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“O céu não e o limite!”

Que história pode ser contada sobre o seu percurso (até chegar à SMO)?

Durante seis anos fui Assessora e Gestora de Marketing, sendo responsável pelos negócios e compras, negociando com os fornecedores e clientes nacionais e internacionais, encontrando novas oportunidades no mercado, gestora dos eventos e feiras. Acumulava, também, a responsabilidade do desenvolvimento das estratégias comerciais e marketing dos produtos. Aconselhando as melhores práticas de gestão geral, implementando e introduzindo processos de melhoria.

Em 2013, trabalhei na Katoen Natie Bélgica e no Brasil, em várias operações logísticas, exercendo funções Team Leader, Supervisora em diferentes áreas e negócios, clientes como Kimberly Clark, Zoetis, Timken, Volvo, Quiksilver e outros clientes. Gerindo equipas nas operações em diferentes departamentos, supervisionar e treinar as equipas. Coordenando, controlando e integrando novos processos, resolvendo e dando soluções a problemas e/ ou desvios nas startups. Especialista em suporte técnico de integração de ERP (SAP, ATLAS); implementação e melhoria contínua.

Entretanto, em 2016 aceitei um novo desafio na XPO Logistics Belgium, desempenhando funções de Gestora de Projetos. Desenvolvimento e criações de projetos de melhorias contínuas em operações de logística, coordenar, implementar, melhorar e controlar, garantindo a coerência com a estratégia da empresa, compromissos e objetivos, com os respetivos clientes.

Passados alguns meses fui aliciada com uma proposta e a concretização de mais um sonho: regressar a Portugal, exercendo as funções de Gerente/Managing Director. Um projeto extremamente desafiador e desgastante, sendo constantemente confrontada com os demais gestores masculinos, na área da agricultura.

Assim, antecipando os meus futuros sonhos, iniciei, muito recentemente, o meu projeto pessoal. Sou consultora de gestão e supply chain independente, direcionando os meus serviços para o delineamento/desenvolvimento da gestão estratégica de novos negócios e/ou novos posicionamentos no mercado; bem como, criação e/ou desenvolvimento de projetos de supply chain; logísticos; lean projects; melhoria continua; change management com o propósito de gerar receitas e, obviamente, o sucesso.

Para além disso, tenho uma parceria com CrossLogistics, colaborando nos vários projetos logísticos.

Trabalha em supply chain há uns anos… O que mais gosta no seu trabalho?

Adoro startups, todo o envolvimento no novo desafio, novos conceitos, definição de novos processos, a resolução de problemas de imediato, coaching. É realmente o que me faz sorrir. Quando a operação inicia (go live) e comeca a fluir, sinto-me realizada.

Este é um setor que sofreu inúmeras mudanças ao longo dos tempos. Qual o momento mais desafiante da sua carreira e porquê?

O momento mais desafiante da minha carreira foi o convite para a resolução de um problema de inventário e estruturação de uma nova operação logística automotivo na Katoen Natie Brasil. Eu e a minha equipa trabalhamos dia e noite, para solucionar os problemas durante um mês, com sucesso. No entanto, fui convidada para permanecer mais um mês, garantindo a continuidade da operação e formando as equipas brasileiras para caucionar a eficiência da operação logística.

Fazem falta mais mulheres em supply chain ou em funções equiparadas?

Sim, fazem falta boas profissionais, ambiciosas e lutadoras. As mulheres tendo como funções, como por exemplo, Supply Chain Manager ou Managing Director, terão sempre que demonstrar/provar que conseguem superar as dificuldades perante os desafios, com eficácia.

Que características naturais têm as mulheres que são mais-valias no mundo da logística?

As características naturais que realmente são mais-valias no mundo da logística, são uma maior capacidade gestão de tempo e multitasking.

Uma mensagem para as mulheres que sentem na pele as dificuldades de conquistar espaço num mercado ainda predominantemente masculino, como é a logística/supply chain.

Todas nós, mulheres, conseguimos alcançar os nossos objetivos, se acreditarmos em nós próprias, nos nossos sonhos. Trabalhando com muita dedicação e profissionalismo, tendo sempre em conta os valores éticos e morais. Não há impossíveis, tudo é possível com um sorriso, muita determinação e esforço. O céu não e o limite!

“Temos de nos reinventar e desafiar todos os dias”

João Faria participou naquela que foi a primeira edição da Feira & Fórum Internacional de Negócios – China e Países de Língua Portuguesa e Espanhola, e que se realizou entre os dias 21 e 23 de junho na Exponor. O nosso interlocutor esteve, durante 11 anos, na linha da frente da Internacionalização do Grupo Proef – um grupo constituído por mais de 25 empresas presente em 11 países e com um total de 1500 colaboradores. O grupo apresenta-se no mercado com soluções globais nas áreas das telecomunicações e eletricidade, TI, energias renováveis e eficiência energética, assim como seguros ou aluguer de equipamentos. No entanto, e com o passar do tempo, decidiu regressar a Portugal e para colocar em prática toda a sua experiência em prol das empresas portuguesas.

“Após ter estado no arranque da atividade em Angola, Moçambique, África do Sul e Reino Unido descobri que estava na altura de agarrar a minha experiência e partilhá-la com empresas portuguesas”.

O tema internacionalização é algo que de que se fala correntemente, mas há questões a perceber, nomeadamente, se os interessados têm o que é necessário ou não para se aventurarem fora do país. A par da internacionalização ouve-se uma outra expressão – Diáspora Lusa – e João Faria afirma que o conceito pode ser uma excelente ferramenta para as organizações que optaram avançar para a internacionalização.

“Na minha opinião a Internacionalização tem três estágios, Awareness, Estratégia e Implementação. É junto de quem, no seio das organizações, tem a capacidade de tomar as decisões que pretendo continuar a intervir. Considero importante e essencial que cada organização faça uma introspecção para saber se a internacionalização é o caminho a seguir. Existem muitos desafios, e é necessário contar com toda a ajuda possível. É um processo de que carece da devida ponderação e estudo”, alerta.

A Internacionalização pode ser uma ilusão, segundo João Faria, a robustez financeira e a resiliência emocional dos shareholders são essenciais. Há que ter presente que tudo tem um ritmo e demora o seu tempo, um processo bem sucedido demora em média quatro anos a dar resultados.

Existe ainda a vertente do expatriado que vem sempre associado à internacionalização: “Não é fácil, pois temos de nos reinventar e desafiar todos os dias. Vale a pena culturalmente, financeiramente… o que temos de avaliar melhor é se vale a pena familiarmente”, a família, segundo o consultor é aquilo que é na maior parte das vezes é esquecido pelas empresas, no entanto, é um fator com um enorme peso no desenvolvimento do trabalho de quem vai para fora do país trabalhar.

“A maior parte dos expatriados que conheci volta para casa no primeiro mês por causa da família. As pessoas têm hábitos que se perdem obrigatoriamente no dia-a-dia de quem trabalha fora do país e longe da família. Os novos hábitos vão deteriorando o entusiasmo inicial”, revela.

“Temos de ter constantemente em mente que, seja em que país for, somos meras visitas” “Há algo que fica esquecido e que está intimamente ligado a uma questão de educação: somos visitas.

“Para que haja sucesso há que ter flexibilidade para mudar. Uma mudança requer conhecimento sobre a própria empresa. E este poderá ser o maior desafio das organizações e dos seus expatriados”, explica o nosso entrevistado.

FIN 2017 – “DIÁSPORA LUSA”

“A ‘Diáspora Lusa’ é talvez o maior recurso que Portugal tem mas em «casa de ferreiro, espeto de pau». Quando se exclui a Casa do Benfica ou a Academia do Bacalhau – que são das associações com mais visibilidade dentro das comunidades portuguesas no estrangeiro – é difícil trabalhar com portugueses. Isto porque todos os processos de emigração, expatriamento ou internacionalização são processos pessoais e sofridos, e como somos excessivamente competitivos ainda não conseguimos “profissionalizar” a Diáspora Lusa que é a nossa melhor arma. Temos qualidades extraordinárias como a flexibilidade ou a amabilidade e que nos tornam únicos, mas caímos regularmente no erro de misturar a parte social e pessoal com a empresarial”. O nosso interlocutor prossegue com as lacunas que o projeto ‘Diáspora Lusa’ ainda apresenta: “Falta-nos talvez uma gestão melhorada. O Estado Português por seu turno não potencia a coesão e cooperação empresarial. Quando olho para a diáspora vejo que nos focamos nos feriados nacionais… Não sabemos transformar a diáspora numa ferramenta de sucesso coletivo. Esta é uma missão que acredito ser possível concretizar, mas para isso há uma coisa que terá que mudar: a mentalidade”.

“Este tipo de eventos, FIN2017, têm sempre mais-valias associadas uma vez que não existe peso político e os empresários tratam apenas de negócios. Eventos como a FIN têm de ser repetidos. Penso que aquilo que mais importa retirar destes dias é que existem oportunidades e pontes iniciadas, mas que têm de ser aproveitadas”, conclui João Faria.

15 ANOS DE LIDERANÇA NO FEMININO

A Paula Tomás Consultores dedica-se à gestão técnica de recursos humanos e engloba serviços ao nível da formação e da consultoria.

15 anos passaram desde que fundou a empresa e garante que “o balanço é francamente positivo. Embora tenhamos passado um período complicado.” A crise instaurou-se no tecido empresarial português o que levou as empresas a desinvestirem nas áreas da formação e consultoria.

“Por teimosia, continuei a manter a empresa, com custos e investimentos muito elevados”. Mas foi este o risco que quis correr. Hoje, olha para trás e diz “que ainda bem que o fiz”.

Em 2015, conta que a empresa começou novamente a crescer e que “2016 foi um ano positivo relativamente ao exemplo dos anos anteriores. Para 2017 estamos com excelentes perspetivas e com um arranque de ano que não tínhamos desde 2007/2008.”  “A Paula Tomás Consultores trabalha maioritariamente para grandes empresas, nacionais e multinacionais, pois são aquelas que mais investem nas pessoas. Hoje sentimos que muitas pequenas e médias empresas começam a investir no capital humano e isso é uma mudança interessante. Por outro lado, curiosamente, as grandes empresas ainda não estão a investir nas pessoas ao nível do que já aconteceu no passado”. Porquê? “Muitas das grandes empresas voltaram a investir, mas estão ainda muito cautelosas e procuram um retorno rápido do investimento. Ora, ao nível da formação e da consultoria o retorno não é imediato, uma vez que estamos a trabalhar na mudança do comportamento”. Curiosamente, as empresas que não tinham grande tradição de apostar na formação do seu capital humano, são hoje, aquelas que começam a olhar para a importância da gestão das competências, logo das pessoas, com mais interesse. Temos vindo a desenvolver, em diversas PME’s, projectos de estruturação organizacional, de gestão e avaliação do desempenho e de formação, o que não era habitual”. Segundo a diretora “as empresas consciencializaram a importância de investir nas pessoas como forma de gerir e reter o talento. Perceberam a importância de implementarem sistemas de desenvolvimento, avaliação e compensação que permitam a retenção das competências distintivas, quer ao nível técnico, quer ao nível da atitude e do comportamento”.

CONFERÊNCIA DOS 15 ANOS “GESTÃO DAS PESSOAS, O OLHAR DOS MEDIA”

De forma a celebrar os 15 anos da empresa, a PTC está a organizar, no dia 15 de Março, uma conferência com o tema “Gestão das pessoas, o olhar dos Media”. A ideia passa por dar voz a quem conhece o setor dos recursos humanos mas que, ao mesmo tempo, está fora dele.  “Há quatro revistas especializadas neste meio, convidamos os responsáveis editoriais destas revistas a partilhar, numa mesa redonda, as suas opiniões sobre a gestão das pessoas. Ter um olhar diferente, «de fora», sobre os RH é inovador e por isso interessante. Para além desta mesa redonda iremos ter como oradores os dois presidentes das associações representativas do sector: Mário Ceitil, presidente da APG representativa dos profissionais de recursos humanos e, por outro lado, Afonso Carvalho, presidente da APESPE-RH representativa das empresas do setor. O evento está aberto a todas as pessoas interessadas. “Os nossos clientes receberam convites personalizados, e publicitamos o evento ao público, com o valor de 25 euros de inscrição, que reverte para a instituição Liga dos amigos da Aldeia de Santa Isabel, com o compromisso de ser utilizado na escola profissional aí existente”.

A EQUIPA PTC

“Somos oito pessoas e o que há a dizer sobre eles é que: sem equipa não há Paula Tomás Consultores. Somos uma equipa que tem sido rejuvenescida ao longo dos anos. No entanto, temos colaboradores que estão connosco há cerca de 13 e dez anos e, alguns dos colaboradores que saíram da empresa, para abraçar outros projetos, são hoje nossos clientes, ou continuam a colaborar connosco como freelancer”. Caracteriza-se como “muito exigente na resposta ao cliente e esta é a marca da PTC: foco no cliente e nos resultados que este pretende obter. Pode haver algumas falhas, mas em tudo o que é necessário para corresponder às expectativas do cliente não podem existir falhas. Sou muito focada e penso que tenho uma equipa que, nesse aspecto, é como eu”.

LIDERANÇA NO FEMININO vs LIDERANÇA NO MASCULINO

Homens e mulheres são diferentes naturalmente, no entanto, quando se fala em liderar existem diferenças que fazem a diferença? “Nunca pensei muito nisso, mas à partida não penso que exista grande diferença. Fui liderada durante 17 anos por um homem que, na minha opinião, não tinha uma liderança no masculino, tal como ela é muitas vezes definida”, afirma convicta.

“Aquilo que pode constituir alguma diferença é que as mulheres, algumas mulheres, têm mais abertura para a comunicação, o que pode originar uma gestão mais participativa. A antropologia explica isso, os homens iam caçar em silêncio e as mulheres ficavam nas aldeias a tomar conta das crianças e trabalhar em conjunto. Quer-me parecer que as mulheres estão mais atentas a algumas das necessidades que os colaboradores possam ter, nomeadamente, questões familiares, uma vez que também passam pelas mesmas dificuldades. No meu caso, sempre gostei do trabalho no terreno, da proximidade com os clientes, isso exige muitas viagens, ausências de casa e ocupa-me grande parte do tempo.

Apesar disso, tenho conseguido, com alguma “ginástica”, gerir um casamento e a educação de dois filhos. Por outro lado, segundo as investigações apontam, as mulheres são mais “multitarefa” do que os homens, o que pode permitir uma maior atenção a alguns pormenores. Um aspeto curioso é que há algum tempo atrás, a maior parte dos consultores eram homens, pela necessidade de deslocações dentro e fora do país, hoje, a realidade mudou. As mulheres estão em maior número, talvez por esta facilidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo e pela flexibilidade e adaptabilidade que isso nos permite”.

“Transformamos a performance, antecipamos tendências”

Aquando da criação da Abylos, e com 20 anos de experiência em consultoria, “percebemos que as consultoras existentes estavam muito centradas em dar resposta aos desafios do hoje e eram pouco estratégicas a preparar o futuro”, referem Rosa Silva e Márcia Queiroga. Por exemplo, as pessoas esperam uma experiência no trabalho comparável à experiência que têm enquanto Clientes na sua vida pessoal. Sabendo que apenas 12% dos colaboradores afirmam estar engaged é fundamental desenhar uma experiência colaborador alinhada com as novas preferências do consumidor. A Netflix conhece os seus interesses e faz boas recomendações. As redes sociais permitem-nos estar conectados com uma rede alargada.

Que insights a análise das tendências nos traz à gestão

A esperança média de vida das empresas passou de uma média de 67 para 15 anos de vida. Num contexto VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo) os novos players diferenciam-se pela sua capacidade de antecipar o futuro, promover transformação interna a um ritmo superior à mudança externa e reinventar as competências dos seus profissionais. “Agilidade, curiosidade, seguir tendências, criar conexões, construir redes e garantir um foco customer centric são competências criticas para o sucesso”, revelam as partners. Os líderes em particular têm desafios diferentes. “Antecipar a necessidade de mudança, criar visão de futuro, construir sentido de urgência e cultura de execução, garantir propósitos inspiradores, servir e desenvolver os outros mais do que os seus próprios interesses, revelar elevados padrões éticos, tomar decisões rápidas em ambientes de incerteza, integrar diversidade e conseguir dar e receber feedback em real time, são determinantes numa liderança de futuro”, referem Rosa Silva e Márcia Queiroga.

Com uma abordagem totalmente customizada

A Abylos desenvolve programas que permitem às empresas dar resposta às tendências, possibilitando o crescimento sustentado do negócio. “Mergulhamos no negócio do nosso Cliente e conhecemos muito bem a sua organização. Identificamos fatores diferenciadores, dominamos a oferta, analisamos as dificuldades e apoiamos no desenvolvimento do capital humano para incrementar a performance”, referem as partners. Por exemplo, repensar a experiência Cliente e garantir a performance, redefinir e criar mecanismos de desenvolvimento do líder 2050, preparar as equipas de vendas e a abordagem comercial para responder aos desafios do novo Cliente.

Com Clientes em setores muito distintos, nomeadamente, banca e seguros, grande distribuição, automóvel, farmacêutico, tecnológico, serviços e indústria os programas transformacionais em que se afirmam como especialistas são nas áreas de vendas, experiência Cliente, liderança e comunicação. “Os clientes são cada vez mais globais e desafiam-nos a sermos globais também”, pelo que a Abylos para além do mercado português, tem desenvolvido projetos em Espanha, Angola e Moçambique. Apesar de ser uma consultora que atua essencialmente in company realiza regularmente Trends Seminars com o objetivo de dar a conhecer às empresas as principais tendências. Já no próximo dia 17 de fevereiro vão realizar o Workshop 2017 HR Trends, onde serão abordados temas como a consumerization dos recursos humanos – experiência colaborador, data ownership, como a inteligência artificial está a mudar o trabalho, o ciclo da gestão da performance, a guerra das APPS – massificação da tecnologia para recrutamento, produtividade, engagement e colaboração, o fim do open space, entre outros temas.

Consultoria, formação, coaching e instrumentos de assessment

Atuando em quatro grandes áreas a Abylos tem a exclusividade de representação e certificação de instrumentos de avaliação como o MBTI®, o EQ-I® 2.0 (Inteligência Emocional), o ITP Liderança e o TMP (Team Management Profile), entre outros. O portfólio de instrumentos abrange diversas áreas do desenvolvimento pessoal, com maior destaque para a liderança, a carreira, a motivação e gestão de equipas, as relações interpessoais, a gestão de conflitos e a inteligência emocional. Já em março irão realizar a Certificação em MBTI®- Myres Briggs Type Indicator – o mais conhecido e confiável instrumento de assessment de personalidade. Anualmente são realizadas mais de 2 milhões de avaliações em todo o mundo: é utilizado em 89 das 100 empresas na Fortune para maximizar a eficácia individual e das equipas e pelas mais conceituadas universidades e escolas de negócios, para o desenvolvimento da carreira e coaching.

Neuroleadership Institute em Portugal

A Abylos assegura ainda a representação do NeuroLeadership Institute, organização que utiliza a investigação da neurociência para incrementar a performance de liderança. Estudos sobre o funcionamento do cérebro permitiram identificar estratégias para incrementar a performance da pessoa e perceber de que forma o cérebro está a dar resposta às alterações constantes a que estamos sujeitos. A sua aplicação na área do coaching tem-se revelado muito eficaz. “A nível de liderança, por exemplo, a forma como influenciamos, como comunicamos e como podemos alterar o comportamento dos outros podem ser estudadas e trabalhadas a partir do Neurocoaching”, avançam Rosa Silva e Márcia Queiroga. No próximo mês de abril irá decorrer em Portugal a primeira Certificação Brain-Based Coaching Certificate. O BBCC é um curso de 60 horas para quem deseja obter a certificação em Coaching – Results Coaching Systems®, acreditado pela International Coach Federation e pelo Neuroleadership Group.

Outro fator diferenciador é a confiança. “Temos de conhecer bem os nossos clientes porque o nosso trabalho é um trabalho de confiança. Temos clientes que nos acompanham há 20 anos pela relação de proximidade que criamos. É muito gratificante”, concluem as partners da Abylos.

O seu sucesso é nosso sucesso

Empresária há 35 anos, Cidália Marques abriu a sua primeira empresa com 27 anos, a Lisaccount, uma empresa de administração e gestão que presta serviços personalizados em Contabilidade, Consultoria de Gestão Financeira, Fiscalidade, Serviços Administrativos e Financeiros, Outsourcing e Recursos Humanos.

Com instalações no centro de Lisboa, a Lisaccount oferece serviços de excelência com uma vasta experiência no mercado nacional e internacional. A palavra de ordem é qualidade e dedicação e tem como principal objetivo a satisfação total dos seus clientes, pelo que é pautada pela qualidade dos serviços prestados e não pela quantidade.  Num mercado de recessão a empresa mantém uma carteira de clientes fidelizados que contam com a Lisaccount como um parceiro de confiança que os acompanha em todas as suas necessidades permanentes. Os clientes da Lisaccount não são números, há um acompanhamento contínuo e apoio permanente à gestão das empresas.

“POR DETRÁS DE UMA GRANDE EMPRESA HÁ UMA GRANDE MULHER”

Lisaccount tem uma cara e essa cara é Cidália Marques, uma mulher de números, mas que sabe fazer bem a gestão de pessoas. O segredo do seu sucesso? Rigor e dedicação. “No início da empresa, durante muitos anos, trabalhava 16 horas por dia, de segunda a domingo e feriados”, refere Cidália Marques que manteve sempre o foco no seu percurso profissional. Exigente consigo própria, com o seu trabalho e com as pessoas que a rodeiam, Cidália Marques sempre revelou um espírito empreendedor. Em 1996 faz nascer um projeto que viria a ter um forte impacto no país – Os Ursitos. Pioneiro em soluções completas e integradas de mobiliário infantil e juvenil até aos 15 anos, Os Ursitos primou pela pormenorização e pela sua particularidade, não fosse Cidália Marques também ela mãe e não tivesse o projeto resultado na procura do quarto de sonho para o seu bebé. Um projeto que veio de Espanha, após uma procura incessante e resiliente pelo quarto que Cidália Marques idealizava para o seu filho e que não conseguia encontrar em Portugal.

Presente no mercado até 2004 e com 25 lojas abertas no país em regime de franchising, n’Os Ursitos era possível encontrar-se móveis pintados à mão, as mais recentes novidades em design de mobiliário moderno, produtos de decoração e ainda todos aqueles mil e um acessórios que completam e personalizam um ambiente infantil. Aqui, todas as mães poderiam encontrar “um quarto de sonho, para uma criança de sonho”.

ESPÍRITO EMPREENDEDOR

Mulher com forte presença no mundo dos negócios, Cidália Marques abraçou dois novos projetos que prometem surpreender. Podemos avançar que um dos projetos será o lançamento de um livro que contará a história de vida de Cidália Marques, “Mulher, Mãe e Amante – 60 anos de vida”. É um objetivo há muito ambicionado e que agora terá os seus frutos. Neste livro encontrará a história de vida de uma mulher que trabalha desde os 11 anos de idade, conciliando sempre os estudos com a sua educação e formação profissional, até a abertura da sua empresa em 1982. Uma empresa cuja atividade, na altura, era exclusivamente dominada por homens. Garra e determinação definem Cidália Marques e foi esta garra que permitiu, ao longo de 62 anos, contornar os obstáculos, superar dificuldades e ser sempre uma pessoa muito ativa. O segundo projeto está ligado ao automobilismo, não podendo ser para já revelado. Contudo, promete revolucionar mais uma vez o “mundo de homens”, não fosse Cidália Marques uma mulher empreendedora com espírito de liderança, sempre à procura de desafios. Uma mulher otimista por natureza que nunca baixou os braços, que ama a humildade e honestidade em detrimento da hipocrisia e falsidade.

Projetos estratégicos, resultados únicos

A LUMO Consultoria de Gestão é uma empresa de consultoria empresarial que desenvolve a sua atividade focalizada na gestão dos projetos dos seus clientes. Aquando a criação da LUMO que principais lacunas no mercado visavam colmatar?

A LUMO surgiu em torno de uma ideia: gerir os projetos das empresas do início até ao encerramento físico e financeiro do investimento. Criada por cinco profissionais com cerca de 20 anos de experiência no mercado, apercebemo-nos que, durante o nosso percurso profissional, as pequenas e médias empresas não têm a lógica de funcionamento da criação de uma equipa permanente para a execução e acompanhamento de um projeto. E é aqui que a LUMO entra, quando nos apercebemos das falhas existentes neste nicho do mercado, como especialistas de gestão e projetos e com cinco áreas de atuação: Incentivos, Sistemas de Gestão, Capital Humano, Marketing e Internacionalização e Corporate Finance.

É missão da LUMO contribuir para o desenvolvimento sustentado das empresas, auscultando as suas necessidades e desenvolvendo serviços e soluções integradas. De que forma orientam a sua prestação destacando-se das demais do setor?

A nossa especialização na gestão de projeto é o fator-chave da LUMO. Assumimos um compromisso com a empresa de que o projeto vai chegar à reta final cumprindo as metas definidas. Contamos com estas áreas de competência que nos permitem intervir e, ao longo do projeto, suprir as necessidades que vão surgindo, auxiliando o cliente para que tenha o resultado esperado. Somos uma equipa de séniores com uma vasta experiência e especialização em diferentes áreas e a nossa visão alargada em gestão de projetos é a nossa diferenciação.

A LUMO é entidade acreditada para prestação de serviços no âmbito dos vales. Prestam serviços de consultoria no âmbito dos vales Empreendedorismo e Inovação. Em que aspetos as empresas necessitam de maior apoio?

As empresas pretendem otimizar os seus recursos e focalizam-se no seu negócio, não tendo muitas vezes recursos para gerir internamente os projetos. A nossa abordagem passa pela criação de equipas integrando elementos da empresa, da LUMO e outros recursos externos específicos para cada projeto. Após a conclusão dos projetos, a LUMO mantém o contacto com as empresas, existindo recorrentemente a possibilidade de surgir novos projetos após esta cooperação. É necessária uma atuação próxima do cliente e esta relação de proximidade é muito importante.

A acreditação do Portugal 2020 é um fator importante para a LUMO, que defende a acreditação não só para quem presta os serviços, mas também para quem elabora e acompanha as candidaturas, pois só beneficiaria a qualidade do serviço prestado, constituindo assim uma garantia para as empresas que contratam o serviço de elaboração e acompanhamento das candidaturas. Tem de haver rigor e profissionalismo nesta questão. É importante dar respostas adequadas às necessidades que vão surgindo.

A importância da experiência e a capacidade de resposta às empresas é o que define a LUMO pela sua especialização e experiência no mercado. Queremos ser uma mais-valia e criar valor acrescentado nas empresas com as quais trabalhamos.

A LUMO apoia, igualmente, o desenvolvimento de projetos de investimento das empresas, desde a ideia original até à sua conclusão física e financeira. De forma a LUMO ajuda as empresas a contornar os obstáculos durante o acompanhamento?

O sucesso de uma candidatura a um sistema de incentivos, não se resume à sua aprovação, esse é apenas o ponto de partida para o desenvolvimento do projeto de investimento na empresa.

Ao longo desse processo a LUMO identifica cinco fases, acompanhando cada uma delas de modo a assegurar a eficácia da prestação do serviço. Numa primeira fase fazemos o diagnóstico e o enquadramento daquilo que o cliente pretende. Saber como podemos ajudar e quais são as soluções disponíveis. É uma fase importante de relacionamento com o cliente. A segunda e terceira fase, correspondem à elaboração e gestão da candidatura, respetivamente, onde prestamos um trabalho técnico para ajustar o processo às regras exigidas. A quarta fase é a fase de acompanhamento num contacto permanente junto das entidades financiadoras, propondo alterações e soluções com vista a maximização do incentivo recebido. É a fase mais importante e onde fazemos a diferença, pela experiência que acumulamos em diversos processos. Por fim, a fase do encerramento, que corresponde ao fim da execução física do investimento e análise do cumprimento das metas do projeto, o grande objetivo de cada projeto.

Formação profissional para qualificar

Earth Consulters surge em 2010 com o principal objetivo de qualificar as empresas e os particulares, desenvolvendo ações de formação profissional certificada e obrigatória. Que principais lacunas visava colmatar no mercado?

Quando se iniciou o projeto Earth Consulters existiam ainda lacunas no mercado para responder à legislação da formação profissional em Portugal. Pretendíamos, dessa forma, prestar um serviço que aconselhasse as entidades da obrigatoriedade da formação profissional, em várias vertentes, bem como a importância que esta tem para reforçar a produtividade e competitividade. Atualmente, a Earth Consulters continua a intervir na capacitação de recursos humanos, promovendo e realizando projetos de formação e intervenção inovadores.

Com a premissa de aumentar as competências profissionais dos seus clientes, qual tem sido o elemento diferenciador que destaca a Earth Consulters dos demais no setor?

A Earth Consulters tem vindo a destacar-se no mercado por manter contacto próximo e regular com os formandos, apostando em práticas de excelência, desde o primeiro contacto. Queremos ser os melhores, renovando esse objetivo todos os dias. Além do rigor com que atuamos, temos uma equipa vocacionada para o atendimento personalizado ao cliente, prestando apoios necessários na resolução de problemas, fazendo com que os empresários se dediquem apenas ao negócio, deixando o excedente connosco.

“O nosso sucesso advém dos nossos clientes e por isso, damos uma resposta adequada, de rigor e excelência a quem nos procura tantas e tantas vezes”. Que outros valores definem a Earth Consulters?

A dedicação e ambição das equipas de alto rendimento e que integram a estrutura são considerados os pilares basilares do sucesso. O sucesso aparece quando se tenta atingi-lo. O sucesso não é tudo, mas querê-lo é. Somos produto das nossas decisões. A integridade, credibilidade e solidez, são outros valores enraizados, na medida em que a conduta para com os nossos stakeholders, rege-se sempre por práticas de excelência. Credibilidade e solidez «andam de mãos dadas».

Com formadores qualificados, um departamento de formação dedicado e homogéneo e um departamento comercial que faz acompanhamento em todas as fases.

Damos às pessoas responsabilidade, poucas outras coisas podem ajudar mais as pessoas, deixamos que sintam que confiamos nelas.

A Earth Consulters é uma empresa de Consultoria e Formação Profissional. Que balanço é possível perpetuar do seu percurso até aos dias de hoje?

O balanço que se faz é cada vez mais um balanço positivo e o feedback ainda melhor, com crescimento e evolução consolidados. Tal como um avião, descolamos contra o vento, mas hoje estamos em plena velocidade de cruzeiro e está a ser uma viagem excecional, pelos desafios que se nos apresentam. O trabalho duro, as batalhas invisíveis dentro de nós reforçam o crescimento, observável com a posição que alcançamos no setor da formação profissional. O reforço e consolidação no mercado tem permitido capacitar as empresas a serem mais competitivas e produtivas e darem respostas céleres às exigências laborais.

A Earth Consulters tem como visão a promoção e realização de projetos de formação e de intervenção inovadores, de qualidade e de valor sustentável. Que papel pretende assumir a empresa na sociedade?

Pretendemos assumir o topo, sermos os melhores, o lugar de destaque, alcançando tudo e todos. A Earth Consulters sabe que existe uma percentagem significativa de pessoas que desconhece a legislação e não cumpre com obrigações laborais. Nem sempre é fácil chegar a elas, nem encontrar a melhor estratégia para lá chegar, e fazer compreender que a formação profissional é mais que mera obrigação ou dever. A Earth Consulters quer alargar o seu setor de atividade, tendo já feito pedido de alargamento de áreas na DGERT. Tentar que as pessoas se preparem cada vez melhor para o futuro, mostrar que as limitações, a maior parte das vezes, apenas vivem dentro das suas cabeças. As pessoas têm de ter desejo de sucesso. Esse desejo tem de ser maior que o medo do fracasso. Temos de nos aperfeiçoar, dessa forma tornamos o mundo melhor. As pessoas têm medo de crescer devagar demais, que a aprendizagem corra devagar, devem ter medo é de ficarem paradas.

A Earth Consulters encontra-se sediada na cidade de Viseu. Porquê? Qual é a estratégia e onde está a empresa presente para além desta cidade?

Viseu é central, chamou-me a atenção mas não só, porque muitas coisas me chamam a atenção, só decido avançar para as que me chamam também o coração. Viseu sempre nos pareceu estrategicamente um bom ponto para chegar a bom porto, pela proximidade com várias capitais de distrito. Não obstante Viseu possuir ótimas vias de comunicação, a Earth, quer estar perto das pessoas, para que tenham acesso direto a informação e formação, sem terem de se deslocar. Para alcançar essa proximidade com pessoas e entidades, a Earth alavancou o seu crescimento, abrindo em Portugal espaços em Braga, Porto, Lisboa e Faro, e recentemente nas Ilhas da Madeira e Açores.

Com forte presença no continente e nas Ilhas da Madeira e Açores, a Earth Consulters tem alargado a sua área de atuação, tendo já entrado no mercado de trabalho de Moçambique. Quais as principais diferenças entre os mercados português e moçambicano?

As diferenças são muitas. Existem obstáculos para o crescimento das empresas naquele País, começando pelos recursos humanos pouco qualificados.

É um país que apresenta sistemas contabilísticos, fiscais e jurídicos semelhantes ao nosso, mas apresenta insuficiências nas infraestruturas económicas, sociais, viárias e energéticas. Moçambique tem uma economia débil, com limitados recursos financeiros sendo o custo de vida desajustado à realidade dos ordenados. Praticarmos os valores de investimento médio que aqui praticamos, seria impensável, traduzir-se-ia num investimento inconcebível de cerca de 10 mil meticais, mais que o salário da maior parte dos Moçambicanos. É o país da África Austral com menor taxa de escolaridade efetiva. A falta de bases para potenciar a aprendizagem na idade adulta é outro problema. Junto com os E.U.A., Maurícias e África do Sul, Portugal é dos países que mais tem investido em Moçambique, com mais de 300 milhões de euros de investimento em 2014. Vivem cerca de 25 mil portugueses na nossa ex-colónia. É um desafio.

Com um reforço e consolidação no mercado bem visíveis, por onde passa o futuro da Earth Consulters? A sua expansão nos Palop é uma realidade?

Nós queríamos muito que fosse uma realidade sólida, mas como deve compreender, as expansões de atividade são um desafio que tem de ser equacionado em muitas vertentes. A vida fecha-nos portas, mas também nos abre outras. Quase nunca vemos as que se abriram, porque ficamos demasiado tempo focados a olhar para as que se fecharam. Nós temos o farol sempre nas que se abrem. Estamos a trabalhar nesse sentido. A alma é o segredo do negócio.

Os planos de formação elaborados pela Earth Consulters pretendem ir de encontro às necessidades dos clientes, proporcionando planos feitos à medida. Quais as áreas de formação disponibilizadas pela empresa?

O nosso core business é baseado na necessidade do cliente em obter formação obrigatória para o exercício de uma determinada área de negócio. A Earth Consulters ministra formação profissional obrigatória e formação à medida. As ações de formação profissional que dispomos são certificadas pela DGERT, o que por si só, já é o reconhecimento da nossa capacidade enquanto entidade formadora. A Earth Consulters dispõe ainda de reconhecimento do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, para ministrar ações de formação na área da Agricultura. Estamos ainda reconhecidos pelo IMT- Instituto da Mobilidade e dos Transportes, IP., para ações de formação na área dos Serviços de Transporte. A Agricultura, os Serviços de Transporte, a Segurança e Higiene no Trabalho, entre tantas outras, são áreas de extrema importância para a economia e por isso apostamos na capacitação de quem as exerce.

De que forma podem ser ministradas?

As ações podem ser ministradas, logo no momento em que haja necessidade expressa para a sua realização. Além das nossas
infra-estruturas, temos nos vários pontos do país, estabelecidos protocolos de cooperação e cedência de salas, que permite ministrar formação em locais apropriados, que cumpram com requisitos para o bem-estar dos formandos e a qualidade pedagógica da ação. Por forma a responder a uma das maiores necessidades dos formandos, proximidade do local de trabalho/ residência ao local da formação, a nossa equipa encontra a solução que melhor se adequa às situações. Para a prática, contamos com uma bolsa de formadores altamente qualificada, e com uma experiência profissional enquadrada no setor de atividade a que a formação se refere.

Refere que a formação profissional certificada e complementar ao exercício de determinadas profissões assume-se cada vez mais como “natural”. Os profissionais estão consciencializados para a importância que a formação complementar assume nos dias de hoje?

Temos ainda uma parte significativa que não vê a importância da formação complementar nos dias de hoje e que, na maioria das vezes, realiza a ação apenas para cumprir com a legislação ao invés da aprendizagem e know-how adquiridos. Ainda existe a ideia de que a formação profissional é uma medida política, o que não corresponde à verdade. A formação profissional contínua fomenta o espirito crítico e preventivo, incrementando a competitividade e a qualificação de recursos humanos.

Inovação é cada vez mais a palavra de ordem no universo empresarial. De que forma a Earth Consulters tem conseguido corresponder às necessidades dos seus clientes num mercado competitivo e exigente?

A estratégia sempre foi inovar, acompanhando os desafios que a globalização nos colocou. As realidades estão sempre a alterar-se e por isso fazemos questão de acompanhar sempre os nossos clientes, conhecendo hábitos e problemas para também nós nos sentirmos na vanguarda. Este conhecimento e acompanhamento permite ajustar a nossa missão, qualificando também nós a nossa equipa para que sejamos capazes de implementar a mudança. Os paradigmas da era da globalização levaram-nos a adotar novas estratégias, recorrendo ao processo de internacionalização para reforçar o crescimento e expansão em novos mercados.

A Earth Consulters disponibiliza, igualmente, aos seus clientes serviços de consultoria. Quais as áreas de atuação? As empresas compreendem a relevância dos serviços de consultoria para o seu reforço e expansão no mercado?

As empresas vão compreendendo a relevância destes serviços, após nos terem conhecido na vertente da formação profissional, onde são sensibilizados para outras áreas de atuação. Prestamos consultoria jurídica, auxiliando os nossos clientes no melhor caminho a trilhar, na resolução de problemas jurídicos que tenham inerentes à sua atividade profissional. Prestamos ainda consultoria na área do Marketing e do novo quadro comunitário, auxiliando os clientes a incrementar a sua área de negócio, tornando-os mais competitivos num mercado já saturado em muitos setores de atividade.

Com uma experiência consolidada na promoção de formação a nível nacional, a aposta da empresa passa pela formação com elevado grau de empregabilidade ou em formação obrigatória para o desempenho de uma área de atividade. Por quem são mais procurados? Empresas ou particulares?

Inicialmente seria mais por empresas que estariam, nessa fase, ainda sem conhecimento da legislação e que apostaram na qualificação dos recursos humanos. Atualmente, podemos afirmar que a discrepância entre Particulares e Empresas é reduzida, uma vez que os Particulares já procuram obter certificação em áreas distintas, como forma de serem mais competitivos, mas também de garantir a empregabilidade.

Eleita PME líder em 2016

Eleita PME líder em 2016 o que podemos esperar da Earth Consulters para 2017?

Tudo o que sonhamos ser, ou que sonhamos que podemos fazer, temos de começar. Arriscar, ser ousados. Pretendemos evoluir, mantendo presentes os valores e a nossa missão. Queremos fazer mais e melhor. Não podemos dar nada por adquirido, pelo que cada dia e não cada ano é um desafio. A nossa dedicação e ambição torna tudo possível, procurando em cada um dos dias, novos caminhos para alcançar o sucesso. Há sempre arestas a limar e novos trajetos para percorrer, e, em 2017, contamos também com os nossos clientes para tornar a Earth Consulters mais e melhor.

 

O QUE É SER DIRETOR FINANCEIRO OU CHIEF FINANCIAL OFFICER (CFO) NUMA ORGANIZAÇÃO?

São os próprios CFO que o sentem e o sabem e que aliás vários estudos levados a cabo por académicos (Cheng, por exemplo) ou por consultoras (como a Capgemini ou a Accenture, por exemplo) também o atestam, de forma clara. Em épocas de recessão económica (como a vivida entre 2008 e 2014) os CFO são sobretudo os primeiros responsáveis por cortes nas despesas e nos investimentos, por maior controlo de custos, de liquidez e de capital, gerindo sempre a complexidade inerente a essas situações. Entretanto, quando o crescimento económico ressurge (e embora não descurando as anteriores funções) os CFO têm uma participação mais “positiva”, avaliando novos investimentos e respetivas fontes de financiamento, participando de forma mais evidente na tomada de decisões estratégicas e contribuindo de forma decisiva para a criação de valor das organizações.  Ou seja, o focus da função financeira está a deslocar-se mais recentemente (à medida que desanuvia o clima económico) do tema da “eficiência” (tentar fazer o mesmo com menos recursos) para o da “eficácia” (tentar fazer o melhor com os recursos necessários). Os próprios CFO ficam mais satisfeitos e motivados quando a sua função é sobretudo canalizada para criar valor, emprego e investimento. Nessas alturas, a sua motivação leva-os a pensar em melhorar os seus conhecimentos e competências, em fazer formação executiva (seja de cariz técnico ou mais comportamental), pois eles sabem que só CFO motivados e competentes podem participar positivamente dos desafios mais exigentes da cada vez mais complexa economia do futuro.

A complexidade, é precisamente (segundo os próprios CFO) o maior desafio que enfrentam na sua atividade, seja devido aos riscos inerentes aos negócios (que não param de aumentar por força da globalização), seja por força da incapacidade de muitos sistemas informáticos, ou ainda da necessidade de trabalhar com uma rede complexa de stakeholders e de sistemas operativos não totalmente funcionais, não esquecendo ainda que se perspetiva uma “revolução” digital nos próximos anos e que introduzirá desafios novos na função de gestor financeiro. Na verdade, muitas empresas vão certamente investir nos próximos anos montantes significativos em cloud em software as a service, em big data e em todos esses investimentos estarão envolvidos CFO, primeiro no próprio processo de decisão, depois na gestão e aproveitamento desses recursos. Claro que ser CFO não é exatamente o mesmo em microempresas ou em grandes empresas; em empresas familiares ou em multinacionais mas em todas se exige um corpo comum de competências e quem apresenta mais competências não só apresenta melhores resultados corporativos, como inclusivamente pode vir a atingir de forma mais provável a posição de Chief Executive Officer (CEO) da organização. Com efeito, um estudo recente da IBM (IBM Global CEO) mostrou que CFO possuidores de superiores competências nos domínios da capacidade de integrar informação proveniente de diferentes origens, da capacidade de planeamento e de previsão, da capacidade de monitorização da performance empresarial, da capacidade de visão e perceção e ainda da capacidade de gerir riscos estão mais próximos de contribuir para organizações com superiores volumes de negócios e resultados. Neste caminho para superiores performances organizacionais, alguns estudos realizados nos Estados Unidos mostram existir uma correlação positiva forte entre a performance económico-financeira das empresas e o facto de o respetivo CFO ter experiência profissional na mesma entidade (antes de ser CFO); da mesma forma, foi detetada uma relação negativa entre a performance empresarial e o facto de o respetivo CFO ter trabalho antes noutras entidades mas de outros setores de atividade económica.  Fica, assim, clara a ideia de que, sem desprezar a importância do papel do CEO, mais atenção deve ser dada ao perfil, formação e experiência dos CFO para garantir que as organizações alcançam os seus objetivos, melhoram a sua performance, em suma criam mais valor.

Opinião de Armando Silva, Pró-Presidente e Coordenador da Porto Executive Academy

“NÃO TEMOS O QUE MERECEMOS MAS SIM O QUE NEGOCIAMOS”

No final de 2014 sai do Banif e começa a trabalhar como consultora numa empresa de marketing. Mais tarde entrou numa empresa dedicada apenas a consultoria e começou a fazer candidaturas no âmbito do Programa Portugal 2020. A par disto decide inscrever-se no BNI (Business Network International), rede mundial constituída por pequenos grupos de empresários que se reúnem uma vez por semana, para trocarem oportunidades de negócio. Aliam-se como parceiros empresariais ou, através da sua rede de contactos no exterior, proporcionam outras parcerias empresariais lucrativas e certo é que quem dá recebe sempre em troca. A rede BNI foi fundada em 1985, por um empresário norte-americano, Ivan Misner, que começou a trocar contactos (prefere chamar-lhes “referências”) com um grupo de amigos e passou a ser solicitado para criar outros encontros com o mesmo objetivo. Hoje, o BNI está em 69 países e liga mais de duzentos mil homens e mulheres no mundo dos negócios.

CONSULTORIA FINANCEIRA

Com contactos recolhidos da BNI, decide fundar a EGENI, em junho de 2016, uma empresa de consultoria, fruto de toda a aprendizagem que reuniu ao longo dos anos. No entanto não parou e ao mesmo tempo é hoje Consultora da marca I Have the Power. Uma empresa com um sistema totalmente integrado de treino de pessoas para o êxito.

LIGAÇÃO AOS PALOP

Ermelinda Gonçalves está também ligada aos PALOP desde junho. Foi numa festa que conheceu um contacto chave, que percebeu a potencialidade da nossa entrevistada e que decidiu por isso fazer-lhe uma proposta. Tornaram-se parceiros com o intuito de estabelecer sinergias entre empresários portugueses da construção civil e trading para investirem em vários países de África e não só: Guiné-Bissau, são Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e também da América Latina (Argentina e Bolívia).

SER MULHER

Porém, a nossa interlocutora revela que “nem sempre é fácil lidar com o facto de ser mulher em alguns países, simplesmente porque a liderança no feminino é algo que não é aceite”. Mesmo assim, esse não é um problema para a nossa entrevistada que garante que há sempre forma de contornar os obstáculos. “Em África as mulheres não discutem política nem negócios. Temos de respeitar alguns fatores culturais”.

“Há mentalidades complicadas e formas de realizar negócios pouco claras. São mentalidades que têm de ser combatidas mas com calma, sem correr riscos. É necessária uma sensibilidade especial”. Relativamente ao papel da mulher na sociedade e à importância que em alguns lugares ainda lhes é devida, Ermelinda Gonçalves considera que há um caminho a percorrer e que são, também, as mulheres a ter de o fazer: “o ideal é que as mulheres sejam valorizadas pela sociedade e que se aproveite o que de diferente têm dos homens. As mulheres precisam de ir à luta. Existem muitos casos de mulheres que também não querem sair da sua zona de conforto, têm medo. Comigo aconteceu, também tive medo. Porém a minha educação permitiu-me aprender que eu tenho valor, que me instruí para nunca ser o tapete de ninguém. É errado não nos opormos àquilo com que não concordamos. Se as mulheres continuarem preocupadas com o que os homens pensam delas nunca ultrapassarão os limites que a sociedade lhes impõem em várias áreas da vida”. E tudo começa e pode mudar a partir de casa, com a educação, garante: “as mães têm de ensinar aos seus filhos rapazes que eles não são mais do que as raparigas, quer na vida profissional quer na vida pessoal”. Quanto ao resto, Ermelinda Gonçalves afirma que na vida “não temos o que merecemos, mas sim o que negociamos”.

TRABALHADORES FELIZES FAZEM UMA EMPRESA FELIZ

HUMAN SKILLSPresente no mercado há cerca de um ano, a HumanSkills-HR surge com a motivação de acrescentar valor e criar novos métodos de trabalho na área de recursos humanos, área que tem vindo a assumir uma importância acrescida no universo empresarial.

A valorização do capital humano apresenta-se, hoje, como fator de diferenciação e de sucesso empresarial, pelo que a aposta nesta componente é uma mais-valia, devendo as empresas entender que as pessoas são o principal fator competitivo.

A HumanSkills-HR assume-se no mercado com serviços de consultoria de recursos humanos, recrutamento e seleção (nacional e internacional), formação e desenvolvimento e outplacement. Com uma diferenciação e ajuste às necessidades atuais das empresas, a HumanSkills-HR procura, para cada serviço, conhecer por completo a empresa cliente. “Todos os clientes são diferentes, por isso, procuramos sempre reunir com o mesmo, definir a necessidade da empresa cliente, conhecer o setor de atividade, a cultura e os todos os aspetos relevantes de forma a garantir um serviço eficaz. Falamos de um serviço personalizado, sem dúvida!”, refere Maria Varela Marques. É um “trabalho de terreno”, que é feito lado a lado com o cliente, através de uma comunicação clara e transparente e onde a palavra de ordem é proximidade.

VALORIZAÇÃO DO CAPITAL HUMANO

A verdade é que as empresas começam a ter noção que um dos elementos de diferenciação e de competitividade, são as pessoas. “Se não apostarmos nos recursos humanos corremos o risco de prestar um serviço como qualquer outra empresa do seu ramo de atividade. É nas pessoas que está a diferença e é com elas que as empresas conseguirão destacar-se no mercado. Por isso mesmo, verificamos que as empresas estão a investir cada vez mais na formação e desenvolvimento, na motivação e na retenção de talento”, explica a CEO da HumanSkills-HR.

Motivação, formação e desenvolvimento dos colaboradores e retenção de talentos apresentam-se, assim, como fatores importantes para a competitividade, bem como o bom ambiente empresarial, o trabalho em equipa e a comunicação entre os colaboradores dos diferentes departamentos e cargos, onde o gestor de recursos humanos é uma peça fundamental. “O GRH deve assumir um papel de relevo nas empresas. É importante que tenha liberdade para trabalhar e que faça parte da estratégia organizacional e de desenvolvimento da mesma. Deverá ser responsável pelo recrutamento e seleção, desenvolvimento do capital humano através de formação e de políticas de motivação e avaliação de desempenho que deverá ser sempre uma ferramenta de desenvolvimento de forma a incentivar os colaboradores a melhorar e retenção de talentos. O GRH deve ser próximo dos colaboradores, essa proximidade trará clareza nos processos de decisão”, afirma Maria Varela Marques.

O trabalho do departamento de recursos humanos nas empresas, como é muitas vezes definido, não é, portanto, apenas o recrutamento e seleção de colaboradores e a prestação de serviços administrativos. É sim, ou deve ser, muito mais abrangente. Maria Varela Marques defende que o organograma empresarial deve ser circular, neste organograma não há preocupação em representar a hierarquia, mas sim ressaltar a importância do trabalho de equipa. Verifica-se então uma relação de proximidade entre os colaboradores, nas atividades ou processos chave da empresa, com o responsável por cada uma delas. “Quando há comunicação há troca de ideias, quando há troca de ideias coisas novas surgem, por isso é importante a proximidade, comunicação e confiança para um bom trabalho em equipa. São estes fatores que fazem a diferença. Colaboradores felizes dão mais de si e fazem, sem dúvida, empresas felizes e produtivas”, acrescenta a CEO da HumanSkills- HR.

 

GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSOS HUMANOS

A apostar no desenvolvimento de um novo serviço, a HumanSkills-HR prepara-se para disponibilizar aos seus clientes um serviço de Gestão Administrativa de Recursos Humanos para pequenas empresas que, na maioria das vezes, não têm um departamento de recursos humanos. “Pretendemos com este serviço criar um departamento de recursos humanos que faça esse trabalho. É um departamento que estamos a desenvolver e que fará a diferença”, conclui Maria Varela Marques.

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