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Mercadona: Novo Modelo de Loja Eficiente contribui para otimizar o ato de compra dos clientes

Para impulsionar a estratégia apresentada e implementada em 2017 de fazer todo o investimento necessário para transformar a empresa, a companhia levou a cabo diferentes ações ao longo do ano. Na inovação em lojas destaca-se a implementação do Novo Modelo de Loja Eficiente – que contribui para otimizar o ato de compra dos clientes – em 157 supermercados e o esforço realizado para serem mais lojistas e especialistas através do Projeto Frescos Global – introdução de melhorias nas secções de frescos -, já implementado em quase 200 lojas.

Paralelamente, em 2017, a Mercadona continuou a promover o seu modelo de Gama Eficaz para ser cada vez mais Totaler, construída com “O Chefe” e para “O Chefe”. Para isso, e graças ao trabalho realizado nos seus 16 Centros de Coinovação (um deles em Matosinhos, Portugal, para o desenvolvimento e adaptação da gama de produtos ao “Chefe” português) bem como aos esforços dos interfornecedores e fornecedores especialistas, continuou a adaptar a gama através da inovação e da melhoria constante, o que lhe permitiu introduzir mais de 300 novos produtos e melhorias nas suas prateleiras.

O presidente da Mercadona, Juan Roig, afirmou que 2017 foi um ponto de viragem para todos aqueles que formam a Mercadona. “Estamos a trabalhar a longo prazo e comprometidos com a consolidação de um projeto de transformação disruptiva no qual o esforço das pessoas é central. Alcançar isso requer convicção e o grande mérito está no esforço das 84.000 pessoas da Mercadona e dos fornecedores especialistas para garantir todos os dias a satisfação do “Chefe”, nossos clientes. Eles são a razão destes excelentes resultados”.

 

Internacionalização
O projeto da Mercadona em Portugal continuou a avançar e tem sido outro dos notáveis capítulos de investimentos. Além da abertura do Centro de Coinovação de Matosinhos, anunciou-se a construção do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim (Porto), que abrirá em conjunto com os quatro supermercados que a Mercadona planeia abrir no Grande Porto em 2019, alguns dos quais já começaram as suas obras.

No que diz respeito à criação de emprego, destaca-se o recrutamento de mais de 120 diretivos (quadros de direção média) e o início da seleção de equipas para as quatro primeiras lojas.

Outro dado relevante da empresa em Portugal foi a inauguração do Estádio Manuel Marques Gomes, em Canidelo, no município de Vila Nova de Gaia. Esta obra, incluída na política de responsabilidade social da empresa, resulta da colaboração da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, da Junta de Freguesia de Canidelo, do Sport Clube de Canidelo e da Mercadona.

Também é de destacar o aumento no volume de compras a fornecedores portugueses, que, em 2017, atingiu os 63 M€, mais 11 M€ do que no ano anterior.

Comprometidos com o investimento necessário para transformar a Mercadona
Para alcançar esta transformação estratégica de forma sustentável, a empresa, através dos seus recursos próprios, investiu 1.008 milhões de euros, 47% mais do que em 2016. Esse esforço de investimento permitiu abrir 29 novos supermercados, fazendo a cadeia crescer para um total de 1.627, e remodelar outros 126, todos com o Novo Modelo de Loja Eficiente.

Além disso, o investimento também se destinou a impulsionar todas as seções de frescos e à abertura de dois novos Centros de Coinovação, em Paterna (Valência) e na cidade portuguesa de Matosinhos (Porto). A tudo isto de juntam os projetos realizados para automatizar os Blocos Logísticos e eliminar esforços excessivos dos trabalhadores.

Em relação aos avanços na sua transformação digital, a Mercadona assinou um acordo de cinco anos com o líder do mercado em software de aplicações empresariais, SAP, com o objetivo disruptivo de transformar e melhorar os processos da empresa.

Nestes avanços tecnológicos também está o desenvolvimento do projeto Mercadona online, cuja fase de testes em alguns distritos da cidade de Valência está programada para o segundo semestre de 2018 e envolve tanto a construção de um novo website e uma aplicação móvel, como a de um armazém próprio (armazém-satélite) para a distribuição na cidade de Valência, com veículos específicos de três temperaturas especialmente pensados para a Mercadona. É um projeto para “experimentar e aprender”, e estamos convencidos do potencial que tem para satisfazer muito bem “O Chefe” online e o Capital (torná-lo rentável).

Um compromisso firme com o emprego estável e de qualidade: 5.000 novos postos de trabalho
Dentro do seu compromisso com o emprego estável e de qualidade, a Mercadona criou 5.000 novos empregos em 2017, o que implicou fechar o ano com um quadro de 84.000 pessoas (64% mulheres). Às novas incorporações, numa média de 15 por dia, foi garantido um emprego estável de qualidade e as mesmas condições de todas as outras pessoas que trabalham na Mercadona quanto às políticas de conciliação entre a vida pessoal e profissional, assim como as mesmas oportunidades de formação e promoção. Atualmente, 47% dos cargos diretivos são ocupados por mulheres.

Nesse sentido, o esforço que a empresa faz ano após ano em formação aumentou, em 2017, para os 65 milhões de euros e beneficiou 40.560 funcionários.

Partilhar o lucro: um modelo de Responsabilidade Social
A Mercadona reafirmou, uma vez mais, o seu princípio de que “o sucesso partilhado sabe melhor”. Do seu lucro total, 35% foi repartido pelos quadros, num total de 313 milhões de euros em prémios por objetivos; 25% dos lucros, 205 milhões, destinaram-se à sociedade na forma de impostos; 25%, mais de 202 milhões, foram reinvestidos na empresa enquanto recursos próprios, e os restantes 15% foram distribuídos entre os acionistas como dividendos.

Como resultado desse compromisso com o crescimento partilhado, a contribuição global da Mercadona para a criação de riqueza em Espanha representa 3% do emprego total do país, (545 mil empregos), 1,7% do PIB (19.500 milhões de euros).

Novo investimento recorde de mais de 1.500 milhões em 2018
Em 2018, a Mercadona voltará a fazer um investimento histórico de mais de 1.500 milhões de euros, visando a abertura de 27 supermercados, entre os quais se contam as futuras aberturas em Ceuta, Melilha e em La Palma, e a remodelação de mais de 200 lojas com o Novo Modelo de Loja Eficiente. Assim como continuar com a implementação do Projeto Frescos Global, que deverá ser implementado noutras 200 lojas durante este ano.

Paralelamente, a empresa continuará a construção dos blocos logísticos de Vitória (Álava) e de Abrera (Barcelona), o novo armazém online em Valência e o Centro de Processamento de Dados de Villadangos del Páramos (Leão), bem como o início de obras em o Bloco Logístico de Parc Sagunt, na cidade valenciana de Sagunto. A tudo isto se acrescenta o avanço do projeto Mercadona em Portugal, com a construção do Bloco Logístico da Póvoa de Varzim (Porto) e as obras dos quatro supermercados que abrirão no Grande Porto, em 2019, bem como o desenvolvimento do projeto de transformação digital com a SAP e o início do projeto online.

Este investimento sustentável será feito com os recursos próprios da empresa e é motivado pela decisão já tomada pelos acionistas no ano passado de basear as decisões da Mercadona a longo prazo, porque, segundo Juan Roig, “se se põe o foco no lucro a curto prazo é difícil tomar decisões e, agora, o nosso firme compromisso é investir para transformar a empresa.

De facto, está previsto e aprovado um investimento de mais de 8.500 milhões de euros entre 2018 e 2023, com recursos próprios. E para continuar a construir um modelo de empresa diferente e responsável socialmente, do qual as pessoas se sintam orgulhosas e queiram que exista.

Esse é o caminho pelo qual todos nós que formamos o Projeto Mercadona decidimos avançar, um caminho que, à luz dos resultados obtidos em 2017, está bem traçado”.

Lisboa: El Corte Inglés cria 250 empregos

espaço abriu na semana passada e disponibiliza 17 novos espaços, sobretudo espaços de restauração de chefes de cozinha portugueses e estrangeiros, vários deles galardoados com estrelas Michelin.

O El Corte Inglés diz que o Gourmet Experience nasce do “compromisso de melhorar permanentemente a sua oferta e os seus espaços num espírito de inovação permanente e de constante adaptação às novas tendências, procurando, ao mesmo tempo, surpreender os visitantes”.

LUSA

Isabel dos Santos abre terceiro hipermercado em Luanda e cria 375 empregos

Situado a cerca de 30 quilómetros do centro de Luanda, o terceiro hipermercado do grupo Contidis, detido por Isabel do Santos, contará com uma área de 4.300 metros quadrados.

“Sai assim reforçada a aposta do Candando no talento nacional, que conta no total com mais de 1.350 colaboradores”, refere o grupo.

A própria Isabel dos Santos já tinha anunciado na quarta-feira que estava a ultimar a abertura do seu terceiro hipermercado da rede “Candando”, através da sua conta no Instagram, uma das redes sociais que tem utilizado para dar conta da sua vida empresarial após a saída do cargo de presidente do conselho de administração da petrolífera estatal angolana Sonangol.

Na publicação, acompanhada de duas fotografias da nova loja “Candando” de Viana, Isabel dos Santos referia que estava quase a abertura de “mais uma porta” em Luanda.

Desde que foi exonerada da Sonangol pelo chefe de Estado angolano, João Lourenço, a empresária e filha do ex-Presidente José Eduardo dos Santos já lançou uma marca de cerveja própria, a “Luandina”, e abre hoje o seu terceiro hipermercado.

A rede “Candando”, do grupo Contidis, é liderada pelo português Miguel Osório, ex-quadro da Sonae e diretor-geral do projeto, depois do fim da parceria da empresária angolana com aquele grupo português do retalho.

O primeiro hipermercado “Candando”, palavra derivada da língua quimbundo, que significa “Abraço”, abriu portas também em Luanda, em maio de 2016, representando na altura um investimento de 40 milhões de dólares (33,8 milhões de euros) e prometendo apostar na produção nacional.

A segunda loja abriu em abril deste ano, em Talatona, arredores de Luanda, próximo do anterior.

Na altura da inauguração do primeiro hipermercado, Miguel Osório anunciou a abertura de dez lojas “Candando” em cinco anos, num investimento global de 400 milhões de dólares (338 milhões de euros).

Este investimento surge numa altura de forte crise em Angola, devido à quebra nas receitas com a exportação de petróleo, o que tem provocado a escassez de vários produtos nos hipermercados do país, tendo em conta a dificuldade de divisas para garantir importações.

Só no primeiro hipermercado, um dos maiores do país, foram criados, segundo o grupo Contidis, 750 postos de trabalho.

LUSA

Banco britânico Lloyds vai eliminar 3.000 postos de trabalho e fechar 200 agências

O banco britânico Lloyds Banking Group, liderado por António Horta Osório, disse esta quinta-feira que vai eliminar 3.000 postos de trabalho e fechar 200 sucursais até final de 2017, no mesmo dia em que anunciou uma duplicação dos lucros no primeiro semestre.

Os lucros dos primeiros seis meses do ano chegaram aos 2.206 milhões de euros, o dobro dos que teve no primeiro semestre do ano passado, segundo os números hoje divulgados.

Num comunicado enviado à bolsa de Londres, o banco fala em incerteza provocada pela vitória da saída do Reino Unido da União Europeia no referendo britânico de junho. O impacto real no banco dependerá do “resultado económico e político” dessa decisão, segundo o mesmo texto.

Parque Industrial da Autoeuropa com 300 postos de trabalho em risco

A Coordenadora das Comissões de Trabalhadores do Parque Industrial da Autoeuropa admite que cerca de 300 trabalhadores estão em risco de perder o emprego devido à quebra de produção naquela fábrica, que se deverá prolongar até meados de 2017.

“De acordo com o levantamento efetuado pelas Organizações Representativas dos Trabalhadores (ORT), as empresas do Parque Industrial poderão vir a despedir, pelo menos, 300 trabalhadores”, disse Daniel Bernardino, da Coordenadora das Comissões de Trabalhadores, à Lusa.

“É uma estimativa confirmada junto das administrações das empresas”, frisou o representante dos trabalhadores, na sequência de uma reunião da Coordenadora das Comissões de Trabalhadores realizada na segunda-feira.

Segundo Daniel Bernardino, há empresas, como a Faurécia, que deverão despedir apenas 20 trabalhadores, quando a expectativa dos próprios trabalhadores apontavam para cerca de 40, mas também há casos em que o número de trabalhadores despedidos deverá ultrapassar largamente as estimativas das Comissões de Trabalhadores, como acontece na Vampro, em que a própria empresa terá admitido que pretende prescindir de cerca de 60 funcionários.

“Teria sido bom que as administrações das empresas do parque industrial se tivessem disponibilizado para reunir com a Coordenadora das Comissões de Trabalhadores, para ouvirem a nossa opinião e conhecer melhor as nossas propostas, mas limitaram-se a dialogar com as Comissões de Trabalhadores de cada uma dessas empresas, o que é perfeitamente legítimo”, disse o sindicalista.

Daniel Bernardino lembrou que a Coordenadora das Comissões de Trabalhadores já solicitou reuniões urgentes com os ministros da Economia e do Trabalho, com o objetivo de encontrar soluções, designadamente na área da formação, que será necessária quando a Autoeuropa começar a produzir um novo modelo, no segundo semestre de 2017.

“Acreditamos que, a exemplo do que fez a própria Autoeuropa, é possível evitar os despedimentos através de um plano de formação, tal como se fez em 2009 com o Programa de Apoio ao Setor Automóvel (PASA), plano esse que viria a ser aplicado a nível nacional”, sublinhou.

A fábrica de automóveis da Autoeuropa, em Palmela, vai reduzir o período laboral de dois para apenas um turno a partir de setembro, mas a empresa conseguiu encontrar soluções, incluindo planos de formação, que permitem evitar despedimentos até ao início de produção do novo modelo atribuído à fábrica de Palmela.

Uma realidade distinta do que poderá vir a acontecer nas outras 13 empresas do parque industrial, com cerca de 1.600 trabalhadores, que, de acordo com as estimativas anunciadas pela Coordenadora das Comissões de Trabalhadores, admitem eliminar, pelo menos temporariamente, cerca de 300 postos de trabalho.

Lloyds de Horta Osório corta mais 945 postos de trabalho

Este corte insere-se no já anunciado plano alargado de redução de 9.000 funcionários até 2017, realçaram os responsáveis da instituição nesta quinta-feira.

As divisões mais afetadas serão a do crédito ao consumidor e banca comercial, risco, finança e recursos humanos. O banco indica pretender realocar algumas destas pessoas a outros sectores, sendo que está a criar 150 novos cargos.

“O Lloyds Banking está comprometido em trabalhar nestas mudanças com cuidado e de forma sensível”, afirmou a instituição num comunicado citado pela Bloomberg. O caminho de corte de custos seguido pela administração de António Horta-Osório tem passado por redução da rede de retalho e venda de ativos, de modo a aumentar lucros e retomar o pagamento de dividendos, ao passo que o Estado britânico, que tomou posição no banco aquando da crise de 2008/9, está a vender a sua participação.

Tal como o Lloyds, também o Royal Bank of Scotland e o Barclays Bank têm procedido a reestruturações das suas operações. Neste último caso, o desinvestimento passou pela venda de operações não ‘core’, como foi o caso de operações em Portugal.

As ações do Lloyds Bank estão hoje a apreciar 1,08%, mas mantêm-se em perda de cerca de 10% face à cotação de há um ano.

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