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Greve dos tripulantes da Ryanair será entre 25 e 26 de julho

© Getty Images

decisão foi tomada numa reunião, em Bruxelas, entre vários sindicatos europeus para exigirem que a companhia de baixo custo aplique as leis nacionais e não a irlandesa.

Greve: Centros e hospitais da região Centro com “grandes perturbações”

“Em todos os locais, sentem-se grandes perturbações, quer nos centros de saúde, quer nos hospitais” da região Centro, disse à agência Lusa o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas (STFP) do Centro, José Dias.

Segundo o dirigente sindical, durante o turno da noite, apenas foram cumpridos os serviços mínimos nas principais unidades hospitalares da região Centro, seja em Coimbra, Figueira da Foz, Leiria, Aveiro, Viseu ou Guarda.

Depois de uma adesão “praticamente total” durante a noite, nos turnos da manhã sentem-se perturbações muito elevadas nos diferentes hospitais, nomeadamente nas “cirurgias programadas, urgências e internamentos”.

Já nas consultas externas, regista-se também uma grande adesão, com várias consultas a não funcionarem, acrescentou.

“A adesão é transversal e enorme porque os trabalhadores estão cansados. A falta de pessoal é imensa”, sublinhou José Dias.

Segundo o coordenador do STFP do Centro, para além do excesso de trabalho, há também várias reivindicações, relacionadas com a carreira, condições salariais e regularização dos trabalhadores precários.

Maria Alfreda Dias, de Seia, estava a caminho do Centro Hospital e Universitário de Coimbra (CHUC), quando soube, pela rádio, que hoje havia greve dos trabalhadores no setor público da saúde.

Acompanhava o marido numa consulta, que acabou por se realizar. “Como é doente oncológico, tem prioridade”, explicou. No entanto, refere, o caso é “excecional”.

“As coisas não estão a funcionar” e a maioria das pessoas não estar a ser atendida, notou, apesar de sublinhar que o ambiente está calmo.

Já Pedro Reis, da Batalha, apenas soube da greve quando confrontado pela agência Lusa. Levou o filho a uma consulta de oftalmologia no CHUC e ficou à espera que a greve não afetasse a marcação.

Outra utente, que não quis ser identificada, saía em passo apressado do hospital, tendo apenas referido que estava “tudo normal, tudo a funcionar”.

Os trabalhadores reivindicam a aplicação do horário de trabalho de 35 horas semanais, progressão de carreira, dignificação das carreiras da área da saúde, reforço de recursos humanos, pagamento de horas de trabalho extraordinário, e a aplicação do subsistema de saúde ADSE (para funcionários públicos) a todos os trabalhadores.

No pré-aviso de greve estão abrangidos os trabalhadores, exceto médicos e enfermeiros, que trabalham nos serviços tutelados pelo Ministério da Saúde, como os hospitais, que “sentem forte indignação pela degradação crescente das suas condições de trabalho”.

LUSA

Adesão de 90% em dia de greve de técnicos de diagnóstico e terapêutica

© Lusa

De acordo com o secretário-geral do SINTAP, José Abraão, a adesão no segundo dia de greve “está a ser superior” à do primeiro dia, rondando em termos nacionais os 90%, enquanto na quinta-feira esteve entre os 80 e os 90%.

“Houve colegas que na quinta-feira não fizeram greve e que hoje, sobretudo depois da grande manifestação [de quinta-feira], ficaram mais convencidos a aderir”, considerou José Abraão.

O dirigente sindical notou ainda como um “sinal positivo” do Governo a convocatória recebida pelos sindicatos para uma reunião negocial no Ministério da Saúde na próxima segunda-feira.

Os técnicos de diagnóstico e terapêutica iniciaram na quinta-feira às 00:00 dois dias de greve nacional, que termina hoje às 24:00, por falta de acordo com o Governo sobre matérias relativas às tabelas salariais, transições para nova carreira e sistema de avaliação.

LUSA

Trabalhadores da ‘Carnes Nobre’ em greve

Rui Matias, do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB), disse à Lusa que os cinco dias de paralisação, entre as 13:00 e as 18:00, apanhando os turnos da manhã e da tarde, acontecem porque não houve evolução satisfatória quanto às reivindicações dos trabalhadores, que já haviam motivado um protesto no passado dia 08 de março.

Uma das reivindicações, “negociável”, passa pela manutenção do diferencial de cerca de 50 euros acima do valor do salário mínimo, que o sindicalista disse não estar a ser respeitado desde que entrou em vigor o salário de 580 euros no início do ano.

Rui Matias referiu ainda “discrepâncias” salariais entre homens e mulheres, realçando que estas, na sua maioria mães, constituem o grosso da mão de obra na unidade de Rio Maior do Grupo Campo Frio (cerca de 500 num universo de “600 a 700” trabalhadores).

Segundo o responsável do SINTAB, a maioria da centena de trabalhadores que hoje paralisaram e se concentraram em frente à Nobre Alimentação, no final do turno da manhã, são mulheres.

“Não tenho dúvidas de que a adesão será muito grande”, disse Rui Matias, adiantando que o protesto culminará na sexta-feira à tarde numa ação que contará com a presença do secretário-geral da CGTP-IN, Arménio Carlos.

Além da reivindicação de “melhores salários”, o sindicato reclama “o cumprimento da lei no que diz respeito aos horários de trabalho e atribuição de horas de amamentação a trabalhadoras lactantes”, bem como “a redução dos vínculos de trabalho precários”.

A Associação Portuguesa dos Industriais de Carnes (APIC), de que a Nobre Alimentação é associada, declarou em março, numa “nota de esclarecimento”, que, nos últimos anos, têm sido desenvolvidos esforços para a existência de tabelas salariais “que permitam um nivelamento salarial devidamente ajustado às funções”.

Afirmando defender o diálogo social, a APIC apelava ao “sentido de responsabilidade dos sindicatos para que neste processo sejam encontradas as soluções mais adequadas para o setor e para os seus trabalhadores”, sublinhando ser sua missão “assegurar a competitividade necessária para que o setor continue a crescer dentro e fora do país”.

“Os associados da APIC empregam cerca de 6.600 trabalhadores e mantêm o seu forte compromisso com a valorização da dignificação de todos os seus colaboradores”, acrescentava.

LUSA

Blocos operatórios encerrados nos principais hospitais

Em declarações aos jornalistas à porta das consultas externas no Hospital São José, em Lisboa, o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Jorge Paulo Roque da Cunha, disse que os primeiros dados de adesão à greve se prendem fundamentalmente com os blocos operatórios, vão no sentido do que os sindicatos previam e demonstram “o grande descontentamento que existe entre os médicos”.

Segundo Roque da Cunha, estão encerrados todos os blocos operatórios de Faro e Portimão, no Algarve, em São José e Santa Maria (Lisboa). No Hospital de São João e em Matosinhos, no Porto, está apenas um bloco a funcionar.

Em relação às consultas externas, o dirigente sindical disse que ainda é cedo para ter um ponto de situação, uma vez que decorrem ao longo do dia, mas os dados preliminares das unidades de saúde familiar (USF) e das consultas externas dos hospitais apontam para um número muito próximo dos 80% de adesão.

Os médicos iniciaram hoje às 00:00 três dias de greve nacional, uma paralisação que os sindicatos consideram ser pela “defesa do Serviço Nacional de Saúde”.

A reivindicação essencial para esta greve de três dias é “a defesa do SNS” e o respeito pela dignidade da profissão médica, segundo os dois sindicatos que convocaram a paralisação — o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM).

Em termos concretos, os sindicatos querem uma redução do trabalho suplementar de 200 para 150 horas anuais, uma diminuição progressiva até 12 horas semanais de trabalho em urgência e uma diminuição gradual das listas de utentes dos médicos de família até 1.500 utentes, quando atualmente são de cerca de 1.900 doentes.

Entre os motivos da greve estão ainda a revisão das carreiras médicas e respetivas grelhas salariais, o descongelamento da progressão da carreira médica e a criação de um estatuto profissional de desgaste rápido e de risco e penosidade acrescidos, com a diminuição da idade da reforma.

Depois de duas greves nacionais em 2017, os médicos paralisam este ano pela primeira vez, com os sindicatos a considerar que o Governo tem sido intransigente e tem desperdiçado as oportunidades de diálogo com os sindicatos.

LUSA

Enfermeiros ameaçam voltar ao protesto

Em comunicado hoje divulgado, a Associação Movimento Nacional dos Enfermeiros Especialistas em Saúde Materna e Obstétrica lembram que o pagamento do suplemento remuneratório para especialistas devia ter começado a ser pago em janeiro de 2019.

“Tal não aconteceu na data indicada, pelo que de boa-fé esperámos os primeiros três meses do ano (…). Informamos que, até ao processamento salarial de abril, iremos manter o exercício de funções especializadas de enfermagem. Caso no mês indicado não se verifique a compensação assumida com os retroativos devidos, iremos retomar novas medidas de contestação à semelhança do que aconteceu no passado”, indica a Associação.

O Governo comprometeu-se com o pagamento de um subsídio de 150 euros, com retroativos a 01 de janeiro, a todos os enfermeiros especialistas. Em março no parlamento, o ministro da Saúde havia dito que o diploma que institui este subsídio sairia em breve.

No Verão de 2017, enfermeiros especialistas de saúde materna bloquearam vários blocos de parto e maternidades do país, ao recusarem cumprir as funções especializadas pelas quais não são remunerados e cumprindo apenas serviço de enfermagem geral.

O protesto durou quase quatro meses e terminou em outubro com a assinatura de um memorando entre sindicatos e Governo, no qual ficou estabelecido o reconhecimento dos enfermeiros especialistas, que passarão a ser considerados como tal na futura carreira de enfermagem.

O Governo comprometeu-se também na altura a criação o subsídio transitório de 150 euros mensais, até à revisão da carreira.

LUSA

Greve dos trabalhadores do têxtil e vestuário pela “humanização do trabalho”

Em comunicado, a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal (FESETE) diz ser objetivo da paralisação “denunciar e protestar” contra “o boicote do patronato à negociação de novos salários para 2018” e “a pretensão de manter o roubo de direitos contratuais”.

Como exemplo desta situação apontam a conduta das associações patronais do têxtil e vestuário (ATP) e dos industriais de cordoaria e redes.

Entre as exigências dos grevistas estão ainda um salário mínimo setorial de 600 euros, um subsídio de alimentação diário de quatro euros, “mais e melhores condições de trabalho” e o combate ao “assédio moral”, às “doenças profissionais e psicossociais” e à “exploração e empobrecimento”.

Ainda reclamada é a defesa do “direito constitucional de livre negociação coletiva”, assim como a “revogação do Código de Trabalho da norma da caducidade” (dos contratos coletivos), a reintrodução da norma do “tratamento mais favorável para o trabalhador” e a garantia das funções sociais do Estado.

A realização da greve tinha já sido anunciada no passado dia 08 em conferência de imprensa pela coordenadora da direção nacional da FESETE. Na ocasião, Isabel Tavares deixou um “sério aviso” ao Governo e ao patronato de que irá “recorrer a todas as formas de luta no sentido de rechaçar qualquer iniciativa que vise mais ataques aos direitos dos trabalhadores e ao trabalho com direitos”.

Segundo explicou a sindicalista, as negociações com as associações de patronato do setor estão “bloqueadas”, havendo mesmo recuos: “Além de não avançarem, há retrocessos, propostas de retirada de direitos. A questão mais problemática prende-se com os salários”, apontou.

Isabel Tavares disse ainda que os patrões “não querem sair do salário mínimo nacional [580 euros] ou de valores muito lá perto”, sendo aquela a “principal barreira, associada à falta de condições no local de trabalho, a pressões sem contrapartida, horários desregulados”, entre outras questões.

LUSA

Greve: Trabalhadores de cantinas do Norte exigem salários “dignos”

“Na região Norte mais de 90 cantinas escolares estão encerradas, no Centro mais de 80. Há vários institutos públicos e do Setor Empresarial do Estado [com cantinas] encerradas. Ainda não temos informação global sobre a greve, mas é maior do que a do dia 02 de novembro no Norte e também a maior greve de sempre no que toca ao setor escolar”, disse aos jornalistas o dirigente sindical Francisco Figueiredo.

Segundo o sindicalista, em 2017, seguindo as orientações da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), as empresas procederam a um aumento salarial “miserável”, de 2%, “quando a inflação no período 2010/2017 foi de 9%”.

“O que estamos a propor às empresas é que reponham o poder de compra. Tendo em conta que no ano passado deram 2% faltam 7%, [o que equivale a] 42 euros, e é isso que, em média, estamos a reclamar”, sustentou.

Com palavras de ordem como “AHRESP escuta, trabalhadores estão em luta”, “Aumentos salariais para já e sem demoras”, os trabalhadores das cantinas exigiram também esta manhã “a negociação do contrato coletivo de trabalho com a manutenção de todos os diretos nele consagrados”.

Segundo Francisco Figueiredo, a AHRESP “tem algumas propostas em cima da mesa” que não podem ser aceites, designadamente 11 horas de trabalho, reduzir o pagamento em dia feriado para metade e deixar de pagar o trabalho noturno — das 20:00 às 24:00″.

“Não podemos aceitar”, vincou, acrescentando que a Federação dos Sindicatos de Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal (FESAHT) já afirmou estar disponível para “fazer um acordo menor” quanto aos aumentos salariais reivindicados, mas “a AHRESP tem de se comprometer de que nos próximos anos esse poder de compra vai ser reposto”.

Nesta concentração, os trabalhadores das cantinas, áreas de serviço e bares concessionados aprovaram por unanimidade uma moção na qual exigem “aumentos salariais justos e dignos”, “o respeito pelos direitos dos trabalhadores” e a “negociação do contrato coletivo de trabalho com a manutenção de todos os direitos nele consagrados”.

A moção foi depois entregue por Francisco Figueiredo na AHRESP.

A iniciativa desta manhã inseriu-se na quinzena de luta promovida pela FESAHT, que arrancou hoje com a greve dos trabalhadores das cantinas.

Francisco Figueiredo destacou que na próxima semana dois autocarros com trabalhadores do setor percorrerão “vários hotéis do Porto” por “melhores salários”.

Esta quinzena de luta, que termina com uma manifestação nacional junto à Associação Patronal e ao Ministério da Economia, em 04 de abril, incluirá ainda “greves nos bares dos comboios e concentrações à porta das Pousadas de Portugal”, entre outras iniciativas.

“O setor tem vindo a crescer sucessivamente e não há nenhuma razão para os patrões não darem aumentos salariais e quererem tirar direitos”, concluiu o sindicalista.

LUSA

90% de adesão à greve na Infraestruturas de Portugal

Em declarações aos jornalistas em Lisboa, José Manuel Oliveira estimou que a greve no setor ferroviário seja superior a 90% e que no setor rodoviário se aproxime desse valor também.

O coordenador da Fectrans lamentou que esta greve tenha de se fazer face “à intransigência da administração da IP”, salientando que a proposta que lhes foi apresentada no sábado apontava para um aumento salarial inferior a dois euros mensais.

“Não faz sentido que haja um acordo aqui relativamente à IP diferente daquele que foi conseguido na CP, onde houve um aumento intercalar de salários até estar terminada a negociação do Acordo Coletivo de Trabalho”, disse.

Os trabalhadores da Infraestruturas de Portugal (IP) fazem hoje uma greve para reclamar aumentos salariais de cerca de 4%, prevendo-se “fortes perturbações e supressões” na circulação de comboios, estando salvaguardadas 25% das ligações em Lisboa e no Porto.

Os serviços mínimos definidos preveem 25% da circulação em Lisboa e no Porto, em horário normal e nos serviços Alfa, Intercidades e Internacionais, bem como no comboio da Ponte 25 de Abril (Fertagus).

Segundo a CP — Comboios de Portugal, num dia normal teriam circulado, entre as 00:00 e as 10:00, 463, comboios, mas hoje realizaram-se 137, ou seja, foram suprimidos 326.

Dos serviços mínimos decretados (25%), efetuaram-se até essa hora cinco comboios, referiu a mesma fonte.

Na Fertagus, que faz a ligação ferroviária na Ponte 25 de Abril, entre Lisboa e Almada, entre as 00:00 e as 09:39 circularam 16 dos 21 comboios habituais.

O próximo comboio na ponte só vai circular às 14:58.

Greve na CP com perturbações a partir de domingo e até terça

“A CP informa que, por motivo de greve convocada por diversas organizações sindicais não se prevê circulação de comboios no dia 19 de fevereiro. Não foram definidos serviços mínimos pelo Tribunal Arbitral nomeado pelo Conselho Económico e Social”, referiu a empresa, em comunicado, no qual informa ainda sobre “perturbações e supressões na circulação ferroviária, nos dias 18 e 20 de fevereiro [domingo e terça-feira]”.

Para domingo, a CP admite a possibilidade de atrasos e supressões em todos os serviços, “com particular incidência a partir do final da tarde e noite”, enquanto na segunda-feira “não se prevê circulação de comboios a nível nacional, em todos os serviços”.

Na terça-feira, nas primeiras horas da madrugada e manhã, “poderão ainda ocorrer atrasos e supressões, prevendo-se a regularização gradual da circulação até ao final da manhã”, segundo a CP, que referiu que não serão disponibilizados transportes alternativos.

A CP indicou haver reembolso ou alteração de data da viagem para quem tenha comprado bilhetes para comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades e Regional que não se realizem.

Esta semana, a FECTRANS — Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações divulgou manter-se marcada a greve dos trabalhadores da CP para exigir a “diminuição das desigualdades salariais, aumentadas com a última proposta de regulamento de carreiras apresentada e implementada pela administração da empresa”.

No início do mês foi anunciado o pré-aviso de greve apresentado pelos sindicatos não subscritores do recente acordo de regulamento de carreiras na empresa.

De acordo com a informação do Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário (SNTSF), “a greve tem como objetivo a negociação efetiva de um regulamento de carreiras que dignifique e valorize os trabalhadores da CP – Comboios de Portugal, EPE, com baixos salários, reduzindo de forma efetiva as desigualdades salariais existentes, em vez de as aumentar enormemente”.

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