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Belém Art Fest: Música fora de horas vai invadir museus

Pelo sexto ano consecutivo, de acordo com a organização, “o festival dos museus à noite oferece uma programação de luxo no património histórico português, proporcionando espetáculos e concertos únicos em espaços exclusivos durante dois dias de fusão cultural que ligam a música, a arte e o património”.

Na sexta-feira e no sábado, haverá concertos no Claustro do Mosteiro dos Jerónimos, no Museu Coleção Berardo, no Museu Nacional de Arqueologia, nos Jardins do Palácio de Belém, no Museu Nacional dos Coches e no Picadeiro Real do Museu dos Coches.

Com horário alargado, entre as 19:00 e as 04:00, estará também o Museu da Presidência da República. Nos Jardins da Praça do Império haverá um mercado de ‘design’ e artesanato e uma área de comida de rua.

O Claustro do Mosteiro dos Jerónimos acolhe os concertos de Tiago Bettencourt, na sexta-feira, e de Rui Veloso, no sábado. Para o Museu Coleção Berardo estão marcadas as atuações de DJ Ride, DJ JonyDaFox, LOT (sexta-feira), Octa Push e Surma (sábado).

No Museu Nacional dos Coches atuam os Terraza (sábado), no Picadeiro Real Marta Hugon, Jacarés (sexta-feira) e Joana Alegre (sábado), no Museu Nacional de Arqueologia Sean Riley & the Slowriders, King John (sexta-feira), Meadows e Trêsporcento (sábado), e nos Jardins do Palácio de Belém Trio Edna, Cais Sodré Funk Connection (sexta-feira) e Dead Combo (sábado).

O Belém Art Fest, cuja programação atualizada pode ser consultada em www.belem-art-fest.pt, é uma produção da Amazing Adventure, em parceria com a promotora Everything is New, a Direção-Geral do Património cultural, o Museu Coleção Berardo, a Câmara Municipal de Lisboa e a Junta de Freguesia de Belém.

Entrada gratuita nos museus ao domingo de manhã e feriados

No segundo dia de votações na especialidade das várias propostas de alteração e da proposta de lei do Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), a bancada parlamentar do PCP viu aprovadas três propostas simbólicas, com o voto favorável de quase todos os outros partidos.

Uma das propostas apresentadas pretende que, em 2017, seja reposta a gratuitidade da entrada nos museus e monumentos nacionais nos domingos e feriados até às 14:00 para todos os cidadãos residentes em território nacional.

A proposta foi aprovada com o voto favorável de todas as bancadas à exceção da do PS, que se manifestou contra.

Os comunistas apresentaram ainda uma proposta de alteração para que a apresentação e entrega de dissertações, trabalhos de projetos, relatórios e teses possa ser feita apenas em formato digital.

A medida foi aprovada com o voto contra do PSD e a favor dos restantes partidos, sendo que também o Bloco de Esquerda submeteu uma proposta com o mesmo objetivo.

Finalmente, o PCP apresentou uma proposta de alteração ao OE2017 para que, ao longo do próximo ano, o Governo reforce as medidas de incentivo à utilização dos medicamentos genéricos “com vista a aumentar a quota destes medicamentos para os 40% em valor”. Esta proposta foi aprovada por unanimidade.

Director do Museu de Arte Antiga pede desculpas a ministro da Cultura

O director do Museu Nacional de Arte Antiga, António Filipe Pimentel, enviou uma carta ao ministro da Cultura com pedido de desculpas por declarações sobre uma eventual “calamidade no museu” e questões de salvaguarda do património.

Numa carta enviada por António Filipe Pimentel ao ministro da Cultura Luís Filipe Castro a que o Diário de Notícias teve acesso, o responsável pediu desculpas formais à tutela pelas declarações proferidas na passada sexta-feira na Escola de Quadros do CDS.

Na sexta-feira, o responsável alertou para as condições no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), salientando que “um destes dias há uma calamidade no museu”, porque se anda a “brincar ao património”.

“São 64 pessoas para 82 salas abertas ao público. De certeza absoluta que um destes dias há uma calamidade no museu. Só pode, porque andamos a brincar ao património. Mas, a esta altura, todas as tutelas dispõem de toda a informação cabal do que vai acontecer, mas, quando acontecer, abre os telejornais”, avisou António Filipe Pimentel.

No mesmo dia, o Ministério da Cultura afirmou ao PÚBLICO desconhecer “qualquer ocorrência concreta” que justificasse a admissão, pelo director do Museu Nacional de Arte Antiga, de “uma calamidade” e disse que iria  chamar o director do museu – que é também, por inerência desta função, subdirector geral do Património – a despacho para ouvir dele directamente os esclarecimentos necessários.

Entretanto o ministro partiu para o Brasil onde esteve na Bienal de Arte de São Paulo e esta quinta-feira, o Diário de Notícias adiantou que o director do Museu enviou uma carta a pedir desculpas formais ao Ministério da Cultura, na qual realça também a sua relação pessoal com Luís Filipe Castro, “que se tem distinguido pela sua elevada qualidade”.

“É à sua luz – porque as instituições se fazem de pessoas, – que peço queira aceitar este pedido de formais desculpas”, escreve o responsável na carta a que o diário teve acesso.

O director do Museu classificou – na carta enviada no início da semana – os “acontecimentos de sexta-feira como infelizes”.

Na missiva, António Filipe Pimentel admitiu as suas afirmações, “embora descontextualizadas” e diz não ter “dúvidas sobre a sua manifesta inoportunidade, se retrospectivamente observadas e com olhos e ouvidos descomprometidos, justamente os de quantos a leram e ouviram”.

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