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Trump ameaça cortar fundos a universidade

O novo presidente dos EUA ameaçou acabar com o financiamento à Universidade da Califórnia depois dos protestos em Berkeley, nesta quarta-feira passada.

Durante uma palestra do diretor do site ultraconservador, Breitbart News, dirigido por Steve Bannon e que muitos consideram o ideólogo por trás das políticas de Trump, um grupo de manifestantes começaram os protesto de forma pacífica, mas rapidamente a situação agravou-se. Partiram vidros, atiraram pedras e atearam fogo a um gerador no campus da universidade. As autoridades tiveram de recorrer a gás pimenta para encerrar o campus universitário, mas não houve registo de feridos ou detenções.

A reação de Trump não tardou e o presidente utilizou uma vez mais as redes sociais, o Twitter, para responder ao sucedido. “Se a U.C. Berkeley não permite liberdade de expressão e pratica violência em pessoas inocentes com um ponto de vista diferente – NÃO HÁ FUNDOS FEDERAIS?”

Devido aos incidentes, o evento em que iria intervir Milo Yiannopoulos, que apela a ideais da extrema-direita e que foi fortemente criticada pelos alunos, foi cancelado e o editor do site Breitbart teve de ser retirado do local com recurso aos seus seguranças pessoais e a agentes da polícia. A universidade foi encerrada.

Presidente da Uber já não é conselheiro de Trump

O motivo? As políticas anti-imigração de Donald Trump.

O líder da Uber terá justificado a decisão com o impacto destas medidas na empresa, já que muitos dos motoristas da Uber nos Estados Unidos são imigrantes.

Um dos fundadores do grupo já afirmou que este é um importante sinal de solidariedade para com os condutores imigrantes que ajudaram a construir a Uber no país.

“Comprar americano, contratar americano”, Donald Trump é oficialmente o 45º Presidente dos EUA

“Vou lutar por vocês com cada fôlego meu, prometo”, afirmou Donald Trump no seu discurso de tomada de posse. Vamos “reconstruir o nosso país com trabalho americano e materiais americanos”, disse, antes de anunciar “duas pequenas regras” que passarão a ser cumpridas: “comprar americano, contratar americano”.

Num discurso marcado pelo protecionismo e patriotismo, o novo Presidente americano deixou outra promessa: “A partir deste dia vai ser sempre ‘América primeiro’”. “Por demasiados anos defendemos outras nações” e “tornámos outras nações ricas enquanto a nossa definhava”, afirma, antes de enumerar “as fábricas fechadas” e “as riquezas levadas dos nossos cidadãos e distribuídas pelo mundo”. Mas isso, diz, “é o passado”. “Nós aqui reunidos hoje emitimos um decreto para ser espalhado por todas as cidades, a partir deste dia vai ser sempre ‘América primeiro’, ‘América primeiro’. Cada decisão será tomada para proteger os americanos. Temos de encerrar as nossas fronteiras aos que roubam os nossos produtos e os nossos empregos”, defendeu.

Referindo-se à sua visão de uns EUA menos envolvidos nos problemas do mundo, o novo Presidente diz que o país vai “brilhar para os outros seguirem” em vez de liderar através do dinheiro ou da intervenção militar. “Vamos unir o mundo contra o terrorismo islâmico radical, que vamos erradicar da face do mundo”, prometeu, conseguindo um aplauso.

A fechar um discurso, que durou menos de 20 minutos, Trump recuperou o seu slogan de campanha. “A todos os americanos, em cada cidade, longe e perto, montanha a montanha, oceano a oceano, estas palavras: vocês nunca estarão sozinhos outra vez”, prometeu Trump. “Vamos tornar a América grande outra vez, com a ajuda de Deus”, terminou.

O primeiro aperto de mão que recebeu foi de Obama, que lhe disse “bom trabalho”.

Marcha contra Donald Trump vai acontecer, também, em Portugal

A ideia de associar Portugal ao protesto agendado para Washington contra Donald Trump, conhecido como Marcha das Mulheres, começou no Porto, mas depressa chegou a outras cidades e mulheres portuguesas, contou esta quinta-feira uma das organizadoras.

“Foi uma coisa bastante orgânica e muito pouco institucional”, disse Joana Grilo, organizadora da Marcha das Mulheres de Lisboa, referindo que a ideia inicial foi lançada por um colectivo de mulheres do Porto e que, durante a época do Natal, começou a ser falada por mais mulheres, em outras cidades do país.

A Marcha das Mulheres vai acontecer na capital federal norte-americana no sábado, um dia depois do magnata do imobiliário Donald Trump ter prestado juramento como o 45.º Presidente dos Estados Unidos.

É difícil de prever qual será a adesão ao protesto, mas os organizadores da marcha americana afirmaram esta semana que são esperadas em Washington cerca de 200 mil pessoas, entre elas várias celebridades de Hollywood.

Em Portugal, a marcha vai acontecer sábado à tarde (15h00) em Lisboa, Porto, Coimbra, Braga e Faro, propondo ser uma iniciativa de protesto contra o novo inquilino da Casa Branca e aos comentários sexistas e misóginos que proferiu durante a campanha presidencial, mas também uma acção para reafirmar a luta contra a questão do assédio sexual, segundo afirmou Joana Grilo.

“A questão do assédio sexual é uma luta feminista dos últimos anos. É a luta de podermos estar na rua, de podermos andar na rua, de podermos usufruir do espaço público (…), de uma forma segura, sem sermos atacadas nem objetificadas por isso”, referiu a organizadora.

No caso português, os “piropos” com teor sexual já podem valer pena de prisão até três anos (caso sejam dirigidos a menores de 14 anos), fruto das alterações ao Código Penal estabelecidas em agosto de 2015. Tratou-se de um aditamento ao artigo 170º do Código Penal, “importunação sexual”, o qual criminalizava já o exibicionismo e os “contactos de natureza sexual”.

“Tendo sido Trump a personagem que foi durante a campanha e tendo sido tão voraz na objetificação e na inferiorização da mulher como ser humano (…), fez todo o sentido juntar estas duas lutas, fez todo o sentido dizer que ‘não’, dizer que aquela personagem não está correta, que não o podemos deixar passar, que não tem o direito de fazer isto às mulheres”, frisou Joana Grilo.

“Voltar a dar voz a esta campanha, que é uma campanha na realidade para podermos andar na rua (…) uma liberdade que tomamos como garantida e que não está”, prosseguiu.

Apesar do nome da marcha, Joana Grilo salientou que o apelo à participação vai muito além das mulheres. “É [um apelo] a todos. É interseccional. É o feminismo visto como uma luta interseccional que junta todas as lutas, sejam LGBTI [Lésbicas, Gay, Bissexuais, Trans e Intersexo], sejam afrodescendentes. Todos. Todo o tipo de lutas de minorias, temos de estar juntos para fazer alguma coisa”, defendeu.

“Tememos aquilo que ai vem. Sabemos perfeitamente que a tolerância que hoje existe em Portugal e a sensação de liberdade que começa a existir, e de respeito mútuo que vai existindo, é muito ténue e muito frágil. E temos de lutar para que ela não se desvaneça e para ficar mais forte”, concluiu Joana Grilo.

Em Lisboa, a Embaixada dos Estados Unidos foi o local escolhido pela organização da marcha. No Porto, a iniciativa vai decorrer na Praça dos Poveiros.

Donald Trump recebe hoje as chaves da Casa Branca

Donald Trump, de 70 anos, toma posse hoje numa cerimónia pública junto ao Capitólio, em Washington, tornando-se no homem mais velho a assumir a Presidência dos Estados Unidos.

Ao meio-dia (hora local) de Washington (17h00 em Lisboa), Trump prestará juramento como 45.º Presidente dos Estados Unidos, sob o olhar atento de uma multidão dividida entre o fervor dos apoiantes e os receios dos críticos.

Fontes oficiais anteveem que entre 800 mil a 900 mil pessoas estarão hoje em Washington para assistir à cerimónia, aos festejos associados ou participar em várias ações de protesto previstas.

A cerimónia assume o controlo da capital federal com fortes condicionamentos na circulação de pessoas, carros e transportes públicos. Cerca de 28.000 elementos das forças de segurança estão destacados.

Na quinta-feira, um porta-voz do ainda Presidente eleito adiantou que o discurso de inauguração de Donald Trump será “pessoal” e “filosófico”.

“Vai ser uma declaração muito pessoal e sincera sobre a sua visão para o país”, disse Sean Spicer, acrescentando que o novo residente da Casa Branca irá abordar “o que significa ser americano”, os desafios que enfrenta o povo americano, em particular a classe média.

“Penso que será um texto com menos de agenda política e mais filosófico, a visão que ele tem do país, o papel adequado do governo, o papel dos cidadãos”, referiu ainda.

Notícia é também a ausência de várias dezenas de congressistas democratas na cerimónia de tomada de posse, cujo início está previsto para 09:30 locais (14:30 em Lisboa).

O número tem vindo a aumentar durante a semana e, na quinta-feira à tarde, mais de 60 congressistas democratas já tinham afirmado que planeavam boicotar a cerimónia, algo inédito na história contemporânea dos Estados Unidos.

Confirmada na cerimónia está a presença tradicional de vários ex-Presidentes e das respetivas primeiras-damas: Bill Clinton e a candidata democrata presidencial Hillary Clinton, o antigo casal presidencial George W. Bush e Laura Bush e Jimmy Carter e a sua mulher Rosalynn.

Dados publicados nos últimos dias revelaram que Trump é o Presidente eleito mais impopular em 40 anos, com apenas 40% de opiniões favoráveis.

Marcelo e Trump ao telefone

Marcelo Rebelo de Sousa, falou esta quinta-feira por telefone com o Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, abordando o relacionamento histórico bilateral e a base das Lajes, disse à Lusa fonte de Belém.

“O Presidente da República falou há instantes com o Presidente Trump, recordando o bom relacionamento histórico entre os dois países, que é uma garantia da continuação de uma cooperação útil no futuro”, afirmou à Lusa fonte da Presidência da República, cerca das 14h40.

Segundo a mesma fonte, foi “uma conversa de cerca de 12 minutos”, durante a qual, entre outros temas, “falaram da base das Lajes”, nos Açores, e Marcelo Rebelo de Sousa lembrou “que Portugal foi o primeiro país a reconhecer a independência dos Estados Unidos da América”.

Trump diz que ONU não resolve problemas, “provoca-os”

Depois de ter escrito na sua página no Twitter que a ONU tem “um potencial tão grande”, mas que se tornou “apenas um clube para pessoas se juntarem, conversarem e passarem um bom bocado. Que triste!”, Donald Trump volta ao ataque dizendo que a organização “não está a altura” do seu potencial e que, em vez de resolver problemas, “os provoca”.

O presidente eleito dos Estados Unidos tem criticado a ONU desde que, na sexta-feira passada, o Conselho de Segurança aprovou uma resolução que condena a política de colonatos israelitas em território palestinianos.

Na semana passada, Donald Trump afirmou que, “em relação à ONU, as coisas vão ser diferentes depois de 20 de janeiro”, aludindo à data em que toma posse como presidente dos Estados Unidos.

É oficial: Trump é o novo presidente do EUA

Donald Trump conseguiu os votos necessários do Colégio Eleitoral norte-americano. Com esta vitória, o milionário será o próximo presidente dos Estados Unidos.

Segundo a imprensa norte-americana, pelo menos 270 dos 538  grandes eleitores já votaram no milionário republicano, o que ratificou, segunda-feira passada, o resultado das eleições norte-americanas de 8 de Novembro que tornaram Donald Trump o sucessor de Barack Obama na presidência do país.

Nas eleições presidenciais norte-americanas, o voto dos eleitores é indireto e vai para um Colégio Eleitoral, solução estabelecida na Constituição dos Estados Unidos e na 12.ª Emenda (adotada em 1804).

O Colégio é constituído por delegados representativos dos 50 estados norte-americanos, e da capital federal, Washington, que conta com três “grandes eleitores”.

Cada estado federal tem direito a um determinado número de “grandes eleitores”, distribuição que depende da população do estado e da sua representatividade, no Congresso norte-americano.

Trump diz que China vai começar a “respeitar as regras do jogo”

O Presidente eleito dos Estados Unidos da América, Donald Trump, disse na quinta-feira que quando tomar posse, a 20 de Janeiro, a China começará a “respeitar as regras do jogo”. “A China é responsável por quase metade do nosso défice comercial e a China não é uma economia de mercado, eles não respeitam as regras do jogo e chegou a hora de o começarem a fazer. Têm de o fazer”, disse Trump em Des Moines, Iowa, num comício.

Segundo Trump, a China tem “uma dívida massiva em propriedade intelectual”, “impõe impostos injustos” às empresas norte-americanas, “não ajuda com a Coreia do Norte como deveria” e também não respeita as regras do jogo quando desvaloriza a sua moeda e faz ‘dumping’ (venda de produtos abaixo do preço de custo) ou concorrência desleal. “Fora isto, [os chineses] têm sido maravilhosos”, ironizou.

 Trump surgiu neste comício, com que celebrou a sua eleição há um mês, ao lado do governador do estado do Iowa, Terry Branstad, que na quarta-feira escolheu para ser o próximo embaixador dos Estados Unidos na China. Branstad considera o Presidente da China, Xi Jinping, um “velho amigo”.

“Muita gente queria esse cargo [de embaixador em Pequim]. Já sabem, não é um cargo mau, vive-se como um rei. Mas ele [Branstad] não quer viver como um rei, quer trabalhar nessa relação [dos EUA com a China]”, disse Trump.

As relações entre Trump e Pequim começaram mal, depois de o Presidente eleito dos EUA ter falado por telefone com a Presidente de Taiwán, Tsai Ing-wen, naquele que foi o primeiro contacto de alto nível entre Washigton e Taipe desde 1979.

A China pediu explicações à Casa Branca e a Administração do ainda Presidente Barack Obama acabou por lembrar que o único Governo chinês que Washington reconhece é o de Pequim.

Jimmy Fallon despenteou Trump. E foi criticado

Decidido a desfazer os boatos sobre o cabelo de Donald Trump, Jimmy Fallon aproveitou a presença do candidato republicano no seu programa The Tonight Show para perguntar se o podia despentear. O milionário, que muitos suspeitam usar uma peruca, começou por fazer uma careta e abanar a cabeça, mas lá acabou por concordar. “Vamos lá!”, disse para Fallon. E este não hesitou: meteu a mão na cabeleira loira do candidato e começou a despentear.

A subir nas sondagens, sobretudo depois de a rival democrata, Hillary Clinton, ter admitido estar com uma pneumonia, Trump mostrou o seu lado mais moderado. E as críticas a Fallon não se fizeram esperar, dos media tradicionais à internet. O The Hollywood Reporter publicou um artigo intitulado “Jimmy Fallon ajuda Donald Trump a parecer simpático na televisão”. E no Twitter os internautas também não esconderam a irritação com o apresentador. “Quando se é neutro na presença do racismo e da intolerância, é-se parte do problema, Jimmy Fallon”, escreve um. Outra garantia: “Não volto a ver o Jimmy Fallon. É assim que me sinto por ele ter humanizado um monstro”.

Pouco antes de ir ao The Tonight Show, Trump, de 70 anos (o quer faria dele o presidente dos EUA mais velho de sempre), estivera no programa do Dr.Oz, onde revelou algum do seu historial médico, garantindo sentir-se tão bem como quando tinha 30 anos.

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