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Gondomar recebe a 7.ª edição do maior evento nacional de desenvolvimento pessoal e profissional

A 6 de junho, entre as 9h e as 18h30, o Pavilhão Multiusos de Gondomar recebe a 7.ª edição do maior evento gratuito de desenvolvimento pessoal e profissional do país: o DDC.

O encontro reúne oradores de topo da área de coaching, nutrição, desporto e ainda empresários de várias zonas do país, com negócios em diferentes áreas.

O objetivo passa por fomentar as redes de contactos dos participantes e por contribuir para a evolução pessoal e profissional dos mesmos, quer seja pela interação com outras empresas ou por se inspirarem em histórias de sucesso que os motivam a encontrar outros caminhos, promovendo o bem-estar e melhorando os negócios. O DDC 2018 prima pelo painel de oradores que apresenta, estando os intervenientes ligados a projetos de reconhecido valor na área da formação, da escrita e do acompanhamento personalizado em desenvolvimento pessoal.

Desde logo o anfitrião Samuel Soares, CEO da consultora Samsys e autor do livro “O Caminho do Sonhador”, que defende veementemente que “o sonho comanda a vida”. Na linha da frente do coach de alta performance surge Susana Torres – a primeira coach de alta performance em Portugal que, desde o Euro2016, ficou conhecida por ter feito parte do sucesso do jogador Éder Lopes – e Ricardo Peixe – que com 15 anos de experiência é responsável pelo desenvolvimento de mais de 40 mil pessoas e de 120 empresas. A estes nomes juntam-se Pedro Vieira – um profissional que aposta na Programação Neurolinguística (PNL) como forma de promover o autoconhecimento e de gerar resultados de excelência – e Ricardo Mendonza – especialista em resultados máximos, sendo o único europeu que acompanha o atual melhor coach do mundo, Anthony Robbins.

 

A 7.ª edição do DDC terá, ainda, uma estreia. Durante a manhã decorrerá um debate sobre a importância da implementação de prática desportiva e de uma boa alimentação e serão apresentadas algumas ferramentas para contornar a falta de tempo para esses hábitos.

Como protagonistas deste momento estão nomes sonantes do panorama desportivo como Gonçalo Uva (B2Run) e Carlos Sá (Ultra Runner), a nutricionista Carla Sousa (Prozis) e ainda alguns empresários de sucesso com exemplares estilos de vida, como Marta Castro (Medicalmedia), André Vieira de Castro (Argacol) e Miguel Soares (PARTTEAM & OEMKIOSKS).

São esperados 1500 empresários no DDC, um evento que assume uma forte aposta em palestras, num debate, diversas animações, surpresas e vários momentos de networking durante os coffee breaks, que visam, acima de tudo, promover a troca de conhecimento e de experiências entre os presentes.

De realçar a vertente solidária do evento, já que os participantes poderão dar o seu contributo com roupa, comida e outras ajudas, no recinto, doando-os a associações como a “Apela”, a “Pirilampo Mágico” e a “Por + Sorrisos”. O DDC surgiu em 2012 e a entidade responsável pela criação e organização do evento é a Samsys – Consultora especializada em tecnologias de informação, que criou posteriormente uma academia, a Academia Samsys. As iniciativas criadas pela Academia Samsys enquadram-se no âmbito de responsabilidade social da empresa-mãe e visam incutir conceitos como coaching, neurolinguística, felicidade nas organizações e liderança a empresários.

A inscrição é gratuita e pode ser feita em academia.samsys.pt

“O ENSINO DO DESPORTO NUMA CIDADE DO DESPORTO”

JOÃO MOUTÃOA funcionar desde 1998, a ESDRM, é uma instituição de referência na formação do ensino superior, na área do desporto, e que conta atualmente com cerca de mil estudantes (muitos vindos de diversas partes do mundo através do programa Erasmus), cem professores e funcionários não docentes e uma oferta formativa muito específica e adaptada às necessidades do mercado do desporto.

O aparecimento da ESDRM está associado à aposta que Rio Maior fez no desporto enquanto eixo estratégico para o seu desenvolvimento. Rio Maior intitula-se como a cidade do desporto por concentrar um conjunto vasto de premiadas infraestruturas desportivas, as quais servem de suporte ao desenvolvimento das atividades desportivas de entidades como a Escola Superior de Desporto, o Centro de Estágios e Formação Desportiva, o Centro de Alto Rendimento de Natação, entre outras. Aqui respira-se e transpira-se “desporto”, começa por referir João Moutão.

Esta aposta inovadora marca também a natureza do projeto educativo da ESDRM, o qual veio romper com o paradigma de formação generalista existente na altura. A oferta formativa diferencia-se por ser orientada para as profissões do desporto, com forte ligação ao mercado de trabalho, e assente num sólido saber de base científica, pedagógica e tecnológica. “Esta oferta formativa diferenciadora vai ao encontro da evolução do mercado profissional do desporto em Portugal, o qual se tem segmentado em contextos específicos de intervenção”, explica o diretor.

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OFERTA FORMATIVA
As licenciaturas da escola (3 anos; 6 semestres; 180 ECTS) orientam-se para: o contexto do Treino Desportivo, visando a formação de treinadores de desporto numa modalidade específica à escolha do estudante; o contexto do Fitness, para o qual formam Técnicos de Exercício Físico e Diretores Técnicos de ginásios e academias, responsáveis por avaliar a condição física e desenvolver programas de treino; o contexto do Desporto de Natureza e Turismo Ativo, objetivando a formação de técnicos especializados nas atividades físicas e desportivas de contato com a natureza, que dominem os equipamentos e normas de segurança próprias; o contexto da Gestão do Desporto, dando resposta à crescente procura de quadros especializados que possam intervir no vértice estratégico das organizações desportivas permitindo-lhe estabelecer a estratégia, os objetivos e as políticas globais de desenvolvimento; e, por último, o contexto da Atividade Física e Estilos de Vida Saudáveis, formando profissionais com competência para promover a mudança de comportamentos e prevenir as principais doenças crónicas associadas ao sedentarismo, como a obesidade e a diabetes tipo II, assim como as doenças cardiovasculares. Mais recentemente, a escola desenvolve também Cursos Técnicos Superiores Profissionais (TeSP), os quais têm a duração de 2 anos (4 semestres; 120 ECTS) e pretendem atrair para o ensino superior um público não só de jovens, mas também de adultos que queiram aprimorar as suas competências de intervenção profissional. Atualmente está disponível um TeSP em Vendas de Produtos e Serviços do Desporto, vocacionado para a formação de comerciais na área do desporto, e um TeSP em Manutenção de Piscinas, direcionado para a formação de técnicos para realizar as tarefas de conservação e manutenção de piscinas, com recurso a técnicas de gestão e controlo funcional.

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“Pretendemos que o nosso ensino seja centrado no estudante e no seu objetivo profissional, promovendo, ao longo do curso, diferentes momentos de contato com instituições nas suas áreas de especialização e interesse”, realça João Moutão. Este contato gradual culmina com a realização de um estágio em regime tutorial, permitindo uma integração no mercado de trabalho cruzada com a aplicação dos conhecimentos adquiridos. Nesta escola “levamos muito a sério a questão da empregabilidade”, avança João Moutão. “É para isso que trabalhamos”. No final de cada ano a ESDRM realiza sempre uma grande exposição final de estágios, que denominam de “BlastOff”, a qual visa dar visibilidade junto das entidades empregadoras às competências adquiridas pelos estudantes finalistas, promovendo o seu recrutamento. Este ano o “BlastOff” inclui pela primeira vez um concurso de ideias no âmbito da inovação e empreendedorismo no desporto, denominada Sportup Challenge Day. Neste concurso, as melhores ideias e planos de negócios desenvolvidos pelos alunos são apresentados e avaliados por um júri de reputadas personalidades do ecossistema empreendedor da região. “Achamos que esta é uma forma de estimular o espírito empreendedor junto dos nossos estudantes, promovendo o seu autoemprego, através do apoio à maturação das suas ideias de negócio”, afirma o diretor. O desenvolvimento da ESDRM também se tem centrado na investigação aplicada ao desporto. Tem mais de 70% do corpo próprio da ESDRM é doutorado e está afiliado a centros de investigação reconhecidos pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, como seja o Centro de Investigação em Qualidade de Vida (CIEQV), e o Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD).

RIO MAIOR NOS JOGOS OLÍMPICOS
Rio Maior – a Cidade do Desporto – tem seguramente uma das maiores comitivas de atletas com ligações ao concelho que estão presentes nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a realizarem-se de 5 a 21 de agosto. Ao todo, entre atletas, treinadores e até a presidente da autarquia, estima-se que 19 “riomaiorenses” viajaram até ao Rio de Janeiro, muitos deles fruto da instalação na cidade do Centro de Estágios e da Escola Superior de Desporto. Um motivo de orgulho para a escola que reflete o trabalho que tem desenvolvido e a preocupação da envolvência entre toda a comunidade académica e a população local para continuar a fazer de Rio Maior a cidade do desporto.

MASSIFICAR O ENSINO SUPERIOR
Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, defende que Portugal deve ter mais estudantes e que o acesso ao conhecimento passa por “massificar o ensino superior”. A aposta na qualificação dos portugueses é algo com o qual João Moutão concorda. De acordo com a OCDE em Portugal um licenciado ganha, em média, mais 69% do que a população com o ensino secundário. Apesar disso, o diretor refere que “apenas 31% dos jovens adultos (dos 25 aos 35 anos) em Portugal tem formação superior, o que reflete um baixo nível de qualificação se considerarmos que a média dos países da OCDE se situou nos 50% em 2015. O mesmo é concluir que não temos instituições de ensino a mais, temos estudantes a menos”.

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Também o setor do desporto, em constante desenvolvimento, reclama por uma maior qualificação. “Não tenho dúvidas nenhumas de que os sucessos desportivos que o País está a viver se devem em parte ao aumento da qualificação profissional verificada neste setor nos últimos anos. É esse o caminho”, refere o diretor.
A experiência de estudar numa localidade pequena como Rio Maior nada tem a ver com a de estudar num grande centro urbano. Aqui os estudantes passam grande parte do tempo juntos e estabelecem laços de amizade muito fortes. Para além de ser uma cidade segura, nunca ninguém está sozinho. Existe um forte sentimento de “família” que é experienciado em Rio Maior e que, poderá explicar a frase muitas vezes repetida de esta ser a melhor escola de desporto do mundo.

De acordo com dados disponibilizados pela Direção-Geral do Ensino Superior, para o concurso que arrancou no dia 21 de julho até 10 de agosto, há mais 133 vagas do que as 50.555 disponibilizadas no ano anterior, o que se traduz num aumento ligeiro, distribuído entre várias instituições, mas que contraria uma tendência de queda do número de vagas iniciada em 2012. Quanto às expectativas no que diz respeito ao número de candidatos à ESDRM para o novo ano letivo, o diretor acredita que a qualidade da oferta formativa diferenciadora que a escola apresenta são razões para que se continue a verificar o aumento do número de candidatos observado no ano passado.

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Beckenbauer suspeito de comprar votos em 2006

Há seis alemães que têm algo em comum. Wolfgang Niersbach, Helmut Sandrock, Theo Zwanziger, Horst R. Schmidt, Stefan Hans e Franz Beckenbauer foram todos dirigentes da Federação Alemã de Futebol (DFB), antes ou depois de o país ganhar o direito a organizar o Campeonato do Mundo. Só que nenhum tem o nome, a história e o palmarés do último, que é um senhor que ganhou tudo e mais alguma coisa no futebol e que, agora, é suspeito de ter feito “possíveis pagamentos indevidos e contratos para ganhar vantagem no processo de seleção do anfitrião do Mundial de 2006”.

O Comité de Ética da FIFA anunciou esta terça-feira, via comunicado, que começou a investigar os seis antigos dirigentes germânicos. Franz Beckenbauer é a cara mais conhecida entre eles — enquanto jogador, conquistou o Europeu de 1972, o Mundial de 1974 e três Taças dos Clubes Campeões Europeus seguidas (entre 1973 e 1976), antes de vencer um Campeonato do Mundo como selecionador alemão (1990). É por isto, e pela forma como jogava à bola, que é visto como um dos melhores futebolistas de sempre e que ganhou a alcunha de Der Kaiser (O Imperador).

Beckenbauer, hoje com 70 anos, é um de quatro ex-dirigentes que é suspeito de ter efetuado pagamentos em trocos de votos a favor da candidatura alemã ao Mundial de 2006 (os outros são Zwazinger, Schimdt e Hans). Já Niersbach e Sandrock serão investigados por alegadamente não terem reportado à FIFA uma violação do Código de Ética da entidade.

Wolfgang Niersbach demitiu-se do cargo de presidente da Federação Alemã de Futebol em novembro do ano passado, quando as suspeitas de corrupção começaram a rodear a candidatura germânica ao Campeonato do Mundo. Um mês antes, o Der Spiegel publicou uma investigação que deu conta da alegada existência de uma conta bancária, na Suíça, que serviria para alojar os fundos com que seriam realizados os pagamentos ilegais e os subornos. Niersbach sempre negou a existência de tal conta, embora Theo Zwanziger, homem que o antecedeu na presidência da DFB, admitisse o contrário, escreve o The Guardian.

Quanto a Franz Beckenbauer, o ex-internacional germânico já negou, por várias vezes, que tenha efetuado qualquer pagamento ou suborno. “Nunca dei dinheiro a ninguém para garantir votos. E tenho a certeza que nenhum outro membro do comité de candidatura fez algo do género”, chegou a dizer, em outubro de 2015.

Operação Fénix. Cúpula do FC Porto tenta evitar julgamento

Pinto da Costa

O presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, e o seu braço-direito na direção do clube, Antero Henrique, vão tentar evitar uma ida a julgamento no âmbito da Operação Fénix. Os dois dirigentes requereram a abertura de instrução do processo em que foram constituídos arguidos por suspeitas de recorrerem a seguranças privados ilegais. O objetivo, nesta fase, passa por convencer o juiz de instrução Carlos Alexandre de que não há razões para serem julgados.

A fase de instrução arrancou no início desta semana, mas tudo aponta para que se possa arrastar por algum tempo. O debate instrutório – última fase da instrução, antes de o juiz decidir se os arguidos são ou não julgados – está marcado para o início de abril. Mas esse prazo poderá derrapar tendo em conta o número de arguidos (quase 30, dos 57 constituídos neste processo) que optaram por também requerer a instrução do processo.

Os primeiros já começaram a ser confrontados com as provas que os procuradores João Centeno e Filomena Rosado, do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, reuniram desde o início do processo, ainda em 2014. Em causa estão crimes de associação criminosa, ofensas à integridade física (alguns dos crimes na forma qualificada), coação, posse de arma proibida, extorsão (alguns também na forma agravada), favorecimento pessoal e exercício ilícito da atividade de segurança privada.

No centro do processo, uma empresa: Segurança Privada, Departamento de Eventos (SPDE). E um homem: Eduardo Silva, o seu dono, aquele a quem caberia garantir a segurança pessoal de Jorge Nuno Pinto da Costa. “Edu” é suspeito de ter montado uma rede de seguranças da noite que conquistavam e mantinham “território” com recurso à violência e à intimidação dos clientes. Foi ao empresário que Antero Henrique recorreu para entregar a segurança do Estádio do Dragão e do número um do clube.

Afastamento do juiz Agora caberá a Carlos Alexandre decidir quem deve e quem não deve ser pronunciado – e, portanto, quem deve seguir para a fase de julgamento ou ver as acusações de que é alvo serem arquivadas.

Mas isso só acontecerá se o Tribunal da Relação de Lisboa der respaldo ao juiz de instrução e mantiver o magistrado na condução desta fase do processo, ao contrário do que pretende um dos arguidos. Também no início da semana, ao mesmo tempo que Carlos Alexandre começava a receber os primeiros arguidos do processo no Tribunal Central de Instrução Criminal, os desembargadores de Lisboa recebiam da defesa de José Fernando Pinto Dias (conhecido pela alcunha de “Negreto”) um pedido de afastamento do juiz.

Até ao momento, a Operação Fénix passou por quatro pares de mãos. Além de Carlos Alexandre, também os juízes João Bártolo e Ivo Rosa tiveram intervenção no processo (juntamente com outra juíza que compensou as ausências nas últimas férias de Natal dos magistrados).

Arguido continua em fuga No verão de 2015, a Operação Fénix partiu para o terreno. Fez mais de uma dezena de detenções e, nos meses seguintes, constituiu quase 60 arguidos.

Mas houve um que nunca foi encontrado pelas autoridades: Francisco Vasconcelos, acusado de nove crimes entre associação criminosa, exercício ilícito da segurança privada, ofensas à integridade física grave e qualificada (um de cada), extorsão agravada e favorecimento pessoal. Era um dos elementos com responsabilidade na SPDE de Eduardo Silva (um dos homens em quem o empresário depositaria mais confiança). Mas até ao momento, não foi encontrado.

Ao que o i apurou ainda em janeiro deste ano, o homem poderá estar fora do país à espera que o julgamento comece.

Campeonatos Europeus de Kettlebell Sport: um evento a não perder!

Prática da modalidade
Cartaz do evento
Cartaz do evento

Entre os dias 13 a 15 de maio de 2016, o Portugal Kettlebell Club será o anfitrião dos próximos campeonatos da Europa de Kettlebell Sport, realizados pela IGSF – International Gira Sport Federation e que decorrerão na cidade de Matosinhos, mais concretamente no Pavilhão de Congressos de Matosinhos.

Durante os três dias, atletas de toda a Europa irão levantar kettlebells nas disciplinas de Biathlon (Jerk e Snatch), Long Cycle e Snatch e nas categorias de Elite, Veteranos e Amadores.

Decorrerão, igualmente, os Mundiais de Estudantes nas disciplinas de Long Cycle para masculinos e Snatch para femininos. Além disso, o Portugal Kettlebell Club irá ainda realizar um Open Nacional para que todos os iniciantes e entusiastas possam participar neste grande evento. Não perca esta grande oportunidade!

“Regresso ao FC Porto é questão de tempo. Treinar o Benfica? Não”

André Villas-Boas

André Villas-Boas antigo treinador e confesso adepto do FC Porto assegura que nunca irá treinar o Benfica. O técnico do Zenit, adversário do Benfica na Liga dos Campeões, garante que o regresso à cidade Invicta “é uma questão de tempo”.

“Penso que o regresso ao FC Porto será uma questão de tempo, não sei em que posição, nem tenho prazo estabelecido para isso. Tive um período muito feliz que me dá essa possibilidade de regressar. Felizmente, sei que tenho essa porta aberta, e espero um dia ser útil ao FC Porto”, atirou, em entrevista à SIC, respondendo de forma pragmática caso fosse sondado pelo Benfica sobre a possibilidade de orientar as ‘águias’: “Não, obviamente que não”.

Sabia que a Internet também já serve para comprar jogadores?

Na era em que a Internet resolve todos os nossos problemas, um clube de futebol da Eslovénia decidiu contratar um jogador precisamente através da… internet.

De acordo com o jornal O Jogo, o treinador dos NK Domzale, Luka Elsner, utilizou a rede social LinkedIn para procurar o lateral direito que tanto precisava. Depois de ter feito o anúncio, três dias depois, o clube esloveno recebeu cerca de 150 ofertas. Entre elas, encontrou a do espanhol Álvaro Brachi, jogador de 30 anos. O antigo jogador do Videoton acabou então por assinar contrato.

“Era a melhor maneira de obter a maior informação possível, rapidamente. Creio que acertámos na contratação”, disse o treinador da equipa ao jornal francês L’Équipe.

Aplicação quer pô-lo em forma com 7 minutos de exercícios diários

Essa é a proposta inusitada de «Seven – 7 Minutes Workout Challenge», eleito “app da semana” para Windows Phone, mas que também está disponível gratuitamente para Android e iOS.

Embora pareça que apenas sete minutos de exercícios diários não sejam suficientes para obter uma boa forma, o princípio da aplicação foi baseado em estudos científicos elaborados. Sem precisar de muito tempo, nem aparelhos específicos de ginásio ou mesmo uma conexão com a Internet, com esta aplicação qualquer um se exercita adequadamente com facilidade.

«Seven – 7 Minutes Workout Challenge» cria um desafio para o utilizador em forma de jogo, em que este é penalizado caso se esqueça de fazer exercício e ganha recompensas se seguir o treino corretamente e cumprir tarefas especiais. Pode obter conquistas para metas alcançadas e partilhar os seus avanços pelas redes sociais.

Mourinho rejeitou regresso ao Real com olhos em Old Trafford

O mercado de inverno já está a mexer e uma das principais notícias é a saída de Rafa Benitez do comando técnico do Real Madrid. Apesar de não ser uma transferência propriamente dita, o espanhol foi substituído por Zidane, antiga glória do clube que treinava a equipa B ‘merengue’.

Porém, o jornal El País explica esta terça-feira que o francês não seria o homem pretendido para a cadeira. É que há cerca de um mês o nome de Mourinho começou a ser falado nos corredores ‘blancos’.

Porém, o técnico português terá rejeitado regressar à capital espanhola, preferindo aguardar pela resolução da situação de Louis Van Gaal, técnico do Manchester United.

O holandês está em permanente ‘risco’, uma vez que nem adeptos nem estrutura do clube parecem estar satisfeitos com a sua prestação.

Assim, o Special One, recentemente despedido do comando técnico do Chelsea aguarda agora que se possa resolver de forma definitiva a situação do técnico dos ‘red devils’, considerando que o United seria a opção ideal para prosseguir a sua carreira.

Operação Fénix. Pinto da Costa entre os 53 acusados e Bruno de Carvalho é testemunha

Pinto da Costa

Começou por ser um processo de investigação sobre os métodos utilizados pela empresa de segurança SPDE e acaba (por agora) com Pinto da Costa e Antero Henriques, diretor-geral da SAD portista, sentados no banco dos réus. O Ministério Público decidiu este domingo acusar 53 pessoas no âmbito da Operação Fénix, conforme noticia a edição desta segunda-feira do “i”.

O centro da teia de acusações está na SPDE, uma empresa de segurança sediada no norte do país responsável pela segurança privada de nomes como Pinto da Costa, Bruno de Carvalho ou Anselmo Ralph. A SPDE faria a segurança privada destes e outros nomes, para além de vários espaços noturnos espalhados pelo país, de forma ilegal e recorrendo a métodos que lhe valem agora suspeitas de crimes de associação criminosa, extorsão ou ofensas à integridade física.

O Ministério Público suspeita que, para além de assegurar ilegalmente a segurança privada de Pinto da Costa e das instalações do estádio do Dragão, a SPDE estaria ainda encarregada de vigiar os jogadores da equipa principal e transmitir informações aos homens fortes do FC Porto – uma cadeia que chegaria até Pinto da Costa, diz o “i”.

O matutino explica que os contactos entre a empresa e o clube nortenho terão sido conduzidos por Antero Henriques, a quem foram, em julho, apreendidos mais de 70 mil euros. O “Correio da Manhã” avança esta segunda-feira que o diretor-geral da SAD portista seria um “sócio oculto” da empresa de segurança.

Anselmo Ralph e Bruno de Carvalho são testemunhas
Outros nomes conhecidos como Bruno de Carvalho ou Anselmo Ralph chegaram a recorrer aos serviços da SPDE, mas estarão envolvidos na investigação apenas como testemunhas porque o Ministério Público acredita que desconheceriam as atividades ilegais da empresa.

O dono da SPDE, Eduardo Silva, está detido preventivamente em Caxias desde julho de 2015, juntamente com 13 outros membros da empresa. Os detidos são suspeitos de associação criminosa, exercício ilegal da atividade de segurança privada, detenção de arma proibida, extorsão agravada, coação, ofensas à integridade física qualificada e favorecimento pessoal, diz o “i”.

O “Correio da Manhã”, que explica que o objetivo de Eduardo Silva seria controlar a segurança noturna do país através da “lei do medo”, acrescenta que em causa estará também um caso de homicídio ocorrido em 2013, no recinto da Queima das Fitas do Porto.

Também estarão a ser investigadas, avançam os dois títulos, as ligações da SPDE ao grupo conhecido como Ninjas, que atuava na zona de Vale do Sousa e é conhecido por ser “extremamente violento”, assim como a outro grupo de Lisboa. Eduardo Silva atribui as denúncias que originaram a abertura do caso a grupos rivais.

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