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EUA e Coreia do Norte: Declaração indica troca de restos mortais de prisioneiros de guerra

O documento assinado hoje entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos refere a recuperação dos restos mortais de prisioneiros de guerra e o estabelecimento de novas relações entre os dois países no sentido “da paz e da prosperidade”.

As informações são ainda escassas, mas, segundo a Associated Press, o texto refere a troca de restos mortais de prisioneiros e informações sobre soldados desaparecidos em combate durante a Guerra da Coreia (1950-1953).

Os corpos de mais de 7.800 militares norte-americanos continuam por localizar desde o final da guerra na península.

Segundo a agência France Presse (AFP), no texto conjunto, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, reafirma o compromisso de “desnuclearização completa da Península da Coreia”.

De acordo com a agência noticiosa francesa, o texto não menciona a exigência norte-americana de “desnuclearização completa e irreversível” — a fórmula que significa o abandono completo do armamento e a aceitação de missões de inspeção –, mas reafirma a formulação mais vaga mencionada no compromisso anterior.

Por outro lado, indica a AFP, os Estados Unidos “garantem a segurança da Coreia do Norte”: “O Presidente Trump compromete-se a fornecer as garantias de segurança” ao país, cita a agência.

O Presidente dos Estados Unidos e o líder da Coreia do Norte reuniram-se hoje, num encontro sem precedentes, na cidade Estado de Singapura.

Coreia do Norte: ONU apela à libertação dos presos políticos

© Reuters

“Uma proposta concreta do ponto de vista dos direitos humanos, devido ao contexto das negociações, é que o Governo da República Popular Democrática da Coreia combine uma amnistia geral para libertar centenas de prisioneiros”, disse Tomás Ojea Quintana.

Numa conferência de imprensa em Genebra, Ojea Quintana referiu que esta libertação seria “um sinal muito importante por parte do Governo” pois constituiria “um gesto concreto por aqueles que estão arbitrariamente detidos no país”.

O relator admitiu não ter conhecimento do número de prisioneiros detidos na Coreia do Norte, mas cita um relatório da ONU que alega a existência de 80.000 a 120.000 prisioneiros políticos detidos em campos no país.

Ojea Quintana sugeriu que o processo de libertação dos prisioneiros pode ser feito de “modo gradual”.

Em relação à cimeira histórica que deverá realizar-se no próximo dia 12 de junho em Singapura, Ojea Quintana afirmou que encara o encontro com um “bons olhos”.

O relator sublinhou também que o processo deve ser feito tendo em conta os direitos humanos, pois “ou na cimeira ou numa reunião futura, é muito importante que os direitos humanos sejam abordados, porque, caso contrário, será um problema elaborar um acordo duradouro sobre o desarmamento nuclear” com a Coreia do Norte.

Durante a conferência de imprensa foi feito também um apelo à comunidade internacional para a análise do futuro das sanções económicas impostas pelo Conselho de Segurança, devido ao “efeito prejudicial” que podem representar na população.

Ojea Quintana afirmou que não se refere à suspensão das sanções, mas que está “preocupado com os seus impactos” nos direitos económicos, sociais e culturais, referindo a ideia de “sanções temporárias”.

Num outro apelo à comunidade internacional, pediu maior generosidade no financiamento de ajuda humanitária para o país, indicando que a ONU recebeu até ao momento cerca de 4 milhões de dólares (3,4 milhões de euros) dos 12 milhões solicitados para o ano, referindo-se à situação como crítica.

O relator pediu novamente às autoridades de Pyongyang permissão para efetuar uma visita à Coreia do Norte, uma vez que o regime norte-coreano rejeitou a decisão da ONU de encarregar um relator específico para o país e não deu autorização para que o mesmo entrasse no seu território.

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Coreia do Norte nega ter ajudado a Síria a produzir armas químicas

Crédito: AFP

Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros norte-coreano assegurou que o país se “opõe ao uso de armas químicas” e, “como referiu em várias ocasiões, não há registos de que a RPDC [República Popular Democrática da Coreia, nome oficial do país] tenha desenvolvido, produzido ou armazenado” este tipo de armamento.

Um relatório de peritos das Nações Unidas, divulgado esta semana pelo jornal norte-americano The New York Times, indicava que Pyongyang forneceu à Síria, ao longo de anos, materiais que podem ser utilizados no fabrico de armas públicas.

O documento, que não foi divulgado publicamente e cujo conteúdo a ONU não quis confirmar, estuda possíveis violações da Coreia do Norte às sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Em declarações à agência estatal de notícias KNCA, o porta-voz norte-coreano acusou os EUA de terem “incitado” o comité de sanções da ONU para que “cozinhasse a teoria de cooperação entre Pyongyang e Damasco”.

“Trata-se de um subterfúgio para avivar o ambiente de sanções contra a RPDC por posse e proliferação de armas químicas (…) e justificar uma invasão militar da Síria”, acrescentou.

O Governo de Bashar al-Assad comprometeu-se em 2013 a destruir todo o seu arsenal químico sob supervisão internacional, mas desde então foi acusado em várias ocasiões de voltar a utilizar substâncias proibidas com fins militares.

Sobre a Coreia do Norte foram impostas pesadas sanções, por parte do Conselho de Segurança da ONU, como represália pelo desenvolvimento do seu programa militar e de mísseis.

LUSA

Sanções aplicadas à Coreia do Norte pode afetar 60 mil crianças

Há cerca de 60 mil crianças norte-coreanas que poderão vir a sofrer com a fome na sequência das sanções aplicada à Coreia do Norte.

O alerta é da UNICEF, que explica que as sanções que têm sido aplicadas à Coreia do Norte devido ao seu programa balístico e nuclear não visam a ajuda humanitária.

Omar Abdi, da UNICEF, salienta que todas as operações relacionadas com ajuda humanitária estão isentas de sanções. Pode, porém, haver uma reação que afete também a entrega de mantimentos no país.

“O que acontece é que as empresas que providenciam bens ou transporte de mercadorias são muito cuidadosas. Não querem correr o risco de serem mais tarde acusadas de quebrar as sanções impostas”. E esse cuidado acaba por afetar a entrega de bens de ajuda à população.

Neste momento, explicou, este processo de conseguir bens e entregá-los está já mais difícil “e a demorar um pouco mais”. Além do mais, “não há muitas empresas de transporte marítimo a operar naquela área”, explicou ainda.

Retomadas comunicações militares entre as duas Coreias

Os exércitos das duas Coreias realizaram hoje, com normalidade, testes de troca de mensagens através da linha recentemente reaberta, confirmou um porta-voz do Ministério da Defesa da Coreia do Sul à agência de notícias Efe.

Trata-se da linha destinada a comunicações militares na região junto ao Mar Amarelo (chamado Mar do Oeste nas duas Coreias).

Pyongyang tinha deixado de utilizá-la em fevereiro de 2016 em protesto contra o encerramento do complexo industrial intercoreano de Kaesong, decidido unilateralmente por Seul como castigo pelo desenvolvimento de armas por parte de Pyongyang.

Durante o encontro de alto nível, o primeiro entre as duas Coreias desde dezembro de 2015, Pyongyang tinha já informado Seul que tinha voltado a conectar esta via de comunicação.

Durante a reunião, Pyongyang aceitou também a proposta de Seul de realizarem futuras conversações de cariz militar para apaziguar os ânimos junto à tensa fronteira entre as duas Coreias, que se encontram tecnicamente em guerra há 65 anos.

Nesse sentido, espera-se que o Ministério da Defesa da Coreia do Sul proponha, nesta semana ou na próxima, uma data e um lugar para a realização do primeiro desses encontros.

Os militares das duas Coreias não se reúnem desde outubro de 2014. Desde então as relações bilaterais deterioram-se progressivamente face ao contínuo desenvolvimento do programa de armas de Pyongyang e ao aumento dos desentendimentos fronteiriços que incluiu troca de tiros de advertência.

A reunião desta terça-feira, realizada em Panmunjom, aldeia fronteiriça onde foi assinado o armistício da Guerra da Coreia (1950-53), resultou em importantes sinais de aproximação entre Seul e Pyongyang.

Isto depois de 2017 ter ficado marcado por três ensaios nucleares e o lançamento de múltiplos mísseis balísticos por parte da Coreia do Norte, agravados pela retórica bélica do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem trocado insultos pessoais e ameaças de guerra com o líder norte-coreano, Kim Jong-un.

No encontro, Pyongyang manifestou a intenção de enviar uma delegação composta por altos funcionários, atletas e animadores aos Jogos Olímpicos de Inverno, que se celebram a partir de 09 de fevereiro em PyeongChang, na Coreia do Sul.

A Coreia do Sul propôs, por seu lado, organizar então conversações militares para aliviar a tensão transfronteiriça e a retoma das reuniões de famílias separadas pela guerra, mas sobre este tema a Coreia do Norte ainda não se pronunciou.

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Seul quer abordar com Pyongyang reinício de encontros de famílias

This photo taken on March 28, 2013 and released by North Korea's official Korean Central News Agency (KCNA) on March 29, 2013 shows North Korean leader Kim Jong-Un (2nd R) during a photo session with the participants in the meeting of information workers of the whole army in Pyongyang. The White House said Friday it took a new warning from North Korea that it was in a state of war with South Korea seriously, but said Pyongyang's threats were following a familiar pattern. THIS PICTURE WAS MADE AVAILABLE BY A THIRD PARTY. AFP CAN NOT INDEPENDENTLY VERIFY THE AUTHENTICITY, LOCATION, DATE, AND CONTENT OF THIS IMAGE. THIS PHOTO IS DISTRIBUTED EXACTLY AS RECEIVED BY AFP. AFP PHOTO / KCNA via KNS RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT " AFP PHOTO / KCNA via KNS " - NO MARKETING NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS

As duas Coreias acordaram na semana passada manter conversações esta terça-feira, dia 09, em Panmunjom, aldeia fronteiriça onde foi assinado o armistício, nunca substituído por um tratado de paz definitivo, o que faz com que as duas Coreias permaneçam tecnicamente em guerra desde o conflito em que se enfrentaram.

Tratar-se do primeiro encontro entre Norte e Sul desde dezembro de 2015.

Esta reunião deve abrir caminho à participação de Pyongyang nos Jogos Olímpicos de Inverno, que arrancam no próximo mês, em PyeongChang, na Coreia do Sul, mas as duas delegações devem aproveitar a oportunidade para colocar outros temas sobre a mesa.

“Estamos a preparar conversações sobre a questão das famílias separadas e sobre os meios para apaziguar as tensões militares”, declarou aos jornalistas o ministro da Unificação sul-coreano, Cho Myoung-Gyon, segundo a agência de notícias Yonhap.

Milhões de pessoas foram separadas durante a Guerra da Coreia, sendo que a maioria morreu sem ter tido a oportunidade de voltar a ver familiares próximos, uma vez que estão interditas comunicações transfronteiriças, troca de cartas ou chamadas telefónicas.

As reuniões de famílias começaram realmente após uma histórica cimeira Norte-Sul em 2000. Inicialmente, houve um encontro por ano, mas o surgimento regular de tensões na península afetou esse ritmo.

O recomeço do diálogo tem lugar na sequência de dois anos de constante deterioração do clima na península, durante os quais a Coreia do Norte realizou três ensaios nucleares e múltiplos disparos de mísseis.

Atualmente, Pyongyang afirmou ter alcançado o objetivo militar de ser capaz de ameaçar com fogo nuclear todo o território continental norte-americano, com o líder norte-coreano, Kim Jong-Un, a reafirma-lo, na mensagem de Ano Novo, na qual voltou a advertir que tem o “botão” nuclear na ponta dos seus dedos.

Não obstante, Kim também aproveitou o discurso para, num feito raro, estender a mão ao Sul, evocando a participação de atletas norte-coreanos nos Jogos Olímpicos de Inverno.

“A força por detrás da mais recente melhoria das relações não é estrangeira, é da própria nação coreana”, afirmou, este fim de semana, a agência oficial norte-coreana KCNA. “A submissão e a ideia de dependência em relação às forças externas são o veneno que torna a Nação servil e sem alma”, acrescentou.

LUSA

Coreia do Norte anuncia reabertura do canal de comunicações intercoreano

televisão oficial “KCTV da Coreia do Norte declarou que o Norte ia reabrir hoje o canal de comunicação com o Sul às 15h30 locais (06h30 em Lisboa)”, disse um porta-voz do Ministério da Unificação sul-coreano.

Este anúncio surge um dia depois de a Coreia do Sul ter proposto ao Norte a realização de negociações de alto nível sobre a possibilidade de cooperação nos Jogos Olímpicos de inverno, que vão decorrer em fevereiro, no Sul.

Na segunda-feira, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, tinha sugerido o envio de uma delegação do Norte aos Jogos Olímpicos de PyeongChang.

Do lado do Norte, o chefe da comissão para a reunificação pacífica da Coreia, Ri Son-gwon, disse à televisão oficial norte-coreana que Kim “tinha saudado” o apoio do Sul à sua proposta, de acordo com o Ministério da Unificação sul-coreano, que monitoriza os meios de comunicação de Pyongyang.

Na mensagem de Ano Novo, difundida na segunda-feira, Kim Jong-un afirmou que Norte e Sul deviam reunir-se para debater e negociar a presença de uma delegação norte-coreana nos Jogos Olímpicos de inverno.

No mesmo discurso, o líder da Coreia do Norte voltou a ameaçar os Estados Unidos e indicou que o país tinha completado o programa nuclear. “O botão nuclear continua na minha secretária. Não se trata de uma chantagem, mas da realidade”, declarou.

Em resposta, Seul propôs a realização de conversações de alto nível, a 09 de janeiro, em Panmunjom, na fronteira entre os dois vizinhos e onde foi assinado o armistício da Guerra da Coreia (1950-53).

De acordo com o ministro da Unificação sul-coreano, Cho Myoung-gyon, trata-se de debater a participalção da Coreia do Norte nos jogos de PyeongChang e “outras questões de interesse mútuo para melhorar as relações intercoreanas”.

“Em conformidade com uma decisão do líder [Kim Jong-un], vamos estabelecer um contacto próximo com a Coreia do Sul, de forma sincera e cuidadosa”, disse Ri, citado pela agência noticiosa sul-coreana Yonhap.

Os dois únicos atletas norte-coreanos qualificados para os Jogos Olímpicos de PyeongChang, na modalidade patinagem artística, são Ryom Tae-ok e Rim Ju-ik.

A Coreia do Norte falhou, em outubro passado, o prazo estabelecido para inscrever atletas, mas os dois patinadores ainda poderão participar nos Jogos de PyeongChang se forem convidados pelo Comité Olímpico Internacional (COI).

Coreia do Sul propõe a Pyongyang conversações oficiais

O ministro da Unificação sul-coreano, Cho Myoung-gyon, anunciou que o Sul propõe que as duas Coreias se encontrem a 9 de janeiro, na aldeia de Panmunjom, na fronteira entre os dois países, para debater a cooperação durante os Jogos Olímpicos e a forma de melhorar as relações bilaterais.

A proposta sul-coreana surge um dia depois de o líder da Coreia do Norte afirmou que Norte e Sul deviam reunir-se para negociar a presença de uma delegação norte-coreana nos Jogos Olímpicos de inverno em PyeongChang (Coreia do Sul), que vão decorrer entre 09 e 25 de fevereiro.

“Esperemos que Sul e Norte se possam sentar, frente a frente, para debater a participação da Coreia do Norte nos jogos de PyeongChang, tal como outras questões de interesse mútuo para melhorar as relações intercoreanas”, declarou o ministro Cho, em conferência de imprensa.

Na mensagem de Ano Novo, Kim Jong-un voltou a ameaçar os Estados Unidos e indicou que o país tinha completado o programa nuclear.

No ano passado, a Coreia do Norte realizou um sexto teste nuclear a lançou três mísseis balísticos intercontinentais, no âmbito do desenvolvimento dos programas nuclear e de armas, levando a ONU a agravar as sanções contra o país.

LUSA

Reino Unido receia que mísseis norte-coreanos possam atingir Londres

Gavin Williamson considerou que a Coreia do Norte “é uma ameaça real”, por estar atualmente “a caminho de ter mísseis balísticos que poderiam atacar” a capital britânica.

Referindo que o Reino Unido deve “intensificar” a forma de lidar com Pyongyang, porque é “um ator global” que ameaça a paz mundial, o membro do Governo de Theresa May afirmou que “o problema não é só para os Estados Unidos”.

“Nunca hesitaremos em lidar com a agressão ou a ameaça”, acrescentou, acentuando que o Reino Unido trabalha com os seus aliados e notando que dois vasos de guerra da marinha britânica foram direcionados para o Pacífico, para participar em operações conjuntas com os Estados Unidos e outros parceiros na região.

Gavin Williamson afirmou que o Reino Unido está a “trabalhar com os aliados na região, para assegurar que se continue a pressionar a Coreia do Norte”.

Especialistas norte-americanos estimaram que os mísseis do último ensaio da Coreia do Norte, realizado no mês passado, podiam percorrer uma distância até 13 mil quilómetros (Londres encontra-se a 8.600 quilómetros de Pyongyang).

O ministro da Defesa britânico concedeu a entrevista depois do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na apresentação da nova estratégia de segurança nacional, ter referido que China e Rússia estão contra os interesses norte-americanos.

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EUA responsabilizam Coreia do Norte por ataque informático à escala mundial

O regime de Pyongyang é suspeito de estar por detrás do ‘software’ malicioso que afetou o funcionamento de fábricas, bancos, hospitais, escolas e lojas e dos resgates exigidos posteriormente para recuperar os sistemas operativos.

Portugal também constou entre os países visados pelo ciberataque.

“Este vasto ataque custou milhares de milhões e a Coreia do Norte é diretamente responsável”, escreveu Tom Bossert, o conselheiro para a segurança interna do Presidente norte-americano, Donald Trump, num artigo no The Wall Street Journal, divulgado na segunda-feira à noite.

O mesmo responsável deve fornecer hoje mais pormenores num encontro com a comunicação social.

“Não avançamos com estas acusações de forma ligeira. São baseadas em provas”, referiu Tom Bossert.

Em outubro último, o governo britânico acusou a Coreia do Norte de estar na origem deste ataque informático, que afetou, entre outras entidades, o serviço de saúde pública britânico (NHS).

A 12 de maio, o ataque informático lançado através de um ‘software’ malicioso apelidado de “Wannacry” afetou, a par dos serviços de saúde britânicos, as fábricas do construtor automóvel francês Renault, a operadora espanhola Telefonica e a empresa norte-americana de entrega de encomendas FedEx.

Os responsáveis pelo ataque reclamaram um resgate para desbloquear os computadores afetados.

“Por mais de uma década, a Coreia do Norte tem agido mal, de forma quase incontrolável, e esse comportamento malicioso está a tornar-se cada vez mais flagrante e o ‘WannaCry’ foi irresponsável”, prosseguiu o conselheiro.

O Presidente Donald Trump “já pressionou a Coreia do Norte de forma a atacar os desenvolvimentos inaceitáveis na sua política nuclear e balística. E vamos continuar a exercer a pressão máxima sobre Pyongyang para limitar a sua capacidade de realizar ataques, informáticos ou outros”, reforçou Tom Bossert.

A empresa de segurança informática Symantec (norte-americana) chegou a atribuir o ataque ao grupo de piratas informáticos conhecido como Lazarus, suspeito de ter ligações ao regime norte-coreano.

Citado pelo diário The Washington Post, um responsável norte-americano declarou que a administração Trump incitou os países aliados a combaterem os ciberataques da Coreia do Norte e a aplicarem as sanções “apropriadas” no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

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