger os clientes e o público em geral de vivências menos felizes e ausência de ética e competência, à semelhança do que também acontece em todas as profissões, a comunidade internacional de coaches criou a ICF – a Federação Internacional de Coaches, cujos membros são profissionais claramente focados no desenvolvimento das suas capacidades, melhorando de uma forma continuada as suas competências de coaching e subscrevendo um código de conduta ético, o qual contempla inúmeros valores fulcrais que estão na base de um relacionamento profissional profícuo.ICW 2016_PPT_POR-FINAL2

A ICF é a entidade de regulação desta profissão mais reconhecida no mundo do coaching, com uma expressão que vai para além 28.400 coaches a nível mundial, oriundos de 143 países, e tem mais de 120 delegações. A difusão geográfica é notória, tal como é o facto destes coaches serem profissionais que aplicam as competências chave da boa prática do coaching de uma forma coerente e continuada.

O mais relevante em coaching não é seguir-se este ou aquele modelo, é sim sentir-se e saber-se o melhor instrumento que em parceria com o cliente pode ajudá-lo a avançar e a alcançar o seu objectivo. E para tal temos de estar “on top of our game”, estarmos em constante aprendizagem e renovação, não só através de formações de refresh de conceitos, como através da aquisição de novas ferramentas ou mesmo através da reflexão sobre possíveis melhorias em contexto de supervisão ou intervisão.

Os 4 saberes (saber estar, saber fazer, saber saber e saber ser) são vivências que não se ensinam, mas que se aprendem. Umas certamente que se aprendem nos bancos da escola e nos cursos de formação de coaching, outras vão aperfeiçoando-se à medida que nós próprios maturamos como seres humanos que somos e outras ainda surgem como prendas no nosso caminho de auto-descoberta.

O coach profissional é aquele que está em constante transformação, que está consciente que se aprende com os erros e que as melhores respostas sãos as que vêm de dentro. Por isso, aplica-se na construção do seu conhecimento e vivência, para que ele mesmo se torne numa ferramenta versátil na parceria que estimula e desafia o nosso cliente a querer também ele ser ágil nos 4 saberes e também ele, partindo de uma posição de auto-aceitação, sentir e identificar qual o melhor caminho para atingir os seus objectivos.

É esta preocupação constante do desenvolvimento profissional, da prática ética da profissão e do melhor serviço que é preconizada pela ICF. Em Portugal, a ICF conta com 111 membros, dos quais cerca de 60 são credenciados, ou seja submeteram-se a uma avaliação independente das suas competências de coaching. Se está  ou quando estiver à procura de um coach e quer realmente tirar partido de um serviço de excelência procure o selo ICF, procure um coach ICF e certamente adquirirá um serviço com base na excelência e nos mais elevados standards de qualidade. Claro que com isto não estamos a dar garantias de que o seu objectivo será alcançado, porque isso depende de si e da sua vontade de fazer-acontecer. Estamos apenas a dizer que levará consigo uma mochila mais apetrechada para a aventura que quer e/ou precisa iniciar. E com isto só nos resta desejar uma Boa Viagem!

Mais informações sobre os coaches ICF em Portugal e sobre os eventos promovidos pela ICF em www.icfportugal.com .13102621_10206568898202439_448232976452917275_n

Helena Anjos (Vice-presidente), José de Sousa (Tesoureiro), Sílvia Viola (Secretário), Maggie João (Presidente) e António Graça Martins (Vogal)

 

… mudar para a Mudança

Carlos Trocado Ferreira

As empresas enfrentam problemas internos e externos cada vez mais complexos. Na verdade, e para ser sintético, a globalização trouxe desafios e problemas que as estruturas internas das pequenas e médias empresas não têm condições de, per si, os resolverem.
A natureza da ambição empresarial e a dicotomia da relação oferta e procura, ou qual destas duas promove primeiro a outra, levam muitas empresas de menor dimensão, ou com reduzida massa crítica, a atropelarem os seus propósitos estratégicos e a confundirem atitudes corretivas com atitudes estratégicas.
A dimensão estratégica ou visionária nestas empresas ainda assenta muito na configuração da função do produto ou no seu processo interno. A criação de valor e a sua partilha, ou se quisermos, a proposta de valor com que se apresentam no mercado, tende para a sua diminuição progressiva.
O processo de inovação (no pensamento, no processo, no produto, no serviço, na distribuição, nos diversos canais…) requer uma organização a pensar ‘mudança’.

A mudança é o motor. A mudança é a única certeza. E como as organizações são pessoas [e cérebros (?)…] e estas tendem para a acomodação, para a lei do menor esforço e para a zona de conforto, uma ideia nova é, pois, muitas vezes considerada uma ameaça às ideias, aos produtos e serviços anteriores.
Estendendo esta analogia de resistência a todas as dimensões da empresa, do produto até ao processo, ao sistema de governance, aos canais, ao marketing e, sobretudo, à Gestão de Topo, temos que uma empresa que não se adapta, que não muda todos os dias um bocadinho, que não se questiona, não apresenta pequenos saltos de forma regular, não tem a paixão pelo erro e não se foca no risco da novidade, tenderá a ter um futuro alicerçado em soluções erráticas que mais não são do que respostas tipo tentativa-erro perdendo-se na noção errada de que está a mudar, quando sem a noção de desvio, apenas está a ‘apalpar terreno’.

A gestão da mudança não é apenas iniciar um processo para mudar. Mudar é estabelecer um plano e métricas para a avaliação futura dos desvios, pois só isso é que permite ações corretivas em ordem a um objetivo (necessariamente estratégico).
Muitas empresas tendem a confundir estes conceitos, pois recentemente correm ‘teorias’ de que o ‘mundo muda tão depressa que não vale a pena ter uma estratégia’. Aqui a confusão entre Planeamento e Estratégia. Nada de mais errado. A Empresa tem de saber para onde vai, para onde quer ir. E deve concitar todos os esforços, experiência, gestão e informação disponível para iniciar um processo de mudança e adaptar os recursos, humanos, técnicos, logísticos e financeiros a esse objetivo. Os produtos ou serviços são meros instrumentos, ou se quisermos, palavras do dicionário e da gramática que pretendemos implantar. Um produto, tal como uma palavra não é a língua, também ele não comunica nada. É preciso mais do que isso para construir uma relação de marca, de serviço ou função com o Cliente (ou consumidor, se for esse o caso).

Um produto (ou serviço) deve resultar de um sistema – uma ordem sistémica- capaz de se reproduzir e de se reinventar de forma ordenada e consistente facilmente identificável pelo mercado. Para isso, exige-se que a empresa construa a sua própria identidade corporativa, baseada nas suas competências e capacidades e que seja suficientemente dispersa pela organização como uma bandeira, hino ou atitude.
O recurso a consultores externos quer na redefinição estratégica quer na transferência de Gestão entre gerações é uma solução para essas PME’s com ambição e garra para vencer.
Como mudar a forma de pensar para a mudança permanente? Não adianta querer mudar se não se tiver consciência do problema. Desse problema.

O primeiro passo é mesmo a definição do problema. A fase de Diagnóstico Estratégico (em que este comporta já parte da visão e missão a desenvolver) deve envolver o Consultor Estratégico e a Gestão de Topo da Empresa. De seguida há que definir um Plano de Ação. O consultor tem um papel fulcral nesta etapa: deve mediar o processo de implementação tendo em vista a sustentabilidade futura da organização, pois só preparando primeiro os acionistas/sócios e os gestores para a mudança sistemática se pode mudar a organização para que esta se reinvente permanentemente. Só depois de implementada a Paixão pela Mudança (como uma caixa de ferramentas virtual) se pode passar à redefinição do processo de inovação de mentalidade, de atitudes, de processos, de produtos ou de canais.

O trabalho do Consultor deve começar por preparar ou treinar a Gestão para as 7 (sete) fases da Ação de Mudança:
1. Identificação do problema primacial
2. Definição dos objetivos a alcançar
3. Reflexão sobre a forma e calendarização dos objetivos
4. Análise dos pontos fortes e fracos e sua abordagem
5. Criação de métricas e KPI’s da mudança
6. Preparação da sua dispersão pela Empresa
7. Aplicação do plano e sua monitorização.
A intervenção, seja no processo de Pensamento Estratégico, seja na Transferência de Gerações na Gestão (empresas familiares), não deve ser superior a três anos nem inferior a um ano.
Cada empresa, cada cadinho cultural, tem os seus ritmos de absorção diferentes. A fusão das perceções e sucessivas adaptações, sem se perder o essencial, levam muito tempo, e por isso exigem paciência, tempo e entendimento cabal daquilo que é o ‘first things first’ da Gestão da Mudança.
… (ver mais em: www.coachfactor.pt)

“O Coaching proporciona muito sucesso”

Maria Júlia Nunes

Executiva num grupo internacional em biotecnologia farmacêutica, com responsabilidades de relações institucionais nacionais e internacionais  descobriu que o seu maior valor na obtenção de resultados, era a relação de abertura e confiança que estabelecia e levava os seus interlocutores a sentirem-se fortes e confiantes, a descobrirem o seu brilho interior e a serem mais seguros e felizes. No sentido de contextualizar o nosso leitor, de que forma é que o seu percurso a levou à edificação da inSoul. Creating Future?
Sempre fui apaixonada pelo desenvolvimento do potencial humano. Encarei as responsabilidades profissionais duma forma inovadora, implementando métodos geradores de confiança winwin com os meus interlocutores institucionais, em Portugal e no estrangeiro. Fazia-o de forma natural e espontânea, mas um dia percebi que estava na hora de mudar e demiti-me. Durante dez anos fiz preparação mental, emocional, académica e espiritual. Foi em 2004 que dei forma à marca, e aí nasceu a inSoul.

Quais são as verdadeiras mais valias da inSoul e de que forma pode a mesma mudar a vida das pessoas?
A inSoul foi e continua a ser pioneira no tema do desenvolvimento pessoal em Portugal. No início pouco ou nada se falava destes assuntos, mas a minha experiência internacional, os princípios éticos que sempre mantive e a sólida preparação, formaram a credibilidade que manteve a minha agenda esgotada desde o primeiro ano. Sem uma única ação de divulgação, foi o “passa palavra” de quem mudava as suas vidas que trouxe o sucesso à inSoul.
Solidez e maturidade de competências, ética, respeito e sensibilidade intuitiva para perceber a base e a natureza das necessidades particulares de cada pessoa ou profissional é o que nos distingue dos demais.

Na sua opinião, de que forma pode o conceito e metodologia do Coaching proporcionar sucesso nos negócios?
Proporciona muito sucesso. O Coaching abre os horizontes, desperta os talentos, expande as competências, proporciona respostas eficazes e ações coerentes face às necessidades.

Fale-nos um pouco das potencialidades do denominado Inner Coaching. O vosso método Inner Coaching aporta dois programas. A que programas se refere?
Inner Coaching é uma metodologia que desenvolvi com vista a “chegar mais longe em menos tempo”. É trabalhado através da inclusão de metodologias mais abrangentes e específicas que o Coaching, e proporciona outro nível de resultados. O Programa Eu, que se destina ao universo individual, é o processo transformador da redescoberta existencial do eu, e da relação com o mundo, o trabalho e a família. O Programa Business direciona-se ao mundo profissional e dos negócios, onde os objetivos são tangíveis e incluem diversos universos. Este programa redefine a matriz mindset/innergame, ganhando profissionais energizados, mentes focadas e visão criativa dos resultados.

Está mais direcionada para o universo empresarial/profissional ou também para uma vertente mais pessoal? No domínio do vosso core business, qual tem sido a preponderância da marca em cada um destes segmentos (profissional e pessoal)?
Durante os primeiros anos focámos mais a vertente pessoal. Há cinco anos começaram a vir profissionais, que optam por um registo de confidencialidade, mas nos últimos três anos, fruto da maturidade alcançada, começámos a focar o nosso core business para o segmento empresarial.

De que forma é que as empresas podem chegar à inSoul? Os empresários portugueses estão, na sua opinião, recetivos a estes conceitos e metodologias?
Temos o site institucional, o canal youtube, as redes sociais Facebook e Linkedin. Oferecemos gratuitamente uma newsletter regular por email, que pode ser subscrita via Facebook, e marcamos presença nos media com artigos. Também temos o email e claro o contacto telefónico.

Quais são as principais prioridades e desafios da marca para o futuro?
Como marca, queremos crescer de forma sólida, através de um serviço de excelência, contribuindo decisivamente para melhorar a vida das pessoas, o ambiente laboral, a performance profissional, o resultado empresarial.
Tivemos experiências de internacionalização, no Brasil, mantemos um sólido portfólio de clientes nos Açores, já tivemos delegações no Porto e em Faro. Em 2013 fizemos uma opção estratégica de concentração de recursos, apostando no desenvolvimento contínuo de competências que permitam ter cada vez mais excelência nos serviços que prestamos. Por exemplo, estou agora a frequentar uma certificação internacional de Coaching que aplica Mindfulness ao desenvolvimento das Forças de Caráter.

CV – Maria Julia Nunes
Fundadora inSoul.creating future
Coaching Business e Pessoal
Métodos de Mudança Organizacional e Profissional
Mindfulness and Energetic Leadership Methods
Autora, Speaker

É SER MULHER…É SER!!!!

Carla Gomes

Nem todas as histórias começam por “Era uma vez”…esta que me proponho partilhar começa por “Foram muitas vezes”…muitas mesmo…tantas que quase lhes perdi a conta.

Foram vezes em que ousei contrariar as vozes que me tentaram derrubar porque sou mulher, foram vezes que por ser mulher quis ser apenas frágil e ceder ao estereótipo que me tentavam impor, foram vezes que teria sido tão mais fácil parecer do que ser… mas foram sobretudo muitas as vezes em que me ergui, sobrevivi e segui em frente num caminho que reputo de vitorioso tais as sementes que lancei e tais os frutos que vou colhendo, apesar das pedras e dos solavancos.
E foi em mais uma dessas vezes, a mais recente e quiçá a mais dolorosa pelo sabor a injustiça e pelas perdas que se lhe seguiram, que em vez de afastar as pedras do caminho ousei recolhê-las e moldá-las por forma a construir algo novo, algo meu, com a minha marca e a força dos valores que defendo – Humildade, Verdade, Honestidade, Determinação.
Assim nasceu o projeto “Carla Gomes – Avaliações, Consultoria, Coaching”, uma marca registada a quem o meu nome empresta todos os valores que me distinguem e pelos quais sou reconhecida e onde a experiência e a paixão se tocam e se fundem.
Na verdade, os anos de experiência na área das avaliações e da direção de empresas, as permitiram-me desenvolver competências de liderança de equipas que conjugadas com outras apetências e no tempo próprio, no meu tempo, fizeram despertar uma paixão … a paixão pelo Coaching ( e que paixão!!!!).
A “Carla Gomes – Avaliações, Consultoria, Coaching”, presta serviços em avaliações, rústicas e urbanas, peritagens judiciais em sede de expropriações e outras, consultoria geral em todo o processo de expropriações, na regularização de documentos de titularidade de terrenos e outras consultorias técnicas.
Certificada pela ICC – International Coaching Community, Carla Gomes, propõe-se facilitar processos de desenvolvimento pessoal e profissional, através de sessões de Coaching, individuais ou de equipas, em contexto pessoal ou empresarial, para além de promover conferências e apresentações sobre o tema.
A “Carla Gomes – Avaliações, Consultoria, Coaching” é indubitavelmente um renascer, um não aceitar parar, um acreditar, …é ser capaz, é ser determinada, é ser profissional……..em suma…….É SER MULHER…É SER!!!!

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