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Lectra lança as bases de uma nova era para os fabricantes de mobiliário

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, revela a sua primeira solução de Sala de Corte 4.0 dedicada à produção sob encomenda de mobiliário estofado a tecido.

Sendo a personificação da nova estratégia da Lectra, esta oferta avant-garde impulsiona os princípios da Indústria 4.0 para proporcionar maior agilidade, rendimento, rentabilidade e, especificamente, dimensionamento aos fabricantes de mobiliário a debater-se com a explosão da procura por mobiliário personalizado, com prazos de entrega mais curtos e de elevada qualidade, mas a um baixo custo.

Com o objetivo de capacitar os fabricantes, através de informação industrial, a alcançar a transformação digital das respetivas empresas, a Sala de Corte 4.0 da Lectra adota novas mentalidades, metodologias e tecnologias. Para ambientes de produção onde cada encomenda é diferente e onde a otimização do planeamento e dos recursos parece ser complexa, se não mesmo impossível, a nova solução da Lectra automatiza ao máximo cada etapa – desde as encomendas até à descarga – respeitando, ao mesmo tempo, os objetivos de eficiência e desempenho.

A base da Sala de Corte 4.0 da Lectra para produção sob encomenda é a sua Plataforma de Corte Digital. Este centro de dados baseado na nuvem liga os departamentos de design e de desenvolvimento de produto, a sala de corte e muito mais. Garante também trocas de dados perfeitas entre os sistemas ERP e a sala de corte. Este fluxo de dados digitalizado e livre de erros entre pessoas, processos e tecnologias fornece ideias e informações que permitem a rápida tomada de decisão e a otimização em tempo real.

“Para a indústria do mobiliário, a única forma de avançar para beneficiar de megatendências como, por exemplo, o surgimento da geração millennial, a digitalização de processos empresariais e o crescimento da China como um mercado orientado pelo consumidor e obcecado pela produtividade, é adotar os princípios da Indústria 4.0. Estamos tão convencidos da importância desta nova abordagem ao fabrico que decidimos aumentar o nosso investimento na Pesquisa e Desenvolvimento em 50% durante os próximos três anos”, afirma Daniel Harari, presidente e CEO da Lectra. “A Sala de Corte 4.0 para produção sob encomenda é o primeiro passo que estamos a dar com os nossos clientes da indústria do mobiliário no nosso percurso para a Indústria 4.0.”

A plataforma é acompanhada pela Virga®, uma nova solução de corte de tecido monofolha. Otimiza os tempos dos ciclos disponibilizando uma linha de corte completa para tecidos sólidos e padronizados, possibilitando o carregamento, digitalização, corte e descarga em simultâneo. Uma renovada experiência do utilizador, orientada para o conforto do operador e para a utilização eficiente da linha de corte Virga, proporciona enormes melhorias na produtividade e na qualidade. Para manter o custo por peça cortada baixo, um desafio no corte de monofolha, a tecnologia de corte Virga elimina a necessidade de papel ou plástico ao cortar, possibilita a gestão ágil dos retalhos e utiliza consumíveis de longa duração.

Testada em meados de 2017 em condições de produção real e concebida com o feedback de clientes selecionados, a nova oferta estará disponível a partir do fim de abril de 2018 na Europa e na América do Norte.

Sobre a Lectra
Para as empresas que dão vida ao nosso guarda-roupa, ao interior do nosso automóvel, ao mobiliário e outros, a Lectra está a criar as tecnologias premium que facilitam a transformação digital da sua indústria. A oferta da Lectra aumenta as capacidades das marcas e dos fabricantes, desde o design até à produção, proporcionando-lhes o respeito do mercado e a paz de espírito que merecem.

Fundada em 1973, a Lectra tem atualmente 32 filiais em todo o globo, prestando serviços a clientes em mais de 100 países. Com mais de 1650 funcionários, a Lectra registou uma faturação de 277 milhões de euros em 2017. A Lectra está cotada na Euronext (LSS).

Para obter mais informações, visite www.lectra.com

Aplicações na nuvem da Lectra conquistam o mundo da moda

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, lança a primeira de uma série de aplicações baseadas na nuvem idealizadas para as equipas de desenvolvimento de produto e de produção. As aplicações Quick Estimate e Quick Nest serão lançadas em França e Itália, ficando mais tarde progressivamente disponíveis noutros países.

Como parte da estratégia da Indústria 4.0 da Lectra, a Lectra colaborou com os seus principais clientes do mundo digital para desenvolver aplicações que dão a capacidade aos decisores para reagir num instante.

A Quick Estimate revoluciona a eficiência do desenvolvimento de produto, sendo fundamental na gestão dos custos. A Quick Nest disponibiliza acesso à criação de colocações automáticas e aproveita a tecnologia na nuvem para lidar com enormes volumes de cálculos em paralelo, maximizando a produtividade e a eficiência das colocações.

Impulsionando a Internet das Coisas industriais, os princípios do desenvolvimento lean e a computação baseada na nuvem, a Lectra tem como objetivo disponibilizar acesso a aplicações de melhoria do negócio em qualquer momento e em qualquer local. Longe vai o tempo do espaço de armazenamento limitado e da baixa velocidade de cálculo. Estas aplicações na nuvem, leves e completas, vão redefinir a forma como os clientes da indústria da moda armazenam e processam dados.

O tecido representa frequentemente valores próximos de 60% a 70% do custo de uma peça de vestuário. A Quick Estimate possibilita às equipas de desenvolvimento de produto calcular de forma instantânea as necessidades de tecido a partir do seu ambiente de trabalho Modaris®—a solução de modelagem 2D/3D e de graduação da Lectra—com acesso direto às aplicações na nuvem. Quem desenvolve modelos tem agora a flexibilidade para efetuar ajustes aos modelos de forma mais rápida, para otimizar os custos, protegendo ao mesmo tempo a qualidade da marca e garantindo rapidez de colocação no mercado.

A Quick Nest pode ser acedida através do Diamino®, a solução de criação de colocações da Lectra. Durante as fases desenvolvimento da produção, os utilizadores da Quick Nest poderão processar colocações mais pormenorizadas de forma mais rápida. A Quick Nest pode também ser utilizada pelas equipas de produção para lidar automaticamente com listas de colocações em tempo recorde através da nuvem.

Estas aplicações vão também garantir transparência em toda a empresa, pois as equipas de gestão obtêm uma visibilidade total das necessidades de consumo para todos os produtos em desenvolvimento e em produção graças ao acesso visível a dados consolidados para aprovação e comunicação.

“O objetivo final na nossa nova estratégia é claro: queremos colocar os nossos clientes no centro do nosso negócio. Queremos que eles prosperem nesta nova era digital. As nossas mais recentes aplicações adaptadas à Indústria 4.0 vão funcionar como catalisadores de crescimento para os seus negócios, dando-lhes a possibilidade de tomar boas decisões com base em informação em tempo real,” explica Daniel Harari, presidente e diretor-executivo da Lectra. “E isto é apenas o início. Vão chegar aplicações ainda mais inovadoras.”

Sobre a Lectra
Para as empresas que dão vida ao nosso guarda-roupa, ao interior do nosso automóvel, ao mobiliário e outros, a Lectra está a criar as tecnologias premium que facilitam a transformação digital da sua indústria.

A oferta da Lectra aumenta as capacidades das marcas e dos fabricantes, desde o design até à produção, proporcionando-lhes o respeito do mercado e a paz de espírito que merecem.

Fundada em 1973, a Lectra tem atualmente 32 filiais em todo o globo, prestando serviços a clientes em mais de 100 países. Com mais de 1650 funcionários, a Lectra registou uma faturação de 277 milhões de euros em 2017. A Lectra está cotada na Euronext (LSS).

iTechStyle Summit: conferência internacional do têxtil e vestuário

Durante três dias, 28 de fevereiro, 1 e 2 de março de 2018, o iTechStyle Summit reuniu inovadores da indústria, provedores de tecnologia, pesquisadores, clusters e outros atores do setor têxtil e do vestuário de toda a Europa.

A segunda conferência internacional de têxteis e vestuário, organizada pelo CITEVE – Centro Tecnológico para a Indústria Têxtil e Vestuário de Portugal em colaboração com a Associação Selectiva Moda e coordenação científica da Universidade do Minho – Centro de Ciências e Tecnologia Têxteis, foi dirigida por vozes líderes da indústria e da academia. Trata-se de um evento cheio de oportunidades para explorar, aprender, compartilhar e de networking.

Aqui, partilharam-se conhecimentos especializados sobre as últimas tendências, estratégias, oportunidades e desafios da Indústria 4.0.

A conferência teve como principais tópicos a funcionalização; materiais responsivos; estruturas 3D; desmaterialização de protótipos; compósitos baseados em têxteis; biomateriais; e métodos de medição de desempenho.

Na sessão em que se falou da digitalização e robotização de produção estiverem presentes oradores representantes de marcas de renome, cuja presença no mercado tem acompanhado toda esta revolução industrial:

Joachim Hensch, Managing Director Hugo Boss Textile Industries, para nos falar sobre a robotização;

Edouard Macquin, Chief Sales Officer da Lectra abordou a ascensão da Indústria 4.0 na moda;

Marc Van Parys, Presidente da UNITEX (BE), falou sobre as Tecnologias digitais para a fábrica do futuro;

Jürgen Thoms R&D Manager da PLEVA, refletiu sobre as últimas soluções para acabamento têxtil: alisamento de alta tecnologia e sensores para secadores;

E, ainda, Tatjana Spahiu, Conferencista da Universidade Politécnica de Tirana, que apresentou o protótipo virtual 3D na indústria da moda.

O QUE ELES DIZEM…

Rodrigo Siza Vieira – Managing Director da Lectra Portugal e Espanha

“Tentámos trazer a este evento a nossa visão para o futuro próximo e que passa por um roadmap estratégico que a Lectra apresentou há um ano e que se pretende cumprido até 2020.

Os desafios atuais dizem respeito aos desafios dos nossos clientes e aos quais temos de responder através da integração de soluções, desde o conceito de produto até à produção, passando pelo desenvolvimento de produto, pelos processos de industrialização, de planeamento e de corte, nos quais estamos tradicionalmente há muitos anos, mas integrando esses processos e automatizando os mesmos.

Tomemos como exemplo a Lectra Cutting Room 4.0 que pretende automatizar e integrar os processos intermédios nos seus recursos e os dados que são gerados por esses processos, desde o pedido do cliente até a saída de peças cortadas para a costura.

Juntar num evento deste tipo a comunidade científica e o universo empresarial é gratificante, não só por tematizar os três dias da conferência, mas também pelo número significativo de visitantes que atrai”. 

Edouard Macquin – Chief Sales Officer da Lectra

“Quando se fala de Indústria 4.0 as pessoas remetem automaticamente para a produção. No entanto, a Indústria 4.0 é uma revolução industrial que diz respeito não só às fábricas, mas sim à cadeia inteira, desde o ponto de venda até à produção, ou seja, toda a cadeia logística. É importante perceber que a Indústria 4.0 começa nos consumidores e esta é a grande mudança. É o consumidor que está no centro de todas as operações. Esta revolução está a aproximar a indústria do consumidor. A Indústria 4.0 é uma necessidade para atingir as necessidades dos consumidores e as novas formas de consumo. Hoje, mais do que nunca, tudo está voltado para o consumidor.

Podemos mesmo afirmar que não é a revolução industrial que vai mudar o mundo da moda, mas sim o mercado que está a contribuir para a mudança de paradigma”.

Joachim Hensch – Managing Director da Hugo Boss Textile Industries

“É importante esta ponte que se pretende construir aqui entre o conhecimento científico das universidades e o universo empresarial por dois motivos. Por um lado, as universidades estão a educar os nossos futuros “dirigentes”. Por isso é relevante que eles tenham contacto com as indústrias durante a sua aprendizagem, para perceberem o que é preciso, em que direção a indústria está a caminhar e quais são os interesses das marcas. Por outro lado, todas as conferências são importantes pela sua diversidade e pela forma como se concentram num tópico, ajudando a perceber e a encaixar todos os elementos que a ele dizem respeito. Quanto à Indústria 4.0, ela é agora um princípio, uma mentalidade. Temos de perceber que os consumidores são o centro da revolução industrial e que temos um trabalho árduo pela frente para conseguir corresponder à complexidade das suas necessidades. Por isso mesmo é necessária esta ligação entre o consumidor e a indústria, a qual é possível através da digitalização, robotização, e a automatização da indústria para aumentar a produtividade e a eficiência e fazer face à complexidade do mercado”. 

LECTRA

Como é que a Indústria 4.0 está a moldar e transformar o mercado global da moda? Para alguns a Indústria 4.0 não só está a revolucionar a forma como os fabricantes operam, mas também como as marcas e os comerciantes precisam de funcionar.

Recentemente, a Lectra apresentou a sua solução PLM modular, a Lectra Fashion PLM 4.0, que atua como um centro conectado e inteligente para a cadeia de fornecimento digital de hoje. A solução permite aos utilizadores de toda a cadeia de logística, desde o desenvolvimento até a produção, passando pelo design, trabalhar juntos através de um sistema que pode ser adaptado a diferentes modelos de negócios e que permite às empresas responder rapidamente às «tendências».

O objetivo da Lectra é fornecer aos seus clientes a tecnologia e o suporte de que precisam para prosperar e ter sucesso neste novo mercado digital.

LECTRA CUTTING ROOM: UMA VANTAGEM COMPETITIVA

No ambiente de moda acelerado de hoje, a produção deve ser rápida e flexível o suficiente para obter um maior volume de pedidos em prazos apertados, mantendo os custos baixos e mantendo os padrões de qualidade. O que acontece na sala de corte pode inclinar o equilíbrio entre lucros e perdas.

A Lectra entende esses desafios, por isso mesmo procura combinar a sua experiência na indústria têxtil com metodologia lean e a tecnologia mais recente para ajudar as empresas a transformar a sala de corte numa vantagem competitiva.

Nova identidade de marca para a Lectra

A Lectra, a parceira tecnológica de empresas que utilizam tecidos e couros, revela uma nova identidade de marca que demostra de forma poderosa a orientação digital da estratégia da Lectra, criada para apoiar as empresas da moda e do vestuário, da área automóvel e do mobiliário a prosperar com sucesso com conceitos da Indústria 4.0.

Concebido em conjunto com a agência ComCorp, o novo universo da marca Lectra reflete a evolução contínua da empresa e realça o seu papel como uma pioneira nas vésperas da quarta revolução industrial. O remodelado universo da marca evoca veementemente a inovação gravada no ADN da Lectra, impulsionando os quatro valores da empresa: Caring, Committed, Insightful e Visionary.
Moderno e elegante, o novo logótipo expressa o posicionamento premium da Lectra – como está orgulhosa por colaborar com empresas avant-garde – e destaca a evolução da oferta da Lectra através da análise de dados. Os “píxeis” quadrados na nova carta gráfica da Lectra são um reflexo visual da direção digital da empresa. Contudo, as cores, tão características da Lectra, permanecem as mesmas. Funcionam como uma representação da lealdade da Lectra em relação aos seus clientes e tem como objetivo ser o seu imprescindível parceiro de eleição para a tecnologia.

O slogan “Empowering customers through industrial intelligence” confirma o compromisso da Lectra em disponibilizar aos clientes os meios para alcançar as suas ambições. Permanentemente atenta às tendências da indústria com impacto nos setores dos clientes, a Lectra concebe incessantemente soluções para apoiar os clientes na era digital, facilitando a sua transição em direção à indústria do futuro.

Uma pioneira na Internet das Coisas industriais desde 2007 e, atualmente, envolvida ativamente no percurso em direção à Indústria 4.0, a Lectra coloca a recolha e análise de dados no coração da sua oferta. A noção de inteligência industrial é crucial para a implantação de uma cadeia de valor digital para os clientes, possibilitando a interligação em tempo real entre as equipas de design e de desenvolvimento de produto, a fábrica inteligente, os fornecedores e os consumidores.

“A nova identidade de marca da Lectra é um reflexo direto da estratégia evolutiva da empresa, dos seus conhecimentos e da sua próspera história”, afirma Alexis Noal, vice-presidente da ComCorp. “A nova imagem de marca é o resultado de uma estreita colaboração com as equipas da Lectra, a todos os níveis, tendo sido sustentada pelos nossos intercâmbios com os clientes e parceiros da Lectra.”

“2017 foi um dos anos mais intensos para a Lectra, começando com o anúncio de uma nova estratégia concebida para ajudar os nossos clientes a entrar com sucesso na era da Indústria 4.0. A estratégia foi uma enorme inspiração para nós quando renovámos todos os fundamentos da marca. A nova identidade de marca da Lectra, que temos o maior prazer em revelar neste momento, expressa o dinamismo da empresa, a sua audaciosa visão e a impulsionadora ambição para apoiar os clientes”, sublinhou Céline Choussy-Bedouet, diretora de marketing e comunicação.

Lectra premiada como “Showcase para a Indústria do Futuro”

O sentimento é comum, a indústria da moda e vestuário está viva e prepara-se para abraçar a Indústria 4.0 com a Lectra, cuja estratégia foi concebida para capacitar as empresas nas áreas da moda e vestuário, automóvel e mobiliário a serem bem-sucedidas à medida que entram na era da Indústria 4.0.

Ancorada na digitalização dos processos industriais, desde a criação à produção, a Indústria 4.0 está a criar uma nova organização dos ecossistemas das fábricas. Cada vez mais flexíveis com recursos otimizados, as fábricas estão a impulsionar um novo ciclo de vida digitalizado, para produtos que irão beneficiar os consumidores.

Além disso, a produção em massa está a aumentar a capacidade para a produção personalizada em grande escala, disponibilizando também produtos de qualidade, de rápido lançamento no mercado, aguardados por consumidores cada vez mais impacientes e exigentes.

Para fazer face a estas mudanças, é essencial uma cadeia de valor digital para fornecer ligações em tempo real entre as equipas criativas e as equipas de desenvolvimento do produto, fábricas inteligentes, fornecedores e consumidores.

“Para satisfazer estes novos desafios, os nossos clientes podem confiar na nossa oferta de software e equipamentos, já compatíveis com os princípios da Indústria 4.0, no nosso profundo conhecimento da Internet das Coisas industriais, desde 2007, e na experiência das nossas equipas em indústrias específicas,” declarou Daniel Harari, CEO de Lectra. “Graças a estes fortes fundamentos, estamos a enriquecer de forma massiva a nossa oferta, aproveitando as mais recentes tecnologias e integrando as melhores práticas, para assim consolidar a posição da Lectra como uma visionária da Indústria 4.0.”

O lançamento de uma oferta de Software como um Serviço (SaaS) reflete a nova estratégia da Lectra, reforçada pela nuvem e desenvolvida desde 2015. Esta oferta, tirando partido da análise e exploração de dados, irá traduzir-se em equipamentos ainda mais inteligentes e interligados e numa excelente integração entre equipamentos, software e serviços. Novos serviços específicos da indústria irão reforçar a oferta, permitindo à Lectra melhorar continuamente os processos do cliente. Inicialmente testada em 2017 com clientes selecionados, alguns dos quais têm estado envolvidos com a oferta desde o início da conceção, a nova oferta será comercializada a partir de 2018.

“Ao proporcionar um aumento de valor aos nossos clientes, a Lectra irá aumentar a quota de receitas dedicada à pesquisa e desenvolvimento para 10% para o período entre 2017 e 2019, representando um aumento de cerca de 50% entre 2016 e 2019. Desta forma, podemos apoiar os nossos clientes no seu percurso para a excelência operacional, indispensável para ter sucesso no contexto da quarta revolução industrial,” conclui Daniel Harari.

Rodrigo Siza nomeado Diretor das Filiais Lectra Espanha e Portugal

Ricardo Siza, Lectra, Matosinhos, Portugal.

Baseado no Porto (Portugal), Rodrigo Siza vai trabalhar para desenvolver novas sinergias regionais para acompanhar os clientes Lectra mais próximo das suas necessidades e facilitar o seu sucesso na era da Indústria 4.0. Para isto, conta com a grande experiência das equipas nestes países.

«Rodrigo soube estabelecer parcerias de longo prazo com os clientes portugueses dos mercados da moda e vestuário, automóvel e mobiliário, ajudando-os a sair mais fortes da crise mundial que fortemente os afetou. Após dez anos de sucesso à frente da Lectra Portugal, tem agora a seu cargo responder igualmente às expectativas dos nossos clientes que operam em Espanha», declarou Daniel Harari, presidente-diretor geral da Lectra. Os players regionais estão a vivenciar um forte impulso, nomeadamente as marcas de moda em Espanha e as indústrias de valor acrescentado de vestuário e automóvel em Portugal. Na sequência do anúncio da sua nova estratégia para a Indústria 4.0, a Lectra está numa posição privilegiada para os acompanhar na digitalização dos seus processos. Integrar todas as etapas, desde a criação ao corte, no seio de uma cadeia de fornecimento extensa, tornou-se uma prioridade para as indústrias expostas às exigências dos consumidores, cada vez mais exigentes, e sujeitas aos ciclos de desenvolvimento de produto e produção cada vez mais curtos. Estas restrições são particularmente importantes em Espanha e em Portugal, dois países posicionados – cada um à sua maneira – no coração da moda e do setor automóvel na Europa.

 

 

 

 

 

Vamos falar sobre Fatos de Homem ?

O mercado de vestuário de homem cresceu 14%, aproximadamente duas vezes o de vestuário de senhora. Em 2016, o mercado de vestuário de homem luxo e premium teve um valor estimado de 141 biliões USD, a Ásia afirmou o maior crescimento dinâmico, com um aumento nas vendas de 53% entre 2010 e 2015.

Este é claramente um mercado com potencial, mas tem desafios específicos muito próprios.

Desafios específicos

O vestuário de homem de alta gama requer uma combinação precisa de fitting (ajuste), estilo e tecidos de qualidade. A procura de vestuário de homem está a aumentar, conseguir oferecer quantidade e preços aceitáveis tornou-se um desafio. Os fatos de homem são combinações elegantes de forros, entretelas, revestimentos, fusão, reforços e camadas exteriores; cada elemento deve estar perfeito para que o todo se revele perfeito e tenha um look atrativo numa matriz de morfologias masculinas. Uma crescente procura de tecidos de tratamento fácil e sem vincos, torna este desafio ainda mais difícil de alcançar.

Uma questão de estilo e fitting

Obter o fitting perfeito é fundamental para a elaboração de um bom fato de homem. Obter o fitting perfeito num casaco ou calças de fato de homem – algumas das peças de vestuário mais complicadas de desenvolver – pode ser um pesadelo, e o número de mestres-alfaiates está a diminuir.

A procura de vestuário de homem é sublinhada por um desejo de estilo único. Detalhes como bolsos, forros contrastantes, fechos de manga, monogramas e golas, tudo acrescenta complexidade à criação e desenvolvimento do vestuário.

A escolha do tecido é igualmente uma importante consideração no desenvolvimento de fatos de homem e camisas; é muitas vezes o ponto de partida para estilos, com conceitos inspirados no tecido em si. Somado à escolha do tecido, o perfeito alinhamento das riscas e xadrez deve ser muito bem dominado para criar a melhor impressão.

Desenvolver e produzir vestuário de homem obriga a lidar com vários detalhes ao longo do ciclo de vida do produto. Desenvolver o fitting certo pode exigir muitas provas. As informações técnicas confusas e a utilização de ferramentas obsoletas podem degradar, tanto a qualidade como o fitting, resultando em perda de tempo e produtos que não satisfazem as expectativas do cliente.

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Soluções tecnológicas para Fatos de Homem

As soluções de modelagem avançada e criação de protótipos em 3D são uma forma poderosa de ultrapassar os desafios do fitting e agilizar os processos de corte. Modelagem, protótipos 3D, colocação e corte beneficiam de ligações dinâmicas que simplificam o desenvolvimento das peças derivadas incluindo os forros, revestimentos e entretelas. As tabelas de medidas dinâmicas permitem um fácil desenvolvimento do molde para vários mercados e prometem uma qualidade de um feito-à-medida, de acordo com os tipos de corpos e posturas.

A natureza visual dos protótipos 3D, proporciona uma apresentação dos tecidos realista o suficiente para substituir as amostras físicas, mesmo para os tecidos complexos de padrões e riscas. Soluções avançadas de produção utilizam sistemas de visualização e correção inteligentes para corrigir automaticamente o posicionamento do molde de acordo com arcos, inclinações e distorções inerentes ao tecido. As máquinas de corte de baixa camada ou folha única, proporcionam a precisão que, o nível de qualidade do feito-à-medida em fatos de homem, exige.

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A solução PLM ligando a criação, desenvolvimento e produção, com o calendário e o fluxo de trabalho, torna fácil acompanhar alterações, simular cenários de custo e comunicar com exatidão com fornecedores, qualquer que seja a localização das suas equipas.

A Lectra e o vestuário masculino

Com 40 anos de experiência na indústria da moda, a Lectra tem a tecnologia e a experiência para ajudar as empresas de vestuário masculino a ultrapassar os desafios de estilo, fitting e produção. As soluções da Lectra de criação, desenvolvimento e produção são utilizadas nas empresas lideres mundiais de moda, incluindo as marcas mais prestigiantes de vestuário masculino.

Vamos falar sobre Sportswear ?

Outrora domínio exclusivo dos atletas sérios, o sportswear tornou-se um grande negócio nos últimos anos, com estilistas famosos a entrar na onda e a criar coleções cápsula inspiradas no sportswear e mães a tempo inteiro vestindo calças de yoga para ir buscar os filhos à escola.

A democratização do vestuário atlético, combinada com o crescente interesse do segmento feminino, pressionou as marcas de sportswear a expandir a oferta, produzindo coleções casual wear específicas e modernas. Somando a isto uma invasão de concorrentes de marcas de moda regular, juntamente com um mercado global em rápida expansão, nunca foi tão crucial para as marcas de sportswear dominar o seu jogo!

Desafios específicos

Conforto, ajuste e desempenho são os pilares de qualidade do vestuário de desporto. Para além dos desafios enfrentados por outras empresas de moda – manter os custos baixos, melhorar o prazo de entrega e mudar a variedade de produtos regularmente – as empresas de sportswear precisam também de produzir vestuário que se adapte a uma gama dinâmica de movimentos e suporte mais tensão do que o vestuário de moda em média. A precisão é fundamental; as costuras devem ser posicionadas cuidadosamente para conforto e sudação eficaz. Tecidos inovadores, altamente tecnológicos que protegem do sol, vento, frio e chuva tornam o processo de desenvolvimento complicado e dispendioso, enquanto que a colocação do logótipo pode representar desafios de design exclusivos.

Uma questão de estilo e ajuste

O vestuário de desporto é o único que tem necessidade de ser adaptado a uma determinada atividade e a uma postura específica. Os calções de ciclismo, por exemplo, são criados para apoiar a atividade numa posição sentada e as calças de equitação nunca têm costuras interiores para evitar irritações devido ao atrito. Enquanto isso, o vestuário de desporto visa seriamente as necessidades dos atletas que contam com massa muscular extra; um remador tem bíceps maiores do que a média e irá necessitar de mangas mais folgadas. A precisão no desenvolvimento do processo é crucial para assegurar o conforto total, permitindo os contínuos ajustes até ao fit (ajuste) perfeito.

Para complicar ainda mais as coisas, este tipo de vestuário é feito com tecidos técnicos inovadores que têm comportamentos diferentes dos tecidos regulares e, por vezes, são tão novos que nem estão disponíveis durante o processo de desenvolvimento. Utilizado junto ao corpo e sujeito a maior desgaste do que a roupa normal, estes tecidos devem ser de alta qualidade e são muitas vezes dispendiosos, o que torna essencial um processo lean (sem desperdício).

Sob a pressão de produzir coleções de moda, as marcas desportivas estão também a acelerar o processo de criação e a renovar a sua oferta mais frequentemente. Os estilos tornaram-se mais elaborados, às vezes exibem logótipos enormes que precisam ser considerados durante o processo de criação, ou tecidos com cores contrastantes que tornam complexa a gestão de tecidos, moldes e camadas.

Embora os EUA continuem a ser líderes no consumo de vestuário de desporto, um público-alvo crescente em todo o mundo, combinado com um aumento de interesse no desporto pelas mulheres, estão a colocar um novo desafio de ajuste e complexidade de modelos como as empresas adaptam os seus tamanhos a uma maior variedade de morfologias e os seus designs para se adequar a diferentes climas.

Soluções tecnológicas para Sportswear

A tecnologia de desenvolvimento de produto em 3D dá às empresas de vestuário de desporto as ferramentas que precisam para enfrentar os seus desafios únicos de tecido, ajuste e funcionalidades. As empresas podem pré-visualizar o vestuário em diferentes posições, simular com tecidos técnicos que ainda não estão disponíveis, aperfeiçoar as criações no ajuste e conforto, gerir a colocação de logótipos e partilhar os seus resultados entre diferentes departamentos em tempo real. O número de protótipos físicos diminui. Com um tempo de realização de um protótipo de 3 a 8 semanas e tecidos técnicos bastante dispendiosos à mistura, as poupanças em tempo e em custos de desenvolvimento somam-se rapidamente.

Enquanto isso, a tecnologia permite às empresas guardar e reutilizar os elementos existentes, tais como, capuzes ou punhos, poupando tempo precioso quando é necessário acelerar novos estilos para acompanhar um ciclo de coleção muito curto.

Uma sala de corte otimizada ajuda a maximizar a eficiência e reduz nos desperdícios de tecidos durante a produção, ainda mais importante em tecidos técnicos bastantes dispendiosos. Com um melhor controlo do processo de produção e um prazo de entrega reduzido, as empresas estão em melhor posição de competir com as marcas de fast fashion (moda rápida) invadindo o seu território.

Finalmente, uma solução PLM pode ajudar as empresas de vestuário de desporto na gestão de coleções cada vez mais complexas e com uma variedade mais ampla de tamanhos e estilos. Com uma plataforma colaborativa, a comunicação é melhorada entre todos os departamentos desde a criação às vendas, permitindo tomadas de decisão mais cedo e com mais informação e mais cedo no processo, resultando num melhor processo global do início ao fim.

A Lectra para o Sportswear

Com 40 anos de experiência na indústria da moda, a Lectra tem a tecnologia e a experiência para ajudar as empresas de vestuário de desporto a ultrapassar os desafios de estilo, fit (ajuste) e produção. As soluções da Lectra de criação, desenvolvimento e produção ajudam as maiores marcas mundiais de Sportswear a melhorar em qualidade e conforto, a reduzir tanto nos dispendiosos protótipos como no tempo de colocação no mercado e a maximizar as margens de lucro. As soluções da Lectra ajudam os fabricantes de vestuário de desporto a manter a sua oferta competitiva e tecnicamente superior ao vestuário inspirado no desporto oferecido pelas marcas fast fashion (moda rápida).

www.lectra.com

Vamos falar sobre a Indústria 4.0 ?

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A Indústria 4.0 descreve um futuro estado da indústria caracterizado por uma completa digitalização dos fluxos económicos e produção. Requer uma integração horizontal em cada fase do processo de produção, em interação com máquinas. No mundo globalmente interligado da Indústria 4.0, as máquinas também interagem umas com as outras.

Digital marketing consultant doing business on internet and social networks

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O Boston Consulting Group[1] identificou os nove pilares tecnológicos da Indústria 4.0:
[1] www.bcg.com

  • Robôs autónomos. Desde há muito tempo utilizados para enfrentar as tarefas complexas, os robôs oferecem uma gama cada vez maior de serviços e estão cada vez mais autónomos, flexíveis e cooperativos. Eles vão interagir uns com os outros e trabalhar em segurança com humanos (o termo “cobotics” é utilizado para descrever robôs que ajudam operadores na realização das suas tarefas). Eventualmente, vão ser capazes de aprender com os humanos.
  • Simulação. A simulação 3D do desenvolvimento do produto, desenvolvimento do material e processos de produção vai generalizar-se. Usará dados em tempo real para espelhar o mundo físico no mundo virtual que vai incluir máquinas, produtos e humanos. Operadores vão ser capazes de, por exemplo, testar e otimizar as definições da máquina para o próximo produto mesmo antes de começar a produção, reduzindo assim os tempos de preparação da máquina e aumentando a qualidade.
  • Integração de sistemas horizontais e verticais. Atualmente, os sistemas de informação não estão totalmente integrados. As empresas raramente estão conectadas com os seus fornecedores e clientes. Os departamentos de engenharia de projeto raramente são ligados à produção dentro da sua própria organização. Mas com a Indústria 4.0 toda a organização estará interligada e as empresas vão estar ligadas umas com as outras.
  • Internet Industrial das Coisas. Atualmente poucas máquinas estão equipadas com sensores e interligadas. Com a Internet Industrial das Coisas, um número cada vez maior de produtos vai incorporar inteligência e ser ligado utilizando protocolos standard. Isso vai descentralizar a análise e a tomada de decisão, permitindo respostas em tempo real.
  • Segurança cibernética. Os dias de sistemas de gestão operacional fechados e desconectados terminaram. Os protocolos de comunicação e conectividade estão a tornar-se norma. Proteger os sistemas de informação e as linhas de produção de ameaças de crime cibernético está a tornar-se uma questão crítica. Sistemas sofisticados de gestão de identidade e acesso à maquinaria vão ser utilizados para proporcionar comunicações seguras e fiáveis.
  • CloudOs processos operativos da Indústria 4.0 requerem mais partilha de dados entre locais e empresas. O desempenho da tecnologia na cloud vai melhorar, conseguindo um tempo de resposta de algumas milésimas de segundo. Isto vai promover o desenvolvimento de um cada vez maior número de MESs (Manufacturing Execution Systems) baseados em dados de máquinas armazenados na cloud.
  • Additive manufacturing. As empresas estão agora a adotar a impressão 3D para protótipos e produção unitária. Com a Indústria 4.0, estas tecnologias vão ser escolhidas pelo seu elevado desempenho na produção de pequenas quantidades de produtos customizados. Sistemas descentralizados vão reduzir custos de gestão de transporte e inventário.
  • Realidade aumentada. As ferramentas de realidade aumentada estão ainda na fase de infância, mas estão a abrir caminho para novos serviços. Por exemplo, darão informações aos operadores em tempo real para que possam tomar decisões rapidamente e melhorar os processos de trabalho.
  • Big data e análises. Existem ainda enormes conjuntos de dados inexplorados no mundo industrial. A sua análise vai otimizar a qualidade da produção, poupar energia e melhorar serviços. Aqui também, o objetivo é permitir tomadas de decisão em tempo real.

Chamada de “Industry 4.0” na Alemanha, esta revolução industrial é refletida em todo o lado em expressões como “Made in China 2025” e “Manufacturing Renaissance”(EUA). Este conceito é objeto de discussão generalizada, mas o seu impacto na indústria atual continua relativamente modesto.

Especialistas alemães acreditam que estamos agora a 3.8, e que levará cerca de uma década até chegarmos a uma produção 100% Indústria 4.0. Nenhuma empresa passará de 3.0 para 4.0 num passo único. Apesar da sua velocidade, esta migração ocorrerá por etapas.

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Vamos falar sobre jeans ?

Usar roupas desportivas no dia-a-dia tornou-se elegante e o nosso estilo de vida tornou-se mais ativo, criando uma geração de consumidores que exigem conforto e desempenho nas suas peças de vestuário bem como o estilo. Em resposta, as marcas de jeans estão a apressar-se em seduzir os consumidores caprichosos com tecidos de alto desempenho que moldam o corpo, além dos novos cortes e lavagens modernas.

 

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Desafios específicos

No mercado global atual, as marcas de jeans precisam de ter em mente uma maior variedade de formas e tamanhos ao criarem as suas coleções. Os novos tecidos stretch podem comportar-se de maneira imprevisível e os acabamentos podem encolher o tecido após a montagem das peças, tornando complexo o processo de desenvolvimento do produto. Para além disso, há uma grande competição entre as marcas para acompanhar o ritmo do fast fashion, criando e colocando rapidamente novos modelos no mercado, enquanto lidam com o aumento de custos ligados ao crescente preço do algodão e da mão-de-obra, assim como da crescente pressão da opinião pública, para o uso de métodos de produção que respeitem o meio ambiente.

Uma questão de estilo e ajuste

Se houvesse algo como o “Santo Graal dos jeans”, seria a apoteose do ajuste perfeito. Um par de jeans pode ter até 24 medidas diferentes da cintura ao tornozelo; determinar estas medidas e adaptá-las para outros tamanhos, pode ser uma tarefa gigantesca.

Enquanto isso, a crescente procura de jeans na China e noutros mercados internacionais está a levantar novos desafios, à medida que as empresas adaptam estilos e tamanhos para abraçar uma maior variedade de morfologias em diferentes regiões.

Ser capaz de prever o look dos jeans e o seu comportamento depois de lavado, tratado quimicamente ou mecanicamente envelhecido é essencial para tomar boas decisões de design e desenvolvimento; mas tudo isto pode ser complicado, uma vez que as peças jeans são mais afetadas pelo encolhimento do que qualquer outra categoria de vestuário. Adicionar novos tecidos stretch aos múltiplos existentes para decidir quais os acabamentos a utilizar e o processo de desenvolvimento torna-se demorado, trabalhoso e dispendioso.

Uma cadeia de fornecimento eficiente nunca foi tão essencial: a criação de elementos e os acabamentos precisam de ser decididos e modificados rapidamente, e a produção tem que ser rápida e exata, se esse par de jeans estilizado e de ajuste perfeito deve estar na prateleira da loja a tempo de capitalizar as tendências de mercado!

Soluções de tecnologia para jeans

Tecnologias combinadas tais como o 3D e a gestão do ciclo de vida do produto (PLM), podem acelerar e melhorar o processo de desenvolvimento, conectando a criação e as equipas técnicas, para que possam trabalhar em conjunto na criação de produtos de moda atraentes, com bom ajuste e dentro do orçamento.

As equipas de desenvolvimento podem utilizar a tecnologia 3D para provas virtuais até ao ajuste perfeito, ou adaptar modelos a diferentes formas de corpo e tamanhos, reduzindo o longo processo de protótipos. Reduzir o número de amostras físicas necessárias significa menos desperdício de tecido e menos sessões de provas, menos envios e menos testes, para um processo de desenvolvimento mais rápido e mais eficiente com um reduzido impacto ambiental.

A tecnologia na produção faz avançar, maximiza a eficiência na sala de corte. As soluções smart de planeamento da produção, que comunicam entre si, ajudam as marcas a aproveitar o tecido ou a decidir a melhor forma de mobilizar os recursos disponíveis. Máquinas de corte robustas, criadas especialmente para denim, podem lidar com camadas espessas e pesadas ou matéria-prima stretch com velocidade e precisão. Acrescentando a isto um processo de produção lean que minimiza erros, reduz o tempo de colocação no mercado, e o resultado final é um produto com melhor qualidade, maior margem de lucro e cadeia de fornecimento mais simples e eficiente do início ao fim.

A Lectra e os jeans

Com 40 anos de experiência na indústria da moda, a Lectra ajuda as maiores marcas de jeans do mundo a ultrapassar os seus desafios de design, desenvolvimento e produção. As soluções da Lectra dedicadas à moda, ajudam as marcas a dominar o ajuste, o estilo e o conforto, a acelerar o processo de desenvolvimento, a maximizar as margens de lucro e a reduzir o tempo de colocação no mercado. Com a Lectra, os fabricantes de jeans podem garantir a qualidade dos seus produtos, mantendo a sua oferta atualizada e apelativa para os consumidores, face à crescente concorrência das marcas desportivas.

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