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Se uma pessoa não estiver no Facebook, não existe?

Um dos temas da semana foi o discurso de Melania Trump e o alegado plágio do discurso de Michelle Obama, de 2008. A situação levou a uma ‘teoria da conspiração’ em que os seus defensores acreditavam que Meredith McIver, que escreveu o discurso, não existia.

Tudo porque McIver não está no Facebook e tem uma fraca presença em redes sociais. Meredith McIver é uma ‘ghost writer’ e assumiu a responsabilidade pelas partes plagiadas do discurso em questão. A escritora é mais conhecida por ter escrito alguns livros de Donald Trump, mas não tem página no Facebook e apenas uma conta no Twitter que não é atualizada há bastante tempo.

Donald Trump já tinha ‘inventado’ um porta-voz e, como tal, havia muito ceticismo em torno de Meredith McIver. No entanto, esta semana, o New York Times detalhou o background de McIver, que tem 65 anos e, como muitas pessoas com 65 anos, não tem uma grande presença online. A situação faz pensar se uma pessoa não está no Facebook, se ela existe mesmo.

Facebook vai permitir posts em várias línguas

É certo e sabido que o Facebook é a rede social mais utilizada do mundo, com1650 milhões de utilizadores espalhados por todos os continentes, o quer dizer, inevitavelmente, que há um grande leque de línguas a ser usado diariamente. Partindo dessa certeza, a empresa lança, agora, um novo software que vai permitir aos utilizadores comunicar de forma mais global.

Trata-se de um novo programa apresentado na última sexta-feira, que traduz automaticamente as publicações feitas na rede para diferentes línguas, de acordo com as preferências definidas pelo utilizador. Assim que for feita a publicação, esta será visualizada pelos utilizadores nas línguas que estiverem definidas.

Para pôr em prática esta funcionalidade, o utilizador apenas tem que escrever o post e clicar num menu que apresenta 45 línguas diferentes, que incluuem desde francês ao filipino ou lituano. No entanto, para já, o software, que está a ser chamado de “compositor multilinguístico”, apenas está a ser testado entre um grupo pequeno de utilizadores. Além disso, a empresa já tem testado o programa em páginas de empresas e marcas, mas estende agora os testes à rede social em geral e diz que este já está a ser usado em cinco mil páginas.

O Facebook diz que “metade dos seus utilizadores falam outra língua que não o inglês” e, dessa forma, a nova ferramenta irá usar inteligência artificial para fazer um pré-preenchimento do campo de tradução quando o utilizar adicionar diferentes línguas a uma publicação. A partir daí, o software usará informação como a localização do utilizador, as preferências linguísticas e a língua mais frequente nas publicações da pessoa para determinar qual versão da mensagem deve mostrar.

A empresa refere que, normalmente, quando as pessoas querem chegar a uma audiência maior, escrevem a mesma mensagem em diferentes línguas na mesma publicação, o que quer dizer que os utilizadores têm que fazer scrollnuma publicação longa até encontrarem a língua que percebem. Com a nova funcionalidade, o autor da publicação pode editar as diferentes versões nas várias línguas simultaneamente.

Este é um passo importante para o Facebook, de acordo com a revista Wired, porque “quanto mais as pessoas publicarem na rede, mais tempo passam no site. Isso é precioso para os anunciantes, e o Facebook é pago por anúncios.”

Outros nomes gigantes da tecnologia já tomaram decisões com vista a ultrapassar barreiras de linguagem, como a Google, com a aplicação de Tradutor e a Microsoft, com o Tradutor do Skype.

Facebook quer menos páginas e mais amigos no feed de notícias

O Facebook vai voltar mudar de algoritmo. O anúncio foi feito esta quarta-feira e promete preocupar algumas páginas de marcas. A rede social de Mark Zuckerberg vai dar prioridade aos conteúdos partilhados pelos amigos de cada utilizador, em detrimento do conteúdo publicado por páginas de empresas e advinham-se consequências no tráfego dos sites externos que dependem das visualizações conquistadas no Facebook, escreve o vice-presidente da gestão de conteúdos do Facebook, Adam Mosseri.

Esta não é a primeira alteração no algoritmo do Facebook este ano. Em Abril, a empresa anunciou a intenção de alterar o algoritmo para que o feed de notícias “mostrasse o conteúdo que interessa” a cada utilizador, o que significa que a rede social teria de responder com a “quantidade certa de actualizações de amigos, figuras públicas, anúncios, empresas e organizações” às quais os utilizadores estão ligados. A empresa sublinhava então que esse balanço “é diferente para cada um, dependendo naquilo em que estão mais interessados em saber todos os dias”.

Agora o Facebook anunciou que irá mais longe. Segundo a empresa, a decisão assenta em pedidos recebidos pelos utilizadores que pedem mais “receitas da avó” ou “fotografias do sobrinho” e menos notícias sobre o “Brexit”, sobre o polémico novo vídeo do Kayne West – ou qualquer imagem da família Kardashian -, ou a última declaração polémica de Donald Trump.

A prioridade dada aos conteúdos partilhados pelos amigos aproxima-se do modelo original da rede de Zuckerberg. Joshua Benton, director do Harvard’s Nieman Journalism Lab, analisa a mudança e acredita que esta é uma forma de “manter os utilizadores fidelizados”. “Este é um sinal de que as publicações vão ter de contar mais com as receitas directas nos seus sites e menos nas receitas de publicidade”. Os gestores de redes sociais poderão agora concentrar-se em incentivar uma maior partilha dos seus conteúdos e menos na quantidade de conteúdos partilhados. A maneira como cada página vai ser afectada depende da forma como interage com os seguidores.

Nas mudanças anunciadas, o Facebook aponta uma mão cheia de mudanças: a primeira é a prioridade dada aos amigos e família. A segunda assenta na defesa da heterogeneidade de ideias, depois de ter assumido que interferia nos temas populares. A rede social irá ainda tentar verificar as publicações, para que elimine histórias falsas e aumentar as ferramentas para que cada utilizador esconda ou denuncie publicações. Por último, o Facebook reforça a intenção de continuar a aperfeiçoar o feed.

Em 2014 o Facebook foi alvo de críticas por ter sujeitado utilizadores a um experiência social, com base nas publicações que lhes expunha no feed de notícias, sem que estes fossem informados.

Maioria já utiliza as redes sociais como fonte de notícias

Cerca de 12% dos inquiridos afirmou que as redes sociais são a sua “fonte principal” de notícias, sendo que o Facebook “é de longe a mais importante rede para encontrar, ler/ver e partilhar notícias”, refere o estudo recentemente divulgado.

Por outro lado, o estudo indica que as redes sociais são “mais importantes para as mulheres” e para “os mais novos”.

Mais de um quarto dos inquiridos com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos afirmou que a rede social (28%) é sua fonte principal de notícias, ultrapassando pela primeira vez a televisão (24%).

“Para quem vê informação na rede social o local de origem da informação é cada vez mais irrelevante e isso é trágico para os meios tradicionais”, apontou Luís Santos, professor de jornalismo da Universidade do Minho.

Em termos de acesso à informação, os ‘smartphones’ (telemóveis inteligentes) foram o equipamento eleito por mais de metade (53%) da amostra, enquanto a utilização do computador está em queda e o crescimento do ‘tablet’ está a estagnar.

Outra das principais conclusões do Digital News Report é que, apesar das plataformas de media estarem a disponibilizar notícias de vídeo por razões comerciais, os consumidores ainda estão resistentes em aderir em massa a este formato.

Três quartos dos inquiridos (78%) disse preferir as notícias de texto, sendo que as razões apontadas por não utilizarem o vídeo deve-se ao facto de ser mais conveniente e rápido ler a informação (41%) e o incómodo da publicidade antes do visionamento do mesmo (35%).

Luís Santos sublinhou que o estudo demonstra que “os media sociais são cada vez mais uma fonte de informação chave para as pessoas” e que a evolução “ainda nem sequer estabilizou”.

O Facebook é a rede social preferida dos inquiridos (44%), que conta com uma amostra de pouco mais de 2.000 pessoas por cada país.

O Youtube é também uma rede chave (19%), enquanto o Twitter continua como uma importante rede social para notícias (10%), preferida por jornalistas e políticos, em particular.

Além disso, as redes sociais não são apenas importantes para descobrir notícias, mas também para encorajar a discussão e partilha das mesmas.

Cerca de um quarto dos novos utilizadores de Internet (24%) partilha notícias via rede social em média por semana e são pessoas que tendem a gostar de debater temas como política, negócios, tecnologia ou ambiente.

Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Espanha, Portugal, Irlanda, Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Suíça, Áustria, Hungria, República Checa, Polónia, Grécia, Turquia, Coreia do Sul, Japão, Austrália, Canadá e Brasil são os países analisados neste estudo.

“O ambiente de notícias de media em Portugal é caracterizado pela elevada confiança nas fontes de notícias de televisão, um setor de imprensa fraco e um setor de rádio que luta para se manter relevante”, conclui o estudo, na análise por países.

O relatório aponta ainda que Portugal assistiu a uma redução de 1.218 jornalistas entre 2007 e o início de 2015, para um total de 5.621.

Relativamente ao pagamento de notícias na Internet, o estudo aponta que este “continua baixo (9%)”, com um lento crescimento das subscrições digitais.

Facebook começa a ‘seguir’ quem não é utilizadores

O Facebook vai começar a mostrar anúncios aos seus utilizadores que não são membros da rede social numa tentativa de expandir a sua presença na rede de anúncios online.

Noticia o Wall Street Journal, depois do anúncio da empresa no seu blog, que o Facebook vai usar cookies, botões de ‘like’ e outros plugins embebidos para seguir os membros e não membros da plataforma.

Deste modo, diz a empresa, a rede social vai conseguir fazer perfis dos não utilizadores do Facebook e dar os anúncios relevantes a estes utilizadores.

 

Demasiado gorda para o Facebook?

Esta história começou a correr a web como um rastilho. É fácil perceber que tenha causado indignação quando se leem as justificações enviadas por email pela equipa de controlo de imagens de Zuckerberg. Mas é preciso ir mais longe e desconstruir alguma mensagens verdadeiramente erradas que podem estar a ser passadas no meio de tudo isto.

Comecemos pela mensagem do Facebook. “A imagem retrata um corpo ou uma parte de um corpo de forma indesejável”. Ok, meus senhores, é altamente infeliz dizerem que uma mulher gorda de biquíni é algo indesejável. Tal como especificar coisas como “refegos” e “celulite” enquanto imagens a evitar. Quer acreditem, quer não, fazem parte das vidas de uma elevadíssima percentagem da população mundial e ninguém se deveria sentir constrangido na sua imagem corporal por as ter. Não é certamente essa a mensagem mais certeira a passar: além insultuosa para literalmente meio mundo, é simplesmente discriminatória.

A associação Cherchez La Femme tornou pública a resposta do Facebook, que poucas horas depois emitiu um pedido de desculpa pela confusão, deixando claro que a equipa responsável tem de processar milhões de imagens por dia e que de vez em quando há lapsos. Claro que é irónico que no meio de tantas imagens de cariz sexual explícito, de cariz violento ou de incitação à xenofobia a circularem no Facebook, tenha sido a de uma mulher gorda – a ilustrar um evento sobre peso e aceitação da imagem corporal – a ser censurada. Será que o mesmo aconteceria, por exemplo, com aquelas fotos recorrentes de homens com barrigas inchadas, de fora das calças, a caírem de bêbados? Muito provavelmente não (mas isto sou só eu assumidamente a especular).

Uma coisa é a beleza, outra coisa é a saúde

Seja como for, há um ponto em que o Facebook até podia ter razão no meio disto tudo: a saúde. Uma coisa é usar a imagem de Tess Holliday num evento sobre aceitação corporal, peso e beleza – e é por isso que a rede social ficou sem justificação – outra coisa é usá-la como exemplo a seguir em termos de saúde. É simplesmente ridículo apregoar que a obesidade não tem um impacto negativo nas nossas vidas, como tem sido feito em resposta a esta situação. Por mais que uma boa percentagem da população mundial sofra de obesidade, não há nada que a possa tornar aceitável quando falamos de saúde.

Ser feminista não é defender um estado físico possivelmente debilitante para a saúde. Não é – nem deveria ser – essa a essência da mensagem da aceitação corporal. Uma coisa é percebermos que a beleza não se mede com fitas métricas em torno da cintura e que nem tudo se resumo aos tais 90-60-90 das passarelas. Caramba, seria tão redutor para todos nós. É realmente essencial contornar estes supostos ideais de beleza que nos são vendidos há décadas como verdades absolutas e que tornam tão infelizes pessoas de todo o mundo. Encarar a beleza com mais consciência em vez de embarcar nesta forma de escravatura é urgente (se acham que não, olhem para os dados mundiais dos distúrbios alimentares em adolescentes).

Agora não me venham dizer que uma pessoa obesa – homens e mulheres – é saudável. Bonita e sensual? Claro que sim! Agora ‘saudável’ é uma palavra perigosa quando falamos de obesidade – que, já agora, é uma doença crónica e deve ser tratada como tal – ou excesso de peso. Para termos uma noção mais concreta, basta pensarmos que o risco de doença coronária duplica ou triplica em pessoas com peso a mais. Tal como aumenta a probabilidade de desenvolver doenças gastrintestinais, articulares, perturbações respiratórias e até alguns tipos de cancros. Lamento, não há de positivo nisto. Nem muito menos de feminista, só mesmo de inconsciente.

O Facebook ajuda-o a tornar a sua vida num ‘reality show’

Ainda uma novidade ainda para ser utilizada pela maioria dos utilizadores do Facebook, os Live Videos já são um sucesso, uma funcionalidade que mereceu agora uma atenção acrescida da parte da rede social, que decidiu eliminar o limite de tempo na duração das transmissões.

Como refere o The Next Web, até agora os Live Videos tinham uma duração máxima de 90 minutos, ficando depois gravados para quem não tenha tido oportunidade de os ver. Com uma duração indefinida poderá transmitir todo o seu dia se assim o desejar, tendo apenas de se preocupar com a bateria do dispositivo.

Mesmo que útil, esta capacidade retira a possibilidade do vídeo ficar armazenado e visível posteriormente para os seguidores, pelo que terão propósitos completamente diferentes.

Facebook revela planos para os próximos dez anos

Conhecido sobretudo pela rede social neste momento pode dizer-se que o Facebook é mais do que isso, sendo ainda dono do Instagram, Messenger e WhatsApp. Se até aqui Mark Zuckerberg tentou diferenciar-se das restantes empresas tecnológicas então os próximos dez anos prometem não ser diferentes.

Além de todas as novidades que anunciou na conferência f8, o CEO do Facebook desvendou ainda os seus planos para os próximos dez anos da empresa, manifestando o seu interesse em apostar em áreas de tecnologia como a realidade virtual em aumentada. Se na primeira o Facebook já começou a trilhar caminho com o Oculus Rift e câmaras capazes de filmar em 360º a rede social ainda tem caminho a percorrer no que toca à segunda se quer apanhar a Microsoft e o seu HoloLens.

Porém não será só aqui que o Facebook continuará a apostar. Zuckerberg referiu ainda iniciativas no que diz respeito a inteligência artificial, drones, lasers e até satélites.

 

Facebook em alerta depois de ataques terroristas na Bélgica

O Facebook voltou a ativar o seu Centro de Segurança depois dos ataques terroristas que ocorreram esta manhã em Bruxelas.

O Centro de Segurança da rede social é ativado automaticamente para todos os utilizadores, que ficam a saber se os seus amigos no Facebook residentes na área afetada estão a salvo através de notificações em tempo real

Inicialmente utilizado apenas em desastres naturais como tsunamis e terremotos, o Centro de Segurança do Facebook foi alargado a ataques terroristas depois dos atentados de Paris em novembro do ano passado.

 

Microsoft foi rainha das aquisições tecnológicas no ano passado

Nem Facebook, nem Alphabet, nem Apple, nem Yahoo: o setor tecnológico tem uma nova rainha das aquisições. A Microsoft assumiu a liderança do ranking de compras de empresas, assumindo um lugar de destaque que estava reservado a outros gigantes do setor nos últimos anos.

Segundo a consultora CB Insights, a empresa fundada por Bill Gates registou uma ‘explosão’ de compras com 18 aquisições entre janeiro e dezembro do ano passado, mais do que as 16 da segunda classificada da lista, a Alphabet. A Apple surgiu em terceiro lugar com 11 negócios concluídos, enquanto a Yahoo deu sinais da fraqueza recente e acertou apenas uma aquisição, depois das 48 compras de empresas em 2013 e 2014.

Entre as compras da Microsoft em 2015 destacam-se as decisões tomadas pela presidente executiva Satya Nadella de pagar quase 2.300 milhões de euros pela empresa criado do videojogo Minecraft, a Mojang e a aquisição da Acompli, aplicação de e-mail que acabou por tornar-se no novo Outlook para Android e iPhone.

O maior negócio do ano, no entanto, foi feito pela Alphabet, que pagou 20.000 milhões de euros pela aplicação de mensagens gratuitas WhatsApp.

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