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Facebook multado em Espanha

“A agência declara a existência de duas infrações graves e uma muito grave por incumprimento da lei de proteção de dados e impõe ao Facebook uma multa total de 1,2 milhões de euros”, de acordo com um comunicado da instituição à imprensa.

Os dados sobre ideologia, sexo, crenças religiosas, gostos pessoais ou navegação são recolhidos diretamente, mediante a interação com os serviços ou desde páginas de terceiros sem que o usuário seja informado sobre a utilização e finalidade que o Facebook vai dar aos mesmos, segundo a AEPD.

A agência sublinha que a empresa norte-americana não obtém um consentimento “inequívoco, específico e informado” dos utilizadores para tratar os seus dados e que a informação que oferece não é adequada.

Por outro lado, esses dados pessoais também não são cancelados na sua totalidade quando deixam de ser úteis para o fim para que foram recolhidos, nem quando os usuários solicitam explicitamente a sua eliminação.

A AEPD também constatou que a rede social trata dados “especialmente protegidos” com fins publicitários sem ter obtido o consentimento expresso dos utilizadores, assim como é exigido pelas normas de proteção de dados.

A rede social Facebook tem a partir de agora dois meses para recorrer da multa.

Censura: ‘WhatsApp’ regista interrupções na China

Durante grande parte de terça-feira, o ‘WhatsApp’ esteve inacessível na China, a menos que os utilizadores recorressem a uma VPN (Virtual Proxy Network), mecanismo que permite aceder à Internet através de um servidor localizado fora do país.

Muitos dos utilizadores na China daquele serviço de mensagens instantâneas, que é detido pelo ‘Facebook’, são estrangeiros a residir no país, que têm assim uma alternativa ao ‘WeChat’, o serviço chinês mais utilizado no país, mas que está sujeito ao controlo e censura impostos pelas autoridades locais.

As interrupções no serviço do ‘WhatsApp’ surgem num período politicamente sensível para a China.

No outono, vai decorrer o congresso do Partido Comunista Chinês (PCC), o mais importante acontecimento da agenda política chinesa, que se realiza de cinco em cinco anos.

Na semana passada, o ativista chinês e prémio Nobel da Paz de 2010 Liu Xiaobo morreu enquanto cumpria uma pena de prisão de 11 anos por subversão contra o poder do Estado.

Um estudo divulgado esta semana pela Universidade de Toronto mostra como a censura chinesa conseguiu bloquear, em tempo real, imagens de homenagens a Liu, em conversas privadas no ‘Wechat’, ilustrando a sofisticação do sistema de reconhecimento de imagens do aparelho de censura do regime.

Na noite de terça-feira, já era possível enviar mensagens através do ‘WhatsApp’ na China, mas não partilhar imagens.

Um pesquisador chinês, conhecido pelo pseudónimo Charlie Smith, considerou que as autoridades optaram por bloquear todas as mensagens não escritas, precisamente porque não conseguiam fazer uma censura seletiva, como no ‘WeChat’, que pertence ao gigante chinês da Internet Tencent.

Como o conteúdo do ‘WhatsApp’ é encriptado, “eles optaram por fazer uma censura bruta de todas as mensagens não escritas”, afirmou Smith, citado pela agência Associated Press (AP).

“Não seria de surpreender que tudo no ‘WhatsApp’ fosse bloqueado, forçando os utilizadores na China a usar serviços não encriptados, censurados e monitorados, como o ‘WeChat'”, acrescentou.

Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês disse na terça-feira não ter qualquer informação sobre o que se passou com o ‘WhatsApp’.

Com 1,2 mil milhões de utilizadores, o ‘WhatsApp’ é um dos serviços de mensagens instantâneas mais usado no mundo.

É detido pelo ‘Facebook’, que está bloqueado na China desde 2009. A plataforma digital de distribuição de vídeos Youtube, a rede de mensagens instantâneas Twitter ou o motor de busca Google também estão bloqueados na China, com Pequim a argumentar que redes sociais a operar fora do seu controlo constituem uma ameaça para a segurança nacional.

As autoridades têm também prestado crescente atenção a aplicações que utilizam mensagens encriptadas.

Depois de Pequim ter lançado uma campanha contra ativistas e advogados dos Direitos Humanos no país, em 2015, o Diário do Povo, jornal oficial do PCC, apontou a aplicação ‘Telegram’ como a plataforma onde os advogados coordenavam as suas atividades.

Em tribunal, os advogados foram também forçados a confessar como usavam aplicações de mensagem encriptadas para comunicar livremente com colaboradores estrangeiros.

O ‘Telegram’ foi, entretanto, bloqueado no país, e muitos dissidentes chineses optam agora por utilizar o ‘WhatsApp’.

Vai processar o facebook por causa de uma fotografia com a Merkel

A foto de Anas Modamani com a chanceler, tirada em setembro de 2015 num centro de refugiados em Berlim, deu a volta ao mundo. As montagens, promovidas por grupos hostis ao Islão e aos refugiados, têm por objetivo acusar Merkel de colocar a Alemanha em perigo com a sua política migratória.

O jovem começou a ser associado aos ataques de Bruxelas, em março de 2016, ao ataque com um camião em Berlim, em dezembro passado, ou à tentativa de assassinato de um sem-abrigo em Berlim, na noite de Natal.

Cansado de ser insultado e perseguido por causa de um “selfie” com Angela Merkel, um refugiado sírio de 19 anos colocou o Facebook na justiça alemã para obrigar a plataforma a censurar as fotomontagens que o mostram como um “terrorista”.

O julgamento do caso começa nesta segunda-feira, em Wurtzburgo, no centro da Alemanha, onde a rede social já é pressionada pelo governo para que atue contra conteúdos racistas e é investigada em outro processo de “incitação ao ódio”.

O Facebook assegura que “suprimiu rapidamente o acesso ao conteúdo denunciado e que não vê necessidade de uma ação na justiça”, segundo um porta-voz.

Agora já pode manter a distância de alguém no Facebook sem ter de a bloquear

Manter um Feed de Publicações saudável no Facebook não é fácil, sobretudo porque nunca sabe quando um dos seus amigos vai de férias e é inundado a todos os momentos de paisagens paradisíacas enquanto ainda está no mesmo escritório de sempre. Felizmente não tem estar exposto a isto e nem precisa de bloquear o seu amigo (insensível).

Uma vez escolhida esta opção não confirme que deseja bloquear esse contacto, uma vez que existe uma opção logo acima integrada no texto intitulada ‘manter a distância’. Ao escolher esta área aparecerá uma pequena janela com três opções que poderá ajustar de acordo com a sua vontade. Tanto pode escolher deixar de ver publicações desse contacto como impedir que veja as suas. Está tudo sob seu controlo.

Facebook prepara censura das publicações na China

O Facebook retira conteúdos da sua rede em diversos países, cumprindo as leis locais. A notícia avançada pelo jornal norte-americano New York Times dá como exemplo o segundo semestre de 2015, no qual a rede social bloqueou cerca de 55 mil publicações em duas dezenas de países. Cumprir este tipo de pedidos das autoridades de cada país é uma prática comum à generalidade das tecnológicas.

A diferença é que a nova ferramenta possibilita que essa triagem seja feita a priori, isto é, antes de os posts serem publicados. O New York Times cita, sob anonimato, “três atuais e antigos funcionários” da empresa, que disseram que o projeto tem o aval de Mark Zuckerberg. O presidente executivo da empresa chegou mesmo a responder a uma questão sobre o assunto numa das sessões semanais de perguntas e respostas. “É melhor o Facebook fazer parte de quem possibilita o diálogo, ainda que não seja o diálogo todo”, terá dito.

A China tem uma população de 1400 milhões, um mercado tão volumoso que pode fazer disparar as taxas de crescimento mesmo de gigantes como o Facebook – que está fora do país desde 2009. Em 2010, o Google anunciou que deixaria de autocensurar os resultados do seu motor de pesquisa, passando a redireccionar os chineses para Hong Kong. Resultado: a empresa afundou a penetração na China de um terço das pesquisas para um valor residual.

O New York Times não conseguiu descobrir o ponto de partida do projecto, mas escreve que quem o está a supervisionar é Vaughan Smith, um dos vice-presidentes do Facebook, que fala algum mandarim. Tal como Mark Zuckerberg, que já usou essa capacidade linguística em encontros de alto nível, incluindo com o Presidente chinês, Xi Jinping.

No Facebook, a ferramenta está classificada como um projecto confidencial. Dentro da empresa, que tem alocado recursos ao seu desenvolvimento ao longo do último ano, os engenheiros têm acesso ao código deste novo instrumento – que não é a única ideia em cima da mesa para reabrir as portas do mercado chinês à rede social.

Grupo no facebook apela à Tesla para fixar nova fábrica em Portugal

“Bring Tesla Gigafactory to Portugal!”, criado no passado sábado no facebook soma já cerca de 20.000 membros, a par disto, está também a ser preparada uma conferência para o início de dezembro. Miguel Cunha, um dos administradores do grupo na rede social, justifica a urgência da conferência com o facto de que a Tesla escolherá brevemente o local da instalação da nova fábrica de baterias.

Portugal já fora apontado como um dos favoritos acolher a “Gigafactory” e o Governo português já demonstrou vontade em estreitar relações com a Tesla. Realizou-se, inclusive, uma reunião a 8 de setembro junto do secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, para falar sobre “supercarregadores, representação formal da marca e possíveis projetos de investigação e desenvolvimento tendo em conta a infraestrutura rodoviária”, segundo nota do Ministério do Ambiente divulgada na altura.
Sexta-feira, foi noticiado que o Ministério da Economia teria entrado em contacto com a marca norte-americana para negociar a instalação desta fábrica em Portugal, segundo o Jornal de Negócios e o jornal digital Eco.
Para já, o grupo criado no Facebook tem a ambição de mandar uma mensagem: “@elonmusk, 100.000 Portuguese are welcoming you to Portugal”.
Notícia atualizada a 23 de novembro às 17h50

Antiga colaboradora do Facebook revela que foi tratada “como lixo”

A colaboradora que pertencia à equipa Trending News frisou que “enquanto antiga escritora do Facebook Trending News e ser humano, o Facebook sempre teve uma resposta para o problema das notícias falsas: a nossa equipa. Trataram-nos como lixo porque éramos trabalhadores comuns, sem líderes e pensavam que éramos apenas precursores para um algoritmo”, lê-se nas publicações da ex-colaboradora. É ainda referido que o Facebook tratou dos despedimentos “sem graciosidade, sem aviso, sem preocupação”.

Tais revelações vêm prejudicar ainda mais o Facebook que tem sido alvo de críticas após ter ajudado a divulgar notícias falsas e que com elas tenham influenciado o resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos.

Mãe oferece (a brincar) filho de 14 anos e destaca as suas qualidades

Todos os pais concordam que, por vezes, os adolescentes podem ser um pouco difíceis de lidar e, tendo isso em mente, uma mãe decidiu vingar-se do filho ao ‘oferecê-lo’ num anúncio num site de classificados, o Gumtree.

Ella Brookbanks, de 30 anos, utilizou o Facebook para partilhar a publicação sobre o seu filho Bradley de 14 anos. “Adolescente de 14 anos – mas que pensa que tem 32 – e que passa bem por uma criança de quatro. Está livre para ir viver para outra casa porque, afinal, só queremos o melhor para ele”, começa por escrever.

E acrescentou: “É vendido apenas com uma muda de roupa simplesmente porque não concorda em vestir mais nada, além das suas jeans justas (…) As qualidades incluem bater com a porta, passar mais tempo a cuidar do cabelo do que da sua higiene e não ter energia para limpar o quarto mas para andar de skate”.

Não demorou até o post de Ella se tornar viral, visto que muitas pessoas se identificaram com o que esta mãe escreveu no post.

Facebook censura fotografia de guerra icónica por nudez

A 8 de junho de 1972, Nick Ut tirou a que viria a tornar-se uma das mais icónicas fotografias de sempre, à qual chamou “The Terror of War”.

Na imagem aparecia Phan Thị Kim Phúc, uma rapariga de 9 anos, que fugia a um ataque com napalm, completamente nua e a gritar. Passados 44 anos de a imagem ter sido difundida pela primeira vez pela Associated Press, o Facebook censurou a fotografia.

O Facebook decidiu apagar uma publicação do escritor norueguês Tom Egeland que continha a fotografia de Nick Ut. A publicação de Egeland era sobre sete fotografias que mudaram a história da guerra, uma lista que não pode ser compilada sem a presença da fotografia que marcou a guerra do Vietname.

Depois do incidente, a conta de Egeland na rede social foi suspensa, como explica o The Guardian.

Quando o jornal norueguês Aftenposten noticiou a suspensão do escritor, utilizou a mesma fotografia de Ut no artigo. A peça foi depois partilhada na página de Facebook do jornal e a rede social enviou uma mensagem a pedir à redação para que removesse ou pixelizasse a fotografia.

[A mensagem enviada pelo Facebook ao Aftenposten.]7c28467a-625c-4487-be16-a70f64e68247

A política de nudez do Facebook prevê que não são aceites “fotografias de pessoas que mostram os genitais ou que se foquem em nádegas completamente expostas”. No entanto, menos de 24 horas depois de ser enviado o e-mail, ainda antes que a publicação pudesse responder à multinacional, o artigo foi eliminado da página.

[A publicação do jornal norueguês que foi eliminada.]

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A resposta do editor do Aftenposten

Depois de o Facebook apagar a publicação do jornal norueguês, o diretor do jornal, Espen Egil Hansen, decidiu escrever uma carta aberta a Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, publicada em vídeo na página da rede social e que fez capa do jornal de maior circulação na Noruega.

Na carta, Hansen acusa o presidente da rede social, “o editor mais poderoso do mundo” de “abuso de poder”, expressando ainda a sua preocupação com as decisões do Facebook. “Eu estou chateado, desapontado – bem, até com um bocado de medo”, confessou o editor do Aftenposten na missiva.

Durante a carta são dirigidas várias críticas ao fundador da rede social, entre as quais a incapacidade de o Facebook distinguir entre pornografia infantil e fotografias de guerra famosas.

[Vídeo de Hansen dirigido a Zuckerberg, em norueguês, com legendas em inglês.]

Hansen relembra Zuckerberg que os meios de comunicação são essenciais para revelar os horrores do mundo. Muitas vezes os media“conseguiram uma mudança de atitudes que desempenhou um papel fundamental em terminar a guerra” mesmo que para isso tenham de ser incluídas imagens “que por vezes são desagradáveis, que as elites no poder e talvez os cidadãos comuns são incapazes de ver ou ouvir, mas que por isso mesmo são importantes”.

“Mark, por favor, tenta imaginar uma nova guerra onde as crianças vão ser vítimas de bombas ou gás. Irias, mais uma vez, intercetar os relatos de crueldades apenas porque uma pequena minoria pode, possivelmente, sentir-se ofendida pela imagem de crianças nuas, ou porque um pedófilo pode olhar para a fotografia como pornografia?”.

Hansen acusou ainda a rede social de estar a falhar com a sua missão de “fazer o mundo mais aberto e ligado” e que ao não distinguir entre fotografias documentais de guerra e pornografia infantil, está “a promover a estupidez”.

[A capa do Aftenposten desta sexta-feira.]

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Os videojogos melhoram as notas, o Facebook piora-as

Os adolescentes que usam o Facebook e outras redes sociais têm piores notas nas matemáticas, ciências e compreensão da leitura do que os que não o fazem. Por outro lado, os adolescentes que dedicam o mesmo tempo a jogos de computador ou de consola (não violentos) têm melhores notas do que os que não jogam. A conclusão foi retirada de um estudo feito junto de uma amostra de 12 mil alunos australianos de 15 anos, de 772 colégios diferentes, e foi publicada no jornal online de acesso livre International Journal of Communication.

“Nunca pensei que os videojogos ajudassem a melhorar as notas”, contou ao El Mundo Alberto Posso, o autor do estudo e professor do Instituto de Tecnologia de Melbourne, na Austrália. “Claro que depois de ler muita literatura sobre o tema os resultados começaram a fazer mais sentido. Está já bastante documentado que o uso destes jogos pode reforçar qualidades já existentes aprendidas na aula e ajudar os utilizadores a usar os números e a lógica como se estivessem a estudar mas sem darem conta.”

A investigação concluiu que os estudantes que usavam as redes sociais todos os dias conseguiam até menos 20 pontos nas matemáticas dos que não usavam. E quanto mais tempo passavam no Facebook, Instagram ou outra rede social pior era o resultado do exame. Mesmo os que frequentavam as redes sociais apenas uma ou duas vezes por mês conseguiam menos oito pontos do que os outros.

O investigador admite que muitos outros fatores influenciam o rendimento escolar, mas defende ser possível estabelecer “uma relação causal entre as atividades online e os resultados académicos” e sugere que os professores deveriam usar mais vezes videojogos nas aulas para melhorarem o rendimento dos alunos.

“Quando jogas e competes com outras pessoas obrigas-te a superar-te, a resolver os enigmas mais rápido para passar ao nível seguinte e isto implica que se ponham em prática habilidades e conhecimentos ouvidos na aula”, fundamenta Posso.

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