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Explosão na rede de metro de Londres

O incidente aconteceu na hora de ponta desta manhã em Londres.  O serviço de transporte está interrompido entre Earls Court e Wimbledon na linha que passa na estação de Parsons Green.

Segundo as notícias citadas pela agência EFE, a explosão ocorreu numa das composições do comboio. Muitos passageiros referem também que ouviram gritos na altura em que os ocupantes das composições tentavam sair da estação através das escadas de saída e que alguns apresentavam ferimentos.

O Guardian ouviu algumas pessoas presentes no local e dá conta do seu testemunho. Como é o caso de Richard Aylmer-Hall, de 53 anos, que estava sentado na estação onde aconteceu o incidente às 8h20, altura em que se viu subitamente no meio de uma onda de pânico.  “Muitas pessoas aos gritos, muitos gritos”, contou. “Vi mulheres a chorar, muitas pessoas aos gritos, uma correria para as escadas que são acesso à rua”.

Na sua conta de Twitter, a British Transport Police refere-se também a um ‘incidente’ e informa que está a investigar.

Por seu lado, a Polícia Metropolitana refere que tem conhecimento dos relatos e da informação que está a ser partilhada nas redes sociais, mas que só irá dar informação oficial quando tiver dados exatos.

O Serviço de Ambulâncias de Londres refere que foi chamado ao local às 8h20 e que deslocou para a estação de metro vários meios e pessoas para dar assistência, tendo chegado a Parsons Green em cinco minutos. Foi inclusive enviada uma equipa designada como LAS Hart constituída por médicos com formação especial para dar assistência em ambientes de perigo.

No momento, as informações sobre o que terá acontecido são ainda escassas. Os relatos via Twitter de pessoas presentes na estação e os media ingleses indicam, contudo, que existirão vítimas, não se sabendo ainda em exatidão com que gravidade e em que número.

A agência Reuters mostra imagens recolhidas também através do Twitter de uma mulher a ser assistida pelos serviços de emergência no passeio.

A equipa de reportagem da BBC no local afirma ter visto uma mulher a ser levada numa ambulância com queimaduras em todo o corpo.

O site do jornal inglês The Telegraph dá conta da existência de feridos e de passageiros em pânico na estação de Parsons Green. “Várias pessoas terão sofrido queimaduras faciais depois de um recipiente ter explodido”, pode ler-se na edição online.

Uma imagem do alegado recipiente que poderá ter estado na origem da explosão tem circulado nas redes sociais e sido veiculada por vários meios de comunicação social, como é o caso da BBC, mas ainda não existe confirmação oficial sobre as causas do que aconteceu esta manhã.

Parabéns, Nelson Évora

O português conseguiu a sua melhor marca à segunda tentativa, depois de ter começado o concurso com 17,02 metros.

Nelson Évora ficou apenas atrás dos norte-americanos Christian Taylor e Will Claye.

Esta foi a quarta medalha de Nelson Évora em Mundiais, repetindo o bronze de há dois anos, em Pequim, depois de ter sido campeão em 2007 e medalha de prata em 2009.

Patrícia Mamona fica fora das oito primeiras nos Mundiais atletismo

“Senti que devia estar lá, senti que tinha potencial para estar lá, mas o primeiro salto que eu fiz, o nulo, deixou-me assim um bocadinho nervosa porque tinha de me qualificar. Tentei jogar pelo seguro nos outros saltos, [mas] não seguro suficiente”, explicou, no final da prova.

Para a triplista, esta eliminação ‘precoce’ na primeira final mundial da sua carreira teve um “sabor a derrota”, agravado por não ter alcançado o outro objetivo que tinha para esta competição, o de bater o seu recorde nacional, 14,65 metros

Mamona, atual campeã europeia, perdeu o lugar na ‘finalíssima’ dos últimos três saltos mesmo no ensaio final da espanhola Ana Pelleteiro, que fez 14,12 e relegou a portuguesa para o nono lugar.

“Acho que este ano merecia um recorde pessoal e esperava que hoje fosse o dia, estava a sentir-me muito bem. O meu dia há de chegar, espero que seja num campeonato”, disse.

“Aprendi que se calhar tenho de controlar os meus nervos um bocadinho mais e se calhar tenho de arriscar um bocadinho mais porque, depois de fazer um nulo, em vez de continuar com a mesma atitude de conseguir ir para além, resguardei-me um bocadinho e se calhar foi demasiado para o que devia ser”, acrescentou.

Para Susana Costa, que se ficou pelo 11º. lugar entre as 12 finalistas, este foi um concurso difícil, marcado pelos problemas físicos.

“Lutei até ao fim, o que deu, como deu. Eu sabia que se se fizesse uma boa corrida e que se entrasse bem, era possível. Tentei fazê-lo, hoje não consegui, mas acredito que, com trabalho, com dedicação, vou-me superar”, prometeu.

Depois de ter lutado com lesões durante a época que dificultaram conseguir os mínimos para estes Mundiais, provou a sua capacidade na prova de qualificação, no sábado, quando saltou 14,35, um novo recorde pessoal.

Na final, o melhor salto foi de 13,99, mas sempre em sofrimento, com dores, e só continuou graças ao estímulo do treinador, que lhe disse: “Luta”.

Susana Costa assegura: “Não estou a dar desculpa das dores. Na qualificação também estava com dores. Acredito que mais coisas vou conseguir fazer. Hoje sei o que posso fazer”.

Autor de ataque em Londres disse querer matar todos os muçulmanos

Uma pessoa morreu e 8 ficaram feridas, ao início da madrugada desta segunda-feira, depois de um homem ao volante de uma carrinha ter atropelado um grupo de fiéis junto a uma mesquita em Finsbury Park, na zona norte da capital britânica.

A Scotland Yard já revelou que todas as vítimas são muçulmanas e que duas pessoas ficaram “gravemente feridas”.

O condutor, um homem de 48 anos, foi detido pela população que o entregou à polícia assim que as autoridades chegaram ao local.

De acordo com o jornal The Guardian, uma testemunha garantiu que, depois do atropelamento, o homem saiu da carrinha e gritou: “Quero matar todos os muçulmanos”. Depois os populares atiraram-no ao chão e detiveram-no.

Numa conferência de imprensa, o subcomandante da Scotland Yard, Neil Basu, revelou que o incidente está a ser tratado como um ataque terrorista.

Localizados todos os portugueses que viviam no prédio que se incendiou em Londres

Foram localizados todos os portugueses que viviam no prédio que esta madrugada se incendiou em Londres. Quatro famílias portuguesas viviam no edifício, mas havia uma que estava ainda por localizar. De acordo com a secretaria de Estado das Comunidades, são dois adultos e duas crianças que se encontram hospitalizados. A situação clínica está ainda em análise. As autoridades confirmaram que há vários mortos e pelo menos 50 feridos.

Londres: 6 vítimas mortais em incêndio em prédio residencial

A polícia de Londres confirmou que pelo menos seis pessoas morreram na sequência do incêndio de grandes dimensões que deflagrou numa torre residencial de 24 andares, na capital britânica, esta quarta-feira. As autoridades disseram, porém, que o número de mortos deverá aumentar. As causas do incêndio ainda são desconhecidas.

Enormes labaredas terão tomado conta do edifício, num combate que envolveu, pelo menos, 200 bombeiros apoiados por 40 veículos.

Testemunhas contam que algumas pessoas se atiraram das janelas e garantem que o alarme de incêndio não disparou, acrescentando que foram surpreendidas pelos gritos de socorro e alerta dos vizinhos, perdendo tudo o que tinham. Entre os relatos de desespero está o salvamento de um bebé, atirado do 10.º andar

A comissária dos Bombeiros de Londres, Dany Cotton, afirma que “os primeiros meios de socorro estavam no local em seis minutos”.

A Brigada de Bombeiros de Londres disse que o incêndio alastrou-se a todos os pisos do segundo ao último andar da Torre Grenfell, onde várias centenas de pessoas moravam no Lancaster West Estate, no oeste de Londres.

O incêndio de grandes dimensões deflagrou hoje à 01:15 (mesma hora em Lisboa) na torre Grenfell, de 27 andares, numa zona próxima de Notting Hill.

Enormes labaredas terão tomado conta do edifício e, segundo a agência, há muitas ambulâncias e carros de bombeiros, tendo sido formado um cordão policial a 150 metros do edifício, que ainda está envolto em fumo e onde são visíveis chamas nos andares cimeiros.

Engenheiros no local estiveram a avaliar a estabilidade do edifício e concluíram que a torre não corre o risco de colapsar.

Homem detido em Londres

A detenção foi feita às 08:05 locais (mesma hora em Lisboa) durante uma operação policial que incluiu buscas a várias casas daquela zona, a mesma onde residiam pelo menos dois dos três autores do ataque.

Na segunda-feira à noite, a polícia anunciou a libertação, sem acusação, de dez pessoas que tinham sido detidas após os ataques. Outras duas pessoas tinham anteriormente sido detidas e libertadas.

A polícia já confirmou a identidade dos três autores do ataque, abatidos pela polícia no local: Khuram Butt, 27 anos, e Rachid Radouane, 30, residentes em Barking, e Youssef Zaghba, 22, do qual foi apenas dito que residia no leste de Londres.

Os três foram abatidos pela polícia oito minutos depois de lançarem o ataque, durante o qual atropelaram transeuntes na London Bridge e esfaquearam várias outras pessoas em Borough Market.

Os ataques fizeram sete vítimas mortais e 48 feridos, 18 dos quais estão em estado crítico.

“Não apoio as suas ações nem apoio as crenças que o levaram a cometer essa atrocidade” diz mulher do autor do atentado de Londres

Num depoimento divulgado pela polícia de Londres, a mulher de Khalid Masood expressou ainda as suas condolências às famílias das vítimas que morreram e desejou rápidas melhoras aos feridos.

“Gostaria de pedir privacidade para a minha família, especialmente as crianças, nesta altura difícil”, acrescentou.

A mãe do autor do atentado também já tinha vindo a público manifestar a sua tristeza e dizer-se surpreendida pelas ações do filho.

“Não apoio as suas ações nem apoio as crenças que o levaram a cometer essa atrocidade”, afirmou, num comunicado divulgado pelos média britânicos.

A polícia acredita que Masood, que teria passado vários anos na Arábia Saudita, agiu sozinho no ataque da passada quarta-feira, mas está atentar determinar se outras pessoas o ajudaram ou influenciaram de alguma forma os seus atos.

Khalid Masood foi abatido pelas forças de segurança depois de ter atropelado dezenas de pessoas na Ponte de Westminster e de ter esfaqueado mortalmente um agente da polícia.

Na segunda-feira, a polícia britânica anunciou não ter encontrado ligações entre o autor do ataque e o grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI), que o reclamou como um dos seus “soldados”.

“Apesar de não ter encontrado nenhuma prova de uma associação com o EI ou a Al-Qaida, existe claramente um interesse na ‘jihad’”, declarou Neil Basu, comissário adjunto da Polícia Metropolitana de Londres

Na sequência da investigação das autoridades britânicas, 12 pessoas foram detidas.

Nove dos detidos foram entretanto libertados sem qualquer acusação, enquanto um homem de 58 anos permanece sob detenção e uma mulher de 32 anos foi libertada mediante pagamento de uma caução.

Desh reivindica ataque a Londres através do twitter

O anúncio foi feito pelo grupo terrorista numa publicação partilhada pelo jornalista da publicação alemã Bild, Björn Stritzel.

Recorde-se que o autor do ataque foi abatido depois de ter ferido mortalmente com uma faca um polícia à porta do Parlamento britânico, além de antes ter feito outras duas vítimas mortais e cerca de 40 feridos, ao atropelar pessoas indiscriminadamente na Ponte de Westminster.

imeira-ministra britânica, Theresa May, fez saber que a polícia já conhece a identidade do atacante e que em breve será revelada. Trata-se de um cidadão britânico, já referenciado por ligações terroristas.

Refira-se ainda que do raide policial que teve lugar também esta manhã resultaram oito detidos.

Ver imagem no Twitter

 

Londres: várias detenções após raide numa casa em Birmingham

Uma testemunha garantiu ao Metro UK que o suspeito do ataque de Westminster vivia naquele apartamento.

No âmbito desta investigação terão sido detidas sete pessoas.

“Levámos a cabo buscas em seis moradas e fizemos sete detenções”, disse o chefe da unidade antiterrorista da polícia de Londres, Mark Rowley, aos jornalistas, em frente à sede da Scotland Yard, revendo em baixa o número de vítimas mortais no atentado de quatro para três.

Sete pessoas continuam hospitalizadas em estado crítico, indicou ainda.

A operação policial, que ainda estará em curso, incluiu além de Londres e Birmingham outras zonas no país não especificadas.

Mark Rowley indicou ainda que, até ao momento, não foram detetadas evidências que apontem para “novas ameaças terroristas”.

O ataque teve lugar quando um homem ao volante de uma viatura atropelou vários transeuntes na ponte de Westminster e apunhalou depois um polícia.

O atacante foi abatido pelas forças de segurança.

Segundo o mais recente balanço oficial, cinco pessoas morreram e 40 outras ficaram feridas na sequência do ataque junto ao parlamento britânico, quando um homem ao volante de uma viatura atropelou vários transeuntes na ponte de Westminster e apunhalou depois um polícia.

As vítimas mortais são três civis, um polícia e o atacante, que foi abatido pelas forças de segurança, indicou na noite de quarta-feira o chefe da unidade antiterrorista da polícia de Londres, Mark Rowley.

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