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Inovação, empreendedorismo e tecnologia no Porto

Segundo um comunicado a que o Notícias ao Minuto teve acesso, na agenda estão conferências, encontros, reuniões de negócios, visitas a empresas da região, atividades de rua, partilha e desenvolvimento de conhecimento.

Nas duas edições anteriores da Semana Start & Scale foram promovidas 36 atividades, envolvendo mais de 3.500 pessoas.

A semana arranca com a maratona digital Hack For Good 2018 (5 e 6 de maio), uma ação da Fundação Calouste Gulbenkian que desafia a sociedade a ser parte integrante de um movimento de desenvolvimento de soluções tecnológicas para benefício social.

D. António Francisco dos Santos será o nome da nova ponte entre Porto e Gaia

Old city Porto at river Duoro, Oporto, Portugal.

O anúncio foi feito pelos presidentes das câmaras do Porto, Rui Moreira, e de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, durante a manhã de hoje no Laboratório Edgar Cardoso, equipamento próximo da ponte São João, que une os dois concelhos via ferroviária.

Grupo de lesados do BES quer ser ouvido por Marcelo Rebelo de Sousa

grupo encontra-se numa ação de manifestação na Avenida dos Aliados, no Porto, onde tem previsto um novo protesto dia 26 de abril, em frente à sede do Partido Socialista.

O pedido de audiência ao PR surge “no âmbito do processo de tentativa de ressarcimento das aplicações efetuadas aos clientes de retalho pelo BES no Papel Comercial ESI e Rioforte” e tendo em conta que o Tribunal da Relação de Lisboa diz que o Novo Banco deve ser julgado por Papel Comercial vendido pelo Banco Espírito Santo (BES).

O Tribunal da Relação de Guimarães, por sua vez, confirma a condenação do BEST, diz que agiu com “dolo e má fé” porque sabia da situação do GES vendeu Papel Comercial sem as características transmitidas, acrescenta.

Em declarações à Lusa, António Novo, um dos representantes do grupo que participava no protesto do Porto que decorre hoje desde as 11:00 até às 15:00 explicou que não descansarão “enquanto não devolverem a totalidade das suas poupanças”.

“Não aceitamos soluções para as quais não fomos consultados que apenas visam prejudicar as pessoas com mais idade, que se sentem pressionadas a assinar”, disse.

Também no pedido de audiência dirigido ao PR, o grupo refere que se sente “pressionado” a assinar propostas “que perpetuam o dolo e a ofensa” e que não são as transmitidas pela CMVM nem indicadas pela Justiça e estando em causa a legítima confiança dos cidadãos.

Em causa está a solução encontrada para as cerca de 2.000 pessoas que subscreveram papel comercial aos balcões do BES, pensando tratar-se de produtos sem risco.

Esta solução prevê o pagamento de 75% das aplicações até 500 mil euros (com limite de 250 mil euros) e de 50% para valores acima de 500 mil euros, devendo para o efeito os lesados começar a receber nos próximos dias o contrato final de participação no Fundo de Recuperação de Créditos, já registado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e através do qual vão receber parte do dinheiro aplicado.

Através deste fundo deverão vir a ser pagos pelo menos cerca de 280 milhões de euros (de um total de 430 milhões de euros) em três tranches ao longo de 2018, 2019, 2020. O dinheiro para esse pagamento vem do Estado, sob a forma de empréstimo, ou através de empréstimo bancário, mas garantido pelo Estado.

Para o grupo de lesados do papel comercial e lesados emigrantes esta não é a solução efetivamente pretendida, passando antes a resposta pela utilização da provisão de 1.837 milhões de euros existente para os ressarcir na totalidade dos montantes reclamados.

O BES, tal como era conhecido, acabou a 3 de agosto de 2014, quatro dias depois de apresentar um prejuízo semestral histórico de 3,6 mil milhões de euros.

O Banco de Portugal, através de uma medida de resolução, tomou conta da instituição fundada pela família Espírito Santo e anunciou a sua separação, ficando os ativos e passivos de qualidade num ‘banco bom’, denominado Novo Banco, e os passivos e ativos tóxicos no BES, o ‘banco mau’ (‘bad bank’), sem licença bancária.

LUSA

Seu Jorge é o primeiro nome para a Queima das Fitas do Porto

Nesta que é uma das maiores festas dos estudantes, ‘Seu Jorge’ subirá ao palco no domingo, dia 6 de maio, e promete levar ao rubro uma plateia de académicos que se juntarão no tradicional ‘queimódromo’.

‘Burguesinha’, ‘Amiga da minha mulher’, ‘Carolina’ e ‘É isso aí’ são alguns dos temas que certamente não faltarão para animar o ambiente.

Porto, a cidade das Camélias

Na sua 23.ª edição, a Exposição de Camélias do Porto regressa ao Mosteiro de São Bento da Vitória.

O evento, de entrada livre, enche de cor e animação o primeiro fim de semana de março.

A exposição abre ao público às 14h30 do dia 3 de março, para eleger, como é habitual, a Melhor Camélia e, também, a Melhor Camélia de Origem Portuguesa.

O público é convidado a conhecer e apreciar as diferentes espécies desta flor do inverno, trazida do Japão no início do século XIX e que hoje espalha cores por toda a cidade.

Nos dois dias haverá um conjunto de atividades complementares à exposição, onde se incluem o tradicional Mercado da Camélia, quatro sessões do teatro de sombras encenado pela artista plástica Beniko Tanaka, uma cerimónia de chá e ainda várias oficinas de participação gratuita, todas em redor da camélia.

Pode consultar o programa aqui bit.ly/ExposiçãodeCaméliasdoPorto

Hospital do Porto abre inquérito a agressões a quatro profissionais

Em comunicado enviado à Lusa, o conselho de administração do CHSJ refere ainda que comunicou os factos às autoridades competentes e manifesta “toda a solidariedade” para com os profissionais envolvidos.

O caso registou-se pouco depois das 23:00 de terça-feira e relaciona-se com a entrada de um doente que se fazia acompanhar por “um número indeterminado” de pessoas.

Na sequência de uma alegada demora de atendimento do doente, foram agredidos dois enfermeiros, um auxiliar e um segurança.

O CHSJ diz que o doente “foi triado de acordo com os procedimentos normais e cumprindo todos os tempos previstos”.

“Repentinamente, o doente e acompanhantes referidos agrediram selvaticamente quatro profissionais do Serviço de Urgência”, acrescenta.

Segundo fonte da PSP, um dos enfermeiros necessitou de ficar internado.

O agente da PSP em serviço no posto policial do hospital tentou fazer detenções e chegou mesmo a concretizar disparos de intimidação, para o ar, mas não evitou a fuga dos envolvidos, que chegaram mesmo a tentar atropelá-lo.

Com a chegada de reforços, a PSP acabou por dispersar os agressores.

LUSA

CTT: “todas as estações fechadas vão ser substituídas por outras”, no Porto

O vereador da maioria liderada pelo independente Rui Moreira falava na sessão pública camarária, referindo-se a uma “reunião que os CTT tiveram na Câmara do Porto”, para responder a questões da CDU sobre o encerramento da estação de correios do Amial, confirmada à Lusa na quinta-feira pela empresa, e que vai juntar-se ao fecho, anunciado em janeiro, de balcões na Praça da Galiza, Boavista, e na Asprela, em Paranhos.

A Câmara do Porto aprovou em janeiro, por unanimidade, uma moção de protesto contra o encerramento de balcões dos CTT, mas Ricardo Valente disse hoje ser necessário “aguardar” pela implementação do plano da empresa, notando que “o modelo dos CTT tem de mudar e passa muito por agências de proximidade que não são necessariamente estações de correios”.

“Os CTT vieram à Câmara do Porto informar sobre o plano para a cidade. Ainda não é público, mas garantiram que, do ponto de vista do serviço, todas as estações fechadas vão ser substituídas por outras, algumas até de maior dimensão”, revelou Ricardo Valente.

Manuel Pizarro, do PS, vincou que “a realidade que existe são os encerramentos” e que, se a empresa “tem boas notícias, devia ser do seu interesse divulgá-las”.

Pizarro considerou estar em curso “uma operação de desmantelamento do serviço postal universal”, com “a cumplicidade do Governo e da Anacom”.

“A partir de 2020, quando acabar a atual concessão, vamos ter de pagar pelo serviço postal universal. Isto até pode acontecer, mas não vai ser com o meu silêncio”, frisou o socialista.

Ricardo Valente recusou “entrar em julgamentos prévios”.

“Não podemos omitir que o modelo dos CTT tem de mudar e passa muito por agências de proximidade”, afirmou o vereador.

Álvaro Almeida, eleito pelo PSD, observou que, “ao fechar num sítio para abrir um quilómetro depois, [os CTT] estão a deslocar-se para onde está a procura”.

“Isto, no pressuposto de que por cada posto encerrado será aberto um novo”, disse.

A vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, observou que a loja que os CTT dizem estar a instalar junto ao hospital de São João, para substituir a do Amial, fica distante desta zona, não servindo, por isso, os interesses da população.

A administração dos CTT revelou na quinta-feira à Lusa que a estação de correios do Amial vai encerrar e que “será substituída pela nova loja CTT São João (nas proximidades do Hospital), atualmente em fase de instalação”.

Na reunião camarária de 09 de janeiro, a Câmara do Porto aprovou por unanimidade protestar contra o encerramento de balcões dos CTT, pedindo ao Governo medidas para garantir o serviço público de proximidade, mesmo que a empresa esteja a honrar os compromissos da privatização.

A recomendação foi apresentada pela vereadora da CDU, mas a redação final do texto foi sugerida pelo presidente da Câmara, o independente Rui Moreira, tendo levado toda a Câmara a manifestar “o seu protesto face à anunciada intenção de encerramento de mais balcões dos CTT no Porto, atendendo ao serviço público que assim fica prejudicado”.

De acordo com este documento aprovado pela Câmara do Porto no início de janeiro, “desde 2011 e até ao fim de 2017, foram encerradas no concelho “11 estações dos CTT”,

O presidente da autarquia, Rui Moreira, classificou na ocasião os dois novos encerramentos anunciados como “absolutamente preocupantes”, manifestando-se “absolutamente de acordo” com as preocupações da CDU quanto à cidade do Porto, “onde se têm transferido custos para as Juntas de Freguesia”.

“Temos um Estado cada vez mais exíguo que parece que está capitulando”, observou Moreira naquela sessão de janeiro, notando que o serviço postal “continua a ser essencial para muitas pessoas”.

LUSA

Reitor da Fernando Pessoa desmente acusação de desvio de fundos

“Completamente falso que eu tenha alguma vez desviado fundos ou cometido qualquer outro crime e disso tem estado a ser feita prova documental e testemunhal no julgamento a decorrer”, lê-se no ‘email’ a que a Lusa teve hoje acesso.

Na segunda-feira, o jornal Público noticiou que Salvato Trigo está a ser julgado no tribunal Judicial da Comarca do Porto por ter alegadamente desviado pelo menos três milhões de euros daquela instituição de ensino privado em benefício próprio e da sua família.

O julgamento arrancou em outubro passado e está a decorrer à porta fechada.

Na mensagem de correio eletrónico – enviada pelo Gabinete de Comunicação e Imagem da UFP para docentes, alunos e funcionários da Universidade Fernando Pessoa – Salvato Trigo lamenta que o Ministério Público (MP) tenha acreditado em denúncias de um ex-Técnico Oficial de Contas (TOC).

“Infelizmente, o Ministério Público acreditou nas denúncias inteiramente falsas do ex-TOC da Fundação [Fernando Pessoa], que por ter sido demitido por mim com toda a justificação, resolveu vingar-se e pôr em causa a minha administração da Fundação que ele, aliás, como membro também do seu Conselho Fiscal, sempre aprovou com louvores exarados em livro de atas”.

O reitor da Fernando Pessoa avança ainda, no mesmo documento, que o MP, “baseado nas denúncias falsas desse senhor”, o acusa de “um crime de infidelidade à Fundação”, atribuindo à sua gestão “prejuízos para a Fundação” e “ignorando totalmente” que foi o próprio Salvato Trigo que alegadamente construiu com o seu “trabalho” e a “risco financeiro próprio” todo o património de que a Fundação “é hoje detentora”.

“Tudo isto sem nunca ter cobrado um cêntimo à Fundação pelo meu trabalho. (…) Esta é a verdade, estribada em factos e não nos fictos que estão na base da notícia de hoje [segunda-feira] lê-se no ‘e-mail’ assinado por Salvato Trigo.

A Universidade Fernando Pessoa convocou para hoje à tarde, pelas 15:00, uma conferência de imprensa na sede daquela instituição de ensino superior “para uma comunicação da Responsabilidade Social sobre o caso Reitor”.

LUSA

Rali de Portugal de volta ao Porto

Volkswagen Polo R WRC of Sebastien Ogier of France parked in front of Guimaraes castle during the first day of the WRC Rally of Portugal in Guimaraes, Portugal, 21 May 2015. The competition runs from 21st to 24th of May. JOSE COELHO/LUSA

“O traçado ainda está a ser estudado com o Automóvel Clube de Portugal (ACP), mas haverá alterações. O envolvimento da Câmara do Porto será semelhante ao de 2016, devendo rondar os 500 mil euros, entre pagamentos de ‘fee’ [taxas] e custos logísticos de organização”, descreve a autarquia numa resposta enviada à Lusa, na qual explica que receberá o “retorno direto da bilheteira” e um “retorno extraordinário” devido à transmissão televisiva para “mais de 100 países”.

No seu portal de notícias, a câmara revela que este ano “a zona da Trindade será libertada” do evento para “facilitar as acessibilidades” e que “a zona dos Clérigos será pela primeira vez usada como cenário” da classificativa que, segundo a empresa municipal Porto Lazer, chega ao Porto “a 18 de maio, com duas passagens ao fim da tarde”.

“O centro do Porto vai voltar a receber os melhores pilotos do Campeonato do Mundo de Ralis no dia 18 de maio. Tal como em 2016, a Porto Street Stage vai integrar o programa oficial da 52.ª edição do Rali de Portugal, com duas passagens ao final da tarde de sexta-feira, com início às 19:03 e 19:28”, descreve a empresa municipal no seu site.

A Porto Lazer acrescenta que este ano o Rali de Portugal “constituirá a sexta prova do calendário do Mundial de Ralis, disputando-se uma vez mais na zona Norte do país, entre os dias 17 a 20 de maio”.

Questionado pela Lusa sobre mais detalhes do novo traçado da prova, o gabinete de comunicação da Câmara do Porto vincou que o mesmo “ainda está a ser estudado com o ACP”.

A Lusa perguntou também qual o envolvimento financeiro na organização do evento, tendo o gabinete respondido que “será semelhante ao de 2016, devendo rondar os 500 mil euros, entre pagamentos de ‘fee’ e custos logísticos de organização”.

A autarquia destaca que a competição realizada na cidade “terá um retorno direto de bilheteira que reverte para a Câmara”.

De acordo com a Porto Lazer, em 2016 assistiram à Street Stage do Porto, que se centrou na Avenida dos Aliados, junto à Câmara do Porto, “mais de 80 mil espetadores”.

O gabinete de comunicação da câmara acrescenta que a prova será transmitida “para mais de 100 países, através de transmissão internacional, representando um retorno extraordinário”.

No seu portal de notícias, a autarquia diz mesmo que o Rali de Portugal representa “um binómio investimento/retorno dos mais atraentes”, notando que “em 2017, mesmo sem a Street Stage do Porto, resultou num retorno de 137 milhões de euros para o país”.

De acordo com a Porto Lazer, “em 2018 haverá algumas novidades no percurso, que chegará também à zona dos Clérigos, permitindo assim ampliar as zonas de público e melhorar ainda mais a mobilidade na cidade”.

“Em 2016, na primeira vez que o Campeonato do Mundo de Ralis entrou na cidade de forma competitiva, o trabalho extraordinário da organização permitiu que as avenidas dos Aliados e D. Afonso Henriques, onde maioritariamente decorreu a competição, estivessem interrompidas ao trânsito apenas no dia da prova”, acrescenta a empresa.

O presidente do ACP, Carlos Barbosa, revelou na quarta-feira que o Rali de Portugal 2018 vai passar pelo Porto, cidade onde vai regressar a “Porto Street Stage” e vai ser “ainda maior do que no ano passado, porque alargámos, sobretudo, as zonas do público e de mais fácil acesso aos espetadores”.

Barbosa falava aos jornalistas à margem da cerimónia de inauguração da Feira Internacional de Turismo de Madrid (Fitur).

Teatro Rivoli comemora 86.º aniversário com 16 horas de programação

diretor do Teatro Municipal do Porto, Tiago Guedes, explicou, em declarações à agência Lusa, depois da apresentação da nova programação, a 10 de janeiro, que as atividades em torno do aniversário compõem “uma grande festa aberta à cidade”, uma vez que todas as atividades são de entrada gratuita, mediante levantamento de bilhetes.

“É um dia de portas abertas, em que as pessoas podem estar em contacto com as várias disciplinas que apresentamos ao longo do ano, uma espécie de pequena súmula do que vai acontecer”, acrescentou.

O “espetáculo de charneira” da celebração, referiu Tiago Guedes na apresentação, é ‘El Baile’, pelas 21:30, da francesa Mathilde Monnier, apresentado em estreia nacional depois do trabalho da coreógrafa em Buenos Aires, em conjunto com o escritor argentino Alan Pauls.

A dupla reinventou a peça ‘Le Bal’, apresentada em 1981 pela companhia do Théâtre du Campagnol (e que então serviu de base ao filme homónimo de Ettore Scola), “a partir de uma “visão histórica desse momento”, atravessando o tempo entre a Buenos Aires de 1978, quando o país, sob plena ditadura, abria o Mundial de Fórmula 1 e acolhia o Campeonato Mundial de Futebol, e os dias que correm.

Numa programação que envolve mais de uma centena de artistas, o dia conta com um total de dez projetos de áreas diferentes, com o encenador André Murraças a apresentar, pelas 15h00, o musical ‘Coro’, cujo elenco inclui quatro funcionários do Rivoli, da bilheteira, limpeza, bar e manutenção.

Durante a manhã e o início da tarde, estão programadas várias atividades para crianças e famílias, entre oficinas sobre teatro e peças de teatro, como ‘Poemas de Pé para a Mão’, uma encenação de Joana Providência que funciona como “uma viagem de palavra em palavra”, apresentado pelas 11h00 e 15h00.

Pelas 12h00, é inaugurada a instalação sonora ‘Soará a silêncio, o som de uma revolução dentro de um ‘bunker’?’, com um momento performativo a assinalar a mostra da obra de Maria Trabulo.

O dia de aniversário marca ainda a apresentação do sexto Caderno do Rivoli, iniciativa iniciada com um número zero (0), em 2002, por iniciativa da então diretora Isabel Alves Costa (1946-2009), primeira diretora do Rivoli, entre 1993 e 2007, desde a reabertura como teatro municipal.

Depois de interrompida a produção, em 2004, o quinto caderno foi reeditado em 2017, numa recuperação comemorativa do 85.º aniversário, com o sexto, subordinado ao tema ‘Bodied Spaces – discursos cruzados entre corpo e espaço’, a ser apresentado pelas 15h30.

Com coordenação editorial de Gabriela Vaz-Pinheiro, o caderno foi publicado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda depois de “um projeto do Teatro Municipal do Porto ao longo do ano de 2016, com várias sessões em instituições de ensino da cidade”.

Também há espaço para uma performance para seis bailarinos de Tales Frey, ‘F2M2M2F x 6’, e dois momentos de apresentação de dois artistas associados do TMP, Marco da Silva Ferreira, com ‘Um solo sobre Brother’, e Jorge Andrade, com ‘Jorge Andrade conta a história da mala voadora’, ambos marcados para as 16h30 e 18h00.

Na música, o destaque vai para ‘Bruta’, projeto de música criado por Ana Deus e o francês Nicolas Tricot, para trabalhar poemas de autores portugueses como Miguel Torga, Luís Miguel Nava, Bocage, Camilo Pessanha ou Manuel Laranjeira, numa atuação marcada para as 19h00.

O ciclo ‘Understage’ do Teatro Municipal continua com um concerto, pelas 23h30, dos portugueses Gala Drop, com várias peças do coletivo Oficina Arara a comporem o cenário, sob o selo da “reinterpretação dos métodos clássicos de reprodução artística”.

A noite termina com três DJ a animarem a festa, até às 4h00 da manhã de domingo, com Affreixo, André Tentugal e Pedro Tudela.

LUSA

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