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Academia de Televisão dos EUA expulsa Harvey Weinstein

Num comunicado de imprensa, a academia condenou os exemplos generalizados de “comportamento horrível” do produtor, e manifestou o seu apoio a todos os que estão a “erguer a voz contra o assédio em todas as suas formas”.

A Academia de Televisão, que todos os anos entrega os prémios Emmy, também disse estar “determinada” a proteger todos os profissionais do pequeno ecrã contra este tipo de conduta.

A decisão da Academia de Televisão junta-se a outra da Academia de Hollywood, organizadora dos Oscares, que expulsou o produtor em meados de outubro.

O sindicato de produtores de Hollywood (PGA, na sigla em inglês) também iniciou o processo para expulsar Weinstein, mas o produtor decidiu não esperar a decisão final e saiu da instituição.

O escândalo em torno de Weinstein incentivou várias vítimas do mundo do espetáculo a denunciarem diferentes casos de abuso e assédio sexual. Entre os acusados estão atores como Kevin Spacey e Dustin Hoffman, o ex-presidente da Amazon Studios Roy Price, e os cineastas Brett Ratner e James Toback.

Depois do caso Weinstein, sucedem-se as denúncias de assédio sexual em Hollywood

A notícia foi avançada pelo jornal norte-americano Los Angeles Times, o qual publicou também a declaração do advogado do realizador e produtor de 48 anos Brett Ratner a desmentir as acusações.

Natasha Henstridge, que se tornou famosa pelo seu papel no filme “A Mutante”, de 1995, recorda a AFP, acusou Ratner de a ter forçado a praticar uma felação quando ainda era uma modelo de 19 anos em Nova Iorque.

Brett Ratner, que na altura realizava videoclipes de músicas, terá torcido o braço da então jovem modelo e ter-se-á “imposto fisicamente”, segundo as declarações da atriz, nas quais admitiu que, exausta, fez o que Ratner lhe pediu.

Henstridge sentiu-se inspirada pelas dezenas de mulheres que recentemente denunciaram outros casos de abusos e violência sexual do produtor de Hollywood Harvey Weinstein, forçado a afastar-se da atividade na sequência do escândalo em que se viu envolvido.

Olivia Munn, que participou na série televisiva “The Newsroom”, afirmou, por seu lado, ao mesmo jornal, que Brett Ratner se masturbou à sua frente quando estava na rodagem de “After the Sunset”, de 2004.

Quatro outras mulheres acusaram o realizador de assédio sexual.

O advogado de Ratner, Martin Singer, rejeitou todas as acusações nas declarações ao Los Angeles Times: “Represento o senhor Ratner há vinte anos e nenhuma mulher alguma vez o acusou de comportamento sexual inapropriado ou assédio sexual”.

Acrescentou ainda que nem sequer houve alguma vez um acordo financeiro com qualquer mulher da parte de Ratner.

O caso hoje vindo a público segue-se a uma série de outros desencadeados após o escândalo que envolveu o produtor Harvey Weinstein.

Esta semana veio a público uma denúncia do ator Anthony Rapp contra o também ator Kevin Spacey, o qual acusou de o ter assediado sexualmente quando tinha apenas 14 anos no decorrer de uma festa, um comportamento do qual Spacey disse não ter memória num pedido de desculpas público em que assumiu a sua homossexualidade.

O pedido de desculpas não foi, no entanto, suficiente para que fosse anunciado o cancelamento da série “House of Cards” pelo canal de televisão Netflix, que adiantou que a sexta temporada da série de intriga política protagonizada por Kevin Spacey seria a última, ainda que seja um dos produtos de maior sucesso do canal, já premiado com um Emmy para melhor série dramática.

Também hoje foi revelado pela escritora Anna Graham Hunter que esta foi vítima de assédio sexual por parte de Dustin Hoffman, um dos mais veteranos atores de Hollywood, hoje com 80 anos.

Os episódios de assédio terão acontecido em 1985, quando Hunter tinha apenas 17 anos e era estagiária na rodagem do filme “Morte de um caixeiro-viajante”, de Volker Schlöndorff, altura em que Hoffman lhe terá feito propostas de índole sexual e posto a mão nas nádegas por diversas vezes.

Hollywood ainda discrimina minorias, mulheres e LGBT

A conclusão está expressa numa investigação da Escola de Comunicação e Jornalismo, da University of Southern Califórnia, que sistematizou e analisou informação sobre a identidade das equipas técnicas e as características das personagens dos 100 filmes mais lucrativos anualmente desde 2007.

Os investiadores concluíram que, afinal, em Hollywood a exclusão de mulheres, de minorias, da comunidade LGBT e de personagens ou atores portadores de deficiência é a norma e não a exceção.

“Todos os anos desejamos que aconteça de facto uma mudança, mas infelizmente essa expetativa não tem sido concretizada”, afirmou a investigadora Stacy L. Smith, que conduziu o estudo, em declarações à Associated Press.

De acordo com os dados analisados, o estudo conclui que das 4.583 personagens (consideradas aquelas que têm diálogos) analisadas no top dos 100 filmes mais lucrativos de 2016, apenas 31,4% eram mulheres, exatamente o mesmo valor de 2007.

E nesse ano, dos 100 filmes líderes de bilheteira, só 34 tinham uma mulher com protagonista ou coprotagonista.

Em termos étnicos, o estudo refere que os profissionais hispânicos continuam a ser os menos representados no cinema norte-americano, num território que acolhe grandes comunidades de países hispânicos.

Das personagens analisadas, a investigação dá conta ainda que “70,8% eram brancas, 13,6% eram negras, 5,7% eram asiáticas, 3,1% eram hispânicas e menos de 1% eram índios nativos”.

Ainda que, por exemplo, a Academia de Cinema dos Estados Unidos, que atribui os Óscares, se tenha esforçado para melhorar a representatividade do setor, a investigação daquela universidade fala num manto de invisibilidade quando se cruzam dados sobre género com a etnia e com a identidade sexual.

Apesar de ter havido um aumento de personagens homossexuais nos filmes em 2016, a representação de lésbicas ficou-se em apenas nove filmes entre os 100 mais lucrativos.

Não foi identificada qualquer personagem transgénero naquele período analisado.

O estudo deixa várias recomendações, nomeadamente que os profissionais de topo — atores, produtores, realizadores, técnicos — exijam cláusulas de equidade nos seus contratos.

“A diversidade não é uma coisa que simplesmente acontece. É algo sobre a qual é preciso refletir e ter como um objetivo a alcançar”, disse Katherine Pieper, investigadora associada do estudo, à AP.

Jovem talento da Póvoa de Varzim no mundo da sétima arte

Iniciou o contacto no mundo das artes, aos quatro anos, quando começou a dançar e a tocar piano. Foi um gosto que cresceu com ela.

Photo Credit_ Chung AnimationAos 14 anos, depois de ter iniciado o secundário, em Portugal, surgiu a oportunidade para uma audição num colégio interno britânico de artes, Tring Park School for the Performing Arts. Agarrou a oportunidade e decidiu fazer a audição para a escola: um mundo novo, uma cultura nova, uma língua diferente, tudo fora da sua zona de conforto.

Sempre determinada, mas consciente das dificuldades e obstáculos com que se deparou neste percurso, em junho de 2010, com os pais, irmão e melhor amiga viajou para Londres ao encontro da audição tão esperada. A escola não hesitou em admiti-la e em setembro, do mesmo ano, embarcou assim numa nova aventura.

Maria revela-nos que este sonho não seria possível se não tivesse o constante apoio dos pais, moral e financeiro e uma bolsa de mérito oferecida pela escola.

Depois de provar o gosto pela representação em Londres, as ambições desta jovem cresciam cada dia.

Acredita acima de tudo que independentemente da vocação ou área de cada um, a oportunidade de uma educação a nível superior é uma mais-valia e uma prioridade. Com isto em mente fez várias audições para faculdades de teatro e cinema. A viver em Londres as escolhas eram inúmeras, no entanto, os seus sonhos falavam mais alto.

Algumas universidades americanas ofereciam audições em Londres para dar oportunidades a alunos estrangeiros de se candidatarem sem terem que se descolar aos Estados Unidos.

Depois, de mais uma dezena de audições, propostas e rejeições, Maria escolheu uma das várias universidades em Los Angeles que lhe ofereceram um lugar. Admite que enquanto indecisa entre duas escolas americanas, American Academy of Dramatic Arts e New York Film Academy, escolheu a que maior bolsa financeira lhe ofereceu.

Assim, em setembro de 2013, com duas malas e uma viagem de ida para Los Angeles, Maria embarcou numa nova etapa.

Foi com coragem, independência e determinação que entrou nos Estados Unidos, sozinha, pela primeira vez, e terminou a licenciatura, com distinção em maio de 2016.

Ensaio para Anuncio ´Purple One Studios´

Considera a Califórnia a sua segunda casa, mas Portugal é incomparável a qualquer outro lugar do mundo, é onde recarrega energias, reencontra as pessoas mais importantes e o apoio incondicional. Onde, ainda, se sente a menina de 14 anos que sonhava conseguir chegar à capital do cinema.

Atualmente, encontra-se a dar os primeiros passos na indústria de cinema americana, diz que o mais importante é estar sempre a trabalhar e a realizar novos projetos. Em menos de seis meses, na indústria, já contracenou em dois anúncios, e várias curtas. Confessa ter consciência da enorme competição, mas isso não a assusta, apenas alimenta a sua  motivação e relembra-a da maratona tão esperada que finalmente começou a percorrer.

Visite o seu site www.mariadesa.com

Ator Elijah Wood afirma exisitr pedofilia em Hollywood

Quando marcou uma entrevista com Elijah Wood, Oliver Thring pretendia falar do filme mais recente do protagonista de “O Senhor dos Anéis”. No entanto, o ator aproveitou a oportunidade para falar do abuso a crianças em Hollywood.

Na entrevista dada ao Sunday Times, o ator que começou a entrar em filmes quando tinha apenas oito anos, afirmou que embora nunca lhe tenha acontecido, sabe que muitos dos seus colegas mais novos foram alvos do interesse de predadores sexuais. Wood afirma mesmo que o abuso de menores em Hollywood é uma prática organizada.

O ator que desempenhou o papel de Frodo Baggins afirmou ainda que “há muitas víboras na indústria – pessoas que só têm os seus próprios interesses na mente”.

Segundo o The Guardian, o ator considera que muitas vezes os crimes não foram divulgados já que as vítimas não falavam por considerarem “não ter tanto poder como as pessoas que mandam”.

Anne Henry, co-fundadora da Bizparents, um grupo que tenta ajudar jovens atores, afirma que em Hollywood existem atualmente 100 predadores no ativo.

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