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K-Way – Cape Union Mart: Inteligente e Sustentável

Além de ser líder do mercado local de vestuário de desporto para o ar livre, a empresa possui um número impressionante de novos lançamentos e novidades, incluindo ser o primeiro fabricante certificado Gore-Tex com costuras seladas a quente e também para a tecnologia Sew Free®.

A Confeção, o conhecimento dos processos técnicos para a roupa funcional, como o processo de costura impermeável até 10.000 mm de coluna de água, têm sido comparados com uma escritura à mão. Isto reflete-se numa silhueta bastante estreita, atualmente bastante simples, renunciando aos remendos da & Co. K-Way. Típicos são os intervalos de cores individuais com acentos inteligentes. Down ainda é importante no K-Way e, por isso as alternativas ao uso questionável da plumagem inferior de gansos e patos são avaliadas com rigor.

São produzidas cerca de 500 mil peças de vestuário todos os anos. As gamas de preços de retalho variam entre os 300 ZAR (20 €) e os 5 000 ZAR (350 €), por exemplo, para produtos do Programa de Expedição Antártica K-Way.

As vendas são feitas exclusivamente através do canal comercial da empresa sob a alçada do Cape Union Mart Group. Estas incluem Old Khaki, Poetry, Tread + Miller, Keedo e as lojas emblemáticas projetadas especificamente para toda a área ao ar livre do Cape Union Mart, que também possui sucursais na Namíbia e no Botswana, com um total de cinco cadeias de retalho. O vestuário K-Way, também com equipamentos de marca, representa a marca de retalho mais vendida do grupo, com um total de 250 lojas.

Rumando a uma nova direção

O espírito de inovação é provavelmente a expressão mais poderosa para caracterizar o estado atual da empresa que foi fundada em 1981 por Philip Krawitz: na terceira geração da família, o fundador adaptou a mudança das raízes para roupas personalizadas, em seguida, a produção de uniformes e casacos para medidas individuais e especializadas em roupas impermeáveis para polícia e segurança.

Uma nova era também foi inquestionavelmente iniciada em 2004, quando o empresário Philip Krawitz trouxe um espírito de administração livre a bordo: “O objetivo era aumentar a nossa produtividade mas também as vendas e a rentabilidade”, explica assim o diretor executivo a estratégia a seguir. Foi o nome Bobby Fairlamb que surgiu. “Tem cerca de três a quatro meses para nos acompanhar”, lembra. – Envolvimento no CCTC interativo e, acima de tudo, o Cape Clothing and Textile Cluster com cerca de 50 empresas membros e uma pesquisa na produção automotiva, para estudar estruturas alternativas de fabrico e organização de processos, o homem de ação inteligente conseguiu o objetivo logo nos primeiros dias.

E atualmente? Ao seguir uma abordagem sistemática enxuta no “time-to-market” na K-Way Manufactures, obteve-se uma redução drástica do processo e tudo isto através de uma melhoria contínua. Tornando assim a operação muito eficiente, apenas com passos de valor acrescentado do início ao fim – Mesmo que o protagonista Fairlamb tenha prevenido ao começar a digressão pela fábrica («Vai ver tudo muito mal, mas asseguro-lhe que antes era bem pior.”), Foram alcançados resultados surpreendentes relacionados coma filosofia ‘Lean’:

-Desenvolvimento de produto mais rápido através de reuniões de estilo de pré-produção onde todos os interessados se juntam para o início da produção.

-Maiores níveis de rotação de stock para outros stocks significativos em tecidos e guarnições de alto desempenho até dois meses e meio até o final de 2017.

-Maior eficiência e maior rendimento com um prazo de quatro semanas a partir do pedido ao serviço de vendas, o que é relevante para 65% da produção total durante a nossa visita.

-Melhor desempenho de prazos de entrega – também, mas não apenas através do monitoramento regular do desempenho do fornecedor.

Processo totalmente integrado com a Gerber

Para descrever a parceria de longa data com o seu fornecedor de soluções automáticas, Bobby Fairlamb, usa uma metáfora: “A Gerber Technology é grande parte do tecido do nosso negócio”. Isto relativamente ao corte de uma grande variedade de tecido de PTFE para materiais revestidos ou laminados nas duas máquinas de corte GTxL, ou no mais recente sistema de corte automático, Paragon® , a K-Way começou a usar o sistema de desenho de moldes, graduação e estudo de marcadas do líder de marketing  com uma rede mundial de vendas e serviços de assistência técnica em meados dos anos 90, apoiado localmente pelo parceiro de longo prazo da Gerber  – a Intamarket. Hoje, o fabricante utiliza toda a gama de software integrado da Gerber também para classificação e encaixe automático de marcadas com o Software AccuNest, assim como soluções de hardware. “Estas tecnologias permitem que a K-Way maximize a qualidade e a rentabilidade, garanta a consistência e obtenha os produtos no mercado da forma mais rápida e inteligente”, resume Bobby. Para além disso, existe uma permanente comunicação com os especialistas da Gerber para beneficiar das últimas tecnologias conforme as demandas das organizações.

“A sustentabilidade compensa”

Em agosto de 2017 a empresa privada instalou uma fábrica de energia solar numa tentativa de reduzir a sua pegada ecológica. Tal investimento servia um propósito: converter a energia solar em eletricidade direta, com esta ajuda seriam economizadas cerca de 136 toneladas de emissões de carbono – algo equivalente a 35 toneladas de resíduos, a poluição de 23 carros num período de um ano ou o uso de 285 barris de petróleo anualmente. Atualmente, a K-Way embarcou num processo para alimentar o excesso de energia para a rede City of Cape Town da eletricidade gerada aos fins-de-semana.

A K-Way instalou ainda uma iluminação de baixo consumo de energia em toda a fábrica e comprou máquinas com um consumo reduzido de energia. Um sistema de furos também foi instalado para alimentar as áreas de ablução de alta utilização da fábrica, o que economizará 1,5 milhão de litros de água municipal por ano. Estas iniciativas complementam o modelo de fabrico enxuta da K-Way, através do qual se esforçam continuamente para melhorar a organização como um todo. Pelos seus esforços a empresa recebeu recentemente outro reconhecimento – o Prémio de Melhoria de Desempenho LEAN do Departamento de Comércio e Indústria da África do Sul e o Cape Clothing and Textile Cluster.

As pessoas estão antes do lucro

A K-Way tem cerca de 245 funcionários na produção, cerca de 150 pessoas adicionais que estão empregadas num total de seis operações contratadas. A formação contínua de operadores em corte e costura, colegas de trabalho em todos os departamentos de produção, bem como em gestão, são parte integrante da estratégia corporativa. A coesão e a motivação dentro da força de trabalho também é promovida através de reuniões e eventos regulares da empresa. Philip Krawitz: “Se colocar as pessoas antes do lucro, as pessoas vão recompensá-lo.”

Maquitex de regresso à Exponor

Yvonne Heinen e Francisco Aguiar

Depois de longos anos de sufoco, a indústria têxtil encara hoje números bem mais animadores. De janeiro a agosto do presente ano, as exportações do têxtil e vestuário aumentaram 3,5%, relativamente ao período homólogo de 2014, alcançando os 3,25 milhões de euros. Face a 2013, as exportações cresceram quase 8%, ultrapassando os 4,6 mil milhões de euros. Para a Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal (ATP) este crescimento só agora começou, prevendo-se que as exportações atinjam os 5 mil milhões de euros até ao final da década. Estamos a falar de um setor que emprega atualmente 120 mil trabalhadores, dispersos por cerca de cinco mil empresas que se reinventaram em tempos de dificuldades, deram a volta à crise, apostaram na modernização do seu parque industrial, apostaram na tecnologia e inovação e perante o convite do Grupo OFFE para marcarem presença no renascimento daquela que já foi e continua a ser uma das feiras de maior referência do setor no universo da Península Ibérica disseram prontamente “sim”! Foi o caso da Gerber Technology, uma multinacional que tem ajudado empresas de todo o mundo a desenvolverem, fabricarem e levarem os seus produtos ao mercado de uma forma mais inteligente, eficaz e rápida.

Da necessidade de ouvirem permanentemente as solicitações dos seus clientes e parceiros, nasce a importância de marcarem presença em eventos como a Maquitex, que apesar de ter uma escala mais local, assume-se como uma opção estratégica para a empresa, tal como explicou em conversa com a Revista Pontos de Vista, Yvonne Heinen, Responsável de Marketing da Gerber para a região EMEA (Europa, Médio Oriente e África). “A Maquitex desapareceu por onze anos e revitalizou-se para uma nova edição. Quando a Gerber foi contactada pela organização, ficamos muito satisfeitos porque acreditamos que esta indústria está a recuperar e continua a ser necessário que exista uma plataforma onde todos os agentes possam estar reunidos para ouvir os clientes, as suas necessidades, dando a conhecer o que cada um pode oferecer. Por isso, o momento para recuperar a Maquitex não poderia ser o mais oportuno”, explicou. Assumindo ser um evento de elevada relevância para o setor a nível nacional, Yvonne Heinen olha para esta feira como estratégica para as atividades da Gerber e para, mais uma vez, a marca se comunicar com o seu mercado.

Num momento em que Portugal se tornou mais competitivo aos olhos externos, não só pelos custos de produção mas também pelo mais alto nível de qualidade que imprime no seu desempenho nesta área, a responsável acredita que a Maquitex chegou no momento certo. MaquitexQuanto à sua ausência durante 11 anos, Yvonne Heinen não acredita que o desaparecimento tenha sido muito sentido uma vez que o setor se encontrava “adormecido”. “Estes eventos são importantes para comunicar com os clientes mas implicam também um forte investimento por parte das empresas e ao longo dos últimos anos não houve grande potencial de investimento”, ressalvou, acrescentando: “não esperamos vender diretamente na feira mas temos expectativas de retorno”.

“Optimize-se”. Esta é a mensagem central que a Gerber quer comunicar. No final desta 16ª edição da Maquitex, Yvonne Heinen deixou um apelo especial aos parceiros e clientes desta multinacional: “fique ainda melhor connosco. Muitos dos nossos clientes já são muito bons mas têm sempre potencial para serem ainda melhores. Se assim quiserem, juntem-se à Gerber e terão mais produtividade e uma capacidade mais rápida de responder ao mercado. Nós estamos aqui para ajuda-lo a ser melhor, seja qual for o desafio que nos coloque”.

A reafirmação de uma feira de referência

Além da Gerber Technology, pelo Pavilhão 6 da Exponor estiveram cerca de 50 expositores, entre os quais os principais fabricantes e distribuidores de equipamentos para a fileira têxtil a operar em Portugal, que apresentaram as soluções técnicas mais recentes de cerca de duas centenas de marcas. Organizada pelo Grupo Offe, em parceria com a Exponor, recuperar a Maquitex não foi mero fruto do acaso. Houve um intenso trabalho de preparação que durou largos meses e que foram resuPedro Mendonça da Silvamidos por Pedro Mendonça da Silva, do Departamento Comercial do Grupo Offe: “ao longo do tempo fomos recebendo alguns convites por parte de empresas que manifestaram interesse no relançamento da Maquitex. Falamos com diversas entidades do setor para perceber a visão delas, as suas necessidades, os objetivos que queriam ver concretizados e fomos anotando essas sugestões. E hoje aqui estamos na 16ª edição de uma das feiras mais antigas da Exponor”. Este foi “mais um evento que funciona”, com a assinatura de uma empresa vocacionada para a organização de eventos e feiras e que há muito tempo tinha esta ambição de fazer renascer a Maquitex. “Dentro do segmento das feiras profissionais, a Maquitex é a primeira feira que estamos a organizar e queremos continuar a apostar neste formato”, afirmou Pedro Silva.
Num setor que vive melhores momentos, mais um passo firme foi dado. 5, 6 e 7 de novembro foram, assim, três dias enriquecedores ao longo dos quais foi possível conhecer o que de melhor existe no mercado ao nível de máquinas, tecnologias e acessórios.

Informações sobre a Maquitex
Setores em exposição:
– Máquinas e equipamentos; corte; estendimento; acabamento; bordados; costura; transporte; acessórios para máquinas de costura e outras máquinas para a indústria do vestuário; máquinas auxiliares e dispositivos para acabamento; máquinas de costura e outras máquinas para a indústria do vestuário; máquinas de estampar para têxteis; tecnologias de produção; agulhas, fios e etiquetas; impressão e estamparia; packaging; CAD CAM; Software; Componentes e acessórios; matéria-prima; serviços.

Perfil do visitante:
– Empresários; Diretores; Designers; Técnicos especializados; engenheiros de produção.

Estreia da MAQUISHOES

Paralelamente realizou-se a primeira edição da MaquiShoes – Feira de Máquinas, Tecnologia e Acessórios para a Indústria do Calçado. Trata-se da única feira profissional dedicada a equipamento e maquinaria para o setor do calçado, uma das indústrias nacionais que tem vivenciado um substancial crescimento ao longo dos últimos anos. Estiveram presentes 20 expositores e um total de 50 marcas representadas.

O que é o GERBERcutter® Z1?

Trata-se de um “sistema de corte automatizado controlado por computador, sendo a solução ideal para corte de umam folha ou poucas folhas de uma vasta gama de materiais, como compósitos, mobiliário e têxteis técnicos complexos”.
É um sistema adequado para “maximizar a sua produtividade e rentabilidade, reduzir o trabalho em curso, reduzir os tempos de preparação e assegurar que as peças são cortadas com precisão”.

Quem é a Gerber Technology?

É uma multinacional que disponibiliza soluções integradas de hardware e software a mais de 25 mil clientes em 130 países, entre os quais estão mais de cem incluídos na lista Fortune 500, nos setores moda e vestuário, aeroespacial, construção, embalagem, energia eólica, estofos, interiores de meios de transporte e têxteis técnicos.

“A edição de 2015 da Maquitex, que vai na sua 16ª edição, resulta de uma parceria com a empresa Offe – Organização Funcional de Feiras e Eventos e teve, depois de um interregno de mais de uma década, uma adesão extremamente positiva, com as principais marcas e empresas do setor a marcar presença, o que prenuncia um crescimento sustentado de uma feira de um setor importante para a economia nacional”. (Promotores da Maquitex)

“A realização simultânea e no mesmo espaço da MaquiShoes visa reforçar as sinergias existentes decorrentes do facto de muitas empresas serem fornecedoras da indústria têxtil e do calçado, permitindo igualmente por esta via aos visitantes profissionais uma melhor gestão do tempo”. (Exponor)

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