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Qualquer carro, a qualquer hora e em qualquer lugar

Para Tex Gunning, CEO do Grupo LeasePlan: “Estamos a viver tempos de enormes mudanças, onde as pessoas estão a deixar de ter carro próprio para passarem à utilização do conceito “Car-as-a-service”. Ao mesmo tempo, assistimos também a mudanças importantes na tecnologia dos próprios carros à medida que mudamos de veículos a motor de combustão interna para veículos híbridos, totalmente elétricos e autónomos. Neste mundo em rápida mudança, a LeasePlan pretende ser a empresa que conhece e representa What’s next. Estou, por isso, encantado por lançar com o Richard Hammond a campanha global What’s next, que confirma o nosso compromisso de oferecer aos nossos clientes o que de mais recente há em mobilidade automóvel de forma económica, sem complicações e sustentável. Em última análise, o nosso ambicioso objetivo é fornecer um serviço totalmente flexível ‘Any car, Anytime, Anywhere’. Para nós, este é o futuro da mobilidade”.

A campanha What’s next, que é lançada hoje nos 32 países onde a LeasePlan atua, foi desenvolvida nos últimos meses como parte integrante da nova estratégia da LeasePlan para desbloquear oportunidades de crescimento sustentável num setor de mobilidade dinâmico. A peça central da campanha é um filme de 3 minutos com Richard Hammond. Filmado no centro de Los Angeles, What’s Next: O filme destaca as mais recentes tecnologias e tendências de mobilidade, assim como o papel principal da LeasePlan para levar aos seus clientes What’s next. “A LeasePlan tem disponibilizado, há mais de 50 anos, o car-as-a-service aos seus clientes corporativos. Estamos, portanto, totalmente preparados para liderar a transição para ‘Any car, Anytime, Anywhere’”, conclui Tex Gunning.

Video still LeasePlan_What's next

Como parte da campanha, a LeasePlan lançou também um conjunto de novos produtos e serviços What’s next. Dirigido a clientes nos segmentos Corporate, PME e Particulares, estas novas propostas incluem a oferta ‘Trocar, Clicar & Guiar’, que permite às PME entregar à LeasaePlan os seus carros usados e trocarem por novos; bem como uma proposta de veículos elétricos completa para clientes Corporate sedeados na Europa. A proposta VE da empresa baseia-se no anúncio de que se tornou um dos membros fundadores da iniciativa EV100, uma parceria de grandes empresas que em conjunto se comprometem em fazer a transição para frotas totalmente elétricas. Nos próximos meses serão anunciados mais produtos e serviços What’s next.

Veja o filme What’s next com Richard Hammond aqui

SOBRE A LEASEPLAN PORTUGAL

A LeasePlan é líder nacional no mercado do renting e gestão de frotas, presente em Portugal desde 1993 com escritórios em Lisboa e no Porto. A LeasePlan Portugal tem no cliente e no condutor o centro da sua atividade e procura oferecer um serviço de renting de qualidade com redução contínua de custos na gestão da sua frota. Foi a primeira empresa de aluguer operacional em Portugal a obter a certificação de qualidade em 1998, tendo transitado para a norma ISO 9001:2015, em 2016, e que se encontra atualmente em vigor. Para mais informações, consultar www.leaseplan.pt. 

SOBRE A LEASEPLAN

A LeasePlan é uma das empresas líder de gestão de frotas e soluções de mobilidade, com cerca de 1,7 milhões de veículos sob gestão em mais de 30 países. O nosso core business envolve a gestão em todo o ciclo de vida do veículo para os nossos clientes desde a compra, seguro e manutenção até à revenda dos automóveis. Com mais de 50 anos de experiência, somos um parceiro de confiança para os nossos clientes privados, PME, empresas e serviços de mobilidade. A nossa missão é fornecer soluções inovadoras e sustentáveis de renting automóvel para quem precise, esteja onde estiver – para que se possa concentrar no What’s next. Saiba mais em www.leaseplan.com.

Interfaces – cidades com uma mobilidade mais segura

Para contextualizar o nosso leitor, que serviços disponibiliza a Interfaces Portugal?

A Interfaces Portugal desenvolve e implementa soluções para o setor dos transportes, tendo o seu core na formação de condutores. Trabalhamos a reconstrução atitudinal dos seus desempenhos, para que as nossas cidades tenham uma mobilidade mais segura, com maior conforto, ambientalmente mais sustentáveis e energeticamente mais eficientes. Os nossos clientes são as empresas de transporte, e também condutores individuais, particulares ou profissionais.

Pelo conhecimento profundo que temos no transporte de passageiros, desenvolvemos ainda soluções verticais, como o combate à fraude na rede dos operadores, Informação integrada aos clientes e a otimização da operação com modelos para reduzir os quilómetros percorridos, os veículos utilizados ou o número de condutores.

De que forma os vossos serviços marcam a diferença no mercado? 

O nosso know-how foi construído no seio de operadores de transporte, onde aprendemos a fazer muito com muito pouco. Por isso, somos pragmáticos nos diagnósticos que realizamos e orientamos as nossas propostas para os resultados.

Mas não sabemos tudo e por isso associamo-nos às universidades para realizarmos atividades de I&D e integrarmos nas nossas soluções, práticas há muito utilizadas com sucesso noutros mercados e com origem nas Neurociências, Psicologia do Comportamento, Metodologias de Aprendizagem ou Data Science.

Tudo o que acabei de referir já é utilizado há muito pela publicidade para motivar os consumidores a consumir mais ou pelos Videojogos para estimular os jogadores a jogar mais. Então, porque não fazer o mesmo para os condutores consumirem menos, terem menos acidentes e menos reclamações do seu desempenho? Ou ainda promover a diminuição da fraude nos transportes públicos?

Hoje em dia as empresas de transporte preocupam-se em proporcionar uma melhor mobilidade aos seus clientes. Que principais desafios enfrentam, atualmente, as empresas de transporte? 

O cliente de mobilidade é cada vez mais digital. Não quer saber quem lhe assegura a sua necessidade de mobilidade. Às 08h00 tem que usar um autocarro, às 12h00, uma bicicleta, às 15h00 um táxi e às 22h00 carsharing.

O cliente só quer abrir a sua app de mobilidade, registar as suas necessidades para o dia ou dias seguintes e o operador de mobilidade por detrás daquela app, com os seus recursos proporcionar a oferta mais adequada em acessibilidade, rapidez e preço. No final do mês o cliente paga o que usou.

Esta vontade já existe, os recursos já existem, só não existe é a app e o operador para assegurar todos os serviços referidos. Todos os operadores de transporte, a prazo, para não dizer a curto prazo, vão ter que ser capazes de deixarem de ser empresas de transporte para se tornarem, operadores de mobilidade e esse, na minha opinião, é sem dúvida o maior desafio que irão enfrentar as empresas de transporte. 

O que urge, em Portugal, para uma melhor mobilidade dos utentes? 

Na minha opinião, é urgente conhecer a procura dos diversos sistemas de transportes. Acho muito difícil melhorar o que se desconhece e hoje através dos sistemas de bilhética é muito fácil obter respostas a perguntas simples, mas criticas para a mobilidade das pessoas: Quem utiliza o sistema de transportes? Quando e com que frequência é que é utlizado? Como é que o utilizam?

Estas respostas são fundamentais para introduzir melhorias, quer ao nível do planeamento dos sistemas, permitindo um desenho eficaz das redes de transporte, quer ao nível da operação, possibilitando adequar eficientemente os recursos, minimizando desperdícios ou ainda ao nível do sistema tarifário introduzindo tarifas dinâmicas para distribuir mais equilibradamente a procura ao longo do dia.

Outro aspeto que ainda não é suficientemente valorizado, prende-se com a falta de iniciativas para fidelizar os jovens ao transporte público. Qualquer sistema de transportes, tem, nos jovens, as faixas etárias que mais utilizam os transportes públicos e que a Indústria Automóvel deseja e faz tudo para os conquistar ao atingirem a idade mínima para se tornarem condutores.

No entanto, os fornecedores para a mobilidade dos nossos jovens nada faz nada para os fidelizar enquanto clientes dos seus serviços e só depois de os perder realiza algumas tímidas iniciativas para reconquistá-los, sem sucesso.

Mais do que infraestruturas e serviços de qualidade, hoje em dia os recursos humanos assumem, igualmente, uma importância extrema. Como atua a Interfaces nesta área? 

A Interfaces Portugal interage com recursos humanos sob valores éticos e científicos muito fortes. Iniciamos essa interação com a identificação do perfil de cada formando, de modo a proporcionar-lhe formação personalizada e adaptada às suas necessidades.

Ao mesmo tempo e se queremos que cada formando alcance desempenhos diferentes, o objetivo principal é transmitir-lhe conteúdos diferentes daqueles que o levam aos desempenhos atuais.

Para o efeito, desenvolvemos um modelo formativo inovador, com base em metodologias científicas e tecnológicas, e cujo propósito é o de ajudar os nossos formandos a alcançarem verdadeiras reconstruções atitudinais e, no caso das empresas, a melhorarem substancialmente os seus resultados.

Com o avanço dos sistemas de informação, a quantidade de dados disponíveis e relevantes para a atividades das empresas atingiu dimensões incalculáveis. Aqui, que importância assume a Data Science? 

O leitor já, certamente, se apercebeu da importância que os dados têm para a Interfaces Portugal. Todo o nosso modelo de negócio e o nosso sucesso, assenta na nossa capacidade em explorar a informação contida nos dados para construir as nossas soluções, orientar o que fazemos e justificar, pela inovação que proporcionamos, como o fazemos.

Acreditamos, fortemente, que a data science é a porta de entrada noutra dimensão da informação e do conhecimento. Designações como data, big data, fórmulas, algoritmos ou números, usados na data science parecem frias, calculistas ou impessoais. Antes pelo contrário; recorrendo à data science, a interfaces Portugal identifica as necessidades individuais de melhoria de cada profissional e este, ao reconhecer que nos dirigimos especificamente a si, reconhece que pode efetivamente melhorar o seu desempenho e adere com muito menor resistência à reconstrução das suas atitudes.

Hoje, o sistema aberto aos passageiros, adequado a um metropolitano que circula sobretudo à superfície no Grande Porto, não tem uma forma de deteção exata da fraude. Tomamos aqui como exemplo o Metro do Porto, mas a fraude é transversal a outros transportes. É possível tornar eficiente o combate à fraude no sistema de transportes?

Sem dúvida que é, mas uma vez mais; para se melhorar a eficiência no combate à fraude, há que conhecer, em detalhe, essa fraude. Onde e quando ocorre, qual a dimensão que tem e como é que é cometida, que custos causa e qual o montante da perda de receita, ou ainda, quem e porquê está a cometer essa fraude, são perguntas para as quais não existem respostas certas.

Para a Interfaces Portugal, esta é mais uma das áreas onde estamos a desenvolver soluções, recorrendo à tecnologia e a metodologias que há muito estão implementadas, com sucesso, noutros setores de atividade. É este princípio que nos distingue no mercado. Integramos soluções com os sistemas já existentes nos nossos clientes, sendo por isso, complementares aos modelos de gestão que têm implementados e aos diversos sistemas embarcados e não embarcados, que têm instalados.

Universidade de Timor-Leste propõe acordos de mobilidade a instituições lusófonas

A Universidade Nacional de Timor-Leste, que esta semana acolhe pela primeira vez a reunião anual da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP), propôs acordos de mobilidade a todos os reitores participantes, disse fonte da organização.

“O reitor da Universidade Nacional de Timor-Leste (UNTL) enviou agora um email a todos os reitores que vão ao encontro a propor acordos de mobilidade”, contou à Lusa a secretária-geral da associação, Cristina Montalvão Sarmento.

Segundo a responsável, a UNTL tem esta semana uma agenda de reuniões bilaterais com todos os reitores que estarão presentes no 26.º encontro da AULP, da qual “é natural” que saiam 10 a 15 programas de mobilidade, cooperação e troca de estudantes.

“A potencialidade é imensa. Os resultados vão depender do futuro”, disse Cristina Montalvão Sarmento.

Embora nos seus 30 anos de existência a AULP já tenha tido dois programas multilaterais de cooperação, um promovido pelo Brasil e outro por Portugal, atualmente não há nenhum em atividade.

“Os acordos são muitas vezes bilaterais, trilaterais, não têm multilateralidade total”, afirmou a dirigente da AULP, explicando que a mobilidade académica funciona, por exemplo, entre o Brasil e Timor-Leste, ou entre Angola e Portugal.

No entanto, a AULP está atualmente a reunir esforços para dar início a um novo projeto, intitulado Programa Internacional de Mobilidade no Ensino Superior entre Portugal e os Países de Língua Portuguesa e Macau (PIMES-PPLPM).

O objetivo, explica a associação, é estimular a deslocação de estudantes de excelência, professores e investigadores do espaço da língua portuguesa para instituições de ensino superior em Portugal, nomeadamente através da criação de uma residência junto da sede, em Portugal, e da abertura de candidaturas para bolsas sob a forma de alojamento gracioso.

Questionada pela Lusa sobre o volume atual da mobilidade académica no seio da lusofonia, a secretária-geral disse não estar feito um estudo que permita conhecê-lo ao certo.

Segundo a responsável, não é possível saber o número total de estudantes das 147 universidades associadas da AULP nem o número de estudantes, bolseiros e professores em situação de mobilidade dentro da rede.

“A rede é muito complexa. A AULP funciona multilateralmente, todos os membros são parceiros iguais”, afirmou.

O tema geral da reunião deste ano, “Mobilidade Académica e Globalização no Espaço da CPLP e Macau”, foi escolhido pela UNTL e o primeiro painel visa discutir as políticas e estratégias necessárias para viabilizar a mobilidade académica nos países lusófonos.

A reunião da AULP em Díli decorre entre quarta e sexta-feira e junta cerca de 150 participantes.

HÁ MAIS DE 12 ANOS A DESENHAR PORTUGAL

A mpt® – mobilidade e planeamento do território tem vindo a preconizar um serviço de excelência no âmbito da sensibilização sobre a necessidade de construção de territórios sociais de Mobilidade. Que análise perpetua da atividade da instituição?

A mpt® nasce a partir de um desejo de mudança face aos novos paradigmas da mobilidade. Definiu que a diferenciação estaria na funcionalidade universal de tudo o que planeasse e desenhasse. Esta visão posicionou a mpt® como entidade inovadora em estudos, planos e projetos no espaço público, edificado, transportes e comunicação, colocando as pessoas no centro da sua estratégia de atuação. E como a maioria dos clientes são municípios portugueses, atuando a mpt® em cerca de 2/3, reconheço que temos contribuído decisivamente para a construção de territórios mais inclusivos e mais competitivos.

Que lacunas ainda identifica no território relativamente às estratégias de Mobilidade? Que comparação possível realizar com os congéneres europeus?

Portugal demorou algum tempo a focar a Mobilidade como fator relevante na democraticidade dos territórios. Porém, face às políticas públicas implementadas na última década, acompanhadas por ágeis processos técnicos, atualmente estamos alinhados com as estratégias e intervenções, em matéria de acessibilidade e mobilidade universais, dos nossos congéneres europeus.

Com casos práticos de sucesso a nível Europeu como o Centro de Alto Rendimento de Remo do Pocinho, ao nível do edificado, e a Requalificação Urbana da Baixa de Vilamoura, ao nível do espaço público, coordenados pela Mpt, e galardoados pelas suas condições de excelência na arquitetura e desenho urbano universal, comprova-se que é possível termos belas obras de arquitetura e desenho urbano acessível a Todos.

Acredita que ainda falta uma cultura de mobilidade em Portugal? A quem compete o fomento e promoção dessa filosofia?

uma nova cultura de mobilidade em Portugal, despoletada de forma acelerada nos últimos anos. As Autarquias, as universidades e entidades privadas, entre outras, acompanhadas pelas oportunidades dos quadros comunitários têm despoletado novas atitudes de mudança. Se é certo que urge eliminar barreiras urbanísticas e arquitetónicas, temos a consciência que ainda existem barreiras psicológicas a suprimir, aliás as mais complexas, pois só com o tempo se resolvem. Acredito que todos temos a obrigação de sermos agentes de mudança, por isso é imperativo que se implementem projetos inclusivos a diferentes escalas. Todos, direta ou indiretamente, desenhamos cidades e está na nossa consciência contribuir para a nossa futura condição de mobilidade.

Como vem a mpt® a preconizar essa mudança trabalho sem fim?

Temos desenvolvido diversas campanhas e ações de formação e sensibilização, junto das Autarquias (para técnicos e políticos), das CIM’s, e das Escolas, como meio de consciencialização para maior motivação na construção de territórios mais inclusivos.

Desenhamos todos os projetos com mobilidade para todos, sendo a investigação e o conhecimento uma constante aposta da mpt®. Temos partilhado projetos com universidades, e parceiros estratégicos, permitindo inovar e conhecer as mais recentes tendências mundiais. As publicações técnicas que desenvolvemos espelham o trabalho de pesquisa e afirmam a mpt® como pioneira e vanguardista, designadamente na sua relação com as práticas dos processos urbanos nos territórios autárquicos. O processo de internacionalização, é ja uma realidade que nos traz mais-valias e nos projeta além-fronteiras.

Como podem ser as gerações mais jovens promotoras dessa mudança? A mpt® tem-se relacionado com esta faixa etária?

Estará nas mãos dos jovens a concretização da mudança, ao nível físico, mas sobretudo ao nível das mentalidades. São eles os motores da mudança. A mpt® através da sensibilização e formação dos mais jovens, em ambientes escolares, elemento chave nos seus projetos através da implementação da “Escola de Mobilidade em Trânsito”, pugna pelo desenvolvimento do espírito crítico que permite identificar soluções corretivas do quotidiano. Esta escola móvel é um dos projetos estratégicos da empresa na implementação de uma nova cultura de mobilidade.

Acreditamos que a implementação dos modos suaves (andar a pé ou de bicicleta), em detrimento do automóvel, vai ser conseguida pelas novas gerações. Futuramente perceberemos que a cidade pode ser um ginásio ao ar livre, e se acessível, será local de excelência para a promoção da saúde, permitindo caminhadas pelas ruas e jardins, ao mesmo tempo que se observa a arquitetura das fachadas e a vivência urbana.

Inclusivo e sustentável torna possível o desenvolvimento de medidas em prol das pessoas de mobilidade reduzida. Sente que existe, nas entidades responsáveis, a sensibilidade necessária para encontrarem soluções para este problema?

Temos, nos últimos anos, fomentado diversas parcerias e protocolos com entidades públicas e privadas que atuam nesta matéria, o que permite a partilha de conhecimentos que têm contribuído para os projetos que a mpt® desenvolve. Atuamos desta forma em municípios, Comunidades Intermunicipais e Áreas Metropolitanas.

Sendo poucos para tanto trabalho a fazer, não podemos perder mais oportunidades pois é mais dispendioso refazer e corrigir do que fazer logo bem feito. As cidades constroem-se todos os dias, por isso devem ser desenhadas para o maior número de pessoas na sua diversidade.

O que podemos continuar a esperar da mpt® para o futuro? Como desenhar cidades para as pessoas idosas e para os novos estilos de vida?

O atual aumento da esperança média de vida e a postura ativa que as 3a e 4a idades possuem são um paradigma de futuro, indissociável do planeamento das cidades. Verificamos que, muitas vezes, as cidades não são espaços amigáveis para os idosos, com desenhos pouco intuitivos e raramente funcionais. Esta situação, tem levado ao seu encarceramento nas suas casas, contemplando a cidade através da sua janela.

Acreditamos que a mobilidade não pode ser fator de exclusão social, pois é hoje um dos maiores direitos de liberdade. Viver 100 anos e ser autónomo é hoje, possível. Mas para isso, o planeamento do território e a gestão da mobilidade torna- se fulcral nas sociedades democráticas, contemporâneas e solidárias.

Os territórios deveriam ser a continuidade da habitação , muitas vezes, a sua sala de estar, com soluções que promovam uma maior vivência urbana de interfaces intergeracionais.

Cada município, cidade ou vila é trabalhada por nós ao pormenor, garantindo a mobilidade, os sistemas de continuidade, a arquitetura do edificado e o ambiente urbano intrínseco a cada lugar.

Este é o espírito da minha equipa. Uma equipa jovem, com conhecimentos transversais, apoiada por técnicos seniores, onde se trabalha na preparação do futuro, antecipando a condição especial de mobilidade de cada um.

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