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Tag: Japão

Pikachu e a Hello Kitty vão ser embaixadores

Dubai será a cidade anfitriã em 2020 e o Japão quer ganhar a  corrida para a próxima edição, tendo à sua frente países como a Rússia, França ou o Azerbaijão.

A passagem a embaixadores teve direito a uma cerimónia oficial onde estiveram presentes as duas personagens e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Taro Kono.

Japão: “Viúva Negra” condenada a pena de morte

Chisako Kaheki, uma idosa agora com 70 anos, encontrava-se detida desde 2014 por suspeita de crimes cometidos entre 2007 e 2013. Ao que tudo indica, terá matado o marido e dois namorados, na tentativa de herdar as fortunas.

A ‘Viúva Negra’, como é conhecida no país, conheceu esta terça-feira a sentença. O tribunal de Tóquio deu como provado que envenenou o marido, de 75 anos, com recurso a cianeto. O mesmo veneno foi utilizado anos mais tarde para envenenar outros dois homens, com quem Chisako Kakehi manteve relações após ficar viúva.

Segundo reporta a imprensa internacional, as vítimas mais recentes tinham entre 71 e 75 anos e eram detentoras de fortunas. Foi, de resto, esse o critério usado pela ‘Viúva Negra’ para escolher as pessoas com quem se envolvia.

Coreia do Norte dispara novo míssil

A Coreia do Norte disparou um míssil a partir do distrito de Sunan, em Pyongyang.

O projétil foi lançado às 06h57 (hora local), sobrevoou a ilha japonesa de Hokkaido e caiu pelas 07h06 (hora local), segundo as autoridades japonesas, que acionaram o sistema de emergência J-Alert em várias regiões do norte do arquipélago. O míssil caiu a cerca de 2 mil quilómetros do Cabo Erimo, nas águas do Pacífico.

O Japão já condenou o disparo do míssil norte-coreano, que considerou ser uma “provocação intolerável”.

O projétil atingiu uma altitude de 770 quilómetros e voou por 3.700 quilómetros, de acordo com as autoridades sul-coreanas, distância suficiente para chegar a Guam, território norte-americano no Pacífico.

No mês passado, a Coreia do Norte disparou um míssil que sobrevoou o Japão, algo que foi considerado por Tóquio como uma “ameaça sem precedentes” ao país.

As autoridades sul-coreanas e norte-americanas estão a investigar os detalhes do lançamento.

O míssil ainda não foi identificado.

A ONU aprovou na segunda-feira o oitavo pacote de sanções contra a Coreia do Norte, destinadas a isolar economicamente o país em resposta ao sexto ensaio nuclear, realizado a 3 de setembro.

Pyongyang afirmou ter testado com sucesso uma bomba de hidrogénio, conhecida como ‘bomba H’, miniaturizada o suficiente para poder ser colocada num míssil.

A explosão teve uma potência de 250 quilotoneladas, 16 vezes superior à da bomba lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, segundo as mais recentes estimativas divulgadas pelo portal especializado na Coreia do Norte, 38 North, com base na revisão em alta da magnitude do abalo gerado feita pela Organização do Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares.

As estimativas oficiais da potência da explosão ocorrida em 03 de setembro variam significativamente: Seul fala em 50 quilotoneladas, enquanto o Japão em 160.

Em resposta, Pyongyang prometeu esta quarta-feira acelerar os seus programas militares em resposta às sanções “maléficas” das Nações Unidas.

Coreia do Norte estende ameaça nuclear ao Japão e à Coreia do Sul

O regime norte-coreano acredita ser necessário “infligir um golpe” aos japoneses, que “não entraram nos eixos”, nem mesmo depois de um míssil balístico intercontinental ter sobrevoado o arquipélago, cujas ilhas “deviam ser afundadas pela bomba nuclear Juché [a ideologia oficial norte-coreana de autossuficiência]”, afirmou um porta-voz do Comité norte-coreano para a Paz da Ásia-Pacífico num comunicado reproduzido na noite de quarta-feira pela agência KCNA.

O comité norte-coreano também se manifestou contra o governo de Seul, que acusou de ser um grupo de “traidores” e de “cães dos Estados Unidos” por terem pedido sanções mais duras contra os seus “compatriotas”.

“O grupo de traidores pró-Estados Unidos deve ser severamente castigado e liquidado com um ataque de fogo, de modo a que não possam sobreviver. Só aí a nação coreana poderá prosperar num território unificado”, afirmou o regime, segundo a agência noticiosa oficial norte-coreana.

Pyongyang rejeitou assim o apoio dado pelos países vizinhos às novas sanções impostas na segunda-feira pelo Conselho de Segurança da ONU, que deixou o regime “furioso”.

A Coreia do Norte acusou o órgão da ONU de se ter convertido numa “ferramenta do mal” que serve os Estados Unidos, defendendo que em vez de garantir a paz e a segurança “destrói-a sem piedade”.

“O Conselho de Segurança da ONU é composto por países sem princípios e, por conseguinte, tal ferramenta inútil deve ser dissolvida de imediato”, de acordo com a KCNA.

A ONU aprovou na segunda-feira o oitavo pacote de sanções contra a Coreia do Norte, destinadas a isolar economicamente o país em resposta ao sexto e mais potente até à data ensaio nuclear, realizado a 03 de setembro.

Pyongyang afirmou ter testado com sucesso uma bomba de hidrogénio, conhecida como ‘bomba H’, miniaturizada o suficiente para poder ser colocada num míssil.

A explosão teve uma potência de 250 quilotoneladas, 16 vezes superior à da bomba lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, segundo as mais recentes estimativas divulgadas pelo portal especializado na Coreia do Norte, 38 North, com base na revisão em alta da magnitude do abalo gerado feita pela Organização do Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares.

As estimativas oficiais da potência da explosão ocorrida em 03 de setembro variam significativamente: Seul fala em 50 quilotoneladas, enquanto o Japão em 160.

Homem em cadeira de rodas obrigado a rastejar para entrar no avião

Hideto Kijima, de 44 anos, teve de sair sozinho da cadeira de rodas e subri 17 graus sozinho depois da companhia aérea proibir a ajuda dos amigos e dos funcionários, por motivos de segurança. O incidente aconteceu no Japão, num avião da companhia aérea Vanilla Air que ia descolar da ilha de Amami para Osaka.

Segundo o jornal The Guardian, o passageiro sofre de uma paralisia na cintura e depois de já ter sido cliente de 200 aeroportos em 158 países, foi a primeira vez que lhe recusaram ajuda para entrar no avião.

“Isto é uma violação dos direitos humanos”, alega o homem que conta ainda que teve de o fazer, caso contrário, nunca conseguiria regressar a casa, em Osaka.

De acordo com declarações feitas pelo homem, este não terá sido informado antes do voo que a companhia aérea e o pequeno aeroporto não possuíam elevadores para transportar passageiros com deficiência.

A companhia aérea japonesa já emitiu um pedido de desculpas e referiu que se encontram a instalar elevadores para facilitar o embarque de passageiros com problemas físicos.

No Japão o Sumo é só para homens mas esta mulher contraria isso

No Japão, este é um desporto que ainda esgota recintos e traz fama e riqueza aos principais campeões. Mas é também um desporto restritivo, que não deixa mulheres praticar o desporto a nível profissional no Japão.

Natsumi surge recentemente no projeto 60 Second Docs, uma página que nos conta histórias de gente invulgar no espaço de um minuto.

Conta Natsumi que, quando começou a praticar, houve gente que a olhou de lado. “Pensavam que o Sumo era só para homens gordos. Para provar a todos que estavam errados, decidir praticar todas as semanas”. O plano agora, diz ainda, é tornar-se a melhor do mundo.

Em 2016, foi a primeira japonesa a participar no US Open. Ficou em segundo lugar. A categoria tinha poucos participantes mas para esta japonesa era um marco a ser quebrado.

 

Japonês apaixonado por uma boneca

Senji Nakajima é casado e pai de dois filhos, mas está apaixonado por Saori, a sua nova namorada de silicone.

Por razões profissionais o empresário japonês vive longe de casa. Para contornar a solidão decidiu adquirir uma boneca de silicone chamada Saori.

“Para mim ela é mais do que uma boneca. Não é apenas um pedaço de silicone. Necessita de muita ajuda, mas não deixa de ser a companheira perfeita que partilha momentos preciosos comigo e enriquece a minha vida”, afirma o empresário.

Para além de manter uma relação física com a boneca, Nakajima leva-a por vezes a passear, recorrendo a uma cadeira de rodas, vê televisão com ela e compra-lhe vestidos elegantes.

Após dois meses de vida em comum, Nakajima deu conta que a ‘boneca tinha desenvolvido a sua própria personalidade’, tornando-se na sua nova companheira. “Ela nunca trai e não anda atrás de dinheiro. Cansei-me das relações humanas modernas que não têm coração”.

Japonês apaixonado por uma boneca

Senji Nakajima é casado e pai de dois filhos, mas está apaixonado por Saori, a sua nova namorada de silicone.

Por razões profissionais o empresário japonês vive longe de casa. Para contornar a solidão decidiu adquirir uma boneca de silicone chamada Saori.

“Para mim ela é mais do que uma boneca. Não é apenas um pedaço de silicone. Necessita de muita ajuda, mas não deixa de ser a companheira perfeita que partilha momentos preciosos comigo e enriquece a minha vida”, afirma o empresário.

Para além de manter uma relação física com a boneca, Nakajima leva-a por vezes a passear, recorrendo a uma cadeira de rodas, vê televisão com ela e compra-lhe vestidos elegantes.

Após dois meses de vida em comum, Nakajima deu conta que a ‘boneca tinha desenvolvido a sua própria personalidade’, tornando-se na sua nova companheira. “Ela nunca trai e não anda atrás de dinheiro. Cansei-me das relações humanas modernas que não têm coração”.

Estreia em Portugal filme sobre dois padres portugueses: “Silêncio”

A perseguição aos jesuítas portugueses em terras do Japão está no centro do mais recente trabalho do lendário cineasta Martin Scorsese.

Baseado no livro homónimo do escritor Shusaku Endo, o filme foca-se em dois jesuítas portugueses que viajam para o Japão no século XVII – altura em que a perseguição aos cristãos obrigava-os a praticar a sua religião de uma forma clandestina.

Cristóvão Ferreira (1580-1650), o jesuíta português que cedeu à tortura e renunciou à fé, figura no centro da trama do realizador Martin Scorsese.

“Eu queria fazer o Silêncio há mais de duas décadas e finalmente consegui”, disse, no ano passado, Martin Scorsese à revista Variety.

“Este tema é algo que sempre fez parte da minha vida. Para as pessoas que estão de fora é difícil entender o mundo em que eu cresci, o do catolicismo romano na Nova Iorque dos anos 1950. Fiquei tão impressionado que tentei fazer parte desse mundo, mas aos 15, 16 anos percebi que era muito mais duro e complicado do que eu tinha pensado… em termos de vocação”, disse o realizador.

Liam Neeson, Andrew Garfield e Adam Driver foram os atores escolhidos para entrar no filme, que será o mais longo da carreira de Scorsese – terá 3h15 de duração.

Silêncio conta a história de dois padres jesuítas portugueses no Japão, no século XVII, à procura do seu mentor, Cristóvão Ferreira, altura em que o cristianismo era proibido naquele país, enfrentando a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.

Com estreia marcada para dia 19 de janeiro, e em desenvolvimento durante 25 anos, este projeto de paixão representa aquele que será, por ventura, o filme da vida de um dos mais importantes cineastas da história.

Super Nintendo World em 2020

Agora, é sabido que a primeira atração, o Super Nintendo World, tomará forma no ano 2020 no Universal Studios Japan.

Para marcar o anúncio, a Nintendo lançou no Twittter a primeira imagem que pode dar uma ideia já bastante aproximada sobre o que oferecerá aos visitantes do parque temático localizado em Tóquio. Os detalhes ainda são escassos mas é de esperar que marquem presença no Super Nintendo World as séries mais icónicas desta empresa nipónica.

Como conta o Engadget, o projeto deverá ultrapassar os 408 milhões de euros de orçamento, com a Nintendo a afirmar que ajudará a criar mais de um milhão de empregos na década seguinte à abertura. Está também nos planos da empresa levar o Super Nintendo World para outras localizações do parque temático Universal Studios, nomeadamente para Hollywood, no estado da Califórnia e Orlando, na Flórida.

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