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Rali de Portugal de volta ao Porto

Volkswagen Polo R WRC of Sebastien Ogier of France parked in front of Guimaraes castle during the first day of the WRC Rally of Portugal in Guimaraes, Portugal, 21 May 2015. The competition runs from 21st to 24th of May. JOSE COELHO/LUSA

“O traçado ainda está a ser estudado com o Automóvel Clube de Portugal (ACP), mas haverá alterações. O envolvimento da Câmara do Porto será semelhante ao de 2016, devendo rondar os 500 mil euros, entre pagamentos de ‘fee’ [taxas] e custos logísticos de organização”, descreve a autarquia numa resposta enviada à Lusa, na qual explica que receberá o “retorno direto da bilheteira” e um “retorno extraordinário” devido à transmissão televisiva para “mais de 100 países”.

No seu portal de notícias, a câmara revela que este ano “a zona da Trindade será libertada” do evento para “facilitar as acessibilidades” e que “a zona dos Clérigos será pela primeira vez usada como cenário” da classificativa que, segundo a empresa municipal Porto Lazer, chega ao Porto “a 18 de maio, com duas passagens ao fim da tarde”.

“O centro do Porto vai voltar a receber os melhores pilotos do Campeonato do Mundo de Ralis no dia 18 de maio. Tal como em 2016, a Porto Street Stage vai integrar o programa oficial da 52.ª edição do Rali de Portugal, com duas passagens ao final da tarde de sexta-feira, com início às 19:03 e 19:28”, descreve a empresa municipal no seu site.

A Porto Lazer acrescenta que este ano o Rali de Portugal “constituirá a sexta prova do calendário do Mundial de Ralis, disputando-se uma vez mais na zona Norte do país, entre os dias 17 a 20 de maio”.

Questionado pela Lusa sobre mais detalhes do novo traçado da prova, o gabinete de comunicação da Câmara do Porto vincou que o mesmo “ainda está a ser estudado com o ACP”.

A Lusa perguntou também qual o envolvimento financeiro na organização do evento, tendo o gabinete respondido que “será semelhante ao de 2016, devendo rondar os 500 mil euros, entre pagamentos de ‘fee’ e custos logísticos de organização”.

A autarquia destaca que a competição realizada na cidade “terá um retorno direto de bilheteira que reverte para a Câmara”.

De acordo com a Porto Lazer, em 2016 assistiram à Street Stage do Porto, que se centrou na Avenida dos Aliados, junto à Câmara do Porto, “mais de 80 mil espetadores”.

O gabinete de comunicação da câmara acrescenta que a prova será transmitida “para mais de 100 países, através de transmissão internacional, representando um retorno extraordinário”.

No seu portal de notícias, a autarquia diz mesmo que o Rali de Portugal representa “um binómio investimento/retorno dos mais atraentes”, notando que “em 2017, mesmo sem a Street Stage do Porto, resultou num retorno de 137 milhões de euros para o país”.

De acordo com a Porto Lazer, “em 2018 haverá algumas novidades no percurso, que chegará também à zona dos Clérigos, permitindo assim ampliar as zonas de público e melhorar ainda mais a mobilidade na cidade”.

“Em 2016, na primeira vez que o Campeonato do Mundo de Ralis entrou na cidade de forma competitiva, o trabalho extraordinário da organização permitiu que as avenidas dos Aliados e D. Afonso Henriques, onde maioritariamente decorreu a competição, estivessem interrompidas ao trânsito apenas no dia da prova”, acrescenta a empresa.

O presidente do ACP, Carlos Barbosa, revelou na quarta-feira que o Rali de Portugal 2018 vai passar pelo Porto, cidade onde vai regressar a “Porto Street Stage” e vai ser “ainda maior do que no ano passado, porque alargámos, sobretudo, as zonas do público e de mais fácil acesso aos espetadores”.

Barbosa falava aos jornalistas à margem da cerimónia de inauguração da Feira Internacional de Turismo de Madrid (Fitur).

Teatro Rivoli comemora 86.º aniversário com 16 horas de programação

diretor do Teatro Municipal do Porto, Tiago Guedes, explicou, em declarações à agência Lusa, depois da apresentação da nova programação, a 10 de janeiro, que as atividades em torno do aniversário compõem “uma grande festa aberta à cidade”, uma vez que todas as atividades são de entrada gratuita, mediante levantamento de bilhetes.

“É um dia de portas abertas, em que as pessoas podem estar em contacto com as várias disciplinas que apresentamos ao longo do ano, uma espécie de pequena súmula do que vai acontecer”, acrescentou.

O “espetáculo de charneira” da celebração, referiu Tiago Guedes na apresentação, é ‘El Baile’, pelas 21:30, da francesa Mathilde Monnier, apresentado em estreia nacional depois do trabalho da coreógrafa em Buenos Aires, em conjunto com o escritor argentino Alan Pauls.

A dupla reinventou a peça ‘Le Bal’, apresentada em 1981 pela companhia do Théâtre du Campagnol (e que então serviu de base ao filme homónimo de Ettore Scola), “a partir de uma “visão histórica desse momento”, atravessando o tempo entre a Buenos Aires de 1978, quando o país, sob plena ditadura, abria o Mundial de Fórmula 1 e acolhia o Campeonato Mundial de Futebol, e os dias que correm.

Numa programação que envolve mais de uma centena de artistas, o dia conta com um total de dez projetos de áreas diferentes, com o encenador André Murraças a apresentar, pelas 15h00, o musical ‘Coro’, cujo elenco inclui quatro funcionários do Rivoli, da bilheteira, limpeza, bar e manutenção.

Durante a manhã e o início da tarde, estão programadas várias atividades para crianças e famílias, entre oficinas sobre teatro e peças de teatro, como ‘Poemas de Pé para a Mão’, uma encenação de Joana Providência que funciona como “uma viagem de palavra em palavra”, apresentado pelas 11h00 e 15h00.

Pelas 12h00, é inaugurada a instalação sonora ‘Soará a silêncio, o som de uma revolução dentro de um ‘bunker’?’, com um momento performativo a assinalar a mostra da obra de Maria Trabulo.

O dia de aniversário marca ainda a apresentação do sexto Caderno do Rivoli, iniciativa iniciada com um número zero (0), em 2002, por iniciativa da então diretora Isabel Alves Costa (1946-2009), primeira diretora do Rivoli, entre 1993 e 2007, desde a reabertura como teatro municipal.

Depois de interrompida a produção, em 2004, o quinto caderno foi reeditado em 2017, numa recuperação comemorativa do 85.º aniversário, com o sexto, subordinado ao tema ‘Bodied Spaces – discursos cruzados entre corpo e espaço’, a ser apresentado pelas 15h30.

Com coordenação editorial de Gabriela Vaz-Pinheiro, o caderno foi publicado pela Imprensa Nacional Casa da Moeda depois de “um projeto do Teatro Municipal do Porto ao longo do ano de 2016, com várias sessões em instituições de ensino da cidade”.

Também há espaço para uma performance para seis bailarinos de Tales Frey, ‘F2M2M2F x 6’, e dois momentos de apresentação de dois artistas associados do TMP, Marco da Silva Ferreira, com ‘Um solo sobre Brother’, e Jorge Andrade, com ‘Jorge Andrade conta a história da mala voadora’, ambos marcados para as 16h30 e 18h00.

Na música, o destaque vai para ‘Bruta’, projeto de música criado por Ana Deus e o francês Nicolas Tricot, para trabalhar poemas de autores portugueses como Miguel Torga, Luís Miguel Nava, Bocage, Camilo Pessanha ou Manuel Laranjeira, numa atuação marcada para as 19h00.

O ciclo ‘Understage’ do Teatro Municipal continua com um concerto, pelas 23h30, dos portugueses Gala Drop, com várias peças do coletivo Oficina Arara a comporem o cenário, sob o selo da “reinterpretação dos métodos clássicos de reprodução artística”.

A noite termina com três DJ a animarem a festa, até às 4h00 da manhã de domingo, com Affreixo, André Tentugal e Pedro Tudela.

LUSA

Investigadoras criam farinha e temperos com resíduos da azeitona e tomate

O objetivo “é criar alimentos mais diversificados, com reforço de fibra e proteção antioxidante”, com subprodutos representativos de culturas vegetais com impacto em Portugal, indicaram as responsáveis pelo projeto Veggyflours.

Este projeto, que está a ser desenvolvido há quatro meses, surgiu a partir da vontade de Manuela Pintado, Tânia Ribeiro, Marta Coelho e Joana Costa, da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da UCP, em responderem às diferentes necessidades do consumidor, promovendo a sua saúde e qualidade de vida.

Segundo explicaram à Lusa, estes produtos que estão a criar serão ricos em compostos bioativos, como a fibra e os carotenoides, que, em estudos realizados ao longo dos anos, têm demonstrado evidências na melhoria do trânsito intestinal, na recuperação desportiva, na regulação dos níveis de colesterol ou da função cardíaca.

Além da riqueza em fibras e elevada capacidade antioxidante, os produtos que a equipa está a desenvolver são isentos de glúten e têm uma maior capacidade de conservação, o que se irá refletir nos alimentos nos quais forem incorporados.

“Por fim, o concentrado de fibra antioxidante insere-se na nova tendência alimentar ‘Going full circle’ — Completando o ciclo, onde os consumidores valorizam, entre vários conceitos, questões como diminuição de desperdícios alimentares e a reutilizar subprodutos”, contaram as investigadoras.

De acordo com as investigadoras, um dos principais problemas enfrentados pela indústria alimentar é a acumulação e gestão dos seus subprodutos.

“Apesar do seu elevado valor nutricional, atualmente as aplicações dos subprodutos são limitadas e não criam valor acrescentado para a indústria, gerando, pelo contrário, custos elevados na gestão de resíduos, e, em alguns casos, com impacto ambiental”, indicaram.

Devido a isso, consideram que é “imperativa” a procura e criação de novas alternativas, que tragam valor acrescentado aos subprodutos.

“Disponibilizar os nossos produtos no mercado seria uma concretização pessoal, não só pela dedicação ao projeto, mas por acreditarmos que são uma forma sustentável de contribuir para a alimentação de uma população mundial crescente, que enfrentará, nos próximos anos, limitações de matérias-primas para a produção de alimentos”, referiram.

Apesar de as investigadoras já trabalharem com subprodutos há alguns anos, o projeto Veggyflours é mais recente, tendo surgido há cerca de quatro meses.

Futuramente esperam expandir a aplicação desta solução a outros subprodutos vegetais.

Com este projeto participaram no programa BIOTECH_agrifood INNOVATION, programa de pré-aceleração criado pela ESB-UCP, com o apoio da associação Portugal Foods e da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE).

Este programa tem como objetivo selecionar ideias inovadoras para o setor agroalimentar e apoiar a sua transformação em projetos de negócio.

LUSA

Livraria Lello acolhe instalação artística com 400 bustos de rostos da cidade do Porto

A instalação, cujas esculturas foram levadas a cabo por Ester Monteiro, retrata em bustos de barro “anónimos e figuras conhecidas do Porto”, numa celebração da cidade “através dos rostos de quem a faz, de quem a habita e a representa”, explicou o Bairro dos Livros, que assumiu a responsabilidade artística do projeto, em comunicado.

Patente a partir das 10:00 de sábado, dia de aniversário para o qual está prevista a visita do ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, “O Rosto do Porto” conta com quatro centenas de retratos feitos entre novembro de 2017 e os primeiros dias de 2018.

A instalação reflete um trabalho de “cerca de 300 horas dedicadas à modelação dos bustos”, realizada na própria Lello ou em vários estabelecimentos comerciais da cidade, como o Mercado do Bolhão.

Entre as figuras retratadas estão nomes como o autor Richard Zimler, o cineasta João Botelho, o arquiteto Siza Vieira e o encenador Nuno Carinhas, diretor artístico do Teatro Nacional São João, além do deputado do PS Alexandre Quintanilha e o médico e investigador Manuel Sobrinho Simões, diretor do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (Ipatimup).

Entre os anónimos, destacam-se os artistas urbanos Hazul, Mr. Dheo e Godmess, cuja identidade é desconhecida, mas também outras personalidade da cidade, como “Manel do Laço, o Sr. Alcino Sousa, do Bolhão, e a D. Hermínia, da clássica Taberna de Santo António”.

As crianças também fazem parte das 400 caras portuenses, depois de uma visita ao Colégio Nossa Sr.ª da Esperança. Os bustos vão ficar instalados “nos nichos do piso superior da livraria”, recuperados no âmbito do restauro que o estabelecimento tem atravessado nos últimos dois anos.

Segundo a administração da livraria portuense, composta por Aurora Pedro Pinto e José Manuel Lello, citada em comunicado, o projeto faz parte do esforço de celebração do património “material e imaterial” da Lello, através de um “recurso artístico que preserva para o futuro a memória das grandes figuras e personalidades de uma cidade”.

LUSA

“Sustentabilidade é Competitividade”

A sessão decorre no âmbito do projeto PME Sustentável, promovido pela APEE, que visa capacitar as PME portuguesas para responder aos novos desafios do mercado, designadamente os decorrentes da Diretiva 2014/95/EU, que obrigará as empresas de interesse público a reportar informação sobre direitos humanos, mecanismos anticorrupção, ambiente, entre outros. As PME, ao pertencerem à cadeia de abastecimento destas grandes organizações, estarão, cada vez mais, pressionadas a, também elas, reportar este tipo de informação. Urge prepará-las para responder aos novos desafios, aumentando o seu potencial competitivo num mercado global.

A sessão “Sustentabilidade é Competitividade” irá, assim, levar ao tecido empresarial do Porto cinco grandes temáticas, complementadas pela partilha de boas práticas por parte das empresas J.A.M. Fernandes & Filhos, Lda e Catari Indústria S.A

PROGRAMA

Agenda 2030 da ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Sustentabilidade – Motor de Competitividade para as PME

Oportunidades emergentes na Economia Verde para as Empresas

Diretiva 2014/95/UE  – Relato da Informação não-financeira – Como cumprir

Ferramentas e instrumentos de implementação

Práticas de Sucesso

Casos Práticos e Debate

A sessão de sensibilização, conduzida por Mário Parra da Silva, Network Representative da iniciativa da ONU United Nations Global Compact – Network Portugal e reconhecido especialista em Ética, Responsabilidade Social e Sustentabilidade, contará também com a intervenção de (nome – a preencher), (cargo – a preencher) do IAPMEI, para uma mensagem de boas-vindas aos empresários locais.

Sobre a APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial

Fundada em 2002, a Associação Portuguesa de Ética Empresarial tem assumido a liderança nos processos de normalização nas áreas da Ética e da Responsabilidade Social em Portugal, sendo reconhecida pelo IPQ como Organismo de Normalização Setorial. Paralelamente, é a entidade host da United Nations Global Compact, membro da Post Publication Organization da ISO 26000 e promove, anualmente, o Reconhecimento de Práticas em Responsabilidade Social junto das organizações portuguesas. Do reconhecimento das autoridades nacionais (IPQ) e internacionais (ISO e ONU) advém o empenho na organização de eventos de referência, como a Semana da Responsabilidade Social®. (http://www.apee.pt/ | http://srs.apee.pt/)

Sobre o IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, I.P. 

Instituto público de regime especial, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa e

financeira e património próprio.

Tem como missão promover a competitividade e o crescimento empresarial, assegurar o apoio à conceção, execução e avaliação de políticas dirigidas à atividade industrial, visando o reforço da inovação, do empreendedorismo e do investimento empresarial nas empresas que exerçam a sua atividade nas áreas sob tutela do Ministério da Economia, designadamente das empresas de pequena e média dimensão, com exceção do setor do turismo e das competências de acompanhamento neste âmbito atribuídas à Direção-Geral das Atividades Económicas.

Mais informação em: https://www.iapmei.pt/

Sobre o Projeto PME Sustentável

PME Sustentável é um projeto promovido pela Associação Portuguesa de Ética Empresarial, destinada ao desenvolvimento dos fatores críticos de competitividade das PME exportadoras e com potencial exportador das regiões Centro e Norte.

A finalidade do PME Sustentável é apoiar as PME portuguesas através da comunicação internacional das suas boas práticas de como estas ajudam as grandes empresas a cumprir com os requisitos da Diretiva 2014/95/EU sobre o relato de informação não financeira. Da mesma forma, o projeto visa a capacitação das PME para a economia verde e a utilização mais eficiente dos recursos naturais.

O Projeto PME Sustentável, da Medida Sistema de Apoio a Ações Coletivas – Qualificação, é cofinanciado pelo Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (COMPETE 2020), Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Sobre Mário Parra da Silva

Consultor em Processos de Mudança, Estratégia Comercial, Bem-Estar Organizacional e Desenvolvimento Sustentável.

Fundador da APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial, da qual foi Presidente da Direção entre 2002 e 2016.

Chefe da Delegação Portuguesa no Grupo de Trabalho ISO 26000 Responsabilidade Social.

Chairman da rede europeia Prepare (Desenvolvimento Sustentável) em 2006/2009.

Fundador e Presidente da Direção do Corporate Wellness International Institute – Associação para o Bem-Estar Organizacional, Saúde Ocupacional e Responsabilidade Social Interna.

Membro do Conselho de Ética e dos Corpos Gerentes da CCP – Confederação do Comércio e Serviços de Portugal.

Membro do Conselho de Ética da CERTIF.

Membro da Comissão de Responsabilidade Corporativa & Anticorrupção da ICC Portugal.

Network Representative do United Nations Global Compact em Portugal.

Presidente da Aliança ODS Portugal

Sobre a J.A.M. Fernandes & Filhos:

PME criada em 1991 e sediada em Guimarães, dedica-se à fabricação de calçado e emprega cerca de 100 trabalhadores(as).

Com um volume de negócio de perto de 4.000.000 €, exporta para: Alemanha, Holanda, Escandinávia, Dinamarca, Grécia, Reino Unido, França, Bélgica, Nova Zelândia, Japão.

Distinguida consecutivamente, desde 2012, com o galardão PME Líder e em 2015 com o prémio PME Excelência.

Certificada pela ISO 9001 e 14001

Mais informação em: www.jamfernandes.com

Sobre a CATARI INDÚSTRIA S.A

PME criada em 1987 e sediada em Arouca, dedica-se à fabricação de máquinas para a construção e emprega cerca de 82 trabalhadores(as).

Com um volume de negócio, consolidado, em cerca de 13.700.000€, exporta cerca de 78% da produção e está presença na Europa  (Be; Es; Fr; Fi + “Balcãs) América do Sul (Br; Pe; Ci) e Africa (Ma; Mz).

Distinguida em diversos anos com o galardão PME Líder: 2010, 2013, 2016, 2017.

Certificada pela ISO 9001

Mais informação em: www.catari.pt

Porto: Cerca de 40 pessoas contra encerramento de loja dos CTT

Promovida pelo PCP/Porto, a manifestação juntou sobretudo pessoas idosas, que se fizeram ouvir no local com palavras de ordem como “Correios sim, encerramento não” e que mostravam cartazes em que se lia “Os Correios são do povo”, “Público é de todos, privado é de alguns”.

Presente no local, a vereadora da CDU na Câmara do Porto, Ilda Figueiredo, afirmou à Lusa que levará à reunião camarária de terça-feira “uma proposta de protesto contra o encerramento” de mais dois postos dos CTT na cidade.

“É inadmissível que continue esta situação de encerrar postos, estações dos CTT, que são imprescindíveis para as populações”, disse Ilda Figueiredo.

A vereadora salientou que, no Porto, “nos últimos anos já encerraram mais de 10 postos dos CTT” e que com esta proposta pretende que o executivo “tome uma posição contra mais encerramentos”, “proteste junto da administração [da empresa] e refira ao Governo que esta situação não pode continuar”.

Ilda Figueiredo destacou que aquele posto da Galiza é sobretudo utilizado por “populações idosas, que utilizam o correio até para levantar a sua reforma” e “tudo isto piora a vida das populações”.

“O que se está a passar prova que nunca deveria ter sido privatizado o serviço dos CTT, sobretudo um serviço público ao serviço das populações”, disse, defendendo que “se reveja esta situação da privatização dos CTT e que naturalmente se garanta um serviço público essencial”.

Também presente na iniciativa, a deputada comunista do PCP Diana Ferreira salientou que o partido já apresentou um requerimento para ouvir no parlamento o ministro das Infraestruturas, Pedro Marques, sobre o encerramento de 22 lojas dos CTT no país e nas ilhas, adiantando que só o “regresso do controlo público dos CTT” pode garantir “que um serviço público esteja ao serviço das populações e da economia nacional”.

“Desde 2014 foram distribuídos aos acionistas dos CTT 240 milhões de euros em dividendos. Quando falamos dos acionistas falamos da distribuição de dividendos e quando falamos da população falamos de encerramentos, e quando falamos de trabalhadores falamos de despedimentos. Não pode ser, isto tem de dar uma volta”, disse.

Henrique Pereira, que trabalha no edifício onde se situa a loja dos CTT — Galiza, juntou-se ao protesto por considerar incompreensível a decisão de o encerrar.

“Um dos pilares do serviço público é a proximidade à população e, nesse sentido, não compreendo o encerramento deste posto quando o mais próximo é na rotunda [da Boavista] e o outro é na [rua] Pedro Hispano. Vivem aqui imensas pessoas, idosos, neste prédio trabalham cerca de 700 pessoas e não temos nas proximidades outro posto”, sustentou.

Maria de Lurdes Fernandes, moradora naquela zona da cidade, marcou presença na manifestação para tentar evitar o encerramento daquele posto, que “faz falta a toda a gente”.

“Acho mal o encerramento. As reformas são pequenas e a gente tem que pagar transportes para ir para onde isto mudar. Dá muito jeito ter este posto aqui ao lado”, concluiu.

Um dirigente sindical que ali estava disse à Lusa que aquela loja dos CTT foi, de entre as 22 que encerrarão, “uma das que mais lucro deu”. Deu um lucro de 464 mil euros em 2017, referiu.

Os CTT confirmaram a 02 de janeiro o fecho de 22 lojas no âmbito do plano de reestruturação, que, segundo a Comissão de Trabalhadores dos Correios de Portugal, vai afetar 53 postos de trabalho.

LUSA

Aumento do preço nos transportes públicos em Lisboa e no Porto está “absolutamente em linha com a inflação”

Segundo João Matos Fernandes, “o aumento médio dos transportes do país é de 2%” e este ano há “um limite que nunca tinha acontecido nos anos anteriores”, que impede aumentos de 4% ou 5%.

“O aumento médio é de 2%, o máximo que pode existir [por cada título] é de 2,5%. E no Andante e no Viva o aumento é de 1,4%”, frisou.

O ministro salientou também que, além do desconto de 25% nos passes Sub23, este ano há um desconto de 25% nos passes Sub18, o que quer dizer que “os títulos de transporte que são mais utilizados não só não aumentaram como até tiveram uma baixa no seu valor”.

Matos Fernandes, que falava aos jornalistas à margem da cerimónia de tomada de posse do novo conselho de administração da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP), destacou também que a diminuição dos custos de transporte “para aqueles que são os clientes mais habituais” permite conquistar mais passageiros.

Além deste fator, disse, as empresas de transporte público estão também a conquistar passageiros pelo “aumento da qualidade e da fiabilidade”.

O ministro sublinhou, ao nível de impostos, que os clientes “podem reduzir todo o IVA da compra dos passes” em sede de IRS.

De acordo com um despacho recente do Governo, o preço dos bilhetes dos transportes públicos sofre este ano um aumento de até 2,5%, e todas as crianças e jovens vão beneficiar de um desconto de 25% nos passes mensais.

O documento refere que a atualização a aplicar na tarifa de cada título de transporte não pode ser superior a 2,5% sobre a tarifa atual, prevendo-se que os cartões Lisboa Viva, Viva Viagem/7 Colinas e Andante não sofram aumentos.

Já para os transportes coletivos rodoviários interurbanos de passageiros em percursos inferiores a 50 quilómetros (Rodoviária) e para os transportes coletivos nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto – Carris e STCP, transportes fluviais, e comboios urbanos e suburbanos em percursos inferiores a 50 quilómetros – foi fixada em 2% a percentagem máxima de aumento médio.

Desde segunda-feira que também todas as crianças e jovens, dos 04 aos 18 anos, beneficiam de um desconto de 25% nos passes mensais, “sem prejuízo dos descontos superiores já previstos para os estudantes beneficiários de ação social”.

Também o passe Sub23 @superior.tp, dirigido a todos os estudantes do ensino superior até aos 23 anos, foi alargado aos serviços de transporte coletivo de passageiros autorizados ou concessionados pelos organismos da administração central e regional, bem como aos serviços de transporte de iniciativa dos municípios, com um benefício igualmente de 23%.

Além disso, foi alargada a idade até à qual os estudantes de Medicina e de Arquitetura podem beneficiar deste título de transporte – até aos 24 anos.

Porto: Avenida na Foz do Douro encerrada devido ao mau tempo

mau tempo que chegou ontem à cidade do Porto – e que parece que veio para ficar – levou a Câmara Municipal da metrópole a anunciar o encerramento da Avenida de D. Carlos I, na Foz do Douro, a partir das 18/19 horas de hoje.

Refira-se que a cidade estará sob aviso laranja a partir do final da tarde desta terça-feira, “estando igualmente prevista agitação marítima forte entre as 00h00 horas e as 15h00 horas de quarta-feira. A ondulação de noroeste deverá variar entre os cinco e seis metros, podendo a altura máxima atingir os dez metros”, revela o comunicado publicado no site da instituição.

A Proteção Civil Municipal recomenda, por isso, à população que “tome as devidas precauções, apelando ao respeito pelos perímetros de segurança e cortes de trânsito que serão estabelecidos junto da orla costeira e acessos aos molhes”.

Vem aí uma nova ponte para Porto e Gaia?

No seu portal de notícias, a Câmara do Porto escreve hoje que, “caso avance a ideia da construção de uma nova ponte que una Porto e Gaia, a localização mais provável será a montante da ponte Luiz I”, segundo “informou Rui Moreira [presidente da autarquia portuense] na sessão da Assembleia Municipal (AM) que decorreu na segunda-feira à noite” e que terminou já na madrugada de hoje.

De acordo com a Câmara, Moreira explicou que a possibilidade de construir esta nova travessia, rodoviária, permitiria deixar o tabuleiro inferior da ponte Luiz I “unicamente para peões e ciclovia”, já que o alargamento da zona pedonal desta travessia, equacionada pelo menos desde 2015, levantou “fortíssimas dúvidas” às “autoridades competentes do património”.

“Antes dessa possibilidade, o ‘pensamento estratégico’ comum partia do alargamento pedonal do tabuleiro inferior da ponte Luiz I. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram fortíssimas dúvidas a esta pretensão”, afirmou o autarca.

Admitindo que o alargamento dos passeios da ponte Luiz I seria “a solução mais simples, em termos do impacto que tem numa paisagem protegida”, Moreira sublinhou ser necessário “entender” as questões suscitadas pelas autoridades do património, acrescenta o portal.

Neste contexto, o presidente da Câmara do Porto diz existirem “duas soluções alternativas” que envolvem “a edificação de uma nova travessia”.

O independente, que está a cumprir o segundo mandato autárquico, afirmou que “a construção de uma ponte rodoviária a montante da ponte Luiz I parece a mais razoável para os autarcas do Porto e de Gaia”.

“Assim, de acordo com o que tem vindo a ser equacionado, talvez essa nova ponte seja só rodoviária e o tabuleiro inferior da ponte Luís I fique unicamente para peões e ciclovia”, concluiu Rui Moreira.

De acordo com o portal, outra solução seria “a construção de uma ponte pedonal a jusante da zona da igreja de São Francisco” mas, na opinião de Rui Moreira, tal cria “variadíssimos problemas”, “devido ao tráfego das embarcações e ao forte impacto ambiental que provocaria”.

“Adicionalmente, não estaria isenta de “problemas de encaixe na margem, não sendo aconselhado o seu enviesamento”, acrescentou.

Desde 2015 que as autarquias do Porto e Gaia equacionam instalar, no tabuleiro inferior da ponte Luiz I, passeios exteriores para peões e ciclistas, bem como uma estrutura de proteção contra queda de pessoas e objetos junto ao tabuleiro superior da ponte, parte integrante do Centro Histórico do Porto, classificado em 1996 como Património Mundial pela UNESCO.

Em fevereiro de 2016, a Infraestruturas de Portugal publicou em Diário da República o lançamento do procedimento pré-contratual para a contratação da empreitada de recuperação do tabuleiro inferior da ponte Luiz I por 1,4 milhões de euros.

Posteriormente, em maio, o Ministério da Cultura disse estar a acompanhar “com atenção” este processo, aguardando as conclusões do Conselho Nacional de Cultura.

Porto: Comércio tradicional aumentou entre 15 a 20% com vendas de Natal

“Até à data de hoje, e desde o início do mês, há mais 15% a 20% de vendas no comércio tradicional em relação à mesma época de 2016″, avançou à Lusa o presidente da Associação de Comerciantes do Porto (ACP), Nuno Camilo, argumentando que “o consumo está a “aumentar de forma considerável”, porque “há um sentimento de maior confiança” e “um aumento de conforto”.

Os dois feriados nacionais recentes — dias 01 e 08 de dezembro -, associados ao fenómeno da ‘Black Friday’ (dia com descontos), assim como uma “boa oferta de parques de estacionamento” e vários de meios de transporte públicos, que ajudam as pessoas a sair de casa, são alguns dos argumentos que Nuno Camilo enumera para justificar o aumento entre os 15% a 20% nas vendas no comércio tradicional em vários setores na cidade do Porto.

Além das vendas presenciais, há um outro fenómeno que está a ajudar a alavancar o aumento dos negócios que são as “vendas online”, observa ainda Nuno Camilo.

“Neste momento existe o sentimento de que a crise passou e acho que no dia 23 de dezembro poderemos fazer um balanço ainda melhor”, sugere o presidente da ACP.

Em 2016, a Associação de Comerciantes do Porto já tinha referido que as vendas do comércio tradicional do Porto para a época festiva do Natal e Passagem de Ano estavam a aumentar 20% face ao período homólogo de 2015 “numa perspetiva transversal”.

Na altura, a previsão do aumento de volume de negócios no comércio tradicional para a época natalícia explicava-se, segundo Nuno Camilo, por quatro principais razões que se prendiam com o “aumento da segurança nas ruas”, o “aumento de turistas”, “aumento da reabilitação urbana” e “uma política de eventos para a cidade”.

Nuno Camilo refere que essas quatro principais razões apontadas em 2016 se replicam em 2017, ano a que se somam agora mais os fenómenos dos dois feriados nacionais e da ‘Black Friday’, assim como a oferta de transportes públicos e de parques de estacionamento.

Nuno Camilo considera ainda que aumento da diversificação de “novos produtos” alimentares e a implementação de “novos espaços comerciais”, como hotéis, hostels, geladarias, lojas de aluguer de bicicletas e de motas ou lojas de material de papelaria diferenciado, ajudam também ao aumento das vendas no Natal.

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