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Sabe qual é a origem da cruz suástica?

Ao símbolo nazi a marca juntou as cores que representam a bandeira do movimento LGBT, criado em 1978 pelo artista Gilbert Baker.

As peças da KA Designs surgem com a imagem nazi, acompanhada das coloridas cores da bandeira LGBT com inscrições como “paz”, “amor” e “zen”. De acordo com o canal de notícias BBC, inicialmente, as peças podiam ser compradas através da Teespring, uma loja online que vende produtos personalizados.

Contudo, a Teespring removeu do seu site todos os produtos da KA Designs, devido a “problemas de conteúdo” das peças da marca.

Apesar de todo o criticismo por parte dos internautas, que se mostraram chocados com as criações, a empresa argumenta que a ideologia nazi corrompeu um “símbolo de paz, amor, sorte e do infinito”, com mais de 5000 anos.

“Eles pegaram na suástica, rodaram-no 45 grau e tornaram-no num símbolo de ódio, medo, de guerra, tornando-o num símbolo racista e de poder”, escreveu a empresa num vídeo partilhado na sua página do Facebook.

Para a KA Designs, o nazismo “estigmatizou a suástica para sempre”.

Porém, no vídeo que conta com mais de 13 mil reacções e dez mil comentários, a empresa apresenta a “nova suástica”, acompanhada das palavras “paz, amor, respeito e liberdade”.

Numa entrevista à revista britânica Dazed, a marca conta que pretende “partilhar a beleza do símbolo, separando-o do ódio a que está associado”.

Questionados sobre como se sentiriam caso as suas peças fossem compradas por pessoas nazis, a KA Designs respondeu à Dazed: “Não nos iríamos importar.”

“O objectivo deste projecto não é obter lucro”, explicou a empresa, acrescentando: “Acreditamos que a mensagem nas nossas peças é clara: a paz, o amor e a liberdade vencem o ódio, a guerra e o preconceito”.

Contudo, os internautas mostraram o seu descontentamento com as peças de vestuário da empresa. Gabriel Rosenberg, um membro da Organização Sionista Mundial, considera que as criações da KA Designs são “obscenas e repugnantes”.

Photo published for US T-shirt company sells swastika design as ‘symbol of love and peace’

US T-shirt company sells swastika design as ‘symbol of love and peace’

“Não se pode ‘reinventar’ um símbolo que foi utilizado para o ódio e que representa o desejo de destruir as pessoas”, escreveu Gabi Benisti na página de Facebook da empresa.

“Como se atrevem a desrespeitar aqueles que perderam a sua vida durante o Holocausto!”, lê-se na página da marca. Outros comentários questionam o que a empresa “estava a pensar” quando juntou o símbolo nazi com a bandeira “arco-íris” LGBT.

Apesar de toda a controvérsia envolta nas peças da KA Designs, a marca compreende “cada uma das pessoas” que se sentem ofendidas com os produtos.

“Eles não querem romper o forte laço que existe entre o símbolo e as atrocidades que foram cometidas pelos nazis. Eles pensam que queremos apagar esses factos”, explicam à publicação britânica: “Queremos fazer o contrário disso”, explicam.

“Queremos promover o amor e a paz para lembrar toda a gente que a humanidade pode ser melhor do que é actualmente e do que já foi no passado”, esclarece a KA Designs.

Benfica exige 50 milhões ao FC Porto

O Benfica vai exigir ao FC Porto o pagamento de uma indemnização na sequência dos chamado caso dos emails divulgados por Francisco J. Marques, director de comunicação do FC Porto. Uma fonte do clube da Luz disse ao Correio da Manhã que “50 milhões de euros” é o valor que vai ser exigido pelo clube dirigido por Luís Filipe Vieira.

“Concorrência desleal, acesso ilegítimo a correspondência privada, difamação e violação do segredo de negócio” são os crimes que o Benfica quer imputar ao FC Porto, acrescenta ainda a mesma fonte benfiquista citada pelo Correio da Manhã.

O clube da Luz vai ainda avançar com um processo-crime contra o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, contra a SAD do clube e contra o Porto Canal, revela o mesmo jornal.

Foram igualmente divulgadas trocas de emails com Paulo Gonçalves, assessor jurídico da SAD “encarnada”, e entre Luís Filipe Vieira e o então presidente da Liga, Mário Figueiredo. O FC Porto acusou ainda o Benfica de ter espiado o telemóvel de Fernando Gomes, quando o actual presidente da Federação liderava a Liga, num caso que inclui até referências ao alegado recurso a bruxaria.

As denúncias do FC Porto estão a ser investigadas pelo Ministério Público, depois de receber no passado mês de Junho uma denúncia anónima que dava conta do conteúdo desta troca de emails. O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol também abriu um inquérito para investigar estas denúncias.

Ordem dos Psicólogos já tentou punir Quintino Aires, mas nunca conseguiu

A Ordem dos Psicólogos está a ser inundada por queixas contra Quintino Aires. A direcção considera “de extrema gravidade” as declarações que aquele psicólogo proferiu num programa da TVI sobre as comunidades ciganas. Irá pedir ao seu conselho jurisdicional que as analise.

Quintino Aires é bem conhecido naquela estrutura, que já duas vezes decidiu aplicar-lhe uma pena de repreensão por declarações que violavam o código deontológico. Doutra vez decidiu suspendê-lo três meses por má prática profissional. Em todas, Quintino Aires recorreu aos tribunais administrativos, não tendo os processos tido ainda um desfecho.

Na primeira vez, o psicólogo pronunciou-se sobre um concorrente de um programa da TVI que aos 26 anos ainda não iniciara a vida sexual. Aos microfones da Antena 3, aconselhou os ouvintes a recusarem “estas patologias sociais” e afirmou que a virgindade é um problema de “saúde pública”. Da segunda vez, numa entrevista que deu à revista Happy Woman, afirmou: “Fazer sexo com animais aumenta a ligação entre o ser humano e a natureza. Pelo que está claro que não devemos considerar a zoofilia uma perversão, mais sim uma celebração das nossas origens. No fundo somos todos animais.”

A terceira vez diz respeito a duas crianças acompanhadas em pedopsiquiatria. O médico receitara-lhes medicamentos e Quintino Aires aconselhou a mãe a deixar de lhos dar. Ora um psicólogo não pode prescrever nem suspender a toma de medicamentos. O sucedido pode vir a valer-lhe uma suspensão.

Agora, Quintino Aires fez generalizações sobre os cidadãos de etnia cigana. “A etnia cigana não respeita as normas do país onde vive”, disse quarta-feira noVocê na TV, programa apresentado por Manuel Luís Goucha e Cristina Ferreira na TVI. “A maioria vive dos subsídios ou trafica droga e não trabalha”, acrescentou.

Na sexta-feira, 14 associações e três eleitos pelas associações ciganas para o Grupo Consultivo para a Integração das Comunidades Ciganas subscreveram um comunicado a dizer que as declarações de Quintino “são inadmissíveis, porquanto reproduzem preconceitos e estereótipos e promovem posições racistas”. Solicitaram à TVI que tomasse uma posição pública e à Ordem dos Psicólogos, à Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial e à Entidade Reguladora para a Comunicação Social que actuassem. Este tipo de comentários podem dar origem a multa e até a pena de prisão.

A direcção da Ordem dos Psicólogos “repudia os comentários” de Quintino Aires e prepara-se para os encaminhar para o órgão estatutário como competência disciplinar. “Os psicólogos procuram no seu dia-a-dia, e através dos seus contributos específicos, criar condições para que caminhemos para uma sociedade mais inclusiva e menos preconceituosa”, adiantou o responsável pelo gabinete de comunicação, Duarte Zoio. A petição pública que reclama o afastamento do comentador juntava quase 1900 assinaturas no final desta segunda-feira. Três outras, lançadas para o defender, juntavam 9, 8 e 6 pessoas.

Há ciganos que omitem a sua etnia

Não há dados estatísticos que permitam fazer uma caracterização rigorosa das condições de vida dos ciganos portugueses. A Constituição não permite que a etnia figure na estatística oficial. Sabe-se que têm origem diversa(ascendência rom, sinti, manouche e calé) e diferentes tradições e estima-se que sejam entre 40 mil e 60 mil.

Há um punhado de estudos qualitativos e microlocalizados. Só um tem carácter nacional. E  “grande parte do trabalho de campo desse estudo [divulgado no ano passado] foi feito em comunidades desfavorecidas”, adverte uma das autoras, Manuela Mendes. Os inquéritos foram aplicados, sobretudo, em acampamentos e bairros sociais.

Também há ciganos de classe média, média alta e alta, só que esses “são mais difíceis de localizar”, não só pela sua dispersão, mas também por muitos deles preferirem omitir a etnia. “Receiam represálias” nas escolas que frequentam ou nos empregos que têm, explica. Os ciganos são um dos principais alvos de racismo e discriminação.

Não é só o estigma. O abandono escolar precoce persiste, embora esteja a diminuir. E a baixa escolaridade e a falta de formação profissional têm fortes implicações no acesso ao mercado de trabalho. Na referida investigação – realizada pelo Centro de Estudos para as Migrações e Relações Interculturais da Universidade Aberta, em parceria com o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa – é pequeno o número dos que têm como principal fonte de receita o trabalho formal (9,5%).

Regresso do vólei cubano aos Jogos manchado por caso de violação

O voleibol é uma das modalidades mais fortes em Cuba e o entusiasmo em torno da possibilidade de conquistar uma medalha era grande. No entanto, esta excitação sofreu um rude golpe, depois de ter rebentado a ‘bomba’ com os jogadores da sua seleção.

Osmany Uriarte, Abraham Alfonso, Ricardo Calvo, Rolando Cepeda, Luis Sosa e Dariel Albo estão presos desde o início de julho e os seus casos podem manchar o regresso da seleção cubana de vólei aos Jogos Olímpicos.

Estes atletas foram acusados de terem, alegadamente, violado uma mulher num hotel em Tampere, onde estavam instalados para para disputar a Liga Mundial de voleibol, e podem enfrentar penas de prisão até 10 anos.. Os seis jogadores continuam sob custódia policial na Finlândia e estão impedidos de sair do país até que o caso seja investigado pelas autoridade do país.

No entanto, os responsáveis cubanos já fizeram questão de informar que a representação cubana no voleibol não irá estar em causa. “Depois de 16 anos ausentes dos Jogos Olímpicos, tínhamos 18 jogadores pré-convocados para o torneio e posso garantir que vamos estar no Rio de Janeiro com uma equipa de 12”, anunciou o diretor de alto rendimento do Instituto Nacional de Desporto de Cuba.

José Cid polémico, Nuno Markl frustrado e transmontanos furiosos

José Cid está a ser alvo de uma enorme onda de indignação nas redes sociais na sequência de uma entrevista onde disse que os transmontanos eram “pessoas medonhas, feias e desdentadas”.

O programa onde o cantor proferiu estas declarações data de 2010, é dos episódios de Showmarkl, de Nuno Markl, mas o Canal Q exibiu recentemente uma repetição que agora incendiou as redes sociais.

Alvo da indignação e insultos de transmontanos e não só, José Cid viu a sua página de Facebook suspensa e entretanto já fez um pedido de desculpas público mas de pouco parece ter servido.

Um concerto que o músico tinha agendado para 11 de junho em Alfândega da Fé foi cancelado e marcada para o mesmo dia uma manifestação contra o músico.

No Facebook já foram criadas várias páginas de contestação como ‘Todos Contra José Cid’ que, até ao momento, conta já com mais de 6.600 seguidores ou ‘Trás-os-montes sem José Cid’ com mais de três mil seguidores. Foi ainda criada uma petição pública online que já ultrapassou as 1.400 assinaturas.

Nuno Markl também foi uma das vítimas, alvo de centenas de comentários condenatórios e ameaças que o levaram a ponderar fechar a sua página de Facebook.

Apesar de considerar injusto ter sido alvo de críticas por causa das declarações pelas quais apenas o entrevistado podia ser responsabilizado, pediu desculpa por se ter rido dos “desvarios do Cid” e garantiu que “adora Trás-os-Montes”.

 

Um preconceito regional

Joana Gonçalves foi uma das transmontanas que “não gostou do que ouviu” e se sentiu ofendida, mas garante que o preconceito não é novo.

A imagem dos transmontanos como um povo ignorante, “saloio” e retrógrado é muitas vezes usada no humor e “chega a um ponto que cansa”, lamentou a jornalista de 28 anos em declarações ao Notícias ao Minuto.

O músico “disse algo que muitos dizem, mas teve a infelicidade de o dizer na televisão”, comentou. Uma vez que já pediu desculpa agora só tem uma alternativa: “ficar caladinho e esperar que passe”.

Joana é editora da revista Raízes, especialmente dedicada à região de Trás-os-Montes e Alto Douro. E porque não se identificava com os vídeos insultuosos ou com mensagens de ódio que circulavam nas redes sociais resolveu fazer um seu.

Publicou-o na página de Facebook de José Cid e ainda recebeu “1.400 likes,150 partilhas e muitos comentários”, antes de ser apagado.

“PREZAMOS A INOVAÇÃO E A SEGURANÇA E O CALCITRIN FAZ PROVA DISSO HÁ SEIS ANOS”

Pedro Baptista

Qual é visão e a estratégia da empresa Viva Melhor, que comercializa o Calcitrin?
A empresa Viva Melhor desenvolve há 10 anos, em Portugal, soluções educativas e suplementos alimentares .
Com as publicações que editamos visamos especialmente a reeducação alimentar e a adoção de estilos de vida saudáveis que, na sua essência, significam a definição de Saúde da OMS como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afeções e enfermidades”.
Na sociedade atual é de grande relevância uma alimentação saudável e equilibrada, dado que a principal fonte de doença no ser humano é mesmo a alimentação e o estilo de vida.
A saúde compra-se principalmente no supermercado e nos restaurantes com os ingredientes que escolhemos para a nossa alimentação. Os suplementos alimentares têm também um papel importante, pois muitas vezes as escolhas nutricionais deficientes criam a necessidade de complementos de reequilíbrio e foi nesta perspetiva que a Viva Melhor se posicionou neste setor.  Com o desenvolvimento tecnológico e científico aplicados à nutrição, os suplementos alimentares são uma realidade incontornável da atualidade.

A vossa empresa cresceu discretamente mas hoje tem uma posição forte no mercado dos suplementos alimentares. Como desenvolveram este percurso?
Ao longo de uma década sempre padronizámos a nossa atuação por valores de inovação e segurança no que fazemos, por isso temos procurado estar na linha da frente em todas as áreas: investigação e desenvolvimento, transparência publicitária, produtos credíveis e de alta qualidade, que têm sido uma referencia no mercado. Consequentemente a notoriedade da nossa marca tem vindo a crescer, afirmando o seu valor e criando um elevado capital de confiança junto do público.

Recentemente foram objeto de um ataque violento do Bastonário dos Farmacêuticos. Maurício Barbosa diz que o Calcitrin faz publicidade enganosa. Como interpretam esta ação? Como reagem?
Foi com muita surpresa que no passado mês de dezembro assistimos a essa intervenção, vendo o principal responsável de um organismo que deveria ser um exemplo das boas práticas de informação em saúde protagonizar uma sequência de intervenções lamentáveis para denegrir o nosso produto.
As declarações proferidas foram, na substância e no estilo, verdadeiramente ofensivas para a nossa Marca e a alegação de supostas questões publicitárias foi por nós entendida como mero pretexto para a mediatização, inclusive porque partia de uma argumentação legalmente errada.
Todas as praticas publicitárias da nossa empresa cumprem os normativos legais, e com referência ao Calcitrin em particular,  as chamadas “alegações de saúde” veiculadas na publicidade estão conformes ao estipulado pela AESA – Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, em Portugal representada pela DGAV.

Um dos vetores do discurso do Bastonário era o dos riscos do produto para a saúde e o bem-estar das pessoas. Que comentário vos merece?
Esse discurso não faz sentido algum e a prova disso é que, na sequência das declarações polémicas do Bastonário, emitiu a DGAV um comunicado em 22-12-2015 onde clarifica de forma ampla o enquadramento legal do suplemento alimentar Calcitrin há seis anos no mercado e dos benefícios que o seu consumo alega “para a manutenção dos ossos normais”.
Os suplementos alimentares são géneros alimentícios e, como tal, o seu consumo nas dosagens recomendadas não pode ter risco para a saúde nem atentar de alguma forma contra o bem-estar dos consumidores, senão o seu enquadramento legal não poderia ser o de um suplemento alimentar.

Segundo a vossa comunicação, os produtos Viva Melhor são fabricados em Portugal, segundo padrões de qualidade certificada.
Temos orgulho de poder afirmar que os nossos produtos são produzidos em ambiente certificado com as mais elevadas exigências de controlo de qualidade, em instalações fabris modernas, tecnologicamente bem equipadas e com certificação GMP (Boas Práticas de Fabrico).

Ao longo destes seis anos de comercialização do Calcitrin já tiveram alguma queixa/reclamação?
Não. Absolutamente zero reclamações. Até hoje só temos relatos positivos. A comprovação dos benefícios vem da utilização e num produto como o Calcitrin, com as características de qualidade que tem, é normal a satisfação dos clientes.
O nosso produto só pode ser adquirido diretamente à Viva Melhor, através do telefone, com entrega rápida e cómoda em casa do cliente e essa relação de proximidade com o consumidor também nos ajuda a perceber claramente as expectativas e satisfação dos utilizadores do suplemento.
Aliás, associado ao produto existe um serviço de apoio permanente ao cliente que se chama VIGIA, e que em caso de alguma questão ou dúvida o consumidor pode através de um simples telefonema ser atendido por uma equipa de farmacêuticos e outros profissionais qualificados,  e esclarecer as suas questões. É por tudo isto que temos um alto índice de satisfação.

Há quem defenda que há um problema de regulação dos suplementos e que seria mais eficaz concentrar a tutela na mesma instância que regula os medicamentos. Que comentário vos merece esta ideia?
Somos um operador totalmente comprometido com o respeito pelas normas em vigor, sejam elas nacionais ou europeias. Por isso, o que nos importa não é quem regula, mas que a regulação cumpra os requisitos de profissionalismo e isenção que se esperam de quem exerce a autoridade pública.
Entendemos muito simplesmente que é justo todos termos a expetativa de que as autoridades devam agir de acordo com as Leis e que estas devem respeitar os princípios básicos do Estado de Direito. Por isso, é importante que os reguladores demonstrem disponibilidade para compreender as atividades sem se deixarem condicionar por poderes menos transparentes ou por interesses setoriais. Temos confiança plena em que assim aconteça.
Enquanto operador no setor dos suplementos temos um dever de cidadania empresarial que cumprimos escrupulosamente e fazemos tudo o que está ao nosso alcance para superar as exigências legais, mantendo um padrão elevado de resposta técnica aos normativos. É também esta a nossa forma de nos diferenciarmos e capitalizarmos a confiança dos consumidores.

Os portugueses podem estar descansados e tranquilos relativamente ao Calcitrin? Existem testes comprovados da sua qualidade e segurança?
O nosso produto é fabricado em Portugal num laboratório farmacêutico credenciado e como tal sujeito às mais rígidas normas de qualidade.
Para além de todos os lotes deste produto serem controlados em processo de fabrico, regularmente as autoridades competentes analisam a conformidade dos mesmos, sendo que a última análise efetuada pela DGAV ao Calcitrin foi em novembro de 2015 e os resultados confirmam a conformidade do produto. A ASAE e o Infarmed, também já analisaram o Calcitrin.

O Calcitrin foi designado um produto Cinco Estrelas 2016 na categoria «Suplementos Alimentares para a Densidade Óssea». Esta é a prova da aceitação do produto pelos portugueses?
A distinção obtida pelo Calcitrin denominado “produto Cinco Estrelas”, vem reforçar o facto de o Calcitrin ser um produto de referência e merecedor da confiança do consumidor.
A prova mais consistente é a que o mercado dá, com os milhares de consumidores que utilizaram este suplemento alimentar ao longo dos últimos seis anos e que confirmam e testemunham os benefícios do produto.

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