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A Defendideias vence em São Paulo o prémio ‘The Winner Awards 2018’

Este reconhecimento é conferido pela “Magazine Top International Business”, com actuação no mercado publicitário há 15 anos e circulação em mais de 40 países, na versão digital Apple e Android. “The Winner Awards” é considerado um dos reconhecimentos empresariais mais importantes por reunir líderes empresariais e empresas que contribuem para o crescimento do seu país nas mais variadas categorias.  Para escolher os vencedores, houve um processo criterioso de avaliação. A primeira fase consistiu em indicação, por meio de citação livre, por profissionais do mercado a nível internacional. Os mais indicados nessa etapa, em cada categoria, passaram por aprovação dos Comités Executivo e Deliberativo da “Magazine Top International Business”, que realizaram entrevistas, análises de carreira e análises de projectos em ‘blind review’.

Para Cilene Correia, fundadora e directora geral da Defendideias, o prémio reforça a experiência e o compromisso da marca com a qualidade e excelência em tudo o que fazemos. “É uma honra e uma imensa alegria saber que somos reconhecidos internacionalmente pela qualidade, rigor, excelência e inovação enquanto empresa Angolana com produção nacional”, destaca a executiva que, acompanhada pela sua coordenadora geral / designer Inês Andrade, recebeu o prémio em nome da empresa. Salientamos que este é o segundo prémio internacional concedido no corrente ano. Em Março, a Defendideias foi laureada com o “Prémio Internacional BID para a Qualidade, Excelência, Inovação e Liderança” na classe ‘Ouro’, prémio esse entregue em cerimónia decorrida em Frankfurt, Alemanha. Claramente, uma motivação adicional para esta equipa de trabalho que todos os dias se esforça em levar o nome de Angola e a sua bandeira aos quatro cantos do mundo.

 

“É preciso ousadia de mostrar ao mundo que em Angola há angolanos que fazem bem”

A DEFENDIDEIAS surge em 2009 em Luanda, Angola, como empresa de design. Estamos a falar de quase dez anos de existência. Para si são dez anos de…?

De completos desafios, em que todos os dias te “reinventas” para conseguir ultrapassar as situações anómalas que surgem… São dez anos de realização total porque o dia-a-dia vai muito para além do aspeto meramente profissional… acabas por ser a chefe, a mãe, a amiga…

A DEFENDIDEIAS é mais do que uma empresa, é um projeto de vida. Pode falar-nos um pouco mais sobre como surge este desafio?

Sim, é o projeto da minha vida que mais não é que a continuidade do projeto de vida dos meus pais, numa outra dimensão e em ‘parâmetros’ diferentes. Prometi ao meu pai que voltaria à terra que ele amou como sua, honraria o trabalho deles com o meu trabalho conferindo-lhe a mesma dignidade e respeito pelos outros, a mesma garra e o mesmo amor!

Pretende elevar o nome de Angola e promover a valorização da identidade angolana. Trata-se mesmo de uma missão? Sente que tem sido bem-sucedida nesse propósito?

Sim, é uma missão, sinto-o quase como a missão da minha vida… Sabe? Durante muitos anos senti-me ser inferiorizada por ser angolana, como se a terra onde nasci fosse “menor”, fiz-me mulher num sítio onde havia pessoas que me faziam sentir isso todos os dias…

É preciso ousadia de mostrar ao mundo que em Angola há angolanos dignos, sérios, capazes de bem-fazer…

Acho que tenho conseguido esse propósito através das nossas peças que ”gritam” a alma angolana, que provam ao mundo que os angolanos têm muito mais para dar, que vai para além da imagem que uma pequena elite criou.

Um dos projetos mais recentes e marcantes diz respeito aos Mussulus. Pode dar-nos a conhecer os Mussulus?

Os MUSSULUS, são fruto de todos os sonhos que fui tendo do colorido da minha terra enquanto geri, por um lado, as saudades e, por outro, a angústia de ver os meus pais “definharem” pela distância da terra que tanto amaram…

Os MUSSULUS são os chinelos orgulhosamente angolanos, pintados com a cor da nossa alma e da nossa esperança.

No auge deste projeto deu-se o início da exportação dos Mussulus para Portugal. Era algo que já ambicionava ou surgiu naturalmente?

O projeto “MUSSULUS” que, para além dos chinelos, engloba uma linha de praia mais alargada, (sacos de praia, saídas de praia, óculos de sol, bolsas, etc.) é um projeto ambicioso, que nasceu com a pretensão de calçar os pés de todos os africanos, e depois, os pés do mundo…

Curiosamente, a primeira oportunidade que surgiu, foi para exportarmos para Portugal, o que a mim me enche de duplo orgulho: é algo criado por mim na terra que me viu nascer, algo feito por angolanos que chega à terra onde me fiz mulher! Esperamos que no verão do próximo ano os MUSSULUS possam estar já por Portugal inteiro.

Isso pode significar que existem mais facilidades de trabalhar em Angola e que há maior abertura no apoio ao investidor nacional?

Significa que a Defendideias tem à frente alguém que tem tanto de empreendedor como de louco (risos), ou seja: trabalhar em Angola não é fácil, todos os dias temos desafios novos para serem ultrapassados, todos os dias surgem situações anómalas que noutros sítios seriam impensáveis, todos os dias há “barreiras” que surgem sem sabermos como… Então o segredo é, em 1º lugar ter a audácia de contornarmos as situações sem ferir suscetibilidades e em 2º lugar ter a capacidade de “denunciar “ e de ir junto das competentes entidades e fazermo-nos ouvir… eu faço isso quase todos os dias pois considero que só a boa vontade do Executivo em mudar as “regras do jogo” não será suficiente se não puder contar com o apoio de todos os empresários que têm vontade de trabalhar e de dar o seu contributo.

Compete a nós empresários ir chamando a atenção para o que não está bem, é necessário que haja mais e melhor fiscalização para que os projetos que se criam para apoio às empresas nacionais possam vingar. Digo isso em todas as reuniões para as quais sou convidada a participar: “sem fiscalização competente continuarão a ‘morrer’ empresas todos os dias”.

Estamos perante uma empreendedora revolucionária?

Não, de forma alguma. Recuso esse rótulo assim como recuso o rótulo de “destemida” como alguém já me chamou…

Sou só uma empresária angolana que respeita os seus colaboradores, o seu país, pagando os salários e os impostos sempre atempadamente e, por isso se acha no direito de reclamar as situações com as quais não concorda tentando assim dar o seu contributo para que o ‘slogan’ de companha eleitoral: «Corrigir o que está mal e melhorar o que está bem» se cumpra!

A única coisa que pretendo é conseguir exercer o meu trabalho cumprindo, através dele, a minha missão de vida que é a de mostrar ao mundo que ANGOLA FAZ E FAZ BEM!!!

Tem tido apoio do poder executivo no desenvolvimento do seu projeto?

Não sei bem ao que se refere quando fala em apoio, é assim: tudo o que fiz até aqui tem sido com capitais próprios e assim continuará.

Apoio moral vou tendo de algumas entidades que fazem parte do nosso executivo e que acreditam no meu trabalho.

Falemos da atribuição do Prémio IAE Frankfurt, atribuído pela instituição BID na categoria de liderança, qualidade, excelência e inovação. O prémio BID à qualidade é um indicador de excelência conquistado por uma empresa que procura a qualidade total nas suas atividades. E para si o que representa este reconhecimento?

É motivo de enorme orgulho pois sentimos todos que é a “coroação” de uma caminhada feita com resiliência, determinação e sempre com o  foco no trabalho, fazendo bem e com  qualidade! Tenho um grupo de trabalho que todos os dias se esforça por fazer melhor, que todos têm um orgulho enorme por fazerem parte desta equipa fantástica, a equipa do “VAMU LÁ” como gostamos de nos auto apelidar.

A empresa continua a crescer e a dar cartas no mercado. Prova disso é o início de relação comercial com a Shoprite, o maior retalhista do continente Africano. Que passos ainda faltam ser dados para consolidar a presença da empresa no mercado africano?

Ainda temos muito para fazer…A shoprite concretizou-se agora depois de muitos meses de negociações… isto é só o início… Estabelecemos o prazo máximo de dois anos para estarmos em todo o continente africano.

Tivemos contactos e reuniões com uma grande cadeia espanhola mas que houve necessidade imperiosa, da nossa parte, de não prosseguirmos as negociações pois não teríamos capacidade de resposta de acordo com os nossos parâmetros de qualidade, pela falta de espaço físico para trabalharmos… Infelizmente e, apesar das necessidades que o nosso país tem de dinamizar a sua economia, tivemos de abortar essas negociações.

Brevemente irá ser lançada uma loja online. É mais um passo conquistado para elevar e levar o nome de Angola aos quatro cantos do mundo?

A necessidade da loja online surge na sequência dos contactos que vamos tendo de pessoas de todo o mundo que, de alguma forma, vão conhecendo os nossos produtos e perguntam como podem adquirir. A loja no centro comercial Colombo em Lisboa onde se podem encontrar os MUSSLUS também tem sido uma “montra” para nós.

Têm projetado a construção de uma unidade fabril, é verdade? Para quando?

Sim, é verdade, estamos há dois anos a construí-la, a lutar com capitais próprios para conseguir concretizar aquilo que considero ser uma das maiores façanhas da minha vida. Teremos 2000 metros quadrados de área de produção, 500 metros quadrados para área administrativa e mais 500 metros quadrados destinados a balneários e refeitório. Não sei quando conseguirei concluir a obra e, finalmente, podermos trabalhar num espaço condigno e com capacidade de maior produção para não perdermos oportunidades como já aconteceu. Infelizmente os bancos não acreditam no nosso projeto… resta-me, pois, respeitar isso e continuar a trabalhar no sentido de concretizar os objetivos que são meus mas que acompanham os objetivos que o país precisa de alcançar para dinamizar a sua economia.

A DEFENDIDEIAS é descrita como uma empresa que nos transporta aos sons, cores e formas de Angola. Essas características continuarão bem presentes na nova coleção? Quando será o seu lançamento?

A nova coleção que, garantidamente, será apresentada este ano continuará a ter bem patente a identidade angolana.

Cilene Correia, natural do Seles – Kwanza Sul, é a mentora deste projeto. Quem é Cilene Correia enquanto mulher?

Uma sonhadora, uma amante da sua terra, uma ‘sentimentalona’ e… uma mulher furacão (risos)

E quem é Cilene Correia enquanto empresária, empreendedora e líder?

Sabe? Tenho um defeito: não consigo ser só empresária e “despir-me” da mulher que sou… às vezes poderá ser menos bom mas eu acho que é isso que faz de mim uma verdadeira líder.

É fácil ser mulher no mundo empresarial? Ainda existem entraves à ascensão das mulheres a cargos de topo?

Eu não sinto nem nunca senti entraves pelo facto de ser mulher… reconheço que não é fácil mas, por isso, temos de saber impor-nos pelo respeito e pela auto valorização do que sentimos ser e podemos fazer!!!

“Não existe sucesso sem trabalho e isto é o que me define”

A Inês Andrade assume-se como a Designer da Defendideias. Começaria por perguntar como surge esta relação com a marca e que balanço é possível fazer da ligação com a mesma?

Sempre tive uma paixão por Angola. Cresci com as histórias da minha avó que me marcaram e que despoletaram este amor pelo país.

Depois de pisar pela primeira vez a terra vermelha de Angola, apercebi-me que tinha que honrar a terra da minha avó e decidi abraçar este projecto de corpo e alma. Não podia estar mais feliz com tudo o que já conquistei até hoje. Se hoje me fosse embora iria consciente de que deixei a minha marca.

O que é para si ser um elo importante no âmbito da dinâmica da Defendideias?

É ser tudo, o braço esquerdo e o direito. É olhar para a Defendideias como se fosse minha e dar o melhor de mim. Só assim é que os restantes colaboradores da equipa, que eu supervisiono, conseguem ver que também são especiais e orgulharem-se do que fazem diariamente.

E como surge o contato e a relação com Cilene Correia, CEO da Defendideias e mentora de todo o projeto? De que forma é que a vossa dinâmica enquanto personalidades tem sido essencial para que esta união seja positiva e de sucesso?

A nossa relação profissional iniciou-se após a minha licenciatura em Design com a execução da primeira peça: as chávenas da Independência de Angola em 2011. Isto aconteceu antes de decidir abraçar o projeto de corpo e alma em 2014.

Esta relação vive de dois lados: o profissional e o familiar, pelos laços de sangue que nos unem.  A dinâmica move-se pela existência de dois carateres quase opostos, um extravagante, ambicioso e emotivo; o outro racional, minucioso e criativo.  Assim sendo, conseguimos juntas encontrar pontos de vista diferentes, ideias que se complementam e consensos, para abarcar a diversidade da noção do “belo” espalhado pelo mundo.

Como mais que uma colaboradora da marca, como é que caracterizaria o seu contributo para o crescimento da Defendideias? De que forma é que se inspira para fazer a diferença?

Não existe sucesso sem trabalho e isto é o que me define. A entrega, a dedicação e a persistência são algumas das características que fazem parte de mim e do meu dia-a-dia.

Contribuo para a formação dos colaboradores para que possam desenvolver autonomamente o seu trabalho. Somos uma equipa integrada numa empresa com missão, valores e cultura que valorizamos.

Inspiro-me nas cores, na cultura, na música e na diversidade cultural. Sou amante das cores e adoro tudo o que sejam cores fortes e mistura de padrões. Não podia estar num lugar melhor para vivenciar esta experiência. Não vejo a arte enquanto concorrência, a arte é livre e eu tenho o meu estilo próprio e bem definido.

Nos produtos e imagens desenvolvidas por si para a marca, de que forma é que tenta que os mesmos tenham um pouco da personalidade de mentora deste projeto, Cilene Correia?

Nas peças, vou mais além do que é cultural, tento sempre passar uma história que faz parte das memórias da minha família. Muitas delas é a Cilene que me conta e eu transporto-as para uma peça que será sempre especial. Sinto que só assim é que faz sentido porque sei que também é a realidade de muito angolanos.

O que podemos continuar a esperar no futuro de Inês Andrade e da Defendideias?

Ainda me falta fazer muita coisa. Queremos lançar a linha dos fatos de banho que é algo que desejo muito fazer com a Defendideias e que prevemos concretizar brevemente. Sinto que nos próximos anos vamos poder desenvolver e inovar a produção angolana. Mostrar ao mundo que aqui existem pessoas capazes de contribuir para a divulgação da cultura angolana resultante da produção nacional.

Escolher a Defendideias é…? Que palavra descreveria melhor Cilene Correia?

Um desafio constante, sem dúvida.  Batalhadora, aquela que não desiste.

A “história” da Mulher Furacão

Cilene Correia

Na Defendideias, a atitude, a alma e a identidade angolana estão sempre presentes. Como é que consegue aliar, numa mesma peça, a tradição e a memória à modernidade e à contemporaneidade?
A vida é um espaço de aprendizagem em que tento conseguir valorizar os saberes tradicionais, num contexto mais contemporâneo aliando a força das minhas memórias à perspetiva cultural e modernista das designer’s que, connosco, desenvolvem os projetos.

Numa anterior entrevista disse que a “Defendideias é para ir até onde a alma nos levar”, sendo que a fasquia é muito alta. No campo da lusofonia, Portugal ocupa um espaço no seu coração?
Portugal será sempre a minha casa: onde me fiz mulher, onde vivenciei grande parte das minhas experiências, foi a terra que, por vários motivos, fez manter “acesa a chama” do amor e da saudade da terra onde nasci!!
Amo Coimbra, é a outra minha terra de coração, é o outro lugar mágico da minha vida, onde estão amigos que tanto gosto e onde estão as recordações de uma boa parte da minha vida, onde o meu filho nasceu e para onde os meus pais foram e ficaram para sempre!!!
Um dia, em conversa com a Albina Assis, uma ilustre senhora da sociedade angolana e com lugar de destaque na história do país, falei-lhe sobre este amor por Coimbra e ela disse-me: «a nossa terra é aquela onde nascemos mas também é a terra do nosso pai ou da nossa mãe, é a terra onde o nosso coração também está».

É muitas vezes apelidada de “mulher furacão” que dedica tudo de si àquela que considera a sua terra, Angola. O que faz de si uma profissional e uma mulher de referência?
«Mulher Furacão» porque me entrego às convicções que defendo, às causas e aos valores que me transmitiram, «Mulher Furacão» porque “persigo” os meus sonhos, porque apesar das “tempestades” (e foram muitas) consegui sempre não perder de vista os meus objetivos, o meu rumo, consegui sempre ir em busca do sol e “virar as montanhas ao contrário”… se isso faz de mim uma mulher de referência??, uma avaliação que deixo para quem melhor me conheça… só quero ser o ponto de referência para o meu filho.

Fazendo um balanço da sua vida profissional, é notório que tem crescido e conquistado o seu espaço de uma forma ímpar. Ser mulher, em algum momento da sua carreira, foi um impeditivo ou colocou algum tipo de entrave à realização de um objetivo?
Bem, ser mulher não é fácil no mundo empresarial… por vezes, muitas vezes, temos de adotar uma postura mais rígida, mais objetiva e muito mais fiel às nossas convicções para que possamos impor-nos. Nunca senti que o facto de ser mulher fosse impeditivo à realização do que quer que me propusesse fazer mas… muitas vezes senti que se fosse homem seria mais fácil.

Celebrar efemérides como o Dia Internacional da Mulher é aplaudir os avanços conquistados no feminino a nível económico, social e político. Contudo, as estatísticas continuam a revelar dados preocupantes de desigualdades. No seu ponto de vista, por que é que estes dados continuam a ser tão alarmantes? O que falta fazer?
Na minha opinião, falta uma educação mais virada para a valorização pessoal, para a aceitação de nós mesmas tal como somos, para o respeito e amor próprios… conquistada esta parte em cada uma de nós, mulheres, as desigualdades começam a ser combatidas. É óbvio que, em cada sociedade, se enfrentam problemas diferentes… mas a base para a igualdade de género é termos a capacidade de provar que temos amor próprio. Há ainda muitas barreiras a ultrapassar para chegarmos aqui.

Na senda da internacionalização dos vossos Mussulus, no final de janeiro foi inaugurada a nova loja MUSSULUS na Baía de Luanda. O que se espera deste novo espaço? Em todas as peças respira-se inteiramente um espírito angolano?
A loja na Baía de Luanda foi um primeiro passo onde se dá a conhecer os autênticos chinelos angolanos. A Baía é visitada essencialmente por estrangeiros, neste momento é considerado o cartão de visita do país e isso é uma mais valia para a divulgação da marca. A seguir, vamos tentar outras províncias em Angola e “atravessar” fronteiras.

A Defendideias continuará a ser uma marca que ama Angola. O que podemos esperar desta empresa no futuro? Que objetivos quer ver brevemente realizados?
A Defendideias será sempre uma marca a defender que Angola tem valores, tem história para poder contar… o futuro é já ali… e o grande objetivo é sem dúvida internacionalizar os MUSSULUS, criar postos de trabalho (nos últimos seis meses contratámos sete novos colaboradores). Crescer…e crescer porque o futuro é já ali e o país precisa de quem contribua para o seu crescimento.

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