Inicio Tags Internet

Tag: Internet

Milhares manifestam-se em Moscovo pela liberdade na Internet

Um tribunal russo ordenou a 13 de abril o bloqueio da popular aplicação, com 200 milhões de utilizadores em todo o mundo, mas a Telegram, desenvolvida pelo empresário russo Pavel Durov, prometeu manter a aplicação a funcionar e repetiu que fornecer tais informações violaria o direito à privacidade dos utilizadores.

Em consequência, a autoridade reguladora das comunicações russa bloqueou alguns servidores de empresas tecnológicas como a Google, Apple e Amazon, o que afetou milhões de ‘sites’, entre os quais o YouTube e o Gmail, mas não perturbou, até agora, o funcionamento da Telegram.

Hoje, feriado na Rússia, milhares de pessoas, entre as quais opositores ao Presidente russo, Vladimir Putin, manifestaram-se numa rua do centro de Moscovo com cartazes com inscrições como “Pela liberdade de expressão” ou “Abaixo o czar”.

O protesto, convocado pelo quase desconhecido Partido Libertário da Rússia, foi autorizado pela câmara municipal.

O dirigente opositor Alexei Navalny, que ganhou popularidade através de um blogue em que denunciava casos de corrupção de membros do governo russo, participou no protesto e acusou as autoridades de violarem a privacidade dos cidadãos.

“Ligo a televisão e vejo a notícia de que uns tipos decidiram que querem ter o direito de ler tudo o que eu escrevo no Telegram. Não vou tolerar isso!”, disse Navalny aos manifestantes, agradecendo ao fundador da Telegram.

“Obrigado Pacha [diminutivo de Pavel] Duroc por teres apelado à resistência, porque resistir é isto, é fazermos qualquer coisa, não nos calarmos”, disse.

O fundador da Telegram, Durov, escreveu numa rede social que a manifestação “não tem precedente” e disse sentir-se “orgulhoso de ter nascido no mesmo país” que os “milhares de jovens progressistas” que se manifestaram.

Durov, que também criou a rede social Vkontakte, a maior da Europa, acrescentou que “a Rússia está numa encruzilhada” na qual se vai decidir se a liberdade na internet é ou não inegociável.

Nos últimos anos, a Rússia adotou uma série de leis que limitam a liberdade na Internet e a privacidade dos utilizadores.

Uma dessas leis impõe aos operadores de telemóveis que registem os dados de chamadas e mensagens durante vários meses e outra prevê que ativistas possam ser multados ou presos por mensagens que tenham colocado nas redes sociais.

LUSA

Venda e anúncio de animais pela Internet com novas regras

Com a portaria, pretende-se impedir que “animais criados sem as condições previstas na lei, eventualmente portadores de doenças contagiosas ou de anomalias hereditárias” sejam anunciados e vendidos na Internet sem que os vendedores possam ser responsabilizados.

Só podem ser anunciados como raça pura os animais que estejam registados no Livro de Origens português, em que consta o registo genealógico dos animais.

A atividade de criação e venda exige registo prévio obrigatório através de comunicação, o que pode ser feito nos próximos três meses.

Quando se trate de raças classificadas como potencialmente perigosas, isso deve estar de forma explícita nos anúncios.

LUSA

Contribuintes têm até quinta-feira para validar despesas no e-fatura

Até dia 15 de fevereiro, os contribuintes podem validar, no portal e-fatura (https://faturas.portaldasfinancas.gov.pt), as faturas que permanecem pendentes — por não estarem inseridas nas categorias certas -, corrigir valores ou informações de faturas mal inseridas ou acrescentar novas faturas.

Os contribuintes devem verificar se as suas faturas foram devidamente comunicadas pelos agentes económicos e, caso detetem alguma omissão, devem proceder ao registo das faturas em falta (na área ‘complementar informação faturas’).

Podem também verificar se as faturas estão inseridas no setor de despesas adequado, podendo reafectá-las, caso a entidade emitente tenha registado junto da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) o Código de Atividade Económica (CAE) correto.

A partir deste ano, todos os contribuintes são obrigados a entregar o IRS pela Internet.

Até 15 de fevereiro, os sujeitos passivos de IRS devem também confirmar ou alterar os dados relativos à composição do agregado familiar e outros elementos pessoais relevantes, nomeadamente informação sobre residência alternada de dependentes em guarda conjunta estabelecida em acordo de regulação do exercício das responsabilidades parentais, para que a AT disponibilize o IRS Automático ou pré-preencha o ‘modelo 3’ com estes elementos pessoais atualizados.

Eis algumas das principais áreas nas quais será possível obter deduções no IRS:

+++ Despesas gerais familiares +++

A dedução à coleta correspondente a 35% do valor das despesas suportadas pelos membros do agregado familiar com um máximo de 250 euros por sujeito passivo. Aqui entram as contas com o supermercado, vestuário ou combustíveis, por exemplo.

+++ IVA nos bens e serviços +++

Dedução de 15% do IVA suportado por qualquer membro do agregado familiar em despesas com serviços de reparação e manutenção de veículos e motociclos, alojamento e restauração, cabeleireiros, estética e veterinários.

Além disso, é possível a dedução da totalidade do IVA das despesas com a compra do passe social mensal por membro do agregado.

No entanto, a dedução está limitada a 250 euros por agregado e as despesas têm de estar documentadas com fatura.

+++ Despesas de educação +++

Dedução de 30% das despesas com educação e formação por cada elemento do agregado familiar, até 800 euros. Inclui, entre outras, despesas com creches, jardins-de-infância, propinas, livros, manuais e refeições escolares.

As despesas de educação só são dedutíveis desde que prestadas por estabelecimentos de ensino integrados no sistema nacional de educação ou reconhecidos pelos ministérios competentes.

De acordo com o Código do IRS, os estabelecimentos públicos de ensino devem comunicar à Autoridade Tributária e Aduaneira o valor das propinas e demais encargos considerados dedutíveis até ao final do mês de janeiro do ano seguinte àquele em que ocorreu o respetivo pagamento.

As despesas com cantinas também são dedutíveis, desde que o prestador de serviços tenha como código de atividade de fornecimento de refeições escolares. Neste caso, os sujeitos passivos devem indicar no Portal das Finanças quais as faturas dizem respeito a alimentação em cantinas.

+++ Despesas de saúde +++

Dedução de 15% das despesas de saúde por qualquer membro do agregado familiar até 1.000 euros. Inclui despesas com seguros de saúde, consultas e exames, medicamentos e despesas com produtos médicos e ortopédicos e oftalmológicos, desde que isentos de IVA ou cobrados à taxa mínima (6%).

Inclui também bens e serviços desta natureza sujeitos à taxa normal de IVA (23%), desde que suportados por receita médica.

O e-fatura ainda não inclui o valor das taxas moderadoras, uma vez que os estabelecimentos públicos de saúde comunicam à Autoridade Tributária e Aduaneira o valor das taxas moderadoras pagas pelos sujeitos passivos até ao final do mês de janeiro do ano seguinte àquele em que ocorreu o respetivo pagamento, ficando então essa informação disponível na página pessoal de cada contribuinte no Portal das Finanças no site do IRS.

+++ Despesas com rendas e imóveis +++

À coleta do IRS devido pelos sujeitos passivos é dedutível um montante correspondente a 15% do valor suportado por qualquer membro do agregado familiar com as importâncias suportadas com rendas, tituladas com fatura ou recibo de rendas eletrónico ou comunicadas por declaração de modelo acessória, até 502 euros.

É dedutível também um valor até 15% dos juros de créditos à habitação contratados até 31 de dezembro de 2011, até 296 euros.

+++ Lares +++

É dedutível um valor que corresponde a 25% das despesas com lares de terceira idade e apoio domiciliário, até um valor total de 403,75 euros.

LUSA

Normas novas para tornar mais seguros pagamentos eletrónicos

As novas regras visam implementar a diretiva (lei comunitária) relativa aos serviços de pagamento (DSP2), recentemente revista, e procuram modernizar os serviços de pagamento na Europa de modo a acompanhar a rápida evolução deste mercado e permitir o crescimento do mercado europeu do comércio eletrónico, de acordo com a Comissão.

A mera introdução de uma senha ou dos dados de um cartão de crédito deixará, na maior parte dos casos, de ser suficiente para realizar um pagamento: em certos casos, será necessário um código, válido para uma única operação, juntamente com os outros dois elementos independentes.

“Permitirão aos consumidores utilizar serviços inovadores prestados por terceiros, designadamente pelas chamadas empresas de tecnologia financeira (‘FinTech’), garantindo simultaneamente uma rigorosa proteção e segurança dos dados dos consumidores e das empresas da UE. Entre esses serviços figuram as soluções de pagamento e os instrumentos de gestão das finanças pessoais mediante a agregação de dados de diferentes contas bancárias”, sublinha o executivo comunitário.

Um dos principais objetivos da DSP2 é aumentar o nível de segurança e de confiança nos meios de pagamento eletrónicos, nomeadamente exigindo que os prestadores de serviços de pagamento desenvolvam uma “sólida autenticação do cliente”.

As normas técnicas de regulamentação foram elaboradas pela Autoridade Bancária Europeia, em estreita cooperação com o Banco Central Europeu, e indicam a forma como se deve concretizar a “sólida autenticação do cliente”.

“O objetivo é reduzir significativamente os atuais níveis de fraude em relação a todos os métodos de pagamento mas, sobretudo, aos pagamentos em linha protegendo a confidencialidade dos dados financeiros dos utilizadores”, indica a Comissão, acrescentando que “as novas normas reconhecem contudo que, em certos casos, é possível alcançar um nível aceitável de segurança nos pagamentos por formas diferentes que não a utilização dos dois elementos independentes da sólida autenticação do cliente”.

Na sequência da adoção pela Comissão das “Normas Técnicas de Regulamentação”, o Parlamento Europeu e o Conselho dispõem de três meses para se pronunciar sobre as mesmas e, em função do resultado desse período de escrutínio, as novas normas serão publicadas no Jornal Oficial da União Europeia, após o que os bancos e outros prestadores de serviços de pagamento terão um prazo de 18 meses para adotarem as medidas de segurança e os instrumentos de comunicação necessários.

LUSA

Prevê-se que em 2025 90% dos portugueses vão ter internet

O evento realiza-se hoje no Meo Arena em Lisboa e termina na quarta-feira, esperando receber cerca de uma centena de oradores que se irão reunir em dois auditórios e que este ano terá França como país convidado.

De acordo com as principais conclusões do estudo anual da economia e da sociedade digital em Portugal, produzido pelo ACEPI, em 2009, apenas 48% dos portugueses utilizavam a internet, tendo a percentagem subido para 73% em 2017.

Em termos de compras ‘online’, se em 2008 apenas 13% dos portugueses compravam, o ACEPI estima que este ano 36% dos portugueses façam compras ‘online’ e que em 2025 sejam já 59%, o que corresponderá a um volume de 8,9 mil milhões de euros.

De acordo com o estudo, 85% dos portugueses que compram ‘online’ já o fizeram em ‘sites’ estrangeiros e a China é o país onde os portugueses compram com mais frequência.

Em 2008, o número de registos de domínios .pt era de 248 mil, alcançando os 317 mil em 2012 e os 873 mil em 2016.

O Portugal Digital Summit 2017 é uma iniciativa da ACEPI inserida no âmbito da ACEPI Portugal Digital Week para fomentar a análise e a troca de experiências dos principais intervenientes dos vários sectores de atividade no contexto da transformação digital e do seu respetivo impacto no aumento da competitividade, da produtividade e do emprego, contando para tal também com um espaço de exposição e apresentações.

Fundada em 2000, a ACEPI é uma organização não-lucrativa com o objetivo de promover o meio digital junto das empresas, dos consumidores e do Estado.

Internet para todos

De acordo com o regulamento hoje aprovado por larga maioria pelo hemiciclo (582 votos a favor, 98 contra e nove abstenções), as câmaras municipais, bibliotecas, hospitais e outras entidades públicas poderão candidatar-se a financiamento para a instalação de pontos locais de acesso sem fios, recorrendo a procedimentos administrativos simples, estimando Bruxelas que, até 2020, mais de 6.000 locais públicos no espaço comunitário beneficiem desta iniciativa.

As primeiras candidaturas devem ser lançadas ainda antes do final deste ano ou no início do próximo ano, cabendo à UE financiar os custos com o equipamento e a instalação dos pontos de acesso, e aos beneficiários assegurar que os serviços Wi-Fi gratuitos sejam fornecidos aos cidadãos durante, pelo menos, três anos.

O regulamento prevê formas de assistência financeira, por exemplo sob a forma de vales, para cobrir até 100% dos custos elegíveis.

O relator do Parlamento Europeu sobre esta iniciativa foi o eurodeputado português socialista Carlos Zorrinho, segundo o qual “proporcionar a todos os europeus o acesso gratuito e livre de restrições à internet de alta qualidade em sítios públicos é uma medida de grande simbolismo, que tem muita força política e tem um grande potencial transformador”.

O eurodeputado sublinhou que o regulamento “garante a neutralidade no acesso à internet, garante também a seleção da melhor tecnologia a aplicar em cada caso, garante o acesso de forma independente da localização geográfica e também dos rendimentos dos utilizadores”.

Zorrinho disse estar convencido que, “tendo conseguido mobilizar, numa negociação técnica, complexa, 120 milhões de euros para arrancar” com este projeto, será possível juntar fundos estruturais, fundos nacionais, públicos e privados, para garantir “um processo muito robusto, muito forte e muito importante para o futuro da Europa”.

O regulamento terá ainda que ser aprovado pelo Conselho (Estados-membros), devendo entrar em vigor nos próximos meses.

Imagens publicadas nas redes sociais podem servir para detetar doenças mentais

Investigadores de duas universidades norte-americanas concluíram que o tipo de fotografias que as pessoas colocam na rede social Instagram podem indicar uma depressão e permitir, através de uma aplicação, detetar a doença.

“Isto leva a um novo método para detetar precocemente uma depressão e outras doenças mentais emergentes”, disse Chris Danforth, professor da Universidade de Vermont, que liderou o estudo com Andrew Reece, da Universidade de Harvard. Os dois garantem que o algoritmo pode detetar mais rapidamente a depressão do que o diagnóstico clínico.

E indicam, segundo o trabalho hoje publicado no jornal EPJ Data Science, que a taxa de deteção de 70% dos computadores é mais fiável que o sucesso de 42% dos casos por parte dos médicos de medicina geral.

Para a investigação, os responsáveis pediram a ajuda de voluntários, que compartilharam o seu Instagram e o historial de saúde mental. Recolheram 43.950 fotografias de 166 pessoas, metade das quais disseram ter estado clinicamente deprimidas nos últimos três anos.

Analisando as fotografias, utilizando informação psicológica sobre a preferência das pessoas pelo brilho, cor e sombra, os investigadores concluíram que pessoas mais deprimidas tendiam a publicar fotografias em média mais melancólicas, mais escuras e com menos qualidade do que as publicadas por pessoas saudáveis.

E também descobriram que pessoas saudáveis usavam filtros que dão às fotografias um tom mais quente e brilhante. Nas pessoas deprimidas o filtro mais popular é o que faz as fotografias ficarem a preto e branco.

“Por outras palavras, as pessoas que sofrem de depressão têm mais tendência para escolher um filtro que literalmente tira a cor das imagens que querem partilhar”, disseram os investigadores.

Faces nas fotografias partilhadas também são um indicador. De acordo com o estudo as pessoas deprimidas são mais propensas a publicar fotografias com caras, mas por norma com menos caras do que as que publica o grupo considerado saudável. Entendem os responsáveis que menos rostos podem indicar que as pessoas deprimidas interagem menos.

O estudo incluiu a análise das fotografias por parte de voluntários, dizendo se pertenciam a pessoas deprimidas ou não, mas os resultados não foram tão eficazes como os do modelo estatístico testado pelo computador.

Os investigadores entendem que este tipo de aplicação tem o potencial de ajudar as pessoas no início da doença mental, evitando diagnósticos falsos, e apoiar uma deteção precoce, especialmente para os que não têm acesso a especialistas.

Promulgado diploma que regula compra e venda de animais de companhia

O Presidente da República promulgou hoje o diploma que regula a compra e venda de animais de companhia em estabelecimentos comerciais e através da Internet, foi anunciado pela Presidência.

O texto legal, apresentado pelo PAN e aprovado no parlamento no mês passado, prevê que as transações de animais de companhia passem a obrigar a uma “declaração de cedência ou contrato de compra e venda do animal e respetiva fatura”, ou, se for o caso, um “documento comprovativo de doação”.

A transação passa também a implicar o comprovativo de identificação eletrónica e uma declaração do médico-veterinário, “que ateste que o animal se encontra de boa saúde e apto a ser vendido”.

Plataforma online ajuda a adotar animais

Esta ferramenta foi criada em parceria com a Associação de Defesa dos Direitos dos Animais e Floresta (ADDAF), que dirige o canil/gatil de Fafe.

De acordo com a academia transmontana, para além do registo de todos os animais existentes no canil/gatil de Fafe, a plataforma dá a conhecer aos possíveis candidatos à adoção os animais disponíveis, as suas características e historial, facilitando assim o processo de adoção.

“A proteção animal é um assunto que tem vindo ao longo dos últimos anos a recolher um consenso cada vez mais alargado por parte da nossa sociedade. No entanto, apesar da legislação recente que criminaliza o abandono e os maus tratos a animais, o flagelo dos animais abandonados continua a aumentar, havendo a necessidade de encontrar mecanismos que incentivem e promovam as adoções responsáveis de cães e gatos”, salientou a presidente da ADDAF, Angélica Oliveira.

Esta solução via internet, acrescentou, “pretende facilitar e oferecer um conjunto de vantagens para os candidatos à adoção, com vista ao aumento do número de animais adotados”.

Segundo a responsável, “cerca de metade dos animais adotados no canil de Fafe são encaminhados para adoção na Alemanha, através de uma associação congénere alemã que encontra adotantes dispostos a acolher estes animais”.

Pelo que, na sua opinião, há “uma necessidade cada vez maior de estar ligado em rede com todos aqueles que pretendam adotar um animal de companhia”.

A plataforma foi desenvolvida no departamento de Engenharias da UTAD, no âmbito da licenciatura em Engenharia Informática, pelos estudantes Ricardo Cardoso e Nuno Lopes, sob a orientação dos docentes Jorge Gouveia, Luís Barbosa e José Baptista.

José Baptista, investigador da UTAD e que já foi vereador responsável pelo pelouro da proteção animal no município de Fafe, referiu que, “no atual cenário de globalização, ferramentas como esta podem ajudar as organizações que gerem canis e gatis a aumentar as adoções, nomeadamente para alguns países europeus onde a falta de animais disponíveis para adoção é grande”.

O responsável destacou ainda a “oportunidade oferecida ao departamento de Engenharias da UTAD para desenvolver uma ferramenta tecnológica que será agora colocada ao serviço da sociedade”.

plataforma já está disponível para consulta e adoção.

Paco Bandeira destrói 50 mil discos como forma de protesto contra a pirataria

Esta foi a maneira que encontrou para protestar contra os downloads, contra as rádios nacionais que passam pouca música portuguesa e contra as Finanças por lhe querer cobrar impostos, como se fosse uma venda, sobre os cd’s que queria enviar como oferta para os países lusófonos.

“Isto é resultado da internet”, começa por dizer Paco Bandeira, num vídeo publicado esta quarta-feira no perfil de Facebook de Joaquim Alhinho. “Isto é o que estamos a fazer à música, o que os outros fazem à música. Isto é resultado do reflexo que a música tem em Portugal. Então temos que acabar com ela assim”, afirma Paco Bandeira.

“Um protesto contra aqueles que roubam os autores portugueses ao fazerem download da internet ao invés de comprarem o trabalho de quem trabalha. E um protesto contra aqueles que, à frente de rádios, não passam a música portuguesa ou passam apenas a dos seus amigos. Um protesto contra aqueles que não o deixaram oferecer os discos aos países lusófonos. Para isso teria que pagar às Finanças impostos como se de uma venda se tratasse”.

Note-se que o momento aconteceu em Sintra, foi registado pelo projecto “online” Saloia TV em Setembro de 2015, mas está agora a tornar-se viral na internet.

EMPRESAS