Sexta-feira, 23 Junho, 2017
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Ganhou jackpot mas casino diz que máquina estaria ‘avariada’

Uma mulher está a processar o casino que lhe ofereceu um jantar como prémio quando ela ganhou 43 milhões de dólares, cerca de 38 milhões de euros, numa slot machine. Katrina Bookman jogou no Resorts World Casino, em Nova Iorque, em agosto do ano passado e pensou ter ganho o maior jackpot em máquinas slot da história dos Estados Unidos, mas o casino informou-a de que a máquina estava avariada.

Na altura, Katrina tirou uma selfie com a máquina, que tem sido usada como prova de que realmente ganhou o jackpot de 42.949.672 de dólares. Ainda assim, ao invés do dinheiro do prémio, um funcionário do casino ofereceu a Katrina Bookman um jantar e 2,25 dólares, o equivalente a 2 euros.

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A mulher recusou a oferta e esta semana moveu um processo contra o casino, após meses de conversações, avança a CNN. Katrina, que é mãe solteira, diz estar a pensar apenas nos quatro filhos e argumenta que não consegue lidar com a desilusão.

No ano passado, o porta-voz do Resorts World Casino explicou que “os funcionários do casino perceberam que o número apresentado na máquina era o resultado de um óbvio problema técnico – um facto que foi depois confirmado pela New York State Gaming Commission”, a comissão responsável pela fiscalização do jogo neste estado.

O Resort World pediu desculpas pelo sucedido e a New York State Gaming Commission afirmou que a máquina informava que “problemas técnicos invalidam qualquer jogada e pagamento”.

O advogado de Katrina, Alan Ripka, diz que esta justificação é “ridícula”. “Não podem dizer que a máquina está estragada porque querem que esteja estragada”, disse Ripka à CNN. “Isso quer dizer que não há manutenção? E se sim, isso quer dizer que as pessoas que lá jogaram antes [de Katrina] tinham zero hipóteses de ganhar?”

Katrina acusa o Resorts World Casino de negligência, assim como as empresas que fizeram e fiscalizavam a máquina em que jogou.

Ganhou 38 milhões no casino mas afinal a máquina estava “avariada”

Uma mulher está a processar o casino que lhe ofereceu um jantar como prémio quando ela ganhou 43 milhões de dólares, cerca de 38 milhões de euros, numa slot machine. Katrina Bookman jogou no Resorts World Casino, em Nova Iorque, em agosto do ano passado e pensou ter ganho o maior jackpot em máquinas slot da história dos Estados Unidos, mas o casino informou-a de que a máquina estava avariada.

Na altura, Katrina tirou uma selfie com a máquina, que tem sido usada como prova de que realmente ganhou o jackpot de 42.949.672 de dólares. Ainda assim, ao invés do dinheiro do prémio, um funcionário do casino ofereceu a Katrina Bookman um jantar e 2,25 dólares, o equivalente a 2 euros.

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A mulher recusou a oferta e esta semana moveu um processo contra o casino, após meses de conversações, avança a CN. Katrina, que é mãe solteira, diz estar a pensar apenas nos quatro filhos e argumenta que não consegue lidar com a desilusão.

No ano passado, o porta-voz do Resorts World Casino explicou que “os funcionários do casino perceberam que o número apresentado na máquina era o resultado de um óbvio problema técnico – um facto que foi depois confirmado pela New York State Gaming Commission”, a comissão responsável pela fiscalização do jogo neste estado.

O Resort World pediu desculpas pelo sucedido e a New York State Gaming Commission afirmou que a máquina informava que “problemas técnicos invalidam qualquer jogada e pagamento”.

O advogado de Katrina, Alan Ripka, diz que esta justificação é “ridícula”. “Não podem dizer que a máquina está estragada porque querem que esteja estragada”, disse Ripka à CNN. “Isso quer dizer que não há manutenção? E se sim, isso quer dizer que as pessoas que lá jogaram antes [de Katrina] tinham zero hipóteses de ganhar?”

Katrina acusa o Resorts World Casino de negligência, assim como as empresas que fizeram e fiscalizavam a máquina em que jogou.

Coreia do Norte: Estudante americano libertado com graves danos cerebrais

O estudante norte-americano que foi libertado esta terça-feira pela Coreia do Norte apresenta “danos cerebrais graves”, possivelmente causados por uma paragem cardio-respiratória, e não responde a estímulos externos, afirmou o neurologista Daniel Kanter, durante uma conferência de imprensa da equipa médica que está a tratar Otto Warmbier. O estudante, de 22 anos, chegou aos Estados Unidos em coma e está internado no centro hospitalar da Universidade de Cincinnati.

Em Março de 2016, o Supremo Tribunal norte-coreano tinha condenado Warmbier a 15 anos de trabalhos forçados por “crimes contra o Estado” da Coreia do Norte – isto é, por ter roubado um cartaz de propaganda política do hotel onde se encontrava alojado, em Pyongyang. O antigo estudante de Economia da Universidade da Virgínia ficou lá preso mais de um ano e, aparentemente, grande parte desse tempo já em estado comatoso.

Durante a conferência desta quinta-feira, os neurologistas afirmaram que não sabem quais as causas ou que circunstâncias causaram “uma perda de tecido cerebral em todas as regiões do cérebro”. Dizem que é provável que as lesões tenham surgido na sequência de uma paragem cardio-respiratória, fazendo com que o cérebro deixasse de funcionar normalmente, já que o sangue e, consequentemente, o oxigénio não chegavam ao cérebro.

Kanter garantiu que o estudante tinha chegado aos Estados Unidos bem nutrido, com a pele em boas condições e sem qualquer sinal aparente de fracturas nos ossos. Além disso, o médico afirmou que não há provas de maus tratos por parte da Coreia do Norte. Mas a informação que chegou do país é escassa. O neurologista Brandon Foreman adiantou que não havia qualquer informação sobre o tipo de tratamento dado a Otto em Pyongyang e que receberam poucos registos médicos, não tendo havido qualquer contacto direto com as autoridades norte-coreanas.

Por pedido da família, os profissionais de saúde não puderam dar informações adicionais sobre o estado do paciente, nem falar sobre a evolução do seu quadro clínico.

Em declarações à parte, o pai de Otto, Fred Warmbier, disse nesta quinta-feira que o seu filho tinha sido “brutalizado e aterrorizado” pelo regime norte-coreano. Confessou ainda ter ficado em choque quando soube (há uma semana) que o seu filho estava em coma. Segundo a família, Otto está em coma desde Março de 2016, pouco tempo depois de ter sido condenado a ficar na Coreia do Norte.

Fred Warmbier referiu ainda que a sua família não acredita na história da Coreia do Norte. O registo que chegou do país era de que o coma tinha sido provocado por uma combinação de botulismo – uma doença pouco comum mas que pode ser fatal, resultante da acção de uma neurotoxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum – com um comprimido para dormir. O neurologista Brandon Foreman disse, durante a conferência, que não tinha encontrado qualquer sinal de que Otto sofresse, ou tivesse sofrido, de botulismo.

A KCNA, agência de notícias norte-coreana, informou que o estudante tinha sido libertado “por motivos humanitários”. Mas o pai de Otto não acredita: “Eles não fizeram isto por bondade.”

Porto Rico o 51º estado dos EUA?

Segundo dados divulgados pela página na internet da Comissão Nacional de Eleições, um total de 486.725 eleitores escolheu tornar a ilha, agora um Estado associado, o 51.º estado norte-americano.

A opção de independência teve apenas 1,5% dos votos e só 1,3% votou pela manutenção da atual situação de Estado livre associado.

De um total de 2.260.804 eleitores, apenas cerca de meio milhão foi votar, num referendo não vinculativo.

Após a divulgação dos resultados, o principal partido da oposição, o Partido Popular Democrático de Porto Rico, disse, pela voz do seu presidente, Héctor Ferrer, que os resultados não foram “grandes” para a opção Estados Unidos, mas foram sim uma derrota para o governador, Ricardo Rosselló.

Oito em cada 10 eleitores não exerceram o seu voto, “foram para a rua, para a praia, para o rio, não fizeram caso”, disse. A oposição em Porto Rico boicotou o referendo.

No entanto, o governador de Porto Rico já disse que vai defender em Washington a vontade dos eleitores que escolheram tornar a ilha no 51.º estado dos Estados Unidos.

“Vamos apresentar-nos na cena internacional para defender a importância de ver Porto Rico tornar-se o primeiro estado hispano dos Estados Unidos”, afirmou Ricardo Rossello, que chegou ao poder em janeiro e que quer ver o pequeno território entrar nos Estados Unidos.

Também o vice-presidente do partido no Governo (Partido Novo Progressista), Thomas Rivera Schatz, defendeu a vitória da união aos Estados Unidos e desvalorizou a abstenção, afirmando que, se no passado a opção 51.º estado teve mais votos, foi porque muitos porto-riquenhos foram entretanto para os Estados Unidos.

“Em Porto Rico somos pouco mais de três milhões de habitantes e nos Estados Unidos há agora mais de cinco milhões”, disse.

Com uma dívida de 70 mil milhões, a ilha pode ter dificuldades em convencer Washington a adicionar mais uma estrela à bandeira. A ilha foi uma colónia espanhola e um território dos Estados Unidos no final do século XIX e adquiriu o atual estatuto na década de 1950.

A internet reage à saída dos EUA do Acordo de Paris com humor e sátira

Desde os políticos portugueses que o apelidam de “criminoso” ou aos edifícios mais emblemáticos da América que se pintaram de verde em nome de um planeta sustentável, passando até pela provocação de Emmanuel Macron, há ainda outra reacção por ver.

Nas redes sociais, multiplicam-se sátiras, críticas, ilustrações ou metáforas que sintetizam um sentimento quase generalizado pela decisão do Republicano.

Desde o próprio Donald Trump a derreter na própria maquilhagem afetada pelo calor à máscara usada pela Estátua da Liberdade no meio de tanta poluição, eis algumas das melhores:

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Irá Trump retirar os EUA do acordo de Paris? A imprensa diz que sim

O presidente dos Estados Unidos quer retirar os Estados Unidos do acordo climático de Paris. A saída será formalizada por Trump e a sua administração está a estudar como concretizar a decisão, anunciou hoje a Casa Branca.

A decisão foi já avançada pela cadeia de televisão Fox e pelo portal de notícia Axios.

Ambos os meios, que citam fontes anónimas, mas próximas de Trump, não detalham porém quando o Presidente fará o anúncio oficial.

Um responsável da Casa Branca, citado pela Associated Press, disse que Trump pode “usar ressalvas na linguagem” que vai usar para anunciar essa saída – deixando aberta a possibilidade de a decisão não ser final.

O próprio presidente declarou há poucos minutos no Twitter que anunciará a sua decisão nos próximos dias.

Recorde-se que, à margem da cimeira de líderes do G7 na cidade italiana de Taormina (Sicília), no final da semana passada,Trump antecipou, também na rede social, que esta semana tomaria uma decisão “final” sobre se os Estados Unidos deviam ou não continuar a fazer parte do Acordo de Paris.

Além disso, durante a campanha eleitoral, Trump criticou o Acordo de Paris e questionou as alterações climáticas, um fenómeno que descreveu como “invenção” dos chineses, e já como Presidente decidiu iniciar um processo para verificar se os EUA deviam continuar como parte daquele o acordo.

Apesar da pressão do Presidente francês, Emmanuel Macron, e da chanceler alemã, Angela Merkel, a declaração final da cimeira do G7 reconheceu que os Estados Unidos “não estão em condições de chegar a um consenso” sobre a luta contra as alterações climáticas.

Nessa declaração, os membros do G7, exceto os EUA, reiteraram o compromisso em aplicar “rapidamente” o acordo de Paris, adotado em dezembro de 2015 por 195 países.

No final da reunião, a chanceler alemão criticou a posição de Washington dizendo: “Aqui está uma situação em que somos seis, sete se incluirmos a União Europeia, contra um (…) Isto significa que não há sinal até agora de que os Estados Unidos continuem ou não no acordo de Paris”.

Donald Trump, recorde-se, chamou este acordo global um engano e tinha prometido para esta semana uma decisão sobre a presença do país no acordo que visa combater as causas das alterações climáticas no planeta.

Mike Dubke já não é diretor de comunicação da Casa Branca

Mike Dubke, o diretor de comunicação da Casa Branca, escolhido pelo presidente norte-americano Donald Trump, demitiu-se, cerca de três meses depois de ser nomeado para o cargo, avança a BBC.

De acordo com declarações feitas à Fox News, Mike Dubke confirma que entregou a sua carta de demissão.

(Notícia em atualização)

Jornalista detido por fazer “muitas vezes” a mesma pergunta

Um repórter foi detido na quarta-feira nos EUA, depois de ter colocado algumas questões a dois membros da Administração de Donald Trump sobre o plano de saúde que o Presidente norte-americano lançou recentemente.

Dan Heyman, que colabora para o Public News Service, questionou Tom Price, secretário para a Saúde, e Kellyanne Conway, conselheira de Trump, sobre se os casos violência doméstica seriam cobertos no plano de saúde proposto pelos republicanos. Perante a falta de resposta, o jornalista insistiu nas perguntas — o que terá motivado a sua detenção, relata a BBC.

“Estava a fazer o meu trabalho”, justifica Heyman citado pela televisão britânica, acrescentando que tinha estado a acompanhar a equipa da Administração norte-americana no West Virginia Capitol, em Charleston, onde decorreu o incidente.

“Ele não disse nada”, continua Heyman, depois de ter sido libertado pela polícia, referindo-se à recusa de responder por parte do responsável pela Saúde norte-americano. “Por isso, insisti”, explica ainda o repórter.

“Este é o meu trabalho, isto é o que é suposto eu fazer”, afirma o jornalista. “Penso que é uma questão que merece ser respondida. Penso que é o meu trabalho fazer perguntas e penso que a minha função é procurar respostas”, reitera.

A BBC cita ainda a queixa criminal apresentada contra Heyman e onde se diz que o jornalista tentou “quebrar agressivamente a barreira de agentes dos serviços secretos até ao ponto onde os agentes foram forçados a retirá-lo”. As acusações que recaem sobre si são portanto de distúrbios e de interferência nos processos governamentais.

Heyman defende-se, por sua vez, argumentando que estava num local público e desmentindo que tenha sido avisado para se retirar.

Tradutora do FBI casou em segredo com militante do Daesh

Aconteceu em 2014 mas a história de Daniela Greene só agora foi divulgada, depois de terem sido reveladas as gravações do tribunal federal que julgou o caso.

A agente do FBI, que trabalhava em Detroit, foi designada para investigar Denis Cuspert em janeiro de 2014.

Cuspert é um rapper alemão que se converteu ao Daesh. Acusado de vários crimes de terrorismo, aparece num dos vídeos de propaganda do grupo terrorista a segurar uma cabeça decapitada.

 Denis Cuspert (EPA)

Denis Cuspert (EPA)

Em junho de 2014, a tradutora, nascida na antiga Checoslováquia e fluente em alemão, disse aos seus superiores que planeava visitar os pais, que vivem na Alemanha. A viagem realizou-se mas o destino foi outro: Greene seguiu para a Turquia, onde, segundo a CNN, atravessou a fronteira síria com a ajuda de militantes do Daesh.

Foi já em território sírio que Greene casou com Cuspert. Na altura, a agente do FBI ainda estava casada com um oficial norte-americano.

O arrependimento surgiu rapidamente e, pouco tempo depois, a tradutora escreveu para uma pessoa não identificada nos Estados Unidos, a quem revelou o “ambiente muito duro” em que vivia e disse sentir que provavelmente já seria “tarde demais”.

Um mês depois de chegar à Síria, conseguiu, sob circunstãncias não apuradas, sair de território controlado pelo Daesh e regressar aos EUA.

Nos Estados Unidos, foi julgada e admitiu ter dito a Cuspert que este estava a ser investigado pelo FBI. Em dezembro de 2014, foi condenada.

Cumpriu dois anos numa prisão federal e foi libertada este verão. Atualmente, trabalha como rececionista num hotel.

Em declarações à CNN, o advogado de Daniela Greene explicou que a cliente é uma pessoa “inteligente, equilibrada e obviamente ingénua”, que se envolveu numa situação que fugiu do seu controlo.

Cabra salva família de incêndio

Quando uma menina de 10 anos do Arkansas pediu uma cabra como animal de estimação, o seu pai não ficou exatamente contente com o pedido.

Como presente para o 10.º aniversário, Abigail Bruce pediu uma cabra. “Ao princípio, não aprovei”, disse o pai Nick Bruse numa entrevista, citado pelo The Huffington Post. “Mas o animal vai continuar connosco daqui para a frente.”

O pai mudou de ideias, porque a cabra – a que a menina chamou de Speedy – acabou por se tornar numa salvadora, dois dias depois de chegar à casa da família Bruce, na cidade de Weiner, no Arkansas.

No sábado passado, Abigail estava a dormir na sala com a cabra, quando Speedy a acordou aos saltos em cima do seu corpo. Numa entrevista aos media locais, a menina de 10 anos contou que não percebeu o porquê daquilo, até ver fumo.

Abigail correu até ao quarto dos pais e alertou-os, levando Nick Bruce a inspecionar a casa para ver de onde vinha o fumo: a garagem estava em chamas.

Apesar do fogo, a família Bruce conseguiu sair da casa, a partir da janela no quarto. Os bombeiros chegaram minutos depois e apagaram o fogo. Contudo, as chamas danificaram a casa e todos os pertences da família norte-americana. As autoridades acreditam que o incêndio foi causado por um problema elétrico.

Se não fosse pelo “aviso” da cabra, aquele sábado poderia ter corrido ainda pior para a família Bruce.

Perante a salvação, Abigail admitiu que Speedy era o “melhor presente de aniversário de sempre”.

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