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“Se é o que vos permite ser e faz feliz, vale a pena”

Não demorei muito a perceber que queria ser dona do meu tempo. Gerir os meus dias, tarefas e os “quando” e “onde” da minha vida. Sou psicóloga clínica de formação, mas durante todo o meu percurso académico trabalhei em eventos como promotora, hospedeira, babysitter e a fazer alguns trabalhos de coordenação e recrutamento. Sempre em regime freelancer – eu escolhia as datas em que trabalhava e se queria fazer aquele trabalho ou não. Não tinha dias parados e monótonos, nunca. Entusiasmava-me representar diversas marcas, trabalhar com diferentes equipas e ir conhecendo pessoas novas.

Quando terminei o curso em 2012 comecei a trabalhar num centro de saúde como psicóloga clínica (e até tinha funções bastante diversificadas que não me permitiam cair facilmente na monotonia), mas a rotina de trabalhar das 9h às 18h sufocava-me. Ter de pedir férias naqueles dias e esperar para ver se era possível ou não, era uma angústia para mim. Principalmente porque uso grande parte do meu tempo livre para ir em missões humanitárias, sendo que quando não conseguia ter essa disponibilidade para ir ajudar, sentia-me perdida dentro de mim.

Foi então que tudo fez sentido – tinha de mudar de vida! Acredito que para muita gente seja necessário, para o seu bem-estar emocional, ter a segurança de receber um salário-fixo mensal ou ter garantido, à partida, aquela quantia todos os meses para fazer face às despesas fixas. Mas o meu bem-estar emocional está mais ligado ao facto de poder gerir a minha vida à minha maneira: estar com quem quero, onde quero, quando quero sem ter “amarras” que me limitem.

Saí do centro de saúde com a ideia de abrir um consultório privado de psicologia (podia marcar eu as consultas, gerindo a minha agenda), mas depressa comecei a receber convites de trabalho de empresas de marketing e gestão de recursos humanos (das empresas para as quais trabalhava como colaboradora pontualmente mas com regularidade). Foi uma surpresa para mim começar a receber tantos convites de trabalho nessa área, mas de novo – ao aceitar uma dessas oportunidades – iria sentir-me presa com a rotina própria de um trabalhador por conta de outrem. Em todo o caso foi todo este encadear de acontecimentos que deu origem à Make Happiness Events.

“As minhas pessoas” incentivaram-me a abrir um negócio próprio, sim, mas em vez de ser um consultório privado de psicologia seria uma empresa de gestão de recursos humanos e de eventos. Porquê? Já conhecia a área de negócio, tinha staff de confiança em todo o país, já tinha o meu nome neste mercado bem referenciado, iria trabalhar com pessoas e para pessoas – ajudando os seus projetos e marcas a crescer (ou seja, faria o que realmente gosto de fazer – ajudar o outro) e, por fim, o risco e o investimento eram menores (visto que é uma área onde é possível trabalhar muito via online). Estavam então criadas todas as condições para abrir a minha empresa, o meu projeto de vida – a Make Happiness Events.

Agora posso ir viajar ou ir em missões humanitárias e trabalhar à mesma via online, à distância. Ajudo as pessoas pontualmente dando-lhes oportunidades de trabalhos pontuais ou fixos e ajudo as marcas a crescerem no mercado. Ajudo as empresas a criar ativações de marca que fazem crescer o volume de receitas e potenciais clientes. Ajudo qualquer pessoa a fazer uma surpresa a outra ou a organizar um evento especial. Organizo atividades solidárias e apoio associações com cariz social. Agora sou feliz e sinto-me completa!

E desse lado? O que vos faz realmente felizes? Conseguem criar as condições necessárias para fazer disso o vosso negócio? Estão focadas no vosso objetivo? Vale a pena pensar nisto! Nem sempre é fácil, mas vale a pena!“

Patrícia Damas, CEO & FOUNDER da Make Happiness Events

iBranding para uma ativação e construção de marca eficaz

A iBranding “foi criada para desenvolver marcas criativas para empreendedores apaixonados”. Que necessidades específicas veio e empresa colmatar no mercado em que atua?

Muitas vezes assume-se que um bom produto se vende por si só, fazendo, com que, por vezes boas ideias se percam no mercado por não se saberem comunicar. Acreditamos que quando se abre um negócio a marca é um dos pontos cruciais para o seu sucesso, no entanto, a falta de conhecimento, e por vezes de orçamento para se contratar profissionais na área são escassos.

A verdade é que muitos empreendedores não têm conhecimentos suficientes sobre o branding, e da sua importância para terem uma presença forte no mercado, e de alcançarem com sucesso o seu público-alvo. 

Oferecem “kit’s” para negócios iniciantes. Quais são eles?

Neste momento, estamos presentes no mercado com dois produtos: o iBranding[KIT] e o Kit do Empreendedor®.

O iBranding[KIT] foi criado de forma a simplificar a vida aos empreendedores, dando-lhes as ferramentas e o apoio necessário para comunicarem a sua marca com mais impacto. É um kit que dá ao empreendedor uma vantagem competitiva e autonomia sobre a sua marca, sendo composto por: Estratégia de Marca, Logotipo, Manual de Identidade Visual, Cartões de Visita (impressos), Templates e Pen (de todos os ficheiros).

O Kit do Empreendedor® consiste num conjunto de ferramentas e apoio técnico que um empreendedor necessita para alavancar o seu projeto, estando disponível em vários formatos, que se adaptam ao empreendedor e às suas necessidades, e que podem ser adquiridos separadamente. Consiste no Modelo e Plano de Negócios, na Comunicação e Estratégia da Marca, e no Apoio Financeiro e Apoio Jurídico. 

Fale-nos mais um pouco do trabalho e projetos que a empresa desenvolve. 

O nosso trabalho foca-se sobretudo na construção e ativação de marcas. O iBranding[KIT] é sem dúvida a nossa estrela, é o best-seller. Muitas vezes é através dele que os nossos clientes acabam por sentir a necessidade e a importância de ter um plano de negócios. Acabamos por atuar também nesta vertente, voltando um pouco “ao inicio” e ajudando a dar estrutura ao negócio.

Temos vindo a dar alguns workshops de “Branding para Empreendedores” a convite de algumas entidades como a Santa Casa da Misericórdia de Almada, do PAE: Programa de Apoio ao Empreendedorismo de Almada, das Mulheres à Obra. Também temos uma oferta formativa que temos vindo a dinamizar com recursos próprios.

Como descreve o acompanhamento aos clientes que vos procuram desde o primeiro instante até à fase final? 

Trabalhamos numa base de empreendedor para empreendedor. Sempre que possível todos os passos são acompanhados e discutidos com o cliente, presencialmente ou por videoconferência. Apesar do iBranding[KIT] ter um valor fixo, fazemos sempre um briefing com o cliente, onde discutimos a sua marca e qual o modelo de negócio a implementar no mercado. A partir daqui, definimos quais os “produtos” que estarão incluídos no kit daquele cliente específico.

Quais diria que são as maiores dificuldades dos profissionais, principalmente, numa fase inicial do negócio? 

Diria que atualmente os empreendedores com quem trabalhamos têm tantas áreas para dominar, desde a logística, aos recursos humanos e investimento, que nem sempre têm a marca na sua lista de prioridades. Embora considerem que a marca é um dos pontos cruciais, na altura de se lançarem no mercado pedem um logotipo, pois não sabem ao certo do que vão precisar para comunicar a sua marca, muitas vezes o branding é visto como um custo, esquecendo-se que se trata de um investimento com retorno garantido.

Também temos vindo a observar que muitas vezes a ideia de negócio ainda não está bem definida, e a ausência de um plano de negócios que suporte a ideia que pretendem concretizar. Sendo na maioria dos casos profissionais altamente qualificados, custa-lhes por vezes desenvolver o plano de negócios e, em particular, uma visão clara do que pretendem para a “sua Marca”.

“Somos uma equipa de criativos, arrojados e apaixonados pelo que fazemos”. A solidez de uma equipa é muito importante neste tipo de trabalho? Porquê? 

Claramente que sim. A criatividade é algo que tem muito a ver com a partilha de ideias e conceitos. Somos apaixonados pelo que fazemos, pois para nós a paixão que se tem pelo negócio que se vai lançar é extremamente importante. É importante garantir que com o passar do tempo essa paixão não desapareça.

O caminho do empreendedor é como a ponta de um iceberg muitas vezes só vemos o topo e avaliamos o sucesso da empresa pelos seus resultados económicos, esquecendo a disciplina, a persistência, o talento e sobretudo a paixão do empreendedor em acreditar no seu produto e não desistir que o tornou possível. Ter uma equipa sólida, que partilhe os mesmos valores e visão, é muito importante, pois isso dá coerência à marca. Assim como também é importante que os stackholders entendam e comunguem da mesma filosofia de negócio.

Web Summit: Fundador não revela continuidade da conferência de tecnologia em Lisboa

Em conferência de imprensa no último dia do evento, quando questionado sobre a continuidade em Lisboa, Paddy Casgrave respondeu que não ter outro foco, “senão as próximas 12 horas”.

“É o mesmo se for perguntado a um jogador de ténis, no meio de uma partida, sobre o que está a pensar fazer no fim-de-semana, ou a um jogador de futebol, no intervalo, os planos para a próxima semana. Não tenho outro foco, senão as próximas 12 horas”, garantiu.

Entre inúmeros elogios a entidades governamentais, às forças de segurança, bombeiros e transportes da cidade, Cosgrave garantiu haver um “casamento perfeito” entre a conferência e Portugal.

O líder da conferência referiu ainda que podem existir outras opções de locais, além do Altice Arena e FIL, no Parque das Nações.

“Há muitos mais edifícios fantásticos”, assinalou o responsável, recordando que algumas cimeiras paralelas decorreram na segunda-feira noutros locais da cidade.

“É uma possibilidade que devemos encarar, de forma mais séria nos anos vindouros o abrir mais locais durante a semana da Web Summit”, admitiu.

Os planos mais imediatos após o encerramento da cimeira, que decorre pelo segundo ano consecutivo em Lisboa, é analisar como correu para garantir melhorias e avaliar hipóteses como dedicar conferências à IA e às novas formas de pagamento.

A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

Robots avisam que vão ficar com os empregos dos humanos

Sophia e Einstein são dois robots desenvolvidos por David Hanson, que criou a empresa Hanson Robotics, e estão programados para debater questões da atualidade.

Hoje, no Centre Stage da Web Summit, que decorre em Lisboa até quinta-feira, foram os escolhidos para um debate sobre o que é ser humano e ainda se a inteligência artificial será um meio para salvar a humanidade ou destruí-la.

Sophia, que na edição de 2016 também esteve em Portugal, respondeu a esta pergunta de uma forma clara: “Não vamos destruir o mundo mas vamos ficar com os vossos empregos”.

Contudo, a robot Sophia considera que o facto de vir a ficar com o emprego dos humanos não será um problema mas sim um ponto positivo para a humanidade, permitindo que esta tenha tempo para outras coisas e elogiando ainda os humanos por terem a capacidade de criar “belos robots”.

O robot Sophia, a quem foi atribuída cidadania pela Arábia Saudita, reconhece rostos, consegue ter um diálogo e até constrói algumas piadas e hoje foi também protagonista numa conferência de imprensa onde reafirmou que os robots ficarão efetivamente com os empregos dos humanos.

Já Einstein, o outro robot que é uma cópia do célebre físico, considera que o problema da convivência entre humanos e robots não se coloca ao nível da tecnologia mas sim dos valores.

“Os robots serão capazes de assumir os valores dos humanos e esse sim é um problema”, disse

Einstein defendeu ainda que a humanidade tem de se curar a si própria para garantir que as suas criações permanecem saudáveis e que “há esperança” de existir uma convivência de trabalho saudável entre robots e seres humanos.

O desenvolvimento da inteligência artificial é uma das temáticas em debate permanente na web summit, assim como a atenção que deve ser dada à relação equilibrada entre a necessidade humana de desenvolver tecnologia e os cuidados a ter para que não invada a sua vida.

A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil ‘startups’, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

LUSA

Web Summit: arranca hoje a conferência de tecnologia e empreendedorismo

Web Summit Lison Portugal 2016 @ TrenDestination

A Web Summit chegou à capital portuguesa no ano passado e trouxe 53 mil pessoas vindas de 166 países, 15.000 empresas, 7.000 presidentes executivos, 700 investidores de topo e 2.000 jornalistas internacionais.

No ano passado verificaram-se, contudo, alguns problemas, como nos acessos (rodoviários e por transportes públicos) ao Parque das Nações, bem como dificuldades nas entradas e na cobertura da rede móvel, por exemplo.

Para este ano, esperam-se cerca de 65 mil participantes.

Nos transportes, o Metropolitano de Lisboa vai reforçar serviço de apoio ao cliente, especialmente nas estações do Aeroporto, Oriente, Alameda, São Sebastião, Restauradores, Baixa Chiado e Cais do Sodré durante a semana, e já apelou à compreensão dos seus clientes para “eventuais transtornos”.

Metro, Carris e CP, em coordenação com a organização da Web Summit, vão estar presentes nos locais de acreditação do evento, como no aeroporto Humberto Delgado e na FIL, para informar, vender títulos e encaminhar visitantes para o transporte público.

As transportadoras irão disponibilizar, nas áreas de credenciação e dentro da FIL, um conjunto de títulos combinados: o passe de um dia CA/ML/CP — 10 euros, o passe de três dias CA/ML/CP — 20 euros e o passe de cinco dias CA/ML/CP — 25 euros.

Também as plataformas de aluguer de transporte com condutor — como a Cabify e a Uber –, e os táxis preparam-se com reforço de frota e descontos para a chegada dos milhares de participantes.

Segundo a Câmara de Lisboa, o trânsito estará, porém, condicionado em várias zonas da capital até 13 de novembro, nomeadamente nas freguesias do Parque das Nações, mas também da Misericórdia, Santa Maria Maior e Alcântara. Estas últimas acolhem iniciativas paralelas ao evento.

Na área das telecomunicações, com a Altice, dona da PT/Meo vai dotar os espaços FIL e Meo Arena — onde o evento decorre — com cobertura ‘wi-fi’ de alta densidade durante a Web Summit.

Acresce o reforço da rede móvel da Meo, da NOS e da Vodafone Portugal no Parque das Nações, mas também em zonas como o Cais Sodré, o Bairro Alto e o LX Factory

À semelhança do ano passado, a Web Summit decorre entre 6 e 9 de novembro no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

A cimeira tecnológica, que nasceu em 2010 na Irlanda, mudou-se para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois.

LUSA

Vila Real acolhe fórum da CPLP

A UE-CPLP apresentou a iniciativa como uma “verdadeira plataforma de negócios e de cooperação”.

Segundo Mário Costa, presidente da UE-CPLP, o fórum é uma “grande oportunidade para os empresários estabelecerem relações comerciais com outros países, num mercado potencial de dois mil milhões de consumidores”.

Em Vila Real são esperados cerca de 3.000 empresários, estarão representados 18 países e estarão expostas mais de 250 empresas de todos os setores. Na região, o destaque vai para o agroalimentar, nomeadamente o vinho.

“Há negócios que foram concretizados e há parcerias que já foram feitas, mas isso também depende da atitude dos próprios empresários. Nós vamos abrir as portas dos mercados e eles depois é que têm de fazer o negócio”, afirmou à agência Lusa Mário Costa.

O presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, salientou que o fórum pode ajudar a alavancar as exportações na região.

“É uma oportunidade para internacionalizar a economia, as nossas empresas e de mostrar o manancial de oportunidades que a região tem para aqueles que aqui queiram fazer investimento”, afirmou.

Esta é também, na sua opinião, a afirmação da “centralidade de Vila Real no norte do país”.

O fórum possui vertentes empresariais, institucionais e culturais, representativas dos diferentes segmentos do mercado CPLP.

O programa inclui a realização de seminários temáticos por país, reuniões bilaterais de negócio, a conferência “CPLP: Um mundo de oportunidades de negócio” e ainda uma mostra empresarial e cultural.

“Não vamos ficar fechados dentro do Teatro Municipal e todos os dias vamos para as ruas de Vila Real com dinâmicas e com acontecimentos para as pessoas da região nos conhecerem”, frisou Mário Costa.

Um exemplo é a apresentação oficial de uma equipa de basquetebol, que vai jogar no segundo escalão do campeonato nacional e junta vários jogadores oriundos de países da CPLP.

Durante o evento será ainda desenvolvida uma atividade com os futuros jovens empreendedores do espaço da CPLP. A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) acolhe este encontro que vai reunir 50 jovens da região e 50 da CPLP.

“A CPLP pode-se tornar numa potência económica mundial. Está nos quatro cantos do mundo e tem um potencial de mercado de dois mil milhões de consumidores. Tem recursos naturais, ‘know-how’, tecnologia e uma posição geoestratégica importante”, afirmou Mário Costa.

O responsável disse que a CPLP vive um momento único que é preciso saber aproveitar, entre países unidos pela mesma língua.

“Temos dois tipos de países, Portugal e Brasil, com economias mais desenvolvidas, ‘know-how’ e tecnologia. Depois temos os países africanos e Timor Leste com economias virgens, mas com um potencial de crescimento enorme”, sustentou.

Criada em 17 de julho de 1996, a CPLP junta países espalhados por quatro continentes – Europa, América, África, Ásia – nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

3 DWays ganha bolsa de empreendedorismo da Comissão Europeia

 

A 3DWays venceu o concurso da Comissão Europeia que premeia uma ideia original, com potencial de mercado e com vista à criação de emprego.

No meio de 31 participantes a 3DWays mereceu destaque pelo modelo inovador de negócio que, segundo as regras do concurso, teria que seguir o formato Business Model Canvas.

O QUE É 3DWays E IMPRESSÃO 3D?

A empresa foi fundada há cerca de um ano, está sediada na Amadora e neste momento emprega cinco pessoas.

De cariz completamente inovador em Portugal, a 3DWays dedica-se à construção de impressoras 3D, de gama profissional, controláveis remotamente e que trabalham em conjunto para realizar a produção necessária eficientemente.

A impressão 3D permite criar ferramentas, utensílios, peças de desgaste ou qualquer outro produto plástico à medida do cliente com um custo até 90% inferior e num prazo até 70% mais curto que nos métodos alternativos de fabrico.

Deste modo, empresas ou particulares que tenham necessidade de produtos “custom made” encontram com a 3DWays uma forma de os fabricar in-house ou no centro produtivo 3DWays, sem necessidade de contratar recursos especializados ou de desenvolver e modelar os produtos, sem alterações ao espaço ou  formação sobre esta tecnologia de fabrico.

O QUE FAZEM?

  • Desenvolvimento de produto (apenas impressão 3D ou integração com outras tecnologias);
  • Definição de parâmetros de impressão óptimos para cada produto, eliminando falhas de impressão;
  • Impressão 3D no centro produtivo 3DWays de qualquer produto entre 1 centímetro cúbico e 3 metros cúbicos, em qualquer termoplástico (PLA, ABS, Nylon, PETG, FilaFlex, entre outros)
  • Pós processamento de produtos (alisamento de superfície, pintura, polimento, entre outros)
  • Venda de Impressoras 3D de gama profissional com características costumizaveis pelo cliente (dimensões, precisão, rapidez, maior gama de materiais, entre outros)
  • Manutenção a impressoras 3D
  • Controlo remoto e monitorização de centros produtivos instalados no cliente
  • Venda de filamento (matéria-prima)

“Qualquer pessoa em qualquer lugar deve ter controlo sobre a sua vida”

© Joao Caldas Fº

Apresenta-se como empreendedora, empresária, investidora anjo, advogada e pianista. Que palavras a definem? Teve modelos de empreendedorismo na família?

Acredito que as características que me definem são: sonhadora, determinada, apaixonada, resiliente, atrevida, destemida, “do bem”, inovadora, flexível e acelerada.

Não tive modelos de empreendedorismo na família; mas posso contar um episódio que está descrito no meu livro “Empreendedoras por Natureza”, lançado no mês internacional da mulher, março, cujo prefácio é da grande jornalista brasileira Ana Paula Padrão. No verão de 1982, recebi do irmão mais novo, Alexandre, uma proposta desafiadora: produzir em casa chupa-chupas, uma guloseima muito popular em Campinas, onde morava, e vendê-los nas ruas da vizinhança. Animada com a oportunidade de ganhar um dinheirinho extra com a gelataria caseira e reforçar a mesada paterna, partimos para a ação. Afinal, em teoria, o negócio não tinha como correr mal, sobretudo numa cidade conhecida pela temperatura escaldante. Mas não deu certo! Não foi pela falta de qualidade do produto mas devido a um “pequeno” descuido na logística. “Colocamos os chupa-chupas numa cesta, sem qualquer tipo de refrigeração e quando demos conta, estava tudo derretido antes de percorrermos o primeiro quarteirão. A despeito deste primeiro fracasso, a experiência mal sucedida trouxe uma certeza: descobri, desde pequena, que um dia seria uma empreendedora. E um ensinamento: antecipar barreiras associado a um planeamento adequado é a chave para o êxito de qualquer projeto, do mais simples ao mais complexo.

Formou-se em Direito, o que ambicionava quando terminou o curso?

Sempre acreditei – e acredito! – Na assertiva e bela frase de Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que podemos usar para mudar o mundo.” Apesar de não ter escolhido ser professora (uma das profissões que mais admiro), outra arma poderosa é a justiça, o justo e o acesso a ela. Neste contexto, idealizei fazer a diferença no mundo (ter ideias, criar, construir, vencer…), tornando possível o acesso à justiça, procurando dar o meu melhor e trazer o resultado aos clientes, o que implica o meu próprio sucesso.

Hoje acrescento que deve haver inovação e menos disrutura no mundo jurídico. Razões pelas quais estou, com os meus sócios, a desenvolver o Golaw, uma plataforma que trabalha com inteligência artificial aplicada ao Direito.

Assume-se como defensora de causas como empreendedorismo e igualdade de género. Que exemplos pode citar-nos sobre o seu envolvimento na defesa pelos Direitos da Mulher?

Empoderar é retomar o poder. Significa que qualquer pessoa, em qualquer lugar, pode ter controlo da própria vida, definir metas, adquirir habilidades e agir. Ao tomarmos o poder, tornamo-nos as nossas próprias ativistas – ao indagar sobre a cultura da violação, ao atuar contra injustiças que afetam as mulheres, ao parar de classificar a mulher pela roupa ou pelo status de relacionamento. Empoderadas, protegemo-nos umas às outras.

Neste contexto, cito os seguintes exemplos: sou palestrante na Rede Mulher Empreendedora e procuro dar inspiração às mulheres empreendedoras e mentoring individual e coletivo para mulheres e para os seus negócios, além de participar do MIA (Mulheres Investidoras Anjo) e, pro-bono ajudando mulheres juridicamente em distintas causas (uma delas – e muito sensível – foi quando uma senhora teve a filha presa noutro país por transportar drogas – ela tinha sido “mula” de traficantes).

Destaco a minha participação na distinta banca examinadora do programa global do banco de investimentos Goldman Sachs e da Goldman Sachs Foundation, chamada ‘10.000 Mulheres’, o qual proporciona educação em administração e gestão de negócios a mulheres empreendedoras, com o propósito de ajudar a melhorar a qualidade da educação empresarial nos países em desenvolvimento. Como parte da iniciativa, a reconhecida instituição de ensino brasileira, a FGV – EAESP oferece um programa que proporciona às empreendedoras participantes os conhecimentos e ferramentas necessários para que elas tenham sucesso no competitivo mercado global. Projetado em parceria com a Babson College, a mais importante escola de empreendedorismo dos Estados Unidos.

Finalmente, gostaria de dizer que acabei de lançar um livro sobre a minha história e da Ana Fontes, um ícone das causas de empreendedorismo feminino (fundadora da Rede Mulher Empreendedora). Trata-se de uma coleção com duas mulheres empreendedoras por livro, a cada ano, num total de cinco volumes, onde contam as suas histórias de sucesso. Seria uma das formas de empoderar as mulheres; de dizer que não importa o ramo do negócio, o estado civil, ou a idade para empreender. Acredito que é possível empreender e a ideia é disseminar essa atitude!

Que análise faz sobre o empoderamento feminino no Brasil? Será um tema que, embora cada vez mais trazido para a opinião pública, é ainda exíguo?

Embora os avanços sejam inegáveis, ainda há um grande abismo que separa mulheres e os homens de caminharem no mesmo patamar em aspetos profissionais, financeiros e sociais. Para elucidar a desigualdade que ainda persiste e, ao mesmo tempo, mostrar como a procura pelos direitos femininos tem vindo a ganhar peso entre mulheres e homens em toda a sociedade, cito pesquisas que revelam dados com um panorama da questão no Brasil e no mundo.

A Ipsos inquiriu pessoas de 24 países para elaborar o relatório Global Advisor, focado nos temas do feminismo e de igualdade de género. Os resultados mostraram que a situação das brasileiras é preocupante: 41% das entrevistadas no país confessaram terem medo de se expressar e de lutar pelos seus direitos. Esta percentagem é bem maior que a média global, que ficou em 26%. As mulheres do Brasil ficaram apenas atrás das indianas (as mais receosas em defender os seus direitos, com 54%) e das turcas (47%).

Apesar de estarmos na segunda década do século XXI, ainda há, pelo mundo inteiro, pessoas que acreditam que as mulheres são inferiores aos homens. No Brasil, 19% dos homens acredita na inferioridade feminina – e algumas mulheres concordam com eles. Segundo a pesquisa da Ipsos, 14% das entrevistadas mulheres disseram que se consideram inferiores aos homens. Na média, a percentagem geral (homens e mulheres) que concordaram com a questão no Brasil foi de 16%. No mundo, essa fatia foi de 18%. Entre os entrevistados pela pesquisa em todo o mundo, 17% disseram que a mulher não deveria trabalhar fora de casa para poder cuidar unicamente da casa e da família. No Brasil, o índice de pessoas que aprovam esta ideia foi um pouco mais baixa: 15%. A pesquisa da Ipsos foi realizada entre 20 de janeiro e 3 de fevereiro de 2017 e feita a 17.551 pessoas entre os 18 e os 64 anos, em 24 países.

Em termos de equidade no mercado de trabalho, a posição de homens e mulheres ainda é diferente. De acordo com a pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), realizada com 350 executivos (homens e mulheres) de empresas do Brasil, 76% das organizações ainda não trata funcionários e funcionárias com as mesmas condições. Para 80% dos entrevistados, o sinal mais claro desta desigualdade é a baixa presença de mulheres em cargos de liderança.

Ainda segundo a pesquisa da Amcham, 47% dos gestores acreditam que igualar os salários deve ser a maneira mais correta de promover equidade de género nos seus quadros. O facto de conciliar a carreira profissional com a maternidade e responsabilidades domésticas ainda é, na opinião dos entrevistados, o principal fator que impede as mulheres de chegarem mais longe em termos profissionais. Para 86%, o papel cultural de dona de casa faz com que muitas mulheres abandonem a carreira por não conseguirem conciliar as duas tarefas.

Apesar de reconhecerem esses problemas, os gestores brasileiros ainda fazem pouco, na prática, para tentar corrigi-lo. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados declararam não ter, nas suas empresas, programas formais de valorização feminina e de combate à desigualdade de género.

A grande maioria dos entrevistados no mundo inteiro está consciente da desigualdade existente entre os dois géneros. Globalmente, 72% dos entrevistados disseram que existe desigualdade em termos de direitos sociais, políticos e económicos para as mulheres. No Brasil, a diferença é entendida por 78% das pessoas. O país que menos acredita na desigualdade de género é a Rússia, onde 42% dos entrevistados declararam que existem diferenças sociais e de direitos entre homens e mulheres.

Então, devemos continuar a apostar fortemente no empoderamento das mulheres para mudar estes números. Em síntese, com o empoderamento dar-se-á a construção de redes sociais, o exercício do poder em prol de outras mulheres, promoção da inclusão profissional e social, criação de oportunidades por via de relacionamentos discursivos com homens, trabalho na questão da inovação social e inclusão social nos processos de inovação social, aumento da confiança e autoestima, construir uma vida melhor para as famílias, trabalho para legitimar as desigualdades envolvidas no capitalismo competitivo, formação de uma comunidade feminina destinada a reduzir a pobreza, incentivo às atividades empresariais femininas, e, acima de tudo, que as mulheres conquistem o seu espaço e alcancem o seu potencial máximo para conquistar a capacidade de tomada de decisão.

Enquanto mulher e profissional houve momentos na sua carreira em que se sentiu discriminada? Como contornou a questão?

Uma vez, apresentei-me a uma pessoa que veio ao meu escritório e que me disse: “é melhor aguardar pelo seu sócio”. Acho que a questão se prende na forma de como as mulheres reagem depois de situações como esta. No meu caso, simplesmente sorri e disse: “nós não precisamos dele. Sou a sócia-fundadora. Faço questão de fazê-lo brilhar e ao ter sucesso celebraremos juntos”.

Quais são as qualidades que destaca como essenciais para se ser uma empreendedora de sucesso?

Saber se ela está disposta a viver, a percorrer o caminho; a vivenciar um turbilhão de verbos dentro dos quais destaco: motivar, criar, liberar, cair, levantar, rir, resilir, planear, realizar, abraçar, vibrar, atrever, ousar, seduzir, chorar, comover e vencer.

 

Integral Woman Portugal: De Mulher para Mulher

O Integral Woman é um encontro que reúne mulheres empreendedoras e empresárias em encontros de network, palestras e workshops, tendo também em consideração a saúde da mulher, equilíbrio físico, espiritual e mental.

Esta rede de Network internacional começou no Brasil pelas mãos da Tânia Trevisan, CEO & Founder do Integral Woman, e em cada encontro reforça a importância dos mesmos com o objetivo de oferecer oportunidades de networking, inspirar e motivar a mulher para que esta se sinta completa na sua vida profissional e pessoal.

Um momento de convívio, motivação, network, energia e boa disposição. É assim que se pode descrever estes encontros.

Em Portugal, este evento surge pelas mãos de Mafalda Flores, Diretora Geral da Blood.Com, uma Agência de Comunicação e Ativação Mediática. “O Integral Woman aparece na minha vida por intermédio de uma amiga. Fui apresentada ao conceito com a finalidade de o promover. Enquanto mulher que aprecia empreendedoras, com objetivos e que, sobretudo, não vejam os filhos como uma menos-valia para conseguirem ser empresárias, aceitei o desafio. Há tempo para tudo. Por vezes é um desafio mas, querendo, todas conseguimos”.

Quando conheceu Tânia Trevisan, criadora desta Comunidade no Brasil, apaixonou-se de imediato: “demo-nos logo bem, por isso aceitei divulgar o evento cá em Portugal. Entretanto, com o sucesso conseguido, assumi a representação no nosso país. Este é um projeto para fazer crescer, com expansão regional, focalizado em empreendedoras. Mulheres integrais com atitude”.

ENCONTRO INTEGRAL WOMAN LUSO-BRASILEIRO

No passado mês de maio o Hotel Dom Pedro, em Lisboa, recebeu um grupo de mulheres empresárias, divertidas e positivas no Encontro Integral Woman Luso-Brasileiro. Com convidadas especiais foram abordados temas da atualidade que nos despertam todos os dias.

Em formato pequeno-almoço Networking foi possível fazer diversas partilhas e potenciar negócios além-fronteiras. “Hoje reunimos 40 mulheres poderosas num Encontro IW especial entre Portugal e Brasil. Partilhas grandiosas, emoção e muita energia positiva ficou espelhada neste momento que nos faz crescer a cada encontro. Um obrigada muito especial às nossas duas Palestrantes – Cláudia Grande e Leila Navarro que nos abriram a mente para temas tão recorrentes do nosso dia-a-dia. Tânia Trevisan, como sempre a Embaixadora das Embaixadoras que une consenso e harmonia entre as mulheres!”, refere Mafalda Flores na página de facebook da Integral Woman.

Cláudia Grande, com o seu projeto 60 anos e Leila Navarro, com o seu discurso motivacional contribuíram para o empreendedorismo feminino, encorajar as mulheres empreendedoras, fornecer-lhes informações e elevar-lhes a autoestima.

Sobre o Projeto 60 anos de Cláudia Grande, este pretende conectar pessoas que compartilham pensamentos e atitudes com o mesmo objetivo: atingir a maturidade com qualidade de vida e muito charme. É um projeto voltado para o público com mais de 50 anos de idade, promove o envelhecimento com saúde e bem-estar para quem desejar chegar – e ultrapassar! – os 60 anos com leveza e qualidade de vida.

Leila Navarro é palestrante motivacional há mais de 18 anos e integra o ranking dos 20 maiores palestrantes do Brasil. Leila mostra nas suas palestras motivacionais como compartilhar conhecimentos, engajar-se em projetos e na solução de problemas, comprometer-se com a carreira e a empresa, e dessa maneira ser um profissional mais produtivo, mais preparado e muito mais competente.

Tânia Trevisan atualmente é empresária, mentora e dá palestras sobre temas ligados não só à produção de eventos como ao empreendedorismo feminino. Tânia Trevisan anseia atrair mais participantes para o Integral Woman, para que também elas sintam a experiência de pertencer a um grupo diferenciado, com propósitos e valores de uma ’Mulher Integral’. Além disto, expandir esta iniciativa para mais cidades em Portugal com a presença da Embaixadora Integral Woman, gerando novas oportunidades de negócios, “uma onda do bem, em prol de uma sociedade mais justa, equilibrada, feliz e um mundo melhor”.

Estes encontros querem proporcionar às participantes informação sobre conteúdos de abrangência profissional, pessoal e cultural, apresentados por palestrantes especializados em diversas áreas, facilitar o acesso a uma rede de networking internacional, partilha de experiências, inspirar e motivar as mulheres que desejam crescer como pessoas íntegras e felizes.

Startups: Costa quer atrair jovens empreendedores indianos

Na sua visita oficial à Índia de seis dias, o primeiro-ministro, António Costa, manifestou a intenção de dar continuidade à forte presença registada por jovens indianos de ‘starpups’ na última Web Summit em Lisboa.

Num encontro de ‘startups’ portuguesas e indianas no Instituto Tecnológico de Bangalore, no qual também discursaram o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros da Índia, Shri Akbar, o líder do executivo português anunciou  que o Governo português vai adotar um programa de facilitação de vistos destinado a jovens indianos, abrangendo universitários empreendedores em ‘startups’ ou em setores ligados às tecnologias de informação.

“Estamos a preparar um ‘startup’ visa destinado a empreendedores indianos e a jovens quadros graduados na área das tecnologias de comunicação e informação. Tal facilitará a possibilidade de residirem e iniciarem negócios em Portugal”, salientou António Costa.

“Portugal tem uma longa tradição de tolerância e de abertura ao mundo, algo que tem sido reconhecido internacionalmente. A capacidade de interação entre pessoas de diferentes origens, culturas e religiões faz parte do DNA de Portugal”, sustentou o primeiro-ministro.

Na sua intervenção, naquele que é o terceiro dia da visita oficial à Índia, o primeiro-ministro referiu-se igualmente a medidas já em curso no país, como o programa “Start-up’ Portugal, destinado a jovens empreendedores.

“Penso que Portugal é o país ideal para vocês testarem as vossas inovações, eventualmente falharem e testarem de novo até serem bem sucedidos. Fui testemunha da atmosfera vibrante que se registou durante os dias de Web Summit em Lisboa – uma cidade que tem como lema construir pontes e não muros”, apontou ainda António Costa.

Na abertura de uma conferência económica, com empresários indianos e portugueses, intitulado “Índia e Portugal parceiros para o crescimento”, o primeiro-ministro referiu o caráter ainda incipiente das relações entre os dois países, salientando a seguir as potencialidades da experiência empresarial portuguesa em setores como o abastecimento de água, tratamento de resíduos, indústrias de Defesa, construção de infraestruturas, ´start-ups’, agricultura, indústria alimentar e energias renováveis.

Dirigindo-se aos investidores indianos, o líder do executivo português declarou: “Do Governo português, podem estar certos que vamos dar todo o apoio, quer às empresas portuguesas de exportação para a Índia, quer às empresas indianas interessadas em possuir presença em Portugal”.

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