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Antigo executivo do Facebook acusa a rede social de destruir a sociedade

“Há seis anos que o Chamath não está no Facebook. Quando o Chamath estava no Facebook nós estávamos focados em construir novas experiências de redes sociais e fazer crescer o Facebook em todo o mundo. O Facebook era uma empresa muito diferente na altura e, à medida que fomos crescendo, percebemos que as nossas responsabilidades também cresceram. Levamos o nosso papel muito a sério e estamos a trabalhar muito para evoluir.

Fizemos muito trabalho e investigação com especialistas externos e académicos para perceber os efeitos que o nosso serviço tem no bem-estar e estamos a usá-lo para informar [a equipa responsável pelo] desenvolvimento do produto. Também estamos a fazer mais investimentos significativos em pessoas, tecnologia e processos e – como disse o Mark Zuckerberg na última chamada com investidores – estamos dispostos a reduzir a nossa margem de lucro para garantir que os investimentos certos são feitos”.

Chamath Palihapitiya não foi o único ex-executivo do Facebook a criticar abertamente a rede social nos últimos tempos. Também Sean Parker, o conhecido primeiro presidente da empresa, acusou a rede social de explorar “vulnerabilidade na psicologia humana”.

Facebook imita (uma vez mais) Snapchat

O ‘streak’ incentiva-o a continuar a falar com os seus amigos, mostrando até um contador com os dias consecutivos que fala com eles.

Um representante do Facebook já confirmou ao Mashable que a funcionalidade se encontra a ser testada com um número limitado de utilizadores.

“Por exemplo, um relâmpago pode aparecer junto ao nome da pessoa com que tens trocado mensagens durante pelo menos três dias e um contador indicará há quantos dias seguidos estão a falar. Estamos interessados em saber se as pessoas gostam de ver esta informação mas de momento não temos qualquer informação adicional para partilhar”, pode ler-se no comunicado.

Gigantes tecnológicas acordam bloqueio aos conteúdos terroristas

Os representantes do Google, do Facebook e do Twitter, e os ministros do Interior (Administração Interna) dos países do G7 reuniram-se na quinta-feira e hoje em Ischia (ilha italiana ao largo de Nápoles) e tomaram a decisão de “aplicar em conjunto” um plano de ação que visa bloquear “os conteúdos de caráter terrorista”, declarou à imprensa o ministro italiano Marco Minniti.

“É a primeira vez” que os países do G7 e os representantes dos principais operadores de Internet e redes sociais se sentam juntos à mesma mesa, afirmou o ministro do Interior italiano, recordando que a Internet é “um importante meio de recrutamento, treino e radicalização de combatentes estrangeiros”.

Minniti lamentou que a organização terrorista Estado Islâmico (EI) circule na Internet “como um peixe na água”.

“É tarefa dos autores de conteúdos, dos governos e também da sociedade civil fazer com que a Internet seja novamente um vetor de paz”, declarou por seu lado o seu homólogo francês, Gérard Collomb.

“Temos de fazer mais”, sublinhou Elaine Duke, Secretária de Segurança Interna interina dos Estados Unidos, agradecendo às grandes redes sociais pela colaboração.

A queda de Raqa, um dos últimos redutos do EI na Síria, “é uma derrota militar muito dura, mas isso não significa que o grupo tenha deixado de existir”, alertou Minniti.

A reunião de hoje do G7 começou com uma troca de opiniões precisamente sobre a ameaça dos combatentes estrangeiros em fuga, após a queda de bastiões do EI na Síria e no Iraque.

“Abordámos em pormenor as atividades de prevenção e discutimos a forma de lutar contra o regresso dos combatentes estrangeiros” aos seus países de origem, explicou o ministro italiano.

“Decidimos recolher a informação em conjunto e partilhá-la”, completou.

Facebook multado em Espanha

“A agência declara a existência de duas infrações graves e uma muito grave por incumprimento da lei de proteção de dados e impõe ao Facebook uma multa total de 1,2 milhões de euros”, de acordo com um comunicado da instituição à imprensa.

Os dados sobre ideologia, sexo, crenças religiosas, gostos pessoais ou navegação são recolhidos diretamente, mediante a interação com os serviços ou desde páginas de terceiros sem que o usuário seja informado sobre a utilização e finalidade que o Facebook vai dar aos mesmos, segundo a AEPD.

A agência sublinha que a empresa norte-americana não obtém um consentimento “inequívoco, específico e informado” dos utilizadores para tratar os seus dados e que a informação que oferece não é adequada.

Por outro lado, esses dados pessoais também não são cancelados na sua totalidade quando deixam de ser úteis para o fim para que foram recolhidos, nem quando os usuários solicitam explicitamente a sua eliminação.

A AEPD também constatou que a rede social trata dados “especialmente protegidos” com fins publicitários sem ter obtido o consentimento expresso dos utilizadores, assim como é exigido pelas normas de proteção de dados.

A rede social Facebook tem a partir de agora dois meses para recorrer da multa.

Censura: ‘WhatsApp’ regista interrupções na China

Durante grande parte de terça-feira, o ‘WhatsApp’ esteve inacessível na China, a menos que os utilizadores recorressem a uma VPN (Virtual Proxy Network), mecanismo que permite aceder à Internet através de um servidor localizado fora do país.

Muitos dos utilizadores na China daquele serviço de mensagens instantâneas, que é detido pelo ‘Facebook’, são estrangeiros a residir no país, que têm assim uma alternativa ao ‘WeChat’, o serviço chinês mais utilizado no país, mas que está sujeito ao controlo e censura impostos pelas autoridades locais.

As interrupções no serviço do ‘WhatsApp’ surgem num período politicamente sensível para a China.

No outono, vai decorrer o congresso do Partido Comunista Chinês (PCC), o mais importante acontecimento da agenda política chinesa, que se realiza de cinco em cinco anos.

Na semana passada, o ativista chinês e prémio Nobel da Paz de 2010 Liu Xiaobo morreu enquanto cumpria uma pena de prisão de 11 anos por subversão contra o poder do Estado.

Um estudo divulgado esta semana pela Universidade de Toronto mostra como a censura chinesa conseguiu bloquear, em tempo real, imagens de homenagens a Liu, em conversas privadas no ‘Wechat’, ilustrando a sofisticação do sistema de reconhecimento de imagens do aparelho de censura do regime.

Na noite de terça-feira, já era possível enviar mensagens através do ‘WhatsApp’ na China, mas não partilhar imagens.

Um pesquisador chinês, conhecido pelo pseudónimo Charlie Smith, considerou que as autoridades optaram por bloquear todas as mensagens não escritas, precisamente porque não conseguiam fazer uma censura seletiva, como no ‘WeChat’, que pertence ao gigante chinês da Internet Tencent.

Como o conteúdo do ‘WhatsApp’ é encriptado, “eles optaram por fazer uma censura bruta de todas as mensagens não escritas”, afirmou Smith, citado pela agência Associated Press (AP).

“Não seria de surpreender que tudo no ‘WhatsApp’ fosse bloqueado, forçando os utilizadores na China a usar serviços não encriptados, censurados e monitorados, como o ‘WeChat'”, acrescentou.

Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês disse na terça-feira não ter qualquer informação sobre o que se passou com o ‘WhatsApp’.

Com 1,2 mil milhões de utilizadores, o ‘WhatsApp’ é um dos serviços de mensagens instantâneas mais usado no mundo.

É detido pelo ‘Facebook’, que está bloqueado na China desde 2009. A plataforma digital de distribuição de vídeos Youtube, a rede de mensagens instantâneas Twitter ou o motor de busca Google também estão bloqueados na China, com Pequim a argumentar que redes sociais a operar fora do seu controlo constituem uma ameaça para a segurança nacional.

As autoridades têm também prestado crescente atenção a aplicações que utilizam mensagens encriptadas.

Depois de Pequim ter lançado uma campanha contra ativistas e advogados dos Direitos Humanos no país, em 2015, o Diário do Povo, jornal oficial do PCC, apontou a aplicação ‘Telegram’ como a plataforma onde os advogados coordenavam as suas atividades.

Em tribunal, os advogados foram também forçados a confessar como usavam aplicações de mensagem encriptadas para comunicar livremente com colaboradores estrangeiros.

O ‘Telegram’ foi, entretanto, bloqueado no país, e muitos dissidentes chineses optam agora por utilizar o ‘WhatsApp’.

Vai processar o facebook por causa de uma fotografia com a Merkel

A foto de Anas Modamani com a chanceler, tirada em setembro de 2015 num centro de refugiados em Berlim, deu a volta ao mundo. As montagens, promovidas por grupos hostis ao Islão e aos refugiados, têm por objetivo acusar Merkel de colocar a Alemanha em perigo com a sua política migratória.

O jovem começou a ser associado aos ataques de Bruxelas, em março de 2016, ao ataque com um camião em Berlim, em dezembro passado, ou à tentativa de assassinato de um sem-abrigo em Berlim, na noite de Natal.

Cansado de ser insultado e perseguido por causa de um “selfie” com Angela Merkel, um refugiado sírio de 19 anos colocou o Facebook na justiça alemã para obrigar a plataforma a censurar as fotomontagens que o mostram como um “terrorista”.

O julgamento do caso começa nesta segunda-feira, em Wurtzburgo, no centro da Alemanha, onde a rede social já é pressionada pelo governo para que atue contra conteúdos racistas e é investigada em outro processo de “incitação ao ódio”.

O Facebook assegura que “suprimiu rapidamente o acesso ao conteúdo denunciado e que não vê necessidade de uma ação na justiça”, segundo um porta-voz.

Agora já pode manter a distância de alguém no Facebook sem ter de a bloquear

Manter um Feed de Publicações saudável no Facebook não é fácil, sobretudo porque nunca sabe quando um dos seus amigos vai de férias e é inundado a todos os momentos de paisagens paradisíacas enquanto ainda está no mesmo escritório de sempre. Felizmente não tem estar exposto a isto e nem precisa de bloquear o seu amigo (insensível).

Uma vez escolhida esta opção não confirme que deseja bloquear esse contacto, uma vez que existe uma opção logo acima integrada no texto intitulada ‘manter a distância’. Ao escolher esta área aparecerá uma pequena janela com três opções que poderá ajustar de acordo com a sua vontade. Tanto pode escolher deixar de ver publicações desse contacto como impedir que veja as suas. Está tudo sob seu controlo.

Facebook prepara censura das publicações na China

O Facebook retira conteúdos da sua rede em diversos países, cumprindo as leis locais. A notícia avançada pelo jornal norte-americano New York Times dá como exemplo o segundo semestre de 2015, no qual a rede social bloqueou cerca de 55 mil publicações em duas dezenas de países. Cumprir este tipo de pedidos das autoridades de cada país é uma prática comum à generalidade das tecnológicas.

A diferença é que a nova ferramenta possibilita que essa triagem seja feita a priori, isto é, antes de os posts serem publicados. O New York Times cita, sob anonimato, “três atuais e antigos funcionários” da empresa, que disseram que o projeto tem o aval de Mark Zuckerberg. O presidente executivo da empresa chegou mesmo a responder a uma questão sobre o assunto numa das sessões semanais de perguntas e respostas. “É melhor o Facebook fazer parte de quem possibilita o diálogo, ainda que não seja o diálogo todo”, terá dito.

A China tem uma população de 1400 milhões, um mercado tão volumoso que pode fazer disparar as taxas de crescimento mesmo de gigantes como o Facebook – que está fora do país desde 2009. Em 2010, o Google anunciou que deixaria de autocensurar os resultados do seu motor de pesquisa, passando a redireccionar os chineses para Hong Kong. Resultado: a empresa afundou a penetração na China de um terço das pesquisas para um valor residual.

O New York Times não conseguiu descobrir o ponto de partida do projecto, mas escreve que quem o está a supervisionar é Vaughan Smith, um dos vice-presidentes do Facebook, que fala algum mandarim. Tal como Mark Zuckerberg, que já usou essa capacidade linguística em encontros de alto nível, incluindo com o Presidente chinês, Xi Jinping.

No Facebook, a ferramenta está classificada como um projecto confidencial. Dentro da empresa, que tem alocado recursos ao seu desenvolvimento ao longo do último ano, os engenheiros têm acesso ao código deste novo instrumento – que não é a única ideia em cima da mesa para reabrir as portas do mercado chinês à rede social.

Grupo no facebook apela à Tesla para fixar nova fábrica em Portugal

“Bring Tesla Gigafactory to Portugal!”, criado no passado sábado no facebook soma já cerca de 20.000 membros, a par disto, está também a ser preparada uma conferência para o início de dezembro. Miguel Cunha, um dos administradores do grupo na rede social, justifica a urgência da conferência com o facto de que a Tesla escolherá brevemente o local da instalação da nova fábrica de baterias.

Portugal já fora apontado como um dos favoritos acolher a “Gigafactory” e o Governo português já demonstrou vontade em estreitar relações com a Tesla. Realizou-se, inclusive, uma reunião a 8 de setembro junto do secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, para falar sobre “supercarregadores, representação formal da marca e possíveis projetos de investigação e desenvolvimento tendo em conta a infraestrutura rodoviária”, segundo nota do Ministério do Ambiente divulgada na altura.
Sexta-feira, foi noticiado que o Ministério da Economia teria entrado em contacto com a marca norte-americana para negociar a instalação desta fábrica em Portugal, segundo o Jornal de Negócios e o jornal digital Eco.
Para já, o grupo criado no Facebook tem a ambição de mandar uma mensagem: “@elonmusk, 100.000 Portuguese are welcoming you to Portugal”.
Notícia atualizada a 23 de novembro às 17h50

Antiga colaboradora do Facebook revela que foi tratada “como lixo”

A colaboradora que pertencia à equipa Trending News frisou que “enquanto antiga escritora do Facebook Trending News e ser humano, o Facebook sempre teve uma resposta para o problema das notícias falsas: a nossa equipa. Trataram-nos como lixo porque éramos trabalhadores comuns, sem líderes e pensavam que éramos apenas precursores para um algoritmo”, lê-se nas publicações da ex-colaboradora. É ainda referido que o Facebook tratou dos despedimentos “sem graciosidade, sem aviso, sem preocupação”.

Tais revelações vêm prejudicar ainda mais o Facebook que tem sido alvo de críticas após ter ajudado a divulgar notícias falsas e que com elas tenham influenciado o resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos.

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