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Monchique: Energia elétrica reposta em todas as localidades afetadas

© FILIPE FARINHA /LUSA

De acordo com a diretora de comunicação da EDP Distribuição, Fernanda Bonifácio, “cerca das 20:00 de domingo” todas as habitações afetadas tinham as redes de baixa tensão repostas.

A diretora de comunicação da empresa admitiu ainda que é possível haver casas sem energia elétrica, neste momento, uma vez que podem existir as “normais avarias”, mas sublinhou que a rede está “reposta a 100%”.

Na quarta-feira passada, a EDP Distribuição reforçou o dispositivo operacional com equipas de outros locais do Algarve para os trabalhos de recuperação da rede de distribuição de energia nas localidades afetadas pelo incêndio.

O incêndio rural que deflagrou no dia 03 em Monchique (distrito de Faro, Algarve), combatido por mais de mil operacionais e considerado dominado na sexta-feira (dia 10) de manhã, atingiu também o concelho vizinho de Silves, depois de ter afetado, com menor impacto, os municípios de Portimão (no mesmo distrito) e de Odemira (distrito de Beja).

Quarenta e uma pessoas ficaram feridas, uma das quais com gravidade (uma idosa que se mantém internada em Lisboa).

Segundo o município de Monchique, arderam cerca de 16.700 hectares no concelho.

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Marcelo agradece “dedicação” e lembra que época de fogos não terminou

© LUSA - PAULO NOVAIS

“Todos os portugueses acompanharam de perto ou de longe estes dias mais difíceis nas vossas vidas e pela minha boca vos agradecem aquilo que foi uma dedicação, se possível, mais exigente, mais complexa, mais difícil, mais extenuante, que foi a dos últimos dez dias”, afirmou o chefe de Estado.

Marcelo Rebelo de Sousa dirigia-se assim aos operacionais que o aguardavam à chegada ao posto de comando da Proteção Civil, instalado no centro da vila de Monchique, no distrito de Faro.

O Presidente da República lembrou depois os dias e noites de trabalho “muito longos” dos operacionais que combateram o fogo, durante “uma missão que não terminou” e que “não termina nunca”.

“E nós não esquecemos o vosso papel, mas, como sabemos, estamos ainda longe de ter terminado esta época de verão”, lembrou Marcelo Rebelo de Sousa, sublinhando a “gratidão” dos portugueses por haver “quem esteja disponível” para colocar a sua vida em risco, “durante uma vida”, ao serviço da população.

À chegada ao posto de comando, o Presidente da República foi recebido pelo presidente da Câmara Municipal de Monchique, Rui André, pelo ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e por responsáveis das organizações de socorro presentes no local, entre outros.

O incêndio rural, combatido por mais de mil operacionais e considerado dominado na sexta-feira de manhã, deflagrou no dia 03 à tarde, em Monchique, distrito de Faro, e atingiu também o concelho vizinho de Silves, depois de ter afetado, com menor impacto, os municípios de Portimão (no mesmo distrito) e de Odemira (distrito de Beja).

A Proteção Civil atualizou o número de feridos para 41, um dos quais em estado grave (uma idosa que se mantém internada em Lisboa).

De acordo com o Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais, as chamas já consumiram cerca de 27 mil hectares. Em 2003, um grande incêndio destruiu cerca de 41 mil hectares nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

Na terça-feira, ao quinto dia de incêndio, as operações passaram a ter coordenação nacional, na dependência direta do comandante nacional da Proteção Civil, depois de terem estado sob a gestão do comando distrital.

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Madeira: Sete corporações combatem incêndio na Camacha

De acordo com a informação disponibilizada pelo Serviço Regional de Proteção Civil, às 08:00 de hoje estavam no teatro de operações cerca de meia centena de operacionais, 15 meios terrestres e o helicóptero de combate a fogos na região.

Os bombeiros que estão a atuar são das corporações de Santa Cruz, Machico, Voluntários Madeirenses, Sapadores do Funchal, Câmara de Lobos, Ribeira Brava e Santana.

O vento dificultou o combate a este incêndio que começou em área florestal na zona do Vale Paraíso, tendo sido a principal preocupação evitar que se propagasse e colocasse casas em risco.

Proteção civil assegura que incêndio de Monchique está”dominado”

Um bombeiro observa um incêndio florestal na zona da Ribeira da Perna da Negra, na Serra de Monchique, no distrito de Faro, 4 de agosto de 2018. Estão envolvidos no combate ao incêndio mais de 735 bombeiros, 196 meios terrestres, e 9 meios aéreos. FILIPE FARINHA/LUSA

A página da Protecção Civil indicava esta sexta-feira, às 8h30, que estavam 1.371 operacionais no terreno, ajudados por 442 meios terrestres dois meios aéreos, um helicóptero e um avião.

Pode ler-se ainda no site que a legenda apresentada ‘em resolução’ significa que é um “incêndio sem perigo de propagação para além do perímetro já atingido”.

Na conferência de imprensa de balanço, feita ontem à noite, refira-se, a segunda comandante operacional nacional da Protecção Civil, Patrícia Gaspar, referia que o incêndio estava “globalmente estabilizado”.

Segundo os dados mais recentes disponibilizados pelo Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais (EFFIS), este incêndio já era considerado o maior este ano em Portugal, tendo destruído à sua passagem cerca de 27 mil hectares.

As chamas que deflagraram na localidade de Perna Negra já provocaram 39 feridos, um deles em estado grave, obrigaram a evacuar diversos aglomerados populacionais e uma unidade hoteleira.

O incêndio começou na passada sexta-feira, dia 3, à tarde, em Monchique, no distrito de Faro, e chegou aos concelhos vizinhos de Silves, de Portimão no mesmo distrito, bem como a Odemira.

[Notícia atualizada às 08h45]

“Grande aflição” com chamas perto de casas em Enxerim

“O fogo começou naquele monte, desceu a encosta e rapidamente chegou. Em cerca de meia hora. Nunca pensei”, contou à Lusa a proprietária, enquanto um GNR avisava: “Quem não está a ajudar só atrapalha”.

Mais à frente, na mesma rua, mas num ponto mais alto, alguns populares juntam-se para observar a zona queimada.

“Há uns anos isto já tinha ardido tudo”, atira um. “Não foi tanto como agora”, contrapõe outro.

Numa habitação ali por perto, um morador vai regando com uma mangueira o telhado da sua casa. “Quando vemos as barbas do vizinho a arder, pomos as nossas de molho”, justifica.

Na rua, um vizinho aproveita para mandar recados “para Lisboa”: “Os senhores dos computadores têm de saber como é estar no terreno. Não é à secretária que se manda”.

“Há meios que não estão a ser aproveitados”, aponta.

Felicidade Cravo está com duas amigas a ver a área ardida no vale nas traseiras da localidade e contou à Lusa a forma “muito rápida” como as chamas se aproximaram de Enxerim.

“Nós víamos as chamas a descer, a descer. Olhe, foi aflição que não tem tamanho. As chamas eram tão altas, tão altas, que tivemos de fugir todos daqui. Foi por um triz”, afirmou, com receio que um foco de incêndio, que, entretanto, tinha começado atrás de um monte próximo, voltasse a aproximar-se das habitações.

Questionada sobre a prontidão dos meios de socorro, foi taxativa: “chegaram logo”.

No cenário outrora verde, porque “a serra estava linda”, ficou tudo negro, mas, “o moinho safou-se”.

O incêndio que deflagrou na sexta-feira em Monchique lavra há sete dias e já alastrou aos concelhos vizinhos de Portimão e Silves.

Segundo um balanço feito na quarta-feira de manhã, e que não foi alterado, há 32 feridos, um dos quais em estado grave (uma idosa internada em Lisboa), e 181 pessoas mantêm-se deslocadas, depois da evacuação de várias localidades.

Comunicações móveis repostas em Monchique

De acordo com o comunicado enviado às redações, a Altice Portugal já repôs as comunicações de rede móvel na Vila de Monchique. Quanto às fixas, assegura a multinacional que está “reposta a maioria”.

Apesar “das dificuldades que se têm sentido no terreno, em termos de acesso às antenas e reconstrução mesmo que provisória da infraestrutura em fibra ótica”, entre outras condicionantes tais como a permanente mudança de direção das frentes de incêndio, morfologia do terreno e do vento forte, “as equipas da Altice Portugal conseguiram repor o serviço móvel”.

Sublinha ainda a empresa de telecomunicações que “há zonas do território de Monchique que nunca tiveram rede móvel e que neste momento a têm porque se tratam de frentes de incêndio, sendo que o serviço móvel está a ser reforçado através de unidades móveis (transportáveis) da Altice Portugal”.

Proteção Civil: “Reativações são expectáveis, mas iremos responder de forma musculada”

Tal como anunciou esta terça-feira Eduardo Cabrita, o incêndio que lavra em Monchique há seis dias passou para ‘as mãos’ do Comando Nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC). Por isso, é Patrícia Gaspar, segunda Comandante Operacional Nacional da ANPC, que dá voz ao balanço desta manhã.

Confirmando que o Comando Nacional acompanhou, “desde o primeiro minuto”, a situação em Monchique, Patrícia Gaspar adiantou que há hoje, no teatro de operações, “uma situação mais estável”. Porém, “reativações são expectáveis, mas iremos responder de forma musculada”.

Na zona Sul do país, esta quarta-feira é esperado, em termos meteorológicos, “um dia muito semelhante ao de ontem, com temperaturas a rondar os 24/25º”, com uma humidade relativa que poderá chegar aos 50% e vento desfavorável.

O desafio, no entendimento de Patrícia Gaspar, passa agora por “consolidar o trabalho que desde o início tem vindo a ser feito”. As zonas mais críticas de momento, conforme acrescentou, são a da Aldeia da Fóia, onde estão já diferentes meios, tais como máquinas de rasto, meios aéreos e terrestres, e a de Silves, onde “está também uma bateria reforçada”.

EDP cortou eletricidade nalgumas zonas de Monchique por segurança

© Reuters

De acordo com a diretora de comunicação da EDP Distribuição, Fernanda Bonifácio, houve zonas em que o abastecimento de eletricidade foi cortado por questões de segurança “e a pedido da Proteção Civil”, nomeadamente Fóia e Caldas de Monchique, distrito de Faro.

A mesma responsável adiantou ainda à agência Lusa que há zonas sem abastecimento porque houve estruturas que ficaram destruídas pelo fogo, tendo a EDP colocado geradores nalgumas vilas durante a madrugada.

A EDP conta ter um balanço mais pormenorizado da situação ainda durante a manhã de hoje.

O incêndio que lavra desde sexta-feira em Monchique estava hoje pelas 09:15 a ser combatido por mais de 1.200 operacionais, apoiados por 14 meios aéreos e 374 viaturas.

LUSA

Temperaturas nos 45º deixam 32 concelhos em risco máximo de incêndio

© Global Imagens

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), além destes concelhos em risco máximo, estão em risco muito elevado de incêndio quase uma centenas de outros municípios dos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Braga, Aveiro, Porto, Coimbra, Viseu, Bragança, Castelo Branco, Guarda, Leiria, Portalegre, Beja e Faro.

Em risco elevado de incêndio estão ainda outros quase 90 concelhos, nos distritos de Viana do Castelo, Vila Real, Bragança, Viseu, Porto, Aveiro, Leiria, Coimbram, Santarém, Lisboa, Setúbal, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre o “reduzido” e o “máximo”.

O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Face à onda de calor que deverá prevista para os próximos dias, que pode ter “máximos históricos” de temperaturas máximas, a Proteção Civil estendeu o estado de alerta especial relativo aos meios de combate a incêndio aos distritos do Porto, Leiria, Aveiro, Braga, Viana do Castelo e Coimbra.

O estado de alerta especial do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro, que define a “prontidão e mobilização das estruturas, forças e unidades de proteção e socorro em conformidade com os riscos associados”, já vigorava nos distritos do interior do país.

A Proteção Civil justifica os procedimentos com o agravamento do risco de incêndios florestais devido à previsão do aumento da temperatura e da redução da humidade no ar.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), as temperaturas vão estar acima dos valores médios e isto pode ter impacto em termos de saúde pública e de propagação de incêndios.

A onda de calor que atinge o país durante os próximos dias, com o dia de hoje a ser o dia mais quente, fará com que se possam registar nalguns locais “máximos históricos” de temperatura.

Para hoje, o IPMA prevê temperaturas máximas a chegarem aos 45 graus Celsius em Évora, enquanto as mínimas não vão baixar dos 17 graus (Leiria).

A situação de muito calor deve prolongar-se por pelo menos quatro dias, sendo que as noites serão “tropicais”.

A Marinha e o Exército vão reforçar, com mais 19 patrulhas e 76 militares, o apoio à Proteção Civil entre quarta-feira e domingo devido à onda de calor, podendo as ações serem prolongadas caso a meteorologia o justifique.

Este ano, o dispositivo de combate a fogos florestais engloba 56 meios aéreos (incluindo um na Madeira), cerca de 11 mil operacionais e mais de três mil meios terrestres (nomeadamente viaturas).

Os dois aviões que estiveram nos incêndios da Suécia chegam na hoje a Portugal, adiantou.

LUSA

Agricultores admitem desistir de projetos para reconstruir o que ardeu

© Global Imagens

Paulo Rogério, pastor e proprietário de uma queijaria de Oliveira do Hospital, contabilizou, aquando dos fogos de outubro, 132 ovelhas adultas mortas, com 50 borregos e mais 140 ovelhas de dois pastores a quem comprava leite. Para além disso, perdeu alfaias e barracões.

O prejuízo totalizava 200 mil euros, mas avançou com um projeto de apenas 108 mil euros devido ao apoio dado (50% acima dos 50 mil euros) e viu-lhe ser declarado como despesa elegível 62 mil euros, recebendo uma comparticipação de 42 mil euros – menos de um quarto do prejuízo que teve.

Reclamou no Ministério da Agricultura, mas o valor manteve-se e, não tendo como desembolsar mais de 60 mil euros, não deverá executar o projeto aprovado, disse à Lusa Paulo Rogério.

“Com aquela tabela é impossível. Eu perdi uma motosserra que custa 700 euros no mercado e eles definem como valor 300 euros. Assim não dá para trabalhar e para fazer o projeto”, realça, considerando que se conseguiu reerguer com o apoio da solidariedade de particulares que o ajudaram a recompor o rebanho.

Apesar de continuar a laborar, empregando quatro pessoas na queijaria e no pastoreio, afirma que a continuidade da sua atividade “está em causa”.

“Se as coisas andavam mal, pior ficam com esta situação, com menos animais, com menos produção, mas com as mesmas despesas”, realça.

Na Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Serra da Estrela (ANCOSE), o técnico Pedro Magalhães tem em mãos 35 projetos de recuperação de produtores agrícolas com prejuízos declarados superiores a 5 mil euros e destes apenas um já tem pedido de pagamento.

A situação, explica, deve-se a vários problemas com que os produtores se vão deparando para avançar com os projetos de recuperação daquilo que ardeu nos grandes fogos de outubro.

Por um lado, há entraves com os custos de licenciamento de obras e com o licenciamento de explorações ou armazéns que não estavam registados e que são despesa não elegível. Por outro, a tabela de preços que todos consideram desajustada aos preços praticados no mercado, disse à Lusa Pedro Magalhães. “A tabela foi a mãe do caos”, acrescenta.

Sobre a questão do licenciamento camarário, o técnico da ANCOSE explica que os regulamentos e planos de ordenamento foram evoluindo e que há agora mais dificuldade em avançar com as obras de forma completamente legal em determinadas coisas que arderam.

“Terem que fazer a licença de obras, terem que fazer o projeto, levantar a licença e depois passar a pagar IMI por armazéns onde guardam palha é complicado”, referiu, considerando que o próprio licenciamento para a realidade da pecuária de pastoreio está “desajustado”.

“Ardeu uma coisa velha que desenrascava. Mas agora, para fazer de novo, é uma loucura por causa das regras”, notou.

Já sobre o apoio dado pelo Ministério da Agricultura, cuja percentagem é inferior àquela que é dada a projetos industriais, Pedro Magalhães teme que as pessoas se tenham que endividar ainda mais.

Alguns produtores, recordou, já têm empréstimos de habitação ou até para pagar máquinas que acabaram por arder no fogo – “é um rombo muito grande e dificilmente conseguem gerir isso”.

Pedro Magalhães conta já com três desistências – uma porque depois de o pedido aprovado o resto que o produtor tinha ruiu e já não dava para “compor tudo”, outra por causa do licenciamento e outro que vai apenas executar a componente das máquinas, deixando de lado as obras de reconstrução.

“Pode haver mais”, alertou.

Luís Miguel de Brito, de Oliveira do Hospital, contabilizou cerca 300 mil euros de prejuízo nos 30 hectares de olival que tinha espalhados por Lagares da Beira e Travanca de Lagos – cerca de cinco mil oliveiras.

Para o projeto, decidiu baixar o valor para 120 mil euros para recuperar 15 hectares, mas o projeto “passou para cerca de 30 mil euros”.

“Trinta mil euros não dá sequer para preparar o terreno”, referiu Luís Miguel de Brito, que já assinou o contrato-programa para avançar com o projeto, mas está num “limbo”.

O projeto, referiu, “ainda está em avaliação” e mostra-se “convencido” de que não vai receber nada.

“Mediante aquilo que receba, vou decidir se avanço ou não” com o projeto ou se opta por recuperar o que ardeu à sua custa.

Também Sílvio Matias, apicultor que perdeu 500 colmeias distribuídas pelos concelhos de Oliveira do Hospital, Arganil e Seia, queixa-se da tabela de preços estipulada: “Atribuem o preço de enxames de 30 euros, mas no mercado não se compra por menos de 60 euros”.

Segundo o produtor, do prejuízo de 70 mil euros, o Estado propõe-se a contribuir com 34 mil euros.

Para além da dificuldade que está a ter em encontrar enxames, tem dúvidas sobre se avança com o projeto ou não.

“Se comprar 500 enxames a 60 euros sãos 30 mil euros que tenho que dispor e que não tenho”, disse, admitindo que “é uma hipótese” usar o projeto apenas para comprar as colmeias e desistir de adquirir os enxames através dos apoios.

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