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Califórnia: Polícia norte-americana encontra 12 irmãos presos e esfomeados

O alerta foi dado pela 13.ª vítima, uma rapariga de 17 anos, que conseguiu fugir da habitação situado em Perris, a duas horas a sudeste de Los Angeles (costa oeste). No domingo, a adolescente telefonou para o número de emergência 911 a partir de um telemóvel que encontrou na casa, indicou na segunda-feira a polícia.

A adolescente, que estava “um pouco magra” e parecia ter dez anos, de acordo com o comunicado da polícia, “afirmou que os 12 irmãos e irmãs tinham sido presos no interior da residência pelos pais, e precisou que alguns deles estavam acorrentados”.

Inicialmente, a polícia pensou que as 12 pessoas encontradas “subnutridas e muito sujas” eram todos menores de idade, mas percebeu que sete eram já adultos, com idades entre os 18 e os 29 anos.

Seis das 13 vítimas, incluindo a adolescente que alertou as autoridades, são menores. Uma das vítimas é um bebé de dois anos.

Os agentes detiveram David Turbin, de 57 anos, e a mulher, Louise, de 49, que não explicaram porque várias crianças foram encontradas acorrentadas a camas, no escuro e no meio de um odor pestilento.

Turpin é o diretor de uma escola privada em Perris, a Sandcastle Day School, que abriu em 2011, de acordo com um ‘site’ do departamento de Educação dos Estados Unidos.

Os serviços de proteção de menores norte-americanos abriram um inquérito.

LUSA

Livro sobre Trump chega ao topo de vendas nos Estados Unidos

O livro “Fire and Fury”, do jornalista Michael Wolff, sobre o primeiro ano do Presidente Donald Trump, alcançou o topo de vendas da semana passada nos Estados Unidos, apesar de só estar à venda desde sexta-feira.

A NPD BookScan (antiga Nielsen Bookscan) revelou na quarta-feira à agência de notícias norte-americana Associated Press (AP) que foram vendidos 29 mil exemplares de “Fire and Fury: Inside the Trump White House” (“Fogo e Fúria: Dentro da Casa Branca de Trump”), apesar de ter sido disponibilizado apenas na sexta-feira e de os dados da empresa de estudos de mercado irem até sábado.

“Os números dos primeiros dois dias de vendas não estão a dar-nos a visão completa”, afirmou Kristen McLean, analista da indústria livreira do grupo NPD.

“Devido a potenciais problemas de distribuição relacionados com o lançamento antecipado, a par com a elevada procura, pode levar algumas semanas para se perceber exactamente até onde é o que livro vai chegar comparativamente aos ‘best-sellers’ políticos dos últimos anos”, observou a mesma responsável.

Kristen McLean notou que “What Happened” (“O Que Aconteceu”), de Hillary Clinton, disponibilizado nas livrarias em Setembro, vendeu, em média, mais de 30 mil exemplares por dia durante a primeira semana de lançamento, mas notou que o livro foi “altamente antecipado” e “o ‘stock’ muito bem” gerido.

“Fogo e Fúria” parece ter apanhado toda a gente desprevenida, desde a administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a qual versa o livro, até à editora Henry Holt & Co., que elevou a impressão dos iniciais 150 mil exemplares para mais de um milhão.

Desde que começaram a ser publicadas as primeiras notícias sobre o conteúdo do polémico livro na semana passada, as livrarias têm lutado para responder à procura, com o ‘site’ Amazon.com a advertir para atrasos de duas a quatro semanas nas entregas do livro.

A BookScan, que ‘rastreia’ cerca de 85% do mercado retalhista, apenas contabiliza uma encomenda como venda efetiva no momento em que o livro é enviado.

Os números da BookScan também não incluem os ‘e-books’. Segundo John Sargent, CEO da Macmillan, empresa-mãe da Holt, as vendas digitais ascendem já a 250 mil exemplares, um número extraordinário para um livro de não-ficção, provavelmente impulsionado pela escassez do livro em papel, enquanto as vendas das versões áudio excederam a marca de 100 mil.

O livro da antiga secretária de Estado e candidata à Casa Branca Hillary Clinton teve uma das melhores primeiras semanas de vendas dos últimos anos como obra de não-ficção, com mais de 300 mil exemplares no total, englobando os formatos papel, digital e áudio, de acordo com números divulgados na altura pela Simon & Schuster.

No arranque, “Fogo e Fúria”, com as suas histórias de uma Casa Branca caótica, aproxima-se da marca dos 400 mil.

O livro do jornalista Michael Wolff vai aparecer no top da lista de não-ficção do The New York Times na edição do próximo dia 21.

A obra reúne uma série de revelações explosivas, resultado de mais de 200 entrevistas, incluindo as conversas entre Donald Trump e responsáveis da Casa Branca.

Inicialmente, o lançamento estava previsto para terça-feira, dia 9, mas a Holt decidiu antecipá-lo, para responder à elevada procura e às ameaças de acções judiciais por parte de Donald Trump, que denunciou o livro como ficção.

Na semana passada, um advogado do Presidente enviou uma carta à Holt pedindo que a publicação fosse retida, mas John Sargent emitiu um memorando a defender a decisão da empresa de publicar a obra. Já na terça-feira, um advogado da Macmillan indicou que a editora não planeava retratar-se ou pedir desculpa.

LUSA

Novo tratamento para Sida com uma única cápsula por semana

Investigadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e do “Brigham and Women’s Hospital”, duas instituições norte-americanas, desenvolveram um novo tratamento para a Sida que prevê a ingestão de uma única cápsula por semana.

O novo fármaco, segundo os investigadores, pode resolver um dos grandes problemas relacionados com o tratamento do HIV que é a não adesão à medicação ou falta de rigor nas tomas dos “cocktails” de fármacos.

O avanço, afirmam no estudo publicado hoje na revista Nature Communications, pode tornar muito mais fácil aos pacientes aderirem a um plano rigoroso de dosagem, necessário para combater o vírus. A droga, explicam, é libertada no estômago gradualmente ao longo de uma semana e pode também ser usada por pessoas em risco de exposição ao vírus, para ajudar a evitar a infecção.

“Uma das principais barreiras no tratamento e prevenção do HIV é a adesão (ao tratamento). A capacidade de fazer doses menos frequentes melhora a adesão e tem um impacto significativo ao nível do doente”, disse Giovanni Traverso, do Brigham and Women’s Hospital, principal autor do estudo com Robert Langer, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT na sigla original).

O projecto tem o apoio de uma empresa, que está a desenvolver a tecnologia e que está a preparar um ensaio clínico. Robert Langer disse que o sistema pode ajudar pacientes com Sida mas também com outras doenças.

A cápsula consiste numa estrutura em forma de estrela com seis braços que podem ser carregados com os medicamentos e que se abrem do estômago, fazendo com que ali permaneça vários dias.

Os investigadores criaram uma estrutura constituída por um polímero forte no centro, com cada um dos seis braços com polímeros de carga diferente, que libertam os medicamentos em diferentes taxas.

“De certa forma é como colocar uma caixa de medicamentos numa cápsula, com compartimentos para cada dia da semana numa única cápsula”, disse Giovanni Traverso.

Testes em porcos mostraram que as cápsulas conseguiram alojar-se no estômago com sucesso e libertar três diferentes tipos de drogas contra o HIV durante uma semana, desintegrando-se depois em componentes mais pequenos, que passam pelo aparelho digestivo, segundo os investigadores.

As equipas estão a trabalhar na adaptação da tecnologia a outras doenças e em cápsulas que possam permanecer no corpo por períodos de tempo muito mais longos.

Embora a taxa de mortalidade por HIV tenha baixado significativamente desde que foram introduzidos os antirretrovirais, na década de 90 do século passado, em 2015 houve 2,1 milhões de novas infecções e 1,2 milhões de mortes relacionadas com a doença.

LUSA

Incêndio na Torre Trump, em Nova Iorque

Segundo a televisão NBC, que cita fonte policial, os bombeiros responderam a um alarme de incêndio, aparentemente desencadeado por um problema elétrico.

O departamento de combate a incêndios de Nova Iorque confirmou à agência Associated Press que o fogo teve origem às 07:00 locais (12:00 em Lisboa) num andar do topo do edifício.

Até ao momento, não foi necessária qualquer evacuação e não há registo de qualquer vítima.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não está no edifício de apartamentos de luxo e escritórios de empresas.

LUSA

Portugal pode ser eliminado do programa de isenção de vistos nos EUA

As regras do programa, estabelecidas na Lei de Imigração e Nacionalidade, estabelecem que um dos requisitos para continuar no programa é “o número total de cidadãos do país que foram admitidos e violaram os termos dessa admissão (…) for menos de 2% do número total (…)”

Segundo dados do Departamento de Segurança Interna consultados pela agência Lusa, 164.662 portugueses entraram nos EUA em 2016 usando o programa e cerca de 4 mil destes portugueses (perto de 2,5%) não saíram do país no prazo de 90 dias.

Os EUA anunciaram no final de dezembro regras mais apertadas para os 38 países abrangidos pelo Visa Waiver Program, que permite a estes cidadãos viajarem para os EUA para negócios ou turismo, por 90 dias, sem requerer visto.

Um porta-voz do Departamento de Estado disse à Lusa, no entanto, que “não é possível especular neste momento sobre futuras decisões sobre o Visa Waiver Program”.

“Os Estados Unidos estão a trabalhar de forma próxima com os países afetados pelo programa para continuar a garantir segurança para os viajantes e para os EUA”, explicou o mesmo porta-voz.

Portugal está num grupo de quatro nações – incluindo Grécia, Hungria e São Marino – que ultrapassa o limite de 2% de visitantes e que terão de realizar campanhas de informação pública para informar os seus cidadãos das regras do programa e as consequências da sua violação.

A diretora do Centro de Assistência aos Imigrantes de New Bedford, Helena Hughes, disse à agência Lusa que “infelizmente, a isenção de visto por 90 dias tem sido violada há muitos anos, não apenas por Portugal”.

“Acredito que Portugal corre o risco de ser removido”, disse a especialista.

Os EUA não anunciaram prazos para os países cumprirem as novas regras e como vai castigar os países se não o fizerem, mas a eliminação do programa é uma das opções que foi usada no passado.

Em 2002, por exemplo, a Argentina foi cortada do programa devido ao número de argentinos que usava este recurso para entrar no país de forma ilegal, devido à crise económica que o país atravessava.

Helena Hughes registou nas últimas semanas a detenção de vários imigrantes portugueses que não cometeram crimes, mas que entraram no país usando o Visa Waiver Program e decidiram ficar no país. Numa semana, foram sete os casos.

“É difícil dar números totais porque recebo chamadas de todo o país. Vários portugueses foram apanhados quando estavam a conduzir sem carta, outros quando se apresentaram em Burlington [centro de detenção para imigrantes] e outros quando as forças de imigração entraram nas suas casas. Muitos estavam nos EUA há muitos anos e entraram com a isenção de visto de 90 dias. Não cometeram crimes”, explicou.

Estas pessoas, no entanto, não estão protegidas pelas mesmas regras que incluem os imigrantes que entram com visto. Não têm direito, por exemplo, a uma audição com um juiz de imigração, podendo ser deportadas de imediato.

A detenção, e deportação, de imigrantes indocumentados não criminosos aumentou no ano passado com a administração Trump. No passado, as autoridades norte-americanas davam prioridade à deportação de imigrantes que tinham cometido crimes.

Em dezembro, quando as novas regras foram anunciadas, o Ministério dos Negócios Estrangeiros disse à Lusa que aguardava “informações da parte das autoridades norte-americanas sobre termos e fundamentos desta possibilidade” e que tinha agendado uma reunião sobre o assunto para a semana antes do Natal.

Em 2016, cerca de 150 mil pessoas que entraram nos EUA usando a isenção de visto não saíram do país no prazo previsto.

LUSA

“Star Wars” entra em 2018 no primeiro lugar de receitas de bilheteira nos EUA

“Os Últimos Jedi”, oitavo filme da saga galáctica de George Lucas, gerou 66,8 milhões de dólares (55,39 milhões de euros) de sexta-feira da semana passada a segunda-feira, de acordo com Exhibitor Relations.

Depois da estreia nas salas de cinema da América do norte, há três semanas, o filme está na primeira posição em receitas de bilheteira e acumulou já 532 milhões de dólares (441 milhões de euros).

No mundo, o derradeiro filme da saga – igualmente número um na Europa, de acordo com a Disney, que anunciou que a produção será estreada na China na próxima sexta-feira – acumula mais de mil milhões de dólares (8,3 milhões de euros) no total.

Avatar (2009) é o filme que ainda mantém o recorde de receitas de bilheteira mundiais, com 2,7 mil milhões de dólares (2,24 mil milhões de euros).

Na América do Norte, “A Guerra das Estrelas” ameaça o primeiro lugar das melhores estreias, em 2017, com “A Bela e o Monstro”, segundo a Disney.

O estúdio é o único a ultrapassar os 5 mil milhões (4,5 mil milhões de euros) de receita global, nos últimos três anos, segundo o sítio na internet especialista em cinema Deadline.com.

LUSA

EUA: declarado estado de desastre na Califórnia devido aos incêndios

“O Presidente Donald Trump declarou que há um grande desastre no estado da Califórnia e ordenou ao governo federal que preste assistência à região num esforço para recuperar as zonas afetadas pelos incêndios, que começaram a 4 de dezembro de 2017 e que ainda estão ativos”, indicou a Casa Branca em comunicado.

Perante a gravidade dos incêndios, agravados por ventos fortes, Donald Trump já havia declarado o estado de emergência na Califórnia em meados do mês passado com o objetivo de aliviar o sofrimento da povoação local e prestar assistência às autoridades estatais, locais e tribais.

De acordo com dados do Departamento Florestal e de Proteção Contra Incêndios da Califórnia, o incêndio batizado de “Thomas” superou o recorde do “Cedar”, fogo que, em outubro de 2003, queimou 110.579 hectares no condado de San Diego.

Esta classificação dos maiores fogos da Califórnia só tem em conta os incêndios registados a partir de 1932.

O incêndio “Thomas” destruiu ainda pelo menos 1.063 edifícios – contra 2.820 do “Cedar” em 2003 – e fez duas mortes, enquanto o “Cedar” causou 15 vítimas mortais.

2017 foi o pior ano em termos de incêndios florestais desde que há registos na Califórnia, devido sobretudo aos grandes fogos de outubro, que atingiram vários condados daquele estado e consumiram grande parte das famosas regiões vinícolas de Napa e Sonoma.

Estes incêndios custaram a vida a 44 pessoas e destruíram cerca de 8.900 edifícios, segundo o balanço final facultado pelas autoridades.

LUSA

EUA: Transexuais já podiam servir nas nas Forças Armadas

O Pentágono começou a processar os pedidos de transexuais para se alistarem nas Forças Armadas norte-americanas.

Trump tentou impedir a entrada em vigor do regulamento, mas uma ordem judicial forçou o Pentágono a começar a implementá-la como previsto.

“Tal como manda a ordem judicial, o Departamento de Defesa está preparado para começar a dar acesso ao serviço militar aos candidatos transgénero desde 01 de janeiro. Todos os candidatos devem cumprir os padrões de acesso”, afirmou hoje à Efe a porta-voz do Pentágono Heather Babb.

Em agosto do ano passado, numa tentativa de impedir a entrada em vigor da norma de Obama, Donald Trump ordenou ao Pentágono que proibisse o alistamento de transexuais e que acabasse com o serviço daqueles que já estivessem a servir no Exército.

O Presidente norte-americano justificou esta decisão com os “tremendos custos médicos e a perturbação que implicariam os transgéneros”, apesar do Pentágono ter calculado em 2016 que os gastos médicos resultantes da entrada de transexuais nas Forças Armadas seriam mínimos.

Vários grupos de defesa dos direitos dos transexuais e membros das Forças Armadas processaram a administração Trump, que enfrenta um total de quatro processos em tribunais norte-americanos.

Em outubro, a magistrada Colleen Kollar-Kotelly, do tribunal federal do distrito da Columbia, pronunciou-se a favor de um grupo de militares transexuais no ativo que denunciaram a proposta de Trump como discriminatória.

A Casa Branca recorreu da decisão, mas no passado dia 11 de dezembro a magistrada reafirmou o seu veredito, ao considerar que a Constituição está do lado dos queixosos.

A decisão da juíza só afeta a entrada em vigor do recrutamento de transexuais e não diz respeito à intenção de Trump de expulsar das Forças Armadas a quem já esteja nelas, que já está paralisada por outra sentença judicial.

No entanto, o Departamento de Justiça advertiu na sexta-feira que poderia recorrer da decisão da juíza Kollar-Kotelly assim que o Pentágono publique “nas próximas semanas” um estudo sobre o impacto que teria o recrutamento de transexuais no Exército.

De acordo com a cadeia de televisão ABC News, os preparativos para vetar os transexuais segundo a ordem de Trump estão em marcha no Pentágono, caso o litígio seja resolvido a seu favor, e o secretário da Defesa, James Mattis, deve entregar a Donald Trump um plano de implementação para 23 de março.

A vitória para quem defende os direitos dos transexuais é, por isso, agridoce e terá de esperar para comprovar se o recrutamento nas Forças Armadas se converte numa tendência permanente.

O Pentágono não disponibilizou hoje dados sobre quantas candidaturas de transexuais recebeu e espera tratar, mas a norma impulsionada por Obama estabelece que os aspirantes a recruta devem estar estáveis no seu género durante pelo menos 18 meses, sem transtornos clínicos, sociais ou ocupacionais significativos.

Além disso, devem ter um certificado médico que comprove que completaram todo o tratamento associado à sua transição de género e não terem complicações relacionadas com a ingestão de hormonas ou da cirurgia de mudança de sexo.

Em 2016, o número de transexuais que serviam nas Forças Armadas norte-americanas oscilava entre 1.300 e 6.600 de um total de 1,3 milhões, segundo um estudo encomendado pelo Pentágono.

Nova Iorque: Sobe para 12 o número de mortos em incêndio em prédio

O autarca democrata afirmou, numa declaração à imprensa no local do incêndio, que pelo menos quatro residentes do prédio com ferimentos graves estavam a lutar pelas suas vidas.

Informações preliminares davam conta de pelo menos seis mortos no incêndio que deflagrou pelas 19:00 de quinta-feira (00:00 de hoje em Lisboa), num prédio de cinco andares localizado perto do jardim zoológico do Bronx.

Antes, os bombeiros de Nova Iorque informaram que 15 pessoas tinham ficado gravemente feridas no incêndio.

O comissário dos bombeiros Daniel Nigro considerou o fogo “histórico na sua magnitude”, devido ao número de vidas perdidas.

Cerca de 170 bombeiros combateram as chamas, que deflagraram antes das 19:00, e resgataram residentes do edifício.

Um dos mais mortíferos recentes incêndios no Bronx remonta a 2007, quando um fogo provocado por um aquecedor causou a morte de nove crianças e de um adulto.

LUSA

Obama eleito pelos americanos como “homem mais admirado”

A sondagem anual indica que o democrata Obama (que cumpriu dois mandatos na Casa Branca, de janeiro de 2009 a janeiro de 2017) foi escolhido por 17% dos americanos, três pontos percentuais à frente do republicano Donald Trump, o atual mandatário. Ainda assim, Obama perdeu cinco pontos percentuais face a 2016, o seu último ano como inquilino da Casa Branca.

Num terceiro lugar distante ficou o papa Francisco, à frente do reverendo Billy Graham, o senador republicano e ex-candidato presidencial John McCain ou diretor-executivo da companhia de automóveis elétricos Tesla, Elon Musk.

No seu inquérito anual, a Gallup pergunta aos norte-americanos não só quem é o homem que mais admiram, como também quem é a mulher.

Na classificação das mulheres, a vencedora – pela 16.ª vez consecutiva – foi Hillary Clinton, candidata democrata às eleições presidenciais de novembro 2016, derrotada por Donald Trump. No total, Hillary Clinton já foi escolhida como a mulher mais admirada pelos norte-americanos em 22 ocasiões.

Este ano obteve o apoio de 9% dos inquiridos, a sua pontuação mais baixa desde 2002, e com uma vantagem de apenas dois pontos percentuais face à antiga primeira dama Michelle Obama.

Na lista das senhoras também figura a chanceler alemã, Angela Merkel, e a atual primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.

A sondagem da Gallup realiza-se desde 1946 – com exceção do ano de 1976. O inquérito deste ano resulta de 1.049 entrevistas telefónicas realizadas entre 4 e 11 de dezembro a norte-americanos maiores de idade.

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